sábado, 26 de outubro de 2013

"INFORMAÇÃO EXTRA-OFICIAL/REALIZAÇÃO DE SENTIDO DE VALOR"




Sessão 149

Domingo, 19 de Janeiro de 1997 ©
Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Cathy (Shynla), Gail (William), Jim (Yarr), Jene (Rudy), Bob (Simon), Norm (Stephen), Reta (Dehl), e a Drew (Matthew)

Tradução: Amadeu Duarte


Elias chega às 6:52 da tarde. (Tempo: 20 segundos) 


ELIAS: Boa noite. 


GRUPO: Boa noite. 


ELIAS: Esta noite, vou começar por fazer uma adição ao nosso presente exercício e vou também instruir-vos sobre um exercício que vos foi sugerido anteriormente, para aqueles de vós que não estiveram presentes neste fórum nessa vez. Isso poderá ser-vos útil e ajudar-vos a identificar sistemas de crenças. Este exercício foi previamente apresentado a essas pessoas. Disse-lhes para detectarem todas as expresses que tivessem no domínio dos sistemas de crenças, quer fosse no âmbito do pensamento ou da emoção ou da reacção a um estímulo qualquer. Toda a vez que derem por vós a reagir a um sistema de crenças, reparai no facto. Isso ser-vos-á útil na identificação de sistemas de crenças.


Um dos processos mais difíceis com que cada um de vós se depara é a identificação das vossas próprias crenças. Acreditais ter eliminado muitas das crenças que tendes. Isso também representa uma crença! Por conseguinte, se notarem ao longo do vosso dia toda a vez que estiverem a responder a crenças, o melhor será que procedam à identificação dessas crenças que tendes. Consequentemente, podereis melhor identificar aquelas que mantendes com intensidade. Assim que identificarem essas crenças, então podereis começar a aceitar essas crenças, no entanto não conseguireis aceitar uma crença se não souberdes da sua presença ou existência. Continuareis a mantê-la por a não identificardes.


Além disso, acrescentai ao nosso exercício da claridade… por estardes todos a sair-vos tão bem! (Com humor e a rir) Nos vossos centros de energia, empregai dois centros de energia. Misturai esses centros de energia à medida que irradiam e visualizai-os, no âmbito da vossa clareza, a mover-se ao redor do vosso corpo, para cima e para baixo, como argolas. Nessa medida, notai o vosso sentido do toque. Notai a sensação na pele à medida que os vossos centros de energia irradiam e se movem para cima e para baixo ao longo do vosso corpo.


Nesse sentido, vou ficar a aguardar as descrições que fizerdes sobre aquilo que notardes, porque o que notardes não será somente uma sensação de movimento de encontro à vossa pele, a percorrer-vos o corpo para cima e para baixo. Haveis de experimentar, se perceberem e tiverem clareza, diferentes sensações dependendo dos centros de energia que optardes por envolver, por eles virem a afectar diferentes elementos da vossa expressão física. Estes exercícios não vos são apresentados como meios para gastardes tempo. São-vos proporcionados para vos permitir a oportunidade de ter clareza na vossa manifestação do foco físico, e para apreciardes o vosso poder criativo.


Conforme afirmei anteriormente, cada área da consciência em que vos focais, cada área da consciência em que a vossa atenção se insere, é importante. Nenhuma área é mais importante do que outra. Por isso, é importante que percebam que esta área que ocupais no âmbito da vossa atenção presente é de suma importância. Não ocupais esta área de consciência que se foca no físico apenas para vos esforçardes em prole de outra área de consciência (NT: Designadamente, ir para o “céu”). Cada área, em si mesma, é de suma importância. A confusão que experimentais numa, em resultado da falta de compreensão, será repetida noutra. Por isso, procurais ter clareza nesta área.


Temos vindo a falar de informação extra-oficial. Vou-vos perguntar, que é que tendes notado de extra-oficial ultimamente? (Pausa)


BOB: Que é informação extra-oficial? 


