terça-feira, 23 de dezembro de 2014

“EXPERIÊNCIA DE INTERRELAÇÃO (UNIDADE)”





investir noS OUTROS

“EXPERIÊNCIA PRELIMINAR DE PROJECÇÃO FORA DO CORPO”

“HO OPONOPONO (PURIFICAÇÃO MENTAL)”

Destaques da Sessão 3174

Tradução: Amadeu Duarte



Quarta-feira, 14 de Agosto de 2013 (Privada)

Participantes: Mary (Michael) e o Rodney (Zacharie)

(Tempo de chegada do Elias: 15 segundos.)



ELIAS: Boa tarde!

RODNEY: Boa tarde para ti! (Ambos riem)

ELIAS: Que tens vindo a realizar?

...

RODNEY: Bom, tenho coisas mais sérias a perguntar. Não que estas sejam insignificantes! (O Elias dá uma risada) Por volta de meados do mês passado, creio que tenha sido no mês passado, aconteceu-me por duas vezes: Encontro-me estendido na cama, não sei se estava a adormecer ou a acordar, eu encontrava-me mais ou menos meio acordado. Todo o meu corpo se encontrava... De ambas as vezes encontrava-me deitado na minha cama. estava deitado, mas assemelhava-se a uma prancha a saltar para cima e para baixo na cama. Da segunda vez que me aconteceu, cheguei a julgar que o gato se encontrasse junto a mim a coçar as orelhas, o que faria com que a cama vibrasse, só que a cama não se encontrava a vibrar. Era eu quem estava a vibrar, como uma prancha. Bump! Bump! Bump! Bump! Que teria sido aquilo?

ELIAS: Que avaliação fazes?

RODNEY: A avaliação de uma energia de um tipo qualquer.

ELIAS: Foi.

RODNEY: Estarei a entrar em transição?

ELIAS: Não.

RODNEY: Não me ocorre a menor impressão.

ELIAS: (Dá uma risada) Essa é uma experiência que tu estás a criar, ao te encontrares consciente no estado objectivo de consciência em que não chegas a gerar bem uma experiência de projecção fora do corpo, mas quase.

RODNEY: Creio que isso tenha dado em qualquer coisa. Penso que a certa altura me tenha ocorrido. A sério.

ELIAS: Sem que te tenhas deixado ir o suficiente para te permitires efectivamente passar para fora do teu corpo e ver o teu corpo, mas quase.

RODNEY: Quase! É isso! Caramba! Tudo bem. Porque na segunda vez que me aconteceu, eu na verdade travei isso. Da próxima vez não o farei. (O Elias ri) Isso é uma boa notícia, a sério. Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

RODNEY: É bem melhor do que estar a entrar em transição. (O Elias ri de novo) Não é que tenha qualquer coisa contra entrar em transição, é que ainda não acho que esteja preparado para isso. (Ambos riem) Anotei aqui "Clicar aberto ou fechado," no estado fora do corpo. Creio que é o que isso me faz lembrar. Filho da mãe! (O Elias ri)

Tudo bem. A identificação que faço dos diversos estados de energia que me ocorre: alguém me enviou uma fita de flash, chamam a isso fitas de flash, 20, 30, 40 ou 60 pessoas que vão a um supermercado ou a um parque e começam a dançar. E alguém me enviou uma vídeo disso dessa dança flash, e esta gente enlouquece. Quero dizer, a energia que exsudam chega a ser... Uma foi na Rússia. E instalam aparelhagens de som ou algo do género, e é sempre uma música com um ritmo rápido.

Pude sentir a energia a trepar por mim a cima, como se tivesse virado um foguete, Elias. Eu sabia aquilo que estava a fazer, mas foi como se... eu permiti que ocorresse; não quis que terminasse. Acabei... em lágrimas, não era saliva, mas soluços. Eu soluçava, sabes? Encontrava-me de tal modo em júbilo por participar naquela energia.

Eu enviei-a ao Daniel e à Natasha, de modo que... Agora isso ocorre sempre que me permito tomar realmente parte na música e na dança. Porque será? Caso vá a um concerto, o provável é que saia em lágrimas, é só isso. Mas aquilo relacionado com os Russos terá simplesmente resultado da ligação que estabeleci com o grupo, ou envolverá mais alguma coisa?

ELIAS: Experimentar a Unidade não quer dizer simplesmente entrar em contacto ou uma ligação furtuita, mas um acto de...

RODNEY: Quero dizer, foi como se me tivesse encontrado lá junto com eles.

ELIAS: Exacto.

RODNEY: Incrivelmente energético.

ELIAS: Uma ligação fortuita é uma acção que vós criais pela observação...

RODNEY: Ah, isso não foi fruto de uma observação, absolutamente. 

