domingo, 27 de julho de 2014

UM CURSO PRINCIPIANTE EM PROJECÇÃO



Sessão 291

Tradução: Amadeu Duarte



Sexta-feira, 26 de Junho de 1998  © (Grupo/Connecticut)
Participantes:  Mary (Michael), Betsy (Mary), Carole (Aileen), Jim (Allen), Joanne (Hariett), Mari (Cathdarh), Monica (Bridget), Nancy (Jsanelle), Rodney (Zacharie), Sally (Bistell), Sheila (Richard), e o Tom (Thomas)
Elias chega às 7:53 da tarde. (Tempo de chegada: 20 segundos)  

ELIAS:  Boa noite!  (A sorrir)  Cá nos encontramos de novo!

Esta noite vamos começar com um assunto muito popular nesta altura, que é o da projecção (astral). Muitas pessoas nesta altura se acham fascinadas com a consciência e a manipulação delas próprias no âmbito da consciência e com o aspecto experimental das diferentes áreas de consciência.


Ora bem; deixem que lhes diga que no âmbito da projecção, ou daquilo que designam por experiência for a do corpo, (a sorrir) elas ocupam a mesma Área Regional 1 que vós ocupais durante o vosso estado de consciência de vigília, ou aquilo que designam por estado desperto ou de consciência objectiva. Uma projecção feita no âmbito da consciência dá-se igualmente nesta mesma área de consciência. Não passam para a Área Regional 2, a qual será a área da consciência subjectiva. Por conseguinte, existe uma diferença entre o vosso estado do sonho e a projecção for a do corpo.

Nisso, muitas são as pessoas que fazem perguntas e que indagam quanto à forma de realizarem essa situação e ter uma experiência fora-do-corpo. Por isso vou-lhes propor um exercício que poderão praticar, que lhes poderá ser útil no emprego dessa actividade, se o preferirem.


Permitam que lhes diga qual a vantagem de empreender um tipo de acção desses. No envolvimento da permissão de uma experiência for a-do-corpo que recordem… por envolverem experiências for a-do-corpo com frequência. Simplesmente não se permitem recordar essa acção de uma forma objectiva. Isso não significa que não empreendam tais acções, por o fazerem, mas a vantagem que terão em empregar essa acção é a de que lhes permite a oportunidade de manipular no âmbito da consciência. Faculta-lhes a oportunidade de passarem para outras áreas de criatividade, no estado da vossa consciência objectiva. Também lhes faculta uma abertura à vossa consciência que os prepara para a acção desta mudança de consciência, por nesta mudança de consciência deverem passar para uma maior percepção da realidade, de vós próprios, da vossa própria subjectividade, e da essência, permitindo-se desse modo a oportunidade de envolver outras dimensões, outras realidades, outras áreas de consciência.


Ao envolverem experiências for a-do-corpo também poderão manipular através do espaço e da densidade do vosso quadro temporal. Permitem-se uma abertura para se moverem ao longo de quadros temporais. Vós não estais limitados a este elemento temporal particular. Por isso, soltam a posse dos vossos sistemas de crença e da vossa percepção do tempo linear. Isso faculta-lhes uma maior mobilidade no âmbito da consciência, e uma percepção objectiva da mobilidade e da criatividade que têm. Por conseguinte, Não se trata unicamente de uma actividade divertida – embora possa ser considerada como tal – como também vos será útil no movimento que empreendem nesta dimensão de acesso a uma informação mais eficiente e pela permissão a vós próprios de uma maior mobilidade.

Assim, proponho-lhes um exercício. Permitam-se dispor de um tempo de tranquilidade; não estado nenhum de sono, mas de simples tranquilidade e de relaxamento. Ao passarem para um estado de serenidade e descontracção, permitam-se ter uma visualização agradável. Vou-lhes sugerir o exemplo que poderão optar por empregar, assim como poderão criar o vosso próprio se o preferirem. O que lhes sugiro é o seguinte:


Visualizem-se no topo de uma montanha. Sentem-se serenamente no topo desse monte, enquanto identificam e visualizam todos os aspectos que possam ver na vossa realidade física, e notai as rochas, as plantas, o céu, a briza. Sintam a sensação que o ar exerce sobre a pele. Permitam-se adentrar por completo a experiência dessa visualização; não só a visualização, como da EXPERRIÊNCIA da visualização. Despendam algum do vosso tempo nesse estado de visualização, permitindo-se transmitir informação aos sentidos em tal estado. Permitam-se cheirar a vegetação que os rodeia, a terra, as pedras. Permitam-se envolver todos os vossos sentidos – os vossos sentidos externos – nesse estado de visualização. Ao passarem para uma experiência total de visualização num estado de descontracção desses, criem um momento para se posicionarem.

