terça-feira, 20 de maio de 2014

REFLECTIR - ESPELHAR (EXCERTOS)





(EXCERTOS)

Tradução: Amadeu Duarte

...

ANJULI: Bom, por vezes eu começava a duvidar, e pensava por exemplo que criava a situação de outros com uma certa percepção de mim... relativamente ao que estou a fazer, e não estou certa do quanto isso constitui uma comunicação para mim própria a fim de prestar atenção a isso por poder haver qualquer coisa que não perceba relativamente a mim própria, relativamente às minhas expressões ou acerca das minhas crenças, e em parte pode ter sido em relação a isso, mas...

ELIAS: Eu estou a entender.


ANJULI: Eu estava bastante confusa relativamente ao modo como me estou a expressar e não me sentia mais livre, embora sempre tentasse, e de pois comecei a duvidar em relação à forma como me expresso, e fiquei cada vez mais confusa.

ELIAS: Estou a compreender. Mas isso constitui um desafio formidável no caso de muita gente, por muitas vezes deslizardes para a associação automática que origina os termos de reflectir e de espelhar como se fossem sinónimos, mas não são. E isso gera confusão por verem o que o outro indivíduo expressa e tendes informação com base no conhecimento de que de qualquer forma o outro indivíduo vos esteja a reflectir alguma expressão e que tereis específica e precisamente atraído esse indivíduo a vós nessa instante por ele se expressar da forma que se expressa naturalmente, e esse particular indivíduo na sua expressão natural dever estar a reflectir-vos algum elemento vosso. Mas reflectir não é espelhar. E nessa medida, o que pode estar a reflectir pode apenas pretender proporcionar-vos uma oportunidade de verem como respondem em certas situações, ou se estão a ser accionados em certas situações. Assim como pode igualmente estar a produzir-vos um reflexo de forma que vos certifiqueis de não estar a produzir uma reacção automática ou de que estão a observar e de que estão a prestar atenção à vossa energia e de que estão a identificar as vossas próprias realizações.

Por conseguinte, não se trata necessariamente de uma questão de tentar analisar o facto de terem encetado uma interacção com um outro indivíduo que porventura possa revelar-se desconfortável e digais a vós próprios: “A que é que estou a dar expressão que é tão terrível que leve este indivíduo a reagir em relação a mim desta forma?!” Ou: “Que estarei eu a expressar que seja tão inaceitável, para produzir este tipo de interacção?” Essa pode não ter sido necessariamente a razão para terem atraído esse indivíduo em particular a vós, num dado momento. Pode tratar-se do facto de estarem a proporcionar a vós próprios uma oportunidade de simplesmente ver as respostas automáticas ou de vos familiarizardes mais com os impulsos e assim familiarizar-vos mais com aquilo que apresenta uma ameaça para vós. O que subsequentemente podereis tratar. Não...

ANJULI: Hmm. Por exemplo, uma das minhas ameaças favoritas costumava ser quando eu pensava que alguém estivesse a pensar ou talvez dissesse, mas também podia ser em termos de energia: “Oh, ela não está ciente da energia que está a manifestar e pensar estar, e eu estou tão certa das leituras que faço das energias que tenho razão quanto ao que a Myranda é.”

ELIAS: Eu estou a entender, mas essa é uma expressão bastante comum que no caso de muita gente constitui um desafio. Estão tão habituados a projectar a vossa atenção no exterior de vós e a concentrar-vos nos outros que preocupar-vos com a forma como possais estar a ser percebidos pelos outros constitui uma expressão bastante habitual.

SESSÃO 1913



TERRI: Muito bem. Formidável. Uma outra coisa que queria perguntar-te era sobre um sonho que tive numa destas noites, e que foi verdadeiramente formidável. Eu encontrava-me com um outro casal numa loja e algo sucedeu nessa loja em relação ao que pensei que iria ficar em apuros, e pensava – não creio que estivesse realmente a falar – estava pensar em como me sentia stressada com os meus filhos, e que não me sentia verdadeiramente feliz com o meu emprego. E eles disseram: “Anda connosco.” E nós entramos num carro e saímos estrada fora. E fomos até uma outra dimensão que imitava esta dimensão, só que uns vinte ou trinta anos atrás. E eles diziam: “Podes optar por ficar aqui e começar tudo de novo e podes estar certa de seres rica, por estares ciente de toda a retoma de imóveis que se vai gerar, por já ter sucedido no local em que te encontras.”


