segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

"EVENTOS DE MASSAS - RECLAMAÇÕES - RESPOSTAS - CRENÇAS"



Sessão 214


Sábado, 6 de Setembro de 1997 © (Pública 7)
Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Cathy (Shynla), Gail (William), Drew (Matthew), Sue (Catherine), e a Mary Jane (Kaileen)


Tradução: Amadeu Duarte





Esta sessão realizou-se Na Bodhi Tree, na parte Ocidental de Hollyhood, na Califórnia. O tema esteve subordinado à morte da Princesa Diana e da Madre Tereza de Calcutá, e a ocorrências de massas, demonstrações, respostas e sistemas de crenças subjacentes. O funeral de Diana foi visto na televisão no dia da sessão.



Elias chega às 2:41 da tarde. (10 segundos) 



ELIAS: Boa tarde. Vamos prosseguir com o debate com respeito aos eventos de massas que estão presentemente a decorrer e vamos estender-lhes uma informação acrescida respeitante a essa acção. Isso está também directamente relacionado com a mudança de consciência que estais a sofrer, por isso vos fornecer a todos e em massa uma perspectiva de novos aspectos das acções de que não vos permitistes conscientizar-vos antes.



Nesse sentido, foi eleito um acto naquilo que encaram como um curto espaço de tempo. Uma essência que estava a manifestar o seu foco final desembaraçou-se do corpo (faleceu), o que levou a que todos os outros focos dessa mesma essência se desprendessem igualmente da vida. Por conseguinte podem ver dois focos que representam o que consideram duas pessoas que foram figuras públicas, como um exemplo. Outros quatro indivíduos à face do vosso planeta também se desprenderam do físico na mesma altura, só que de uma forma mais privada e sossegada, segundo a opinião que tendes; todos eles focos de uma essência, igualmente localizados em diferentes áreas do vosso planeta.



É comum as essências concentrarem vários focos de si mesmas numa mesma época ou século, conforme já tive ocasião de vos revelar. Cada um de vós detém outros focos situados na mesma época, nesta dimensão. Por isso, se um de vós, consciente de ser um foco final, optar pelo desenlace, os outros focos que se encontram na manifestação física neste planeta presentemente deverão igualmente desembaraçar-se espontaneamente do corpo, ou falecer.


Nenhuma das vossas duas figuras públicas representavam um foco final, mas foram afectadas no âmbito da essência pelo facto de não terem optado por se fragmentar e terem optado antes por abandonar o enfoque físico em reposta para com a essência na escolha do seu foco final. Nesse sentido, fornecestes a vós próprios um exemplo de massa da acção da essência, assim como proporcionastes a vós próprios vários outros elementos que podereis associar à vossa mudança de consciência.



Presentemente, e ao nível global, estão a decorrer três eventos de massas: um em resposta a actos públicos que geram uma reacção emocional, o que providencia informação a ser recordada por vós quanto à interligação que os prende. Outro constitui o que as pessoas no foco físico encaram como uma ausência de resposta, embora na verdade essa ausência de resposta constitua uma resposta, por essas pessoas terem consciência da primeira expressão de massas; o que lhes providencia a oportunidade de assistirem a um movimento de massas na consciência das pessoas, e lhes fornece igualmente o elemento da aceitação e de compreensão em resposta àqueles que respondem diferentemente.



O terceiro evento de massas que está a decorrer é aquele que se prende com aqueles que não têm conhecimento dos outros dois eventos de massas. Presentemente, no vosso planeta, existem massas de indivíduos que não têm um conhecimento objectivo nenhum dos eventos de massas a que assistis. Por conseguinte, eles também criam o próprio evento de massas ao proporcionarem uma expressão diferente, aquela que na verdade representa uma ausência de expressão. Isso proporciona-lhes, por estarem presentemente a reunir informação, a oportunidade de assistir a acções enquadradas em vagas de consciência e o modo como afectam, assim como também lhes proporciona uma oportunidade de verem outros aspectos da vossa realidade que agora apresentais a vós próprios em massa, que não tinham fornecido antes. (Pausa) Proponho-vos que façais perguntas.


DREW: Eu perguntava por parte da Mary, por que razão ela reagiu de forma tão emotiva a ambos esses eventos. Ela não compreende por que razão se tornou num acidente emotivo tão grande ao assistir aos funerais e com as notícias da morte dessas duas figuras públicas.


