domingo, 7 de dezembro de 2014

"A ILUSÃO DO TEMPO E DA SEPARAÇÃO"






"CRENÇAS, ACEITAÇÃO, E O ASPECTO FÍSICO"
"PLACEBOS"


Sessão1073

Sexta-feira, 3 de Maio de 2002 (Privada/Presente)
Participantes: Mary (Michael) e o Scott
Elias chega à 1:22 da tarde. (31 segundos)

Tradução: Amadeu Duarte

ELIAS: Boa tarde!

SCOTT: Ora viva, Elias!

ELIAS: Sê bem-vindo!

SCOTT: Obrigado. Como estás?

ELIAS: Conforme sempre, e tu?

SCOTT: Não estou muito mal – um pouco nervoso relativamente a todo este fenómeno.

ELIAS: Ah ah ah ah! Garanto-te que não mordo. (Risadas)

SCOTT:
Bom, vou começar pelo básico. Como é que criamos esta realidade e a separação, o sentido do tempo? Isso será suficiente para prosseguirmos? (Pausa)

ELIAS: Questões bastante complexas! "Como é que criamos esta realidade?"

SCOTT: Como uma extensão da nossa realidade, não?

ELIAS: De certo modo. Não por complete, mas por assim dizer, sim. E a pergunta relativa ao tempo e à separação?

SCOTT: Li que nós criamos um sentido de separação que representa uma ilusão, por falta de um termo melhor, e que também criamos o sentido do tempo como uma ilusão, essencialmente. Algo inerente ao que criamos aqui.

ELIAS: Posso dizer-te que o tempo e a separação são bastante reais na vossa dimensão física. São, por assim dizer, uma ilusão. A separação constitui bem uma ilusão, embora também seja bem real, por ter realidade na percepção que têm e em meio àquilo que geram.


O tempo representa uma expressão. Uma expressão enquadrada na consciência, pelo que, por assim dizer, num certo aspecto tem existência em si mesmo, só que não necessariamente na configuração da vossa dimensão física.

Vós configurais essa expressão ou acção da consciência na vossa dimensão física nos termos de um movimento particular que causais de modo bastante propositado, por lhes permitir empregar uma vibração lenta e por vos permitir uma expressão mais eficaz de consciência objectiva. A percepção subjectiva processa-se de uma maneira muito mais lenta do que a subjectiva, por prestarem atenção objectiva ao que realmente criam em termos físicos e manifestais em termos materiais, e à manifestação física de vós próprios e à exploração das expressões da consciência que se traduzem em exibições físicas.


Relativamente à criação de uma realidade física efectiva, isso envolve igualmente a configuração do tempo, por combinarem a acção do tempo com a manipulação que fazem da consciência, o que cria as manifestações de ordem física. A lentidão do tempo linear faculta-vos o movimento da configuração da energia e a produção efectiva da matéria física, da manifestação física, o que deverá tornar-se muito mais difícil sem uma configuração do tempo.


Vós não empregais necessária nem absolutamente essa configuração particular do tempo a fim de produzir as manifestações físicas, mas em grande parte, em toda a manifestação física, apresenta-se uma quase exigência do emprego de um movimento qualquer de retardamento da expressão do tempo a fim de filtrarem energia e de configurações da consciência numa manifestação física efectiva.

SCOTT: Então, criamos o tempo como um meio de abrandarmos as coisas e de realmente experimentarmos de uma forma objectiva?

ELIAS: Sim, a manifestação física e a exploração física de uma área da consciência.

A separação, ao contrário, não é intrínseca à consciência. Essa é uma crença que foi gerada na vossa dimensão física com o propósito de vos facultar a pureza das vossas experiências, e de vos permitir explorar aspectos da consciência nessa concepção particular dessa área da consciência.


O movimento da consciência é o mesmo, independentemente do facto da atenção se enquadrar numa dimensão física ou numa área não material da consciência. A consciência move-se no sentido de se explorar continuamente a si mesma, de se expandir e de produzir mais de si própria através da exploração de si, num desdobrar contínuo e numa descoberta em expansão, e na vossa dimensão física vós produzis a mesma acção. Estais meramente a optar por participar numa expressão da consciência que produz essa exploração de um modo físico, o que não tem importância. Nessa medida, a expressão de singularidade e de separação na realidade representa uma ilusão, embora a produzam como uma coisa bem real.