E eu pensei que isso seria óptimo. E disse: “Poderei, ainda terei toda a gente da minha vida que presentemente tenho?” E eles disseram: “Não, não terás ninguém que conheças contigo. Recomeçarás aqui de novo.” Após reflectir naquilo, optei por ir para a outra dimensão. Mas era, o sonho era de tal modo claro na medida em que sentia estar lá, que realmente perdurou até mais tarde. E creio que uma das mensagens era a de que o dinheiro não era tão importante para mim quanto pensava que fosse, por as pessoas que tenho na minha vida serem porventura mais importantes do que eu julgava. Terá sido esse o sentido do sonho?
ELIAS: Sim, e o facto de incorporares escolhas, mas trata-se mais de uma questão de valor, do que efectivamente vales e do que de facto aprecias. Pois nessa matéria estás a apresentar a ti própria informação respeitante à orientação que muita gente toma, assim com tu própria tomaste, em que produzis ideias quanto ao que pensas querer, e nessa medida focas-te em certos objectivos em relação ao que pensas que queres. E perdes de vista aquilo que já realizaste ou o que já possuis. E não reconheces nem aprecias o que já produziste. Não reconheces aquelas manifestações nem a ti própria nem te aprecias nem a essas manifestações.

Isso providenciou-te uma oportunidade de apresentares a ti própria um exemplo, de poderes empreender diferentes opções que o rumo mudaria. Mas, será isso que valorizas realmente? Mas isso proporciona-te uma oportunidade de genuinamente avaliares aquilo que realizaste, o que já tens, o que vales, e o que é significativo ou tem genuinamente importância para ti em vez da especulação.



Muitos indivíduos referem que seriam felizes caso produzissem riqueza, por o facto de disporem de dinheiro produzir automaticamente felicidade e liberdade. Mas isso é uma ideia que nem sempre se materializa efectivamente no modo como fantasiam. Por não englobar uma questão de dinheiro, mas uma questão daquilo que valorizais. Algumas pessoas referem que valorizam o dinheiro, porque se tiverem dinheiro também terem que dispor de liberdade, por isso lhes proporcionar tempo. Mas, por outro lado, caso se vejam numa situação em que disponham de tempo, não se sentirão necessariamente felizes nem deverão necessariamente produzir liberdade. Por não terem definido as preferências, e por isso a disponibilidade de tempo torna-se numa frustração em vez de num factor de liberdade. Por o indivíduo expressar tédio, por não mais dispor da estrutura que lhe é familiar e que lhe permite funcionar de uma forma mais eficiente.


Essa é a razão por que se torna importante ter consciência das vossas preferências e daquilo que efectivamente valorizam, em vez de projectarem por modos em que continuamente tentam atingir algum objectivo com que geram frustração por jamais parecerem atingir esse objectivo, pela forma em que o conceptualizam. Mas a razão por que as pessoas não reconhecem, em grande parte, deve-se a que existam outras manifestações no seu foco e nas orientações que tomam que valorizam mais.

...

ELIAS: Presta atenção à tua energia e à forma como é projectada, e como flutua, por isso também te ser útil numa maior conscientização das expressões que assumes e do movimento que encetas no âmbito dessa cooperação. Estou ciente de que prestas atenção a ti própria, e de que prestas atenção àquilo que fazes. E produzes muito mais um foco centrado em ti própria do que nos outros, o que merece apreço. Mas nisso também, presta atenção à tua própria energia e às alturas em que flutua. Por isso comportar também um outro envolvimento que te deverá ser bastante útil. Porquanto se tiveres consciência da tua própria energia ao ser projectada, poderás manipular isso. Se reparares...

TERRI: O caso de numa noite destas em que estive com a Catherine e o filho dela não será um exemplo disso? Por ter sentido em definitivo que a energia... parece que quanto mais estou ao redor dela ultimamente, toda a vez pareço projectar mais uma energia de irritação. Será disso que estás a falar?

