quarta-feira, 26 de novembro de 2014

"A RESPONSABILIDADE PESSOAL E AS CRIANÇAS"





"JUIZO DA PARTE DOS OUTROS RELATIVAMENTE A CRENÇAS RELIGIOSAS"
"ACEITAÇÃO DA NOSSA SOMBRA"

“LAZARIS”

Sessão 1020

Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2002 (Privada/Telefone)
Participantes: Mary (Michael) e a Carollee (Theona)
Elias chega às 12:35 da tarde. (Tempo de chegada 22 segundos)

Tradução: Amadeu Duarte

ELIAS: Bom dia!

CAROLLEE: Bom dia. Tive um pouco de dificuldade em contactar-te. Olhai tudo quanto pudesse estar a passar-se comigo em relação a isso, e queria saber das vidas passadas em que te terei conhecido.
Pareço ter tido algumas. E eu vi o que me pareceu poder ter sido uma delas.

ELIAS: Que impressão tens?

CAROLLEE: Bem, pareceu-me ter-se passado na Inglaterra e que eu trabalharia numa estalagem como um cozinheiro qualquer. As pessoas chegavam, viajantes, e nós cozinhávamos para elas e entretínhamo-las.

ELIAS: Exacto.

CAROLLEE: Foi? Mas depois pensei que pudesse ter sido na Escócia; não tinha a certeza quanto a isso. Certa vez cheguei a pensar ter sido igualmente um feiticeiro, e de outra vez pensei poder estar a trabalhar numa situação qualquer de boticário.

ELIAS: Sim, tens razão, embora não necessariamente na expressão de feiticeiro nem de bruxo, mas mais sob a expressão de um ervanário.

CAROLLEE: Eu fui um ervanário?

ELIAS: Foste.

CAROLLEE: E nós interagimos com relação a isso?

ELIAS: Interagimos.

CAROLLEE: Mais algum que eu possa procurar descobrir?

ELIAS: Podes investigar um outro foco por altura da Revolução Francesa…

CAROLLEE: Revolução Francesa?

ELIAS: Sim, em que desempenhas o papel de soldado.

CAROLLEE: Sim? (Pausa) Poderemos saber aquilo que tu foste?

ELIAS: Um revolucionário.

CAROLLEE: Também foste um revolucionário? Teremos sido companheiros revolucionários?

ELIAS: Não, estivemos em facções opostas.

CAROLLEE: Ah! Estou a entender. Claro, eu pressenti essa oposição da última vez, depois. Não estava à espera de o ter sido, mas era o que se apresentava na altura em que tentei ter uma sessão.

Sinto que tenha tido imensos focos neste plano terreno. Gostava de saber se me poderias revelar o número.

ELIAS: Muito bem.
Número total de focos nesta dimensão física, 1532. (Pausa)



CAROLLEE: Tenho vindo a escrever há muito tempo e tenho vindo a querer uma expressão disto no mundo. Quero dizer, tenho vindo a sentir sempre que estou como que à beira disso, só que ultimamente parece que tenho estado a alterar probabilidades, creio bem, para uma que parece aproximar-se mais da intenção original que tinha quando vim a esta vida. Parece mesmo que esteja a aproximar-me dessa probabilidade, e gostaria de saber se poderás comentar isso da minha escrita. Creio que estou a obter um sentido do que é que preciso dizer e aquilo que tenho a dizer.

ELIAS: Mas, que identificação fazes da presente inspiração que sentes?

CAROLLEE: Que identificação faço disso?

ELIAS: Sim.

CAROLLEE: Bom, parece que eu seja capaz de transmitir esta mudança que se está a operar na consciência, ou aspectos dela, ao me dedicar à escrita de não-ficção expressiva. E que podia, sem ter que escrever um livro sobre clínica ou um livro que seja apenas aquilo que chamo de livro de instruções ou algo, que eu podia contar histórias e desse modo demonstrar esta mudança na consciência e atitudes sobre como encararia as coisas e os outros.

ELIAS: Relativamente às tuas experiências.

CAROLLEE: Sim.

ELIAS: Encorajo-te nesse esforço de criatividade, por permitires-te ser expressiva e partilhares as tuas experiências poderá igualmente permitir-te, por assim dizer, uma visão mais compreensiva por uma familiarização de ti própria por uma compreensão mais objectiva contigo assim como por estenderes uma expressão externa relativamente às outras pessoas.

CAROLLEE: Por outras palavras, uma mais vasta… Sim, gostava de ver o meu trabalho mais disseminado do que o que tem sido.

ELIAS: Se proporcionares a ti própria uma expressão de confiança na direcção por que estás a optar produzirá aquilo que queres.

CAROLLEE: Sim, parece estar a acontecer mais. É como parecesse que está a começar a acontecer.

ELIAS: Isso deverá ser igualmente muito mais facilitado à medida que prosseguires a prestar atenção a ti e não te preocupares co o que a escrita produzir desse modo. Estás a compreender?

CAROLLEE: Com o que a escrita...?

ELIAS: Gerar desse modo. Porque se te permitires meramente expressar-te e às tuas experiências, proporcionarás a ti própria uma maior informação em termos de familiaridade contigo própria por uma maior intimidade, e com um acto desses geras um benefício objectivo para ti própria que automaticamente produzirá o produto da criação daquilo que queres relativamente à expressão externa do próprio livro.
Estás a compreender?

CAROLLEE: Estou sim. Sim, creio que estou. Sim.



Além disso, relativamente ao meu ensino, parece que durante anos andei à deriva  e fora da linha em relação… As coisas pareceram andar fora da linha. Desde que tive este filho, o Gabriel, efectivamente pareceu que a minha vida tem vindo a entrar mais nos eixos relativamente ao objectivo que tinha. Mas quando tomei consciência do porquê de ensinar, pareceu-me ser a coisa certa para mim; contudo, até agora de uma forma objectiva dir-se-ia que até agora não operou.

Tenho procurado diferentes formas de dar continuidade, e actualmente encontro-me a dar aulas a catraios de sete anos de idade, e parece que isso encerre um jeito qualquer, uma forma porque seja capaz de os abordar que transforme, o que me parece deveras entusiasmante. Já com os estudantes de liceu não pareceu que fosse capaz de suscitar tal coisa. De qualquer modo não pareci capaz de criar uma harmonia com esses estudantes. De modo que pedia uma ideia qualquer que me pudesses estender relativamente ao ensino que pratico e à direcção que deva tomar, etc.

ELIAS:
Muito bem. Posso-te dizer que estás a gerar um processo de redefinição, do mesmo modo que todos aqueles que se encontram na dimensão física em associação com esta mudança de consciência. Estás a redefinir termos e por isso mesmo estás a redefinir a tua realidade, e com essa redefinição da tua realidade estás a adoptar uma expressão de alteração da percepção que tens o que na realidade te altera a realidade física.

Nesse sentido, estás a permitir-te aquilo que poderá ser encarado como um movimento novo na redefinição dos termos que empregas relativamente ao ensino, e a permitir-te começar a produzir uma interacção com os outros de um modo que redefine esse termo, ao reconheceres o saber deles e ao expressares uma permissão para com eles ao invés de tentares alterar as expressões que evidenciam ou de te colocares num posição de autoridade em relação a eles, por estares a começar a reconhecer que a intenção não é essa. Eles não são menos conscientes que tu, e com o reconhecimento disso estás a mover a tua atenção para uma expressão da percepção diferente, ao admitires esse reconhecimento, e conforme já afirmei, estás consequentemente a redefinir os termos do ensino que defendes. Nessa medida, minha amiga, estás a facultar a ti própria muito mais liberdade.



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