domingo, 18 de dezembro de 2016

ELEIÇÕES AMERICANAS - RETOMA DA NOSSA VOZ E DE ALERNATIVAS


os VOSSOS meios de informação não são credíveis!
INTEGRAÇÃO VERSUS DIVISÃO
SÓ SE APRENDE PELA EXPERIÊNCIA DIRECTA
Este é o tempo de brilharem, de expressarem as vossas próprias escolhas - A porta foi aberta

Ora bem; deixem que siga o fio contrário do que foi referido. Em relação ao vosso mundo e considerando esta nação particular como exemplo, deixem que lhes diga, antes de mais, um aspecto significativo que vem reforçar e trazer tranquilização á maioria de vós, é que, embora este indivíduo tenha ganho as eleições, nos vossos termos, ele não conquistou as pessoas.
Deixem que lhes diga que mais do que 80% da população da nação não está de acordo com este rumo particular que foi tomado. Deixem que lhes diga igualmente que, independentemente do que os serviços de informação lhes estão a dizer, as percentagens baseiam-se nos seguintes números: A percentagem das próprias eleições indicam que 25 % da população terá votado nesse indivíduo – ponto final. Essa é a percentagem real das pessoas que votaram nesse indivíduo.
Desses 25%, 8% dos votantes não concordaram nem concordam com esse indivíduo mas foram influenciados a votar nele com base no desdém que sentiam na outra candidata. Por conseguinte, a somar a esses 25% que votaram nele, 8% deles foram mal empregues. Por não concordarem com o indivíduo, e por esse mesmo indivíduo nunca ter vindo a constituir a sua eleição caso não percebessem que a única escolha que tinham era a outra candidata. Portanto, não só foi a única alternativa existente como correspondeu à percepção que tinham na altura.
Por isso, o número daqueles que não apoiam esse indivíduo em particular é superior a 80% da população. Essa é uma percentagem significativa. Por isso refiro-o, antes de mais, para os tranquilizar do facto de que a nação, no seu todo, não perdeu o juízo, e que a nação no seu todo não elegeu para o governo um indivíduo que seja razão de confusão para a maior parte da população.
Ora bem; a acrescentar a isso, de que modo diria que isso se move em conjugação com a mudança? Primeiro, por altura da interacção de grupo que tivemos, que referi haver uma percentagem de indivíduos ligeiramente superior a 25& da população que se estava a voltar para uma terceira fase desta vaga, que era no sentido de expressarem um não alinhamento pelas alternativas condicionadas “assim ou assado” (NT: Republicanos ou Democratas) mas a passar para o significado da escolha do indivíduo. Na altura, referi que a percentagem seria ligeiramente superior a 25% e que estaria a subir. Por altura das vossas eleições, subiu quase para 50%. E esse é um aspecto que é tremendamente significativo.
Assim, esses são indivíduos que elegem não com base no vencer ou perder, mas que o fazem em relação a si mesmos e em relação ao que seja mais importante para eles enquanto indivíduos. O voto popular real que foi avançado em relação a esses dois candidatos foi somente de 51%
Assim, o que lhes diria que constituiu um aspecto muito importante foi que as pessoas elegeram em massa – sem terem consciência de quantos mais estavam a fazer o mesmo, sem saberem de uma forma objectiva quanto apoio estavam efectivamente a obter – esses indivíduos optaram por se voltar para a expressão da importância do indivíduo e não para a importância do vencer ou perder, para a importância da alternativa pessoal.
Bom; para além disso, o que isso também provocou com respeito à mudança generalizada? Para além de dar ênfase à importância do indivíduo, aquilo com que também mexeu relativamente ao vosso governo, que actualmente está a ser muito posto em questão, foi o vosso Sistema de votação, que está a ser objecto de desafio, o que também representa um passo adjacente rumo à importância do indivíduo, o facto do conceito e a estrutura do vosso colégio eleitoral estar a ser bastante posto em questão, e com isso, no sentido de passarem a dispensá-lo, uma vez mais, para expressarem o significado do indivíduo e o valor do facto de cada pessoa ter voz. (NT: Alusão à efectiva ausência de democracia)
A acrescentar a isso, e em reconhecimento disso, aquilo que aceitaram até agora – que pode mudar – mas que até agora é expressão do que aceitaram enquanto figura de proa desta nação particular.