ELIAS: É.

TERRI: Muito bem.

ELIAS: Esse é um exemplo.

TERRI: Mas creio que isso procede da percepção que tenho dela não prestar atenção, coisa que sei que não tem importância, por estar sempre a tentar conduzir a atenção de volta para mim própria.

ELIAS: Mas, deixa que te diga, minha amiga, não é que não tenha importância. Por que uma vez mais, envolve a apresentação de diferenças. Essa é a razão porque abordo este tema tão amiudadas vezes, por envolver um assunto difícil e se apresentar por muitas formas diferentes, e em situações que empregais todos os dias.


E quando uma pessoa apresenta a si mesma diferenças por meio de uma outra pessoa, a reacção automática que tem é no sentido de repelir, o que é uma coisa que achais normal. Mas não é que não tenha importância, porque ao apresentarem diferenças a vós próprios estão igualmente a apresentar a si mesmos exemplos das vossas directrizes e das directrizes dos outros.


Essa é a questão que gera tanto conflito na vossa realidade, por a associação com isso se tornar confusa. Conforme expressaste nesse exemplo, notas que a tua energia se altera e notas que te tornas cada vez mais irritada. Mas existe igualmente uma associação automática de que devias aceitar e de que devias cooperar e de que devias fazer isto e de que devias fazer aquilo e de que não devias dizer isto ou aquilo. E isso torna-se confuso, por fragmentares a informação e ao gerares essa acção e pressionares o que estás a experimentar ou o que estiveres emocionalmente a comunicar a ti mesma, isso vai criar obstáculos, o que por sua vez irá criar muito mais dificuldade na conscientização daquilo que estás a apresentar a ti própria e quanto à forma de proceder. Nessa medida, muitas vezes as pessoas, e tu também, ao incorporares esta informação, poderão dar por si numa situação, e o que acontece é que a pessoa volta a sua atenção para si própria só que não de uma forma inteiramente efectiva. Quando te digo para prestares atenção a ti própria e para prestares atenção àquilo que estás a fazer e ao que estás a produzir e ao que estás a reflectir, isso não quer dizer que não estejas a participar com outra pessoa e que não estejas a tomar parte na sua energia, por estares. E nessa medida, o outro, ao reflectir, não está necessariamente a espelhar-te.


Reflectir constitui uma acção diferente. Pode constar da apresentação de uma expressão da parte de uma outra pessoa que te permita avaliar as tuas preferências, ou reconhecer alguma expressão em ti própria que possa ser lassa ou rígida. Pode constar da apresentação das tuas directrizes, e das diferenças existentes entre as tuas directrizes e as de outra pessoa. Pode não ser necessariamente uma situação em que a pessoa volte a sua atenção para si mesma e comece a questionar e diga a si própria: “Que será que estou a fazer que seja idêntico ao que este indivíduo está a fazer? Que estarei eu a fazer que esteja a criar esta situação de perturbação ou de frustração, que leve a que este indivíduo tenha um tipo de comportamento destes?” Não é assim tão taxativo.

É o que estás a fazer, e estás a reflectir, mas além disso não estás a criar a expressão que o outro adopta. Atrais indivíduos específicos a ti que te expressem da forma natural em que expressam, por esse indivíduo em específico te reflectir uma expressão qualquer que tem lugar dentro de ti. Mas pode muito bem envolver uma situação em que cries essa oportunidade de obter uma maior clareza, em relação às tuas linhas de orientação e às preferências que tens, e aquilo em que escolhes participar e aquilo em que não optas por tomar parte. Estás a entender até aqui?



Muitos indivíduos referem que seriam felizes caso produzissem riqueza, por o facto de disporem de dinheiro produzir automaticamente felicidade e liberdade. Mas isso é uma ideia que nem sempre se materializa efectivamente no modo como fantasiam. Por não englobar uma questão de dinheiro, mas uma questão daquilo que valorizais. Algumas pessoas referem que valorizam o dinheiro, porque se tiverem dinheiro também terem que dispor de liberdade, por isso lhes proporcionar tempo. Mas, por outro lado, caso se vejam numa situação em que disponham de tempo, não se sentirão necessariamente felizes nem deverão necessariamente produzir liberdade. Por não terem definido as preferências, e por isso a disponibilidade de tempo torna-se numa frustração em vez de num factor de liberdade. Por o indivíduo expressar tédio, por não mais dispor da estrutura que lhe é familiar e que lhe permite funcionar de uma forma mais eficiente.


