domingo, 30 de novembro de 2014

"O SENTIDO DA VIDA"





“ABRAHAM”

Sessão 278

Quinta-feira, 30 de Abril de 1998 © (Privada/Telefone)
Participantes:  Mary (Michael) e Tom (Malhai).

Tradução: Amadeu Duarte

Elias chega às 3:40 da tarde. (Em vinte segundos)

ELIAS:  Boa tarde!

TOM:  Boa tarde.

ELIAS:  Tens perguntas a colocar, neste dia?

TOM:  Peço desculpa?

ELIAS:  Desejas indagar?

TOM:  Desejo, creio que tenho umas quantas perguntas.  Creio que gostaria de experimentar isto, por um lado. Parte das perguntas que tenho são acerca da essência Tiamo… caso estejas familiarizado com ela. Essa era uma das perguntas que tinha.

ELIAS:  Em parte.  Mas, que é que tens a inquirir?

TOM:  A impressão que tenho dessa essência é que seja Tumold, e creio que gostava de saber acerca das trocas que tenho tido com ela, e se haverá uma cosmovisão ou algo diferente para além disso.

ELIAS:  Mm.  Desculpa-me por um instante. (Uma pausa de dez segundos)  Ah! 
Muito bem.

TOM:  Peço desculpa?

ELIAS: 
Tens razão. Esse essência pertence à família Tumold, mas tu encontras-te a interagir com ele, não estás? (Nota da Vicky: O Tom tem uma voz muito agradável. Para além disso, estabelece uma troca de energias com Tiamo por via da escrita por computador)

TOM:  Estou, e....

ELIAS:  E ela está-te a apresentar informação. Essa não é uma situação de aceder à cosmovisão de quem quer que seja, mas algo ligeiramente diferente. Deixa que te diga que por vezes as essências encontram-se disponíveis para interagirem com as pessoas no foco físico, mas se tu te permitires obter um ponto de acesso para intersectares essas essências, poder-te-á ser oferecida muita informação que é do âmbito da consciência. Agora; isso não é o mesmo que aceder a uma cosmovisão, que consiste num depósito de energia que foi deixado na consciência por um foco, e que poderá ser acedido por um outro foco qualquer na vossa dimensão particular. Este intercâmbio detém qualidades diferentes.


Dir-te-ei que há diversos modos por que as essências poderão comunicar com as pessoas que se encontram no foco físico. Por vezes optarão apenas por interagir através do estado do sonho, o que na família espiritual Tumold isso não é incomum. Também se permitem ser contactadas por outros estados alterados de consciência daqueles que se encontram no foco físico. Agora; também poderão apresentar diferentes tipos de imagens que podem ser simbólicas, e que poderão ligeiramente mais remotas do que expressar externamente a informação eu têm a expressar por aquilo que definem como uma maneira clara, por a informação a ser fornecida a partir das áreas não materiais da consciência para as consciências físicas precisar sofrer uma tradução. Por conseguinte, muitas vezes essas traduções surgem através de uma linguagem simbólica – ou seja, caso a essência não opte por interagir de uma forma objectiva por via de uma troca de energias (mediunidade de transe), como este tipo de intercâmbio de energias presente. Por isso, está-te a ser transmitida informação no âmbito da consciência, só que não necessariamente limitada ao que poderás pensar ser uma cosmovisão.


TOM:  Está bem.  Esta essência não tem focos físicos, a Tiamo?

ELIAS:  Não, eu não estou a dizer tal coisa. Estou a dizer que a informação a que estás a aceder não se acha associada a uma cosmovisão, mas essa essência passou por focos físicos.

TOM:  Só que nenhum conforme conhecemos presentemente?

ELIAS:  Exacto.

TOM:  Está bem. Essa foi a impressão que obtive. A relação entre o Patel/Paul e a Tiamo. Será esta uma impressão correcta?

ELIAS:  Elas são conhecidas, embora ocupem diferentes áreas de consciência e diferentes objectivos.

TOM:  Poderias dar-me uma indicação quanto à intenção da Tiamo?

