quarta-feira, 30 de outubro de 2013

PERGUNTAS E RESPOSTAS



(JOSH II)

"ESCOLHA E PROBABILIDADES"

Sessão 87


Quarta-feira, 17 de Abril de 1996 ©
Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), e o Jeff (Katarina).
O Elias chega às 8:37 da tarde.


Tradução: A. Duarte



ELIAS: Boa noite! 



GRUPO: Boa noite! 



ELIAS: Esta noite tens perguntas a colocar… Ah, inquiridora de um raio! 



VICKI: Bom, tenho apenas umas quantas. Ficamos curiosos, o Michael e eu, com respeito à interacção que tiveste com o Joshua numa destas noites. Pareceu inusitada, e ficamos sem entender.



ELIAS: E por que razão vêm a interacção que tive como inusitada?



VICKI: Por nunca te ter visto tão brusco com um estranho.



ELIAS: Ah! Então essa é a interpretação que fazes. 



VICKI: É. 



ELIAS: Mas, isso ofendeu-te? 



VICKI: Não, não me ofendeu, mas fiquei curiosa a respeito disso, por ser inusitado. Pelo menos pareceu-me inusitado a mim.



ELIAS: (Com firmeza) Eu interajo com este indivíduo de acordo com as ligações que ele tem e a percepção que tem no âmbito da consciência. Podeis optar por reavaliar a percepção que tendes deste indivíduo.



VICKI: Bem, a percepção que tive foi a de um jovem muito inteligente.



ELIAS: Exacto. 



VICKI: Mas devo reiterar que ao incorporarmos uma pessoa nova, parece-me a mim inusitada a forma como actuaste com ele. Talvez seja alguma coisa que eu não esteja a entender.



ELIAS: O que não estás a entender é conectar-te no âmbito da consciência, e identificar a realidade do que percebes que a situação traduza. Esse indivíduo é muito eficaz a projectar uma fachada.



VICKI: Mas isso foi confirmado na interacção que ele teve com a Elizabeth. Contudo, muita gente é eficiente na projecção de uma fachada.



ELIAS: Isso é muito correcto; mas não acreditas que eu consiga ver por entre essa fachada?



VICKI: Creio que provavelmente sempre vês através das fachadas, mas só nunca te tinha visto a interagir da forma que o fizeste num primeiro encontro.



ELIAS: Este indivíduo está muito bem ciente, e compreende perfeitamente. Este indivíduo também projecta um elemento de incapacidade. Ele não estava a experimentar qualquer reacção emocional na minha presença. Ele não sentiu qualquer medo.



VICKI: Ah. Isso fez parte da fachada? 



ELIAS: Fez parte do jogo! Este indivíduo compreendeu muito bem a resposta que dei à primeira pergunta que me lançou. Não houve nenhum mal-entendido envolvido. Este indivíduo não desejava colocar a pergunta seguinte, por já estar ciente da resposta que lhe daria; desse modo fingindo desamparo no foco, e pedindo por assistência. Não foi oferecida, pelo que a resposta foi obtida. Foi-vos apresentado com uma fachada de temor, a qual é muito eficaz. Na consciência, e por trás de tal fachada, havia irritação por não receber assistência, consequentemente dirigida a mim sob a forma de uma birra. “Vais responder à pergunta que te vou fazer, Elias!” Não vou responder à tua pergunta, Jaren, por seres suficientemente capaz de responder a ela por ti próprio. Tu já sabes; e sabe mesmo.



Eu respondo às pessoas de acordo com a consciência que têm, e com a quantidade de temor que sentem. Muitas pessoas podem projectar uma camuflagem de muito autoconfiantes e conhecedores, e sentem muito temor por dentro, daí a resposta que lhes dou. Este indivíduo não sente tal receio.



VICKI: Muito bem. Bom, deixa que te coloque uma outra pergunta acerca disso. A pergunta que o ouvi fazer foi em relação à interacção que tinha com este Jack, no estado de come em que se encontrou. Terá sido essa a pergunta?



ELIAS: Exacto. Ele gostava de compreender as ligações que tem com esse indivíduo. Era-me bem possível estender-lhe essa informação, mas eu vou-te dizer: se o teu filho estiver aos pontapés diante de ti no chão e a exigir de ti fazendo birra, respondes-lhe?



VICKI: Não. 



ELIAS: Trata-se de um expediente de manipulação. (Com firmeza) É inadequado. 



VICKI: Está certo, creio que já entendi. 



