quarta-feira, 13 de novembro de 2013

“MILAGRES, CONFIANÇA, SENTIMENTOS, ESCOLHA, PROJECÇÃO, ÊXITO, RECONHECIMENTO”



“MIlagres, Confiança, Sentimentos, Escolha, PROJECÇÃO, ÊXITO, RECONHECIMENTO”

Sessão 3062

Domingo, 29 de Maio de 2011

Tradução: Amadeu Duarte

Participantes: Mary (Michael) DANIEL (Zyn) e a Natasha (Nichole)

Nota da Sharon: Devido ao forte acento que o Danil e a Natasha usam, tive dificuldade em transcrever esta porção, de modo que recomendo que escutem o áudio e acompanhem junto com as respostas que o Elias dá…

NATASHA: Milagres do Fogo Santo, eu sempre quis saber… De que forma isso é conseguido… (NT: Cerimónia religiosa realizada em Jerusalém, na Igreja da Ressureição, no dia de Páscoa, pelo ramo ortodoxo da religião crista, em que sobre a suposta lápide em que Jesus foi sepultado se acende uma luz de origem miraculosa que resulta num fogo que acende velas)

ELIAS: Para te responder a essa pergunta de uma forma simples, é uma questão de considerares um acontecimento qualquer que definas em termos de milagre.


Os milagres acontecem, ou o que encarais como milagres, evidentemente relacionados com a energia. Mas também representam uma exposição e uma prova, por assim dizer, de confiança. A confiança é passível de ser interpretada pelo termo “fé”, por querer dizer o mesmo. Quando as pessoas expressam uma grande fé ou confiança, não importa em que moldes essa confiança, por conseguir os mesmos resultados independentemente da forma como a rotularem. Quer a rotuleis em relação a um santo, a um anjo, a Deus ou a vós próprios, não tem importância, por constituir uma fonte de poder.


Agora, uma vez mais, relativamente à energia, quanto mais indivíduos se aglomerarem, mais ponderosa a energia se torna. Por isso, sempre que as pessoas combinarem a energia, duas ou mais combinarem a energia com uma mesma intenção, com um mesmo objectivo, isso gera um foco idêntico com mais do que uma pessoa e cria uma energia muito poderosa. E quanto mais pessoas incluírem nessa reunião de energia, mais poderosa se tornará, e mais capaz de gerar qualquer manifestação que possais imaginar.


Nessa medida, uma pessoa é capaz de exibir manifestações relativamente à confiança que tiver no poder dessa energia, independentemente da forma como a rotulardes. Mas ao fazerem isso, estão igualmente a aceder colectivamente a uma energia de cooperação que gera uma combinação de energias que desenvolvem uma energia muito mais forte que por sua vez permitem que uma pessoa passe a gerar manifestações materiais reais de qualquer tipo ou concepção. Por conseguinte uma pessoa é capaz de manifestar fogo que não queime, e gelo que não gele ao contacto.

NATASHA: Nesse caso estás a afirmar não existir qualquer truque...

ELIAS: Não.

NATASHA: Não.

ELIAS: Trata-se da manifestação de uma energia; não, não representa truque algum.

NATASHA: Este indivíduo entra na Igreja completamente só, e vai despido...

ELIAS: Mas esse é um factor inerente ao ritual. O que ocorre no ritual é que ele permite que a pessoa se concentre sobremodo.


Os rituais são fundamentais e válidos em muitas situações por permitirem que qualquer pessoa foque a sua atenção de uma forma intensa e concentrada em relação a essa confiança na energia, essa confiança inerente à força. Mesmo que uma pessoa expresse que a sua confiança seja dirigida a Deus. Deus constitui um mero conceito que permite que a pessoa foque a sua própria energia, e a manifeste seja de que modo for que escolha ou imagine.


Agora, relativamente a certos rituais, existem manifestações específicas que devem ocorrer. Eles já foram, concebidos. Uma pessoa gera a manifestação inicialmente, e desse modo dá a ideia para o ritual. O ritual não precede a manifestação, a manifestação é produzida primeiro por uma pessoa por intermédio da expressão da confiança que tem, da fé que tem. A partir daí desenvolve-se um ritual a fim de repetir ou recrear a manifestação. Por o ritual ajudar outros indivíduos a focar a sua atenção e a sua concentração de uma maneira específica relativamente à fé que têm.

NATASHA: Permite que te pergunte o seguinte… Quem seria efectivamente capaz de focar…?

ELIAS: Podia ser qualquer pessoa que expressasse essa intensidade de fé. Não é necessário que esteja familiarizada com o ritual. A intensidade da fé é o factor chave. Porque dessa forma o ritual poderá ser apresentado à pessoa, e ela poderá gerar os movimentos do ritual, o qual simplesmente contribui uma maior atenção concentrada. Porém, mesmo desconhecedora do ritual a pessoa podia manifestar isso em relação à intensidade da fé, da confiança que tivesse.


É isso que produz os milagres. Milagres são aquilo que percebeis como manifestações impossíveis de ocorrerem, mas não existe nada impossível.

DANIEL: Mas se apanharmos um avião, e toda a gente esperar que levante voo, ele acelera cada vez mais e a certa altura levanta voo. Isso também será resultado da energia concentrada…?

ELIAS: Mas, de várias formas, tal como o exemplo que deste, o que vós humanos produzistes na vossa realidade, foram diferentes métodos para edificar a energia por maneiras particulares. Inventais objectos que canalizam a energia da forma que pretendeis a fim de produzir o resultado que quereis.


Conforme referi há pouco tempo, os vossos sentidos são extremamente importantes para vós, e eles processam enormes quantidades de informação, e no foco físico dependeis dos vossos sentidos de uma forma espantosa. Por conseguinte, também inventais manifestações físicas que vos satisfaçam os sentidos, de modo a poderem ver e ouvir e tocar e cheirar. As manifestações físicas que desempenharão actos que imaginais e nos quais manipulais a energia. Por isso, concebeis um aeroplano e criais uma imensa estrutura e canalizais energia para a mecânica dessa estrutura de modo a permitir que voe, independentemente da fé que tiverdes na gravidade. Criais uma máquina que desafiará certas leis da vossa realidade. Criais uma máquina que vos permitirá respirar debaixo de água. Essas são manifestações materiais em que podeis usar os vossos sentidos a fim de validarem a manipulação que fazeis da energia. Na sua forma mais básica, todas essas invenções são bem-sucedidas, por canalizarem a energia por vários modos.


Essa é a questão que debati convosco muitas vezes que não aceitais nem compreendeis por completo, por a energia não poder ser percebida, para o referir em termos gerais, pelos vossos sentidos. Por isso, eu podia ter dito e disse-vos que podiam produzir a mesma acção sem a maquinaria que compõe o vosso aeroplano. Podíeis desafiar a gravidade no âmbito da energia da mesma forma sem a manifestação física. Mas vós não acreditais nisso por não ser detectada elos vossos sentidos.

DANIEL: Bom, eu tive vários sonhos em que voava ou levitava, e em que dizia a mim próprio… Mas obviamente que quando acordei…

ELIAS: Por teres acordado e imediatamente teres reorganizado os teus sentidos.


Conforme eu também referi previamente, o imaginário de sonhos a voar é bastante comum. Muitos são os indivíduos que produzem esse tipo de imaginário nos sonhos.


Imaginários que produzis em sonhos e que consideraríeis na definição de impossíveis na realidade do estado de vigília, são imaginários que são possíveis e que intimamente sabeis ser possíveis, pelo que produzis um imaginário assente neles. Do mesmo modo que podeis incorporar imaginários oníricos que pareçam muito invulgares ou bizarros e que não tenham lugar na vossa realidade física, mas isso não quer dizer que não existam, ou que não sejam reais, ou que não sejam possíveis. Apenas não têm expressão na vossa realidade e existem razões para não terem expressão da vossa realidade.


E de muitas formas, acções que na realidade podíeis produzir sem invenções, sem maquinaria, sem tecnologia, não as produzis por não encontrardes validação para tanto por intermédio dos vossos sentidos. Confiais implicitamente nos vossos sentidos, e raramente os questionais. Se admitirdes informação por intermédio dos vossos sentidos, ela será verdadeira. Não duvidareis dela nem questionais a possibilidade de ser verdadeira ou não, por constituir um absoluto. Nessa medida, a energia é bastante real. Mas geralmente os vossos sentidos não a envolvem. Não é que não a possam envolver, por a envolverem em certa medida. Mas de um modo geral não envolvem. E aquilo que não admitis por intermédio dos vossos sentidos não confiais por completo como coisa real.