ELIAS:  Isso seguir-se-ia na direcção da família da essência a que pertence. Nessa medida, a área da consciência é diferente, por o objectivo também diferir. Poderás ver que essa essência se move intimamente pela área regional 3. O que não quer dizer que essa essência se ache no âmbito da transição, por esse não ser o caso, mas a Área Regional 3 encerra mais acções do que a mera acção de transição. Há essências que optam por ocupar essa área da consciência a fim de mais de perto interagirem com aqueles que se encontram no foco físico. Com isso, poderão oferecer informação e ajuda às pessoas no foco físico. As camadas de tradução são muito poucas, pelo que o acesso adquire um maior à-vontade para as essências que se afastam desta área da consciência e que comunicam com a vossa Área Regional 1 do foco físico.

Existem muitas essências diferentes portadoras de diferentes intenções que ocupam a Área Regional 3 e que se envolvem no auxílio para com a Área Regional 1. Com o objectivo de recordar às essências focadas no físico o seu estado natural, essa essência (Tiamo) obtém uma facilidade mais eficiente com a ocupação da Área Regional 3, por assim te poder estender, assim coo aos outros, informação que te poderá ser útil no âmbito do próprio objectivo que tens. (Pausa de doze segundos)

TOM:  Bom, uma pergunta acerca de algumas probabilidades que a Sena (Melinda) e o Malhai (Também chamado Tom) viram com possíveis; mas ao entrar igualmente com a Tiamo, acerca de como esta interacção entre os dois pareceu ter produzido isto.

ELIAS:  E acerca de que probabilidades quererás indagar?

TOM:  Quais probabilidades? Algumas, creio eu, que a Sena chama de coisas significativas que estão a ocorrer entre ambos. Vimos várias outras, conforme sabes que acho, mas probabilidades de contacto na Área Regional 1, ou físico.

ELIAS:  Conforme estarás ciente, isso são opções. Por isso, gozais de livre-arbítrio para criardes essas coisas juntos. Apresentais muitas semelhanças no objectivo que tendes. Também apresentais semelhanças na tonalidade, o que vos proporciona  a oportunidade de uma maior facilidade nas associações objectivas que estabeleceis. Com isso, se optares por criar probabilidades que te permitam uma proximidade física, podereis estender energia um ao outro que facilitará a realização a ambos no âmbito do objectivo e das capacidades que tendes.

Pertenceis à mesma família, o que te proporciona a capacidade de estabeleceres um contacto objectivo e subjectivo com um à-vontade que poderás não experimentar tão bem no caso daqueles que não pertencem a outras famílias da essência. Isso também te proporciona um reforço aos objectivos subjacentes que tens enquanto Tumold, porque ao pertenceres a essa família isso faculta-te uma expressão bastante diferente no foco físico do que se alinhasses por essa família num foco físico. Ao pertenceres a essa família não ocupas a tua atenção com uma mesma direcção. Aqueles que alinham por essa família ocupam fortemente a sua atenção com expressões exteriores do que designam por cura, e perpetuam muitas das crenças que se prendem com essa área. Ao pertencerem a essa família, as pessoas detêm um conhecimento do objectivo da cura ter um significado amplamente diferente do que a expressão que é exibida por aqueles que alinham por essa família. Nessa medida, podes compreender como tu e a Sena poderão estender energia um ao outro, e realçar as capacidades que tendes no quadro dos objectivos que tendes.

TOM: 
Certo. Isso acaba por responder um pouco. Creio que a coisa que me é mais cara que experimentei em Maio passado tenha sido parte dessa faculdade Tumold de criar e de auto existência. Essa é a impressão que tenho

ELIAS:  Exacto.  É.

TOM:  Muito bem. Depois, há um grupo de mestres chamado Abraham, e eu gostava de saber que conhecimento terás disso, acerca deles.



ELIAS:  Há muitas essências que notarás e de que poderás obter informação daquilo que se teve lugar neste século. Nos respectivos objectivos que elas tiverem, que diferem uns dos outros, e nos diferentes modos de interacção e de estabelecerem contacto com o foco físico, cedem energia e informação destina a esta mudança de consciência. Notarás um maior emergir dessa acção futuramente. Por isso, ao te deixares atrair para os vários elementos de informação que pode ser fornecida por diferentes essências -- independentemente daquilo que possam chamar a elas próprias em termos de identificação – o seu propósito, por assim dizer, consiste em apresentar informação e cederem energia para a acção desta mudança de consciência, e essas essências também se acham colectivamente de acordo nessa acção.