ELIAS:... ao se permitirem, por assim dizer, criar um reconhecimento da ligação. Mas experimentar a Unidade constitui a acção de descartar o véu da separação existente entre vós e Tudo Quanto Existe na vossa realidade, e experimentá-lo sem essa separação, enquanto parte do que acontece.”

RODNEY: Esses estados… já me aconteceu relativamente a um cavalo, já me aconteceu com a imagem de um urso, com os vídeos, com a musica. Jamais experimentei algo tão satisfatório ou gratificante.

ELIAS: Por esse ser o vosso Estado Natural do Ser.

RODNEY: Então é isso.

ELIAS: Enquanto consciência, enquanto essência, enquanto o Ser que são, esse é o estado natural do vosso ser, esse inter-relacionamento.

RODNEY: Decerto que nos afastamos bastante, caso seja o que ocorre.

ELIAS: Afastaram-se sim. Mas quando concedem permissão a vocês próprios para experimentar isso – ou voltar a experimentá-lo...

RODNEY: Pois.

ELIAS:...gera-se um reconhecimento imediato do quão natural é, e em última análise torna-se gratificante, por constituir um Estado do Ser perfeitamente natural.”

RODNEY: É… É… Quase me sinto tentado a perguntar se existirá forma de trazermos esse estado de volta. Só que não sei como.

ELIAS: Mas podes. Eu dir-te-ia, meu amigo, que na vossa realidade, a maioria das pessoas despende vidas inteiras em busca disso.

RODNEY: A sério?

ELIAS: Essa é a razão por que as pessoas se juntam e casam e procriam; essa é a razão que conduz grande parte da vossa actividade sexual; é a razão por que as pessoas buscam amizades ou grupos, aquele sentimento de pertença, aquela sensação de ligação; elas buscam o estado natural daquilo que são.

Porque na vossa realidade, a concepção da vossa realidade inclui separação. Vós formais entidades individuais que promovem esse aspecto da separação. E ao longo da vossa história vocês adoptaram uma progressiva separação e criaram um crescente isolamento de vocês mesmos e um cada vez menor reconhecimento dessa interconexão ou união.



RODNEY: Bom, aquilo que acho engraçado é que eu tenho um vasto leque de relações há quase trinta anos - bom, com excepção talvez de dois episódios breves - embora não me relacione, pelo menos de forma nenhuma que reflita um tipo romântico. Atrever-me-ia a dizer que o relacionamento mais chegado que tenho é com o meu filho. Tenho muitas relações com outras pessoas mas esses relacionamentos não têm nem parecem prometer qualquer coisa que se assemelhe a esse estado de interligação.

ELIAS: Por estares muito familiarizado com isso, pois conforme tenho vindo a dizer, têm vindo a desenvolver essa expressão de separação há milhares e milhares de anos, e cada vez mais; promovem aquilo que pensam e identificam como “Bom” e “Independente” e “Liberdade individual.

O que não quer dizer que seja grave – só que expressam isso a tal extremo que chega a promover uma separação crescente, e uma cada vez menor interligação E isso conduz o indivíduo a um tal grau de isolamento que acaba por se tornar não somente uma entidade separada no concreto, fisicamente, como chegam a criar esse escudo ao vosso redor a fim de favorecer esse isolamento e essa separação, e transformam expressões de individualidade e de independência em expressões que promovem o isolamento, em vez de promoverem essa inter-relação ou interdependência.

A individualidade não é ameaçada por tal interligação. Todos vocês têm a sua originalidade, singularidade, a sua expressão individual que define aquilo que os diferencia uns dos outros. Mas isso não os separa automaticamente; vós é que o desenvolvestes numa separação acrescida.

E nessa medida, buscam criar relações a fim de descobrirem ou redescobrirem essa interligação e em grande medida, a maioria das pessoas não o experimentam porquanto na busca da união com outra pessoa ou com grupos e pela interacção com outras pessoas vocês mantêm esse escudo de protecção ao vosso redor e só se permitirem ser vulneráveis apenas em determinada medida. Vocês permitem a liberdade da abertura, o que representa a vulnerabilidade...



RODNEY: Estarei a ir nessa direcção?

ELIAS: Estás! Eu concordaria em definitivo.

RODNEY: É esquisito, sabes? Eu era capaz de ir viver para a montanha, literalmente. Não é só uma questão de fazer crer. Podia afeiçoar-me pelo estado de solidão.

ELIAS: Sim.

RODNEY: Eu vejo aquela gente que vai para as regiões selvagens do Alaska, e que ficam sem ver um ser humano durante um ano inteiro. E eu fico a pensar: "Meu Deus! Concentrar-se nisso!" Quase sinto inveja, sabes. Mas depois há todas as questões de ordem prática que se impõem, e isso impede-me de o tentar. E acabo por não ir ao monte.

Mas quando me mudei para a localidade em que me encontro actualmente a viver, separei-me por completo, quer dizer em termos de distância, de toda a gente que conhecia. Encontro-me com um grupo de gente que não é nada como eu. Eles são bastante religiosos e vão à missa todas as semanas, muitas delas. Mas algumas vão à Igreja todos os dias. É quase como se...