Por isso, sim, uma pessoa pode produzir fogo aparentemente de coisa nenhuma. E o facto de a pessoa se despir de toda a vestimenta, por assim dizer, é teatral. Por se vos providenciar comprovação…

NATASHA: …na inexistência de truques…

ELIAS: Sim, o que uma vez mais, serve de validação e para vos satisfazer os sentidos. Por os vossos sentidos automaticamente questionarem se estão a admitir informação que pareça ser impossível. Se não puder ser directamente percebida por intermédio dos vossos sentidos de uma maneira qualquer que os vossos sentidos consigam racionalizar e confiar, descartá-la-eis, e questioná-la-eis, e pesareis tratar-se de trapaça.

DANIEL: Obrigado.

NATASHA: Muito bem, a seguinte. Anotei aqui… (Em falta)

Tive recentemente ocorrências com as minhas entranhas… (Em falta)
Estará isto relacionado com… (Em falta)

ELIAS: Está.

NATASHA: Por ter sentido tanta dor e medo e tudo me ter assustado enormemente e ter sentido que parte de mim estava… (Em falta)

ELIAS: E a que pensas que tenha devido o medo? Que foi que temeste?

NATASHA: O medo que senti foi que a minha vida não mais seria como tinha sido antes, por ter…

ELIAS: O primeiro aspecto que te referiria é esse, que é significativo prestar atenção e definir o que estás a sentir. Isso é importante. Pois, tens consciência da recente interacção de grupo que tivemos? (1)

NATASHA: Estou.

ELIAS: Que abordou o tema dos sentimentos.


Os sentimentos são importantes por influenciarem de muitas formas, pelo que se torna importante entendê-los. Torna-se importante defini-los e compreender em que consistem. Por eles influenciarem bastante e quando os não definis e os não compreendeis eles podem influenciar por formas que se podem tornar difíceis, destrutivas e aflitivas.

NATASHA: Não consegui…

ELIAS: Isso marca toda a diferença. A razão deve-se a que, quando não conseguis definir um sentimento renunciais às vossas escolhas. De certa forma torna-se numa acção em que o sentimento passa a influenciar ou a regular as vossas acções, o vosso comportamento, as vossas escolhas, as vossas expresses. Deis de vos dirigir a vós próprios, por o sentimento vos passar a dirigir. Quando definis e conheceis os vossos sentimentos, isso permite-vos uma maior base em que podereis ter consciência das escolhas que vos assistem e podereis ter conhecimento do que está a influenciar o que estais a fazer.


Ao não definirem os sentimentos quando os experimentais não diferenciais se são sentimentos inerentes ao momento ou se dizem respeito ao depois. Os sentimentos inerentes ao depois, do porvir, são velhas recordações que estão a ser preservadas e que carregais convosco num tipo de uma forma superficial ainda que não tenhais lembrança delas. E nessa medida, na situação desses sentimentos, eles são facilmente despoletados, e ao serem facilmente despoletados eles diferem dos sentimentos do momento.


Mas antes de eu me pronunciar nesse sentido, é uma questão de discernirdes ou de usardes da faculdade de discernimento. Quer o que estiveres a sentir seja um sentimento do momento ou um sentimento inerente ao depois. Quer se trate de uma combinação de sentimentos do momento e de sentimentos do depois, eles influenciam-vos no que estiveres a fazer. E os sentimentos do depois retiram-vos as escolhas. Por isso, mesmo que se trate de uma combinação de um sentimento do agora e de um sentimento do depois, as vossas escolhas tornam-se limitadas. Por os sentimentos do depois suplantarem os sentimentos do momento, por serem mais fortes, e suplantam os sentimentos do momento e ao fazerem isso eles retiram-vos as escolhas, e entrais em piloto automático e por formas por que não optaríeis necessariamente de uma forma objectiva. Mas isso gera o círculo que realça o sentimento, e também acrescenta um outro sentimento de impotência.


Então passais não só a sentir o sentimento despoletado, como também passas a sentir um sentimento adicional que vai nutrir o outro sentimento de não teres escolha, de estares impotente, pelo que ficas imobilizado. Essa é a razão por que é importante conhecer aquilo que estais a sentir.


Aquilo que expressaste é significativo. Expressaste-o de uma forma em que sentes que uma parte de ti está em falta, ou terá desaparecido. Por a tua testemunha ter desaparecido. Não tem importância, conforme disseste, que abordes esses indivíduos com frequência ou não. Por incorporares esse conhecimento de que existem.

NATASHA: De qualquer maneira eles fazem parte… (Em falta)

ELIAS: Fazem. Por constituirem o teu testemunho. E se deixarem de estar presente a fim de te prestar testemunho…

NATASHA: Em que posição ficarei?

ELIAS: Exacto. Que serás tu? Em que posição te sentirás? Que coisa serás? Estarás qui? Existirás?


Deixa que te diga que por palavras poderá parecer extremado ou ridículo mas por sentimentos isso é um tanto exacto. E é o que o sentimento está a expressar: “Será que existirei mesmo, caso não seja testemunhada? E se um outro aspecto do que o testemunhar significa na minha existência tiver desaparecido, outra parte de mi terá desaparecido.” Isso está associado aos sentimentos do depois, do porvir.


Agora, a título de um ligeiro aparte, deixa que te defina o modo como poderás distinguir entre sentimentos do momento e sentimentos do porvir. Eles são diferentes. Na realidade são muito diferentes. Os próprios sentimentos poderão parecer similares, mas a forma como são expressados difere muito, e não é muito difícil distinguir entre sentimentos do momento e sentimentos do depois. E os sentimentos de que falo são aquelas recordações que se acham armazenadas, que foram anteriormente desenvolvidas como acessórios de apego que carregais convosco. Não apenas uma lembrança qualquer.



Agora, isso vai proporcionar uma outra distinção. Pensa, neste instante, em qualquer experiência que tenhas criado no passado e que recordes e em que te tenhas sentido desconfortável ou temerosa.

NATASHA: Muito bem.

ELIAS: Estás a recordá-la?

NATASHA: Estou.

ELIAS: Quando recordas essa experiência recordas o sentimento?

NATASHA: Eu menciono-a para mim própria de novo.

ELIAS: Mas não a sentirás da forma que a sentiste então.

NATASHA: Não, não. A intensidade não é a mesma.

ELIAS: Correcto.


Recordas o sentimento, sabes o que circunscreve, e podes mesmo sentir, conforme disseste, uma fisgada. Mas não experimentarás de novo o sentimento que produziste nessa experiência. Do mesmo modo, se produzires uma recordação de uma experiência em que te tenhas sentido exultante, muito feliz, extática, muito excitada, poderás isolar a lembrança e recordar a sensação mas não o sentirás agora.


Ora bem; além disso, no momento, quer compreenda um intercâmbio com uma outra pessoa ou uma situação que estejas a experimentar, ou um programa que estejas a assistir na TV. A qualquer instante poderás sentir-te incitada por um sentimento, e poderás sentir-te triste, excitada, feliz, ansiosa, temerosa. Assim que o tema mudar o sentimento dissipar-se-á, por não permanecer. Mesmo em situações de extrema intensidade.


Numa situação como um furação, enquanto está a varrer tudo e as águas se elevam, e os ventos uivam, experimentas medo, e pode ser um medo intenso. Mas assim que parar, o sentimento altera-se. Não permanence. Os sentimentos do MOMENTO não permanecem. Também não aumentam. Os sentimentos do MOMENTO dissipam-se assim que a situação ou o assunto muda. E isso pode ocorrer num instante. Podes num dado momento estar a soluçar e assim que a situação ou o assunto se alterar, parares.


Um sentimento do PORVIR não se detém, mas demora e cresce. Torna-se tanto mais intenso quanto mais vos concentrardes nele.

NATASHA; Não me pareceu que estivesse a concentrar-me, mas...