Quanto ao MODO como criam a vossa realidade, caramba, isso pode ser uma questão que talvez envolva um debate extenso! (Risada)

SCOTT: Vou colocar algumas perguntas de carácter pessoal.

ELIAS: Muito bem.

SCOTT: Por que razão estarei a criar uma tal restrição na minha criatividade? Aprecio arte, posso ter gosto pela escrita, quero escrever, mas quando me volto para isso é como se solidificasse. O mesmo acontece em relação às matemáticas – quando era novo costumava ser dotado nessa matéria, mas agora sempre que me sento a trabalhar nisso, apenas me consigo focar na distracção ou no receio, não sei bem. É como se me preocupasse com o que os outros pensam, e não consiga concentrar-me no material e levá-lo a cabo. Pareço deter um imenso temor e uma enorme ansiedade relativamente à matemática básica, quando há uns anos tal não costumava acontecer-me.

ELIAS: Muito bem. Vamos lá explorar essa expressão. Qual é o comunicado emocional que geras na altura em que começas a dedicar-te a uma actividade relativa às matemáticas?

SCOTT: O comunicado emocional?

ELIAS: Ou melhor, identifica meramente o sinal emocional.

SCOTT: Creio que seja basicamente receio de cometer um erro ou de o entender mal. Para mim a matemática apresenta-se-me como um absoluto. Entendê-la de uma forma errada não representa um verdadeiro problema só que eu percebo que seja, do mesmo modo que sinto ser significativo. Prefiro deixar de me dedicar a ela do que dedicar-me a ela e entendê-la de uma forma errada. Sou muito crítico de mim próprio quanto a isso.

ELIAS: Mas com isso já respondeste à tua própria pergunta, (o Scott ri) por te estares a desconsiderar mas estares igualmente a perceber certas expressões da tua realidade como absolutos, coisa que não são – até mesmo as matemáticas, as quais são relativas à vossa dimensão física. Não representam uma verdade, mas uma linguagem que criastes nesta dimensão física que permitis que seja o que designais como universal e seja passível de ser traduzida nas vossas línguas físicas, só que são bastante relativas à vossa dimensão física; por isso, não são um absoluto.


Olha para a vossa física, meu amigo. Até mesmo isso que observais e que pensais ser um absoluto está sujeito à mudança. O que pode representar um facto num dado momento, deixa de o ser num momento subsequente. Aquilo que é passível de ser provado em termos matemáticos num dado momento pode ser desaprovado numa outra altura, em termos matemáticos. Não é um absoluto.


Por isso, talvez possas examinar o juízo crítico que votas a ti próprio e a desaprovação pessoal que moves ao considerares o certo e o errado. Não é que sintas mais a propensão para a matemática. Estás a apresentar a ti próprio imagens que te estendem uma mensagem, não respeitante às matemáticas, mas à crítica e ao carácter absoluto do certo e do errado, e não existe qualquer absoluto respeitante ao certo nem ao errado. (Risada)

SCOTT: Uma pergunta rápida: existirão alguns exemplos que estejam mais ou menos documentados acerca das leis da física passíveis de serem destronadas de um momento para o seguinte?

ELIAS: Estão a sofrer uma alteração actualmente. Os vossos físicos estão a fazer novas descobertas. Olha para o vosso Einstein e a ausência de absolutos (que referiu) até mesmo na vossa questão inicial acerca do tempo. Antes da investigação que ele empreendeu, quão absoluto percebiam ser o tempo? Mas não é. Ao contrário, é bastante flexível e passível de sofrer alterações.

SCOTT: Uma pergunta de carácter médico – que creio estar ligada à atitude altamente crítica que tenho relativamente a mim e ao trabalho que empreendo e às expressões que adopto – que envolve a acne aguda nos ombros, que se revela grave na aparência que mostra. Apresenta cicatrizes e matéria purulenta. Por que razão estarei ei a criar isso? Em que será que devo reparar com isso? Penso ou sinto estar ligado a todo esse juízo crítico. Mas se fizer aquilo que quero e não me preocupar com isso, deixará de se apresentar? Desaparecerá? O que estou a dizer conterá alguma verdade?