E dou por mim sem vontade de me deixar rodear por gente dessa por vivermos mais ou menos num complexo. Só que interajo com eles. desde o primeiro dia que me apresentei a toda a gente e disse: "Olhem, chamo-me Rodney e acabei de me mudar para aqui. Como se chamam?" E comecei a recordar os nomes deles.

Não temos nada em comum. Não me agrada a comida do bufete, excepto aos Domingos, em que é comestível. De modo que lá fui e me ofereci como voluntário, por ser dirigido por voluntários, só para estar com as pessoas. "E que é que quer fazer?" Bom, há algo quanto a isso; se nos apresentarmos como voluntários ninguém nos vai negar. "Eu lavo os pratos." Eles têm uns tabuleiros de aço inoxidável enormes que representam um enorme transtorno para quem quer lavar. Mas disseram. "Claro. Sê bem-vindo!" e lá me acolheram de braços abertos.

De modo que lá criei um círculo de conhecimentos, não tanto amizades, embora sejam cordiais uns com os outros. Todos eles cresceram naquela cidade, ou por perto. De modo que todos têm uma história uns com os outros. Alguns andaram mesmo no jardim de infância juntos. Só eu represento mesmo a ovelha ranhosa.

Estou a conseguir um enorme sensação de... Creio que seria aquilo que chamarias a isso, não à semelhança do caso dos cavalos nem dos ursos nem dos dançarinos, mas há um certo sentido de interligação por eu não debater religião nem filosofia. Sento-me e interajo sempre que me é dado fazê-lo, e permito que sejam quem são, sem tentar impressionar quem quer que seja.

ELIAS: E permites-te mover-te e ser.

RODNEY: Exactamente! Bom... Claro que isso conduz a um outro incidente. Eu costumava parar lá. Eles jogam cartas de manhã, à tarde e à noite. Assim, há um grupo que me convidou a jogar. Mas eu creio que isso seja demasiadas cartas na mesa. Não conseguiria acompanhar as jogadas. Todos eles rondam a casa dos setenta e oito ou mais. A Loretta vai entrar nos noventa e cinco, creio bem. Uma mulher incrível. "E que tal jogar Pôquer?" disseram-me. E já há um ano ou dois que jogo pôquer com aquelas gajas. De vez em quando lá surge um outro tipo que entra no jogo.

Nós jogamos a tostões. Não estamos a falar de muita coisa. Mas divertimo-nos bastante juntos. Mas há uma mulher que me irrita para valer. Fico irritado por ela se desconsiderar tanto, por tornar a própria vida difícil sem precisar. Além disso ela pega comigo.

Então, estávamos a jogar uma partida, e todos desistiram excepto três de nós. Estavam seis à mesa. Eu não desisti. Mas ela disse: “Porque não desistes?” Estava a tentar seguir a jogada e concentrar-me no jogo. “Por que é que não desistes?” E eu respondi: “Por não dever. Por ainda poder vencer.”

E tratava-se de um jogo amigável, entendes? Fazemos isso num jogo de pôquer a sério, entendes, em que nos botam fora com um joguete. Mas ela insistiu: “Por que não desistes?” Elias, eu perdi o controlo. Atirei com as minhas fichas, por ter analisado as cartas todas. Havia três cartas fora de jogo. Podia ter vencido duas boas cartadas. E ela sai-se com aquilo de: “porque é que não desistes?”

Bom, foi a pergunta mais estúpida de se pôr, mas teria sido ainda mais fora de questão dizer-lhe a razão. Bem que tentei concentrar-me, mas ela continua. Eu berro, praguejo, mas sai-me assim. Estive quase para me expressar mas lá me contive. Que é que eu estava ali a fazer? Conta-me a verdade nua e crua.

ELIAS: (Ri) Antes de mais, diz-me cá, por que razão terá essa sido uma pergunta estúpida?

RODNEY: Não foi uma pergunta estúpida. Ah, o facto dela estava a me estar a pedir? Não foi estúpido da parte dela colocar o pedido Só não era apropriado quando me estava a tentar concentrar em jogar o jogo.


ELIAS: Porquê?

RODNEY: Não debatemos a cartada forte que temos enquanto… Bom, vejo que isso não passa de uma crença. Não revelamos se temos uma cartada forte ou não…

ELIAS: Ela não te estava a pedir para revelares se tinhas uma cartada forte ou não. Ela estava a perguntar-te por que razão não desistias.

RODNEY: E eu estava a dizer-lhe que era por ter uma hipótese de ganhar. Mas ela continuou a insistir.

ELIAS: Então essa foi uma resposta insatisfatória.

RODNEY: Foi, sim. Para ela. Que foi que eu…

ELIAS: Também não representou uma resposta exacta, razão porque ela continuou a dar expressão à pergunta.

