sábado, 16 de agosto de 2014

“A IMPORTANCIA DE REDEFINIRMOS O AMOR NESTA ONDA RELIGIOSA”




OBRIGAÇÃO E A RESPONSABILIDADE”

“TRABALHAR COM CRISTAIS”

(Sessão não publicada, de 24-07-2014)

Tradução: Amadeu Duarte (Excerto)

Elias: Boa tarde!

J: Ha! (Ambos riem) Boa tarde, Elias.

E: E tu, que tens realizado?

J: Bom, conforme provavelmente estarás ciente, tem-se passado muita coisa, e assim hoje vou querer debater a cura.

Mas antes de entrarmos nisso, eu tenho uma pergunta rápida da parte de mais alguém. O John Rymer, Illianni, será quem dirige o foco de Auguste Rodin?

E: É.

J: E o Roger Vitrac?

E: Observador.

J: Ele também será observador durante toda a sua vida do Andre Breton?

E: É.

J: Okay, obrigado.

E: Não tens de quê.

J: Bem, durante os últimos dez dias ou duas semanas eu tenho vindo a experimentar uma crise significativa na região do meu cólon e do meu sistema digestivo. Este episódio particular terá de certo modo sido despoletado pela sessão de Técnica de Libertação Emocional que tive alguns dias antes de começar?

E: Eu diria que contribuiu para isso.

J: Durante essa sessão acedi a emoções muito potentes que pareciam estar relacionadas com a minha infância, de modo que terá sido esse o elemento que terá contribuído, não foi?

E: Foi.

J: Mas esta crise que tive com o cólon…intestino…está ligada aos sintomas parasitários que tinha experimentado antes, não?

E: Está.

J: Eu pensei que tinha criado um avanço significativo relativamente a esse problema, nos meses mais recentes. Pelo que estivemos a debater antes, sabes, mas também sou capaz de entender que a dinâmica da responsabilidade que sinto pelos outros continuou, em particular na área das interacções que tenho no trabalho, mas também identifiquei uma outra expressão que tem parte no afastamento desta dinâmica da energia pessoal que descreves como o elemento da obrigação, sentir-se obrigado.

E: Sim.

J: Assim, também diria que aquilo que tenho vindo a experimentar durante as últimas duas semanas também represente uma crise de poder. Não poderás revelar-me mais acerca da imagética do aumento dos sintomas?

E: Antes de mais, deixa que refira dois factores significativos que estão interligados. Um é o de que aquilo que estás a experimentar e o que muitos outros indivíduos estão a experimentar se acha bastante associado a esta presente onda. O outro factor é que em relação a esta onda, está a criar uma situação em que está a incitar as pessoas a redefinir certas expressões de uma forma mais exacta e real.

Agora; o que isso significa é um dos temas que está a ser abordado ou induzido em muita gente, se não na maioria, é o tema do amor.

Ora bem; inicialmente isso poderá parecer não estar completamente relacionado com o que poderás estar fisicamente a experimentar, mas na realidade acha-se fortemente ligado, porque para genuinamente gerares uma expressão de amor-próprio que possa promover a saúde e fortalecer-te enquanto indivíduo, esse constitui, por assim dizer, um critério básico.

Agora, nisso, aquilo que está a ser incitado a ser abordado não é ao PALAVRA amor mas aquilo que realmente representa, e pela diferença com que cada um de vós o define na realidade. Vocês definem-no em relação às vossas experiências, o que difere bastante da forma como o definem intelectualmente. E esse é um factor consideravelmente significativo. Ora bem, já referiste nesta conversa que já encontraste uma correspondência entre a experiência que produziste recentemente e o aumento da manifestação física do desconforto. Não foi?

J: Uma correspondência entre o sintoma e o que mais?

E: E a recente experiência que geraste.

J: Ah, pois. Pareceu mesmo um incremento do que já representava um problema nessa área.

E: Exacto. Só que entretanto, tu passaste por essa experiência do Técnica de Libertação Emocional, certo?

J: Foi.

E: E isso suscitou um elemento qualquer, trouxe ao de cima alguma experiência que enfatizou, não foi?

JP: Foi; trouxe à superfície algumas perturbações emocionais que também diria acharem-se presentes, muito embora não esteja continuamente ou geralmente ciente delas num nível objectivo.

E: Exacto, mas nisso reside a questão. Nessa medida, estabeleceste a correspondência de que essa experiência também tenha estado ligado aos sintomas físicos que sentiste.

J: Sim.

E: E que está certo. Agora; de que forma se enquadrará isso em relação a este tema do amor? A forma como está ligado é… Deixa que te coloque uma pergunta primeiro. Antes de mais, como definirias o amor neste momento?

J: Amor consta do apreço genuíno. Já te ouvi dizer antes que não é um sentimento. Amor é uma forma de valorização, uma forma de apreço genuína, além de um estado de espírito?