ELIAS: Não é necessário que te pareça que estejas a concentrar-te, se prestares atenção ao sentimento em que te concentras. E torna-se difícil deixar de prestar atenção ao sentimento se este for intenso. Por conseguinte, perpectua-se a ele próprio. Mas, em meio a tal auto-perpectuação, se te permitires nem que seja um momento de pausa e notares, estará o sentimento dissipar-se ou a permanecer? Está a mudar ou estará a permanecer o mesmo? Se estiver a ser o mesmo, se estiver a continuar, será um sentimento do MOMENTO. Isso é importante. Assim que conseguirem identificar que se trata de um sentimento do MOMENTO, isso não o dissipa necessariamente, nem o gasta. Não quer dizer que termine de imediato. O sentimento pode continuar, por a consciência do teu corpo estar a reagir. Mas quando tens noção de ser um sentimento do MOMENTO podes recordar-te disso, e interrogar-te: “Que é que quero fazer em relação a este sentimento?” Em vez de te dobrares sobre ti própria e continuares a concentrar-te no próprio sentimento e por conseguinte negares a ti própria qualquer escolha.


No instante, se efectivamente proporcionares a ti própria escolhas isso alterará a situação. Porque o aspecto das vossas experiências em que em grande parte todos produzis uma forte associação, são os sentimentos, e o facto de não os controlardes. O facto de não terem controlo sobre os vossos sentimentos. E de não os expressarem de uma forma efectiva nem intencional, por sucederem por mote próprio. Como se fossem entidades separadas que vos atacassem. O que chegais mesmo a expressar em relação à ansiedade ao dizerem que certas formas de ansiedade constituem “ataques de ansiedade”, como se fossem entidades separadas.


Os sentimentos constituem um aspecto da vossa experiência em que não acreditais controlar, e que não acreditais que de facto criais. Eles criam-se a si próprios. E sucedem sempre como uma reacção a uma fonte qualquer de fora ou a alguma expressão. Alguma expressão é responsável por os criar.


Por um lado isso está um tanto acertado por VÒS os criardes enquanto sinais. Existem sempre sinais e relativamente ao que for que estiverem a fazer ou ao que quer que estiverem a empreender, isso determinará o tipo de sinais que produzis em relação a vós próprios.


Os sentimentos do MOMENTO são sinais relativos a comunicações emocionais que significam que representam um sinal em relação ao que estiverem a fazer no momento. Estais a expressar uma mensagem a vós próprios a título de mera identificação do que estiverdes a fazer no momento o que se faz acompanhar de um sentimento que representa um sinal para essa mensagem.


Os sentimentos inerentes ao PORVIR não representam comunicações emocionais, mas sentimentos que não estão associados a uma comunicação emocional. Por não estarem relacionados com o que estais a fazer agora, mas estarem associados a velhas associações e lembranças. São factores de desencadeamento de lembranças.


Eles são desencadeados pela informação proveniente dos sentidos. O que escutais, o que percebem visualmente, o que tocais, o que cheirais, o que provais. O que os vossos sentidos estiverem a inserir. Ouvis falar de uma pessoa que faleceu ou lêem informação relativa à morte de uma pessoa. Os vossos sentidos transmitem-vos informação, e nessa informação os vossos sentidos estão a despoletar lembranças do PORVIR, em qualquer altura.


Agora, o que fazeis com essa informação é reconhecê-la e dizer a vós próprios “Que é que eu quero fazer?” Jamais vos interrogais sobre o que quereis fazer de uma sentimento. Sentis esse sentimento. Não dizeis a vós próprios: “Sinto-me tão ansiosa. Que quererei fazer?” Não o que fazer em relação ao sentimento, nem eliminá-lo. “Que é que eu quero fazer?”


Podeis sentir-vos muito tristes num momento e se vos interrogardes sobre o que quereis fazer, podeis nesse instante expressar que quereis ir às compras, por a acção de fazer compras constituir uma distracção e transmitir conforto. Assim como podeis retirar-vos para um quarto e sentir vontade de chorar intencionalmente. Por saberem que estão a libertar energia a faze-lo. Ou podeis empreender o acto de assistir a um programa de televisão.

NATASHA: Aquilo que de algum modo estás a referir é a interrupção. Porque…

ELIAS: Não se trata necessariamente de uma interrupção.

NATASHA: Por o teres referido, mencionaste interrupção. Se me sentir triste, sinto-me triste. Não quero sair a fazer compras caso me sinta triste.

ELIAS: Mas, e como hás-de saber disso se não te interrogares a ti própria?

NATASHA: Se sentirmos vontade de ir às compras precisamos sentir-nos com disposição para isso…

ELIAS: Precisais?

NATASHA: Bom, precisamos ter… Eu vou às compras por pensar no future, e não pensar no agora. Por o momento se ter esvaído. Agora é agora. E no instante seguinte posso…

ELIAS: Isso é uma associação que estás a produzir. Talvez as compras sejam agora, e seja uma acção de que gostas. Pode não ser uma acção de que TU gostes, mas é um exemplo de uma opção.

NATASHA e DANIEL: [argumentam]

ELIAS: Tudo bem, poderá ser… Pode tratar-se de tocar música. Mas se não te interrogares, não farás nada. Concentras-te e perpetuas o sentimento. Por agora não dispores de escolhas. Agora sentes-te impotente.

NATASHA: Muito bem… então entendo… o principal está em perguntar a mim própria: “Que é que quero fazer?” Isso já me irá distrair, agora que já me encontro fora da situação.

ELIAS: Pois, por te recordar que DISPÕES de escolhas.

DANIEL: E isso opera por meio dos sentimentos do Momento assim como pelos dos sentimentos do PORVIR?

ELIAS: Não é realmente necessário no caso dos sentimentos do MOMENTO por eles não durarem, mas estarem sujeitos à mudança. Consequentemente, os sentimentos do MOMENTO, isso não é necessário empregar, porque, independentemente da intensidade que um sentimento possa ter numa situação do MOMENTO, ele rapidamente se alterará assim que a situação se alterar, e o assunto se alterar. E haverás de notar, caso prestes atenção, que independentemente da situação e do quão intenso possa revelar-se o sentimento tem lugar na situação.


A consciência do teu corpo numa situação do MOMENTO não manterá a intensidade de um sentimento. Mesmo na situação de uma tremenda ameaça, digamos que te encontras numa situação em que um outro indivíduo perpetra um acto violento contra ti e te ameaça a vida. Essa pode ser uma situação intensa e um sentimento de medo fortíssimo, mas não terá continuidade por muito tempo. Sofrerá interrupções. Mesmo que te encontres na situação em que aquele que perpetra o acto e te ameaça te mantém cativa e te ameaça por muitas horas contínuas, a consciência do teu corpo não te permitirá que mantenhas essa intensidade de sentir continuamente, e irá interrompê-la.

DANIEL: …eu tenho a tendência para estagnar, o que não constitui a resposta mais eficaz. Assim, qual será eficaz?

ELIAS: Mas, e que é que te sugere que não seja eficaz?

DANIEL: Ah, tenho a sensação…

ELIAS: E geralmente, de que modo isso vai afectar o outro?

DANIEL: Nunca estive em muitas situações dessas, mas… não sei bem.

ELIAS: por ser evidente que não te terá afectado de uma forma negativa.

DANIEL: Sim, estou a entender. Escapei… (inaudível)
Assim, pensarás… (inaudível)

 
ELIAS: Pode muito bem ser. Não é uma questão de ser efectivo ou não, é mais uma questão da percepção que tens disso. Por não pensares que seja efectivo, pelo que pensas que seja mau e penses que precisas de um método mais eficaz. Mas na realidade, na acção física real foi eficaz.

DANIEL: Para mim também representa uma situação em que penso…

ELIAS:

Eu estou a entender. Vou-te dar duas respostas. Uma é a de que é possível que o que tu próprio pensas para ti próprio enquanto indivíduo seja irrealista, por não contar para o teu Eu genuíno, e por poderes necessariamente não te expressares natural e agressivamente como um indivíduo. Por não expressares naturalmente uma energia de um modo agressivo. Mas tu geras a associação de isso ser mau. Ou de que não protege e como tal, não seja adequado. Mas a ideia de seres diferente seja por que forma for que o imagines, pode não constituir uma expressão genuína tua e por conseguinte não será realista.