Antes de entrarem nessa visualização, criem uma direcção por onde queiram seguir e empregar. “Eu desejo visitar um conhecido que vive num outro local. Eu desejo visitar uma outra localidade física no meu planeta. Desejo visitar uma outra dimensão.” Escolham de uma forma específica. Sejam directos na escolha que promoverem, por isso representar a vossa prática. Mais tarde, quando o conseguirem com uma maior facilidade, não precisarão ser tão directos quanto àquilo para que escolherem projectar-se, por isso se tornar automático e poderem mover-se livremente, mas inicialmente, ser-lhes-á útil que se concentrem e tenham uma ideia quanto ao destino. Isso faculta-lhes um maior direcionamento, o que lhes será familiar. Uma das razões por que as pessoas se deparam com dificuldade nessa acção de projecção deve-se ao facto de não estarem habituados a ela. Por isso, penetram numa área de temor e contêm a energia e não conseguem projectar-se objectivamente. Por conseguinte, se facultarem a vós próprios alguns elementos de familiaridade no âmbito do vosso comportamento, isso suprimirá alguns aspectos do vosso temor. Se preferirem criar ou inventar um cordão que os amarre ao vosso corpo físico, podem, embora tal coisa seja desnecessária e não passe de uma projecção que criem ou inventem a fim de lhes proporcionar uma sensação de segurança e meio a uma acção inabitual. Na realidade, não existe fio algum que os ligue ao vosso corpo físico, por não se estarem a afastar por complete do vosso corpo físico. Um elemento da vossa consciência subjectiva continua a preservar-lhes o corpo físico durante um certo período de tempo. Por conseguinte, a vossa forma física continua a funcionar como no estado de sono.


Bom, eu vou-me desviar por breves instantes e dizer-lhes que isso não quer dizer que não consigam remover por completo a vossa consciência do corpo físico nesse estado, e que a consciência do vosso corpo físico não possa continuar a funcionar durante um certo número de horas, mas SOMENTE durante um certo número de horas sem a direcção da vossa consciência. Mas não estamos a falar sobre aulas avançadas em projecção! Estamos de momento a falar de projecção correctiva, e de um curso de principiante! (A sorrir, seguido de riso)


Por conseguinte, ao escolherem a direcção que pretendem tomar, repitam-na a vós próprios durante algumas vezes antes de entrarem nessa visualização. Proporcionem a vós próprios um dispositivo acionador (gatilho). Poderão usar um aspecto físico – um alarme, uma campainha – que lhes assinale quanto ao vosso ponto de posicionamento se o preferirem, mas isso não é necessário. Se preferirem incorporar uma interrupção concreta externa da vossa visualização, poderão estabelecer o timbre da vossa campainha, de forma que os interrompa aproximadamente após uns dez minutos de visualização. Se preferirem poderão, acertá-la por um certo tempo excedente, mas não é necessário. Na verdade poderão passar muito rapidamente para a visualização e situar-se na experiência visualizada. Não requer prolongados períodos de tempo de uma “meditação” formidável, conforme a encaram, (com sentido de humor) que os obrigue a despender horas para estabelecerem ligação convosco próprios! Automaticamente se moverão nessa direcção, e por conseguinte, se proporcionarem uma visualização envolverão isso, e não será preciso incorporar nenhuma tagarelice interna.



Como terão empregado a experiência de envolvimento de todos os vossos sentidos externos na vossa visualização, e terão passado por complete para a visualização, a essa altura puxem a vós próprios a direcção de imediato, rapidamente. Proporcionem a vós próprios a ideia da direcção que tinham definido. Isso será o vosso accionador. Estão a interromper a vossa tranquilidade, o vosso relaxamento e a vossa visualização, e a arremessar-vos na direcção que tiverdes definido.

Assim que tiverem criado o accionador, esperem… e durante essa espera poderão experimentar dentro de alguns minutos, em menos de cinco dos vossos minutos, a sensação e o vosso próprio movimento no reconhecimento da projecção, e um novo visual surgir-lhes-á.



Também terão uma consciência de vós no que designam por corpo astral. Não existe corpo astral. Trata-se de uma mera diferença na consciência, e a vossa manifestação é aquela com que se acham familiarizados. Por isso, manifestam aquilo que pensam ser um corpo astral, por poderem reconhecer-se nele. Poderão olhar para vós próprios e perceber a forma corporal habitual, e isso não constituirá nenhuma surpresa para vós nem os deixará atemorizados. Poderão circular livremente, assim como poderão permitir-se a garantia, assim que tiverem entrado nesse estado, de que nenhuma nocividade lhes sucederá nesse estado.



