segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

“DAI ATENÇÃO À VOSSA VOZ INTERIOR”





“QUERERES, DESEJOS E ESCOLHAS”

Sessão 710 

Sábado, 21 de Outubro de 2000 © 2001 (Privada/Alabama)
Participantes:  Mary (Michael), Geri (Abel), e o Hal (Andrew)

Tradução: Amadeu Duarte

 
Elias chega às 3:38 da tarde (Tempo de chegada: 27 segundos)

ELIAS:  Boa tarde! (A sorrir)

BOTH:  Boa tarde, Elias! (Elias ri)

HAL:  Somos o Hal e a Geri, e devo dizer que nos sentimos honrados por estarmos na tua presença.

ELIAS:  Ah! E também não vos sentireis honrados por estar na VOSSA presença? Ah ah ah ah!

AMBOS:  Obrigado! (Elias ri baixinho)

HAL:  Vamos ter uma visita às nossas respectivas famílias dentro de pouco tempo, e para nos ajudar a compreender a percepção que têm, a forma como encaram a sua realidade, gostaríamos de conhecer a orientação de cada um dos membros, a família a que pertencem e por que alinham, por essa ordem, se fazes favor. Está bem?

ELIAS:  Muito bem.  Identifica.

HAL:  Julie. (Pausa)

ELIAS:  Orientação, soft; família, Sumafi; alinhamento, Sumari.

HAL:  David, o meu filho.

ELIAS:  Orientação, comum; família, Ilda; alinhamento, Zuli.

HAL:  A mulher dele, Michelle.

ELIAS:  Orientação, comum; família, Sumari; alinhamento, Borledim.

HAL:  O meu outro filho, Steven. (Pausa)

ELIAS:  Orientação, intermédia; família, Vold; alinhamento, Gramada.

HAL:  A minha falecida mãe. (Pausa)

ELIAS:  Orientação, comum; família, Sumafi; o alinhamento que tem neste foco, Vold.

HAL:  O meu falecido pai. (Pausa)

ELIAS:  Orientação, intermédia; família, Tumold; alinhamento, Vold.

HAL:  A minha falecida esposa, Christine. (Pausa)

ELIAS:  Orientação, soft; família, Borledim; alinhamenrto, Milumet.

HAL:  A Leah, a mulher do Steven. (Pausa)

ELIAS:  Orientação, comum; família, Milumet; alinhamento, Sumari.

HAL:  A filha da Julie, Shelby. (Pausa)

ELIAS:  Orientação, comum; família, Gramada; alinhamento, Zuli.

HAL:  E a filha do David, Amanda. (Pausa)

ELIAS:  Orientação, comum; família, Zuli; alinhamento, Ilda.

HAL:  E o filho da Geri Derry. (Pausa)

ELIAS:  Orientação, comum; família, Sumafi; alinhamento, Ilda.

HAL:  A esposa dele, Jeannette. (Pausa)

ELIAS:  Orientação, comum; família, Vold; alinhamento, Ilda.

HAL:  A filha dele, Donna.

GERI:  A minha filha Donna.

HAL:  A filha da Geri, Donna.  É tudo quanto à família da Geri. (Pausa)

ELIAS:  Orientação, soft; família, Zuli; alinhamento, Borledim.

HAL:  o marido dela, Nick. (Pausa)

ELIAS:  Orientação, comum; família, Vold; alinhamento, Sumari.

HAL:  O filho da Geri, Dennis. (Pausa)

ELIAS:  Orientação, comum; família, Sumari; alinhamento, Tumold.

HAL:  A mulher dele, Sue. (Pausa)

ELIAS:  Orientação, comum; família, Sumari; alinhamento, Zuli.

HAL:  A filha da Geri, Diane. (Pausa)

ELIAS:  Orientação, intermédia; família, Milumet; alinhamento, Sumari.

HAL:  E o marido dela, Steve. (Pausa)

ELIAS:  Orientação, comum; família, Sumari; alinhamento, Zuli.

HAL:  Elaine. (Pausa)

ELIAS:  Orientação, comum; família, Sumari; alinhamento, Tumold.

HAL:  Obrigado.

ELIAS:  Não tens de quê.

