sábado, 16 de agosto de 2014

“EXPRESSÕES GENUÍNAS DE AMOR”



“MEDO DO DESAPONTAMENTO”

“FORMA DE LIBERTAR ENERGIA”

“USO DE CRISTAIS – INFORMAÇÃO ADICIONAL”

(Sessão não publicada, de 05/08/2014)

Tradução: Amadeu Duarte

E: Bom dia!

J: Ena, é madrugada para ti, meu rapaz azul.

E: (Ri) Que é que vamos debater neste dia?

J: Eu gostava de prosseguir com a discussão que tivemos subordinada ao amor, que iniciamos da última vez.

E: Muito bem.

J: Quando disseste que o amor representava conhecimento e apreço, referes-te ao conhecimento daquilo por que se sinta apreço, como ver-nos a nós próprios u ao semelhante por aquilo que realmente é e valorizar isso?

E: Sim.

J: Esse conhecimento, esse reconhecimento, que será que requer?

E: Estarás a querer dizer quais serão as expressões do conhecimento?

J: O que eu quero dizer é que para se ser capaz de conhecer dessa forma, que é que precisa estar presente, que será que é necessário para produzir esse tipo de conhecimento?

E: Muito bem. Relativamente ao conhecimento, utilizemos o exemplo o exemplo em que estejais a expressar isso a outra pessoa. Muito bem. Nessa medida, não quer dizer que conheçam todas as suas experiências, ou nos termos que empregais, tudo acerca da pessoa, mas que veem de uma forma genuína o indivíduo, que o conhecem em relação à sua energia, o aquilo que veem não é superficial, mas que percebem o valor que tem, percebem o merecimento que tem, percebem qualidades nela que podem ser dignas de apreço, e que veem para além dos comportamentos.

As pessoas não são aquilo que fazem. E os comportamentos também se inscrevem nesse quadro do que fazeis. Empregam muitas expressões, mas isso não traduz necessariamente aquilo que são. Algumas das expressões que utilizam indicam qualidades daquilo que são, mas não são aquilo que fazem.

J: Então esse conhecimento requer uma abertura em termos de energia

E: Muitíssimo. Sim. E a faculdade de ver para além da superfície, consequentemente ver para além da fachada que a pessoa projecta e perceber a energia genuína, em vez daquilo que ela faz, o que inclui aqueles factores de ver o valor que tem de uma forma genuína, não de forma hipotética nem intelectual. Mas expressar a faculdade de ver de uma forma genuína o valor que tem e de ver o seu merecimento. Não do ponto de vista do conceito de que toda a gente mereça.

J: Eu entendo. Da última vez disseste que na confusão… sabes… como no caso de alguns que nem sequer sabem o que buscar ao falarem na dicotomia existente entre a definição adquirida do amor a partir das experiências que temos e o que realmente é. Dirias que eu tenha mesmo experimentado o amor neste foco?

E: Eu diria que sim, que experimentaste momentos desses.

J: Por vezes as sensações que tenho acerca de ti, poderia isso ser descrito como amor?

E: Sem dúvida.

J: Está certo. Da última vez também disseste que substituímos, criamos substitutos para o amor, e que estabelecemos critérios. Esses critérios são destinados a servir de medidas protectoras no sentido de se evitar ser magoado ou prejudicado, não?

E: São.

J: Mas eles prestam-se a essa definição errónea do amor que nós desenvolvemos.

E: Prestam. Agora, um outro factor que poderá ilustrar do quanto a afectação de tal definição distorcida do amor pode ser, por eu compreender que na maioria das situações em que digo que tendes uma definição distorcida do amor que vos afecta em todas as coisas, em todas as interacções que tendes – não só nos relacionamentos que tendes com as outras pessoas ou manifestações – mas que pode afectar qualquer e todas as interacções que tendes, essa torna-se numa ideia de difícil aceitação para as pessoas, por terem dificuldade em identificar como isso seja possível. Mas deixa que te proponha um outro exemplo que poderá ser mais fácil e mais compreensível para veres a afectação.