TOM:  Certo. Creio que já me respondeste razoavelmente e de uma forma cabal bem a todas as perguntas. Creio que a única coisa que penso seja todas as experiências que tive desde nova, incluindo as experiências fora do corpo, sonhos, etc. Fará isso parte do propósito que tenho neste foco?

ELIAS:  Faz, como um preparo para esta mudança de consciência.

TOM:  Peço desculpa?  Em preparação para...?

ELIAS:  Esta mudança de consciência.

TOM:  Certo. Então, fará parte da assistência para com a mudança, como quem diz?

ELIAS:  Assim como preparo pessoal para a acção desta mudança, porque à medida que realizas essas acções, preparas-te para a nova realidade que se aproxima.


E isto devo-te igualmente dizer a ti, conforme já disse a muitos outros, antes, esta mudança de consciência é alcançada. Tem lugar AGORA, embora objectivamente não percebas que seja realizada presentemente, por esperares acções futuras. Mas É alcançada de uma modo que te permite aceder à plenitude desta mudança presentemente, e desse modo não precisarás esperar pela terceira parte do vosso próximo século! É inteiramente possível plenamente a acção desta mudança de consciência no presente. A diferença está em que objectivamente, o planeta não se abriu por completo a esta mudança. Por isso, poderás experimentar todas as acções e elementos desta mudança excepto aqueles elementos que são exibidos objectivamente em massa, mas individualmente cada um de vós poderá experimentar TODAS as acções desta mudança na consciência presentemente.

TOM:  Está bem. Tenho uma outra pergunta, mas escapou-se-me ao falares. (Pausa) Falas em aceitação dos sistemas de crença, o que equivale a não julgar, sim? De que forma estará isso relacionado com alguns dos ensinamentos acerca do desapego?
Provavelmente isto já te foi colocado antes. No entanto, não estou certo de alguma vez ter ouvido.

ELIAS:  Essas são acções diferentes. Deixa que te diga que se torna bastante fácil interpretar mal e passar para a crença que a criação de um acto de desapego seja o mesmo que aceitar um sistema de crenças. Na realidade esta é outra crença!

O desprendimento difere acentuadamente da aceitação. A aceitação de crenças não denota desprendimento delas. Conforme já tive lugar de expressar, vós não estais a eliminar as vossas crenças. Também não se estão a desprender delas. Continuarão a ter opiniões, mas essas opiniões não serão comprometidas no vosso íntimo ou pelos outros, no âmbito da acção desta mudança, por terão aceite as crenças. Nessa medida, não guardarão juízo algum em relação às vossas crenças ou às dos outros, por reconhecerem que SÃO crenças, e por conseguinte não lhes reagirem da forma que actualmente reagem.

Isso assemelhar-se-á à existência de diferentes opiniões entre vários indivíduos, diferenças de opinião essas, como uma questão que não terá qualquer consequência. Por isso, se estiverem a discutir ou a partilhar as vossas diferentes opiniões quanto a essa questão sem importância, não importa que estejas certo ou errado, por o assunto em si mesmo não ter consequência e não ter qualquer importância para vós. Consequentemente, não sentirás qualquer necessidade de te expressares de modo a influenciares outra pessoa a ter uma diferente opinião. Como o próprio assunto não se te apresenta como consequente, também será destituído de importância para ti o facto de outra pessoa ter uma opinião diferente. Não se repercutirá nenhuma forma emocional em ti.