Bom; quanto a isso, aquilo que diria é que esse indivíduo constitui um catalisador. Esse indivíduo está a criar e já tem vindo a dar voz à divisão. Não representa a divisão em si mesmo – essa mesma divisão já está em existência faz tempo. Essa divisão e a polarização presente no país já vinha a ter expressão há um significativo número de anos – há várias gerações, na verdade. Nessa medida, esse factor não é novo, e não foi esse indivíduo que o instaurou. Ele apenas lhe está a dar voz, e por conseguinte, está a trazê-lo à luz, de uma forma considerável que chama a atenção, essas divisões e essa polarização que existiam há muito tempo.
Também está a ser um catalisador para muitos que estão a começar a encontrar a sua voz. Independentemente de concordarem com ele ou não, há muita gente neste país que se encontra enredada na polarização, que se vê e percebe como tendo sido destituída de direitos e que receia de forma significativa, que expressa um temor considerável.
(Elevando a voz) Nem todos vós tendes receio dele, do Trump. Há um enorme número de pessoas que encontraram uma voz e que estão a descobrir a sua voz que apoiaram esse candidato por terem receio. Têm medo do governo. São aquelas pessoas que compõem as vossas milícias. São aqueles muitos que muitas pessoas desprezam, por os perceberem como classe inferior. E vós orgulhais-vos de no vosso país não terem sistemas de classes, mas de facto têm.
E nessa medida, existem muitas pessoas que estão a viver no vosso país que se percebem como destituídos de direitos e que temem o governo, que temem a aplicação da lei. E esses indivíduos, na percepção que têm, detêm o poder – os do governo, os que aplicam a lei, detêm o poder. Possuem as armas e o poder. E as pessoas arranjam armas mas percebem não deter poder.
E depois, indivíduos belicosos e extravagantes vêm e não receiam expressar-se de modo que não correspondem ao que presentemente designam por “politicamente correcto.” Não direi que sejam impopulares, por ser evidente que não o são. Há muitos que sentem e percebem de modo muito similar à maneira como este indivíduo se expressa, por abrigarem receio, e por se encontrarem em posição de ser contidos nesse temor.
Ora bem; eles também não terão alternativa? Têm sim. Mas tal como expressei, vós sempre tendes alternativas. O que não quer dizer que sempre tenham consciência delas. Não quer dizer que tenham consciência de que têm alternativa. As pessoas tornam-se víctimas por não perceberem que têm alternativa. E há muitos que percebem estar nesse papel de victimização.
Este indivíduo constitui uma figura de proa, um catalisador que trás à luz da ribalta questões as pessoas em massa não querem considerar nem debater por se acharem polarizados, e em que as pessoas se sentem divididas em “assim ou assado.” Ou condam ou discordam, ou estão com a razão ou estão errados, e este indivíduo veio focar essa divisão.
Não estou a realçar questão alguma de concordância ou discordância. Não sou defensor nem sou contra o indivíduo em si. Isso são opções que deixo ao vosso critério. Mas quanto ao papel que lhe cabe e ao que actualmente está a ter lugar com respeito àquilo que elegeram – mas deixem que lhes diga, mesmo àqueles de vós que não o elegeram, vocês estão a continuar a participar nesta mudança. Por conseguinte, continuam a ter opções. Não estão desamparados. Não são vítimas. Têm alternativa e têm voto.
Assim, aquilo que lhes diria é que muitas destas questões de que actualmente muito mais de vós receiam, que temem ser ameaçados, aquilo que antes de mais lhes diria é que jamais permitam que o medo lhes dite o rumo. Avancem. Capacitem-se e emancipem-se, e não se deixem destituir do vosso poder por acção do medo. Reconheçam que tudo quanto este indivíduo trouxe à luz constitui uma oportunidade para todos e para cada um – em TODOS os países e não apenas para este – em todos os países; considerar e reconhecer de forma genuína toda essa polarização, deixar de a ignorar, deixar de voltar a face dela à espera que se dissipe por si só, e deixar de implementar aquelas acções de aceitação da diferença, em vez de se deixarem sentir ameaçados pela diferença. Que é o que estão a fazer; estão a deixar-se ameaçar pela diferença.