ELIAS: Fica ciente de que eu tenho consciência; e embora actualmente este indivíduo não venha a juntar-se às nossas sessões, aquilo que lhe estendi, não somente nesse “momento”, prosseguirá; e ele está ciente disso. Não existem coincidências. Ele não fala como o faz sem “antes” ouvir o que vai dizer. (Pausa para enfatizar) por isso, já vês, ele não é novo. (A sorrir, seguido de uma pausa)



VICKI: Interessante. (Outra pausa) 



ELIAS: Não tenho a crença de ofender ninguém nestas sessões, tal como vós, por não ser necessário; mas posso escapar com tal expediente! Afinal de contas, eu sou um fantasma! (A rir, enquanto o acompanhamos todos, para quebrar a tensão)



VICKI: Isso confere-te licença para tanto. 



ELIAS: Para ser verdadeiro! (A rir) 


VICKI: (Para o Jeff) Terás alguma pergunta? 


JEFF: Tenho, sim. Há algum tempo, numa reunião de carácter privado, estavas a dizer-me que me vias como uma pessoa dotada de clareza, e eu só gostava de te pedir se poderias explicar o que queres dizer com isso, de modo a poder compreender melhor.


ELIAS: Tu estás situado muito próximo do Paul. Tornar-se-á sobremodo difícil neste momento explicar-te de modo eficiente as conexões e a interacção que tendes. Não incorporas muitos bloqueios em muitas áreas. Já forneci a informação anteriormente de poderes igualmente envolver-te com este fenómeno. Eu disse ao Lawrence, em resposta às perguntas dele; embora ele não entenda por completo, por estes indivíduos apresentarem um enfoque muito isolado; Essa acção incorpora mais do que uma direcção, tal como no caso do Lawrence, embora o Lawrence opte por se afastar dessa acção particular. Tu gozas da mesma capacidade do Ron, e também tens as mesmas ligações ao Paul, tal como o Ron. Por isso partilhas em igualdade de circunstâncias essa capacidade de empregar este tipo de fenómeno ao nível pessoal. Podeis ajudar-vos mutuamente. Podeis trocar de “lugar”, por assim dizer. Fica ao vosso critério. O Ron pode optar numa dada altura, canalizar o Paul, assim como poderá deixar de optar por isso. E tu podes faze-lo na vez dele.


JEFF: Essa era a pergunta seguinte que ia fazer. Muito bem… 


ELIAS: Caso escolhas, apresentar-te-ei informação, que da mesma forma que com o Ron, tu proporcionas um “canal muito claro”, por assim dizer. Existem poucos bloqueios, e os que manténs facilmente poderão ter permissão para se soltarem.


JEFF: A informação de que estavas a falar será do conhecimento do Ron, ou será que podemos falar sobre ela? Ou deveremos indagar junto de ti com respeito a ela, ou faze-lo numa outra altura? A mim, soa muito interessante. Eu estou na disposição disso.


ELIAS: Desejarás informação relativa a ti próprio enquanto canal?


JEFF: Desejo. 


ELIAS: Isso é escolha que te cabe a ti. Hás-de descobrir, tal como descobriu o Ron, que embora o desejo que tens seja grande, a actualização desse fenómeno não é assim tão fácil; porque assim que foste informado que possuíres a capacidade de servir de um canal muito claro, tu automaticamente (bate as palmas das mãos em alto tom) bloqueias! Isso é muito comum.


JEFF: Mas o Michael sabe o que fazer.


ELIAS: (A sorrir) O Michael às vezes pensa saber o que fazer! O Michael também sente bastante confusão. O Michael também teria bloqueado por completo este fenómeno caso tivesse sido previamente informado! (O Elias começa a rir) Por isso não fiz uso de informação anterior à minha “surpreendente chegada”, pois ter-se-ia “apagado”, por assim dizer. Torna-se difícil ultrapassar os próprios receios e crenças que tendes, a fim de vos permitirdes envolver este fenómeno. É muito fácil proceder ao intercâmbio. Só é difícil por o dificultardes! Se te permitires relaxar e aceitar, apresentar-se-á bastante isento de esforço.


JEFF: Está bem. 


ELIAS: Também poderás empregar uma interacção com o Lawrence com respeito aos problemas do controlo. Isso apresenta um bloqueio tremendo. Eu referi-me muitas vezes junto ao Ron, pela acção, sobre este fenómeno. Nem todas as pessoas passam pelo mesmo tipo de intercâmbio que o Michael e eu empregamos. Isso não invalida o fenómeno. Apenas é diferente. Por isso, dependendo do problema que tiverdes com o controlo, podeis escolher a forma que desejardes.