ELIAS: Toda a informação ou actividade, e acontecimentos que não são oficialmente aceites no âmbito da consciência, nos vossos sistemas de crenças. 


JENE: Nós criamos uma loja a partir de um impulse ou uma impressão que tivemos, e juntamo-nos ao Jim e com o Michael/Mary para criar essa realidade. Estimulamos um monte de ideias novas, obtivemos um monte de informação para novas ideias, prestamos atenção a isso, tentamos actuar nisso e não conseguir entrar muito nisso, com um monte de medo, o que é um problema.


ELIAS: Nesse esforço, que foi que notastes de informação extra-oficial?


JENE: Bom, normalmente quando começamos um negócio, simplesmente não o conseguimos em três dias nem pesquisamos livros nem verificamos nada, mas dizemos simplesmente: “Muito bem, vamos lá a isso,” e fazemo-lo. Foi aquilo que fiz, e fi-lo com base numa impressão, num sentimento, dando atenção à informação que me chegava filtrada por intermédio dos meus sistemas que me diziam “Avança.”


ELIAS: Por conseguinte, percebes estar a permitir-te ter uma grande confiança em ti com tal movimento.


JENE: Percebo. 


DREW: Acordei com o barulho de vozes, por duas vezes numa só noite, há uma semana mais ou menos. Uma era uma voz de mulher que, quando acordei, se tornou no som de uma aquecedor eléctrico que estava a funcionar, mas eu tenho consciência de não ser o que estava a ouvir. Depois mais tarde foi a voz de uma mulher. Era um murmúrio. Não consigo recordar o termo, mas por qualquer razão tive a associação visual de ter um triângulo junto. Essas foram verdadeiramente profundas para mim.


ELIAS: Muito bem! E que foi que interpretaste de tal informação? 


DREW: Bom, interpretei-a como uma abertura na capacidade de ter consciência desse tipo de informação extra. Não tenho uma interpretação exacta do significado das vozes nem do que o símbolo representa, à excepção de existirem associações no dia-a-dia não fazem sentido, mas num outro nível o triângulo e a voz e o murmúrio podem muito bem, estar associados de uma forma subjectiva que só os símbolos representam. Não tenho a menor ideia do que tudo isso represente nem do que queira dizer, com a excepção da consciência do que se passa.


ELIAS: É um começo. Muito bem! Isso é a identificação de informação extra-oficial, e uma aceitação de actividade dessa.


Não entendeis muito da vossa informação extra-oficial. Vós recebeis continuamente informação dessa. Dirigis a vossa atenção de tal forma isolada no foco físico que não admitis interpretações do vosso próprio simbolismo; mas como aceitais a actividade de informação extra, vamos aprender a sentir-nos mais à-vontade em tal situação. Nessa medida, relaxareis o enfoque com tais eventos. Com isso, proporcionareis a vós próprios a oportunidade de compreender.


Recordai igualmente que a informação, conforme foi dito, vos é apresentada continuamente. Esses elementos de informação não são necessariamente aquilo que percebeis ser as vossas respostas, por as vossas respostas denotarem um término; o produto final. Vós encontrais-vos num contínuo estado de mudança. Por conseguinte, o vosso “quadro” não está acabado. Nesse sentido, acrescentais imagens ao vosso “quadro” à medida que ele se move na direcção do vosso objectivo e do desejo que tendes no âmbito das probabilidades, mas não está realizado, como uma acção terminada.

Encarais as probabilidades como o produto acabado de acções. Encaram as situações lineares, e não admitis nenhuma outra informação. Se vos permitirdes levar em conta a periferia, notareis existirem muitas linhas de probabilidade, todas as quais nem sempre se revelam tão óbvias segundo o vosso ponto de vista.


