sábado, 21 de fevereiro de 2015

COMPARAÇÃO E CORRECÇÃO



“O Acto de Te Comparares a Outra Pessoa Representa uma Oposição Tanto a Ti Quanto à Outra Pessoa”

“Mente Subjectiva e Mente Objectiva”

“Não Percebes as Escolhas que Tens Como Escolhas”



 (Excerto da sessão 1985)



...



JEFF: Ora bem; Eu vivo num apartamento num segundo andar, e há uma mulher que vive por cima de mim. Ela chama-se Carolyn e parece andar constantemente deprimida e chora a toda a hora, e ontem fui até à porta dela para a tentar acalmar, mas ela não atende à porta. E antes que soubesse que me encontrava à sua porta ouvi-a dizer: "Eu não pertenço aqui. Ora bem, ela faz bastante ruído e há alturas em que fui capaz de conter a minha energia até que o barulho terminar ou tenha atingido um nível que não se tornasse incómodo. Mas ultimamente tenho descoberto que tenho envolvido a energia dela com uma maior frequência, e tenho tentado resolver exactamente o que isso significa. Uma das impressões que tenho é a de que seja algo que conduzo a mim próprio de modo a poder aprender a não me envolver com as energias que não quero defrontar.



ELIAS: Em parte, sim tens razão. Mas também representa a apresentação de diferenças e de uma oportunidade de avaliares a forma de responderes a determinadas diferenças, quer te sejam fonte de irritação ou te levam a gerar a reacção automática de quereres ou de tentares corrigi-las.



JEFF: Sim, claro, tem tudo que ver comigo! (Ri) Tentar corrigir...



ELIAS: Por isso, essa é uma apresentação que conduziste a ti próprio de forma a poderes examinar isso e a procederes a uma clara avaliação de ti próprio e a reconheceres que, sempre que tens vontade de ou tentas CORRIGIR, com relação a uma outra pessoa, estás a dar expressão às tuas próprias directrizes e estás a forçar essa energia em associação com os outros.



JEFF: Estou a entender.



ELIAS: Porque ao "quereres corrigir" (resolver, decidir) com relação a uma outra pessoa, o que automaticamente expressas por meio da energia é um menosprezo dela assim como de ti próprio. Nessa medida, na associação com a outra pessoa, geras a energia de ela não estar a realizar suficiente bem. E que os métodos que empregas e a direcção que apontas sejam MELHORES. (O Jeff ri) PORÈM, isso desconsidera-te igualmente a ti, por continuar a cerrar-te a percepção dessas linhas mestras que usas e como tal limita-te as escolhas. Ao te colmatar as escolhas, não deixas de te negar. Por conseguinte, o acto de corrigir representa menosprezo em ambos os sentidos.



JEFF: Nesse caso, esse "corrigir" aponta-me antes de mais a mim?



ELIAS: É.



JEFF: Eu estou a "corrigir", estou constantemente a tentar corrigir como se não tivesse concerto?



ELIAS: Estás.



JEFF: Ah. Então isso representa, digamos, uma crença que envolve menosprezo. Fará isso parte de... (suspira) não me ocorre o termo, mas não é dualidade...



ELIAS: Duplicidade.



JEFF: Duplicidade, isso faz parte da duplicidade?



ELIAS: Pode fazer, sim. E nisso, deixa que te diga que o acto de correcção relativo a outro indivíduo também se torna restritivo por poder gerar um desapontamento considerável e frustração em ti caso o outro não acolha a tua tentativa de corrigir e não condescenda com ela, mas também gera uma energia de oposição, por envolver uma expressão automática (subjacente) de comparação. A comparação constitui uma energia de comparação. A forma como comparais é por meio da percepção do que o outro está a fazer com as escolhas que TE cabem pela expressão daquilo que TU NÃO FARIAS relativamente ao que esteja a fazer, e de que empregarias uma outra acção ou algum método que te alterasse a experiência que compara a tua própria experiência com a experiência dele, e isso projecta uma energia de oposição. Opõe-se a ti e opõe-se ao outro.



