quarta-feira, 8 de outubro de 2014

"REACÇÃO - CALMA"





Sessão 3043
Terça-feira, 8 de Março de 2011
Participantes: Mary (Michael) e Terri (Uliva)

Traduzido por Amadeu Duarte

ELIAS: Bom dia.

TERRI: Bom dia.

ELIAS: Com está a correr a tua aventura?

TERRI: Muito bem. Eu tive uma grande conversa com a Mary antes e é formidável notar todas as mudanças por que ela está a passar também. Devido a que também o sinta. É agradável ver como isso irradia. Montes de mudanças interessantes e creio que muitas delas estejam ligadas à vaga dos sentidos.

ELIAS: Estão.

TERRI: Nesse caso o coiote…

ELIAS: E da criação.

TERRI: Ah, sim, e da criação. Creio que ainda não vejo que a criação esteja englobada, mas estou certa de que virá mais à luz.

Apareceu-me um coiote no quintal e isso levou-me a pensar que estivesse ligado ao que percebemos como medo. Que devemos temer, mas não fez nada, de modo que representa uma imagética, e não um absoluto. Só por vermos alguma coisa ou ouvirmos algo isso desencadeia esse temor automático, Não que tenha que ser…

ELIAS: Destaca a reacção. Por estarem tão acostumados aos vossos sentidos. Quando veem uma manifestação, quando ouvem uma acção qualquer automaticamente criam uma associação com aquilo que veem, ou com o que ouvem, e também com os vossos outros sentidos com que não estão obviamente em sintonia. Mas eles criam a mesma acção, e vós criais a mesma acção com todos os vossos sentidos, dependendo da associação que despoletam, reagis.

Mas nem sempre por formas que designareis por negativas. Enfatiza a natureza automática das reacções e o quão se revelam frequentes. Certas reacções considerariam positivas ou boas, por reagirem automaticamente a certos tipos de expressão, seja bons ou maus, negativos ou positivos. Mas em muitas situações as reacções que têm são geradas pelos vossos sentidos. Aquilo que veem, o que cheiram, o que escutam, o que sentem, até mesmo aquilo que provam. Provam um sabor estranho e isso poderá desencadear a reacção “Não gosto disto.” Assim como podem reagir com surpresa e dizer: “Isto é muito agradável.”

Mas a questão está em enfatizar, agora nesta vaga, quantas dessas respostas constituem reacções, e como as reacções se acham intimamente ligadas às associações.

TERRI: Nesse caso, não será um outro aspecto disso o facto de provarmos algo e automaticamente reagirmos subconscientemente que esse sabor, aquilo que provo, me faça ganhar peso?

ELIAS: Sim, por isso, podem produzir uma reacção a um sabor agradável que estarão a desencadear a associação de que seja mau. Isto sabe bem e eu reajo-lhe, por ter bom sabor e isso despoletar a reacção automática de que deva ser mau. De que vá influenciar o meu excesso de peso, o que venha a influenciar a imagem que tenho, a minha aparência, e por conseguinte seja mau.

TERRI: Fará isso parte significativa daquilo que estou a fazer?

ELIAS: Em quê?

TERRI: Nisso mesmo...

ELIAS: Estás a proporcionar a ti mesma a oportunidade de detectares reacções.

Eu dir-te-ia que no âmbito desta vaga as reacções constituem uma peça significativa do que está a ser apresentado e realçado. A oportunidade de observarem todos aquilo a que reagem, da frequência com que reagem, ou do quão pouco reagem o que pode representar uma validação, por estarem a apresentar ambos a vós próprios. UM espectro, por assim dizer, e não apenas um lado. Por estarem a oferecer a vós próprios oportunidades de experimentar situações em que não reagem, validando desse modo a forma como aplicam a informação e se tornam mais conscientes. Assim como oportunidades de notarem as situações em que reagem e aquilo que apresentam a vós próprios para abordarem nessa acção de reagirem. Por conseguinte estendem a vós próprios a oportunidade de ser mais conscientes de si mesmos e de não criarem essa reacção.