RODNEY: Mas a única forma porque podia responder à questão era indicar que havia três cartas que me podiam ter garantido uma sequência do mesmo naipe, o que teria batido as duas outras cartadas.

ELIAS: Não, não, não!

RODNEY: Que poderia eu ter dito, ou que é que estou aqui a deixar de entender?

ELIAS: Aquilo que podias ter dito era, “Por eu querer jogar.”

RODNEY: (Ri) Muito bem. Entendo…

ELIAS: O que teria sido conforme.

RODNEY: Consigo perceber exactamente…

ELIAS: Tu complicaste a situação.


RODNEY: A pergunta que te lanço é porquê? Que era que eu estava ali a despoletar?

ELIAS: Antes de mais…

RODNEY: Que era que eu temia? Quero dizer, estamos a referir-nos a apegos. Estamos a tratar de todo o tipo de coisas.

ELIAS: Exacto!

RODNEY: Então, que era que…?

ELIAS: Antes de mais, complicaste a situação.

RODNEY: Porque foi que compliquei?

ELIAS: Ela fez-te uma pergunta singela, e tu complicaste a resposta, em vez de lhe dares uma resposta simples: “Eu quero continuar a jogar. É por isso que não desisto. Eu quero jogar.” Uma resposta simples para uma pergunta simples.

Mas ela também te irritou, por te estares a expressar de acordo com as linhas de orientação que defendes, coisa que todos vós fazeis. Empregais as vossas próprias directrizes em tudo o que fazeis. Não importa o que seja, tendes as vossas directrizes relativamente ao que seja e ao que não seja a maneira correcta de se expressarem, e em relação ao que seja correcto fazer e não seja…

RODNEY: Então eu…

ELIAS: …relativamente ao que seja a melhor forma de fazer as coisas ou não. E mesmo naquilo que referiste, que ela te irrita…

RODNEY: Sim.

ELIAS: …por se expressar de um modo que representa uma desconsideração para ela própria. O que na percepção que tens isso querer dizer que ela se desconsidera sem necessidade e que isso te aborrece, por te afligir o facto desse indivíduo se desconsiderar. Essa é a percepção que TU tens. O que pode não equivaler àquela que ela tem. Até mesmo a reclamação nem sempre representa aquilo que parece.

Tu filtras por intermédio das directrizes e da percepção que tens, e procedes a uma avaliação e a um juízo do outro. Agora; se estivesses a prestar atenção a ti próprio, em vez de situares a tua atenção nela…

RODNEY: Eu estava a prestar atenção a mim e pude sentir tornar-me…

ELIAS: Irritado.

RODNEY: …Incomodado.

ELIAS: Sim. Furioso.

RODNEY: Pois.

ELIAS: Se estivesses a prestar uma atenção genuína a ti próprio, em vez de estares unicamente a prestar atenção ao que sentias, a ponto…

RODNEY: (Ri) Eu não estava a perguntar qual a mensagem, estava?

ELIAS: Não, não estavas. Estavas a prestar atenção aos sentimentos. Agora; caso estivesses a prestar uma atenção genuína a ti próprio, ter-te-ias interrogado: “Porque me estará isto a irritar? A que é que estou a dar importância, que não seja propriamente importante?”

RODNEY: Eu comecei de imediato a fazer isso por aquela ser a última jogada da noite…

ELIAS: Excelente.

RODNEY: …e nos termos levantado da mesa. E aquilo incomodou-me pelo resto da noite.

ELIAS: Excelente.

RODNEY: Mas não obtive qualquer resposta que tivesse reconhecido.

ELIAS: É uma questão de indagares de ti próprio: “Que foi que tornei importante?” A expressão dela, aquilo que ela estava a expressar, o que estava a fazer e o modo como se portava…

RODNEY: Eu estava a tornar isso importante.

ELIAS: Estavas, sim. Será importante?

RODNEY: Nem por isso.

ELIAS: Não. Só que tu deste-lhe importância.

RODNEY: Certo.

ELIAS: Razão porque se tornou fonte de incómodo para ti, por não ter sido coisa que farias. Mas para além de ser uma expressão de que tu não usarias, para além disso, também procedeste a uma avaliação, a de que mais ninguém a deveria utilizar, por os desconsiderar. Isso não te cabe a ti julgar.

RODNEY: Ora bem, quando afirmei isso da desconsideração, ela faz isso por outras vias.

ELIAS: Eu compreendo.

RODNEY: E chega a verbalizá-lo.


ELIAS: Eu compreendo. Agora, nisso, lembra-te que não tem que ver com ela. Por conseguinte, tem que ver com a razão de te sentires incomodado. Que é que te incomoda? E nesse sentido, onde estarão as tuas alternativas?

Há alturas e indivíduos que poderão ser incómodos, para ti, ou irritar-te, por poderem apresentar diferenças significativas que desencadeiem expressões em ti que sejam factor de distracção.