ELIAS: Anteriormente, no nosso último encontro, eu forneci-vos uma explicação parcial. O Michael responde parcialmente a ambos esses eventos por ter problemas com a agenda que temos. Por isso gera uma resposta automática nos sentimentos. Para além disso, O Michael optou em consciência por alinhar pelo primeiro evento de massas, desse modo admitindo uma ligação em termos de consciência isenta de separação com as massas. Essencialmente, aquilo que experimenta é aquilo que as massas das pessoas estão a experimentar individualmente.

DREW: Mas tu disseste que ambas essas mortes fazem parte da mudança de consciência, e que se prestam ao propósito da oportunidade de aprendermos mais acerca da mudança e de a compreendermos melhor.


ELIAS: Exacto. 


DREW: Contudo, não estivesse eu aqui nestas sessões a obter uma compreensão com base nas explicações, e não estou certa se as veria como algo mais do que aquilo que presumo que as massas veem nelas, o que é simplesmente mortes trágicas e individuais que ocorreram ao mesmo tempo por acidente. Sem a informação que nos forneceste, de que modo seria a massa do público auxiliada na compreensão da mudança em resultado desses dois acontecimentos?


ELIAS: De uma forma objectiva, e no enquadramento da mudança, naquilo que reconheceis ser a mudança, esses eventos não serão significativamente tão esclarecedores para as pessoas à face do vosso planeta, embora ocorram expressões individuais e em massa que sejam passíveis de ser objectivadas e sejam propensas para a compreensão desta mudança de consciência, por todos começarem a observar aquilo que criam em resultado desses eventos de massas.

DREW: Então as lições poderão ainda estar por vir a nós?


ELIAS: Exacto. 


DREW: Muito bem. Obrigado. (Pausa silenciosa) 


ELIAS: Tão calados neste dia! 


GAIL: Que razão terei tido para a expressão emotiva que tive ao assistir ao funeral ontem? Terá sido apenas uma expressão de empatia?


ELIAS: Exacto. Conforme afirmei, isso proporciona a cada um de vós, no âmbito da vossa própria expressão a aceitação da reacção que têm e a investigação das respostas que dão.


GAIL: Eu tenho algumas perguntas a colocar com o fito da expressão emocional, mas estou a tentar descobrir por onde começar. O Tom e eu temos vindo a interagir, ao assistirmos a aspectos que temos no período da guerra civil, e olhamos nos olhos um do outro e vimo-nos a ambos nesse período. Tenho uma pergunta relativa à pessoa que o Tom viu em mim após a ter visto, o homem que ele viu.


ELIAS: (Acede) Isso é mais um escorrido de um outro aspecto da tua essência.


GAIL: Muito bem. Também serei capaz de ver isso nele caso ele prossiga com a meditação?


ELIAS: Se o preferires. 


GAIL: A outra pergunta era, nós criamos coisas objectivamente for a de nós por uma questão de explicação, como o facto de o Tom ter comido peixe e se encontrar neste momento adoentado, mas ele gostava de saber que significado subjectivo terá isso.


ELIAS: (Acede) O James estendeu a si mesmo de uma forma bastante criativa imagens que lhe garantem a oportunidade de não estabelecer contacto com muita gente nesta altura, por optar não estabelecer contacto por também optar pela falta de aceitação e não se permitir passar para qualquer área da aceitação que seja actualmente, ao batalhar com essa questão. Por isso estende a ele mesmo um reforço em termos de desculpa para deixar de se endereçar a essas questões.


GAIL: Com a doença física dele, eu fui compreensivo com ele e captei ou optei pela mesma experiência, só que na experiência que fiz da minha moléstia física, eu vi-me nesse período presente voltada para coisas satânicas na minha infância, e no período da guerra civil na pele de uma enfermeira que tratava de feridos.- Terá isso resultado da compreensão empática que terei tido ao usar de empatia com a doença do Tom?


ELIAS: Isso é mais tu a forneceres a ti próprio uma informação acrescida de ti, mas não obrigatoriamente em conjugação com o James. É simplesmente o que estendeste a ti própria como um factor de desencadear. 


GAIL: Mas isso terá representado esse factor de desencadear? Observar ambas essas duas coisas? 


ELIAS: Exacto. 


GAIL: Então agora entendo a resposta emotiva que tive. Obrigado. 


