quarta-feira, 26 de novembro de 2014

"ACEITAÇÃO"







“Substâncias Psicadélicas/Jejum/Carma”

“UmA QUEBRA nos Sistemas de Crenças”
“Tornar-se no Exemplo do Rebento”


Sessão 454


Terça-feira, 24 de Agosto de 1999 © 2000 (Privada)
Participantes:  Mary (Michael) e o Nathan (Robertt).
O Elias chega às 12:36 da tarde. (Demora 22 segundos)

Tradução: Amadeu Duarte

ELIAS:  Boa tarde!

NATHAN:  Boa tarde!

ELIAS:  Cá nos encontramos de novo!

NATHAN:  É verdade!

ELIAS:  (A rir) Sozinho!

NATHAN:  Sim, pela primeira vez! (O Elias ri) Só eu, pela primeira vez. Estávamos mesmo a conversar sobre o facto de eu ter sentido que a tua presença ultimamente tem estado próxima.

ELIAS:  Absolutamente, a antecipar a interacção deste dia! Mas terás perguntas?

NATHAN:  Tenho, mas queria saber se me poderias fornecer uma pequena actualização quanto ao que se está a passar.

ELIAS:  Em que sentido?

NATHAN:  Bom, penso que basicamente em torno da questão do Cruzeiro do Sul. Senti que se tenha dado uma alteração definitiva por essa altura, há uma semana atrás.

Nota da Vicki:  Eu não pesquisei isso de uma forma extensiva, mas ao conversar com outras pessoas, pareceu-me que isso tenha querido dizer algo relacionado com um movimento planetário.

ELIAS:  Deixa que te explique que, aquilo com que te estás a permitir entrar em contacto é, por assim dizer, uma mudança.


Ora bem; a energia que estás a experimentar representa uma alteração na concentração de energia que tem estado a verificar-se ao longo do quadro de tempo deste ano. Conforme já referi a muitos de vós no começo do ano, sofreram a passagem de uma moção de energia no âmbito de uma vaga de consciência que se dirige ao sistema de crenças da sexualidade que se tem prolongado por este ano em particular e que detém uma enorme energia que está a causar uma enorme influência em todos, por formas diferentes.


Mas, além disso, este ano em particular, ao ser o ano final do vosso milénio, tem vindo a ceder um enorme volume de energia, o que, conforme expressei anteriormente, está a levar as pessoas a tirar partido dessa energia; essa energia proporciona um alívio a todas as expressões que têm, seja sob a forma de conflito ou sob a forma de facilidade ou de prazer – não importa. Seja em que direcção for que a pessoa opte por se voltar, ela está a proporcionar uma facilidade nessa direcção particular, o que também cria uma maior expressão extremada em todas essas expressões. Essa é a razão por que veem muitos a experimentar um enorme conflito neste ano em particular, ou um maior à-vontade no enfoque que têm.
Estão a ocorrer muitas expressões de massa neste ano em particular, conforme já disse antes. As pessoas criam expressões de massa de conflito, mas também expressam opções em massa no sentido da aceitação e da interligação. Muitas são as pessoas que se reúnem neste ano em particular a fim de se aceitarem umas às outras e de partilharem as experiências no âmbito da consciência e de celebrarem a consciência com prazer, mas muitas outras passam pela experiência de um enorme surto de conflito e de falta de tolerância e de aceitação.



Consequentemente parecer-lhes-á a todos tratar-se de um extreme entre contrários o que esteja a ocorrer presentemente. Tudo isso se move em conjugação com esta alteração que se está a gerar no âmbito da consciência que está a ter lugar, e a vaga da consciência que se endereça a esse sistema de crenças particular cede uma maior energia aos extremos.

NATHAN:  Então não é nada que vá tornar-se mais extremado – o concreto, definido, a escuridão e a luz. Vai apenas tornar-se mais evidente. Vamos passar a assistir mais a isso.

ELIAS:  Em parte. Aquilo que experimentaste e aquilo relativamente ao que estás a inquirir representa uma espécie de quebra. Nesta altura em particular, ambas essas expressões de energia – por terem estado em oposição uma com a outra, mas ambas cederem energia por formas diferentes ao movimento desta mudança que se verifica na consciência – criaram um tipo de colisão, similar a um trovão.

NATHAN:  Sim, semelhante às nossas tempestades, etc.