Além disso, ao tomardes decisões, percebeis que cada decisão seja final. Escolhestes uma acção, pelo que será nessa direcção que vos móveis. Eu afirmo-vos que as vossas decisões não são finais, e que elas não são a conclusão das vossas probabilidades. Elas influenciam-vos o passado, conforme o percebeis, e também vos influenciam o futuro; tal como muitíssimos elementos no vosso presente são bastante influenciados pelo vosso futuro. O que percebeis ou pensais sobre o vosso Eu futuro, aquele Eu que já terá conseguido, está continuamente a interagir com o momento e a influenciar a direcção que tomais. Isso não quer dizer que outro indivíduo vos esteja a ditar os passos. Vós estais a escolher as probabilidades a partir de todos os ângulos da percepção na realidade, por uma questão de realização de sentido de valor: passado, futuro e presente. Isso existe tudo em simultâneo, e não alinha numa sequência. Consequentemente, eles influenciam-se todos uns aos outros, e perfazem aquilo que sois. No contexto disso, elegeis as probabilidades que vos beneficiarão em cooperação e conjunção com aqueles com quem interagis; por não criardes a vossa realidade apenas por uma questão da realização de valor. Vós criais a vossa realidade pela máxima realização de valor e igualmente pela máxima realização de sentido de valor de todos os demais, por toda a consciência se achar ligada. (Com intensidade)


Consequentemente, podeis pensar lá convosco “querer” determinada coisa, e concentrar-vos nessa coisa e na criação dela, e não a manifestar; por no âmbito da cooperação de todos quantos estejam envolvidos convosco e na consciência, a coisa pode não representar a máxima realização de valor para todos.


Agora; conforme dissemos que alguns indivíduos encaram o seu foco como aquém da realização do seu sentido máxima de valor, pelo que optam por se desligar do foco. Mesmo no âmbito de tais decisões e escolhas, o sentido de valor é realizado no âmbito da consciência por todos quantos estejam envolvidos. Portanto, a interrupção de um foco, que encarais como acabado em resultado da falta de realização de sentido de valor individual, deverá simultaneamente realizar em simultâneo o sentido de valor na consciência de quantos estejam envolvidos com esse indivíduo. (Com firmeza) Todas as coisas estão ligadas. Toda a acção afecta todas as demais.


(Para o Norm e a Reta, que tinham acabado de chegar) Boa noite. 


RETA: Boa noite. Lamentamos vir atrasados. 


Dir-vos-ei que esta noite nos vamos envolver numa sessão breve, por não querermos ser intrusivos para com o Michael. Ele já consegue ser intrusivo em relação a ele próprio quanto baste! Por isso, não vamos contribuir para tal situação. Além disso, dirigir-me-ei ao Stephen e à Dehl e vou-lhes apresentar as famílias por que alinham aos poucos. Por isso, não precisareis estar continuamente a perguntar e à procura das respostas quanto ao alinhamento que tendes na extensão da vossa família. Eu apresentarei algumas em cada sessão. Vou-vos dizer que muitas das vossas relações são da Sumari e da Sumafi. (Ambos Norm e Retta agradecem com um “Obrigado”)


Vamos fazer uma breve pausa, e a seguir passarei a acolher as vossas perguntas. 


INTERVALO


ELIAS: Continuemos. (Pausa prolongada) Ou não!


VICKI: Bom, vou abordar a tua pergunta. Tenho vindo a ter um monte de experiências com aquilo que designas por informação extra-oficial. Eu chamo-lhe confusão. Não compreendo muito bem aquilo que está a acontecer. Eu caminho por aí e nem sequer sei quem sou, esta semana. As outras pessoas não me reconhecem. E tem sido muito difícil concentrar-me seja no que for. Seja como for, lá consegui fazer sair as transcrições.