JEFF: Eu tendo muito a fazer isso. (Suspira) Tenho perguntas a colocar-te relativamente à explicação que dás para a mente subjectiva e a mente objectiva. Mas estou ciente de ter umam crença por detrás isso. Bom, a primeira pergunta é se existirá uma mente subjectiva que seja exclusiva de cada foco (vida) ou se a própria mente subjectiva será a mente da essência?



ELIAS: Ambas.



JEFF: Desculpa?



ELIAS: Ambas.



JEFF: Ambas?



ELIAS: Por não poderes separar o foco da essência. Todavia, o foco, ou a pessoa, possui a sua própria perceção individual, objectiva e subjectiva. E toda a expressão do indivíduo é única relativamente a ele próprio. Por isso, enquanto essência que incorpora muitos focos, muitas manifestações, embora elas sejam tu próprio, também representam uma expressão única e manifestação detentora de uma percepção singular e de escolhas e de consciência.



JEFF: Muito bem, isso passou-me um bocado pela ideia, e provavelmente preciso ler a transcrição disso (Elias ri) Mas - e isto provavelmente é a razão - o meu parágrafo seguinte seja o de que eu tenha dificuldade em dar ouvidos à minha mente subectiva. Eu estou a ler esta transcrição textual... Que de algum modo soa a uma autoridade qualquer e eu tenho problemas com a autoridade de modo que bato-me com isso e opto por direcções contrárias, que muitas vezes não soam certo e que me levam a um maior conflito. Poderias comentar isso?



ELIAS: Sim. Antes de mais, aquilo que estás a fazer é a gerar uma associação entre "subjectivo" e "subconsciente" e assim estás a associar que subjectivo ou subconsciente signifique oculto e que te dirija e que disponha da capacidade de te dirigir de forma contrária ao que desejas e às preferências que tens, e na verdade essa é uma associação comum que as pessoas criam. Antes de mais, constitui uma expressão de separação, de que a consciência objectiva sejas tu e de que a consciência subjectiva seja outro que não tu.



JEFF: Certo.



ELIAS: E que seja outra entidade qualquer.



JEFF: Pois.



ELIAS: E que seja uma entidade PODEROSA.



JEFF: Sim.



ELIAS: Não! A mente subjectiva move-se em harmonia com a mente objectiva; nenhuma segue a outra mas movem-se juntas. Apenas constituem diferentes acções das mesmas expressões. Além do mais, a subjectiva não se acha oculta. Não permanece desconhecida nem representa uma consciência que seja misteriosa. Trata-se unicamente do facto de não estares habituado a prestar atenção às expressões da consciência subjectiva. Muita gente associa que a mente subjectiva a algum tipo (dito de um modo divertido) de vulto sombrio e fantasma que se esconda por detrás das pessoas e as force a actos que não desejem cometer. Não é esse o caso. trata-se de uma questão de atenção. A forma por que poderás ter noção do que estiver a ser s subjectivamente passa pela atenção para com o que comunicas, e por prestar atenção ao QUE ESTÁS A FAZER, coisa de que tenho noção de parecer bastante simplista para a maioria das pessoas, mas que na verdade, conforme tenho refiro muita vez, a MAIORIA das pessoas PENSA ter noção do que está a fazer, e em grande parte não tem.



JEFF: Com isso concordo eu.



ELIAS: Porém, se inquirisses uma pessoa qualquer sobre se terá consciência de toda a acção que tem durante o dia, a maioria das pessoas sentir-se-ia fortemente pressionada a reconhecer e a avaliar de facto o que faz. Vós produzis acções a todo o instante, só que há muitas alturas durante o dia em que as pessoas dirão “não estar a fazer nada”. Não é tanto assim. Só que essa é a percepção que têm, por não prestarem atenção. Ao prestares atenção ao que comunicas e ao prestares atenção àquilo que efectivamente estiveres a fazer, isso servirá de indicador do que a consciência subjectiva está a fazer. O que és TU. Tu estás a MOVER essa ACÇÂO. Mas, conforme disse, se não prestares atenção, perceberás que és vítima das acções…



JEFF: Pois.



ELIAS: Não que tu estejas a produzir os actos, mas que as coisas te estejam a acometer, e que estejam além do teu controlo ou poder.



JEFF: O que conduz de volta ao que afirmaste, ao subjectivo, a considerar isso como o subconsciente. E basicamente a acreditar que exista algo mais fora de mim, separado de mim, que esteja a criar uma parte da minha realidade.