ELIAS:  Precisamente. Nesse sentido, provocou um tipo de quebra na energia, e com essa quebra, aqueles que previamente experimentavam – isso no geral, mas não por completo - um à-vontade descobrem por momentos a experimentar diferentes elementos de intolerância no seu íntimo.

Essas expressões não se expressam pela dinâmica do extremo que outros indivíduos expressaram, mas têm estado parcialmente em permuta. Aqueles indivíduos que anteriormente experimentaram um enorme conflito e confusão estão agora a experimentar um maior à-vontade e uma diminuição desse conflito extremo. (1)


Por conseguinte, ao se ter verificado o ponto de quebra, deu-se um efeito de escorrimento da energia que se move entre esses movimentos de energia opostos, e com isso, senteis uma mudança. Vós não identificais necessariamente de uma forma objectiva o que essa mudança está a expressar, mas pressentis o movimento da energia e tendes consciência de que um elemento qualquer da vossa realidade se tenha alterado. No caso de certos indivíduos, isso está a gerar a resposta de uma antecipação, em relação àquilo em que não sentem certeza, mas têm uma noção objectiva de que um elemento qualquer da sua realidade se encontra alterado. Consequentemente, torna-se num sentimento objectivo e íntimo de antecipação e de inquietação. Por vezes isso poderá ser traduzido objectivamente no vosso íntimo como uma motivação para o movimento e a acção, só que não tendes a certeza do que fazer! (A rir)

NATHAN:  (A rir) A minha próxima pergunta!

ELIAS:  (Risadas) Aquilo que estás a experimentar em conjugação com esta quebra – coisa que, também te direi, no tempo, se aproxima bastante dos vossos movimentos solares, conforme estarás ciente – aquilo que vos estais a permitir experimentar é uma nova abertura em relação a liberdades, uma quebra nos sistemas de crenças que tendes. Apresenta-se-vos presentemente uma abertura a todos, no quadro do abono da aceitação e do abono da assimilação da corrente de energia de uma forma bastante intensa.


Agora, quanto à indagação que fazes acerca da continuidade disso de uma forma mais extrema, em parte sim, e em parte não. Aquilo que criastes é também um tipo de válvula de pressão nessa energia, ao terem criado uma janela que lhes facultasse novas liberdades. A dificuldade nessa área está em que não estão tão familiarizados com essas novas liberdades, e por conseguinte, não têm uma certeza objectiva do modo como abordarão essa liberdade em termos de energia, nem o que farão com ela. E as pessoas podem traduzir isso por muitas formas objectivas.

Certos indivíduos estão a experimentar novas liberdades no enfoque que empreendem na área do emprego e das escolhas que elegem de abandonar o trabalho objectivo que fazem, e das escolhas de deixar de trabalhar, mas um à-vontade e uma maior liberdade na criatividade que possuem. Mas também sentem confusão, por agora precisarem orientar-se, e não sentirem a familiaridade em relação a si mesmos para reconhecer a criatividade nem saberem de que forma expressá-la. Por isso, presentemente também está a decorrer uma enorme confusão.


Mas várias ocorrências diferentes foram criadas no que designais por recentemente, que constituem as exibições dessa expressão dessa válvula de pressão. Um enorme abalo na vossa Terra, espantosos movimentos na vossa atmosfera, o alinhamento dos vossos planetas - isso são tudo criações que estão todos a expressar em termos colectivos. Não são os vossos planetas que estão a mover-se de modo a levá-los a responder-lhes - VÓS é que estais a movê-los como uma expressão das vossas novas descobertas dessas liberdades!


O vosso planeta estremece e cria aquilo que designam por enorme devastação em determinadas áreas. Eu digo-te que isso representa uma outra expressão dessa válvula de pressão que criaram colectivamente e em massa. Muitas foram as pessoas que optaram por passar desta vida por meio de uma expressão desse tipo. E muitas são as pessoas que nesta altura em particular deste ano final estão a escolher o desenlace.

NATHAN:  Sim, eu sinto como se... será por não estarem a optar por se encaminharem na direcção da luz, ou será mais uma questão de fazer parte de um plano mais vasto? Será que essa gente que está a ser afectada - Hungria, este terramoto, e as mulheres inocentes e crianças e aqueles que estão a vir a este mundo, em particular os mais jovens - será que fará mais parte de um plano mais vasto, ou será por efectivamente haver alguma coisa nesta vida por que não estejam a preferir voltar-se na direcção da luz, razão porque, a natureza conduz a energia numa direcção diferente? Entendes o que estou a dizer?