Relativamente à forma como isto se está a aplicar à mudança generalizada, isto é a vossa oportunidade de avançarem, de expressarem a aceitação da diferença, e com essa aceitação da diferença respeitar-vos no que é importante para vós. Aceitação da diferença não quer dizer concordância – não têm que concordar para aceitarem. E se não concordarem, então têm responsabilidade para convosco no sentido de se honrarem naquilo em que não estejam de acordo e de se expressarem nesse sentido.
Não tem que ver com vencer ou perder. Tem que ver com cada um de vós enquanto indivíduos a avançar para a frente, expressar-se nas vossas liberdades individuais. Liberdade, e o que tem importância para vós, e o que é significativo.
E nessa medida, não deixar que os vossos sentimentos – não emoções, mas sentimentos - lhes ditem o comportamento, nem deixar que os media seja a vossa fonte de informação. Os vossos meios de informação são preconceituosos; não são imparciais nem neutros. São tremendamente preconceituosos. Mas vocês permitem que isso lhes dite ao permitirem que sejam a vossa fonte de informação. Eles não deveriam sê-lo. Vocês deveriam encontrar essa fonte de informação em vós.
Acção, intuição, envolvimento, interligação. Como poderão interligar-se se odiarem? Coo poderão voltar-se no sentido do avanço se se opõem?
Este é o tempo de brilharem, de resplandecerem! É altura de se expressarem. A porta foi aberta; e se a porta se abriu para os destituídos e abandonados expressarem todo o receio que abrigam, a porta foi aberta para todos.
E não é só no vosso país, mas em todos. Porque, quaisquer que sejam os problemas que deflagram no vosso país, eles reflectem-se pelo mundo fora. Todos os países do mundo têm as suas diferenças, polarizações, oposições se conflitos.
Deixem que lhes diga, conforme já referi a todos anteriormente, que com respeito à religião, a religião Islâmica constitui a mais vasta expressão do que designam por religião organizada no vosso mundo e compreende mais membros do que qualquer outra religião no vosso mundo. Cientes disso – de quantos indivíduos, quantas massas de indivíduos partilham desse denominador comum – mas qual será a percepção que tantos outros indivíduos por todos os quadrantes do vosso mundo acerca dessa filosofia e àqueles que a professam? Medo e oposição – MEDO E OPOSIÇÃO!
Eles são gente; são humanos, assim coo vós próprios, com desafios idênticos aos vossos. E nessa medida, adoptam a sua fé, tal como vós. Vós depositais fé na vossa essência. Eles depositam-na em Alá. Não há diferença.
Assim, é uma oportunidade de brilharem e de resplandecerem e de expressarem os pontos comuns, as semelhanças, em vez de se focarem nas diferenças e no que não querem, mas de expressarem aquilo que efectivamente querem e o que é importante – não o que pensam que seja importante devido às elaborações que têm vindo a ter expressão geração após geração, mas devido ao valor real.
Lembrem-se do que falamos acerca das preciosidades, do ouro e da prata, dos diamantes e das pedras preciosas. Porque serão elas preciosas? Por precisarem escavar à sua procura e por brilharem. Elas são belas. Vocês apreciam-nas. Em si mesmas serão valiosas? Não são mais valiosas que qualquer outra manifestação. Se levassem um barril de diamantes e de rubis e de ouro para outro planeta, eles percebê-los-iam como preciosos e valiosos? Provavelmente não. Vocês consideram-nos preciosos, mas na verdade, quanto valerão?