HAL:  Poderias, por favor, dizer-nos quantos focos tem a Geri na totalidade, nesta dimensão, e deles, quantos nesta altura? (Pausa)

ELIAS:  número total, 686.  Nesta altura, cinco no total.

HAL:  Incluindo ela própria?

ELIAS:  Correcto.

HAL:  E quantos focos futuros abrangerá isso? (Pausa)

ELIAS:  42.

HAL:  Quantos focos futuros terei eu? (Pausa)

ELIAS:  104.

HAL:  Hmm.  Obrigado.

Estamos de visita à Califórnia. Poderás dizer-nos algo acerca da probabilidade que temos nesta altura de nos realojarmos e mudarmos de novo para a Califórnia?

ELIAS:  Que impressão tens?

HAL:  Tenho que aguardar até lá chegarmos.  Não o poderei estimar até lá chegarmos…

ELIAS:  Errado.

HAL:  Desculpa?

ELIAS:  Errado.  Que impressão tens neste exacto momento?

HAL:  Que vamos permanecer onde nos encontramos.

GERI:  Mas eu queria voltar, por a nossa família se encontrar lá.

ELIAS:  Isso constitui uma oportunidade para cada um de vós de vos familiarizardes convosco e com a linguagem que usais para convosco, o que comunicais a vós próprios, o que forneceis a vós próprios por meio daquilo que expressais e identificais como intuição, e que eu vos digo ser uma impressão.

Bom; é bastante comum que as pessoas no foco físico expressem uma resposta do mesmo modo que me apresentaste em resposta à pergunta que te dirigi. Tu expressas uma projecção dos teus pensamentos no futuro e a tua atenção no futuro.

(Para o Hal) Expressas hesitação na identificação a que procedes, de qualquer definição do teu avanço.

(Para a Geri)  Tu expressas o teu querer.

Ambas são expressões da projecção que fazeis no futuro. Mas com essas expressões, estais igualmente a expressar um subjacentemente reconhecimento do que estais a criar por intermédio do conhecimento da impressão que tendes, da comunicação que transmitis a vós próprios.

Agora; permiti que vos revele a ambos a identificação que faço da comunicação subjacente que cada um de vós expressou na própria comunicação externa que me apresentastes.

(Para a Geri)  Tu expressas um querer; uma projecção futura, e o querer de te mudares. Também expressas isso com uma força de energia nesse querer. A razão por que expressas a força de energia nesse querer deve-se ao facto de estares a comunicar a ti própria a dúvida quanto à criação disso.

(Para o Hal)  Tu dizes que não sabes; permanece por ver; reconhecerás o que virás a escolher quando fizeres a visita. Por isso, objectivamente, está na indecisão, mas já estás a projectar uma energia que te comunica a falta de desejo de criares essa probabilidade.

Os vossos quereres podem expressar-se objectivamente de uma forma diferente, mas a identificação subjacente que fazeis das comunicações intuitivas a que procedeis que estais a expressar a vós próprios é muito similar. O querer confunde-se com a comunicação real. Mas o querer pronuncia-se mais alto.

Estais a expressar diferenças nos quereres. Estais a expressar semelhança no saber.

Apresenta-se-vos a oportunidade, por vós próprios, por intermédio da permissão para prestardes atenção ao momento, de reconhecerdes de uma forma genuína que a ideia do futuro é uma ilusão.

Na realidade não existe futuro. Não existe o momento seguinte. Não existe a semana que vem. Não existe o mês que vem. Não existe o ano que vem. Tudo acontece agora, e nesse agora, criais diferentes escolhas. 

As escolhas já estão a ser criadas – no que percebeis por intermédio da vossa concepção do tempo linear – momento a momento, mas não está a ser criado no momento seguinte. Está a ser criado no presente instante continuamente.

Bom; isso proporciona-vos uma tremenda expressão de liberdade, por dispordes continuamente da oportunidade e da capacidade de alterar cada probabilidade e escolha momento a momento. Não estais encadeados a uma escolha qualquer, independentemente do quão vos pareça objectivamente sólida. Qualquer escolha pode ser alterada a qualquer altura. Nisso reside a vossa liberdade. Essa é a expressão do livre-arbítrio de que gozais.