Passar um dia de trabalho hoje tornou-se extremamente difícil. Pareço ter tido imagens em clarão ou um Encontro Transfocal que tive certa vez, creio que com a Jene, no qual ela sugeriu que eu fosse até um foco futuro. Nesse foco futuro, dei por mim a viver só na praia, o que se assemelha bastante à imagem que tive em meditação no ano passado, neste foco, em finais de mil e setecentos. Jamais pensei em ambos ao mesmo tempo senão até esta semana, embora quanto tu começaste a falar esta noite sobre essa informação extra-oficial, as imagens se tenham tornado sobremodo claras. Agora estou a ter outra daquelas reacções extremamente emotivas que nem sequer compreendo, por não ter tido nada disso até há uma hora atrás. De modo que não estou bem certo do que dizer sobre esta informação extra-oficial excepto que é muito confusa, e que também parece acompanhar uma simbologia onírica muito interessante mas vaga, só que não tão vaga que não consiga recordar partes dela, e o próprio simbolismo, não obstante o modo por que tente contemplá-lo, não obstante o nível em que tente olhá-lo dentro, não consigo nem sequer chegar a uma conclusão lógica de tipo nenhum acerca dela. De modo que foi essa a experiência por que passei esta semana.


ELIAS: Um exemplo do tempo simultâneo e da interacção do que encarais como diferentes períodos de tempo que estão a influenciar o presente momento, por serem todo o presente momento e se influenciarem uns aos outros. Lembra-te com isto, Lawrence, que o presente momento também influencia os outros. Tu não estás sujeita ao passado nem ao futuro. Tu também provocas influência. Todos esses três tempos se influenciam mútua e continuamente. Nessa medida, estás a identificar uma lembrança de um foco passado, que saltou o presente momento e se identificou com um foco futuro, que se relaciona de volta com o presente foco. No presente momento, estás a apresentar a ti própria a oportunidade de ver todos os três.


Isso, conforme afirmei anteriormente, é confuso. Podeis dar ouvidos a isto, como não deram anteriormente. Eu disse-vos a todos que no contexto desta actividade de recordação, haveriam de passar por confusão. Trata-se de uma informação extra-oficial. Não se trata de informação que seja ocasionalmente aceite no âmbito das vossas crenças de massas nem no da consciência objectiva. Por isso, devereis chegar a um ponto, por assim dizer, no movimento da actividade subjectiva, em que devereis experimentar confusão, e devereis experimentar um sentido de ameaça da identidade, em que não vos sentis como aqueles que sois, e em que não conseguis identificar.


Eu referi isso muitas vezes nas nossas sessões, numa tentativa de vos preparar para futuras experiências; o que não compreendeis à medida que vo-lo exponho e depois experimentais e ficais angustiados, por terdes esquecido o que vos foi instruído. Isso é temporário, porém, não leva o tempo de todo o foco! (A sorrir) Relativamente temporário, e durará um curto período de tempo, conforme o entendeis. Isso também resulta da tua escolha, quanto àquilo que admites, no âmbito do movimento subjectivo que empreendes. Podes optar por admitir uma maior expansão que deverá criar confusão e desorientação, por assim dizer, e deixar uma sensação de confusão de identidade.


Também vos resultará bastante benéfico ao entendimento, caso o admitam; porque se admitirdes essa actividade subjectiva, abrireis esses corredores neurológicos de que falamos anteriormente, e permitireis uma maior actividade na expressão física, o que permitirá uma maior compreensão objectiva. O que não quer dizer que a compreensão objectiva que tendes dependa do vosso cérebro físico, porque não depende. Mas a comunicação entre a vossa actividade subjectiva e e a vossa expressão física, no âmbito da cooperação, fala-vos ao vosso processo objectivo do pensamento; tal como referimos anteriormente em relação à vossa expressão física.


Sentis fome, e subsequentemente pensais: “Devo comer qualquer coisa.” Eu expliquei que inicialmente expressais uma informação subjectiva e instruis instantaneamente, o que é respondido por parte da consciência corporal, que passa então a transmitir uma mensagem (Para o Norm: “Palavra-chave!”) objectiva que a vossa expressão física tem necessidade de atenção. Estás a entender até aqui?


VICKI: Claro. 