Isto é uma metáfora que estava a referir. Vocês veem certas expressões (falando mais alto) tal como esta situação das vossas eleições e do vosso novo presidente que há-de tomar o cargo, como importantes. Mas, de que maneira esse indivíduo pessoalmente lhes afectará a vida e a actividade do dia-a-dia presentemente? Ele encontra-se no vossa habitação? Come convosco à mesa? Usa as vossas coisas? Dá de comer ao vosso animal de estimação? Dorme com o vosso gato? Claro que não. Por isso, de que modo é que esse indivíduo os afecta pessoalmente?
Com certeza que responderão a isso dizendo que os esteja a afectar por afirmar isto e mais aquilo e por ameaçar isto e aquilo na vossa realidade, e isso ter importância para vós. Não quero dizer que não tenham importância, mas que importância terão?
Terão quinze aninhos ou vinte e três ou serão alguma garota que me esteja a dar ouvidos e esteja a planear engravidar ou abortar? Caso não sejam então isso na verdade não os afecta nem lhes causa impacto algum. Por isso, estão a dar importância a uma coisa que não justifica a importância que lhe estão a dar.
E se forem uma garota de esteja com quinze anos ou uma moça de vinte e três que esteja a planear engravidar ou abortar, ou se estiverem actualmente grávidas, não têm que se consumir, por que nesta altura têm o direito legal de interromper essa gravidez. E aqueles de vós que planearem faze-lo no futuro, o que lhes diria é que não o estão a fazer agora. Mas se tiver importância para vós, se planearem em termos absolutos dar seguimento a tal plano, então ergam a vossa voz. Então expressem o que tem importância para vós, e dêem passos nessa direcção. Têm um imenso número de outros indivíduos que apoiam isso e que concordam convosco.
Mas para todos quantos não planeiem engravidar para depois porem termo à gravidez isso não é preocupação. Vocês não estão envolvidos nisso. Sim, podem idealmente empregar tais expressões, tais ideais. Podem concordar com tais questões ou discordar delas. Mas se ferem de extrema importância para vós, então ergam a vossa voz, implementem acções nesse sentido. Há um formidável número de pessoas que concordarão convosco e que os apoiarão.
Estarão imigrantes a invadir-lhes a casa hoje? Ou a assaltá-los e a deitar-lhes a porta abaixo a fim de lhes tomarem a casa? Provavelmente não. Nessa medida, como poderá isso afecta-los tanto?
Está o vosso emprego ameaçado por um estrangeiro ilegal? Sugeria que estiver então que considerem os alienígenas das naves extraterrestres. É provável que o vosso emprego não esteja sob ameaça por trabalhadores não documentados e muito menos alienígenas ilegais. Mas se estiver, que farão? Quem estará a criar a vossa realidade? Um homem de cabelos arruçados tempestuoso em Nova Iorque? Ele ainda nem sequer se encontra em Washington. Estará esse indivíduo a criar-lhes a realidade, ou vocês?
Mas de que modo estará isso a influenciar relativamente à mudança? Está a afectar tremendamente. Está brilhantemente a avançar convosco para a frente de uma forma entusiasmante. Está a faze-los despertar. Está a propor uma alternativa. Está a impeli-los a agir e a descobrirem a vossa voz e a avaliarem o que seja genuinamente importante.
Precisarão concordar com este indivíduo? Não. Precisarão sequer respeitá-lo? Claro que não. Mas, que é que farão? Por ser isso que apresentaram a vós próprios. Nâo uma alternativa em que sejam vítimas e agora precisem penar durante quarto anos, à espera da próxima alternativa. Não, vocês já dispõem de alternativas. E isto constitui a apresentação delas.
Este indivíduo é quer a encarnação do que odeiam ou do que amam. E seja como for, serve de catalisador ao estimulá-los a expressar-se e a adoptarem as vossas alternativas.
Deixem que lhes diga que recentemente muitos o terão comparado a um Adolf Hitler, o que é tremendamente incorrecto. Porquê? Porque, ao longo do vosso mundo não esqueceram. Mantiveram essas histórias vivas, e tornastes-vos alerta e vigilante.