Deixa que te diga, minha amiga, que em muitas formas esse tema apresenta às pessoas um outro desses conceitos em que automaticamente pensais: “Se não tiver reacções nas expressões que adopto, talvez venha a tornar-me num robô.”

As reacções constituem uma expressão bastante habitual para todos vós. E com isso, ao serem tão habituais e intrincadas nas expressões e comportamentos que adoptam, gera-se a ideia de que sem elas também limitem as vossas expressões emocionais, e se tornem menos emotivos ou passem a sentir menos, o que está completamente errado.

Por as reacções constituírem causas extemporâneas.

As reacções estão quer associadas a experiências passadas ou à antecipação de experiências futuras. Podem nem sequer ter lugar ainda na vossa experiência, mas podem criar associações em relação a experiências antecipadas ou imaginadas. Tais como; uma pessoa pode gerar saúde, assim como pode criar a associação com a palavra e a ideia do cancro. Ora bem; a experiência real pode nem sequer ter lugar ainda na memória real da pessoa. Não tem qualquer experiência dessa acção mas terá imputada uma certa informação em si mesma em relação ao assunto e como tal incorpora uma associação com o assunto, e agora passa a ser uma associação futura. Trata-se da antecipação de uma associação, mas que não tem lugar agora.

As pessoas fazem isso igualmente em relação ao dinheiro, ao ganho da lotaria, ou à criação de ganhos inesperados financeiros. Ainda não terão criado a experiência actual, mas já criaram uma associação relativamente a ela. Pois criaram um conceito em si mesmas do que isso seja, ou do que a experiência traduza, em antecipação. Trata-se de uma experiência da imaginação. E nessa experiência imaginária antecipam aquilo a que deva corresponder e permitem que a associação influencie o presente.

Agora; as reacções estão ligadas quer ao que já se tenha experimentado, ou a uma experiência imaginada antecipada, pelo que serão ou passadas ou futuras. Não se situam no agora. Podem ser despoletadas agora, e na maioria das vezes são despoletadas agora. Dá-se uma acção agora que de imediato acede a essa outra associação, razão porque reagem. Quer a associação esteja ligada a uma experiência actual ou a uma experiência imaginada que tenha sido formulada a partir de informação que tenham adquirido. Em qualquer das situações, o aspecto reaccionário do comportamento está relacionado com uma associação qualquer que não tem lugar necessariamente agora.

Hás-de notar em ti própria ou em situações que possas apresentar a ti própria que não estejas necessariamente a experimentar, que apresentas a ti própria informação. Talvez através de um livro, ou de um programa, ou do relato de uma história de outra pessoa de situações que possam ser um tanto extremadas. No momento da situação a pessoa pode não agir necessariamente da forma que esperas. A pessoa pode gerar um comportamento que pareça estranho, ou por vezes poderás avaliá-lo como inadequado, ou mesmo prolongado, por assim dizer, quando não está a reagir. Ela está a responder à situação, mas a forma como responde pode não parecer necessariamente lógica. Porque o que lhe falta é esse aspecto da reacção. Como o caso em que uma pessoa pode, hipoteticamente, confrontar uma situação em que esteja a observar ou a assistir a uma acção violenta que esteja a decorrer à sua frente. E a pessoa pode paralisar e não actuar mas ficar a olhar. Um segundo observador que esteja a assistir ao primeiro poderá gerar a avaliação e julga-lo: “Por que razão este indivíduo não age? Por que não toma uma iniciativa qualquer? Por que razão não intercede?”

A pessoa que está a observar a acção pode não ter uma associação a que reagir, pelo que não manifesta qualquer reacção. Por isso, estará a apresentar uma nova situação a si mesmo que não terá imaginado, e que não tenha experimentado no passado. E ao não gerar qualquer associação pessoalmente em relação a essa situação não terá qualquer referência a que reagir. Por isso a sua resposta poderá ser muito diferente do que normalmente seria esperado.