Embora possam criar certas situações mesmo no estado de projecção que lhes venham a afectar a forma física, no estado de projecção não terão consciência da afectação física. Um exemplo: poderão optar por se deslocar ao longo de um campo, e dar um pontapé numa rocha desse campo, e poderão retornar ao vosso corpo físico e detectar uma contusão concreta no vosso pé físico, por o vosso corpo ser afectado, por constituir um aspecto vosso que não se acha separado de vós. Uma vez mais, não é reservatório nenhum! É uma manifestação, uma projecção da essência, e constitui a criação que fazem da vossa imagem espelhada. Por isso, acha-se continuamente ligado à vossa consciência e sofre afectação, mas dir-vos-ei igualmente que, em grande parte, as pessoas não passam por situações que as afectem fisicamente o corpo físico enquanto participam num estado de projecção.


Uma vez nesse estado, poderão manipular à-vontade. Poderão passar para a área da diversão e poderão competir com os vossos sistemas de crenças dos fantasmas. Poderãoatravessar paredes. Poderão projectar-se para qualquer área do vosso planeta que preferirem. Poderão perfurar véus dimensionais. Poderão penetrar noutras áreas da consciência. Poderão brincar com o tempo. Poderão projectar-se em frente, como quem diz – embora não exista “em frente” algum – no tempo e visitar o future, assim como poderão projectar-se às arrecuas no tempo – embora não exista “atrás” – e poderão visitar o que encaram ser elementos passados da vossa história.

Fica por inteiro à escolha da vossa brincadeira o que escolherem investigar. Poderão igualmente encontrar e envolver outros focos da vossa essência nesse estado de projecção. Essa é uma outra maneira por que poderão envolver os vossos outros focos para além do novo jogo da hipnose ou da meditação ou do estado do sonho. Isso proporciona-lhes tão só uma outra via de investigação de diferentes elementos vossos e da vossa realidade e de tudo quanto criam.

Não se permitam passar para a área do desencorajamento se inicialmente não conseguirem isso numa primeira tentativa do exercício, por muitos indivíduos abrigarem já um extremo temor nessa área. Portanto, isso representa uma enorme contenção na vossa energia, mas dir-vos-ei que com o accionar do vosso posicionamento, também avançam para a posição em que não se permitem ideia alguma de temor. Interrompem o temor, por se surpreenderem rapidamente. Por isso, permitem-se imergir no desconhecido antes de admitirem o vosso elemento do temor. Isso proporciona-lhes a oportunidade de se saírem ligeiramente mais bem-sucedidos inicialmente do que poderão conseguir pela tentativa de outros “métodos,” por assim dizer, de que todos são muito apreciadores, e sobre os quais continuamente fazem perguntas, de modo a que lhes possa sugerir “métodos” para se moverem através da consciência! Aí o têm! Um método! (A rir) Muita outra gente que entrar em contacto com a informação desta noite sentir-se-á bastante agradada com o facto de o Elias ter sugerido um método, e ficaremos todos muito animados! (Ainda a rir, enquanto o grupo desata na gargalhada) Apreciem, bem o facto, por eu o fazer muito poucas vezes! (Ainda a rir) mas agora podem fazer as vossas perguntas, se preferirem.


RODNEY:  Eu tenho uma pergunta. Haverá alguma coisa que se possa fazer ou tomar antes do tempo que intensifique o grau de sucesso, como exercício ou ingestão de drogas ou fumar marijuana ou encharcar-se em álcool, enfim? (Grande gargalhada da parte do Elias) Haverá alguma coisa que se possa fazer?

ELIAS:  (A rir) Isso perfaz um aspecto dos vossos sistemas de crenças. Em certas situações, poderão empregar as vossas substâncias ou as vossas actividades físicas, caso elas estejam de acordo com as crenças que tiverem e caso acreditem que vos sejam úteis, por virem a criar em alinhamento com as crenças que têm.