ELIAS: Nessa medida, estás a mover-te por uma direcção semelhante da atenção. O movimento subjectivo que empreendes está a afectar-te a expressão física, a expressão corporal, assim como à interacção com o cérebro; corredores neurológicos estão a serem abertos, o que por sua vez vai instruir o teu modo objectivo do pensar, o qual te transmite informação. Isso pode ocorrer de uma forma instantânea. É possível. Geralmente não o aceitais. Por isso, escolheis um processo, por isso alinhar pelas crenças que tendes. Não acreditais poder obter informação instantâneamente.


Nesse sentido, experimentas temporariamente tais condições: emocional, metal e fisicamente. Afecta-te o foco todo, por estares a permitir-te uma abertura para com a essência, o que permite uma abertura para com outros focos da essência e Eus alternados deste foco. Isso torna-se confuso, por ser tudo reconhecido com tu própria. O teu cérebro físico e o teu processo objectivo do pensar não compreendem automaticamente essa informação. Consequentemente, não sabem como diferenciar-te dos focos e dos Eus alternados que tens. Não te reconhecem pela inteireza do que és, de modo que envia de volta mensagens confusas à tua expressão física, o que sugere á tua maneira de pensar: “Isto são sentimentos não reconhecíveis. Isso é informação não reconhecida. Não conheço este indivíduo.”


Vós achais-vos focados de uma forma bastante isolada no foco físico. Essa foi a forma como criastes este enfoque. Dirigis a vossa atenção no sentido de uma linha. Ele reconhece uma linha de informação. Reconhece um corpo, um Eu, uma maneira de pensar. Não sois uma só maneira de pensar. Tu estás a permitir-te mover-te para o reconhecimento e saber disso. Percebes que isso seja desconfortável e negativo, por não estares habituada.


VICKI: Então as expressões mentais, emocionais, e físicas são todas coisas que considero negativas, por as considerar inusuais?


ELIAS: Exacto. Além disso, nas crenças que tens, acreditas que a tua expressão física seja inaceitável. É inaceitável sentir-se desconfortável com a própria expressão física. Isso não é aceite.


VICKI: Porque escolhemos o inaceitável? 


ELIAS: Estás a reagir. Estás a enviar mensagens. Subjectivamente, estás a enviar mensagens ao corpo físico. Objectivamente, estás a responder ao corpo físico. A tua expressão física acha-se confusa, por estares a enviar mensagens de oposição. Razão por que fica confuso. A tua consciência objectiva firma-se na sua única linha oficial de realidade, e não abandona isso facilmente. Optaste, no contexto da consciência subjectiva, por passares para a consciência objectiva. A objectiva não renuncia a isso facilmente. A subjectiva representa informação extra-oficial; inabitual. As crenças que tens influenciam tal acção. Essencialmente pegas a tua expressão físico a meio, razão porque sentes confusão. Sentes-te desordenada no funcionamento do teu corpo físico. Não te sentes conforme és, por a tua identidade se encontrar sob ameaça. Isso deverá passar. Aceita a tua expressão, e concede-lhe permissão. Se foçares a tua própria escolha do passo, criarás uma maior confusão.


VICKI: Não entendo como posso forçá-la. Nem entendo como conseguir isso, por não entender como o fazer!


ELIAS: Nas expressões que adoptares tenta, se puderes, encará-las não como aceitáveis ou inaceitáveis; permite-as unicamente. Pensa com os teus botões, Lawrence, das tentativas que fizeste por empregares o tempo natural. Faz isso em relação a ti. Incorpora uma aceitação natural.


VICKI: Claro! (A rir, seguida de uma pausa) Eu tenho uma outra pergunta relacionada com isso. Geralmente, quando esse tipo de coisas sucede, ou parece predominar muita confusão, eu interajo muito com a Mary e normalmente isso torna-se muito útil para ambas. Não creio que provavelmente constitua um acidente que esta semana isso tenha sido completamente impossível, em resultado do foco bem objectivo que a Mary empregou, e estou curiosa em relação à parte de tudo isso.