Mas também posso dizer, em face do reconhecimento disso, o que uma vez mais constitui um importante factor, que na verdade a estimar estás tu esse tipo de indivíduo que seria capaz de naturalmente produzir essa capacidade num confronto. Estás tu naturalmente a expressar a energia de uma forma agressiva? Não, não estás. Se definires isso, poderás ajustar certos comportamentos, tal como o facto de te defrontares com esse tipo de situação hipotética com um agressor, e nesse momento, reconhecendo que não és um agressor, és capaz de produzir diferentes acções que estão mais de acordo contigo. E que podes confiar mais em ti pela produção da mesma eficácia desarmante.


Nessa medida, um dos grandes métodos que qualquer um de vós pode expressar em relação a qualquer tipo de agressão, é testemunhar o agressor. A razão porque as pessoas expressam agressividade é a mesma que leva as pessoas a gritar. As pessoas berram ou gritam. Porquê? Por não perceberem que estejam a ser escutadas. Consequentemente, se projectarem em viva voz, e se se expressarem num tom mais elevado, é provável que sejam escutados, ou assim não pensem, ou percebam. A agressão constitui o mesmo tipo de motivação: “Tu não me estás a ver, mas se me mostrar mais agressivo passarás a ver-me. Se me revelar mais agressivo contigo poderás escutar o que digo.” Se derem ouvidos ao agressor, alterareis a sua recompensa.

NATASHA: Certo. Ele não estará à espera…

ELIAS: Muitíssimo mesmo, por ele estar à espera de certas respostas que lhe validem aquilo que está a fazer. O medo constitui uma resposta que valida: “Sim, agora estás a ver-me.” Só que não constitui a única resposta que se presta a uma validação, é a resposta mais familiar. Pois, quando respondeis de uma forma que reconheça, isso vai validar a pessoa: “Estou-te a ver. Estou a testemunhar-te,” não vos afastais do indivíduo, o que gera a mesma acção desarmante. Na verdade pode mesmo chegar a revelar-se mais eficaz, por o medo constituir a recompensa que é esperada.

NATASHA: Obrigado, Elias. Vamos prosseguir.

ELIAS: Muito bem, vamos fazer um intervalo.

ELIAS: Continuemos.

NATASHA: Elias eu queria voltar a isso. A pergunta que tenho a fazer é…

ELIAS: A pergunta é, porquê, especificamente? Esta manifestação em particular. Muito bem.


Na verdade é bastante compreensível. Por equiparardes a intensidade do sentimento e as associações à manifestação física. No teu caso, a manifestação mais intense que produzes é associada ao teu estômago. As tuas expressões físicas mais intensas, embora produzas muitas manifestações físicas diferentes, a tua manifestação mais intense tem sido há um período de tempo considerável, o teu estômago.


Dir-te-ia que no nosso primeiro encontro, na primeira conversa que tivemos, falaste comigo e questionaste-me relativamente ao teu estômago. E essa permaneceu a área do teu corpo físico que afectas de forma mais intensa. Por isso, para equiparar a intensidade do sentimento e da associação, manifestando isso em relação à consciência do corpo, o mais provável é que o afectes do que ao teu joelho ou ao teu ombro.

NATASHA: Que efeito terá a coisa mais significativa…

ELIAS: Em relação ao sentimento, sim. Não é necessariamente o elo mais fraco, mas o mais receptivo em relação a um tipo particular de expressão. Isso, em relação à intensidade dos sentimentos e à ansiedade ou à tensão, estrese. Em relação a esses tipos de expressão, o mais provável é que provoques uma afectação no teu estômago, do que num aspecto diferente da consciência do teu corpo. Por reteres essa energia nessa área da consciência do teu corpo. Além disso, de uma forma por assim dizer logística, é simples. Por os sentimentos, na praticabilidade da sua função, são produzidos a partir do centro amarelo da energia, o qual constitui o vosso plexo solar.


Por isso, numa proximidade física, em termos de logística, torna-se fácil produzir uma afectação nessa área da tua consciência do corpo, que seja no teu sistema digestivo ou porventura dos pulmões. Para outra pessoa será porventura num rim ou no fígado. Torna-se muito fácil criar uma manifestação física em qualquer órgão ou em qualquer função dessa área generalizada relativamente a sentimentos.

NATASHA: Mas para mim torna-se mais eficaz, por assim dizer.

ELIAS: Sim.

NATASHA: Ter sido…

ELIAS: Sim.

NATASHA: Então, a pergunta que se segue. Relativamente às férias que tiramos e o que se passou nessas férias, por ter estado relacionado com o estômago e ter sido uma chatice… Que terá sido aquilo?

ELIAS: Mas, e que avaliação fazes, antes de mais?

NATASHA: Claro que eu faço uma avaliação, mas tenho várias…


ELIAS: Empática.

NATASHA: Empática. Era o que eu suspeitava.

ELIAS: Deixa igualmente que te diga. Já referi isto muitas outras vezes, assim como junto de ti, mas no geral já o referi muitas vezes. Quando não prestais atenção à mensagem que expressais a vós próprios produzi-la-eis numa maior altura.

NATASHA: Sim, eu sei. Recordo-me disso.

ELIAS: Quando apresentas a ti própria uma mensagem por intermédio da tua intuição, por intermédio das impressões que tens – e em muitas situações a tua intuição e as impressões que tens desencadeiam um sentimento – inicialmente poderá ser um sussurro, poderá ser subtil e não excessivamente evidente, mas hás-de notar. Tu tens consciência dela, conforme disseste, mas não te sentes por completo confortável. Não te direccionas por completo no sentido de quereres produzir essa acção e sentias-te hesitante, mas forçaste.

NATASHA: Por eu não…

ELIAS: Muito bem, mas isso também pode constituir um facto igualmente com que talvez tenhas a tendência de antecipares excessivamente em relação a uma viagem, ou em relação a qualquer actividade que planeies empreender. Nessa medida, uma vez mais, torna-se importante avaliar o sentimento. O que tu estás a fazer é procurar compensar o pensar. Estás a tentar avaliar o que pensas. O pensar por si só não te fornece uma informação pormenorizada.


O sentimento isoladamente nem sempre te fornece uma informação pormenorizada, pelo que se torna uma questão de equilíbrio, e de te permitires usar esses diferentes mecanismos em conjunto a fim de produzires uma estimativa mais exacta e equilibrada. Pode haver certos aspectos de uma viagem qualquer em particular ou acção com que não te sintas por complete confortável, e isso colorir-te a percepção. Por isso poderás realmente ter vontade de fazer uma viagem qualquer em particular e o teu pensamento começar a repetir aspectos daquilo com que te sentes desconfortável. Por também poderes produzir sentimentos, só que o que é importante é avaliar se os sentimentos e o pensar correspondem entre si? Antes de mais. E nessa medida, será o sentimento um sentimento inerente ao MOMENTO? O mais provável é que não seja. E ao avaliares esse sentimento, por estares a antecipar com a avaliação desse sentimento, permite ao teu mecanismo do pensar, à função do teu pensar, discernir o critério de uma forma mais específica.


Exemplo hipotético: Podes querer fazer uma viagem e ter planos para o que farás durante essa viagem. Pode haver um aspecto do plano que fazes em relação ao qual poderás sentir uma hesitação, nesse aspecto da viagem. E talvez a tua intuição te esteja a expressar que a altura não seja a acertada ou que não estejas suficientemente focada para empreenderes essa acção particular, e por conseguinte, estás a apresentar a ti própria uma comunicação de que uma parte ou um aspecto da viagem, talvez fosse mais em teu benefício alterar esse aspecto.


Quando efectivamente deixas de prestar atenção e não estás realmente a discernir aquilo que estás a sentir, o teu pensar começa a generalizar, e agora toda a tua viagem se torna fonte de apreensão. Agora sentes desconforto em relação à viagem completa, só que não consegues justificar isso por completo e não compreendes por que razão te sentes desconfortável em relação a toda a viagem. E começas a generalizar, por o teu pensar tentar traduzir, mas não incorpora suficiente informação para o fazer de uma forma exacta, por não estares efectivamente a identificar que sentimento seja.