ELIAS:  Ora bem; deixa que te explique de um modo claro.



Vós olhais para a vossa Terra e distinguis, e expressais-vos em termos de "Maneira de ser da natureza." Como se a natureza estivesse a compensar. Ou então, como se a natureza estivesse a criar alguma coisa de forma independente de vós. Os vossos planetas estão a adoptar expressões de alinhamento. Este é o vosso universo, que é externo em relação a vós. Isso não passa de crenças!


Eu afirmo-te que o vosso planeta e o vosso universo estão a responder à energia que estão a projectar colectivamente.


Por conseguinte, à medida que todos estais a avançar para uma consciência objectiva e estais a ceder energia para esta mudança de consciência e ela está a ganhar impulso - e nesta altura particular do ano, conforme declarei, a energia está a obter uma expressão intensa - isso representa uma energia que todos vós estais colectivamente a projectar, e os elementos do vosso universo e do vosso planeta estão a responder às instruções que lhes ditais.


Por isso, este terramoto ocorreu enquanto directriz projectada pela energia de todas as pessoas desse local que participam numa expressão colectiva. ELAS criaram-no, e não o contrário.


Nesse sentido, é uma escolha individual de muitos indivíduos, a do desenlace. Muitos outros optam pelo desenlace por outras formas que designais, na expressão que adoptais com base nas crenças que tendes, violência. Aquilo que te estou a dizer é que isso são respostas que as pessoas estão a escolher em conjugação com o movimento desta mudança de consciência. É MUITO INTENSA na expressão de energia que manifesta.


Certas pessoas optam pelo desenlace, e nos vossos termos, no sentido mais amplo, na expressão desta mudança de consciência, cedem energia à realização dessa mudança de consciência, por estarem a dispersar energia e estarem igualmente a criar uma expressão que vos trás à atenção de todos o movimento que está a decorrer.



Deverás notar que isso gera enormes debates entre as pessoas! As pessoas encaram esses eventos como sinais do fim dos vossos tempos. Certos indivíduos encaram esses movimentos como sinais de significativos começos. É tudo um movimento que todos vós criastes colectivamente em resposta a esta energia inerente à mudança de consciência e às crenças que estão a abordar.


À medida que o vosso tempo progride, cada vez mais energia é projectada nessas vagas que a consciência adopta e que se reportam a todas essas crenças, por a questão residir nisso mesmo, em aceitarem essas crenças, em reconhecer que lhes acarretam limitações e reconhecer que à medida que se abrem na percepção - à medida que objectivamente se permitem expandir a consciência que têm de toda a vossa realidade e eliminar os obstáculos e as limitações que lhes cingem o caminho, e actualizam todas as capacidades que dispõem - também estão, individualmente e em massa, a reagir.


Estão-vos a ser estendidas no vosso íntimo enormes liberdades, só que essas verdades se tornam confusas e são objecto de um enorme desconhecimento, pelo que as pessoas criam um movimento natural de retrocesso para aquilo com que se acham familiarizadas, e agarram-se veementemente às expressões e com portamentos com que se acham familiarizadas e expressam uma extrema falta de tolerância - dificuldade de aceitação de si mesas e umas das outras.


Bom; quanto a isso, conforme já declarei, algumas pessoas não passam pela experiência de conflito. Agora; nas vossas sociedades e na troca de comunicações que efectuais, mesmo colectivamente, aqueles que experimentam conflito e que canalizam essa tremenda expressão de energia no sentido do amenizar e da serenidade e da aceitação, não são, na vossa sociedade, objecto do reconhecimento objectivo que é concedido às expressões de devastação e de violência, por isso ser estranho. O alívio é algo estranho.

NATHAN:  Por estarmos tão habituados a ver o conflito a eclodir.

ELIAS:  Exacto, mas isso prende-vos a atenção. Vós prestais atenção ao confito, mas não prestais tanta atenção ao prazer!


Mas com essa expressão, independentemente das vossas sociedades não concederem um reconhecimento objectivo a essas expressões de suavização e de aceitação, está a ocorrer em massa, e muitas pessoas experimentam essa maneira de canalizar a energia, e com isso, todos concedeis a vós próprios a oportunidade do intercâmbio.