E: Muito bem. E essa será a definição que lhe darás presentemente, certo?

J: É, mas trata-se de uma definição intelectual. O que não necessariamente dizer que o esteja a experimentar neste momento.

E: Muito bem, então que dirias que seja a tua própria definição de amor? Que ideia tens do que o amor represente?

J: Sabes que mais, não estou absolutamente certo quanto a isso, mas parece estar ligado a essa ideia de estar presentes uns para com os outros, para com os outros, ser capaz de contar com as pessoas. Mas ao dizer isto, posso perceber como esta questão está relacionada com o sentimento de responsabilidade por outras manifestações, para além do próprio desapontamento que senti ao não ter sentido isso da parte dos meus pais, o que está ligado ao que estava a sentir durante a sessão de TLE.

E: Precisamente. Agora estás a chegar à questão, porque nisso, o que te diria que define o amor como algo que realmente represente é a expressão de conhecimento e de apreço. Ora bem; que quererá isso dizer? Bom, examinemos igualmente o tipo de definição do amor que desenvolveste em relação às tuas experiências. Uma, é a de que o amor não seja seguro, por aqueles que supostamente vos amarem fazerem o quê?

J: Não serem capazes, ou nos rejeitarem, ou nos dizerem que não somos suficientemente bons, ou…

E: Correcto.

J: Ou que não somos desejados.

E: Exacto. Por isso, a pessoa para quem te voltas ou que seja suposto amar-te ou que professe mesmo o facto de te amar, porta-se através de formas de desvalorização ou por modos destrutivos, e que te expressam o facto de não seres importante. E à medida que cresces, prossegues com a ideia do que o amor devia representar, caso alcance expressão, mas tu já desenvolveste uma definição de que o amor seja suspeito, e de que não seja coisa segura.

J: Que não podemos confiar nele.

E: Correcto.

À medida que crescem começam a desenvolver essa desconfiança não só em relação às fontes exteriores, como também em vós próprios. Se amarem, isso também será de suspeitar, por o próprio amor não ser objecto de confiança e não ser seguro. Por conseguinte, se amarem. Por isso, se amarem, será de esperar que criem dificuldades e prejuízo e isso em última análise sairão magoados.

Bom; tu não pensas no amor nesses termos. Quando pensas no amor, pensas em sentir-te bem. Pensas em ser valorizado. Mas a tua experiência produziu uma definição diferente daquilo que o amor realmente representa, e isso gera dificuldades consideráveis, porque se o amor não for seguro e se for suspeito por ser prejudicial, com poderás tu mover-te na direcção de expressares um amor genuíno por ti próprio? Não podes. Lutarás com isso, e rejeitá-lo-ás.

Agora; relativamente à definição real do amor, aquilo de que te darei conta é de uma ligeira expansão disso, por o amor constituir uma expressão genuína de conhecimento e de apreço, a qual, em grande parte, em qualquer expressão que o amor obtenha, cria automaticamente um derivado sob a forma de sentimento, um sinal, que se expressa através do afecto. Nessa medida, quando expressais um amor autêntico, composto de conhecimento e de apreço, automaticamente haveis igualmente de produzir esse sentimento de afecto em combinação com isso.

J: Só que o sentimento não representa a origem dessa acção…

E: Correcto. É um derivado.

Nessa medida, quando também te permites avaliar genuinamente com relação a esse termo do amor – esse conceito, tu ESPERAS precisamente que seja aquilo que é. Queres isso da parte dos outros, e esperas isso da tua parte. Queres que os outros indivíduos amem por meio da expressão de conhecimento que tenham de ti, e assim, que ao te conhecerem te aceitem, e que sintam apreço por ti, e consequentemente, que reconheçam a importância que tens e o valor que tens. ISSO é amor.

Nessa medida, naturalmente desejas isso da parte dos outros assim com da tua própria parte. Mas, como poderás expressar isso a ti próprio, e como o poderás receber da parte dos outros se a definição que tiveres do amor for enferma e conduzir à desvalorização, se for suspeita, fonte de insegurança e prejudicial?

J: Bom, é um tipo de sabotagem.

E: É, por aí nem sequer saberes o que procurar em relação ao que o amor seja. Por isso substitui-lo, e produzes um critério do que pensas poder ser confortável para ti e do que pensas possa ser satisfatório para ti em relação às expressões provenientes dos outros ou relativamente a ti próprio.

J: Então a questão aborda esta dicotomia existente entre a actual definição que evoluiu ao longo do tempo e a experiência real do que seja e do que possa ser.

E: Sim, pela razão de que isso é tão importante que está directamente ligado com o merecimento.

J: Bom, consigo ver que tenho um monte de problemas com isso igualmente. Claro.