E nessa medida, tu dispões de alternativas, tipo: “Se eu vir que este indivíduo se apresenta consistentemente como um incómodo para mim, e já tiver avaliado a razão por que ele é consistentemente incómodo para mim, não relativamente a ele ou ao que eu penso dele, mas em relação a mim, e ao que representa um conforto para mim. Eu posso escolher continuar a tomar parte junto dele ou não.”

Deixa também que te diga, quando estiveres a sentir-te incomodado por um outro indivíduo, a razão por que estarás a sentir-te incomodado deve-se ao facto de já estares a investir no indivíduo.

RODNEY: A investir?

ELIAS: Sim.

RODNEY: Essa é uma palavra nova. Que queres dizer?

ELIAS: Tu já te permitiste envolver o suficiente com o indivíduo e estás a investir as tuas energias nele. E quando fazes isso, essa é a razão por que o comportamento do indivíduo se torna incómodo. Caso não tivesses investido, ele não representaria qualquer incómodo para ti. Podia expressar-se do modo que bem achasse.

RODNEY: Que queres dizer investir? Diz-nos, se fazes o favor.

ELIAS: Tu fazes, ou fizeste, investimentos financeiros, certo?

RODNEY: Sim. Sim.

ELIAS: E quando investes no campo financeiro, que é que fazes?

RODNEY: Bem, criamos expectativas.

ELIAS: Não. Estás a pegar naquilo que possuis…

RODNEY: Certo.

ELIAS: …naquilo que tens, naquilo de que és senho…

RODNEY: Sim.

ELIAS: …no que te pertence…

RODNEY: E dou isso a alguém.

ELIAS: …e investes noutra coisa. Pegas numa parte de ti…

RODNEY: De mim.

ELIAS: …e deposita-la noutra coisa qualquer.

RODNEY: Certo. Já o entendi.

ELIAS: Agora, ao fazeres isso, estás a atribuir uma importância e um valor naquilo em que estás a investir.

RODNEY: Ah! Claro.

ELIAS: Mas ao fazeres isso, quando atribuis tal valor naquilo em que estás a investir, quando não tens consciência de estares a investir, estás igualmente a produzir a expectativa automática de um retorno, de forma muito idêntica àquela do investimento financeiro. Fazes isso por estares à espera de um retorno.

RODNEY: Então em que ficamos, quando as pessoas geram laços de intimidade, como o casamento, e coisas do género, elas investem umas nas outras, não?

ELIAS: Sim. Só que nesse caso, não prestam atenção àquilo em que investem, ou porquê. Fazem-no meramente de uma forma automática.

RODNEY: Então tenho estado a fazer isso de forma automática em relação àquela…

ELIAS: Tu fá-lo de modo automático.

RODNEY: Em relação a esta mulher em particular, razão por que…

ELIAS: Tu fá-lo em relação a muitos, muitos indivíduos. E ocasionalmente, um desses indivíduos torna-se incómodo para ti. Tu fá-lo automaticamente, por não estares a prestar atenção ao que fazes. Vocês não colocam a vocês próprios perguntas fundamentais: “Será que quero? Ou não?”

RODNEY: Então, quando invisto nela, coisa que eu…

ELIAS: Esperas…

RODNEY: Não sei exactamente como é que faço isso, mas…

ELIAS: Tu fazes isso automaticamente. Fá-lo ao prestares atenção a ela.

RODNEY: Então, há… Pois.

ELIAS: Ela torna-se mais importante, por teres a atenção fixa nela.

RODNEY: Devido ao investimento.

ELIAS: Pois.

RODNEY: E assim que tivermos investido, esperamos um tipo de retorno qualquer.

ELIAS: Claro.

RODNEY: E quando não satisfaz as expectativas que tínhamos, ficamos incomodados.

ELIAS: Sim.

RODNEY: Será esse o mecanismo que estás a referir?

ELIAS: É. E tudo isso podia ser facilmente evitado se prestassem atenção àquilo em que estão a investir, e a escolher.

Podes jogar o pôquer com os outros cinco indivíduos do grupo, e podes avaliar cada um desses cinco indivíduos numa questão de segundos – conforme to disse anteriormente, meu amigo, porquanto leva mais tempo eu explicar-to do que tu pô-lo em acção – mas numa questão de segundos poderás fazer uma pausa e avaliar cada um dos outros: “Quererei envolver-me com cada um destes tipos, ou quererei apenas jogar o jogo?”

RODNEY: Eu faço isso a toda a hora.

ELIAS: Se o fizesses, esse indivíduo não teria representado incómodo nenhum para ti.

RODNEY: Bom, então que é que estou a deixar de entender? Repete lá isso.

ELIAS: Estás a deixar de ver o envolvimento que formas através da atenção. Estás a envolver a tua atenção com certos indivíduos…

RODNEY: Ah!