Bom, deixa que te proponha um outro factor. A intuição, conforme referi muitas vezes, pode desencadear sentimentos a fim de te captar a atenção. No caso de muita gente isso é expressado por sentimentos, noutros casos produzem ideias relativamente ao que é comunicado pela intuição. Quando a intuição é objectivamente menos específica, geralmente será expressada acompanhada com um sentimento em vez de uma ideia ou pensamento. Geralmente, os pensamentos são mais específicos. Por isso poderás simplesmente ter um sentimento ligeiramente desconfortável, ou um sentimento de ansiedade, ou de inquietação. Mas torna-se importante que lhe presteis atenção.


A diferença entre um sentimento do PORVIR e um sentimento presente que esteja a ser expressado com relação à intuição, é que aumentará, mas não numa altura específica. Enquanto estás a produzir o sentimento intuitivo, inicialmente ele poderá ser subtil, e se não lhe prestares atenção ou o descartares, ele aumentará. Não aumentará necessariamente nesse momento, mas precisará de uma outra acção que empreendas.

NATASHA: Terá sido isso que aconteceu?

ELIAS: Foi. Quanto mais acções empreenderes no sentido do que estás a expressar por meio da intuição para NÃO empreenderes, mais o sentimento aumentará, ou mais o alterarás para uma manifestação física. E não continuarás mais necessariamente a ter o sentimento, mas começarás a desenvolver uma manifestação física. Mas, uma vez mais, os sentimentos do presente alteram-se com as acções. Quando o assunto muda, quando o acto u a circunstância se altera, eles mudam. Não deixam de construir sobre si próprios sem nenhuma outra mudança. Por conseguinte, em relação à intuição, quanto mais te endereçares no sentido de a negares, mais avanças contra ela, e mais alto ela se pronuncia.

NATASHA: Muito bem. Eu estou a ouvir. Provavelmente fiz melhor quando estávamos realmente a chegar a casa. Quando por fim estávamos a chegar a casa, foi o melhor dia das minhas férias, por me sentir tão feliz, que já não me sentia assim há muito tempo.

ELIAS: Por aí já teres estado a avançar em direcção à intuição que tiveste. Pára! Pára isso. Tu sentes-te desconfortável, estás a enviar a ti própria uma mensagem. Pára, tu não queres empreender isso. E quando páras, sentes-te melhor. Ah, ah, ah. Na verdade é um princípio simples, e nesse sentido diria não ser invulgar que em parte espelhes isso, porque quanto mais infeliz te sentires mais te lamentarás.

NATASHA E DANIEL: Ah, ah, ah.

NATASHA: Pelos céus. É demais!

NATASHA: Está bem, vou colocar mais uma pergunta sobre o amanhã, por ter tantas perguntas que implicaria horas. A Tamara, lá no meu trabalho, a minha amiga perguntava acerca da Suécia, por sentir uma forte atracção pela Suécia. Ela tem vontade de lá ir. Ela não tem sido muito bem-sucedida, mas ainda assim adora…

ELIAS: Muito simples, ela incorpora muitos focos nessa área e entra em ressonância com ela, e quando uma pessoa entra em ressonância com um local físico e efectivamente se permite visitar esse local e mesmo por momentos experimenta essa ressonância, isso assemelha-se a uma sirene estridente dentro de vós. Tu entraste em contacto com uma energia com que entras em ressonância, e quando fazes isso geras uma forte atracção pelo local, e para te situares nessa energia. Muitas pessoas não experimentam isso por não se terem efectivamente permitido ir a um determinado local ou lugar com que entrem bastante em ressonância. Mas quando isso acontece, quando vos permitis, sabê-lo-eis e sentireis uma forte atracção para vos situardes nessa energia. Por constituir um complemento.

NATASHA: O facto de la estar lá doente, e de sentir tal atracção, o facto de estar doente constitui um sinal…

ELIAS: Não, isso é um comunicado que se prende com as associações que gera relativas ao merecimento. Por não merecer situar-se no local com que entra em ressonância. Eu diria que se ela reconhecer o próprio valor que tem e o próprio merecimento de que é alvo, e que lhe é intrínseco, por não ser obtido. Vós não ganhais o merecimento ou a dignidade que tendes. Elas são-vos intrínsecas, e caso ela admitisse isso e desse expressão de uma forma autêntica a esse merecimento nela, não criaria nenhuma manifestação física. Em certas situações isso também não é inteiramente invulgar nas pessoas, porquanto geram o que designam por uma profunda experiência em relação à ressonância que sentem com um localidade física e dá-se uma reacção automática em relação ao merecimento: “Não mereço sentir-me tão entusiasmada, prodigiosa, num local. Não ganhei isso,” razão porque se gera uma criação automática.

NATASHA: Muito obrigado.

ELIAS; Não tens de quê.

DANIEL: Eu tenho uma pergunta. A minha neta… (Inaudível) a filhinha dele encontra-se doente com algo tipo alergia, e o médico não tem ideia do que seja. De modo que desejava obter informação que pudesse ajudar…

ELIAS: E do que trata a situação.

DANIEL: A filha tem dificuldade em respirar e tose, e o médico disse que não sabe bem o que seja mas ele é um bom médico, e nós confiamos nele… (Inaudível) muito nova, tipo quatro meses…

ELIAS: Essa é uma situação combinada. Um factor acha-se associado com a área física e não se sentir em grande ressonância com a área física. Mas o outro factor acha-se mais fortemente associado a eles, os pais.

DANIEL: De que forma?

ELIAS: Seria muito útil que eles prestassem atenção ao tipo de energia que projectam. Preocupação e proteccionismo e inquietação não ajudam. Nesse sentido eles projectam uma energia não de apreço mas de medo. E já estão a influenciar o desenvolvimento do medo na pequena. Isso é um factor significativo e seria de enorme ajuda que eles alterassem a energia e a percepção que têm e produzissem uma maior apreciação pela existência da pequena, em vez de gerarem essas outras expressões que promovem temor e, de certa forma, já incutem medo nela. Por a existência e o ambiente serem ameaçadores, e essas podem representar poderosas mensagens relativamente ao catraios.


Conforme estais cientes de, nas minhas interacções de grupo, eu debater os sentimentos que são gerados relativamente às experiências que tendes em pequenos, antes de produzirdes os acessórios de apego, essas são as recordações que são armazenadas que carregais convosco, e que temos vindo a debater nesta conversação que prossegue. E que são continuamente despoletadas e passam a influenciar bastante ao longo da vossa vida, e que podem ter início enquanto bem pequenos e dependentes da energia que vos circundam e a influência que estiver a ser gerada. Se já estiver a ser influenciada a não confiar no meio em que se insere, ou no que se se inclua no seu meio, incluindo as pessoas e o seu meio, por o medo ser ameaçador. E por conseguinte se o medo estiver a ter expressão ele traduzirá uma mensagem de ameaça.

DANIEL: Então, estás a dizer que a ressonância no meio, se eles pudessem mudra para uma região diferente… (Inaudível) a pequena sentir-se-ía muito melhor… sera esse tipo de ressonância?

ELIAS: É, não necessariamente mudarem para uma outra região, mas sim, o ambiente físico desempenha um papel (factor) Mas deixa que te diga que não é que a catraia não sinta qualquer ressonância, e dir-te-ia mesmo que dois terços de todas as pessoas que existem à face do planeta não sentem necessariamente ressonância alguma com o local em que optaram por existir, por não prestarem atenção ao facto de entrarem em ressonância ou não


Ora bem; podeis residir num local por cuja energia não sintais uma completa ressonância e nem por isso vos sentirdes repelidos por ela, e poderem funcionar de modo bem adequado e prosseguir. Por isso, esse é um factor, não o factor principal, mas um factor que contribui, e os pais contribuem muito mais para esse factor ao gerarem essa adição de medo e de preocupação. Por a pequena ainda não filtrar por meio de acessórios do ego nem por intermédio da linguagem verbal, ainda. Filtra as comunicações por meio da energia. E nessa medida, proteccionismo e preocupação projectam uma energia de medo e de insegurança.

DANIEL: Muito bem, obrigado.

DANIEL: Ultimamente o meu ombro aqui… (Inaudível) Será isso significativo?

ELIAS: E que avaliação fazes?

DANIEL: A teoria que tenho é que…


ELIAS: (Ri) Eu concordaria com ambos, em parte. Diria tartar-se de uma combinação de acções em que não prestas atenção à consciência do teu corpo em resultado do que produzes actos que, caso não prestes atenção, comunicarão contigo a fim de te captar a atenção, e expressarão a sua mensagem para prestares mais atenção. E par ate focares em ser mais gentil contigo própria, em vez de te dispersares.

