segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

“VERDADE CENTRAL - HONRA”






“PODER - PAIXÃO”
“ENTRANDO EM CONTACTO COM O AUXÍLIO À MUDANÇA”
“SAGAS FAMILIARES”
Sessão 2010
3 de Junho de 2006 Privada/Telefone
Participantes: Mary (Michael) e Debi (Oona)
Tradução: Amadeu Duarte

ELIAS: Bom dia!

DEBI: Bom dia! Como vai isso?

ELIAS: Como sempre, e contigo?

DEBI: Creio que é como sempre. (Elias desata na gargalhada) Creio que um pouco melhor do que em certos dias. Mas claro que as coisas estão bem, e ainda estou por aqui, de modo que presumo que ainda estou a satisfazer o meu sentido de valor, etc., etc. (O Elias ainda ri) mas penso que provavelmente estarás ciente do facto de pensar que te tenhas desesperado comigo durante um tempo. (O Elias ri em silêncio) Estarás ciente disso?

ELIAS: Estou, mas também te posso dizer que estás ciente do quão ridículo isso é! (O Elias esta a desfrutar disto e a rir do começo ao fim)

DEBI: Estou, mas só tinha que o dizer para clarear o ambiente – que percebo quando estou a agir como uma catraia de três anos e bato na minha cadeira de criança, de tão ridículo que é, mas ainda estou a fazer isso. Mas tu sabes que esses são os sentimentos que tenho – foi como me senti: “Ah, céus, eu chateei-o e agora estou metida em apuros,” e a seguir foi tipo: “Esquece mas é isso, e prossegue!” (O Elias ri) Só uma nota acerca disso, já que estamos a falar disso – penso que tenha servido como um exemplo bem claro para mim própria de diferentes linhas de orientação, e um excelente exemplo de como quando não aceitamos as directrizes uns dos outros, se pode tornar numa verdadeira sujeira.

ELIAS: Sim!

DEBI: E penso que esse tenha representado todo o objectivo dessa situação em particular, para mim própria. Também tenho consciência de ter estado ciente – de uma forma sincera – de também ter estado a emitir um tipo de “odor fétido” (sentimento desagradável). (O Elias desata na gargalhada)

ELIAS: O que não é invulgar.

DEBI: Hmm, bom, é reconfortante saber disso! Agrada-me saber que não sou a única que emite um “fedor fétido.” (Ambos riem!) Tudo bem, óptimo, por não ter estado a raciocinar bem, e este ser um bom exemplo clássico daquilo que estamos neste momento a considerar. Bom, tenho um monte de perguntas rápidas por que gostaria de perambular contigo, e depois falar sobre as verdades centrais que defendo, e crenças – será Verdades Centrais?

ELIAS: São.

DEBI: Então, vamos lá a isso. Uma das coisas que sempre desejei perguntar-ta, Elias, é quando foi que te apresentaste pela primeira vez na minha vida, sabes? Terá sido algo que consiga recordar?

ELIAS: Há algum tempo atrás.

DEBI: Tipo quando eu era uma criança?

ELIAS: Mais por altura da adolescência.

DEBI: Está certo, bem, eu não sei de que forma o terás feito por essa ter sido um período bastante alucinante.

ELIAS: Estou ciente disso! (Desata a rir)

DEBI: Nesse caso estavas unicamente a ceder-me energia, mas eu não tinha noção da tua presença? Ou algo do género?

ELIAS: (A rir) Embora por vezes tenhas tido consciência de certas curiosidades.

DEBI: AH! Muito bem, isso irá dar-me algo que pensar. (O Elias percorre este tempo todo a dar risadinhas). Bom, talvez quando voltarmos a conversar, da próxima vez, eu pense em algumas dessas “curiosidades” e as percorra por ti.

ELIAS: Muito bem.

DEBI: Poderás dizer-me quando terei iniciado a transição? Realmente não faço a menor ideia de quando tal coisa tenha acontecido.

ELIAS: Aproximadamente um ano antes de começares objectivamente a abordar-me.

DEBI: Está bem, isso faz sentido. Muito bem, fixe. Tudo bem, que é que estará a acontecer com – parece que estou a explodir com os isqueiros azuis no meu carro. Terás algo que ver com isso?

ELIAS: AH AH AH AH! É a TUA energia!

DEBI: Queres dizer que não foi o sol? Ah, ah, está certo, EU SOU o sol, (ambos riem) será isso de algum modo destinado a fazer-me recordar que estás por perto?

ELIAS: Em parte sim, mas também em parte constitui uma exibição interessante de poder.

DEBI: Ahhh, está bem. Trata-se de coisa VERDADEIRAMENTE poderosa. Tipo, saio fora do carro, e não está nada presente – volto para dentro, e encontro um plástico azul rebentado por todo o interior do carro. (O Elias desata a rir) E é em especial sobre isso que vamos conversar – o meu poder. Muito bem, então é isso – sou eu quem basicamente está a fazer isso, acontece que é o que faço com os isqueiros azuis ao contrário de qualquer outra cor.

ELIAS: Mas ISSO traduz a associação que tens comigo.

DEBI: Claro, por estarmos a tratar desta coisa do Poder em conjunto. Quando tenho estas conversas contigo, mentalmente, e é como se te ouvisse a falar comigo exactamente da forma que soas exactamente neste instante, sabes? Estarei eu a inventar isso, ou estarei efectivamente a traduzir algo com exactidão da tua parte? (A rir)

ELIAS: Tu NÃO estás a inventar isso. Estás é a traduzir a MINHA energia.

DEBI: Ok, então ESTOU. Estarei bastante “no ponto” em relação a essa tradução?

ELIAS: Em grande parte dos casos.

DEBI: Ok, bom, só de saber isso leva-me mais ou menos a confiar um pouco mais e provavelmente a experimentar um pouco mais isso, por o fazer, e depois digo: “Ah, ena, sinto como se tivesse tido uma sessão,” e depois é claro que me compenetro: “Não, não tiveste,” e essa coisa da dúvida insinua-se. Okay, bem, isso também foi uma daquelas coisas que sempre quis perguntar-te, e que sempre esqueci.