Nessa medida, aqueles indivíduos que canalizam essa energia para a suavização e para uma ausência de conflito estão a defrontar-se com muitos indivíduos que estão a experimentar conflito.


Mas por intermédio da nossa observação, que é que vemos senão a expressão daqueles que experimentam um amenizar da confusão, e a expressão de assombro e os elementos de confusão que expressam uns para com os outros por eles próprios poderem não experimentar de evidenciar necessariamente tal conflito, mas lhes pareça que muitos de quantos os rodeiem ESTEJAM a experimentar tal conflito.


E cada um de vós encontra tranquilamente assento na ausência de conflito que experimenta e nas expressões de aceitação que evidenciam, e observam o furor e o conflito que deflagram ao vosso redor. (A sorrir)


Agora; nesse sentido isso representa a vossa oportunidade, porquanto por que razão haverão de atrair a vós próprios e apresentar a vós próprios todo esse furor e conflito que vos rodeia? Porque não haverão obrigatoriamente de conduzir a vós massas de pessoas que também experimentem esse sossego e deixar de defrontar aqueles que experimentam...?

NATHAN:  O semelhante atrai o semelhante, ou esse tipo de crença. O semelhante atrai o semelhante, e essas são as pessoas por que damos ao nosso redor, mas aquilo que estás a dizer é...

ELIAS:  No âmbito das crenças que tendes, esse deveria ser o curso natural da acção que havia de ocorrer, não?

NATHAN:  Seria.

ELIAS:  Mas vós não estais a atrair isso a vós, estais? Estais a atrair a vós certas pessoas que alinham pelo "semelhante atrai o semelhante," mas estais igualmente a atrair a vós muitas pessoas que passam pela experiência do extremo oposto, e não vos interrogais por que razão atraís a vós todas essas expressões que vos rodeiam e que se caracterizam por tal diferença acentuada.


Eu digo-te que a razão por que atraís isso a vós consiste em apresentarem a vós mesmos uma oportunidade de vos tornardes no exemplo do "pequeno rebento" e para cederem energia a todos aqueles que experimentam conflito, e para suavizarem esse conflito.


As pessoas ao longo do emprego que fazem destas sessões, desde o começo deste fórum, têm vindo a questionar-me quanto ao que poderão fazer para ajudar a acção desta mudança. E há muito que tenho vindo a responder para voltarem a atenção para vós próprios e para passarem a aceitar-se a si mesmos primeiro, antes de passarem a adoptar expressões de auxílio para com os outros.


Neste momento, vós VOLTASTES a atenção para vós. Proporcionastes a vós próprios uma significativa assimilação de uma vasta informação.


Permitistes-vos, individual e colectivamente, uma enorme expressão de aceitação, um grande movimento no sentido da abordagem das crenças individuais que tendes, e AGORA podeis começar a projectar o vosso auxílio no exterior na direcção dos outros, não necessariamente no sentido de proporem uma “coisa”, nem uma solução, mas com o reconhecimento que conseguem de vós próprios e pela aceitação que consegues de ti próprio.


Podes agora tornar-te no exemplo do pequeno rebento erecto, e estender a energia de auxílio a todos aqueles que experimentam um enorme conflito e trauma.

NATHAN:  Creio que uma das coisas mais significativas que aprendi tenha sido, deixar que me façam a pergunta. Quando estava a cultivar toda esta informação, sentia precisar dar conta dela a toda a gente – como se não conseguisse compreender por que razão para que toda a gente deixasse de a ter presente. Mas agora estou a aprender que estejam a vir ao meu encontro. Elas virão e colocarão as perguntas, e apresentar-lhes-emos apenas aquilo por que clamarem, e isso representa uma enorme lição para mim, por pressentir que possa falar demasiado e levá-las a virar costas e fazer com que não regressem mais, e isso não é o que se pretende.

ELIAS:  Trata-se do reconhecimento de cada um de vós apresentar diferenças na percepção que tem – todos vós apresentais diferenças, e isso não está errado nem é grave – e da aceitação dessas diferenças, ao reconhecerem que cada um cria a sua realidade pelo mais benéfico dos modos, e que tu crias a tua realidade do modo mais benéfico para ti próprio, e que o método que empregas poderá diferir enormemente dos métodos dos outros, que isso não responde pela definição de “melhor” que lhe associes.

NATHAN:  Por estarmos todos a dirigir-nos todos para o mesmo, essencialmente.