E eu diria que mais de 80% de votos neste país expressando o vosso descontentamento ou discordância com este indivíduo é um número considerável e que não são cordeiros que estejam a ser conduzidos ao matadouro. Este indivíduo não possui o poder que aquele (Hitler) indivíduo recebeu. Esse indivíduo recebeu esse poder. Milhões de indivíduos abriram mão, sacrificaram seu poder e deram-no a esse indivíduo e à sua máquina. Vocês não estão a fazer isso. E é muito provável que vocês não venham a fazê-lo. Portanto, essa é uma avaliação ou comparação muito errada a fazer em relação a este indivíduo. Gostaria de expressar que a única semelhança entre estes dois indivíduos é que ambos falam vociferam.
Por isso, aquilo que lhes diria a todos em meio ao que percebem ser um desespero; emancipem-se. Usem da intenção! Avancem em frente. Expressem-se. Sejam ousados, e movam-se.
Pergunta: …Esperava que falasses um pouco quanto ao uso efectivo da energia criativa, das energias de outras essências que nos estão a prestar auxílio nesta mudança, como nós enquanto indivíduos poderemos criar básica e criativamente retomar a nossa energia e utilizá-la.
Eu diria que o que seria mais criativo seria que se misturassem com esses indivíduos, como aqueles que apoiaram o Trump ou mesmo com ele próprio, e ao se fundirem com essa energia, a combinassem com a vossa e lhe infundissem um tipo diferente de poder. Isso seria ESPANTOSO.
Porque, conforme referi, o medo é o que os incapacita. Se conseguirem dissipar o medo e encorajarem a capacitação, então encorajarão toda a gente, e as diferenças tornar-se-ão muito menos significativas, por ser isso que gera a tremenda expressão de divisão – o medo das diferenças. Isso é o que os torna poderosos, o facto de terem medo por detrás. Se não houver qualquer medo, então as diferenças não serão tão significativas nem potentes e assim, mais facilmente serão abordadas e mais passadas para uma expressão de cooperação e de interligação.
Como hão-de fazer tal coisa? Permitem-se usar o vosso sentido empático. Saquem-no, passem-lhe a escova do pó e um verniz e utilizem-no. Utilizem esse sentido empático que cada um de vós possui e permitam-se misturar-se e fluir com as outras energias. Podem faze-lo com a minha energia, assim com qualquer outra energia.
Depois é somente uma questão de o manterem, e poderão trazer essa energia a vós sempre que escolherem faze-lo, por se achar sempre disponível, e não existir limites, nem muro, nem cerca nem portão. É livre para a tomarem. É apenas uma questão de conseguirem essa fusão e essa assimilação. A diferença está em conhecê-la e usá-la. Mas na realidade vocês fazem isso habitualmente; apenas não lhe prestam atenção, pelo que não têm consciência objectiva disso. Mas mesmo que tivessem, não saberiam necessariamente que fazer com isso.
É apenas uma questão de usarem essa energia a fim de realçarem o que tenha importância, o que constitua essa interligação e avanço em frente, e a emancipação do indivíduo.
Deixem que lhes diga, meus amigos, que para todo o vociferar que este Donald Trump apresenta, ele também sente medo e se sente intimidado pela autoridade do mesmo modo que muitos. Por isso, ele constitui genuinamente a encarnação dessas divisões e dessas expressões que são empregues presentemente no vosso mundo. Em vez de adoptarem a oposição, eu diria que será muito mais eficiente e criativo e capacitante voltar-se no sentido do encorajamento e da cooperação nessa interligação e tudo o mais.
Temos vindo a debater ao longo deste tempo todo o caso deste senhor Trump; bom, trata-se de um indivíduo, mas vejam o quanto ele propaga. Só que cada um de vós propaga de forma igualmente com força.
Poderão não o perceber do mesmo modo, objectivamente, mas estão a faze-lo com igual potência. Nessa medida, se aquilo de que realmente gostam e os diverte for estar num compartimento com um catraio ou um dos vossos animais de companhia e saborear o conforto e a doçura e a afeição, façam-no. Isso propaga-se com força. Pensam estar sós no vosso compartimento e que mais ninguém sabe o que estejam a fazer, e que mais ninguém esteja a saborear o momento, só que isso propaga-se com tanta força que as pessoas o sentem por todo o mundo.