Uma outra rapidinha – poderias dizer-me – não estou bem certa se é a Daryl ou se será a Twylah, mas tenho vindo a fazer algumas coisas no sentido de tentar contactar diferentes essências, e ando como que de uma maneira amplamente variada, mas tive como que uma experiência nova com alguma energia ao proceder a um alinhamento do alguns centros de energia, e quando cheguei ao Índigo, que sempre associado à Twilah por ter sensações físicas que associo à Twilah, comecei a sentir esta coisa na minha perna esquerda. Queria saber se terá sido a Twylah, ou será realmente a Asrah?

ELIAS: Ashrah.

DEBI: Está bem. Então, a perna esquerda – constitui um indicador da Ashrah. E representará o sinal de que… Não consegui recordar, mas antes de ela falecer nós íamos ter um sinal que tinha algo que ver com o lado esquerdo…

ELIAS: Sim!

DEBI: Então terá sido aquele que decidimos! (desatamos ambos a rir por causa do ridículo é que não consiga recordar algo tão importante para mim) Okay! Nesse caso ela deverá começar a provocar movimentos interiores e a fazer aquilo na minha perna. Então previamente terá isso sido ela a fazer a coisa do costume com a contracção narina esquerda ou terei sido eu simplesmente a tentar em demasia?

ELIAS: Tu!

DEBI: Também pensei mais ou menos que sim, por não ter voltado a suceder. (Elias ri) Muito bem, deixa que pergunte uma outra esquisitice – bom, provavelmente não assim tão esquisito, mas algo em que sinto ser Soft, mas grande parte do tempo sinto com se fosse Comum. Comutarei isso ou serei capaz de enveredar por esse caminho por vezes?

ELIAS: Não, não estás a alterar a orientação que tens mas por vezes TU, do mesmo modo que outros PODES de certa forma aceder a um elemento qualquer dessa orientação (Comum) ou “lente”.

DEBI: É muito legal, creio que – anotei e fiz umas quantas piadas quanto ao facto de ter sido treinada pela Daryl “O Cinturão Negro da Orientação Soft” e estou a falar a sério, sabes, noto no facto de tantas amigas chegadas serem da orientação soft e…

ELIAS: Isso também constitui uma influência. Se te rodeares de uma orientação diferente da que tens, muitas vezes isso criará uma motivação à pessoa e gera uma curiosidade em que a pessoa se permite produzir uma maior abertura para com essa orientação particular e explorar essa “lente”.

DEBI: Realmente é... parece um acrescento tão adorável ao reportório de ferramentas que tenho.

ELIAS: Estou a entender, mas pode ser bastante benéfico por poder auxiliar à interacção que tens com as outras pessoas que TÊM uma orientação soft, ao instaurar uma compreensão mais genuína dessa percepção.

DEBI: Pois! Eu apreciei isso, por ter - muitas vezes atribuo  a capacidade que tenho de compreender o meu aspecto subjectivo, ao ter passado pela ajuda de tanta gente que é soft. Ela ajudou-me imenso a aceder ao significado disso, e tem representado uma coisa bastante benéfica para mim. Bom, fico feliz por saber, e realmente isso deixa-me contente. Adoro essa orientação. Muita dessa gente parece adorar-me igualmente, e creio que permutamos muito entre nós - as minhas experiências de comum de uma forma complementar com as delas enquanto soft, de modo que me sinto contente com a "minha tripulação" soft!

(Ambos riem)

DEBI: Olha, eu ia justamente perguntar-te o número actual de focos que tenho, mas sinto esta sensação esquisita de quase ter menos, mas seja como for, quando me interroguei a mim própria na noite passada, surgiu-me o total de 3030.

ELIAS: Correcto!

DEBI: Ah, meu Deus! Serão todos no futuro?

ELIAS: Muitos são, mas não todos.

DEBI: Caramba. Fico um tanto aturdida, (ri)! Por parecer quase com se devesse tornar a minha carga mais leve, sabes o que quero dizer? Claro, sei que sabes a que me refiro. Muitos deles são no futuro? Ah Deus, creio que é algo que vou precisar demorar um tempo. Certo, a minha filha Evelyn tem impressões acerca da essência dela e das cores do foco dela que eu gostava que consultasses. A impressão que tem da cor da essência é a de que seja verde.

ELIAS: Correcto.

DEBI: Será algum matiz particular de verde?

ELIAS: Verde Primavera.

DEBI: E ela pensa que a cor do seu foco seja pastel, ou azul de pó.

ELIAS: Correcto!

DEBI: Oh, ela vai adorar isso - é de tal modo formidável validar as impressões que tem, enquanto as primeiras perguntas que te faz! Não é formidável?! Ela é uma pequena e tanto, não? (Elias está a rir)

Bom, sabes, eu ia perguntar-te acerca do projecto da Assistência à Mudança que a Ashra/Daryl iniciou, e a Sheri e eu pegamos mais ou menos e reiniciamos um grupo em que debatemos esse tópico. Eu ia mesmo perguntar-te que focos meus estarão activamente envolvidos nisso, por entender que nem todos os meus focos futurosa estará interessado nisso.

ELIAS: Correcto.

DEBI: Já que me confirmaste que acrescentei - ah, mais de mil focos, e muitos deles futuros, não posso contar com o facto de me forneceres os nomes deles todos (ri). Seria seguro afirmar que exactamente neste momento o Jerome constitua em definitivo o meu principal foco nessa área?

ELIAS: É!

DEBI: Muito bem, e para manter as coisas simples, devia mesmo concentrar-me nele um pouco?

ELIAS: Sim.

DEBI: OK. Será ele aquele em quem concentro a sensação que tenho de alguém que salta para a cama antes de mim?

ELIAS: É!

DEBI: Muito bem, óptimo, por ter imaginado que era o que significava, e tu e eu já conversamos acerca da possibilidade de não haver necessidade - não é como se houvesse uma mensagem verbal do tipo: "Olha, eis o que precisas fazer..." É somente uma cedência de apoio no geral.

ELIAS: Correcto.

DEBI: Incrível! Bom, só identifiquei 5 focos futuros, mas existirá mais algum dos outros cinco que também tinha identificado que queira envolver-se nessa (Assistência à Mudança) ou será ele o tipo principal desses cinco?

ELIAS: Todos eles!

DEBI: Ah! Estão todos. Óptimo! Nesse caso a Jenna não me chutou para a berma?

ELIAS: AH AH AH AH AH!

DEBI: O que terá acontecido à Jenna – por que razão não a conseguirei sentir mais?

ELIAS: Isso depende de ti e daquilo a que prestas atenção.