ELIAS: 

Exacto, e esse é o conhecimento que muitos de vós estais agora a permitir-vos em termos objectivos; não apenas por intermédio de um conhecimento subjectivo, mas estais a passar para a expressão da realidade da aceitação. Não estais apenas a dizer uns aos outros de uma forma verbal que estais a tornar-vos equânimes, mas por meio das obras e da acção, e do que propondes, estais a criar uma realidade marcada pela aceitação, o que representa uma questão completamente diferente!

NATHAN:  Representa sim! Então, ao me focar em mim, durante o ano passado, tenho vindo a passar por diversas coisas quanto à insistência em descobrir a totalidade de mim próprio e outros focos, e tenho-me sentido atraído para a cultura dos Nativos Americanos, e queria saber se me poderias ajudar. Tenho algumas pistas, mas gostaria de saber se poderás acrescentar mais algumas à história.


Quando perambulo pelos bosques – o que me é muito natural – sinto que a certa altura tenha sido um nativo, porventura nesta área. Pinheiros e a alternância das estações do ano é algo que me atrai, e queria saber se me poderias fornecer mais alguma informação.

ELIAS:  Tens razão. Tu tens um foco nessa localidade física. Aponto-te a época que designais por 1600, nesta área.


Também te direi que esse foco em particular contribui com energia para ti neste foco ao te estender o reconhecimento de uma certa qualidade de Liberdade, e ao te proporcionar energia que poderás traduzir neste foco pelo reconhecimento de não te encontrares apartado de tudo quantos percebes, e que conquanto percebas ocupar uma forma corporal particular, te encontras muito mais expandido mesmo nesta realidade material, e não te encontras cingido na tua energia à expressão desta forma corporal. Dispões da capacidade de te fundires com todos os elementos da tua realidade, com todos os elementos do teu ambiente e do teu universo, por assim dizer, por SERES tudo isso.

NATHAN:  Eu compreendo isso, claro.

ELIAS:  Esse foco em particular cede energia para esse saber inato que carregas e a esse sentido de comunhão que sentes no teu ambiente e o à-vontade com que interages nele.


Também te proporciona uma cedência de energia na ausência de distinção entre tu próprio e os outros, porque do mesmo modo que comungas com o meio que te rodeia, também podes fundir-te e comungar com todos os outros indivíduos, por não existir separação.

O indivíduo desse foco detém um conhecimento objectivo disso parcial, dessa ausência de separação. Mas não tem uma consciência objectiva de TI.

NATHAN:  Creio saber o que me estás a transmitir – quanto ao conhecimento de se achar mesclado com tudo.

ELIAS:  Exacto, e da ausência de separação, de modo que contribui com energia para ti, para a criação de um conhecimento objectivo semelhante, e nessa medida, tu atrais essa energia a ti em reconhecimento desta mudança de consciência e de te encontrares em movimento rumo a uma consciência mais alargada quanto à totalidade da tua realidade.

Também te vou fornecer uma pista.

NATHAN:  Podes repetir o que disseste?

ELIAS:  Uma pista.

NATHAN:  Uma pista! 
Tudo bem.



ELIAS:  Eu vou-te oferecer uma pista para que investigues junto com os teus camaradas. (A sorrir) Todos vós expressais individualmente, e também uns com os outros, um formidável desejo de investigar objectivamente a vossa interconexão. Eu tenho vindo a encorajar isso faz muito tempo. Também te estenderei um convite junto com essa pista, para que possam colectivamente, dentro do vosso grupo de indivíduos, interagir comigo, não apenas com o Michael, e se o preferirem, eu ajudá-los-ei guiando-os na investigação de um dos vossos focos que tendes colectivamente, e iremos envolver-nos juntos se o preferirem.

Nesse sentido, ofereço-te o facto de terem tido um foco conjunto numa localidade da vossa América do Sul, tiveram também focos juntos na vossa localidade da América Central, e tiveram todos focos juntos na vossa localidade da América do Norte. Esses são três focos em que todos vós tomastes parte juntos. Cada um de vós sente um fascínio por diferentes áreas e uma atracção por diferentes focos dessas áreas particulares. Alguns de vocês sentem uma maior atracção pelo foco da América do Norte, alguns de vós sentem uma maior atracção pelo foco da América Central, e outros pelo foco da América do Sul, mas todos são atraídos para esses focos em particular, por apresentarem pontos comuns, e todos se terem manifestado neste período no âmbito da acção desta mudança de consciência – uma vez mais – dotados de uma direcção semelhante, e esses focos cedem energia a isso.