Em muitas situações e no caso de muitas pessoas, uma parte da definição distorcida que têm do amor inclui a obediência. Ora bem, a obediência pode ser traduzida em muitas, muitas, muitas formas e por múltiplas capacidades. Por conseguinte, pode influenciar em situações de trabalho. Pode influenciar em situações de amizade. Pode mesmo influenciar em situações que podereis perceber como bastante benignas, tais como entrar numa loja ou numa drogaria e a forma como se comportam numa situação dessas, tal como um balconista dar-vos uma ordem, para colocardes as vossas compras ou os vossos artigos numa posição particular, e vocês fazerem isso.

J: A ideia distorcida aí patente será a de que se amamos, obedecemos.

E: É, e nesse sentido, poderão não identificar necessariamente que isso esteja ligado, por poderdes dizer a vós próprios que não amam o caixa da loja. Mas isso não importa. Trata-se de uma influência que permeia automaticamente os vossos comportamentos, mas a que estará isso ligado? Ao facto de que, se forem obedientes, então sereis bons. E se forem bons, então sereis dignos de amor.

J: Isso faz sentido.

E: Por isso, há muitas capacidades em que as definições distorcidas desse termo e dessa expressão podem influenciar nos comportamentos que tendes na base do dia-a-dia por formas que nem sequer consideraríeis necessariamente. Mas elas influenciam.

J: Essa seria uma óptima questão a colocar a nós próprios em diferentes alturas, conforme disseste da última vez, que podíamos colocar uma questão sempre que empreendemos acções: “Será esta uma expressão de amor, ou não?” Podíamos igualmente, digamos, questionar-nos tipo: “estarei a fazer isto apenas para ser digno de amor?” de acordo com essas diferentes definições erróneas.

E: Exacto, mas para compreenderem isso quando colocam essa questão: “Estarei eu a fazer isto para ser digno de amor?” por isso incluir aquelas ideias de serem queridos ou de serem percebidos como bons, ou de serem percebidos como agradáveis.

J: E nessas Alturas não estamos a ser genuínos.

E: O que eu diria é que a motivação pode não ser genuína. A acção poderá ser uma que possais fazer à mesma. A acção poderá ser uma que empregueis com base numa expressão genuína, mas a questão está em que não estais a escolher isso de uma forma objectiva, estais a faze-lo automaticamente, motivados por uma razão diferente.

J: Eu compreendo.

Eu recebi alguns exames do hospital, que me davam conta de que todos os exames acerca dos parasitas deram negativo e…

E: Parabéns!

J: Bom, eu fiquei um tanto surpreendido. Não sei se esses exames serão precisos, porque aparentemente as amibas têm a tendência para, sabes com é, elas podem escapar mais ou menos a tais testes.

E: (De modo enfático) Mas por que razão estarás tu a questionar automaticamente aquilo que apresentaste a ti próprio sob a forma de validação? Agora, para por instantes e avalia isso e reconhece te é não confiares em ti próprio.

J: Creio que esta reacção particular esteja ligada a esta ideia de que, sabes, serei eu mais poderoso do que a expressão dos parasitas? Mas também está ligada à fraca autoestima que tenho em relação à instituição médica. Mas claro, nós tendemos a pensar que as coisas piorem, e, sabes com é…

E: Mesmo quando dais a vós próprios uma validação.

J: Mesmo assim, claro.

E: Mesmo quando apresentais a vós próprios uma confirmação do êxito que tiverdes tido na realização que tiverdes conquistado, dependendo do que quer que seja, continuais a expressar essa dúvida.
J: Eu tenho cuidado com as minhas esperanças e desejos, Elias.



E: Mas é um ponto significativo, por eu poder dizer que não te encontras sozinho nessa expressão. É muito comum, pela razão das pessoas expressarem que é por isso que sentem receio serem desapontadas.

J: Pois.