(Para a Vicki) Podes igualmente dizer ao Michael que ele também poderá incorporar exactamente a acção na mesma do presente material de leitura dele, como eu dizia ao Michael previamente em relação ao nosso material! (A acção referida foi a de “queimar o livro”) Mmmmm! (A abanar a cabeça para a frente e para trás, enquanto desatamos todos a rir)


VICKI: Creio que ele descobriu isso sozinho.


ELIAS: Eu instruo-vos, repetidas vezes, que atraís a vós informação que vos será útil e que precisais, e não precisais que mais influências vos instruam quanto à informação que devíeis atrair a vós! Haveis de atrair a vós aquilo que precisais. (Para o Ron) No reino do Sumar, com o Michael e o Lawrence! (Riso) Poderá parecer supérfluo e inconsequente, mas não é. É melhor isso do que: “Ah, canalização de grandiosos chefes Índios num tom grave!” (Riso geral) Eu vou fazer com que a cabeça do Michael boie! Chegamos tão longe até agora e demos tal passo para trás, com as gémeas retrógradas! Não vos deixeis distrair pelas crenças. Presentemente estais suficientemente cientes para confiardes em vós. Podeis reconhecer as crenças e as distorções por vós próprios eficientemente.


VICKI: Bom, por falar em crenças. (O Elias começa a rir) De certeza que consegui esmagar uma delas na noite passada, e agora tenho a cabeça a boiar! (Riso) Mas de facto tenho uma pergunta. Quase temo coloca-la, mas vou faze-lo à mesma.


ELIAS: Podes perguntar ... (A sorrir) 


VICKI: Eu sei. Inquirir jamais prejudicou. Tudo bem. Com o emprego de dois indivíduos bastante inteirados, o Ron e eu, que optam por passar por uma experiência num futuro próximo, nos nossos termos, há um certo número de anos, no âmbito deste exercício, como é que podemos duas experiências tão díspares?


ELIAS: Porque não? 


RON: Boa resposta! 


ELIAS: Obrigado! 


VICKI: Bom, a razão por que não deve-se…


ELIAS: Por precisarmos continuar nos nossos focos individuais no âmbito do tempo linear, por o tempo existir… e não existir!


VICKI: Só que no enfoque físico, existe! 


ELIAS: Em cada foco físico. 


VICKI: Muito bem. Bom, estávamos a explorar esta experiência particular, este foco particular de desenvolvimento, num curto espaço de tempo de poucos anos, ambos a constatarmos uma experiência onde estávamos ainda a interagir com a outra!


ELIAS: Ah. Voltamos de novo à solidez dos elementos! Esses malditos anos sólidos! (Riso) O tempo e as experiências são tão sólidas e inalteráveis quanto pedra! (A rir) A pedra também sofre mudança! Estais a ver probabilidades de acção e de experiências. E isso não é real, mas tão só uma probabilidade. Completamente errado! É real.


VICKI: Então num só foco de desenvolvimento, temos várias realidades e experiências.


ELIAS: Eu dei-te conta disso previamente! 


VICKI: Bom, eu sei, mas…


ELIAS: Mas ainda não representa uma realidade! 


VICKI: Exacto! 


ELIAS: É tudo real! 


VICKI: Isso apenas torna a coisa tão desmesurada! 


ELIAS: Não te terei dito que cada instante de cada foco constitui a sua própria realidade?


VICKI: Claro. (A suspirar) 


ELIAS: Individualmente, podeis ver um indivíduo de dez anos – Interrupção! (Para a Vicki) Conta, ao longo das transcrições que tens, quantas vezes terei referido este exemplo! Uma vez mais, podeis constatar que esse indivíduo tenha dez anos, mas não tem uma existência ao longo da eternidade apenas com dez anos, imobilizado nalgum elemento isolado congelado do tempo. É energia. E a energia acha-se constantemente em movimento. Em movimento! Não parada! Mesmo os cantos! Acham-se em permanente transformação. Os vossos próprios corpos físicos dão testemunho disso. Criastes-lhos de modo que vos identifique continuamente, através de cada foco, essa mesma realidade.

Essas células que possuís, neste presente momento não são inteiramente as mesmas células que as que o teu corpo apresentava há alguns anos atrás. Nem sequer uma é a mesma! Elas encontram-se continuamente em movimento, e em contínua transformação. Estão continuamente a substituir-se. Elas vão-se! Jamais são aniquiladas! Jamais chega a ocorrer destruição. Jamais chega a haver morte; no caso de uma célula, de um átomo, de uma partícula, de um corpo, de uma probabilidade, de um foco, de todas as coisas! Elas existem todas em simultâneo, e são todas reais! (Pausa a enfatizar)


Podes usar o teu jogo, (para o Ron) e constatar uma outra experiência, num mesmo período, enquanto o Ron que és; (Para a Vicki) E tu podes ver uma outra na qualidade do Lawrence. Todos eles existem! Nenhuma representa “mais” aquilo que sois! Nenhuma representa uma imagem fantasma de um Eu alternado! São todos os vossos focos. Por isso, nenhum conflito nem contradição em relação à sobreposição de tempo nem de experiências! (Outra pausa a enfatizar)


VICKI: (Suspirando) É verdadeiramente desconforme. 