ELIAS: Exacto. O que… (O Jeff interrompe)



JEFF: Eu tive um sonho acerca disso e penso que seja uma interpretação.



ELIAS: Sim.



JEFF: Eu… Está certo (Ri)



ELIAS: Continua.



Jeff: Desculpa?



ELIAS: Continua.



JEFF: A que chamos de “arranha-céu…” Peço desculpa, o sonho do ARRANHA-CÉU em que eu ia trabalhar para uma agência oficial qualquer – que podia ser do tipo da CIA ou FBI, que me teria parecido muito estranho – mas recordo de estar a trabalhar numa agência dessas e as pessoas se mostrarem muito cordiais, só que existia um perigo qualquer. Não era explicado o sentido desse perigo, mas existia em definitivo um perigo ao virar da esquina. Recordo ter saído do edifício e de ter visto, ao olhar para o céu, um ponto pequeno que se transmutou num vulto de roupas escuras que basicamente não esquiava mas fazia snowboard, poderíamos dizer… não era surfar, surfar o céu e a descer deixando um enorme rasto; era intimidatório, e a outra pessoa conversava comigo e dizia-me: “Precisas estar atento a esse tipo,” e eu sentia-me aterrado e recordo ter virado a esquina e despertado. E pensei que fosse o que esse sonho me tentava explicar, por olhar para a CIA, ou lá o que era, como a crença oficial, que nos refere que as coisas nos acometem e que me mostrava o quanto ainda me agarro a essa crença independentemente do facto de intelectualmente perceber ser a própria crença que tenho.



ELIAS: Estou a entender. Sim, tens razão. Mas aqui colocas-te numa posição de vítima e de não produzires ou de não te permitires criar a tua própria liberdade, por gerares a associação de que as alternativas que tens ao dispor sejam limitadas, e de que parte das alternativas que tens dependam das escolhas outros indivíduos, ou de escolhas de massas, ou que parte das tuas escolhas dependam do que o vosso fantasma ilusório subjectivo cos esteja a expressar! (O Jeff ri) E de que vos esteja a manipular qual fantoche que sois.



JEFF: Hmm.



ELIAS: Na realidade tu és o operador das marionetes, e nessa medida, estás a produzir todas as escolhas. Apenas não prestas atenção ao que te está a motivar as escolhas que estás a criar, e não prestas atenção às alternativas que estás a produzir, por as não encarares COMO escolhas.



JEFF: Interessante.



ELIAS: Nessa medida, se decidires caminhar sobre o piso da tua casa, não encaras isso como uma escolha.



JEFF: Poderias fazer o favor de repetir isso?



ELIAS: Se caminhares sobre o piso da tua casa…



JEFF: Ah.



ELIAS: Isso representará meramente uma acção que praticas, mas não a associas a uma escolha. Se trancares a porta, isso não passará de uma coisa que fazes. Não a associas a uma escolha. E há muitíssimas acções que praticais durante o dia a que não prestas atenção, e que passam sem questionares, e que não são percebidas como escolhas mas que na verdade constituem escolhas.



JEFF: Interessante.



ELIAS: Mas as pequenas acções de carácter mundano que empregas no decorrer do dia-a-dia encerram um enorme potencial em termos de energia; e a razão porque encerram um enorme potencial de energia deve-se ao facto de não prestares atenção e consequentemente não reconheceres quando colocas energia no contentor invisível que carregas contigo a cada instante. E ao colocares energia no contentor invisível, para o referir em termos figurados, continuas a gerar essa acção até o contentor ficar cheio, e assim que ficar cheio, notarás e voltar-te-ás e rebentarás esse contentor com idêntica expressão de energia. Isso, em termos figurativos. E o que acontece é que tu crias um evento qualquer incómodo, ou conflituoso, ou angustiante. Mas tu terás produzido isso. Tu tê-lo-ás criado. Só que não o perceberás, e a reacção que terás será: “Como foi que isso aconteceu? Porque haveria eu de criar isto?”