Eu dir-lhes-ia que muitos são os que têm a ideia de que as pessoas e os animais mesmo gerem um comportamento mais extremo por altura de lua cheia, e chegam a fazê-lo a ponto de o documentarem! Perceberão que isso tenha sido implantado enquanto sugestão que os humanos por todo o mundo passaram a aceitar e a responder-lhe a ponto de quando está lua cheia, as pessoas gerarem comportamentos diferentes em massa? Não é por a lua gerar qualquer efeito físico, emocional, mental ou espiritual sobre milhões e milhões de pessoas; não se deve a que a atracção lunar relativamente à vossa atmosfera ou à vossa terra leve milhões de indivíduos ou mesmo criaturas a provocar diferentes comportamentos por altura de uma lua cheia. Não. Vocês são quem o faz em resposta a uma sugestão. E vocês projectam essa energia com tanta força em massa que chegam a influenciar as vossas criaturas e elas reagem!
(De forma calma) Deixem que lhes diga que têm prova do poder e do quanto ele se propaga ao vosso redor e continuam a insistir que não exercem qualquer efeito ou que são insignificantes. Eu digo-lhes que cada um é significativo e importante e valioso, muito mais do que o que creditam a vós próprios.
Por conseguinte, se quiserem ajudar a esta mudança, a sugestão que lhes dou é a de empreenderem o que quer que genuinamente desfrutem, quer seja contactarem outros indivíduos e partilharem informação, ou dar atenção ao vosso gato ou assobiar ao vosso passarinho. Não importa. O que quer que seja importante para vós, o que gostarem mais de fazer, de maneira autêntica, representará a vossa maior contribuição e a vossa maior dádiva relativamente a esta mudança – (com vigor) para além de cultivarem o estado de presença.
Direi que se cada um de vós praticasse mais a acção de estar presente, não teriam preocupações destas, nem se preocupariam com a figura de proa que virá a ser o vosso presidente, nem com o rumo que o vosso país está a tomar, por o vosso país os acompanhar. Não teriam problemas com os refugiados nem os terroristas, por não estarem a SER terroristas e não teriam refugiados. Não se preocupariam com respeito às crianças que passam fome, por nesse caso não existirem crianças que passassem fome, se todos, um a um, passasse mais para um estado crescente de presença.
Essa é a resposta à tua pergunta. Isso é o que conseguirá tudo isso. Se quiserem o segredo da vida e o segredo do vosso universo, ele está nisso: estejam presentes. Essa é a parte mais emancipadora de informação que alguma vez poderei transmitir-lhes.
Aquilo que lhes diria a todos será um genuíno encorajamento. Vocês são seres gloriosos, não se cubram de lama mas sejam aqueles faróis brilhantes e resplandecentes que são. Vocês têm tanto a explorar. Não se aflijam na lama. Estendam-se até às estrelas. Elas estão ao vosso alcance. Voltem-se para elas em vez de chafurdarem na lama. A todos vós um maravilhoso carinho e um tremendo apreço que vai além da vossa imaginação. Sois seres gloriosos – sejam-no, pois!
...
As pessoas sentem-se desiludidas, frustradas, desamparadas e descontroladas, e assim, no geral, buscam a autoridade, conforme o fizeram por milhares e milhares de anos, uma autoridade que lhes traga solução para os problemas, e estão a ficar muito desapontadas, por aqueles que tinham visto ser líderes e autoridades não estão a prover respostas NENHUMAS e estão a criar tanta disfunção e falta de liderança como qualquer dos outros. Por isso, o que está a ocorrer é uma quebra no papel da liderança.
Bom, isso era inevitável, está associado a esta mudança de consciência, pois, que estará essa mudança a fazer senão a mexer com a importância e o significado do indivíduo, não com a daqueles que estão no papel de autoridades, nem a gerar essa separação de papéis nem a separação de castas. E ao dar uma maior importância ao indivíduo, essa quebra ou desintegração dos papéis de autoridade, era inevitável que ocorresse. E por esta altura está a ocorrer por todo o vosso mundo.