E: Precisamente. Por numa expressão genuína efectiva de amor, tu mereces. Não mereces - segundos os termos que empregais, para o colocar em termos simples - que te ocorram coisas más. Mereces tudo quanto queiras, tudo quanto desejes. Mereces sentir-te SEMPRE confortável e contente e satisfeito. Nessa medida, não desejas ser responsável por mais ninguém ou situação alguma. És responsável por ti próprio. E a responsabilidade por vós próprios não constitui aspecto nenhum negativo; é fortalecedor. Por a responsabilidade por vós próprios significar (de modo veemente e deliberado) que sempre dispõem de escolha. Jamais estão sujeitos, mas sempre dispõem de escolhas.

J: Bom, no início da conversa mencionaste o facto de muita gente estar a passar pela experiência de…

[Parte omitida]

E: Não é tão branco no preto quanto a maioria das pessoas pensa, tal como com a questão da pressão ou da obrigação ou da responsabilidade; não é necessariamente uma questão de se afastarem disso e dizerem não. Falando em termos metafóricos, é uma questão de dizerem não a vós próprios por diferentes modos, o que se relaciona muito directamente com o que estivemos a debater em relação ao amor. Será esta uma acção que expresse amor? Não. E identificá-la. Se estiverem a sentir-se obrigados, se estiverem a sentir-se responsáveis, se estiverem a pressionar-se relativamente a uma acção determinada ou a uma pessoa particular, façam uma pausa momentânea e indagai: “Será isto uma expressão de amor? Será isto que o amor representa?” Por muitas das acções que tendes relativamente à obrigação e à responsabilidade, pensais que sejam motivadas pelo amor, mas é naquele amor que lhes ensinaram ser errado que baseais as vossas acções. E uma dessas acções consta de serem altruístas, ou em colocarem o semelhante à frente.

J: Isso é muito budista.

E: (Ri) Mas nisso, geram-se associações bastante automáticas em relação àquilo que pensais ou estimais que seja o amor. Mas não é.

J: Está certo; isso já muito com que trabalhar, mas vejo que se vai desenvolver por um processo de incremento…

E: Sim.

J: No que diz respeito à minha situação imediata, existirão algumas acções ou substâncias que possa fazer ou incorporar que se achem de acordo com as preferências que tenho que auxiliem os sintomas em si mesmos?

[material cortado]

E: Isso, mas com muito mais parcimónia.

J: E que dizer da altura em que comecei a sentir-me mal, e em que comecei a empregar passes de energia com as mãos, na maior parte na região do ventre? Eu tive a impressão de que seria benéfico. Será que isso causou alguma influência?

E: Causou, e eu encorajo-te a prosseguires.

J: Está bem. Essa era a pergunta que tinha. Okay. Mais perguntas acerca…

E: Sim. Quanta água ingeres ao dia?

J: Bom, agora com todas as diferentes ervas, as diferentes infusões, eu bebo bastante água, talvez uns três ou quatro litros.

E: Excelente. Muito bem.

J: Além disso, sabes, na noite passada algo…

E: Um instante! Ora bem, estás a dizer que consomes três ou quarto litros de água, mas de forma combinada, certo?

J: Sim, na infusão das ervas. Por esta altura é isso que estou a fazer. Quero dizer, geralmente bebo muita água simples, só que agora preciso incluir… Quero dizer, tenho estado a usar todas essas ervas, de modo que não ando a beber oito litros de água mas mais uns três ou quatro, mas muita juntamente com as ervas.

E: Muito bem, e com isso, quanta água com limão consomes?

J: Não tanta quanto isso. Talvez um copo ao dia.

E: Muito bem.

J: Será demasiada?

E: Não, embora te possa dizer para não excederes essa medida, porquanto embora o limão possa ser excelente e incorporar propriedades curativas excelentes, também pode produzir o contrário em caso de quantidade em demasia.

J: Okay, obrigado.

E: Muito bem.

J: Na noite passada tive alguns sintomas de náusea na garganta e na língua, mas não muito fortes. Quero dizer, por que terá isso ocorrido? Por ser uma coisa nova. Quero dizer, ontem não foi muito mau, mas nos outros dias foi realmente forte, e eu pensei que o sistema nervoso estivesse a ser afectado. Que terá sido isso?

E: Que avaliação fazes tu? Acha-se bastante ligado ao que estivemos anteriormente a debater.

J: Quando passei pela sessão de TLE e fiz… Eu tive uma outra sessão durante a crise e ela foi um tipo de sessão curativa, mas acabou por se tornar mais numa regressão, e eu senti um enorme bloqueio de energia no centro de energia azul…

E: Precisamente.

J: Peço desculpa?

E: Sim.

J: Então esses bloqueios energéticos emocionais do centro de energia azul é o que está por detrás disto, desta estranha náusea que senti nessa área?

E: É. É.