ELIAS: Estás certo em parte. Posso igualmente dizer-te que, se te permitires aceitar a tua manifestação física, a opção que eleges de apresentares isso a ti próprio, e se te permitires aceitar em associação com a exposição de ti próprio, com a abertura, deverás deixar de continuar a produzir esse tipo de manifestação.

SCOTT: Então acha-se associada.

ELIAS: Sim.
(Pausa) A exposição constitui uma expressão interessante na vossa dimensão física, por associardes a vulnerabilidade de um modo rigoroso e à abertura relativamente a vós próprios e relativamente aos outros. Isso é fielmente associado à preocupação que tendes com o modo como os outros vos percebem, Segundo a percepção que tendes.

SCOTT: Isso representa um segmento vasto do que me consome a inteligência ou o que quer que seja. Preocupo-me com os outros e com aquilo que pensam, em vez de ser capaz de me focar numa tarefa e de a levar a cabo e de acabar. Sei que sou capaz de o fazer, mas acontece que me preocupo demasiado com o que os outros pensam, e isso está tudo ligado de um jeito qualquer.

ELIAS: Esse é o significado de voltares a atenção para ti, de prestares atenção ao momento (agora) e não projectares no passado nem no futuro – por isso constituir uma ilusão em si mesmo – mas em continuares a deter a tua atenção no agora e prestares atenção a ti próprio e ao que estás a produzir, e em permitir-te confiar na expressão e nas escolhas que adoptas sem te preocupares com a percepção dos outros. Porque na realidade, meu amigo, tu estás a criá-los, de qualquer modo. (Risada)

SCOTT: Caramba, é bem verdade. Nós criamos tudo, mas o factor comum é como os outros irão agir em relação a nós, como se criássemos aquilo que esperamos da parte deles, não é?

ELIAS: Vós criais aquilo em que vos concentrais. Por vezes, produzis exactamente aquilo que esperais e outras vezes não.


É uma questão daquilo em que vos concentrais, e não me estou a referir ao pensamento. Podeis estar a produzir um pensar contínuo, podeis estar a prestar atenção ao pensar, e projectar essa energia do pensamento, podeis repetir o pensamento, que isso não vos cria a realidade. Não produz a realidade, por não ser missão que lhe esteja incumbida. E a concentração não está necessariamente associada ao pensamento.

A concentração constitui um aspecto da vossa atenção associada às crenças que tendes; Por conseguinte, deverás criar aquilo em que ACREDITAS. E se tiveres noção daquilo em que acreditas – ainda que não tenhas consciência de ser uma crena – mas tiveres noção da expressão de uma crença, poderás produzir uma expectativa em associação com essa crença, e se te concentrares nessa crença, IRÁS criar aquilo que esperas.

Muitas vezes a cilada das expectativas está em vos limitarem de uma forma espantosa e vos desconsiderar além de produzir um tremendo potencial para o desapontamento.

SCOTT: Creio que tenho vindo a fazer muito disso na minha vida, em especial durante os meus anos de escola secundária. Nunca me sentia feliz. Não foi senão recentemente que comecei a estudar o teu material e cheguei a aceitar algumas coisas, creio ter uma maior energia e que posso agora dizer que se tenha verificado uma certa melhoria nesse capítulo.
Dessa forma tem resultado muito benéfico.


ELIAS: E se continuares, meu amigo, poderás permitir-te uma liberdade genuína porque o que é geralmente mal-entendido é que a Liberdade efectiva é produzida por intermédio da atenção para convosco e da aceitação e da confiança em vós, através do que se permitem expressar com Liberdade.

Mas em associação com as crenças e as expressões familiares enquadradas na vossa realidade, as pessoas entendem que não criam a sua realidade mas que a contraem, ou obtêm, e por conseguinte não dispõem do poder de expressar, por continuarem a procura de obter. Muitas vezes percebem a vossa realidade ou as vossas expressões bem ao contrário daquilo que efectivamente são. Desejam obter da parte dos outros ou das situações quando na realidade a vossa genuína carência está em permitir-se expressar e criar.