E: E nessa medida, uma vez mais, reforça a desconfiança em ti e a ideia de que de um modo qualquer te traias a ti próprio. E nisso, essa é uma expressão significativa, por constituir um indicador de que continuas a olhar para as tuas experiências da perspectiva quer boa quer má, sem estares ainda a perspectivar o quadro alargado de haver muitas alturas em que poderás gerar expressões na tua direcção que te sejam benéficas, mas que possam inicialmente revelar-se desconfortáveis, e que tu apenas não estás a ver como essa expressão será benéfica. Eu já disse isto muitíssimas vezes junto de muitos indivíduos, que apresentam o que identificam ou veem como expressões más ou de desconforto ou de desapontamento, quando na verdade, isso não passa da avaliação automática que fazem. Estão em busca do mau ou do negativo quando na realidade o que poderão estar a fazer pode ser uma oportunidade genuína, e pode alinhar bastante por aquilo que a pessoa deseja. Isso é expressado frequentemente em situações de relacionamentos ou de emprego. Essas são as mais óbvias, em que uma pessoa é despedida do emprego, e a avaliação automática que faz e a percepção que tem de tal acção é que seja má, e porque terão feito semelhante coisa? Mas na realidade, pode muito bem ser o caso do indivíduo esteja a direcionar-se num sentido que seja muito mais agradável, e de ter sentido muito desconforto nessa situação ou nesse relacionamento.

J: Bom, eu posso ver que toda esta situação de lidar com estes sintomas me tem propiciado um movimento dentro de mim, com respeito aos problemas subjacentes, de modo que consigo entender igualmente aquilo que estás a dizer, claro.

E: Mas também existe esse factor, nos vossos termos mundanos, de teres medo de armas. Tu ouviste as notícias relativas a tiroteios tanta vez que se te tornou irritante aos ouvidos e sempre que apresentas o assunto a ti próprio, ficas a antecipar essas notícias de tiroteios, quando na realidade, o gatilho nem sequer foi premido. Portanto, acostumas-te a determinadas experiências, e assim que te habituas a elas, passa automaticamente a antecipa-las, a esperar que ocorram, e por isso, mesmo quando apresentas outra coisa diferente a ti próprio em conjugação com a intenção que tens e o passo que estás a dar, e o facto de teres tentado expressar de uma forma diferente e de teres aplicado a informação, e de teres sido bem-sucedido, e apresentas a ti próprio a validação de tal êxito, tu automaticamente moves-te na direcção dessa experiência familiar de saíres desapontado, e assim, para poderes evitar sair desapontado, tornas-te desconfiado e não aceitas a realização. Temes a notícia do uso de armas.

J: Não haverá igualmente o que poderás chamar de “relicários”, dos relicários que erguemos em torno desse tipo de experiências?

E: Pode ser, e alguns indivíduos fazem isso. Essa será uma situação em que fazem isso repetidamente a tal ponto que se torna opressivo. Os relicários constituem expressões que incorporam um período de tempo considerável a desenvolver.

J: Muito bem. Quando te pressenti de uma maneira acentuada há umas semanas atrás enquanto estava em busca daquela citação do Seth na web, aquela que versa acerca sobre o facto de estarmos condicionados a esperar que as coisas piorem, foste tu a expressar encorajamento relativamente a essa informação, não foi?

E: Fui.

J: Por isso influenciar bastante toda esta situação da sintomatologia.

E: Estou de acordo.

J: E também representa uma forte concentração massiva sobre essa deterioração relativa à aceitação das crenças médicas.

E: Correcto.

J: Qual será um meio efectivo particular e modo seguro para mi de libertar energia que possa achar-se armazenada no meu corpo físico, tal coo aquelas emoções provenientes da minha infância que debatemos da última vez? Eu toquei algumas emoções bastante profundas em sessões terapêuticas, como nas do Técnica de Libertação Emocional e da regressão, que diria me terão conduzido a uma certa libertação, só que não me convenço que escavar o passado constitua o meio mais efectivo para mim de libertar essa energia.