Essa é a razão por que se torna importante ter consciência das vossas preferências e daquilo que efectivamente valorizam, em vez de projectarem por modos em que continuamente tentam atingir algum objectivo com que geram frustração por jamais parecerem atingir esse objectivo, pela forma em que o conceptualizam. Mas a razão por que as pessoas não reconhecem, em grande parte, deve-se a que existam outras manifestações no seu foco e nas orientações que tomam que valorizam mais.

...

ELIAS: Presta atenção à tua energia e à forma como é projectada, e como flutua, por isso também te ser útil numa maior conscientização das expressões que assumes e do movimento que encetas no âmbito dessa cooperação. Estou ciente de que prestas atenção a ti própria, e de que prestas atenção àquilo que fazes. E produzes muito mais um foco centrado em ti própria do que nos outros, o que merece apreço. Mas nisso também, presta atenção à tua própria energia e às alturas em que flutua. Por isso comportar também um outro envolvimento que te deverá ser bastante útil. Porquanto se tiveres consciência da tua própria energia ao ser projectada, poderás manipular isso. Se reparares...
TERRI: O caso de numa noite destas em que estive com a Catherine e o filho dela não será um exemplo disso? Por ter sentido em definitivo que a energia... parece que quanto mais estou ao redor dela ultimamente, toda a vez pareço projectar mais uma energia de irritação. Será disso que estás a falar?

ELIAS: É.

TERRI: Muito bem.

ELIAS: Esse é um exemplo.

TERRI: Mas creio que isso procede da percepção que tenho dela não prestar atenção, coisa que sei que não tem importância, por estar sempre a tentar conduzir a atenção de volta para mim própria.

ELIAS: Mas, deixa que te diga, minha amiga, não é que não tenha importância. Por que uma vez mais, envolve a apresentação de diferenças. Essa é a razão porque abordo este tema tão amiudadas vezes, por envolver um assunto difícil e se apresentar por muitas formas diferentes, e em situações que empregais todos os dias.


E quando uma pessoa apresenta a si mesma diferenças por meio de uma outra pessoa, a reacção automática que tem é no sentido de repelir, o que é uma coisa que achais normal. Mas não é que não tenha importância, porque ao apresentarem diferenças a vós próprios estão igualmente a apresentar a si mesmos exemplos das vossas directrizes e das directrizes dos outros.

Essa é a questão que gera tanto conflito na vossa realidade, por a associação com isso se tornar confusa. Conforme expressaste nesse exemplo, notas que a tua energia se altera e notas que te tornas cada vez mais irritada. Mas existe igualmente uma associação automática de que devias aceitar e de que devias cooperar e de que devias fazer isto e de que devias fazer aquilo e de que não devias dizer isto ou aquilo. E isso torna-se confuso, por fragmentares a informação e ao gerares essa acção e pressionares o que estás a experimentar ou o que estiveres emocionalmente a comunicar a ti mesma, isso vai criar obstáculos, o que por sua vez irá criar muito mais dificuldade na conscientização daquilo que estás a apresentar a ti própria e quanto à forma de proceder. Nessa medida, muitas vezes as pessoas, e tu também, ao incorporares esta informação, poderão dar por si numa situação, e o que acontece é que a pessoa volta a sua atenção para si própria só que não de uma forma inteiramente efectiva. Quando te digo para prestares atenção a ti própria e para prestares atenção àquilo que estás a fazer e ao que estás a produzir e ao que estás a reflectir, isso não quer dizer que não estejas a participar com outra pessoa e que não estejas a tomar parte na sua energia, por estares. E nessa medida, o outro, ao reflectir, não está necessariamente a espelhar-te.