Outra pessoa poderá muito rapidamente passar para essa situação e tentar desarmar o perpetrador ou poderá adoptar uma posição de protecção em relação à outra pessoa. O provável é que esse indivíduo esteja a reagir prontamente movido por uma associação qualquer, quer inventada, ou por meio de um aspecto qualquer da sua própria experiência. Pode não ser a mesma experiência, poderá ser o despoletar de uma ameaça a que a pessoa esteja a reagir. Pode ver uma situação de ameaça, pelo que a associação que faz da ameaça é desencadeada e ele é levado a reagir-lhe.

O que não quer dizer que a mesma pessoa que esteja a reagir não elegesse a mesma opção caso tivesse ciente da escolha ao invés de reagir, porque pode. A diferença estará no facto de estar intencionalmente a orientar-se na escolha de modo a envolver-se ou a interceder, em vez de apenas reagir e consequentemente talvez a colocar-se numa posição de ameaça ou de perigo para que pode não estar preparado.

Vós reagis a muitas, muitas situações, e elas estão todas ligadas quer a associações passadas ou futuras. Nessa medida, torna-se mais incentivador tomar consciência de qualquer cenário em que estejam a reagir porque quando estiverem cientes disso poderão capacitar-se em relação a escolhas intencionais. Tal como expressaste em relação ao coiote. Por poderes ver o animal, reagido automaticamente a ele, quer retraindo-te em função do medo, ou abordando-o de forma agressiva, por uma questão de medo, ou evitado, ou adoptado uma reacção que não fosse motivado pelo medo, mas apenas por irritação. Mas em qualquer desses casos não estarias intencionalmente ciente de ti.

Quando reagis não tendes uma consciência de vós intencional. *

Quando têm consciência de si, aquilo que substitui a reacção é a capacitação do saber que dispondes de escolhas. Vós expressais a capacidade de produzir uma consciência das escolhas, e por vezes de muitas escolhas em simultâneo. E nessa medida processais a informação muito rapidamente. Chegais a conseguir isso numa questão de fracções de segundos. Na realidade, quando se capacitam com o conhecimento de disporem das vossas próprias escolhas, leva menos tempo a dar expressão à opção intencional do que leva a reagir. Porque, quando reagem, gera-se um tempo de pausa. Quando reagem, a consciência do vosso corpo encerra-se automaticamente, mesmo por ocasião do entusiasmo. Mesmo nessas situações que designariam por reacções boas ou agradáveis.
Por momentos a consciência, do vosso corpo responde à reacção em termos de choque. E com esse choque barra por instantes toda a informação. Pára. Por conseguinte, por instantes não têm noção de qualquer escolha, ou do que fazer ou deixar de fazer. Nisso chega a despender tempo físico concreto a fim de reagir em vez de tomar consciência das escolhas.

TERRI: Então, todas estas situações que têm sucedido ultimamente, como a penetração de águas na sala de estar, através do telhado, e o coiote, e… tudo isso me está a mostrar essas reacções e associações. Essas situações agudas estão a indicar-me isso?

ELIAS: Na sua maioria, sim.




TERRI: Então, tomar consciência disso constitui o caminho mais directo para a incapacitação…

ELIAS: Sim.

TERRI: Estou mais ciente.

ELIAS: Estás. O que faz parte do processo e do método, pois como poderás abordar uma situação se não tiveres consciência dela? De que modo te poderás fortalecer ou capacitar e proporcionar a ti própria escolhas caso não tenhas consciência de não estares a facultá-las a ti própria? Por isso estás a realçar essas Alturas, essas situações e cenários em que ocorrem reacções e por conseguinte estás a limitar as escolhas que tens, e estás a incapacitar-te. E se facultares a ti própria uma oportunidade de prestares atenção a isso, e de teres consciência de que nessas alturas tu de facto reúnes opções. Pelo que te diria que em relação ao animal, tu não reages necessariamente.

TERRI: Aquilo que acho interessante ao conversar com as pessoas é notar as reacções que geram.

ELIAS: O que é igualmente significativo, tanto mais por as pessoas gostarem de se voltarem na direcção de pensar que são imunes às expressões das massas ou do que classificam como crenças de massas. Por haver muitos que dizem estar além das crenças das massas ou que não tomam parte em crenças de massas.