Mas está a ser exibido por ambas as partes, por assim dizer, está a revelar-se pelo facto daqueles que se encontram no papel de autoridade, ou o que pensam ser o poder, estão a ter menos e menos poder, pelo que lançam mão cada vez mais de expressões extremas de desespero a fim de segurar essa autoridade e essa ilusão de poder mas eles próprios estão a passar pela experiência de ver esse poder e essa autoridade escorregar-lhes das mãos qual areia. Por outro lado, está a ser um tremendo de um desafio, que aqueles que não sejam reconhecidos como investidos em posições de autoridade e poder estejam a desafiar aqueles que estão e a realçar a falta de autoridade que essas autoridades realmente apresentam, uma vez mais ao recorrerem a medidas extremas de expressão a fim de desafiar o poder daqueles que estão nos lugares cimeiros.
Uma vez mais, não se deixem comandar pelos sentimentos, nem deixem que eles os controlem. Reconheçam os sentimentos que aflorarem por aquilo que são, e admitam-nos, mas deixem que façam uma pausa a fim de reconhecerem as alternativas que têm.
...
Também não serve de nada não admitirem aquilo que experimentam. Por isso, se toparem com um desses indivíduos que se expresse de forma lírica ou poética e com graciosidade, essas são expressões adoráveis, mas não servem de muito. Não que eu esteja a depreciar o valor do amor e da graciosidade, só que quando se experimenta um profundo trauma e inquietação e medo, não vale de muito, por não se estar receptivo; não que não queira receber - não pode, por se estar ocupado com o que se está a experimentar.
Por isso, reconhecer como abordam o semelhante é igualmente importante quanto o que fazem ao interagir com eles. Por isso, com isso, sim simpatia, empatia, reconhecer o que o semelhante está a experimentar. Assim como expressar o que se sente relativamente à situação, e confessar que, independentemente de se estar longe isso impacta-nos igualmente e leva-nos igualmente a participar, só que de uma forma diferente. Assim, estaremos a admiti-lo.
Além disso, é uma questão de não reforçarem a raiva. A raiva traduz-se por uma expressão de ausência de alternativas. Ora, isso não é expressão que queiram reforçar. O que pretendem reforçar é as alternativas, mesmo que ainda não saibam quais são, e mesmo que ainda não se saiba que tem lugar no quadro mais vasto.
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Pergunta: Elias, gostaria de falar da pequena revolução por que passamos aqui no Reino Unido há umas semanas atrás em prol da nossa soberania e independência, e do distanciamento da enorme e desfavorável União Europeia. Para mim, ao nível pessoal, o que é interessante é que me tornei muito mais activa no meu voto, e ao me inteirar mais sobre a história dos diferentes países e dos seus sistemas políticos e económicos. Inteirei-me disso nessa medida, ainda estou a processar um entendimento da dinâmica do funcionamento e das andanças deste mundo, mas acho que me estou a preparar. Espero que se venham a dar enormes mudanças, que todavia pessoalmente não receio. Eu votei a favor do abandono. Fui uma dessas pessoas que votaram a favor da saída. mas desde então, desde que demos o nosso voto, temos vindo a ser criticados, rebaixados. Têm-nos chamado racistas e não sei que mais. Eu pessoalmente já o fui. As pessoas ainda andam a exigir um novo referendo por quererem inverter a decisão da maioria. Porque não conseguirão as pessoas aceitar? E estamos a falar de gente comum. A esta altura não já se trata de autoridades; são as pessoas umas contras as outras. E quando apelamos para o respeito pela decisão da maioria, elas não querem aceitá-lo.
Assim, pessoalmente adoptei o caso de as deixar falar (riso) e de deixar que saiam do sistema em que se encontram. Faço uma gracejo em relação a isso e simplesmente deixo que a energia seja libertada. Não há outro jeito de lidar com isso. Mas mantinho a posição que adoptei. Não acho que obtenhamos qualquer benefício do soberania, embora todos digam que não se trata de uma questão de soberania mas de uma questão de isolamento. Não estamos nada. Não é isso que estamos a fazer. Não é essa a questão, mas eles não querem entender.