Reflectir constitui uma acção diferente. Pode constar da apresentação de uma expressão da parte de uma outra pessoa que te permita avaliar as tuas preferências, ou reconhecer alguma expressão em ti própria que possa ser lassa ou rígida. Pode constar da apresentação das tuas directrizes, e das diferenças existentes entre as tuas directrizes e as de outra pessoa. Pode não ser necessariamente uma situação em que a pessoa volte a sua atenção para si mesma e comece a questionar e diga a si própria: “Que será que estou a fazer que seja idêntico ao que este indivíduo está a fazer? Que estarei eu a fazer que esteja a criar esta situação de perturbação ou de frustração, que leve a que este indivíduo tenha um tipo de comportamento destes?” Não é assim tão taxativo.


É o que estás a fazer, e estás a reflectir, mas além disso não estás a criar a expressão que o outro adopta. Atrais indivíduos específicos a ti que te expressem da forma natural em que expressam, por esse indivíduo em específico te reflectir uma expressão qualquer que tem lugar dentro de ti. Mas pode muito bem envolver uma situação em que cries essa oportunidade de obter uma maior clareza, em relação às tuas linhas de orientação e às preferências que tens, e aquilo em que escolhes participar e aquilo em que não optas por tomar parte. Estás a entender até aqui?
TERRI: Estou.
ELIAS: Por isso, muitas vezes uma pessoa pode confundir-se ao voltar a atenção para si de uma forma menos produtiva, ao gerar um excesso de análise, em vez de se permitir relaxar, e de genuinamente avaliar a situação, o que está a ocorrer, o que está a ser dito pela outra pessoa, a resposta que dá a isso, o que gera essa resposta, as diferenças que apresente, e a forma como efectivamente quereis tomar, ou não, parte junto com a outra pessoa. Estás a perceber?

ELIAS: Por isso, que avaliação fazes, e que é que percebes relativamente a esse indivíduo?
TERRI: Bom, o que eu penso é que tenha que ver com o sentimento que tenho do relacionamento mãe/filho. Mas também, a minha filha, como ela parece estar atenta a ele, com base numa atitude de controlo, e como ele simplesmente parece fazer aquilo que quer. E ela sente que ele não exerce controlo sobre ele.
ELIAS: Mas isso já comporta uma diferença.

TERRI: por eu sentir que não tenho controlo?

ELIAS: Em muitas situações.

TERRI: Hmm. Muito bem. Logo isso justamente nesse ponto explica a situação que tenho com o Tom, por eu lhe ter dado o controlo quanto ao facto de me fornecer o seu agente imobiliário ou não. E nessa situação senti-me a perder o controlo.

ELIAS: Sim.
TERRI: Certo. Também traduz a situação que tive com o Ed, em que soube quase há vinte anos atrás, que ele continua a enveredar por aquele caminho sexual. E isso faz-me sentir descontrolada. Mesmo apesar de estar sempre a dizer-lhe que não tenho qualquer interesse nisso e ele continuar a percorrer essa via. E quando envereda por essa via nem sequer o enfrento por me sentir tão descontrolado em relação a isso.

ELIAS: Correcto.
TERRI: Então isso são tudo exemplos que me tentam transmitir uma mensagem.

ELIAS: De estares a apresentar a ti própria reflexos por diferentes expressões no teu íntimo em relação às quais expressas certas associações como de seres inadequada e de não realizares da maneira que pretendes. Também estão todos associados a formas de juízo que expressas para contigo própria e que reflectes por intermédio de outros indivíduos.

TERRI: De forma que me conduzem de volta para o facto de precisar sentir um maior apreço por essas áreas?
ELIAS: Sentires apreço por ti, coisa que estás a conseguir de uma forma progressiva, coisa que eu reconheço. Mas nesse apreço que sentires por ti própria, admite as conquistas que obtiveste. Por muitas vezes te sentires inclinada a produzir uma forte associação com o que avalias como falhanços, ou falta de realização, ou desvios numa realização, e a prestares muito mais atenção a esse tipo de expressão.

Nesse sentido, se começares a reconhecer aquilo que tens e realizas, em associação com o valor que tens, reforçarás a confiança que tens em ti, por ela te reforçar a fé que tens em ti, por efectivamente conseguires realizar, o que também te será útil no objectivo que tens para este ano.


SESSÃO 1910

O MATERIAL ELIAS