Crenças de massas enquanto termo, uma vez mais, que cobre a energia de massa.

A energia influencia quer a rotuleis ou não. A energia que é expressada em massa influencia, pelo que aquilo que estás a apresentar a ti própria representa igualmente uma oportunidade de observares essas expressões de massa da energia das reacções, a forma como poderão influenciar, mas também como quando estás consciente das expressões de massa da energia, uma vez mais isso consta da apresentação de uma outra oportunidade para tu efectivamente escolheres intencionalmente se concordas com ela ou não.

...

ELIAS: O reconhecimento de tu própria não estares necessariamente a reagir a cada situação, mas também de te encontrares suficientemente calma e distante o suficiente nesta altura na consciência que tens de ti. Distanciada no sentido desinvestida o suficiente na percepção dos outros para poderes observar e permitir-te escutar e observar as opiniões ou reacções dos outros e observar de uma forma autêntica, sem reagires a qualquer que seja.

...

Quanto mais agitada te encontrares numa situação qualquer menos te capacitas. Pois quanto mais começares a focar-te em fontes externas e mais te voltarem em direcções automáticas, mais permitires expressões de reacção, mais te voltarás no sentido de deixares de te capacitar, mas de certo modo, e de jogares o poder que te cabe para qualquer fonte externa que se te apresente. Isso é o que acontece quanto adoptas esse estado de agitação em ti própria numa base consistente. Porque, quanto mais agitada te tornares menos clareza produzes, e menos consegues dar atenção a ti própria. Podes pensar de forma repetida que isso não representa dar atenção a ti própria.

Quanto mais calma estiveres mais centrada te tornarás. Quanto mais calma estiveres menos importunada serás por fontes externas, por te encontrares mais estável em ti própria, e confiares em ti.

Quanto mais calma for a forma como expressares a tua energia, mais será um indicador do quão confias em ti própria. Isso pode servir de indicador. Mas essa calma não quer dizer necessariamente uma sensação.
Eu referi muitas vezes que as sensações não podem ser usadas consistentemente como Bitola do tipo de energia que estão a projectar, por poderem estar a projectar um tipo particular de energia, e estarem a sentir de modo bem diferente do que estão a projectar. Mas a calma, a tranquilidade, constitui um estado de espírito, e não necessariamente um sentimento ou sensação. Pode influenciar a sensação de satisfação, de contentamento, de paz, mas em si mesmo consiste num estado de espírito. E é uma expressão de serenidade na energia. Isso é calma.