DEBI: O movimento dela estará a circundar-me - tal como a costumava experimentar na minha mão? Ela ainda estará envolvida com isso e eu não estou a entendê-lo ou terá ela mudado por isso se ter tornado demasiado familiar?

ELIAS: Sim.

DEBI: Muito bem, por ter tido uma coisa semelhante com o meu pé outro dia e ter pensado que fosse isso, mas sabes que tive uma impressão visual - pensei que pudesse ter sido ela, mas tu podes dizer-me se terá sido alguém mais, mas ela estava a vir ao meu encontro, quase com ira chapada no rosto, e eu pensei: "Oh, meu Deus, terá isso sido a Jenna a dizer-me para recuar?" Estarás ao corrente dessa visão que tive?

ELIAS: Estou.

DEBI: Quem terá sido? Terá sido a Jenna?

ELIAS: Foi, mas também foi filtrado através da tradução que fizeste, a energia não foi efectivamente expressada dessa forma. Foi expressada por uma intensidade, mas não de forma negativa...

DEBI: Ok, entendi-te – era como se me estivesse a dizer: “Olá – estou EXACTAMENTE AQUI!”

ELIAS:: AH AH AH AH AH!

DEBI: E foi tão - estava tão preocupada que se tivesse voltado contra mim, que transformei a coisa nisso. Muito bem, entendido.

ELIAS: E estranheza em relação à intensidade.

DEBI: Ela – é MUITO intensa. Pensei que sim.

ELIAS: AH AH AH AH!

DEBI: Mas creio que tenha sido eu e ela.

ELIAS: Foi!

DEBI: (Ri) Estou a lembrar-me da canção: "Eu sou tu e tu és eu, e estamos todos juntos..." Ah Deus do céu! Realmente gostei disso por gostar tanto dela e pensar que ela tenha saído de mim e se tenha sentido mais ou menos perdida. Foi como se: "Ah, não, onde terá ido?" e fiquei a pensar se teria falecido ou algo assim. Então ainda está presente e é responsável e disposta a continuar com a interacção que temos.

ELIAS: Está!

DEBI: Isso é fabuloso! Ter-se-á o Arkandin introduzido a mim?

ELIAS: A energia foi apresentada, sim.

DEBI: Mas não de uma forma expressiva como “Olha!”

ELIAS: Sim.

DEBI: Está bem. Nesse caso ele acha-se familiarizado comigo, eu estou familiarizada com ele, só que não tivemos nenhuma interacção directa de que eu tenha tido consciência. Estará ele mesmo envolvido na Assistência à Mudança?

ELIAS: Por vezes, está.

DEBI: Bom, o nome dele surge-me muito, e eu senti curiosidade se não representará também um ponto focal - se alguém quisesse voltar a sua atenção para esse indivíduo ou essa essência.

ELIAS: Sim.

DEBI: Ok, formidável! Estou tão arrebatada de ouvir falar da Jenna. Isso faz-me sentir mesmo bem!

Estará a Sandy a interpretar as interacções que tem com ela correctamente?

ELIAS: De que forma?

DEBI: Oh, é que ele tem sexo com ela a toda a hora!

ELIAS: Isso é a interpretação que faz.

DEBI: Será a forma como traduz a energia?

ELIAS: É.

DEBI: Eu sei mais ou menos isso, mas só queria a tua confirmação, sabes?

ELIAS: Estou a compreender.

DEBI: Porque eu sei que pegamos na energia de alguém, quer seja físico, não físico, futuro, passado, deste dimensão ou de outra, e traduzimo-la por meio das próprias interpretações que fazemos.

ELIAS: É.

DEBI: Então ela interage com ele, e ele traduz a coisa dessa forma?

ELIAS: Correcto.

DEBI: Bom, isso é fascinante! Bom, creio que seja seguro presumir que a Ashra/Daryl também esteja envolvida na Assistência à Mudança, ou será basicamente apenas o Benjamin Holt a defender o forte neste momento? (Ri) Isso terá feito sentido?

ELIAS: Estou a entender. A Daryl ainda não está. Mas há um forte potencial.

DEBI: Ok, eu sinto-a mais ou mesmo à espreita. Mas não a mergulhar.

ELIAS: De certa forma, sim.

DEBI: Ok, mas o Benjamin Holt – estará ele ainda envolvido?

ELIAS: Está.

DEBI: Ok, nesse caso ele deve ser o ponto focal de que qualquer de nós poderá igualmente dizer: "Olha, Benjamin - Assistência à Mudança - faz o favor de congregar! (Ri)

ELIAS: É!

DEBI: Ok, óptimo, o Benjamin está envolvido, a Daryl ainda não, mas existe o forte potencial de poder vir a estar?

ELIAS: Sim.

DEBI: Muito bem, agora, tenho uma pergunta rápida acerca do Clan Mitford. Será semelhante ao dos Langhornes, por constituir uma família com muitas mulheres só que essas mulheres são muito mais controversas do que as da Langhornes que descobrimos serem focos de várias de nós nessa família. Mas a pergunta que te dirijo é - se o Clan Mitford constituirá um grupo similar de essências às da Langhornes. Por outras palavras - Fran, a Erin, a Myranda, a KC, a Daryl. Ou precisarei ser mais específica?

ELIAS: Estou a entender. Sim.

DEBI: Ok. Estará toda essa gente envolvida nisso na qualidade de irmãs ou de membros da família?

ELIAS: Em certos aspectos, estão.

DEBI: Bom, a Sandy pensa que eu seja o pai dessas raparigas.

ELIAS: Correcto.

DEBI: Deus do céu! Ele disse que eu merecia sê-lo! (Ri) Muito bem, nesse caso vou riscar a pergunta de que seja a irmã. Será a Nancy Mitford um foco do Allesander?

ELIAS: Não.

DEBI: Será ele uma das irmãs?

ELIAS: Não

DEBI: Talvez eu devesse agora parar com o jogo das adivinhas.

ELIAS: AH AH AH AH!

DEBI: Bom, foi mais ou menos do tipo, creio que poderia dizer - se ele estará nessa família em absoluto.

ELIAS: Um membro afastado da família.

DEBI: Ok, então deve ser um marido, um primo ou algo assim, mas pode sempre investigar e chegar a uma conclusão de quem é.

ELIAS: Pode.

DEBI: Bom, ele mostrou-se decidido em relação ao facto de eu ser o pai, e de que a Fran, a Erin, a Myranda, a KC e a Daryl estavam igualmente envolvidas na qualidade dessas irmãs, embora algumas delas possam ser?