SCOTT: O termo “obter,” implica que a realidade exista como exterior a nós, não é?

ELIAS: Exacto.

SCOTT: E claro que não é.

ELIAS: Exacto. As pessoas procuram obter dinheiro ou um relacionamento ou afecto e amor da parte dos outros, o que não corresponde ao modo como criam a vossa realidade mas antes o contrário, por o vosso querer genuíno assentar em produzirem isso vós próprios, criá-lo, e estender a vós próprios a aceitação e a confiança em vós para se expressarem com liberdade.

Mesmo na manifestação física de um objecto tal como o dinheiro, vocês não querem que lhes seja dado, querem produzi-lo, e isso cria o impulso para empregarem uma acção. E que termos é que empregam em relação a isso? Fazer dinheiro. Mas não acreditam que fazem dinheiro, mas obtêm dinheiro. Uma expressão qualquer exterior a vós dá-lhes dinheiro por uma razão qualquer, mas na realidade sois vós quem o produz.

SCOTT: Creio que um exemplo que consigo relacionar com este tema seja quando eu empreendo dois tipos de trabalho. Faço consultadoria, em que na verdade cobro pelo meu trabalho, ao contrário de ser um empregado. Acho a consultadoria muito mais satisfatória, por poder dizer: “Óptimo, aqui está a quantia que pretendo.” Embora da última vez me tenha vendido um bocado por menos – o que é outra questão! (O Elias dá uma gargalhada) “Aqui está a quantia que quero; aqui está o trabalho. Sinto-me satisfeito com ele,” ao passo que, enquanto empregado seja diferente. Como empregado, torna-se fácil perceber que obtemos dinheiro, ao passo que quando vamos ao encontro das empresas, podemos ver que na realidade estamos a produzi-lo.

ELIAS: É somente uma diferença na percepção, porque o que estás a fazer é na verdade o mesmo – mas diferente. Porque numa situação tu reconheces-te e reforças-te em termos de validação e reforças a tua confiança. Na outra, continuas a desconsiderar-te e reforças uma falta de confiança na capacidade que tens, por creditares a tua realização a alguém ou algo mais. (Pausa) (Risada)

SCOTT: Na verdade tenho uma pergunta que o meu me endereçou com respeito a medicação e a médicos, e tenho algumas minhas. A pergunta que ele fez foi relativa aos testes do efeito placebo que foram feitos sob a forma de pílulas falsas e de medicamentos autênticos? Caso o paciente se encontre completamente inconsciente da diferença da medicação, porque razão se dá um resultado diferente?

ELIAS: Na realidade, meu amigo, vós produzis esse tipo de expressão continuamente na vossa realidade física.


Não importa que tenhais consciência objectiva das crenças que têm nem reconheçam as crenças que têm ou reconheçam o saber que têm, porque independentemente disso produzem associações com isso. Nem sempre reconhecem que incorporam uma crença. Produzem a associação de que alguma expressão simplesmente seja o que é. Não definem necessariamente aquilo que seja, mas que simplesmente é; por conseguinte, não é uma crença.

Nesse sentido, englobam mecanismos inerentes à consciência do corpo altamente sofisticados, e as crenças que têm influenciam sobremodo. Não importa que lhes digam objectivamente: “Esta substância é ilusória e não produz qualquer efeito, e esta outra produz.” Na realidade, NENHUMA substância produz QUALQUER efeito de uma forma intrínseca. Unicamente as crenças que têm é que produzem qualquer influência.

Vocês acreditam que determinadas substâncias produzam determinadas influências. Se usarem determinados medicamentos, experimentarão determinados efeitos. Isso deve-se à crença que têm na causa e no efeito, o que não passa de uma crença; Não é factor absoluto nem constitui uma verdade. Vocês acreditam que se consumirem certas substâncias que definem como drogas, e não necessariamente fármacos, deverão passar por experiências específicas por a droga o induzir, por constituir uma expressão intrínseca à droga. Mas a droga não apresenta qualquer influência intrínseca.

SCOTT: Somente a crença de que o faça?

ELIAS: Sim. Acreditam que se consumirem bebidas fermentadas devereis passar por determinadas experiências. Passam, mas unicamente em associação com as crenças que têm.