ELIAS: Não tens o que agradecer. Também declarei que as pessoas experimentarão reacções para com as massas em conjugação com as questões que estiverem presentemente a envolver individualmente. Isso também vos oferece uma oportunidade mais acentuada de verem elementos vossos com que poderão não se ter permitido contactar. Eu disse-vos anteriormente que muitas pessoas alinham pelos eventos de massas, por isso lhes proporcionar uma facilidade no contacto e no voltar-se igualmente para os problemas pessoais que têm. A vaga carrega muita energia, e se se permitissem entrar em contacto com ela, mover-se-iam para áreas individuais que tendes com uma maior facilidade; tal como estivemos anteriormente a debater a acção da vossa época das gripes e o facto de as pessoas criarem uma acção dessas de doença pelas suas próprias razões individuais, mas por também optarem por avançar no âmbito da vaga da consciência, por isso lhes fornecer uma energia adicional na facilitação na realização da sua expressão individual. (Pausa)


MJ: Certo, estamos voltados na direcção certa. Eu tenho sempre tantas perguntas que até tenho medo de começar! Há uns dias atrás eu contactei uma pessoa chamada Rae. É alguém com quem não contactava há vários meses, mas houve uma altura em que nos cruzamos no computador em que ficou patente a existência de um número extraordinário de elos de ligação entre nós, ou de reflexo de coisas objectivas. Isso não foi muito bem ponderado, evidentemente! Mas sinto uma enorme curiosidade em saber mais acerca da ligação e dessa relação por ser verdadeiramente extraordinário. Poderás dizer-me alguma coisa acerca disso?


ELIAS: Poderás explorar isso mais e proporcionar a ti mesma uma maior informação na área da acção de contraparte.


MJ: Foi o que pensei. 


ELIAS: Nesta mudança, deverão todos providenciar a vós próprios um reconhecimento da acção de contraparte (sósia, duplo, correspondente). Deverão vir a apresentar a vós próprios neste período o reconhecimento objectivo e a ligação objectiva com duplicatas ou parelhas de correspondência que formais, o que também representa uma acção de escorrimento desta mudança de consciência. Antes deste século, a criação da vossa realidade não subscrevia o confronto com outras partes correspondentes a vós próprios, que tendes. Por isso, as pessoas anteriormente, noutros séculos poderão “ter esbarrado” objectivamente, como quem diz, uma parte contrária de uma forma singular, mas não reconheceriam tal coisa, e também não buscariam tal coisa. Actualmente, no âmbito desta mudança, as pessoas pelo vosso planeta inteiro deverão apresentar a si mesmas partes correspondentes e investigar ligações e reconhecer as respostas. O que não quer dizer que aqueles que não facultem a si mesmos tal informação possam expressar, ao se defrontarem com uma parte correspondente: “Ah, reconheço que sejas uma parte que corresponde a mim em algo!” Esse não será o caso, mas passarão a reconhecer as ligações e a permitir-se explorar essas ligações, ou explorar a razão para a acção de repulsa que movem a certas partes correspondentes.


MJ: Nesta caso em particular, tivemos um período extremamente intenso de comunicação a seguir ao que de súbito ele se dissipou. E eu fiquei a imaginar na minha mente que seria como que uma grelha e nos encontrássemos em dois caminhos que se teriam cruzado num entroncamento particular, a seguir ao que nos separamos, mas não sei se essa ideia de grelha terá alguma validade. Mas foi o que me veio à ideia, porque na altura em que cruzamos os caminhos, estávamos ambos… e isso leva-me a pensar que se trata de um fenómeno relacionado com a mudança de que estávamos ambos a tratar, que se traduzia por uma sensação de vazio ou a sensação de estarmos prontos para a morte, sem ser no sentido do suicídio, apenas no sentido de completude, que descreve a maneira como a conheci no computador, por ela estar a expressar a mesma coisa que eu tinha andado a sentir. A sensação que tive foi a de que tínhamos ajudado uma à outra a determinada altura, a seguir ao que isso deixou de se fazer necessário. De modo que agora que nos encontramos de novo, não tenho mais a certeza do que isso queira dizer, mas creio que irei descobrir.


ELIAS: A imagem que encontras na explicação que dás a ti própria quanto ao movimento da energia é bastante criativa. Posso-te dizer que estás certa na avaliação que fazes, em bora o movimento da energia seja mais extenso do que aquele que apresentas a ti mesma na explicação, mas tens razão no raciocínio que fazes quanto à acção da energia. No âmbito da acção das partes homólogas, não vos moveis necessariamente por passagens, mas em rotação. Por isso intersectais a determinadas alturas, e a seguir moveis-vos em rotação e podeis intersectar de novo para acrescentarem informação. E passais para uma nova intersecção a fim de proporcionardes a vós próprios a oportunidade de ver de uma forma mais extensa a acção homóloga correspondente.


MJ: Isso soa acertado. 


ELIAS: Muito obrigado! (Risada) 


MJ: Obrigado!

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