Agora; o que é chave na permissão objectiva de se concederem a capacidade de dirigir as escolhas que fazeis de uma maneira que reconheçais de… por eu vos dizer que na verdade vós já estais a criar toda a vossa realidade de uma forma objectiva. Apenas não estais a prestar atenção ao que estais a criar. Consequentemente, certos elementos da vossa realidade parecem-vos como se estivessem a ser criados sem o vosso conhecimento disso ou sem percepção disso.

Essa é a área e a expressão do foco da atenção, da vossa atenção. A vossa atenção não se acha focada no agora, e por isso, não estais a prestar atenção àquilo que estais efectivamente a criar. A vossa atenção acha-se focada noutros períodos de tempo – ou na ilusão de outros períodos de tempo – e estais a distrair-vos.

E conforme expressei, a chave reside em manterem a vossa atenção no momento, e em vos familiarizardes com a comunicação que transmitis a vós próprios e com as motivações que vos movem. Podemos falar de crenças várias vezes e repetir-nos, mas um elemento chave das crenças que tendes – e da forma como se movem e permitis que influenciem a percepção que tendes – é a motivação.

As crenças que tendes influenciam-vos a percepção e movem-vos em várias direcções diferentes, mas vós estais motivados com essas crenças – por intermédio das crenças por que alinhais mais fortemente do que outras, e isso cria-vos a percepção que tendes. A vossa percepção é o que cria toda a vossa realidade a cada instante, em todos os aspectos.

Por isso, a pergunta é, como havereis de criar probabilidades que alinhem objectivamente pelo que quereis? Como havereis de criar uma realidade em que reconheçais a capacidade que tendes de manipular intencionalmente a energia a fim de criardes esses quereres? De que forma dareis expressão ao botão mágico na vossa realidade que vos proporcione a clareza esquiva mas muito procurada?

A maneira por meio da qual proporcionareis a vós próprios tal clareza, e apresenteis a vós próprios um maior reconhecimento das escolhas de que gozais, está em vos familiarizardes convosco próprios. E familiarizais-vos convosco dando atenção às impressões que tendes, dando atenção à vossa voz; não permitindo que a atenção distraída do querer se sobreponha e abafe a voz dentro de vós. Porque muitas vezes, percebeis que a voz dentro de vós seja suspeita, por vos poder apresentar informação que não desejeis escutar. Está em conflito com o vosso querer.

(Para a Geri)  Poderás dizer a ti própria: “ O que quero é mudar-me para um outro local físico. Não desejo dar atenção a esta voz interior que expressa dúvida.” A dúvida é expressada por meio da desconfiança; a percepção da desconfiança que tendes quanto à voz. A voz por si só não está a expressar dúvida. Tu estás a perceber que esteja, e por isso expressas: “Não, isso está em conflito com o meu querer. Não te vou prestar atenção.”

(Para o Hal)  Tu estás a criar uma acção similar com um imaginário diferente. Expressas para ti próprio a desconfiança quanto a essa voz interior, por poder não estar em conflito com o querer que sentes, mas numa outra área, ACHA-SE em conflito com o teu querer. Por quereres – para além de um movimento físico ao contrário de um movimento não físico, é não estares em conflito com a tua companheira.

O teu querer vai no sentido de agradares. O teu querer vai no sentido de aceitares a tua companheira e de ser aceite por ela, e esse é um querer mais forte do que a mudança contra a não mudança. A tua voz interior dá-te conta de uma comunicação, e tu geras uma desconfiança igualmente de uma forma similar, por a dúvida que está a ser expressada é, caso vos mudeis, não vireis a ser felizes. Se não vos mudardes, a tua companheira não se sentirá feliz. De qualquer modo, sentir-te-ás em conflito.

Agora; permiti-vos ver o processo que ocorre sob a influência as vossas crenças. As crenças - em harmonia umas com as outras, muitos aspectos delas - estão em movimento e expressam-vos comunicações automáticas, a que estais a responder de forma automática.

Uma das comunicações mais fortes que está a ser apresentada – muito fortemente associada à duplicidade – é a expressão da dúvida quanto às capacidades que tens e do mérito, e de uma busca de validação e de expressão externa de modo a possibilitar-te uma compensação de forma a dominares o medo associado ao questionamento das capacidades e valor que tens.