NATHAN:  Muito bem, sim.  Teremos tido consciência, nesses outros focos, de que viríamos a estar juntos?

ELIAS:  Em parte; não de uma forma completamente objectiva, mas no âmbito das crenças sustentadas em cada um desses focos de que estamos a falar, havia sistemas de crenças que incorporavam uma compreensão de certos elementos da consciência – vós incorporais um saber quanto às manifestações que tendes. Isso contém elementos de distorção, por ser filtrado pelos sistemas de crença dessas sociedades particulares, mas incorporam saberes quanto ao facto de vos manifestardes juntos em grupos e do facto de partilharem mais do que um foco juntos.

Também tendes focos colectivos noutras áreas, mas sentis-vos atraídos presentemente e em particular para esses três focos de uma forma mais objectiva. Por conseguinte, direcciono a tua atenção para a investigação desses focos. Não te estou a limitar a esses focos nas tuas investigações, mas cada um de vós tem efeitos objectidos neste foco em conjunção com outros focos. Por conseguinte isso contribui com energia para um alívio na investigação que empreenderes nessas áreas, e colectivamente, se optarem por investigar juntos, poderão proporcionar a vós próprios um maior conforto na reunião da informação.

Bom; recorda que a intenção deste tipo de exercício ou exploração consiste em traduzirem essa energia que atraem a vós neste foco por uma compreensão daquilo que estão a criar e da direcção que estão a escolher neste foco e pela forma como esses focos contribuem com energia para vós, de modo a conseguirem realizar neste foco de uma forma eficiente no âmbito da acção desta mudança.

Cada um desses focos contribui para vós com um diferente aspecto de energia em conjugação com esta mudança de consciência, e cada um de vós cede a cada um dos outros expressões de energia no sentido de auxiliarem a cada um nos movimentos que empreendeis neste foco.

Por isso, a única advertência que vos daria nessa área seria a de não vos distrairdes com a investigação desses outros focos de uma forma exclusive, nem com a adoopção das crenças que defendem como verdades, mas que reconheçam que todos esses focos albergam as suas próprias crenças, e nessa medida, não constituem mais uma expressão de verdade do que o que sustentais neste foco. São simples diferenças, mas todos contribuem com energia para convosco, para poderem alargar a consciência que têm muito para além de qualquer desses focos.

NATHAN:  Agora já compreendo isso. Terá isso muito que ver com a quantidade daqueles que se acham actualmente no planeta? Por haver tanta gente que… bem, muita gente fala de voltarmos ao tempo da Atlântida e dos Maias, e da consciência que vigorava no planeta, mas na verdade estamos a ir além disso. De modo que não queremos ficar presos nesses sistemas de crenças de: “Os Nativos Americanos faziam-no deste modo,” etc. Nós queremos pegar no que precisamos e continuar a avançar em frente.

ELIAS:  Muito bem! Sim.

NATHAN:  Uma outra questão assenta no uso dos psicadélicos, dos cogumelos. Eu passei por uma experiência a 28 de Maio em que me encontrava numa reunião em torno de uma fogueira, e aconteceu que me afastei do fogo e atirei um disco e os cogumelos “reagiram de um salto.”  Eu estava a voltar para junto da fogueira e notei que a luz vinha do meio deles e que subia a direito. Quando as pessoas se encontravam felizes e reinava o riso e o tambor não parava, a luz fazia-se presente, mas assim que paravam, a luz desvanecia-se. Eu estou a voltar-me na direcção de saber como ancorar essa luz e mantê-la em continuação?

ELIAS:  Porque devereis mover-vos no sentido de confinarem a energia? Vocês percebem elementos na vossa realidade e ficam entusiasmados, e percebem a magnificência das expressões num dado momento e sentem-se inclinados a controlar essa experiência e a essa expressão de energia, e nos sistemas de crenças que sustentam, têm a ideia que se conseguirem dominar essa energia, perpectuarão a expressão, mas não é isso que criam!

Eu afirmo-te que na realidade é o contrário que tem lugar. Se não tentarem dominar a energia, e derem azo a uma livre fluência da expressão e se permitirem abrir objectivamente e notar toda a energia que se acha em movimento, também poderão permitir-se participar de uma forma objectiva junto com essa energia e ver e experimentar continuamente, mas como controlar essa energia e tentam confiná-la, também a dissipam.