ELIAS: …em vez de a envolveres com as cartas.

RODNEY: Ah! Oh.

ELIAS: Estás a permitir-te envolver a tua atenção com determinados indivíduos: com o que fazem, a forma coo se expressam, a forma como jogam.

RODNEY: Eu faço isso a toda a hora. Isso. Certo.

ELIAS: Esse é o investimento.

RODNEY: Faço isso constantemente.

ELIAS: Fazes, sim. Só que o fazes de uma forma automática, sem teres consciência da escolha que isso envolve, de poderes optar por aquele em que queiras investir e que não queiras.

RODNEY: Ah! Estou ciente disso. E estou ciente de estar a investir naquela gente, por me sentir interessado. Eu presto-lhes atenção.

ELIAS: Excelente.

RODNEY: Eles são tão diferentes.

ELIAS: Mas esse indivíduo constitui um incómodo para ti. E tu optas por continuar a investir.

RODNEY: Pois. Certo.

ELIAS: Não te vou dizer que isso represente uma associação qualquer ou um problema a que estejas a responder. Trata-se apenas de estares a apresentar a ti próprio esse factor simples de que sim, há muitíssimos indivíduos em quem investes. Por quereres.

RODNEY: Pois.

ELIAS: Mas não é uma acção tipo tudo ou nada. Não é uma acção em que te voltes para o investimento e em que invistas em toda a gente, ou que deixes de investir e não invistas em ninguém. Podes escolher…

RODNEY: Eu faço-o.

ELIAS: …por haver determinadas pessoas em que optas por não investir o que significa que não mereçam a tua atenção.

RODNEY: Certo. Está bem.

ELIAS: Não que não tenham valor em si mesmos, mas em quem intimamente não te sentes impelido a investir a tua atenção.

Ora bem; Isso simplifica as situações em que, conforme o teu exemplo, ela te pode colocar a questão: “Por que não desistes?” e tu podes simples e genuinamente responder: “Por eu querer jogar.” Uma resposta dessas não comporta qualquer investimento.

RODNEY: Muito bem.

ELIAS: Não chega a envolvê-la. Quando dizes: “Por eu querer ganhar,” ou “Por eu poder ganhar,” já a estás a envolver. Aí já a estás a provocá-la: “Eu quero-te ganhar.”

RODNEY: Mas ela não estava a jogar.

ELIAS: Não importa.

RODNEY: Ela tinha desistido.

ELIAS: Não importa, por a vitória continuar a situá-la na posição de não vencedora.

RODNEY: Certo.

ELIAS: E com isso, tu continuas a provocá-la. Continuas a deixar-te envolver com ela, independentemente de ela continuar a participar no jogo ou não. Não importa. Isso é acessório. O que é importante é a forma como direccionas a tua atenção, e o tipo de posição que ela agora ocupa na tua atenção.

RODNEY: Este é um assunto fascinante, e eu gostava de me debruçar um pouco sobre ele.

ELIAS: Muito bem.