ELIAS: Correcto.

DEBI: Então posso mesmo apregoar: "Olhai, gente, vós estais todos envolvidos nisso, só tendes que descobrir quem sois, mas eu sou o Paizinho!"

ELIAS: AH AH AH AH AH!

DEBI: Elas adoram isso. A Fran é cá uma bibliotecária - ela surgiu com estas coisas e aí todas nós exclamamos: "Pois, isso soa estupendo!"

DEBI: Ok, estou a sentir uma profunda inveja quanto à faceta da deusa. Toda a gente tem uma faceta de deusa excepto a Oona.

ELIAS: (Ri perdidamente)

DEBI: A Oona quer ser uma deusa. Não, a Oona provavelmente sabe que é uma deusa - a Debi quer ser uma deusa.

ELIAS: (Ainda a rir!)

DEBI: A Sandy mencionou na noite passada que há uma deusa que fundou ou criou a Irlanda, e que o nome dela basicamente é Oona. Será esse um foco, ou um outro foco dimensional ou um foco arquetípico meu?

ELIAS: É.

DEBI: Ok, (A cantar - eu tenho uma faceta de deusa, ah ah ah ah ah!" E o nome dela é realmente Oona?

ELIAS: É!

DEBI: Isso agrada-me! Ele também me conseguiu a estátua mais incrível - não sei o que conseguirás perceber visualmente, Elias, mas sei que és capaz de conseguir todo o género de truques estupendos mas o que basicamente lhe chamamos é (limpa nervosamente a garganta a esta altura) Deusa do Traseiro de Ovo, por ela parecer mais ou menos um tipo de deusa Egípcia do Nilo anónima, mas supostamente dá lugar à criação do universo todo, e por ser anónima, e ele ter sentido a premência que sentiu em  me trazer esta estátua - decidi coleccionar estátuas de deusas como uma maneira de expandir os meus horizontes, e de passar a aceitar mais e coisas dessas. Essa deusa efectivamente terá um nome, e poderei reivindicá-lo?

ELIAS: AH AH AH AH AH AH AH AH!

DEBI: Sabes a que me refiro?

ELIAS: Eu sugeriria que a reclamasses ATRIBUINDO-LHE um nome.

DEBI: (A debater-se em busca das palavras) Hmm, bom, quero chamar-lhe Oona, mas quantas deusas poderão ter o mesmo nome?

ELIAS: Elas podem.

DEBI: Podem? Então poderia ser a Oona de Traseiro em forma de Ovo".

ELIAS: (Ri desalmadamente)

DEBI: Ok, Reivindicá-la, e atribuir-lhe um nome, por ser minha.

ELIAS: SIM!

DEBI: Eu tê-la-ei mesmo criado, quando ele a descobriu?

ELIAS: SIM!

DEBI: AHHHH! Isso faz sentido! Deus do céu, eu olho para ela e só me apetece abraçá-la a estátua, sabes a que me refiro?

ELIAS: Estou a entender!

DEBI: Gosto tanto dela, que só me apetece tocar-lhe, e o anel que a Sandy me deu, ela gosta de o usar em volta do pescoço (ambos riem) por eu pensar que goste que ela o use em volta do pescoço. Deixa que passe para uma verdadeiramente rápida, nesse caso. Obrigado por isso, muito obrigado! Estou empolgada só de ouvir isso, e dá-me uma imensa flexibilidade, e caramba se não precisamos mais disso, não é?!

ELIAS: AH AH AH AH – ISSO é aconselhável!

DEBI: Sempre, não? Eu tenho um foco que já tínhamos identificado, mas gostava que confirmasses a forma como se soletra o nome dela. Não sei se será Aud ou Auld. Creio que seja Aud.

ELIAS: Correcto.

DEBI: E não poderás confirmar - se ela efectivamente terá sido enterrada ao estilo Viking, como uma rainha Viking o seria, num barco, com todos os adornos, ou se terá sido enterrada ao estilo cristão?

ELIAS: Viking.

DEBI: Viking?

ELIAS: Sim.

DEBI: EXACTAMENTE! Simplesmente adoro isso! Senti coisas contraditórias acerca da esperança que tenho que ainda venham a descobrir a sepultura dela ou não - sabes o que quero dizer?

ELIAS: AH AH AH!

DEBI: Terá ela noção da minha existência?

ELIAS: Tem.

DEBI: Terá ela tirado partido da minha energia da forma que tiro da dela ou será mais de um modo em que eu atraio da parte dela?

ELIAS: Está mais associada contigo e a forma como ela ta concede.

DEBI: Ok, então ela está ciente de que eu... Deixa cá ver se conseguirei colocar isto de uma forma mais sucinta. Estou a explorar a paixão e o poder que tenho...

ELIAS: Correcto.

DEBI: E presumo que seja por isso que tenha atraído a energia dela...

ELIAS: Sim.

DEBI: ...por ela ser muito apaixonada e poderosa.

ELIAS: Correcto.

DEBI: ...de modo que estou a estabelecer contacto com ela para fortalecer a minha própria paixão e poder.

ELIAS: Correcto.

DEBI: E ela tem noção disso na medida em que está disposta a ceder-me energia a mim?

ELIAS: Está!

DEBI: Ah, isso é formidável. Não consigo imaginar a forma como ela me verá. Pressinto que leia a runas - será por isso que sito tal atracção pelas runas?

ELIAS: Em parte.

DEBI: Ok, e em parte sinto-me atraída por elas por basicamente ESTAR atraída por elas, não?



ELIAS: Também te sentes atraída por elas em associação com outros focos que as envolve nessas práticas.

DEBI: Está bem, só acho isso uma outra maneira de facultar a mim própria informação. Só experimentei com eles algumas vezes, mas é como se pudesse usar um milhão de maneiras diferentes para facultar informação a mim própria, não?

ELIAS: Correcto.

DEBI: Tal como o faço contigo neste momento?

ELIAS: É, mas serve de ponto focal.

DEBI: Ah. Então é verdadeiramente divertido e útil!

ELIAS: É!

DEBI: Por ter facultado a mim mesma a informação, se me sentar e concentrar e experimentar conseguirei usá-las de uma forma efectiva…

ELIAS: SIM!

DEBI: …só para sintonizar mais ou menos o ponto em que me encontro.

ELIAS: Sim!