Assim, numa situação dessas, é assim que lido com isso, e acho que muita gente o está a enfrentar do mesmo modo, de deixarmos que defendam as perspectivas que têm. Mas também está a provar um monte de preconceitos oriundos de certas indústrias como os media. São as publicações dos meios de informação, o Facebook, o Twitter, todas essas campanhas feitas pelos media que não param. É como se de súbito percebêssemos: "Quem é que está realmente no controlo?" Estaremos a ter uma informação isenta ,ou ela é-nos lançada de uma forma controlada com uma intenção? Assim, tudo isso se tornou mais claro, e eu sinto-me absolutamente fascinada, entusiasmada e não assustada em absoluto.
Elias: Muito bem, tens o meu manifesto apreço pelo reconhecimento do que é  - nos vossos termos - correcto e verdadeiro para ti. Por te teres permitido reconhecer e ter uma perspectiva dessas, mas reconhece igualmente não envolver uma situação  de teres que convencer mais ninguém daquilo em que acreditas ser correcto e verdadeiro. E isso é óptimo de reconhecer.
A questão está em seguires as tuas directrizes e de te reconheceres nessas directrizes. Elas são expressão do correcto e do verdadeiro para TI; e há muita gente que pode concordar contigo e defender directrizes muito similares, e com eles poderás envolver-te numa validação delas - por a validação sempre constituir um benefício - mas não te trará qualquer benefício desafiar ou convencer (ou tentar convencer) os outros, levá-los a concordar contigo. Não é necessário que toda a gente concorde contigo. E quando sentes confiança em ti e nas tuas próprias directrizes e no que é correcto e verdadeiro para ti, reconhecerás o quanto é desnecessário convencer ou tentar levar o outro a concordar contigo por ser aceitável caso ele não concorde. Continua no rumo do que é verdade e correcto para ti e obterás alternativas nesse sentido. E não terá importância que os outros concordem ou não contigo.
Direi que foi uma interessante manifestação e opção, essa que exibiram e apresentaram ao mundo, por assim dizer. É de interesse em muitos níveis. Tem o aspecto em que, conforme referiste, não vos estais a isolar, não estais apenas a tentar desligar-vos, mas que, na percepção e directrizes que assumem estão a mover-se no sentido da vossa soberania e estão a reconhecê-la. o que não deixa de ser uma expressão irónica a esta altura, relativamente a outras nações que se acham integrados no Reino Unido nesta altura, que anteriormente também expressaram o mesmo, e agora estais a passar pela experiência de levar com muitos dos aspectos que a vossa nação lhes atirou à cara desses países, nessa altura.
Por isso, trata-se de um volte-face interessante e um tanto irónico na experiência, e quanto a isso, um volte-face que tem muito valor. Porque, quando puderem experimentar o que o semelhante experimenta, passais a adoptar uma perspectiva mais abalizada e uma maior compaixão, e uma menor agressão e oposição, o que é excelente. O que também se relaciona com a questão da agressividade e da violência que tem vindo a dar-se noutras áreas.
Diria que, ao longo da História, a Bretanha expressou um tipo de cultura elitista, e que a essa cultura imprimiu um cunho de domínio. Actualmente não o faz, o que agora é interpretado como isolacionismo. Na verdade está, uma vez mais, a fazer uso do papel, metafórico por se tratar de uma nação, de prestar atenção a si mesma e de não se deixar manipular pelas outras fontes, não se volta no sentido do domínio mas para o facto de nesse papel da sua própria soberania poder estar mais ligada sem se deixar atar por expressões e filosofias a que se veja obrigada, por tal obrigação ser rompida.Por isso, diria que essa foi uma manifestação e tanto, da parte de uma nação que durante um período considerável de tempo ocupou o papel de autoridade, como quem diz - uma nação para quem as outras se voltam em busca de orientação e apoio. E agora encontra-se mais votada no sentido de se focar mais no colectivo da nação do que permanecer a autoridade. O que representa um passo considerável, ousado, e um passo que de certa forma é de louvar - e que foi dado pelo povo, e não pelas autoridades.

  Traduzido por Amadeu António

O MATERIAL ELIAS