Um exemplo: Uma pessoa pode ter um emprego e pode produzir o evento de ser despedido do emprego que tem. A resposta automática imediata que daria seria: “Eu não criei tal coisa, foi o meu patrão quem cometeu isso.” Mas, se questionado quanto ao que tenha criado, dará a resposta automática – para o referir em termos genéricos: “Porque criaria eu a acção de me ver despedido do meu emprego? Eu não faria tal coisa.” Não necessariamente. E se passarmos a examinar o que o indivíduo estava efectivamente a FAZER antes desse acto de ser despedido, poderemos ver vestígios de várias acções que estariam a ter expressão que se moveriam na direcção de criar tal resultado.



JEFF: Eu sou muito bom a observar essas coisas no que toca aos outros.

ELIAS: (Ri) Mas, também as outras pessoas! (Ri de novo)

JEFF: Eu tenho uma pergunta a fazer. Hmm, isto é algo que sucedeu quando o meu pai, Albert, faleceu. Eu mencionei que ele perdera uma perna e que a outra perna com que ficou não estava em muito bom estado – e que apresentava muitas úlceras. Eu não me encontrava presente quando ele faleceu mas a minha irmã e a minha mãe estavam ambas presentes e ambas, bom, pelo menos a minha mãe – quer dizer, ambas presenciaram o sucedido - disse que a perna dele curou antes ou no dia do falecimento dele. E a minha mãe comentou que ouvira dizer que isso sucedera na família dela antes, e que alguém terá ficado (subitamente) curado. E a impressão que tenho é que isso demonstra o quanto ele tenha deixado de se concentrar na criação disso, e isso tenha sarado.

ELIAS: Foi.

JEFF: Ora bem; a minha mãe e a minha irmã, ambas disseram que antes do falecimento dele, principalmente no dia anterior ele se mostrara muito infantil, e que dissera coisas de cariz sexual, coisa que não tinha lugar na zona de conforto em que se inseria, e o que eu queria saber era se a maior parte da sua personalidade já não teria passado, e se isso seria possivelmente um fragmento… uma troca que se efectuara na consciência dele a experimentar isso enquanto durou, a sua existência?

ELIAS: Não. É uma questão de mover a atenção, o que não é invulgar. Muitas pessoas envolvem-se nessa acção antes de falecerem, em que a atenção se torna um tanto difusa por assim dizer. Torna-se mais flexível e não tanto focada de forma isolada nesta experiência ou nesta manifestação. Nessa medida, a pessoa permite-se ter uma maior flexibilidade e desfocar a atenção com respeito a este foco apenas. E numa acção dessas, podem facilmente ter momentos de discorrimento procedente de um outro foco qualquer, por de certo modo, para o referir em termos figurados, trata-se de uma acção um tanto similar à da vossa televisão, em que dispondes de muitos canais e em que geralmente veem um canal de cada vez, e seguem um programa. Numa acção dessas, assemelha-se a uma sintonia contínua de um programa só que ao mesmo tempo que veem outros programas em simultâneo, e movem a atenção para um outro programa qualquer a um só tempo, como quem diz. Estás a entender?

JEFF: Sim.

ELIAS: Por conseguinte, o indivíduo continua a focar uma certa atenção na presente manifestação mas também usa dessa flexibilidade no uso e sintonia de outros focos e na expressão deles.

JEFF: Hmm. Isso esclarece tudo, obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

JEFF: Eu tenho uma pergunta respeitante à minha sobrinha, Lisa, que faleceu com a idade de vinte e cinco a 30 de Outubro último. A Lisa teve ataques durante a maior parte da sua vida, e teve um ataque durante o sono que supostamente a terá levado a bater com a cabeça e a morrer, e a minha irmã – mãe dela – descobriu-a e ficou evidentemente profundamente perturbada com o sucedido. Eu gostaria de saber por que razão a Lisa, quem por todos os meios objectivos, para além de um quarto de dormir que se encontrava repleto de roupas, por que razão terá decidido partir.

ELIAS: (Riso delicado) Posso dizer-te, por envolver uma resposta bem simples, que este indivíduo sentia uma maior curiosidade por outras realidades do que por esta.

JEFF: A sério?

ELIAS: O indivíduo sentia curiosidade por esta realidade mas também sentia uma curiosidade considerável em relação a outras realidades, e provocava essa acção de passagem intermitente para outras e para esta realidade, o que se tornou num interesse e numa curiosidade crescentes, e consequentemente motivou o desenlace. Esse indivíduo não se encontra em transição.