E: Mas, em certa medida eu estou de acordo. Eu dir-te-ia que em certa medida, permitires-te recordar experiências passadas pode ser válido – ATÉ CERTO PONTO. Mas também diria que não é necessariamente eficiente voltares-te na direcção de te consumires com a tentativa de estar continuamente a escavar, segundo os termos que usais, as vossas experiências passadas, por não ser necessário. Eu diria que, uma vez mais, é muito mais uma questão de estar presente, que quanto mais presente estiveres, mais observarás. Quanto mais observares as próprias respostas que dás e as recções que tens nas mais diversas situações, mais atenção prestarás ao que fazes, e mais atenção começarás a prestar ao que sentes. E com isso, não é somente uma questão de prestares atenção ao que estás a fazer, a pensar, a sentir, mas será que se enquadram? Será que o que fazes, pensas e sentes combina uma coisa com a outra e consequentemente criam harmonia? Ou o pensar e o fazer, o sentir não combina e por isso gera desarmonia ou conflito?

E quanto mais presente estiveres mais ciente te tornarás desses factores. E nessa medida, nem sempre te será necessário recordar e identificar experiências passadas, porque se tiveres consciência de algumas das associações que te conduzam na direcção de prestar mais atenção por certas formas. Não é necessário que analises tudo quanto fazes ou tudo quanto tenhas feito. Mas nessa medida, quando estiveres mais presente, e realmente estiveres a prestar atenção, começarás automaticamente a apresentar a ti próprio respostas. Quando observares que o teu pensar, sentir, e fazer não estão em harmonia, e que não se expressam sempre na mesma direcção, então serás impelido a questionar-te sobre qual será a diferença.

Agora, para um indivíduo focado no pensamento, aquilo que te diria é que, se o teu pensar, fazer e sentir não se acharem em harmonia uns com os outros e forem diferentes uns dos outros, aquilo que eu sugeriria a um indivíduo focado no pensamento seria para prestar atenção àquilo que está a sentir, e ao que isso significa para ele. Qual será o sentimento que experimenta, e o que esse sentimento significa para ele. Porquanto relativamente a um indivíduo focado no pensamento, vós estais tão acostumados a pensar e a fazer que o vosso indicador de qualquer discórdia assenta no vosso sentir.

J: Interessante. Claro.

E: Aquilo que eu diria a um indivíduo focado no emocional, por eles também estarem acostumados a prestar atenção aos sinais, pelo que, como estão tão habituados a prestar atenção aos sentimentos, aquilo que lhe diria seria para prestar atenção ao que está a fazer, por existir uma diferença entre o que está a sentir e o que está a fazer. E por aquilo que não é necessariamente o mais exacto, no caso deles, ser o sentir.

O que poderá não ser tão preciso para um indivíduo focado no pensamento numa situação em que todos esses três elementos não correspondam, é o pensar.

J: Obrigado.

E: Por isso, esse é um dos modos porque poderás ter noção e assim também reconhecer como poderás libertar energia.

Ora bem; se não reconheceres o modo de libertares energia, deixa que te apresente um exemplo. Digamos que observas que o teu pensar, o fazer, e o sentir não correspondem. Notas que o sentimento que tens é diferente. Nisso, digamos que identificas aquilo que estás a sentir; define-lo e reconhece-lo. Mas digamos que ao fazeres isso, continuas a questionar e a dizer a ti próprio: “Muito bem, e agora, que é que faço?”

Nesse sentido, uma vez mais, olhas o sentimento e define-lo, e avalias qual será a acção de afectação – não pensamento – que representará uma acção efectiva para mim empregar que me permita libertar essa energia? Se o sentimento for de inquietação, uma acção efectiva seria de te moveres.

J: Para me mexer, disseste tu.

E: Sim, seria empregar o teu corpo num movimento físico, dar uma caminhada, dançar, saltar, mexer o corpo.

Se for um sentimento de tristeza, uma acção efectiva será a de chorar, e caso não te consigas impelir a chorar no momento, emprega uma acção que te leve a chorar. Lê um livro sentimental.

J: Esses não me fazem chorar; fazem-me estremecer.

E: Assiste a um programa que te inspire na tua televisão. O choro nem sempre é incitado pela tristeza. Mas se o sentimento for de tristeza, um excelente escape para a energia seria chorar. Existem muitas expressões diferentes que te poderão impelir a chorar.

J: Eu compreendo.

E: Se for um sentimento de ansiedade, envolve uma acção que liberte essa ansiedade. Talvez escrever num diário.