Por conseguinte, se acreditarem que alcancem uma maior abertura da consciência facilmente através da ingestão das vossas substâncias, então alcançarão! Se acreditarem que criarão uma maior densidade ao tomar tais substâncias, criá-la-ão! Se acreditarem que o vosso corpo físico os projectará num estado de euforia se fizerem exercício ao extreme… mas qual será a vossa crença popular? Ah, já sei! “As endorfinas são afectadas por uma actividade física extrema, e isso irá agudizar-lhes a percepção e permitir-lhes uma abertura para a consciência.” Se mantiverem a crença nisso, ela prevalecerá, embora não seja necessário, por poderem abrir-se sem qualquer actividade extracurricular! (A sorrir)



Embora eu deva igualmente, em continuação do nosso último encontro, repetir-lhes que a vossa natural inclinação seja a de se moverem na área do prazer em todas as suas formas, e que as vossas crenças são apenas aqueles elementos que lhes tingem a percepção e lhes alteram a realidade no que criam relativamente ao prazer, mas que em si constitui um elemento natural que perseguem e que consequentemente não comporta qualquer aspecto de certo nem de errado. Portanto, vou “entornar o caldo” uma vez mais e dizer-vos a todos: Satisfaçam-no! Envolvam-no! Sejam prazerosos e divertidos e envolvam aquilo que preferirem, por não ter importância. São tudo experiências.


Mas o Michael, com as crenças que abriga, vai sentir-se bastante desagradado com o facto de eu ter referido isto, e ter passado a mensagem licenciosa da liberdade para todos! (Sorri, enquanto o grupo ri, e se gera uma pausa de dez segundos)

Quanta tagarelice entre todos vós, e que silêncio!


JOANNE:  Eu tenho uma pergunta, Elias. Na verdade, tenho umas quantas, mas antes de mais queria dizer-te algo, partilhar contigo. A última vez que aqui vim foi a minha primeira, a despeito da consideração duvidosa da possibilidade de qualquer coisa do género, mas preciso dizer que se tivesse sido outra pessoa que não a Aileen a ter-me convidado a fim de passar por esta experiência, decerto que teria pensado tratar-se da maior fraude, de uma embuste, representação, tudo quanto poderia ter visto na minha vida! (O Elias sorri) Mas devido às crenças que tenho, senti-me confortada com o facto de ela me ter conduzido até aqui, e senti-me bastante rendida a ti, e tiveste um enorme impacto em mim, e que estou mesmo repleta de perguntas! Sinto que não compreendo. Não sei coisa nenhuma. Não compreendo coisa nenhuma!

ELIAS:  Ah, mas compreendes!

JOANNE:  De certeza que sim! (A rir) Mas tenho lido algumas das transcrições, e como tu pareces estar… Isso também me surpreende um pouco esta noite por ter pedido à Aillen se partilhava comigo como dar os passos que acabaste de descrever, e custa-me a acreditar que tu te tenhas apresentado aqui e nos tenha dito isso, por eu lhe ter pedido! Mas como te sentes tão generoso, pensei que talvez me pudesses dizer… Realmente tenho curiosidade em saber o meu nome da essência, e a família a que pertenço.

ELIAS:  Ah!  Muito bem. (Avalia)  Nome da essência, Hariett; família da essência, Sumafi; e alinhamento, Ilda.
JOANNE:  Muito obrigado.  Agradeço de verdade teres partilhado isso comigo.

ELIAS:  Não tens de quê.  Mas tu tens muito tempo, se preferires, para colocares as tuas perguntas! 
(A sorrir)

TOM: 
Elias, eu tenho uma pergunta. Poderias explicar-me quais as leis da física que percebemos – a acção, a reacção, positivo, negativo? Serão alguma coisa que tenhamos criado com base nas crenças que temos, ou algo que possua um significado permanente?

ELIAS:  Deixa que te diga que nesta dimensão e no âmbito da criação que fazem da vossa realidade, conforme o entendeis presentemente e o entendestes no passado, constituem uma realidade, mas limitam-se a esta dimensão particular, por serem completamente influenciadas pelas crenças que tendes na causa e efeito.



Passam para a área da criação de sistemas de crenças enquanto explicações que dais a vós próprios quanto a elementos que não compreendem. Por isso, criaram a crença de que para cada causa ou acção, existe um efeito ou reacção correspondente. Isso, conforme declarei, é directamente influenciado pelos sistemas de crenças das massas, que foram mantidos durante milênios. Isso foi-lhes proporcionado por vós próprios, a título de explicação das acções que criais.


Deixa que te sugira um exemplo que poderá ser bem fácil de compreenderes na área das crenças, que poderás aplicar às vossas ciências que tornastes na vossa nova religião, por terem tremendas crenças e uma enorme “fé” nas vossas ciências! (A sorrir) Razão porque se tornaram numa outra fonte de crenças, numa outra religião que em nada difere das demais. Refere unicamente as crenças de uma forma diferente que passais a aceitar de uma forma mais racional ao contrário de um modo místico, na vossa presente época, por agora passarem para a área da tecnologia, uma nova exploração.