DEBI: Assim, sinto-me feliz por saber que tenho outros focos envolvidos nisso. Há mesmo algo que os atrai a mim, e tu basicamente já respondeste que a razão por que estou a entrar tanto em contacto com a Aud neste exacto instante se deve são facto de ela me estar a ceder. Ela parece absolutamente tomar decisões, e eu creio que seja com base na situação em que se encontra no seu tempo e às leis e às regras, e que seja exactamente dessa forma, mas ela também está bastante ciente dos modos dos homens e é muito diplomata. Creio que tudo isso esteja a decorrer na experiência dela, e eu creio que basicamente tenha uma energia semelhante à dela, excepto eu julgo as decisões que tomo ao passo que ela não.

ELIAS: Ou questionas.

DEBI: Questiono, e ela não?

ELIAS: Correcto.

DEBI: Ah, era mais ou menos aí que queria chegar – é ao facto de tomar uma decisão por a tomar – ponto final – fim da história. Eu quero ser mais como ela (O Elias ri baixinho) nesse aspecto, pelo que presumo que ela me estaja a ajudar nisso.

ELIAS: Está.

DEBI: Ok, muito bem, bom felizmente, não estou certa – como será que ela me experimenta? Quero dizer, não faço qualquer ideia. Ela estará apenas ciente de mim por ela… não passará tudo de uma coisa subjectiva que está a acontecer, ou ela estará objectivamente ciente de mim?

ELIAS: Em parte. Mas trata-se mais da consciência de uma energia.

DEBI: Ah, muito bem, já entendi.

ELIAS: Uma intenção e uma energia.

DEBI: Ela é verdadeiramente interessante. Essa gente dessa época é bastante – parecem ter um maior conhecimento do que aquilo a que as pessoas DESTE período dão crédito. Sabes o que quero a dizer?

ELIAS: Sim. Concordo.

DEBI: Sim, acontece com eles muito mais coisas do que poderemos imaginar. Deixa que de seguida e nessa linha perambule algumas confirmações rápidas, se me permitires.

O filho dela, Thorstein será um foco do Allesander (Sandy)?

ELIAS: É.

DEBI: Muito bem, agora o Thorstein tinha o quê – seis filhos, e creio que o que gostaria de fazer era perguntar-te se “fulano ou beltrano será um desses filhos,” certo?

ELIAS: Muito bem.

DEBI: Antes de mais, será uma das filhas do Thorstein um foco da Awan?

ELIAS: Não

DEBI: Não? Muito bem, ela pensava ser, e até referiu o nome Tanika, que era casada com um foco do Orin/Ornolf, mas será um foco diferente?

ELIAS: Esse é um foco diferente.

DEBI: Ok, então não está relacionado com as minhas netas?

ELIAS: Não.

DEBI: Ok, ela poderá investigar que parte será. Isso situar-se-á nessa era ou nessa estirpe?

ELIAS: Sim.

DEBI: Será ela casada com um foco do Ordin chamado Ornolf?

ELIAS: É.

DEBI: Ok, e terá ela um cavalo chamado Pharlap?

ELIAS: Tem.

DEBI: Ok, isso é incrível. Bom, então deixa que passe para as outras.

Será a Iona uma das netas?

ELIAS: É

DEBI: A Fran?

ELIAS: Não.

DEBI: A Julie?

ELIAS: Não.

DEBI: A Jeannie/Lucille?

ELIAS: Não.

DEBI: A Dale?

ELIAS: Não.

DEBI: Caramba, como estou por fora! Está bem, preciso refazer as ideias que tenho sobre essa. Não, só preciso deixar que as impressões ecludam em vez de procurar por elas. Não tenho nenhum pressentimento forte do meu marido nesse foco – Olaf o Branco, mas creio que possa ser um foco do Cynthia (Carter).



ELIAS: Não.

DEBI: Ou do Baruch.

ELIAS: Não.

DEBI: Será de alguém que eu conheça?

ELIAS: De um indivíduo que participa neste fórum mas não necessariamente um indivíduo com quem interajas.

DEBI: Então, é um membro do fórum. Bom, isso vai ser um pouco mais ou menos divertido explorar e ver o que vou descobrir á medida que avançar. Muito obrigado.
A última dessa é a Elena – ela sente estar envolvida, mas não necessariamente como um membro da família mas mais como um tipo de serva.

ELIAS: Correcto.

DEBI: Ok, servirá ela directamente a Aud?

ELIAS: Serve.

DEBI: E a família?

ELIAS: Sim.

DEBI: Por sentir um enroem carinho por ela, mas não discordo  do facto de ela se sentir menos como um membro da família mas ainda assim alguém de quem gosto bastante.

ELIAS: Sim!

DEBI: Ok, óptimo. Ok, uma pergunta rápida para a Sheri. Ela queria saber – se o impulso que sente subitamente para procurar trabalho será mesmo um impulso natural baseado na preferência ou se estará mais baseado nas crenças que tem de ser mais responsável?

ELIAS: A primeira.

DEBI: Ok, então é a preferência. E a última das perguntas rápidas – eu queria umas quantas confirmações sobre perguntas do foco do Allesander. UM industrial Japonês do século vinte chamado Momosuke Fukuzawa?

ELIAS: Contraparte.

DEBI: Ole Hansen, que desenvolveu San Clemente, aqui na California?

ELIAS: Essência Observadora.


DEBI: Mas depois já respondeste às perguntas do Thorstein e da Nancy MItford. Eu tinha perguntado antes, na nossa útlima sessão acerca do Larry, mas fiquei com a impressão errada acerca do nome dele, e queria saber se o nome efectivo dele será Lorenzo ou se será Laird?

ELIAS: Laird.

DEBI: Será desse Laird que me terei fragmentado?

ELIAS: Foi.

DEBI: Ah, isso é tão bom de saber – que não é de admirar que ele sempre me tenha parecido familiar LOL!
Tudo bem, uma última pergunta, caso não seja demasiado indiscrição - que envolve a mãe da Sandy, a Gloria, de quem tive a sensação na noite passada de que ela possa ser um foco do Jack. Será demasiada indiscrição perguntar já que não é ela a perguntar?

ELIAS: Não representa intromissão nenhuma, mas não é um foco.

DEBI: Ok, então ela não é um foco do Jack Jack?

ELIAS: Não.