Mas se vires apenas s expressões superficiais, e não focares a tua atenção em ti no momento, apenas vês o querer objectivo na projecção do futuro – da mudança contra a não mudança, e o que isso vos fornecerá objectivamente a cada uma de vós ou deixará de fornecer. Mas não estás a identificar todos os movimentos que ocorrem nessas expressões simples. (Pausa)

HAL:  Mudamos para aqui por razões específicas que ainda são válidas. Há vantagens em regressarmos, mas também apresenta desvantagens.

ELIAS:  Essa não é a questão. Que coisa é uma desvantagem? Que coisa será uma vantagem? Isso é a identificação de bom e de mau.

HAL:  Isso é verdade.

ELIAS:  O que estais a criar são experiências e escolhas. As experiências e as escolhas não são boas nem más. São o que são. Explorações da vossa realidade no foco físico, na dimensão física.

Nesse sentido, todas as vossas escolhas são intencionais. Todas as vossas escolhas são benéficas, pelo que não importa o que escolheis. O que tem importância são as influências do porquê escolherem o que escolhem.

HAL:  A motivação.

ELIAS:  Exacto. Nenhuma das escolhas tem importância. Apresentareis a vós ambos benefícios com qualquer das escolhas. Criareis intencionalidade com qualquer das escolhas. Continuareis a avançar com qualquer das escolhas.

Nesse sentido, olhai para vós próprios. Permiti-vos identificar genuinamente em vós as preferências que abrigais; não em relação ao outro, mas as vossas próprias preferências, as quais representam uma expressão de vós. Isso permite-vos um outro modo de vos familiarizardes convosco e o vosso próprio avanço, não com o que nos vossos termos “vos deixa felizes” a partir do exterior.

Ambos contemplais essa situação e projectais a vossa atenção fora de vós por diversos modos. Ambos apresentais a vós próprios expressões bastante similares: “O que criará felicidade em mim a partir do meu exterior? Que será que ganho?” Essa não é a questão. O que ESCOLHEREIS como preferência de dentro de vós, não pelo que vos possa ser apresentado a partir do exterior.

(Para a Geri)  A família não te completará. Não estou a dizer que seja bom nem mau.

GERI:  Porém, sabe bem.

ELIAS:  Precisamente. Mas em si mesmo, não representa uma expressão do conhecimento de ti. Apresenta-te uma expressão de validação por um falso sentido, por te proporcionar uma expressão de validação que te cria aquilo que identificas como uma “boa sensação” a partir do teu exterior. Mas ela não é consistente. E com isso, geras expectativas. A convivência que já criaste por meio das expectativas não te fornecem um conhecimento de ti própria. O teu ambiente não te completa. TU cria-lo.

Por isso, vós também estais a olhar para fora de vós à procura de validação pessoal, e consequentemente a compensação que obtendes é o falso sentido de realização íntima. Mas é obtido a partir do vosso exterior, e ele muda bastante e por isso requer expectativas, e ao alimentarem expectativas, também um enorme potencial para o desapontamento, e isso gera conflito.

Por isso, ao olharem para vós próprios, poderão permitir-se interagir um com o outro, e descobrir genuinamente aquilo que escolhem, juntos e individualmente, na autenticidade de uma expressão de conhecimento pessoal, o que eliminará muitas das expectativas externas.

HAL:  Esse conhecimento de nós próprios parece muito fácil.

ELIAS:  (Ri)  Dir-te-ei, porém, que comporta muito desafio!

GERI:  Pois!

HAL:  É simples, só que não fácil.

ELIAS:  Justamente.

HAL:  Como se estará a Geri a sair ao deixar de criar a sua chamada “doença terminal”?

ELIAS:  (Para a Geri)  Mas uma vez mais, vou-te apresentar a interrogação, que impressão tens?

GERI:  Sinto-me muito bem, e os meus médicos parecem muito satisfeitos.

ELIAS:  E a interacção e a projecção de energia de que estás a usar no dia de hoje é bastante diferente do último encontro. Por isso preciso estender-te o meu reconhecimento por estares a realizar o teu desejo.

Agora; permite-te ver isso como um exemplo noutros movimentos. Existe uma diferença entre o desejo e o querer.

Podeis querer muitas coisas e expressões objectivamente, mas o desejo que tiverdes acompanha o objectivo que tiverdes. O vosso desejo avança em harmonia com o vosso propósito, e dirigis a vossa atenção e o vosso movimento relativamente ao desejo que tendes.