J: E aquilo que é requerido é que me permita uma fluência livre na expressão.

E: Excelente. É. Excelente, meu amigo.

J: Estou a começar a unir as pontas.

E: Estás sim. Estás mesmo muitíssimo, e eu estendo-te o meu enorme reconhecimento. Sim, isso está correcto, o facto de não ser uma questão de entrares em pânico, nem uma questão de tentares mudar isso, mas de descontraíres, de permitires a expressão, de a reconheceres, e com isso, reconhece, isso é uma libertação de energia. É a energia a percorrer o seu caminho de saída, por assim dizer.

J: Então na verdade é benéfico.

E: É.

J: Ah, Deus! E eu que estava a pensar que alguma coisa fosse romper-se, e eu morresse. Eu redigi o meu testamento esta semana, sabes?

E: (Ri) Eu garanto-te que não estás a morrer.

J: Está bem. E que dizer de toda a imagética que tenho visto associada a veículos de emergência… Pelos céus, é assombroso o número de ambulâncias e de carros da polícia e de prontos-socorros que tenho visto. Eles estacionam em frente à minha janela e estão a passar a toda a hora, como se fosse…

E: Eu diria tratar-se de uma imagética bastante compreensível que estás a apresentar a ti próprio que te reflecte precisamente aquilo que estás a fazer.

J: Então não se trata necessariamente de aviso nenhum: “Vai para o hospital”?

E: Não.

J: (Aliviado) Ah, quão agradecido fico.

E: Não é necessariamente isso, nem é necessariamente uma imagética ligada à urgência; é mais um alerta veemente.

J: Está bem. Existirão alguns cristais que recomendes com que eu possa trabalhar acerca disto? Mas antes de mais, ter-te-ei ouvido correctamente a dizer que os cristais exercem efeito por si sós e a partir de si mesmos, ao contrário das substâncias e dos sons, para que nós…

E: Sim. Sim. Sim, eles incorporam propriedades e qualidades em si e por si mesmos, e por conseguinte, sim, podem ser úteis ou constituir uma ajuda para ti por expressarem qualidades diferentes.

J: Então, quando faço este trabalho de energia com as mãos, se colocar um quartzo rosa sob a mão isso será benéfico?

E: Sim, eu diria que o quartzo rosa se destaca; ele absorve a energia. Por isso absorve a energia indesejada. Mas também se faz necessário esvaziar um quartzo rosa. O quarto rosa é a única pedra que exige tal acção, por exigir que seja esvaziada, e o modo como se faz isso é colocando a pedra à exposição directa da luz solar durante aproximadamente cinco a dez dos vossos minutos.

Agora, não tem importância, e eu já referi isto anteriormente, mas vou referi-lo uma vez mais, não importa que o dia esteja enevoado. Quando refiro que coloques a pedra directamente à luz no exterior, isso significa não a colocar debaixo do banco nem coberta. Coloca-a numa área em que fique exposta à luz directa do sol. Não importa que esteja coberto por nuvens, porque independentemente disso a pedra interagirá com o sol, e esvaziar-se-á. É apenas uma questão de a colocares no exterior durante cinco ou dez dos vossos minutos, que isso revelar-se-á adequado. E não importa a quantidade a pedra absorva, esse será um período de tempo adequado para a esvaziar. Mas torna-se importante que a esvazies todos os dias.

J: Uma vez por dia será suficiente?

E: Sim, é o bastante. Mas é importante que o faças. Caso contrário a pedra perderá a sua potência.

J: Muito bem. E apenas colocá-la no exterior do peitoril da minha janela é suficiente, ou precisará tocar o solo?

E: Sim, isso é completamente aceitável. Não, não precise tocar o solo.

J: Bom, muito obrigado, Elias. Fico muito agradecido por esta conversa.

E: Não tens de quê. Eu também sugiro que utilizes uma padra lápis, por também poder ser útil. O lápis realça de uma forma que resulta calma.

J: E que a coloque sob as mãos ao colocar as minhas mãos, algo desse jeito?

E: Sim, podes. Tem um efeito calmante.

J: E devo usá-la durante quanto tempo – dez, quinze minutos?

E: Se o preferires. Eu diria que a usasses durante menos tempo, mas podes usá-la durante mais tempo, que de certeza que não exercerá qualquer efeito adverso.

J: Muito bem. Está certo. Bom, desejo que passes um excelente período, que nós havemos de voltar a conversar.

E: Muito bem. Vou ficar na antecipação disso, e estender-te a minha energia de apoio e de encorajamento e auxílio naquilo que estás a empreender.

J: Obrigado.

E: Até ao nosso próximo encontro, meu querido amigo, com um tremendo afecto e um enorme carinho, no sentido genuíno daquilo que ambos os termos traduzem, até ao nosso próximo encontro, aurevoir.

J: Aurevoir.

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