ELIAS: Isso permite-te uma oportunidade independente. Tens razão quanto ao facto disso não constituir acidente nenhum. Embora o Michael não tenha consciência da actividade que decorre objectivamente, nem compreender esse movimento de uma forma objectiva, há presentemente, no movimento que empreendeis, uma necessidade de envolver uma actividade independente; pois quando envolves o Michael em termos de auxílio, também ergues barreiras ao teu próprio avanço. Já vos disse muitas vezes, o Lawrence e o Michael trocam muita actividade. O que uma não deseja experimentar, a outra experimenta, no âmbito do acordo. Por isso, dás expressão ao desejo que tens de abordar os outros focos que tens. Expressas o desejo que realização em determinadas áreas. Isso, tu expressas objectivamente, ao projectares subjectivamente no Michael. O Michael exerce a actividade por ti. Agora optas por exercer a actividade por ti própria.


Conforme te disse anteriormente, no contexto do contacto e da comunicação objectiva, tu encontras-te bastante afim e bastante poderosa. Por isso, independentemente, se escolheres certos movimentos no âmbito de ti própria, por vezes poderás optar por te desligar da interacção física; razão porque também escolheste não estabeleceres contacto físico durante a primeira metade deste foco, por assim dizer; por necessitares realizar certos elementos independentemente, e não estares continuamente em intercâmbio. Ao te ligares, fundes-te. Estas essências usam essa acção com frequência, quase como uma acção automática. Como uma se separou em duas, por assim dizer, também se funde numa, muitas vezes. Estás a compreender?


VICKI: Mais ou menos. Obrigado. 


ELIAS: Isso também constitui uma acção temporária. Com tiveste necessidade de te focares individualmente, o Michael também sentiu necessidade de atenção individual; embora presentemente de uma forma objectiva, ele ainda não tenha não tenha conhecimento disso. Torna-se importante que ele passe pelas presentes crenças da dependência; pois, à medida que esta nova agenda e expansão ocorrem, ver-vos-eis em diferentes actividades em determinados períodos. Por conseguinte, torna-se necessário que o Michael aprenda sobre a independência, nesta troca de energias. Subjectivamente, ele tem um certo conhecimento. Objectivamente, ele continua nessa crença. Por isso, podes entender que presentemente ambos empreendem avanço. Direi que num pequeno período de tempo, devereis (apertando as mãos com os dedos entrelaçados) uma vez mais. Não temas! (A sorrir)


VICKI: Obrigado. 


ELIAS: Não tens de quê. E lembra-te que eu estou continuamente empenhado em ti, independentemente do que quer que seja. O que também poderá provocar uma certa confusão e angústia!


VICKI: Por vezes! (Elias ri) 


ELIAS: Nenhum período de tempo é absoluto. Nenhuma probabilidade é determinada e fixa, seja passada ou futura. Por isso, o que percebes como passado e já ocorrido é ainda passível de alteração, do mesmo modo que o que percebes como sendo futuro. Aceitais que podeis escolher diferentes probabilidades quanto ao futuro. Consequentemente, poderás não actualizar neste foco esse cenário que viste, e podes também alterar a probabilidade quanto ao que percebes como passado. Nenhuma é estática. (Pausa prolongada) Quanto silêncio, esta noite!


NORM: Poderia fazer uma pergunta? Sinto que senti qual seja o meu objective, e refiro acreditar que seja o do “Entendedor”.


ELIAS: É isso que escolhes? 


NORM: É. 


ELIAS: Mas, o entendimento do quê? 


NORM: De tudo! (Riso) 


ELIAS: E manténs-te firme? 


NORM: Àquilo que acredito que, enquanto tal objectivo, se centre no entendimento? Sim. 


ELIAS: Muito bem. 


NORM: Obrigado. Além disso, poderia colocar mais uma pergunta? Na noite passada estávamos a jogar um jogo com uns outros quatro ou cinco casais. Terás algo que ver com certas respostas que eu dei?


ELIAS: (A rir) É claro que não! 


NORM: Eu nem sequer sei de onde isso terá procedido! 