DANIEL: Mencionaste a criatividade que tenho… Ando a pensar que tenho que alcançar um certo nível de profissionalismo… e tornar-me um tanto famoso… Porquê esta obsessão que sinto em relação a tornar-me famoso? E sera profissionalismo, fama ou legado?


ELIAS: É uma associação, uma associação que vos foi incutida e que é reforçada por muitas das vossas sociedades, essa de que terão mais valor quanto mais forem conhecidos. Quantomais forem agraciados, quanto mais forem conhecidos, mais valor terão. E que uma pessoa que possui um bom aspecto na região e que interage apenas com outras dez pessoas ao longo da sua vida valerá menos do que um político. Que quanto mais conhecidos forem, isso por extensão quererá dizer que mais pessoas vos conhecerão, ou de que tereis consciência de vós. Por conseguinte, quantas mais pessoas tiverem consciência de vós mais importantes sereis. E quantas mais pessoas vos conhecerem objectivamente ou souberem de vós, mais interagireis ou entrareis em contacto. Essa não é de todo a situação, mas objectivamente é a associação que geras.

DANIEL: Mas mencionas que sou um animador em certa medida, e eu… Ainda não preciso ser o maior, basto-me com um menor…

ELIAS: É mais uma questão de avaliares aquilo que queres, meu amigo, aquilo de que verdadeiramente gostas, em vez do que precisas ser ou de produzires um legado, ou do que precisas ser para expressares a importância que tens ou deixares a tua marca, por assim dizer. Por a tua marca ser produzida, por o teu legado ser produzido de uma forma muito mais efectiva e eficiente fazendo aquilo de que realmente gostas e o que corresponde à paixão que sentes, do que seres conhecido ou famoso. E se quiseres ser famoso, e isso for significativo, se genuinamente quiseres ser famoso, e bem conhecido, optarás por um meio de chegares a isso.

DANIEL: Então… (Inaudível)

ELIAS: Correcto.

DANIEL: Por andar por aí a pensar…


ELIAS: Tu queres ser conhecido mas não necessariamente ser famoso.

DANIEL: Por andar por aí e na minha ideia… Por constituir um tanto uma obsessão…

ELIAS: Com o que estaria de acordo e a forma como te valorizes e valorizas os outros, e pelo que associas a isso. O que é ligado à apresntação desse valor. Se usares o apêndice da fama ou do ser conhecido, então isso irá gerar uma maior importância, e por conseguinte irá gerar um maior valor. Isso é um acessório de apego. Mas eu diria que não é necessariamente o facto de quereres fama no sentido tradicional do conceito, mas mais o facto de quereres ser vistode te quereres dar a conhecer. Tu queres ser conhecido, e nessa medida, talvez porventura mais de uma forma que exceda o pequeno círculo de amigos. É mais o desejo que tens de te tornar conhecido, e eu diria que a apreeensão que sentes em relação à projecçção que fazes de ti atenua isso, ou influencia-te a não seguires issoa ponto de se tornar mais satisfatório para ti. Mas dir-te-ia que as fantasias de fama que alimentas são consistentes e contínuas como uma inspiração que te motiva a realizer daquilo a que te limitas, mas não necessariamente de forma tão profética que genuinamente queiras passar a tgozar de uma fama real. Por te poder dizer que em si mesmo seria um tanto contrário à tua fluência natural. Mas representa, por assim dizer, uma inspiração que te leva a fazer ir além dos obstáculos que crias para ti próprio em relação à forma como te projectas.

DANIEL: Quando perguntamos… qual era a minha comunicação anterior?

ELIAS: E que dirias tu que fosse?

DANIEL: Mencionaste a exposição, a qual recentemente…

ELIAS: Não necessariamente. Uma expressão de liberdade pode passar andar por uma circulação. É uma fluência, e qualquer que seja a fluência do indivíduo, acha-se no conforto.

DANIL: Tudo bem, mas tem que ver com o problema que tenho da invisibilidade…

ELIAS: A projecção que fazes de ti próprio, a forma com te apresentas. Diria que esse é o maior obstáculo que geras, por não expressares essa confiança e satisfação e conforto e aceitação na projecção que fazes de ti, naquele que és e na forma como és neste foco. Isso ainda não é de todo aceitável para ti, e representa o teu maior obstáculo.

DANIEL: Ainda preciso… Quero usar de inteligência relativamente ao potencial que a minha vida reserva…

ELIAS: Muito bem. Nesse caso reajusta a imagem que fazes pondo-a em prática em vez de ficares à espera que eu te diga o que deves ou não fazer, e quando reajustares a imagem observa quais serão as paixões que tens e torna-te nisso. É tão simples quanto isso.

Observa as paixões que tens e de seguida torna-te nelas.

DANIEL: Obrigado.

DANIEL: (Para a Natasha) Pretendes fazer a mesma pergunta?

ELIAS: A qual, do mesmo modo que tu, já é do teu conhecimento, certo? Tu já a conheces, e tu também já a conheces. Qual é a tua maior limitação?

NATASHA: Não consigo confiar em mim própria. Não sei.

ELIAS: Isso é um sintoma de uma limitação ou o efeito de uma limitação. Que será que apresenta consistência?


Que será que apresenta uma maior consistência no teu caso? A tua maior limitação assenta no acto consistente de te esforçares por não seres suficiente.

NATASHA: É isso mesmo. (Ri)

ELIAS: No facto de te esforçares por jamais seres suficiente, por jamais seres boa o suficiente, seja no que for que faças. Geras uma distinção precisa com a associação de que se fores suficientemente boa deixarás de sentir motivação. Não. Se fores suficientemente boa não terás mais a explorer nem por que lutar. Não. É o reconhecimento e a confirmação do teu ser que muda. Por o que quer que faças o fazeres pelo factor do querer fazê-lo, e isso constituir uma paixão de que desfrutas, que gostas de sentir. Não que te reveles insuficiente até que o faças.

NATASHA: Isso na verdade é desanimador por...

ELIAS: Mas independentemente do que fizeres, isso jamais se revela suficiente. Dir-te-ia em termos bastante literais, minha amiga, que podias criar o acto de ficares contigo que também não se revelaria suficiente satisfatório. Sim, haverias de continuar a esforfar-te por não ser sufucuentemente bom. É a tua maior limitação o facto de não identificares e não vejas o valor que tens e o merecimento que te são intrínsecos. Tu existes, pelo que és digna, tens valor, e mereces. Simplesmente pelo facto de existires. Mas, a razão porque forças, a razão por que jamais se revela suficiente deve-se ao facto de te encaminhares no sentido dessa base do alcance disso, mas jamais poderás alcançar o suficiente para expressares de uma forma suficientemente boa. E por conseguinte, se não consegues alcançar o suficiente para expressares suficientemente bem, porque te incomodares? Por já te derrotares antes de começares. É a metáfora de não consdeguires subir o monte por teres as pernas partidas, pois porquê?

DANIEL E NATASHA: (Conversam entre si)

ELIAS: Não se trata unicamente de uma questão de fazer, por poderes fazer e fazer sem parares, e se jamais reconheceres o que fazes, isso não terá importância. A questão assenta nisso. Por não asssentar naquilo que fazes, mas o que reconheces que fazes. Podes chegar a ser bem-sucedida em qualquer direcção que possas imaginar, mas se não conseguires reconhecer o teu próprio desempenho nesse êxito ele não terá sentido.

NATASHA: E que dizer daqueles que são bem-sucedidos, eles reconhecerão… (Inaudível) Passarão eles pelo mesmo processo ou toda a gente será diferente?

ELIAS: Depende do indivíduo, pois alguns conseguem exibir uma fachada de sucesso, conseguem criar uma camuflagem e uma concha de sucesso, de modo que aos olhos dos outros parecerá que produzam êxito pelos padrões dos outros. No caso de certos indivíduos, eles reconhecem-se genuinamente e isso gera um êxito genuíno, e com um sucesso genuíno a coisa não se esboroa. Num êxito genuíno a coisa mantém-se, segura-se. As pessoas alcançam sucesso e continuam a alcançar sucesso por reconhecerem as conquistas que os estimula a alcançar mais realizações. E creditam as conquistas que obt~em a si mesmos pelo que se torna num sucesso genuíno.