NATHAN:  Estou a entender. Creio que o que notei na outra noite foi o modo como a energia… em especial neste verão, crfeio que tenho vindo a notar os padrões de energia e como se movem, e penso que deva voltar-me no sentido de não fazer mal que a luz não se faça sempre presente, mas é uma forma de luz diferente, e eu preciso  permanecer aberto a isso sem lhe atribuir julgamento algum.


ELIAS:  Isso! ISSO é o que te estou a dizer. Não é que a energia não se ache continuamente presente, mas que simplesmente se permitam participar com ela – ou OBJECTIVAMENTE tomar parte com ela – e notá-la                                                em determinadas ocasiões.

Agora; a razão porque tu objectivamente vês e experimentas isso em certos momentos deve-se ao facto de estarem colectivamente a produzir a expressão da manifestação da energia dessa maneira. Já referi muitas vezes antes, que colectivamente poderão criar muitas e variadas expressões juntos em que individualmente poderão experimentar uma maior dificuldade em criar. O que não quer dizer que não possam criar tudo isso individualmente, mas colectivamente cedem energia uns aos outros e criam uma concentração de energia em volume, e isso facilita mais a criação de qualquer elemento que escolham na vossa dimensão física.



Essas expressões de energia são criadas por muitas formas. Por isso, ao te permitires ver objectivamente a energia, nota todo o movimento, e não só determinadas expressões. Deixa que te dê um ligeiro exemplo. Essas expressões de energia são criadas por muitas formas. Assim, ao te permitires ver objectivamente a energia, nota todo o movimento e não apenas certas expressões. Deixa que te proponha um pequeno exemplo.


No âmbito das crenças metafísicas, a expressão do branco representa aquilo que identificais como expressão da luz. Por conseguinte equiparais a cor branca com a expressão da luz, e nessa medida, identificais a luz como boa.


Agora; eu digo-te que a energia é meramente energia e que se acha continuamente me movimento e que se expressa por muitos modos diferentes… e não só sob a expressão da cor branca! Pode expressar-se através do espectro da cor, e podes permitir-te usar o vosso espectro colorido e surpreender-te com o que experimentares ao passares pela energia de todas essas qualidades vibratórias.

NATHAN: Hmm. Certo. Para voltar de novo à questão a luz, nessa noite experimentei mais uma coisa. Eu tive que deixar as redondezas por me encontrar tão desequilibrado, e pensei que devia fixar a luz mas então eu deixava-me levar pelos meus próprios pensamentos que estavam a criar negatividade, e aí pensei estar a contribuir para as “trevas” – as chamadas “trevas”.


Nessa noite regressei ao meu furgão e notei que os pássaros pareciam conversar comigo, e eles pareciam confirmá-lo, embora estivessem a chilrear. Eu deixei-me levar e a seguir dei por mim num círculo de mãos dadas com homens com longas barbas e casacos brancos compridos, muito compridos. Eles vestiam-se de branco e rodopiavam na luz. Gostaria de saber se esses homens com quem estive no círculo de mãos dadas… a mensagem que me vinha ao encontro era a de que se encontra tudo ligado. Tudo quanto pude obter foram essas três palavras – está tudo ligado, está tudo ligado.


E não sei se alguma coisa se terá passado nessa noite a nível global, por se ter dado uma mudança qualquer nessa noite, mas eu queria saber se terás alguma pista quanto a quem esses homens seriam. Seriam a fraternidade branca de que ouvi falar, ou teria isso sido algo que criei por mim próprio a fim de mostrar alguma coisa a mim próprio?

ELIAS:  Eu digo-te que isso foi uma projecção de energia que criaste para ti próprio em termos de um imaginário objectivo de muitos aspectos diferentes de ti próprio, mas a mensagem que te foi apresentada foi de interligação de tudo quanto existe na tua realidade.


Também te validarei que o elemento confirmado das tuas criaturas e da interacção que tiveste não foi imaginação, mas uma ocorrência real em que te permitiste participar.

Por isso, digo-te a ti que isso é uma realidade e não o que poderá ser interpretado por outros como uma manifestação de uma alucinação. Não é. É uma realidade, e tu apenas te permitiste abrir na consciência que tens para participares numa outra via da tua realidade.

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