DEBI: Fico mais ou menos satisfeita em relação a isso. (O Elias começa na gargalhada)

DEBI: Está certo, eis aquilo que te quero perguntarrelativamente ao que tenho vindo a maquinar. Tentei identificar as minhas verdades ou crenças centrais ou a coisa da onda da verdade, e qual será a minha central mais significativa - e identifiquei-a em termos de responsabilidade, seguida da imagem e queria saber se me poderias confirmar ou orientar-me na direcção acertada quanto a isso.

ELIAS: Diria que ambas são influências da verdade central que defendes. Diria que a verdade central que defendes é a da Honra.

DEBI: Oh. Caramba. Quando afirmaste isso parece que essas coisas estejam sob a acção disso. Ahhhh.

ELIAS: Agora, poderás dar início à tua caça ao tesouro e reconhecer como a verdade central está associada a TODA a acção que crias.

DEBI: Isso é IMENSO!

ELIAS: É, sim.

DEBI: Algumas das coisas que descobrirei serão influências, tais como responsabilidade, imagem...

ELIAS: Exacto!A identificação das inluências é a de que, relativamente à verdade central do Honra, em certas situações poderás expressar-te relativamente à responsabilidade ou à imagem, ou à consideração, ou ao respeito, mas essas influências não estão necessariamente envolvidas com TODA a acção e associação que produzes.

DEBI: Mas a Honra deverá situar-se acima de tudo isso, não?

ELIAS: Correct. That will be associated in some capacity with EVERY action and association that you generate. Exacto. Isso, de certo modo, estará associado a toda a acção e associação que produzires.

DEBI: Mas existem diferentes tipos de honra.

ELIAS: Sim, existem muitas expressões disso.

DEBI: Há como que o honrar, há, sem dúvida, a Nossa Honra, há a honra com no caso do comportamento pessoal, atitude, e ser uma pessoa honrada e sincera, digno de confiança, bla, bla, bla, entendes o que digo?

ELIAS: Exacto.

DEBI: Portanto, vou passar a explorar um monte de influências diferentes.

ELIAS: Sinceridade, ética…

DEBI: Certo, isso são influências, não?

ELIAS: São.

DEBI: Eu pensei estar próximo com a responsabilidade, por tudo isso parecer enquadrar-se disso mas agora vejo o que queres dizer – a responsabilidade enquandra-se na Honra.

ELIAS: Correcto.

DEBI: Jamais teria lá chegado!

ELIAS: (A rir baixinho) Eventualmente acabarias por chegar.

DEBI: Pois, EVENTUALMENTE acabaria por chegar! Mais cedo ou mais tarde. (Ambos riem) Isso para mim é demais, Elias, por me dar um sentido em que posso realmente cravar o dente.

ELIAS: A honra também incorpora expressões tais como a integridade e a confiança.

DEBI: Pois. Isso para mim é demais. Se puder confiar em ti – terei que ESTAR BEM! Sabes o que quero dizer?

ELIAS: Estou a entender.


DEBI: Ah, isto é demais, creio que possas sentir a emoção que me invade, não? É do tipo: CARAMBA! Bom, tudo bem, isso na verdade dá-me uma batelada de direcções em que me posso encaminhar, mas com um ponto focal principal. Assim, poderei seguramente presumir que se continuar no caminho da autodescoberta, e me focar nisso, o resto irá simplesmente encaixar sob esse guarda-chuva? (O Elias está de novo a rir)

ELIAS: Sim, por ser a tua Caça ao Tesouro, e agora começares a prestar atenção a toda a acção e associação que geras e estares a descobrir as associações que estabeleces com essa verdade central.

DEBI: Ok, isto é demais.

ELIAS:
Independentemente do que for que estejas a fazer. Isso também te encoraja em associação com a curiosidade em relação a estares mais presente no momento. Em vez de isso representar uma tarefa e uma batalha torna-se mais numa inspiração, porquanto estar presente e prestar atenção ao que fazeis no momento, descobrir como isso estará associado à verdade central que defendes, abres a porta mágica para muitíssimas mais escolhas. Começas a reconhecer o modo como efectivamente crias as escolhas que por vezes se movem em oposição da tua verdade central, e é isso que gera conflito ou o que designas por problemas ou dificuldades.



DEBI: Ah, então isso será um indicador evidente de que quando me encontro toda excitada, estou a avançar contra a minha verdade central?

ELIAS: Correcto.

DEBI: Ou contra uma ou mais influências dessa verdade.

ELIAS: Correcto.

DEBI: Mas tudo se resume a essa verdade central. Assim agora preciso retirar todos os sinais de paragem e começar a Caça ao Tesouro?

ELIAS: Correcto!

DEBI: Muitíssimo obrigado.

ELIAS: Porque desse modo começarás a reconhecer que efectivamente dispões de escolhas e a permitir-te sair do preto e branco, e permitir-te empreender a tua criatividade pela simplicidade de criares diferentes escolhas que evitem o confronto com o conflito.

DEBI: Então isso possibilita que eu evite o conflito de uma forma muito mais simples.

ELIAS: Também evita a frustração e a irritação.

DEBI: Tu reparaste que padeço muito disso.

ELIAS: Ah ah ah ah ah ah!

DEBI: Creio que muitos de nós padecem – conforme estás ao corrente do que se passa pelo mundo!

ELIAS: Ah ah ah!

DEBI: Eu queria perguntar-te - sinto que esteja mais a endereçar-me no sentido de uma compreensão da minha energia no geral e reparo que tendo procurar acalmá-la bastante. Sinto como se fosse demasiada energia - e tenho vontade de a abrandar, de a medicar quando se manifesta como ansiedade, mas por vezes parece fortíssima e carregada de paixão. De modo que estou a começar a notar uma diferença, só que estou muito mais familiarizada com a produção de energia e em torná-la em ansiedade, caso saibas o que quero dizer.

ELIAS: Estou a compreender, por te estares a familiarizar com o vigor que a tua energia possui e com a manipulação e canalização dela numa direcção que...
NOTA: A gravação termina aqui e acabam por faltar algumas palavras, mas apanhámo-la aqui:

DEBI: Muito bem, creio que estás de volta, agora. Estava tão compenetrada naquilo que estavas a dizer que acabei por ver um ponto azul nos meus papéis, que identifiquei "Olha o Elias!"
(Ambos riem) Adoro quando te pões com essas coisas. Adoro mesmo esse tipo de interacção em que te vejo a saltar por aí com... Creio que fizeste uma coisa diferente comigo agora - será esta uma suposição segura?