ELIAS: Eu tenho vindo a dizer-te que deverás notar a ocorrência de uma interacção da parte do teu querido amigo Elias. (Para a Reta) Tal como tu também, tu também, não? (Para a Gail)


GAIL: Eu gostava de saber com que é que me tenho estado a relacionar quando sinto um tipo de tristeza, e preciso sair para o exterior e estabelecer contacto com as pessoas. Estarei eu de algum modo a estabelecer ligação com um Eu passado ou futuro? Não entendo.


ELIAS: Presentemente, estás a relacionar-te fortemente e de uma forma consistente e empática, conforme referi, com a Lanyah. (Julie)


GAIL: É da parte dela que estou a sintonizar isso? 


ELIAS: Isso presentemente é bastante forte. 


GAIL: A que se deverá tal coisa? Por que razão estamos tão ligadas?


ELIAS: Vós tendes uma forte ligação no âmbito da consciência; e neste foco particular, estabelecestes um acordo ao longo deste foco no sentido da ajuda uma à outra. Por isso, ao atrairdes uma da outra, obtendes auxílio. Neste presente período de tempo, a Lanyah está a passar pela experiência subjectiva do começo de uma recordação, o que não é aceite. Consequentemente, e no âmbito da cooperação, tu passaste a acolher a recordação. Trata-se de um intercâmbio, por assim dizer. A Lanyah ofereceu auxílio no que encaras como períodos de tempo passados. Agora inverteis o caso. Em áreas de dificuldade no avanço que está a ser experimentado, tu estabeleces associação com eles e estendes auxílio destinado a avanços futuros.


GAIL: Então, será isso que estou a reconhecer na base do dia-a-dia, diferente movimentos e sentimentos e esse tipo de coisa? Será ela?


ELIAS: Correcto. 


GAIL: Está bem. Também tive uma amiga que me veio visitar, e à medida que me falava da família, eu estabeleci ligação com o irmão dela que tinha morrido fazia tempo. Captei os maneirismos dele e o aspecto que tinha e esse tipo de coisa. Isso não é muito bem aceite a título de conversa. Soa de algum modo estranho. Isso virá a ter cada vez mais lugar?


ELIAS: Passarão todos agora a deparar-se com a resposta comum da parte do Elias…


GAIL: Descobre-o por ti própria! 


ELIAS: Fica ao teu critério! 


GAIL: Ah. 


ELIAS: Se optares por continuar a expandir-te, por certo. Se optares por o não fazer, aí deverás deter essa actividade.


GAIL: Creio que não me incomoda. Está bem. É interessante. (Pausa) 


ELIAS: Muito bem. Por esta noite vamos dar por terminado, e vou-vos permitir um período de tempo para assimilarem a informação que foi apresentada recentemente; por dentro em breve retornar a vós e poderdes apresentar questões relativas à informação que foi recentemente apresentada.


RETA: Tenho mais uma pergunta, a menos que estejas pronto para a partir. Recordo-me de te ter perguntado se existiria algum método de ensino do tipo um-dois-três aos miúdos etc., mas é claro que obtive a tua melhor resposta! Hoje encontramo-nos com alguns queridos amigos. Eles farão parte dos instrumentos que deveríamos utilizar a fim de expandirmos a consciência que temos, ou serão meros utensílios para expandirmos o autoconhecimento?


ELIAS: O conhecimento objectivo. 


RETA: Está bem. A Miriam parece ter um sentido subjectivo afincado. 


ELIAS: Todos vós possuís sentidos interiores afincados. Todos vós sois bastante intuitivos. Esse foi o modo como vos criastes.


RETA: Talvez ela faça simplesmente um maior uso dele do que eu, creio bem. 


ELIAS: Em certas áreas, mas tu podes excede-la em outras áreas. Não rebaixes a tua própria expressão, por também teres uma intuição operacional. 


Fico a antecipar o nosso próximo encontro, e dou-vos o meu afectuoso adeus a todos, e digo-te, Lawrence, que passarei a interagir contigo em breve, de modo a confortar-te. Au revoir!


Elias parte às 8:35 da noite. 


© 1997 Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os direitos reservados


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