RODNEY: Na direcção que toma. Mas agradeço-te por tudo. Por qualquer razão suscita-me muito discernimento.
Falemos sobre a atenção. Há um tipo que dá pelo nome de doutor... não consigo pronunciar o primeiro nome por ser Havaiano, Hew Len, que é defensor do ho oponopono, um sistema antigo de mediação de disputas familiares. Foi assim que começou, no Hawai. Bom, tenho a sensação, pessoalmente não conheço o sistema, por não ser historiador. Mas tenho a sensação de que na prática que faz desse ho oponopono este indivíduo é significativamente diferente dos outros profissionais que defendem, bom, o ho oponopono.
Eu estive a verificar, e parece ser verdade. Ele é médico. Após vários anos de ter sido convidado para assumir o cargo de um hospital mental para delinquentes insanos, ele recusou continuamente. Mas após um certo período de tempo, decidiu ser um desafio que estava disposto a aceitar. Assim, ele assumiu a direcção. Aquele era um local horrível. Indicaram que as energias eram de tal modo más que deixaram de tentar pintar as paredes por a tinta não agarrar. As pessoas deviam estar fora do juízo para permanecerem num local desses.
Ele assumiu o cargo e pediu pela fixa de cada um dos pacientes, sem jamais chegar a interagir com qualquer que fosse. Não chegou a abordá-los de forma nenhuma, excepto, claro está, os deveres administrativos que lhe cabiam juntamente com o pessoal.
E lenta mas seguramente, a tensão que se sentia no local começou a abrandar. As pessoas começaram a "melhorar" e a agir mais como seres humanos. Isso progrediu a um tal ritmo que ao fim de quatro anos todos os pacientes com excepção de dois tinham recebido alta. Ele sentou-se no consultório a fazer o que costumava fazer, e as pessoas começaram a ficar melhores.
ELIAS: A alterar a energia.
RODNEY: Alterar a energia. Bom; aquilo que me deixa fascinado é a forma como ele encara o que está a fazer.
ELIAS: E não tomar parte naquilo de que não gostam ou no que não desejam. Sim.
RODNEY: Absolutamente. Olha, eu anotei isto: “O que é que se está a passar em mim?” Ele jamais tratou – diz aqui: “Esta coisa não tinha nada que ver com eles.”
ELIAS: Precisamente.
RODNEY: “Tinha tudo que ver comigo. E tinha que ver com o facto de eu ser 100% responsável por mim próprio.”
ELIAS: Sim.
RODNEY: O que será que – passo a citar – “Que é que está a acontecer comigo, para estar a passar por isto?” (Pausa) E, “Eu experimentei um ambiente livre de pacientes. Experimentei o pessoal a endoidecer.” Esse tipo de coisa. E ele diz que se purifica. Disse ele – e eu espero ter entendido correctamente – “Há informação em mim.” Ele chama-lhe dados, certo? “São os dados informativos em mim que percebem a violência neles.”
ELIAS: Sim.
RODNEY: “São os dados informativos existentes em mim que estão a operar isso.” Ele sita Shakespeare em certas ocasiões, assim como outras fontes. Portanto, “Eu limpo. Eu apago. Ele utiliza o termo “apagar.” “Eu apago os dados informativos em mim.”
ELIAS: Sim.
RODNEY: E diz que tem um… Diz ele: “Perdoa-me.” Só que ele se dirige à alma dele, ao dizer isso. Não está a pedir a mais ninguém que o perdoe. Nem está a dizer a mais ninguém que os perdoa. Ele diz: “Perdoa-me. Uma declaração que dirige à alma dele. Porque, conforme ele a encara, à informação, a que chama dados informativos, ela constitui um véu.
ELIAS: Pois.
RODNEY: É uma cortina. E ele não consegue distinguir a alma por meio dos dados informativos. E ele pretende experimentar isso.
Ora bem, a ideia que tenho do que ele está a fazer, por ele ter exercido um tremendo efeito em mim, e com base naquilo que pude ler acerca dos outros praticantes de ho oponopono, eles nem perto chegam do que este tipo conseguiu. Ali está, sozinho, comum pequeno círculo de amigos. Mas ajudar-me-ia perceber o que ele faz segundo os teus conceitos, o que tens vindo a definir, por eu estar tão acostumado à terminologia que empregas.
ELIAS: O que ele refere em termos de “dados informativos” é o mesmo que eu refiro como directrizes.
RODNEY: Ah!
ELIAS: Ele emprega um termo diferente, mas que tem o mesmo significado. Representa tudo a informação que cada um de vós incorpora da vossa concepção.
RODNEY: De como as coisas devem ser.
ELIAS: Sim. Ou aquilo que é corecto e o que é errado e o que é confortável e incómodo.
RODNEY: Por ter tudo que ver com a duplicidade e a aceitação.
ELIAS: Por constituir um todo. Isso subentende toda a informação. Todas as ideias, todas as expressões e todas as formas de julgamento…
RODNEY: Que não aceitamos.
ELIAS: Sim. Ou aquilo…
RODNEY: Uma das formas que eu esperava…
ELIAS:...que tu aceitas para ti próprio mas cujo reconhecimento completo ainda não produziste, razão porque ainda continuas a projectar isso na direcção de toda a gente. Tal como o caso daquilo em que se tornou essa mulher. Tu projectas a tua informação, as tuas directrizes na direcção dela. E com isso, torna-la responsável por aquilo que tu expressas. Deixas de ser responsável por completo por ti próprio.
Tu projectas isso no outro: "Tu és responsável poraquilo que eu faço, pela forma como percebo, pelo que sinto, pelo que penso." Não! Não é nada. Esa responsabilidade cabe-te a ti.