ELIAS: É.

DEBI: Está certo, então quando por vezes digo para comigo: "Talvez isso tenha sido o Elias" o provável seja que eu esteja certa, não?

ELIAS: É.

DEBI: Está bem, poderei perguntar-te no geral - sinto que esteja a percorrer um caminho em que vou ter que - possuo muita energia e agora preciso fazer alguma coisa com ela, e preciso ocupar-me - só tenho ideia disso em relação a mim própria. Preciso estar activamente envolvida em algo o tempo todo senão fico ocm a cabeça às voltas de tanto pensar, sabes, mas sinto que vou voltar para o trabalho só que ainda não decidi exactamente o que é que quero fazer. Pressinto que possa vir a ser algo de diferente do que tenho vindo a fazer durante a maior parte da minha vida como trabalho de escritório. Quererás comentar isso? Não estou muito certa se terei colocado uma pergunta que seja fácil de responder.

ELIAS: O comentário ou resposta que daria seria de dares ouvidos à tua intuição, para fazeres uso da imaginação, e para não teres medo de seres arrojada.

DEBI: Ah. Para ir simplesmente no encalço daquilo que quero - fazer aquilo que quiser.

ELIAS: É!

DEBI: Mesmo que me sinta assustada - por ser algo que jamais tenha feito, e não saiba como o fazer, mas queira faze-lo de qualquer modo - seja o que for - esse tipo de coisa?

ELIAS: Sim!

DEBI: Ah, por ter noção de não estares na disposição de puxar pela tua bola de cristal e dizer que eu venha a dedicar-me a catar cachorros ou qualquer coisa do género. (ambos riem)

ELIAS: Não tenhas medo de ser arrojada.

DEBI: Agradeço isso.

ELIAS: Nesse sentido dá ouvidos à tua intuição com respeito às preferências que tens.

DEBI: Bom, creio que as preferências que tenho apontam no caminho de andar em torno das pessoas. Aprecio interagir com as pessoas, mas não quero levar trabalho para casa ao final do dia e deixar que me endoideça. Não quero passar os meus dias de a sentir-me infeliz, tentando resolver problemas sem solução. Estas podem ser afirmações amplas e abrangentes - por isso não ter fixado exactamente o que quero fazer mas sei que gosto de interagir com as pessoas, só que não precisa ser numa contínua sequência de tentar resolver os problemas dos outros.

ELIAS: Certo.

DEBI: Estou a abrandar os cordões da minha caixa, Elias?

ELIAS: Estás. Há muitas formas pelas quais poderás interagir com os outros sem ser da forma que designas por resolução de problemas.

DEBI: Certo. Quero dizer, posso trabalhar em muitos sítios diferentes e fazer um monte de coisas diferentes que podem ser satisfatórias. Mas preocupa-me o facto do tipo de trabalhos que possa querer fazer poder ser de baixo rendimento. Sabes o que quero dizer - como se a simplicidade geralmente a um menor rendimento. Estou de me preocupar com isso.

ELIAS: Não necessariamente.

DEBI: Ah, está bem, agradeço que o digas por não gostar de coisas demasiado complicadas - eu já sou complicada que chegue, sabes?

ELIAS: Ah ah ah!

DEBI: Fará isso sentido?

ELIAS: Faz.

DEBI: E assim preferia - quero dizer, não é que pretenda sentar-me a montar coisas - nada além de um entorpecimento mental estúpido, mas eu comecei a dedicar-me um pouco à escrita e depois enveredei por aquilo do "não fui talhada para isto", a seguir ao que comecei a fazer mosaico e disse para com os meus botões: "Deus do céu, não me sinto mesmo atraído por isso" - caramba, já percorri tudo! Comecei a olhar para todos esses diferentes negócios de franchising e a seguir baratinei-me por realmente não ter dinheiro para entrar num. Mas quando me apelas a isso de dar ouvidos à intuição e para não ter receio de ser arrojada, isso estará relacionado com alguma dessa busca que tenho feito nesta área do franchising?

ELIAS: Não necessariamente.

DEBI: Ok, então não está posto de parte, mas não é necessariamente dessa laia.

ELIAS: Correcto, mas neste caso, presta atenção às preferências que tens. Dá ouvidos a ti própria por aquilo de que gostas de fazer em termos de diversão e de apreço. Nessa medida, se prestares atenção a tais acções, permite-te a abertura suficiente para perceberes a forma efectiva com poderá integrar aquilo que queres e a possibilidade de interagires com os outros, e assim não temas e sê arrojada porque ao avaliares certas expressões do que gostas de fazer, poderás de alguma forma identificar facilmente acções que poderias incorporar ou que possam estar associadas a um emprego – mas em relação a ti pessoalmente e à tua energia, ser-te-ia muito mais fácil expressar para ti própria: “Ah não, não posso fazer isso.”

DEBI: Eu tendo a fazer isso. Tipo, claro que isso envolveria imensa diversão, mas não consigo faze-lo.

ELIAS: Correcto.



DEBI: Claro, então tenho que prestar atenção às alturas em que faço isso e lembrar-me “Espera lá – há a possibilidade do Tu consegues isso” e dizer a mim própria – Consegues, sim, se gostares disso e quiseres tentá-lo, vai em frente e tenta-o.”

ELIAS: Sim, e sê OUSADA!

DEBI: Ser ousada. Porque não ser ousada? Vou ser “OUSADA-VOLD!” (Trocadilho no original, em Inglês)

(Ambos desatam a rir)


DEBI: Nós somos criaturas tão compassivas, que não entendo por que razão as pessoas pensam que estejamos tão excitadas a toda a hora! Só não entendo por que razão não sentem apreço por essa nossa qualidade.

ELIAS: (Ri)

DEBI:
Algumas sentem, outras não. Que se lixem! Elas não me pagam a renda de casa – não contam! Esta é a minha linha de demarcação. Mas não é verdadeiramente justo, por o que eu estou verdadeiramente a tentar fazer, e eu creio que estejas ao corrente disso, e com a colecção que faço dos meus pequenos deuses, o meu pequeno Buda, o Jaguar da Lua, e diferentes outros personagens no meu guarda-vestidos, eu tento incorporar e apreciar as crenças e linhas de orientação dos outros.

ELIAS: Correcto.

DEBI: E eu creio que isso anda de mão em mão com a aprendizagem das minhas.