A libertação da energia constitui a expressão de uma acção efectiva. Porquanto libertar energia é…

J: É uma forma de expressão.

E: Sim, e constitui a exigência da produção de uma acção qualquer. Não libertais energia apenas sentindo com relação a ela. Libertais energia por meio do fazer. Por isso, quando notares que o sentimento difere do fazer e do pensar, enquanto indivíduo focado no pensamento, presta atenção ao sentimento, define-o, e se a intenção que tiveres for de libertar energia, emprega uma acção que esteja associada a esse particular sentimento para libertares a energia.

J: Obrigado. Vou experimentar isso.

E: Muito bem.

J: Durante as últimas semanas ou meses, e em diferentes ocasiões, tenho sentido energia por debaixo do meu corpo quando permaneço deitado, particularmente de costas, mas também nos braços e nas pernas. Parece-se com ondas que me erguem ligeiramente, um tanto como flutuar. E tenho interpretado isso como uma acção de apoio da parte da essência.

E: Eu concordo bastante.

J: Isso envolverá mais do que uma essência?

E: Envolve.

J: Parece que seja um grupo.

E: É.

J: Será o meu pequeno panteão do Elias e do Sampta e do Tompkin, e da Liva e…?

E: É.

J: É mesmo!

E: É.

J: Hmm, obrigado.

E: (Ri)

J: É muito agradável.

E: Não tens o que agradecer.

J: Eu gostava de falar sobre os cristais.

E: Muito bem.

J: A pedra lápis, não precisará de limpeza nenhuma em nenhuma altura?

E: Não. Não.

J: Terei lido correctamente, ao ler que essa pedra também esteja associada a ti?

E: Está.

J: Então podia ser usada para promover a ligação com atua energia.

E: Sim.

J: Tu disseste que os antigos Egípcios a utilizavam para estabelecer contacto. De que forma, e como é que isso se enquadra nas propriedades que tem de realçar a energia de uma forma tranquilizante que referiste?

E: Se te permitires avaliar tornar-se-te-á compreensível. Assim, utilizando-a na ligação com diferentes energias, podia ser na expressão de outro indivíduo. Podia ser com outras energias.

Agora, entende que a cultura deve ser levada definitivamente em consideração relativamente à motivação e à razão para o fazerem. Por isso, uma pessoa tal como um sacerdote ou uma sacerdotisa ou mesmo um cônsul, podiam utilizar essa pera para entrar em contacto com a energia de outra pessoa e aceder à expressão ou à intenção de outra pessoa relativamente ao que estivesse a fazer. De certa forma, era frequentemente usada para espiar outros indivíduos a fi de determinar aquilo que estavam a empreender e a motivação que tinham, e por conseguinte, igualmente para produzir medidas protectoras em relação ao objecto da suspeita.

Agora, nessa medida, o modo como isso é facilitado é, antes de mais, que o utilizador devia estar num estado de calma e de abertura.

J: Certo.

E: Nessa medida, também é usada para amplificar a energia dos outros para a apresentar de uma forma mais clara. Quanto mais amplificada a energia for, ou a expressão, mais fácil e claramente a podereis ver.

J: Certo. Então a pedra possui a capacidade de amplificar a energia assim como de estabelecer ligação com outras expressões de energia.

E: Possui, por permitir ao utilizador expressar um estado de tranquilidade e de abertura e de seguida projectar e entrar em contacto com outras energias. Mas deixa-me também referir que eles as usavam relativamente às interacções que tinham com o que identificavam como deuses.

J: Que eram outros seres dimensionais?

E: Por vezes, e que noutras ocasiões eram outras essências.

J: Muito bem.

E: Nesse sentido, isso permitia-lhes aceder a informação que não era necessariamente física.

J: Pois, e é uma questão de programarmos essa pedra? Poderá ela ser programada?

E: Define o sentido que empregas nisso.

J: Bem, sabes, por vezes ouvimos falar nisso em relação aos cristais, não ao lápis em, particular necessariamente, mas as pessoas dizem, para programarmos o cristal com a intenção ou algo do género.