ELIAS: Bastante! 


RON: Então iremos, no foco físico, actualizar uma dessas probabilidades. 


ELIAS: Assim como podeis actualizar uma que jamais tenhais visto. 


RON: Certo. Que será que torna essa em  particular diferente? 


ELIAS: A vossa escolha. (A sorrir) 


RON: Certo. Mas todas existem na realidade. 


ELIAS: Aquela que optardes por actualizar, no âmbito deste tom vibratório que identificas contigo conscientemente, é a que terás escolhido. Por conseguinte, essa será a que virás a reconhecer como a tua experiência individual. Embora a tua essência experimente todos esses focos, tu escolherás um. (Pausa)


Farás uso de acordos a fim de partilhares experiências com outros indivíduos, e nesse sentido, cada um de vós escolherá, com base nas próprias razões, mas também escolhereis colectivamente. Este “experimento” teu, que fazes actualmente com esse acto de investigação, presta-se igualmente a proporcionar-te informação que te instruirá quando eu vos referir a consciência de massas e os acontecimentos de massas, por tampouco não constituir acidente nenhum; o facto de no âmbito da consciência terem escolhido este jogo neste momento, a fim de vos ajudar e instruir de uma forma mais eficaz, na compreensão dos conceitos que vos forem apresentados por mim. Bastante criativo!


RON: Nós sabíamos disso! (Riso) 


ELIAS: Sois tão conscientes! (Mais riso)


VICKI: Muito bem. Num exercício somos atraídos para uma experiência. Estou curiosa em relação à interacção que tive com a Rudy neste exercício, se a experiência que tenho nesse foco futuro terá sido uma resposta à energia dela e crenças que tem?


ELIAS: Em parte. 


VICKI: Então existe uma acção definitiva em andamento entre os dois indivíduos?


ELIAS: Parcialmente. Também depende do vosso foco individual. Podeis optar por interagir e ligar-vos com o outro indivíduo; assim como podeis optar por interagir parcialmente com ele e estar mais presente na experiência.


VICKI: E nessa linha de raciocínio, também ficará ao nosso critério a medida da capacidade de estarmos direccionados que empregamos no exercício?


ELIAS: Hás-de obter uma maior capacidade de te dirigires pela prática. Tens vindo a praticar no teu estado do sonho, e já conseguiste bastante. Com a prática deste jogo, também podereis conseguir muito. Apresentais a vós próprios muita informação para avançardes nesse novo jogo, por proporcionardes a vós próprios a oportunidade de constatar muitos elementos. Podeis constatar ligações existentes entre vós; podeis descobrir um entendimento quanto aos comportamentos, e com uma percepção ligeiramente mais alargada, podereis mesmo chegar a compreender probabilidades. 

Haveis de obter um sentido mais acentuado do tempo simultâneo. Haveis de vos permitir dissociar de muitas das crenças que tendes. Há muitos elementos que podereis empregar nesse novo jogo. Proporcionastes a vós próprios uma boa oportunidade para aprender. Também estabeleceis um paralelo com a informação que vos dispenso, e apresentais a vós próprios um novo instrumento construtivo para empregardes a informação de uma forma mais eficaz.


VICKI: Bom, estou inteirada quanto ao que significa a coisa do tom vibratório. É a tua voz (referindo-se ao Jeff) e a voz do Elias. A familiaridade está nisso.


ELIAS: (A sorrir) Os tons vibratórios são uma coisa interessante! 


RON: Terá a Katarina estado ligada a nós em muitos dos outros focos físicos que temos?


ELIAS: Correcto. 


RON: No mesmo grupo? 


ELIAS: Não quererás investigar? (A sorrir) 


RON: Bom, claro. Só ainda não me tinha votado a ela. 


ELIAS: Ah, mas a investigação abarcou tantas vidas! (Riso) Calculo por aí umas quatrocentas e doze. Corresponderá isso à quantidade que calculas?


RON: Só tinha contado quatrocentas e onze, mas provavelmente estava…


ELIAS: Ah! A minha matemática deve estar novamente errada! (Riso) Continua no teu caminho. Ainda podes deparar-te com este indivíduo!


RON: O que me agrada enormemente. 