JEFF: É mesmo?

ELIAS: Este indivíduo está a empreender uma exploração.

JEFF: Hmm. Consigo perceber isso; ela era muito curiosa e uma pessoa bastante criativa. Poderei perguntar se ela… bom, porque não dizer que ela é Sumari?

ELIAS: É.

JEFF: (Emocionado) E também se focava nessa qualidade de Sumari, não?

ELIAS: Sim.

JEFF: Certo. Muito bem, eu quero abordar um pouco o objectivo (propósito) que tenho. O que até agora deduzi é um tanto vago. Gostaria de discutir isso contigo a ver se conseguiria obter algo mais. A generalidade que se me apresenta foi a de que eu desafio as crenças oficialmente estabelecidas. Mas há muitos que fazem isso. Assim, e em específico, creio que o propósito que tenha seja o de ser demasiado crítico por parecer ser o que faço tão bem. (Ri)

ELIAS: (Risada) Eu não diria que o propósito que tens seja o de te criticares de modo tão severo! (Ambos riem)

JEFF: Sabe bem quando deixo de o fazer.

ELIAS: Eu diria que o motivo, a temática que o teu foco envolve, seja o de explorares desafios e com essa exploração de desafios, os processos e os resultados deles.

JEFF: Interessante. Estou a anotar isso. Então, é processos e resultados, não é? Não foi o que disseste?

ELIAS: Foi. Desafio. Não negativo, necessariamente, mas todo o tipo de desafio.


JEFF: …Eu passei por uma experiência. Por vezes leio as transcrições das tuas sessões ao entardecer, e certa noite encontrava-me deitado sobre a cama, e vou continuar à procura de impressões, coisa que tenho, tenho alguns problemas físicos que gostaria de esclarecer, mas estou ciente, compreendo que os tenha criado, só que não entendia exactamente como os crio, e o que fiz foi dar por mim no acto num acto habitual, que não obstante ser angustiante era habitual. E nesse instante compreendi que isso não fora algo que tivesse sucedido ontem nem há um ano ou dois; era algo que sucedia exactamente no instante. E assim que pensei nisso, um azul brilhante semelhante a uma luz, surgiu e fechou-se quase como uma pálpebra, e eu pensei que fosses tu.

ELIAS: Era.

JEFF: Eras, bom, agradecido por me cutucares para perceber isso. Eu senti-me em sintonia, obrigado. (Elias dá uma risada)

ELIAS: Expressava um encorajamento da tua realização.

JEFF: Bom, obrigado. Preciso disso, e creio que todos precisam. A lista de perguntas que tinha está praticamente completa, de forma que não… haverá alguma coisa em especial que pudesses mencionar-me que me ajude a parar de fugir da minha mente subjectiva? (Ambos riem)

ELIAS: Presta atenção àquilo que fazes. Isso é o mais significativo. Nessa medida, ao começares a prestar uma atenção redobrada conduzir-te-ás à descoberta de uma das tuas verdades. E assim que tiveres descoberto UMA verdade, sentir-te-ás automaticamente encorajado a prestar mais atenção de uma forma fácil. Deixará de ser uma tarefa maçante e um esforço e passará a representar uma curiosidade, uma caça ao tesouro. Mas tu podes gerar isso antes mesmo de descobrires uma das tuas verdades se perceberes o acto de prestares atenção ao que fazes COMO uma caça ao tesouro, a descoberta de todas as acções que empregas ao dia, e aquilo que as motiva. Porque todo o acto que empregas é motivado por uma expressão qualquer.

JEFF: Hmm.

ELIAS: E posso igualmente dizer-te para admitires a sensibilidade que tens. Ela é forte, e não constitui fraqueza nenhuma.

JEFF: É… é um pouco… sinto um certo receio disso, devo admiti-lo, por ser bastante… por ser muito diferente, em especial por ter um enfoque masculino.

ELIAS: (Suavemente) Constitui uma resistência, meu amigo. Não é fraqueza nenhuma. E nessa medida, encorajar-te-ia bastante no sentido de te permitires essa expressão de ti próprio; constitui um fluxo natural da tua energia, e ao te opores a ela ou a sufocares, negas-te a ti próprio.

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