A razão porque as pessoas sentem conflito no íntimo âmbito das crenças assenta no facto de elas lhes despoletarem reacções emotivas. Vós reagis a tais emoções e isso gera conflito. Bom; entende igualmente que também não ides eliminar as emoções, mas virão a ter uma compreensão e a aceitar as crenças, desse modo neutralizando o seu efeito que despoleta as qualidades emocionais em vós e consequentemente desencadeiam o juízo em reacção à resposta emocional.


sexta-feira, 28 de novembro de 2014

“PERCEPÇÃO”






Sessão sem número

Sexta-feira, 31 de Outubro de 2014 (Privada/Telefone)

Participantes: Mary (Michael) e Linda (Ruthana)

Tradução de Amadeu Duarte

Transcrição: Wendy Beall


Elias: Bom dia.


Linda: Bom dia, Elias. Cumprimenta o Elias, Brenda.


Brenda: Olá Elias!


Linda: A Brenda está aqui mas está de saída para o emprego.


Feliz Halloween! Lá conseguimos conversar com o morto, por altura do Halloween, um fantasma!

Elias: (Ri, juntamente com a linda) Quão apropriado!


Linda: É sim. Bem, hoje vamos ter uma sessão muito curta Estabeleci um pacto comigo própria, ou uma jogada com base em… desde o Outono ou pelo menos desde Outubro, não estar ansiosa e estar numa postura de “basta,” matéria que pareço praticar cada vez mais. De modo que talvez a sessão breve me mantenha mais focada no momento do que qualquer das perguntas que te possa colocar em Novembro ou Dezembro.


Elias: Muito bem.


Linda: Tenho andado a vacilar, sem que chegue a uma decisão quanto ao que se tem vindo a passar comigo, por achar que tudo esteja a correr bem e que o meu corpo se encontra bem com a situação de Dallas, o emprego que tenho e todas essas coisas. Mas subitamente, como que vindo do nada, no dia seguinte, literalmente - quase parece ser no instante seguinte – o meu estômago começa a entrar num estado que me leva a que pareça ter conseguido uns quantos quilos a mais. Nada se verificou em termos de mudança, no entanto eu engordei, e se no dia anterior conseguia envergar as roupas que usava, no dia seguinte é como se tivesse um corpo completamente diferente. Mas depois padeço destas oscilações em que pareço chegar a ponto de não conseguir suportar mais isto, não quero passar mais por isto, e isso faz-me sentir extremamente frustrada.

De modo que não sei bem o que esteja a passar-se, nem o analisei ao pormenor ainda.


Elias: Ah!


Linda: (Ri) Ou talvez já esteja a fazê-lo.



Elias: Esse é um exemplo excelente da percepção. Por evidenciar o poder que a percepção tem. Esse é um exemplo formidável por a percepção não ser o que pensais que seja. E muitos ficam confusos relativamente à percepção, por terem a ideia de que a percepção seja aquilo que pensais; o que pensais relativamente a uma situação, o que pensais em relação ao vosso corpo, o que pensais relativamente a vós próprios, ou às acções, mas na realidade isso não é uma descrição da percepção.


A percepção envolve todos os vossos sentidos, e na verdade é o que usam na criação da vossa realidade. Esse é o instrumento que empregais na criação de tudo quanto tem lugar na vossa realidade; por conseguinte, relativamente à percepção, o que quer que seja que perceberdes levará os vossos sentidos a validá-lo, por isso, mesmo em relação ao que sentis – não sentir apenas em termos emocionais, embora isso também possa ser afectado – mas a ponto mesmo do que sentis fisicamente, do que veem ao espelho, do que veem ao vosso redor; os sentidos validam aquilo que a vossa percepção está a criar, e a vossa percepção é muito flexível, pelo que o que dizes está literalmente correcto – que num dia, ou mesmo numa hora, podem perceber estar num estado qualquer, e no dia seguinte ou no momento seguinte, poderão perceber estar numa situação completamente diferente.


Linda: (Começa a tossir) Peço desculpa. Entro nestas situações em que o meu corpo reage assim prontamente, não é?