Nessa medida, muitos questionam-se do porquê de criarem uma expressão tal como as que criaste previamente: “Porque escolherei criar este tipo de expressão? Encaro-a como bastante negativa.”

Todas as escolhas são benéficas. Todas as escolhas são intencionais. E relativamente ao desejo que tendes, caso se permitam conhecer e objectivamente reconhecer a direcção que escolheis – a motivação e a forma como escolheis dirigir o vosso foco – também vos podereis permitir um reconhecimento objectivo do porquê de criardes certas expressões que vos parecem ser negativas ou indesejáveis.

Que terás oferecido a ti própria nesta experiência? Uma espantosa validação a partir de dentro. Também apresentas a ti própria uma confirmação por intermédio das expressões externas, mas expressão que influencia é a própria validação intima de que SABES.

Estás a permitir-te ver a capacidade de que dispões, o que TU desejas alcançar, e não precisas de nenhum método objectivo. Não precisas ter conhecimento de fórmula alguma, por assim dizer. Não precisas criar raciocínio nenhum no sentido da concentração, mas simplesmente confiar em ti própria e ter conhecimento da capacidade que tens.

Essa é uma validação espantosa, a qual também te proporciona uma tremenda expressão de confiança, a qual por sua vez te garante uma liberdade – de não estares sujeita. Não estás sujeita à doença. Não te achas sujeita aos outros. Não te achas sujeita às tuas próprias criações, por as poderes alterar. Podes escolher de outro modo, assim como poderás continuar na escolha que eleges, que isso não terá importância. Não te achas sujeita a isso, mesmo que continues nisso.

Isso apresenta-te uma enorme expressão de liberdade. O simples saber que dentro de cada criação no teu enfoque, não és vítima nenhuma – e de que dispões da capacidade de estabeleceres escolhas, quer no sentido de prosseguires ou não, que fica ao teu critério – é extremamente poderoso! (A sorrir para a Geri) Estendo-te um enorme reconhecimento!

GERI:  Obrigado, obrigado, obrigado!

ELIAS:  Não tens de quê! (A rir)

HAL:  Deste-me uma enorme esperança. É esplêndido! Apresentas cá um conhecimento, e uma inteligência. É incrível. Estou-te grato, Elias.

ELIAS:  Mas eu dir-te-ei, meu amigo, para direccionares essa gratidão para ti próprio, por seres um ser espantoso dotado de capacidades formidáveis, de u poder espantoso! A expressão da escolha consiste numa ilimitada expressão de poder. É uma expressão de grandeza, e isso é o que TU és.

HAL:  Sinto que o propósito que tenho, muito simplesmente, é… Eu ia perguntar-te, que propósito terei? Mas posso-te pedir por uma questão de verificação. Sinto que o propósito que tenho, muito simplesmente, é o de dar o salto com os pés juntos, fixar-me na coisa, e experimentar tanto desta mudança da consciência, a recordação, o estado de ser/de me transformar, o que significa prolongar o meu tempo de vida…

ELIAS:  E o de criares uma vasta experiência dessas experiências e o de descobrires as capacidades que tens!

HAL:  Quer sejam truques de salão… dos truques de salão a um simples saber que não consigo explicar a ninguém. Mas tudo bem, por não precisar ensinar nem ter que corrigir. Nada está estragado.

ELIAS:  Tens toda a razão.

HAL:  Sinto estar à beira, conforme os termos que empregamos, de um grande avanço, do ponto de vista do conhecimento, da compreensão intuitiva. Quão perto… quanto terão avançado as minhas vias neurológicas na expansão que sofreram? Estará a intuição que tenho nesta área razoavelmente certa?

ELIAS:  A tua intuição está correcta.

HAL:  Poderei perguntar, pela Geri, se poderias expor o propósito que ela tem neste momento?

ELIAS:  (Para a Geri) Que impressão tens quanto ao propósito que tens neste foco? (Pausa) O elemento consistente que ressalta de todos os teus focos, o tema do teu foco em toda a sua plenitude – que dirás quanto ao somatório de tudo isso?

GERI:  Não estou bem certa quanto à pergunta. Não tenho a certeza quanto ao propósito. Já falamos acerca disso, mas não estou verdadeiramente certa…

HAL:  …quanto à definição dos termos.