As pessoas… (inaudível) a fachada, a concha do sucesso. Poderá parecer que de certas formas sejam bem-sucedidos, mas as dificuldades ou o desafio associado a isso está no facto de não o conseguirem manter indefinidamente, de modo que eventualmente chegará a implodir. E essa concha do sucesso nãopassa de uma camuflagem para a destruição que o indivíduo na verdade pode estar a criar. Mas todos vós até certo ponto estais familiarizados com a criação de uma fachada de sucesso de uma ou de outra forma mas é genuinamente uma questão das pessoas que se encontram satisfeitas e bem-sucedidas nessa satisfação e se reconhecerem a si mesmas. Reconhecem a realização, e creditam-na a si mesmas.

NATASHA: Como uma forma de celebração…

ELIAS: Sim.

DANIEL: Está quase a esgotar-se-nos o tempo… haverá alguma coisa que possamos entender acerca da situação em que nos encontramos exactamente agora… Haverá alguma orientação, movimento, objectivo?


ELIAS: Que é que ambos quereis?

DANIEL: Ter êxito.

ELIAS: Isso é demasiado genérico.



DANIEL: Uma confiança genuína na vida que levamos, no rumo que levamos.

ELIAS: Isso é igualmente muito genérico. O que vos sugeriria é que antes de mais avaliassem juntos o que será mais importante para cada um, sejam específicos naquilo que querem em relação aos desejos que têm, por querer e desejo nem sempre serem a mesma coisa. E nessa medida, assim que tiverem partilhado um com o outro aquilo que desejarem individualmente, descobri o que de comum tendes entre vós no desejo que tiverem e começai a experimentar focar-vos nisso que têm em comum e produzam pequenos actos iniciais em que vos valideis no poder da combinação das forças. Por aquilo que quiserdes ser fortalecido pelo poder dos pontos combinados se forem todos focados em conjunto. Se vos moverdes individual e independentemente um do outro perdereis poder. Mas…

NATASHA: Achamo-nos numa posição de combinação única, neste momento.

ELIAS: Sim. E nessa medida podeis tornar-vos muito poderosos. Começai pelo que constitui tema comum, a seguir por todos os desejos que tendes em cada um de vós. Diria que sentir-se confortável e adoptar liberdade de expressão representará um ponto comum no desejo que tendes, mas sejam específicos,e não tão generalistas. De que forma quereis sentir-vos confortáveis? Que é que quereis expressar com liberdade? E de que modo querereis expressá-lo? Sejam específicos. E na medida em que vos concentrardes juntos podereis dar início à vossa pequena experiência e expandir isso à medida que vos reforçais com as conquistas que obtendes. Reconhecei cada realização.

DANIEL: Mas duvido que toda a gente… terá a mesma orientação para toda a gente?

ELIAS: A mesma orientação.

DANIEL: Desejareis fazer um intervalo?

ELIAS: Muito bem. Nesse caso vamos fazer um intervalo.

ELIAS: Continuemos.

NATASHA: Eu tenho uma pergunta relacionada com tudo isto… estou muito cuirosa acerca dos pontos cegos, as coisas que não vemos…

ELIAS: Pergunta interessante, essa. Em certos domínios não tem importãncia, mas quer se trate da situação do que designais por ponto de cegueira quanto a uma direcção imprevista ou do que designais por um ponto genuino de cegueira é uma situação em que estão a criar um ponto de cegueira por não estarem a dar atenção.

NATASHA: Existe o potencial de eu os poder ver…

ELIAS: Sim, ou de tentares ocultar de ti própria. Pode simplesmente tratar-se de uma situação em que não estejas a prestar atenção. Em que não estejas genuinamente a prestar atenção ao que estiveres a fazer.

NATASHA: Estou-me a referir ao ponto de cegueira em que não conseguimos ver muito bem…

ELIAS: Nessas situações diria não ser caso de preocupação. Por ter que ver mais com uma concessão, permitir que o vosso rumo se desdobre. E de não o complicar inserindo-lhe planos possíveis,  nem projecções nem antecipações.

NATASHA: (…)

ELIAS: Sim, mas mais reconhecendo que em qualquer altura poderás não estar necessariamente ciente do que podes criar no futuro. Mas isso não constitui um obstáculo, mas é mais uma questão de empregares a confiança que tens em ti e de relaxares e de permitires que o teu rumo se desenrole. De confiare sque o que quer que tenhas escolhido se desenrolará para teu máximo benefício. Se não complicares isso.

NATASHA: Isso é o que dizem acerca da confiança e eu permaneço muito aberta… terá isso funcionado a meu favor?

ELIAS: Funcionou. Sim, é um ponto de referência ou de focagem.

NATASHA: Ponto de focagem?

ELIAS: Sim.

NATASHA: Simplesmente uma questão que nos mantém mais ou menos focados.

ELIAS: Sim. E centrados. Sim.


NATASHA: Muito bem, eu só queria muito rapidamente perguntar-te acerca destam atéria e como… pode ter sido qualquer método, qualquer movimento, qualquer acção que pensemmos poder tornar num ponto focal…

ELIAS: Exacto. Essa na verdade representa uma estimativa exacta. O que ocorre com diferentes métodos, a razãoporque são bem-sucedidos deve-se a uma razão assente em dois factores. Um, a intensidade com que ressoa com a pessoa, por conseguinte,  quanto vós próprios confiais ou acreditais nele. Além disso quanto energia colectiva está a ser gerada em relação a um método particular.


Mas tens razão, aplica-se a qualquer situação.Diria que é mais obviamente notado em situações tais como dieta. Por serem métodos que muitas pessoas investigam, mas hás-de notar que alguns métodos parecerão ser mais bem-sucedidos do que outros. A razão deve-se a que alguns métodos sejam expressados com uma maior cooperação de energia.


Tal como estávamos a debater antes, mais em, relação à vossa pirâmide ou a uma ourta situação qualquer. Quando juntais dois ou mais indivíduos criais uma energia colectiva que se vai acmular, e quanto mais energia for focada numa direcção particular qualquer, mais forte irá se tornar. Também por isso, um maior potencial para um sucesso qualquer seja em que expressão for. Certos métodos de dieta são mais bem-sucedidos por os indivíduos que participarem nele inicialmente geram uma confiança considerável e acreditam no método. Por de certa forma a confiança e o acreditar serem sinónimos. Mas mais pelo facto de quanto mais as pessoas gerarem essa crença no método, mais projectarão essa energia no exterior, e isso irá atraír mais pessoas que entrem em ressonância com o método. E quanto mais energia for acumulada num método particular, mais êxito obterá.


Nessa medida, os dois mais importantes factores são, quanta ressonância provoca o método em vós. E quando referi o quanto entrareis em ressonância com o método isso quer necessariamente dizer que entrais em ressonãncia ou aceitais cada aspecto de um método particular, só que em grande medida ou na globalidade, entrais ressonância com um método particular. E em certos aspectos não obténs e podes alterá-los por ti própria para conseguires ser mais produtiva com o método particular. Esse é o factor mais importante. E o segundo factor é o acúmulo de energia, por cada um se baseia nessa energia colectiva que gera uma maior força no método. Por isso, se ele te provoca ressonância, poderás produzir sucesso com ele, e se não, se estiveres a inquirir, se te sentires cética, ou não completamente confortável com ele, isso serão indivadores de que não entras necessariamente em ressonância com ele e de que te sairás menos bem-sucedida.

NATASHA: Uma vez mais em si mesmo não tem importância qual eu aceito…

ELIAS: Em si mesmo não tem importância.

DANILL: Tu dizes que realmente queres o teu próprio método ao contrário do de qualquer outra pessoa… Familiariza-te com vários métodos e cria o teu próprio…

ELIAS: Sim, isso mesmo. O que traduz a questão inerente a qualquer método que uma pessoa desenvolve, o facto de ele causar um maior impacto naquele que o inventa. Mas ele causará impacto com outras pessoas de energia similar. Por a direcção mais eficaz a empregar em relação a um método qualquer, para além daquele que tu própria inventes, é recolher informação. Permite o que te cria impacto por diferentes vias e forma a tua própria invenção.


NATASHA: Sim, eu compreendo. Foi o que senti. Muito obrigado.