Mas com o exemplo que estendo, tendes crenças relativamente ao vosso planeta. Olham para o vosso sistema solar, para o vosso universo, e criam sistemas de crenças na área do que designam por astrologia. Evidentemente que isso não é científico, mas na realidade serve bem como exemplo, por na área das crenças inerentes à astrologia acreditam que os planetas se movam em certas direcções e vos afectem enquanto indivíduos e enquanto massa de acordo com o movimento que empreendem. Na realidade, Vós sois quem cria o seu movimento numa acção de reflecção do movimento que empreendem no vosso foco, tanto individualmente como em massa. Por isso, invertestes o conceito da acção no quadro das crenças que tendes, por acreditarem que vós, enquanto indivíduos, e mesmo enquanto massa de indivíduos, não são capazes; que não tendes a capacidade de criar toda a vossa realidade.

(Com sentido de humor) VÓS não estais a manipular todos os elementos da vossa realidade! ELES estão a criar-se independentemente, ou um ser qualquer supremo do âmbito da consciência está a criá-los, que se deve situar for a da vossa esfera! Mas vós, neste pequeno e escasso “planeta de aprendizagem” e neste “plano” da existência neste “nível tão inferior” de que aspirais abandonar na vossa busca pela “iluminação,” possivelmente não poderiam criar toda a vossa realidade! Consequentemente, criam sistemas de crenças que lhes proponham uma explicação quanto ao que estão a criar, por ser óbvio que não a ESTÂO a criar!


Nesse sentido, as vossas ciências não reconhecem a realidade da consciência nem o facto de precede, como quem diz, no quadro linear do tempo, as manifestações ou acções físicas. Por isso criam explicações no âmbito de uma informação limitada, por não se permitirem avaliar a informação que lhes proporcionará as acções reais que estão a ocorrer.

Podeis colocar-vos diante de um carro e ele atropelar-vos e como ele passa por cima de vós, isso é uma acção, mas as crenças que tendes ditam-vos individualmente e em massa – por as crenças de massas deterem uma enorme força e energia – que sejais feridos; Apresentareis evidências físicas de que tereis sido atropelados pelo carro. Mas podeis erguer-vos e optar por não criar nada disso, e não apresentar qualquer marca de tal acção. Nas vossas ciências é referido que para toda a acção existe uma reacção; que existe uma causa e um efeito. Mas não existe qualquer necessidade de efeito para qualquer causa.
(A sorrir)


Eles percebem os comportamentos de certos elementos das criações físicas que vós criastes a fim de interagirem nesta dimensão por razões específicas. Nessa medida, percebem que apresentem consistência, embora nem sempre sejam consistentes. Os vossos físicos movem-se no sentido de tentar criar um bloco, uma caixa em que possam colocar os elementos físicos e dizer: “Estes elementos físicos apresentam sempre o mesmo comportamento.” Só que não apresentam! Por vezes desviam-se dos comportamento, pois embora muitas vezes se movam on sentido de exibirem o mesmo comportamento pela razão de terem criado tal acção propositadamente para certas funções da vossa manifestação nesta dimensão física particular, e os elos de consciência estejam em acordo co isso e optem por estar em conformidade, cada elo de consciência constitui consciência e detém livre-arbítrio e a sua própria faculdade de escolha. Por conseguinte, por vezes os elos ou “laços” de consciência que incluem escolha e que constituem a composição de elementos que percebeis como átomos ou outros elementos físicos… mas até à data continuais a não ver esses misteriosos átomos! Mas esses elos de consciência que compõem esses átomos podem optar por não apresentar conformidade, e consequentemente criar um comportamento diferente que não seja consistente.

Podeis igualmente, para vosso espanto, ver indivíduos que considerais detentores de estranhos poderes ou enormes capacidades no âmbito do esclarecimento do vosso meio físico e no vosso próprio âmbito de tempo físico; “mestres” ou místicos que desafiam as leis, por assim dizer, da vossa realidade física. Se deixarem cair uma maçã, a gravidade deverá atraí-la para o solo; causa e efeito. Mas um dos vossos mestres pode deixar cair uma maçã e ela poderá flutuar e desafiar as vossas leis da gravidade! VÓS podeis flutuar, caso optem por dar lugar a isso! A levitação não é fantasia nenhuma mas uma realidade! Mas como podereis explicar isso aos olhos das leis das vossas ciências, cujos domínios mantendes como absolutos? NÃO EXISTEM ABSOLUTOS na vossa dimensão física. Tudo é passível de ser desafiado. Trata-se unicamente de uma opção no âmbito da consciência.



O MATERIAL ELIAS