Notarás que nesse estado de calma conseguirás muito mais, e mais facilmente. Começarás a notar que o que antes requeria tanto trabalho e esforço, não requer. E que aquilo que quiseres realizar, consegues realizar por não requerer um esforço considerável. É unicamente uma questão de usares as oportunidades de que dispões e de teres consciência de ti própria. E de manteres esse estado de espírito de serenidade.
Mas nisso também começas a instaurar um equilíbrio, e ao instaurares um equilíbrio começas a reconhecer uma menor categorização. Começas a categorizar menos acções, comportamentos e situações. Por a categorização de acções e de comportamentos geralmente representar a enumeração para ti própria, por assim dizer, do que é importante e do que não é. Ou do que é importante e do que o é menos.
Quanto mais adoptares o equilíbrio, mais começarás a reconhecer que tudo quanto fazes é importante. E que certos aspectos daquilo que fazes são mais importantes que outros. Todos são importantes por todos estarem interlaçados e todos se moverem juntamente e se influenciarem uns aos outros, independentemente das imagens.
Por conseguinte, começas a reconhecer que o que escolhes e o modo como eleges tomar ao desjejum é igualmente importante quanto a forma como interages com o que percebes ser a tua autoridade superior no trabalho. Pois o que tomas e o modo como tomas o desjejum poderá parecer insignificante, mas o modo como o fazes influencia igualmente a forma como interages com esse indivíduo. Se estiveres a abordar o pequeno-almoço com uma atitude de restrição, ou de não poderes consumir, ou de não teres tempo suficiente para esse acto, ou de seres excessivamente indulgente nesse pequeno-almoço, por estares a expressar aquilo que mereces enquanto não crês realmente merecer. Tais acções que empreendes envolvem muito mais que percebes com insignificante ou risível. Elas são muito mais reveladoras e estão ligadas àquelas acções que percebes serem significativas e avultadas. Tal como a forma como interages numa entrevista ou como interages com o teu filho. Parecerão estar completamente não relacionadas, m,as estão, por todas estarem ligadas em termos da energia e a forma como te percebes a ti própria, e aquilo que permites a ti própria e o que não permites. E a forma como te restringes ou coo deixas de te restringir, E se mereces, ou não és merecedora.
Por conseguinte, começas com tal equilíbrio a reconhecer que categorizas menos em, termos de mais importante ou menos importante. Começas a reconhecer que tudo quanto fazes é importante, pelo que, de certa forma, é tudo uma mesma coisa.
A maioria das pessoas quer que os outros sejam como elas próprias, mas discutirão esse aspecto até à morte, que elas não. Ou que permitem que os outros sejam elas próprias, em certa medida. Mas eu diria que esse é o vigor de cada uma das vossas linhas de orientação.
A dificuldade inerente às linhas de orientação está em que se tenham tornado convolutas e que na vossa progressão, na evolução que sofrem enquanto espécie, parte dessa evolução tê-los-á levado a projectar a percepção que têm de vós próprios nos outros exteriores a vós, e esta é uma delas, a de mudar ou de modificar essas orientações, e expressá-las em igualdade de circunstância daquilo para que foram designadas, como sendo precisamente isso, as vossas próprias linhas de orientação quanto à forma com se comportam e às escolhas que elegem, e ao que tem importância para vós. Mudar isso para a expectativa do que os outros devem fazer, ou devem ser. E eu diria que a maioria faz isso, e por conseguinte, querem que o resto do seu mundo seja como eles.
Infelizmente o resto do mundo não adere às vossas próprias linhas de orientação, por serem diferentes. Não são necessariamente iguais a vós, nem virão a ser. Mas o conhecimento disso movê-los-á da posição de sujeição aos outros e às suas diferenças, e no sentido de prestarem atenção a vós próprios e à forma como elegem, as vossas próprias escolhas. “Muito bem, se tu não gostares de certas expressões que os outros evidenciem, que opções poderás ter que te permitam sentir-te confortável ou agradado contigo próprio e com o teu meio? Que poderás fazer para alterar certas situações que te permitem sentir-te satisfeito com o que te rodeia e co os outros?”
Eu diria que em grande parte sempre haverá com quem discordem, ou quem não se entendam; com quem não se sincronizem.
Pois quanto mais te sentires satisfeita contigo própria, e mais calma estiveres, o que gera uma maior clareza relativamente às escolhas que eleges, quanto mais conseguires isso, mais te orientarás objectiva e intencionalmente. Por conseguinte, colocas-te em situações bastante distintas e atrais a ti indivíduos diferentes. Colocas-te em cenáriso diferentes. Começas a criar situações externas que te reflectem essa calma e satisfação que expressas em ti própria.
Conforme tenho referido inúmeras vezes, vós estais constantemente a reflectir. Não a espelhar, mas estais constantemente a reflectir-vos no que quer que esteja a ocorrer no exterior. Quando a vossa realidade na percepção que têm vos parece calma e facilitada, e não tanto um desafio mas satisfatória, não quer dizer que não haja acções tumultuosas a decorrer na vossa realidade, mas não as estareis a apresentar a vós próprios. Por não estarem a reflectir isso de volta a vós próprios. Reflectem cada vez mais aquilo que vós próprios estiverdes a expressar.
©2011 Mary Ennis. Todos os Direitos Reservados.

NOTA DO TRADUTOR

*Esta informação é aqui apresentada em particular relativamente à reacção. Não da acção tomada com base na espontaneidade da ausência de consciência de si, ou estado de presença de espírito, que Elias define como “resposta” como por exemplo no caso de actos de salvamento instantâneos e deliberados sem qualquer reflexão.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.

O MATERIAL ELIAS