NATASHA: A minha tia esteve hospitalizada com líquido nos pulmões e assim… e eu procurei aplicar esse método de duplo aspecto… gostava de saber se terá sido útil…

ELIAS: Foi, mas deixa que seja claro ao te dizer que é muito importante que reconheças o que identificas e que percepção tens do auxílio e do que constitua um êxito. Pois, será que influenciou e representou um êxito? Sim. Não necessariamente por completo, da maneira que possas perceber porquanto o que fizeste foi gerar a apresentação de uma energia. A pessoa configura isso do modo que optar. E por conseguinte, sim, foi benéfico, mas pode não produzir exactamente os resultados que julgas serem de ajuda, ou que julgas serem bem-sucedidos. Mas isso não quer dizer que não o tenha sido.

DANIEL: Quando estava a fazer isso encontrava-me… mais divertido e leve e estava divertir-me com isso… mas houve uma altura em que pude visualizar uma luz que se achava separada do corpo e interroguei-me se quereria chegar mais próximo ou se quereria ir mais além e desaparecer…

ELIAS: Não tem importância. Por não ser necessário que faças (nada). Nesse sentido, entendo a curiosidade que evidencias e a vontade de entenderes que intenção terá tido e que rumo terá tomado. Mas em última análise é uma questão de ofereceres essa energia e de a soltares, por assim dizer. E ela produzira à feição que melhor a beneficiar. Por isso, não importa que tenhas consciência de que devesse chegar mais próximo ou afastar-se mais, porque seja qual for a escolha que tenha promovido, não era do teu foro.

NATASHA: Então geralmente seria benéfico nos termos seja de quem quer que seja que estamos a apresentá-la. Cabe à pessoa…

ELIAS: Sim. Depois ela passará a manipular essa energia. Exacto. E o que quer que for benéfico para ela seja no sentido do que ela quiser e de acordo com o próprio desejo que tiver. E nesse sentido não é uma questão do que imaginas. Embora por vezes possa revelar-se divertido ou uma curiosidae continuar a observar e nessa medida observar qual seja a escolha feita, mas não intervir com essa escolha.

DANIEL: Para mim sentir-me grato, parece-me como… Porque será que parece uma interferência, quando me revelo cuidadoso em me sentir leve e divertido…

ELIAS: Não, isso é o que estás a fazer por ti, isso é o método que empregas de empregares a energia. Por conseguinte essa é a forma como interages com a tua energia. Isso és tu a empregar a tua energia, e nisso podes efectivamente vislumbrar determinados aspectos da energia da outra pessoa, mas seja o que for que estejas a fazer ao manipulares a tua energia, representará tu a experimentares contigo próprio. Não necessariamente a influenciar o outro nem a manifestar relativamente ao outro.

DANIEL: Isso faz sentido.

DANIEL: Estávamos a falar acerca dos níveis. Ela estava a dizer que tu te encontras num nível e que eu me encontro no outro… e eu não consegui descobrir… terá isso sido mais um tipo de transição? Que estaria ela a ver?

ELIAS: Por assim dizer, mas sim, definitivamente de transição. Por vezes, dependendo do grau com que uma pessoa emprega a transição, pode começar a parecer-lhes camadas. Mas é compreensível que ela o descrevesse como níveis.O que a pessoa vê, por assim dizer, é a sua realidade de uma forma muito diferente. Por isso, parece dar-se uma separação entre camadas de realidade e parece ser seccionada. Por terdes sido concebidos, se terem concebido a vós próprios com a estrutura da consciência do vosso corpo a qual percebe a realidade de uma forma específica. Uma forma coesiva e sem costuras. Essa não é precisamente a forma como a realidade é, mas é a forma como formais a percepção que tendes da realidade física.


Quanto mais uma pessoa se adiantar na transição no foco físico – por ser diferente no foco físico do que no não físico, mais a consciência do corpo procura enquadrar o que está a ser percebiso na estrutura, o que é conhecido na vossa realidade. Por isso, a consciência objectiva começa a compartimentar um pouco, e gera separações a fim de assimilar a informação que é desconhecida para a pessoa.

NATASHA: Então, é uma tentativa de interpretação…

ELIAS: É, por ela estar a encarar a realidade por múltiplas camadas; do que resultam múltiplos aspectos da realidade. Já antes tive ocasião de referir que vos encontrais sentados numa sala, e sentados sobre uma mobília sólida. Mas ao  mesmo tempo, NESTA sala existem múltiplas peças de mobília, múltiplos aspectos de vós, e múltiplos uns dos outros, e nessa medida percebeis um conjunto. Quando avançam no estado de transição, esses véus de separação tornam-se delgados ou são descartados. Mas a vossa consciência objectiva encontra-se bastante ligada à consciência do vosso corpo no foco físico. E nessa medida, não compreende de todoaquilo que percebe. Por isso, compartimentaliza a fim de compreender e interpretar de uma forma mais eficiente.

DANIEL: Mas, quando referes múltiplos, referes-te a outros aspectos ou ao quê?

ELIAS: A ambas as coisas. Pelo que ela poderia ter consciência de se encontrar num local particular, tal como esta sala, e ter igualmente consciência de que a sua consciência objectiva ou o aspecto primário da sua consciência objectiva, o grosso da sua consciência objectiva se encontra numa camada desta realidade, diferente da que ocupais. Por isso, também existe uma consciência que els não intrerceptam por completo. Existe um véu de separação entre eles. Não podeis ver a camada que a sua consciência objectiva ocupa, e ela tem consciência de que embora vos possa ver e percebêr-vos, figurativamente falando, é como se estivessem numa outra sala. E existe uma “parede” translúcida, mas existe uma “parede” que os separa dela, e ela não sabe como romper essa “parede”. Mas ela também sabe que não o conseguis romper. Não podeis penetrar no aspecto da realidade dela muito embora consiga vê-los.

NATASHA: Sim, ela fez perguntas acerca disso… como é que nos encontramos na linha da frente… num tipo de transporte, enquanto ela viaja numa forma de transsporte diferente.

ELIAS: Pois, pois. De certa forma podiam visualizar um elevador, em que vos encontrais num determinado piso do edifício, e o elevador encontra-se aberto, só que não no piso em que vos encontrais. E ela encontra-se no elevador, e consegue vê-los, mas não se encontra no vosso piso, e nessa medida encontra-se num estado intermediário, e tem consciência de se encontrar num estado intermédio, tem consciência da separação patente, e tem consciência da diferença das realidades. Mas também tem noção de existir e de que continua a existir fisicamente. Consequentemente, isso cria um dilema e um estado de confusão por não conseguir passar para a vossa camada e saber que não conseguis passar para a camada em que se encontra.

DANIEL: É, era como se fosse altura de ela… de modo que tivemos aquela discussão que agora não conseguimos evitar que ela tenha… nesse estado discutimos um tanto…

ELIAS: Sim, por poder revelar-se assustador para uma pessoa. Estais bastante acostumados a ser isolados na forma como percebeis, e quando isso sofre uma alteração, e começais a perceber de outras formas com que não estais familiarizados,, isso pode tornar-se demasiado assustador. E pode assemelhar-se bastante a uma falta de controlo. Por conseguinte, não é que ela não se recorde, mas tal como qualquer outra pessoa que se encontra numa situação assustadora. Em grande medida, a maioria das pessoas opta por não revisitar situações assutadoras. Preferem continuar na direcção da segurança, e não tomar essa direcção assustadora. Mas eu diria que esta foi uma oportunidade única que proporcionaste a vós próprios a fim de vislumbrardes isso. Por a maioria das pessoas nesse estado de consciência não dispor tanto da capacidade de articular a percepção que têm daquilo que estão a experimentar. E essa é uma rara oportunidade.

DANIEL: Ela é uma excelente contadora de histórias.

ELIAS: Ah ah ah. E vós representais excelentes participantes dessa história.

NATASHA: Fico-te enormemente agradecido.

ELIAS: Não tendes de quê, meus queridos amigos. Fico sempre a antecipar o nosso próximo encontro. Vou estender-vos a minha energia a cada um continuamente para vos recordar porventura para não criarem essa demonstração física. E para vos recordar gentileza e atenção. Ah ah ah.


Para vós ambos com um enorme afecto e um grande carinho, como sempre, meus queridos amigos, au revoir.

NATASHA E DANIEL: Au revoir.

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Sessão 3052

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