GERI:  …quanto à definição do propósito.

ELIAS:  Um propósito constitui uma direcção, por assim dizer, uma direcção que escolheis em cada foco que representará um tipo de tema desse foco particular na exploração que fazeis, na criação de toda a descoberta que fazeis nesse foco particular nessa dimensão física.

Não é necessário um propósito ou uma missão. Constitui meramente o tema direccional, por assim dizer, que se exibe ao longo de todo o teu foco, embora possa não parecer tão evidente por vezes, e noutras alturas pode tornar-se bastante óbvio. Mas é uma expressão consistente ao longo do vosso foco em termos de direcção. Esse é o movimento do propósito que tens.

Permite-te explorar isso, e dar atenção às impressões que tens com respeito ao propósito. Permite-te ver o teu foco inteiro; não apenas o que identificas como o presente momento, mas considera todas as experiências que criaste ao longo do que percebes como o teu passado, ao longo de todo o teu foco.

Este é outro exercício que poderás usar para focares a tua atenção em ti e para te familiarizares contigo própria.

HAL:  Muito bem, temos só praticamente…

GERI:  …três minutos.

HAL:  Estamos perto do final. Eu tive um sonho recentemente em que uma jovem senhora atraente estava deitada comigo na cama, muito brincalhona e amorosa. Eu estava a dormir profundamente. Aí ela levantou-se e afastou-se da cama, a cama sacudiu, e eu sentei-me na cama, completamente acordado, e observei aquela forma de ampulheta que ela tinha dar literalmente três passos – na direcção da luz ténue – para fora do meu quarto e evaporar-se no ar. Estou unicamente a perguntar para verificação. Tratou-se de uma projecção de um dos meus focos futuros.

ELIAS:  Tens toda a razão.

HAL:  Poderás dar-me um tempo ou alguma informação acerca desse foco, inclusive o modo como poderei iniciar um contacto mais avançado? Foi muito amoroso, e alegre.

ELIAS:  Tu podes simplesmente permitir-te relaxar, e deixar de criar uma intensidade de energia com que te rodeies pela antecipação.

HAL:  Instaurar uma concessão.

ELIAS:  Sim. Relaxa, que isso deverá criar um livre fluxo de energia, que abonará a interacção.

HAL:  E ela revelará o período em que vive e o nome dela, etc.

ELIAS:  Sim.

HAL:  Óptimo.

Para terminar, pela parte que me toca, posso usar todo o apoio de que sou capaz. Sugerir-me-ias alguns meios de que tenhas conhecimento, de tempos a tempos, algo que consiga reconhecer, como uma sensação de formigamento nas mãos ou algo que me leve a perceber… “Ah, o Elias está aqui!”

ELIAS:  Estender-te-ei uma expressão da minha energia, meu amigo, e poderás antecipar o reconhecimento dela durante a próxima semana, e com isso, identificaremos um intercâmbio juntos e reconhecerás, e terás consciência de que estou presente e a ter um intercâmbio contigo.

HAL:  Ficarei mais do que agradecido.  A tua energia é adorável.

ELIAS:  Estendo-ta com toda a boa vontade.

HAL:  Obrigado.

GERI:  E que tal alguma energia para mim, também?

ELIAS:  Absolutamente! (A rir baixinho enquanto a Geri ri alto)

HAL:  (Ri) Eu não pedi por ti!  Precisas fazê-lo tu própria!

ELIAS:  (Para a Geri)  E posso empreender alguma acção de brincadeira, se a isso estiveres disposta! Ah ah ah ah ah ah!

HAL:  Brincadeira agrada-me!

ELIAS:  Ah, vou ser brincalhão com a senhora de uma forma diferente! (A rir baixinho, enquanto o Hal e a Geri riem)

HAL:  O nosso tempo terminou.

ELIAS:  Muito bem. Vamos ter uma conversa futura muito em breve, não? (Em referência da sessão de grupo dessa noite)

BOTH:  Vamos!

ELIAS:  Expresso-vos a ambos uma enorme feição, e continuarei a estender-vos uma energia de encorajamento a ambos.

AMBOS:  Obrigado!

ELIAS:  Não têm de quê.  A cada um neste dia de hoje, au revoir.

AMBOS:  Au revoir.

Elias parte às 4:40 da tarde.

© 2001  Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados






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