E: O que eu diria é que isso é uma afirmação que é influenciada pelas crenças que o indivíduo tem relativamente às pedras, mas vós estais essencialmente a fazer isso ao expressarem uma intenção. Mas não quer dizer que a pedra a detenha.

J: A intenção direcciona a energia, mas não é necessariamente… a pedra não guarda necessariamente essa directriz.

E: Exacto. Não a preserva. Responde-lhe no momento, e consequentemente, por assim dizer, sim isso está certo, por na verdade estares a fazer exactamente isso no momento, mas a pedra não armazena a intenção.

J: Mas a simples formulação da intenção no nosso pensar será suficiente?

E: É.

J: O quartzo rosa, sugeriste que o colocasse á luz do dia para o limpar. Colocá-lo em água salgada não terá o mesmo efeito?

E: (De modo enfático) NÃO! Não! Em absoluto.

J: As pessoas por vezes dizem que devemos limpar os nossos cristais com água salgada. Será isso indicado no caso de certos cristais mas não no do quartzo rosa?

E: Aquilo que te diria é que o podes fazer com outras pedras, que na realidade não as afecta necessariamente. Não as prejudicará, nem as alterará. Mas tampouco lhes provoca qualquer influência.

J: Disseste que o quartzo rosa é a única pedra que exige que se esvazie à luz do dia. Será que mais alguma pedra ou cristal exige diferentes tipos de limpeza, para além de as colocar à luz do dia?

E: Eu diria que não é necessário colocar nenhuma outra pedra à luz do dia. Não é necessário esvaziar qualquer outra pedra à luz do dia ou de qualquer outro modo. Elas fazem isso naturalmente, ao não reterem a energia naturalmente. Elas só expressam essa facilitação ao moverem a energia ou ao realçarem-na por qualquer forma, mas não a absorvem.

J: O que é que sucede à energia absorvida pelo quartzo rosa? Pode ela ser prejudicial uma vez tenha absorvido a energia se continuarmos a utilizá-lo?

E: Não, definitivamente não. O que acontece é que ela dissipa-se naturalmente, e por isso é automaticamente reconfigurada.

J: Então, é apenas para manter a pedra na sua potência, conforme disseste, para a manter efectiva, será uma óptima ideia esvaziá-la regularmente, mas não seria prejudicial caso não o fizéssemos.

E: Sim. Sim. Relativamente à sua eficiência e afectação, sim, quererás esvaziá-la regularmente, portanto, uma vez por dia quererás empreender tal acção. Mas se não o fizeres, ou se te esqueceres de o fazer, não te será prejudicial por forma alguma. O que acontece é simplesmente que não será tão eficaz. Ou caso a pedra mantenha a potência total da energia, para essa mesma pedra, não será eficaz de todo. Notarás uma diferença notória. Haverás de notar que quando a empregares ela será muito menos eficaz, ou que não será eficaz de todo. Mas então se a colocares ao sol por cinco ou dez minutos e a voltares a usar, haverás de notar uma diferença considerável.

J: Já fui capaz de perceber em certas Alturas os movimentos de energia ao utilizar o quarto rosa e o lápis. Foi verdadeiramente entusiasmante. Nem sempre o percebo com tanta clareza, mas algumas vezes percebi-o. Poderá isso ser medido, a forma de aplicação energética das mãos em combinação com os cristais que tenho a aplicar no meu sistema digestivo, serias capaz de dizer qual a percentagem em que contribui para a cura, por ter realmente melhorado desde a última vez que falamos.

E: Se poderá ser medida? Pode. Eu diria que também poderá ser medida de uma forma física. Se usares uma vara de adivinhação, poderás medi-la pela extensão em que o teu campo de energia se projecta a partir do teu corpo e a diferença na distância, mas em relação a uma percentagem, sim, também pode proporcionar isso.

Em relação a todas as coias que tenho vindo a fazer, qual será a contribuição dessa acção da aplicação das mãos e dos cristais?

E: Eu diria que tens sido cem por cento bem-sucedido, e diria que quanto a uma percentagem da diferença, que terás produzido… aproximadamente 79 a 80 por cento de diferença.

Fim

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