RODNEY: Que é aquilo que ele está a fazer.
ELIAS: É, e com isso, eu diria que esse é um excelente exemplo, porque mesmo no ritual que ele utiliza - o ritual pode ser muito benéfico, por vos proporcionar um ponto de referência, por vos proporcionar algo em que se concentrem, a fim de concederem a vós próprios a possibilidade de não se distrairem e de empreenderem uma acção específica, é isso o que o ritual permite.
Ora bem; nessa medida, ele em prega o ritual que tu descreveste, ou segundo os termos que ele emprega, uma purificação. O que ele faz é reconhecer toda a informação ou directrizes. Elas existem. Ele reconhece-as e põe-nas de parte.
RODNEY: E faz uso dos conceitos que emprega, só que é muito consistente no emprego do que nos dizes. A inbformação situa-se entre mim e a minha alma. Eu olho a informação e digo: "Eu amo-te. Agradeço-te o facto de me teres surgido a fim de me dares uma oportunidade de te amar." Reconhecer com efeito e aceitar estas ideias.
ELIAS: Não é uma questão de batalhares contigo próprio, meu amigo, nem de negares a tua expressão.
RODNEY: O poder daquilo que ele pode fazer…
ELIAS: É formidável. Mas tu incorporas o mesmo poder. Tens o mesmo poder em idêntica medida. É uma questão de reconhecer, conforme eu disse, que todos vós encarais o mundo de uma forma individual, por intermédio das lentes pessoais que utilizais, e depois esperais que o mundo corresponda àquilo que percebeis por meio dessas lentes. Mas não corresponde.
Vós dizeis a vós próprios de uma forma consistente e frequente, uns para os outros, e até a mim próprio: "Eu queria saber qual será a realidade oficial. Bem sei que crio a minha realidade, mas qual será a verdade oficial? Qual será a realidade verdadeira?" Essa é a realidade verdadeira.
E todo o indivíduo que existe à face do vosso planeta tem uma ligeiramente diferente. Alguns têem uma verdade consideravelmente diferente. E todas são reais. Elas representam a realidade oficial. Não existe realidade oficial separada. A diferença no que este indivíduo faz está no facto de ele reconhecer as lentes que emprega.
RODNEY: Ele é um tipo bem simpático.
ELIAS: E de as pôr de parte. Não de as negar. Não livrar-se delas. Mas antes de empregar esse sentido de responsabilidade pessoal: "Isto diz-me respeito. Mas só a mim o diz."
E por conseguinte, quando me refiro a essa interrelação que tanto valorizam, isso não faz parte disso.
"Esta é a directriz que me diz respeito, que me auxilia a funcionar no mundo por intermédio do menor volume de conflito e do que me proporciona um maior conforto, e isso reflecte aquilo que mais valorizo. É o que tem mais importância para mim. Essa é toda essa informação.
RODNEY: Mas não refere nada acerca dos outros.
ELIAS: Não. Não. A deles é completamente diferente, e não se lhes aplica. Aplica-se apenas a vós.
Por conseguinte ele percebe isso, reconhece-o e aceita-o: "Isto é meu, mas só diz respeito a mim. por conseguinte, sempre que abordo a energia colectiva, pretendo abordá-la sem as expectativas que tenho."
Permitam que seja aquilo que é. Quando expressam uma energia de permissão e de aceitação, tudo quanto percebem estar errado ou ser irritante ou enfadonho ou ameaçador, dissolve-se. Por estarem a projectar isso de antemão.
RODNEY: Esse é o poder da verdadeira aceitação.
ELIAS: É.
RODNEY: Impressionante. Agradeço-te..
ELIAS: Não tens de quê.
RODNEY: Terei eu alguma ligação com esse doutor?
ELIAS: Tens, sim.
RODNEY: Qual será?
ELIAS: Tu tens muitos focos junto com esse indivíduo.
RODNEY: Quantos?
ELIAS: 82.
RODNEY: 82!
ELIAS: E agora também perfazes uma acção homóloga com esse indivíduo.
RODNEY: Era o que eu estava… É uma acção homóloga.
ELIAS: É.
RODNEY: Encaminha-se em ambos os sentidos.
ELIAS: Encaminha.
RODNEY: Também achei. Eu estive a observar este tipo, assisti à entrevista que deu de uma hora. Fiquei encantado com a energia dele, com as respostas que deu, com o humor dele. É de admirar. (O Elias dá uma gargalhada) O que é... Ele tem que ter muito de Milumet.
ELIAS: Alinha.
RODNEY: Alinha. Pertence à Sumari? Não?
ELIAS: Sumafi.
RODNEY: Sumafi! Bom, também apresenta uma associação.
ELIAS: Apresenta, sim.
RODNEY: Sumafi/Milumet. Religião?
ELIAS: Sim.
RODNEY: E o nome da essência?
ELIAS: Nome da essência, Poi.
RODNEY: Poi. (Gargalhada) Muito obrigado.
ELIAS: Não tens de quê, meu amigo. Fico a antecipar o nosso próximo encontro.
RODNEY: Em breve.
ELIAS: Que é sempre estimulante.
RODNEY: Obrigado. (Ambos riem) Oh! Uma última pergunta. Se eu quisesse tirar-te um bom retracto, posarias para mim?
ELIAS: Sim.
RODNEY: Da próxima vez vou trazer a minha cãmara.
ELIAS: Muito bem. (Ambos riem)
RODNEY: Tenho muitas tuas, mas encontras-te sempre ocupado com vinte ou trinta pessoas. (Ambos riem)
ELIAS: Muito bem.
RODNEY: Obrigado.
ELIAS: Expresso-te um enorme afecto, meu caro amigo, como sempre, a encorajar-te nas tuas conquistas.
RODNEY: Obrigado.
ELIAS: Até ao nosso próximo encontro, au revoir.
RODNEY: Bye.

©2013 Mary Ennis.  Todos os Direitos Reservados



O MATERIAL ELIAS