ELIAS: Anda!

DEBI: E de um apreço pelas minhas, que se enquadram exactamente umas nas outras, de modo que penso que vou continuar a coleccionar as minhas pequenas figurinhas dos deuses, por ser divertido e ajudar desse modo. E por não estar realmente interessada em editar uma nova versão de mim e tudo isso, mas creio ver-me um pouco desajeitada sempre que tento expressar-me de uma forma sincera. Como por exemplo, aquele intercâmbio que tive com a Myranda, em que descobrimos que as nossas linhas de orientação diferem. Eu sou um tanto desajeitada ao me expressar com sinceridade sem mais tarde sentir culpa pelo facto. É tipo: “Ah, Deus do céu, ter-lhes-ei magoado os sentimentos? Tu sabes que eu tenho vontade de me expressar de uma forma honrosa e íntegra, mas eu quero ser quem sou e vez por outra é como se sentisse sair-me com comentários de esperteza, e não estou certa de querer magoar ninguém, é como se tivesse esta energia reprimida em mim que simplesmente sai desse modo.

ELIAS: Eu estou a compreender.

DEBI: Claro, eu sei que compreendes, de modo que o que creio ter descoberto é, pois, eu possuo imensa energia, sou uma pessoa muito apaixonada, e debato-me com tentativas por encontrar diferentes experiências em que possa expressar essa paixão.

ELIAS: Sim.

DEBI: A sexual é uma, e tu já deixaste bem claro que é uma área comum em que as pessoas expressam a sua paixão, mas essa é apenas uma...

ELIAS: Sim!

DEBI:...e eu posso envolver-me com montes de coisas que me interessam. Posso apaixonar-me por muitas coisas, e creio que é a isso que preciso prestar atenção – aquilo porque me apaixono de verdade num dado momento. Não me focar no objectivo mas focar-me no processo deixou-me um tanto frustrada, por não ter ideia de qual seja o objectivo, como poderei definir o processo? Mas depois surgiu-me a ideia – esquece o objectivo, tu estás a vivenciar o processo! (Ri) Chamamos-lhe processo, mas não se trata de nada que precise ser enumerado tipo A, B, C, e assemelha-se à arte da actuação.

ELIAS: CERTÍSSIMO!

DEBI: Então estou no bom caminho?

ELIAS: Correcto.

DEBI: Então, estarei a começar a compreender o que isso significa verdadeiramente?

ELIAS: Estás!

DEBI: Oh, Muito obrigado por isso!

ELIAS: Ah ah ah ah ah!

DEBI: Nesse caso, quantos lacinhos ainda vês que tenha atados à minha caixa, querido?

ELIAS: Não tanto como isso.

DEBI: Oh isso é adorável!
Impressionante!

ELIAS: (Ri)

DEBI: Olha, sabes que vou ter que te deixar a todo o instante, de modo que se tiveres alguma coisa em especial a dizer-me, sente-te livre para o fazeres, se fazes favor, mas eu tive um sonho que gostaria de te submeter muito rapidamente – havia um avião que vinha pelos céus em queda e que ia aterrar mesmo no topo do meu apartamento ou por cima de mim ou seja o que for, e foi muito lúcido e assim que acordei não estava certa de ter estado relacionado com a Sandy, ou ter-me-á ocorrido mais tarde – terá isso representado o exemplo mais clássico das vias manipuláveis do drama?


ELIAS: Na realidade o imaginário desse sonho esteve associado a esta conversa e à apresentação da tua verdade central e da imensidão que encerra e do quão poderosa é.

DEBI: Mas não me provocou danos.

ELIAS: Correcto.

DEBI: Não aterrou sobre a minha cabeça, mas era monstruosamente poderoso, tal como eu sou.

ELIAS: És!

DEBI: Então, não preciso sentir receio – tudo quanto preciso fazer é seguir ousadamente.

ELIAS: Correcto! (Ambos riem em conjunto)

DEBI: Adoro-te tanto – é tão divertido conversar contigo. Bom, a menos que tenhas mais alguma coisa – haverá mais alguma coisa que possas querer dizer-me que possa servir de ajuda, bem-humorada, não sei que mais?

ELIAS: Ah ah ah ah! Apenas encorajar-te, minha amiga, na tua recentemente descoberta Caça ao Tesouro.

DEBI: Adoro isso e os termos que empregas. Eles conseguem fazer parecer exactamente o que descreveste – uma Caça ao Tesouro! Tudo bem, estou mesmo nessa e na próxima conversa que tivermos dar-te-ei conta disso, mas claro que haveremos de interagir entretanto.

ELIAS: Pois.

DEBI: Terás sido tu numa noite destas – o tipo amarelo e vermelho que me seguiu a partir da garagem ou terei sido mesmo eu a imaginar?

ELIAS: Ambas as coisas.

DEBI: Foi realmente formidável, por agora ter chegado a um ponto em que sou capaz de olhar directamente isso sem ter que o ver através da minha periferia.

ELIAS: Ah ah ah!

DEBI: E acho isso bastante comovedor para mim.

ELIAS: É!

DEBI: Ah, óptimo!
Tudo bem, bom, nesse caso iremos fazer mais isso.

ELIAS: Muito bem, minha amiga. Expresso-te, como sempre, um tremendo apreço e afecto, e fico na antecipação do nosso próximo encontro, com uma cara amizade, Au Revoir.

DEBI: Au Revoir. Muitíssimo obrigado!

NOTAS


1.
Qualquer pessoa interessada em investigar o ShiftAssist poderá encontrar um pequeno sítio na web iniciado pela Daryl/Ashrah aqui www.shiftassist.com ou o nosso grupo Yahoo intitulado ShiftAssisters, que está aberto à adesão de qualquer um.

2. Os Mitfords podem ser encontrados no Google, mas aqui tenho um link de apresentação, caso estejam interessados:
http://en.wikipedia.org/wiki/Mitford_family

3. Informação acerca da Aud e dos seus descendentes é um pouco mais difícil de obter ou de ler, mas este link condu-los a um sítio em que, após os primeiros dois parágrafos iniciais, se dá início à saga de adulto da Aud (A rainha Aud estabelece todas as terras do Dale, 892 DC).e que alista muitos nomes dos membros da família, e muita mais história detalhada caso sintam ter estado lá presentes:
http://www.northvegr.org/lore/landnamabok/011.php
©2006 Mary Ennis. Todos os Direitos Reservados.


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