Elias: É! E nesse sentido, o que estou a dizer é que a percepção que têm é muito influenciada pelo que estão a fazer, pelo que estão a sentir. Lembra-te de que estou ciente disto poder parecer uma redundância, (A Linda continua a tossir) mas é importante (perceber) que os vossos sentimentos constituem sinais, e que vos expressam e alertam para o que estão a fazer. E há tantas alturas em que as pessoas não prestam atenção àquilo que sentem, porque aquilo que fazeis é – conforme dei conta na interacção de grupo que tive – vocês prestam atenção ao que quer que o primeiro sentimento que produzem revele. E qualquer sensação ou sentimento que produzam subsequentemente a essa sensação inicial, vocês ignoram por estarem a prestar atenção ao sentimento mais evidente. Ou, por outro lado, podem não prestar atenção aos sentimentos que estejam a produzir em primeiro lugar, e poderão prestar atenção a um sentimento subsequente por se fazer ouvir mais alto. É mais forte. Vós prestais tenção ao sentimento que se apresentar como mais forte, e generalizais, tal como podem (…) expressar um sentimento de entusiasmo ou sentir-se confortáveis e contentados. Podem identificar esse sentimento, por ser o mais forte, e avaliar que se sentem satisfeitos com o que estão a fazer nesse dia em particular.


Poderão existir outros sentimentos que possam ter andado a produzir ao longo do dia, e que poderão ter ignorado, ou deixado de lhe prestar atenção, e nessa medida generalizar e dizer: “Eu estava a sentir-me esplêndida, mas aí começaram a ocorrer acções diferentes e tornou-se tudo muito confuso,” quando na realidade podem ter estado a produzir outros sentimentos ao longo desse período que não se fizessem ouvir tão alto, e por conseguinte fossem mais fáceis de deixar de prestar atenção ou ignorar. E nessa medida, parecerá que estejam a gerar essas alterações rápidas e aleatórias que conduzem à confusão. Mas quanto a isso, já referi, os sentimentos que têm contribuem, poderá não ser por completo, mas contribuem para o que produzis na percepção que tendes.


Por isso, poderás, digamos hipoteticamente, que num dia em particular, várias acções ou interacções ou situações que na estimativa que faças pareçam mínimas, e que não consigas encontrar uma blusa particular que queiras usar e possas estar a sentir-te ligeiramente chateada, mas vais em frente e escolhes um outro equipamento e esqueces a coisa. E porventura uma hora mais tarde abordes um membro da família e ele se expresse de maneira que na avaliação que fazes, esteja a deixar de te ouvir; e tu ficas frustrada. Mas expressas para ti própria que não é importante e prossegues.


A seguir talvez produzas algumas acções com que te sintas satisfeita, tu estimes que o dia está a correr bem e que te sentes bem e esqueces a frustração ou o aborrecimento. Mas depois sucede uma outra acção em que voltas a sentir-se aborrecido. Mas parece-te insignificante e rapidamente a rejeitas como sem importância, e tentas manter essa boa sensação. Por conseguinte, aquilo a que estás a prestar atenção será a todas as acções que se tiverem verificado ao longo do dia que validem o facto de se tratar de um dia excelente; por isso corresponder ao que tiveres optado basicamente por dar atenção.


Agora - nos vossos termos – como é que isto funciona? Nesse sentido, não é grave estares em primeiro lugar a prestar atenção ao dia como um dia esplêndido e ao facto de te sentires satisfeita e de estares a avançar no sentido do conforto, mas toda a vez que ignorares qualquer dos outros sentimentos e o puseres de parte, em vez de o reconheceres – lembra-te da metáfora que empregamos do contentor em que depositais energia no decurso do que começa a deitar por fora. É isso que acontece. Toda a vez que descartas qualquer desses outros sentimentos ao invés de o reconheceres no momento, estarás a colocá-lo no contentor, e no dia seguinte, poderás ter que começar o dia com um aborrecimento qualquer, e isso poderá levar o contentor a deitar por fora.


E agora a tua atenção centra-se numa direcção diferente o que consequentemente te influencia a percepção, e agora a tua percepção está a criar um quadro completamente diferente por meio do qual, sempre que te vês ao espelho, passas a veres que da noite para o dia engordaste 4,5 quilos, e a fim de validarem isso, os teus sentidos expressam-se da mesma forma. 


Por conseguinte, o sentido do tacto que tens representa mais do que o mero toque. O teu sentido do toque prende-se com todo o teu sentido físico, com o modo como sentes o teu corpo.

O MATERIAL ELIAS