E nessa medida, associado às crenças que têm, se ingerirem a manifestação produzida por uma substância que designam por placebo, a consciência do vosso corpo reconhecê-la-á. Ela reconhecerá aquilo em que acreditam e aquilo em que não. Vocês não acreditam que um placebo os influencie, por isso não influencia.

SCOTT: Então, será a consciência do corpo alguma coisa subjectiva de que não estejamos objectivamente cientes?


ELIAS: A consciência do corpo é dirigida pela vossa consciência subjectiva, mas não me interpretes mal, por não existir qualquer aspecto da consciência subjectiva que não possa ser incluída na consciência objectiva. É unicamente uma questão de optarem por prestar atenção. Vocês dispõem da capacidade de ter plena cosnciência de cada expressão que produzem subjectivamente. Não existe qualquer expressão subconsciente, nem aspecto pessoal que se ache oculto. É unicamente uma questão de atenção. Só que não estão habituados a voltar a atenção. Mas toda a expressão que produzem na consciência do vosso corpo físico ou na consciência subjectiva também a vossa consciência objectiva poderá englobar.

SCOTT: Então isso também será algo idêntico à memória? Eu tentava recorder algo a noite passada e aquilo não me vinha à mente, mas a certa altura tenho consciência de que soube o que era. Estarei apenas inconsciente em relação a isso ou não estou a dar atenção a alguma coisa?

ELIAS: É uma questão de atenção. Se voltares a tua atenção, permitir-te-ás uma maior clareza naquilo que expressas no teu íntimo e no que expressas for a. E lembra-te, as tuas crenças expressam-se independentemente do facto de as reconheceres ou não. E muitas vezes não o reconheces.

Isso, uma vez mais, acha-se associado à atenção, e essa é a razão porque eu continuo a referir às pessoas repetidamente a importância de prestarem atenção a si mesmas, para prestarem atenção às comunicações que apresentam a si mesmas por todas as vias de comunicação que usam, além de prestar atenção às escolhas e àquilo que efectivamente produzem, ao que estão efectivamente a fazer – não só àquilo que PENSAM ou fazem ou ao que pensam querer – mas ao que EFECTIVAMENTE produzem na manifestação.

SCOTT: Subentenderá isso aquilo que actualizamos? Será esse o termo correcto?

ELIAS: Subentende. O que efectivamente criam e o que efectivamente escolhem.

SCOTT: Gostaria de colocar algumas perguntas breves acerca da orientação que tenho, e da família a que pertenço e do alinhamento. Parece-me que eram três ou quarto perguntas comuns; esqueci quais eram.

ELIAS: Muito bem, não quererás avançar uma impressão?

SCOTT: Penso que seja intermédio.

ELIAS: Tens razão.

SCOTT: Quanto às outras, não estou certo. Agrada-me a arte e a ciência. Sumafi?

ELIAS: Família da essência, Sumafi; alinhamento que tens neste foco, Gramada.

SCOTT: Quantos focos terei?

ELIAS: Quatrocentos e noventa e um.

SCOTT: Terei identificado algum de uma forma objectiva?

ELIAS: Não.

SCOTT: E a minha namorada, Kate? Família e orientação?

ELIAS: Família da essência, Sumari; alinhamento neste foco, Milumet; orientação, comum.

SCOTT: Comum teria adivinhado. (Elias dá uma risada) E o número de focos?

ELIAS: Setecentos e quatro.

SCOTT: Que orientação, família e alinhamento terá o meu pai?

ELIAS: Família da essência, Sumafi; alinhamento que tem neste foco, Ilda; orientação, comum.

SCOTT: Número de focos?

ELIAS: Mil e dezoito.

SCOTT: Vou perguntar-te o mesmo em relação à minha mãe.

ELIAS: Família da essência, Tumold; alinhamento que tem neste foco, Borledim; orientação, comum.

SCOTT: E número de focos?

ELIAS: Mil e seis.

SCOTT: Serei eu aquilo a que se chama foco final?

ELIAS: Que impressão tens? (Pausa)

SCOTT: Não tenho uma leitura.

ELIAS: Não.

SCOTT: E o meu pai, será ele um foco final?

ELIAS: É.

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O MATERIAL ELIAS