ELIAS: O que constitui igualmente uma boa adição no fórum deste jogo, por ser divertido! Por isso, podereis ser instruídos e brincar, ao mesmo tempo! (Pausa)


VICKI: Então, por que razão terá o cão agido de forma tão esquisita esta noite? (O Ron desfaz-se a rir) 


ELIAS: Estou certo de não interpretar essa pergunta! Estou pouco ciente daquilo que proferes.


JEFF: Isso já faz dois! 


ELIAS: Devo ter estado uma vez mais em conferência com o Paul! Preciso interromper essa acção. Parece que me leva a perder muito do que é dito!


RON: Eu pensava que tinhas dons psíquicos! 


ELIAS: Ah sim! Tinha esquecido, Oh tu que lembras! (Para a Vicki) Creio que o foco seja de trezentos e oitenta e sete. Volta lá. 


VICKI: Já nem sequer consigo pensar mais nesses termos! As crenças que tinha ficaram em pedaços na noite passada!


ELIAS: Tsk, tsk, tsk. A questão está nisso! Sugeria que presentemente empregasses outra terminologia para além da “para trás e para a frente”, já que começas a compreender que na consciência não experimentais tempo, por não existir tempo algum! (A sorrir) Não te sentirás tão grata assim por eu ter fornecido informação acerca do tempo antes, a fim de vos preparar para o confronto com o tempo simultâneo?


VICKI: E eu tenho a certeza de que o Ron irá ficar agradecido por saber que já que não existe tempo, não levará qualquer tempo a voltar a empregar o seu tabuleiro do jogo no computador.


ELIAS: Absolutamente! 


RON: Está feito! 


ELIAS: Um outro projecto! O caminho dele! 


VICKI: O caminho dele! (Desatamos todos a rir) 


ELIAS: (Para o Jeff, muito sério) Já descobriste o teu caminho? 

JEFF: Sim… 
 
ELIAS: Seixos coloridos também são agradáveis! (A rir) Eu divirto-me assim! (Riso) è bastante agradável conversar!


RON: Então, como é nessas profundezas? 


ELIAS: Ah! Eu andava a experimentar isso na minha última manifestação física. 


VICKI: Foi como te arruinaste, não?


ELIAS: Precisamente! As imensas profundezas. (De modo bastante sombrio) 


VICKI: O provável é que pudéssemos estabelecer contacto com uma experiência das profundezas no nosso exercício.


ELIAS: Absolutamente. 


JEFF: As profundezas? (Pobre Jeff) Podes contar-me sobre isso mais tarde.


RON: Temos que nos direccionar nesse sentido, creio bem, em vez de para a frente ou para trás.


ELIAS: Ah, justamente! Para baixo, para baixo, para baixo. (Pausa) Fui bastante afortunado por ter conseguido rastejar para cima mesmo a “tempo”! (Riso) Mas depois digo-vos: “Olhai para mim agora! (Desatamos a rir) Podemos não querer partilhar esta sessão com as outras pessoas. Devo prosseguir com a imagem que transmito de mestre sério! E isso pode ser mal interpretado! Ultimamente tenho experimentado uma enorme diversão! (A rir e a sorrir para o Jeff) Também podereis receber uma visita da parte do Paul, que se diverte à brava. Estes indivíduos acreditam que o Elias interrompe o foco físico, mas eu afirmo que o meu companheiro pode ser muito mais perturbador do que eu opto por ser!


VICKI: A sério! 


ELIAS: Bastante brincalhão! 


RON: Não acredito que o Elias alguma  vez tenha ferrado um dedo! 


ELIAS: Bem verdade! 


JEFF: Não corresponde ao modo que tens de fazer as coisas, evidentemente. 


ELIAS: Não tenho bem o “gosto” por isso! (A rir) Emprego outros métodos, por assim dizer, de captar a vossa atenção; menos dolorosos. Além disso também não emprego vídeos nem seres extraterrestres que interrompam a informação ou o material! (A sorrir, seguido de uma pausa) Desejareis fazer mais alguma pergunta? Estou a experimentar impaciência da parte do Michael, que se acha bastante focado fisicamente, por se ater às mesmas crenças que o Lawrence, quanto ao vosso estado do dormir. Tsk, tsk, tsk.


VICKI: Eu reparei, porém, consegui sobreviver bem nas duas últimas semanas. 


ELIAS: Muito bem! Iremos continuar a trabalhar nessa área. Se desejardes mais alguma informação, podeis inquirir-me sobre ela, que terei o prazer de a partilhar convosco. Vou aproveitar para me ir embora, e dar-vos um au revoir! 


Elias parte às 9:36 da noite.


© 1996 Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados


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