quarta-feira, 30 de outubro de 2013

"JOSH"



“ALTERAÇÕES DRÁSTICAS MOTIVADAS POR ESCOLHAS "INCONSCIENTES"
Sessão 86
Domingo, 14 de Abril de1996 ©
Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Jeff (Katarina), Jim (Yarr), Bill (Kasha), Jene (Rudy), e dois novos indivíduos, Vikki (Celeste), e o Joshua (Jaren).
Tradução: A. Duarte

O Elias chega às 8:23 da tarde. 

Nota da Editora: O Joshua foi uma adição interessante que fizemos ao grupo desta noite. Ele tem dezassete anos. Há dois anos, ele esteve envolvido num acidente grave de viação. Pouco tempo depois, pronunciaram-no como “morto”, mas ele não permaneceu por muito tempo nesse estado! O coma resultante durou quatro meses, um coma de que os médicos disseram que provavelmente nunca mais sairia. Quando uma vez mais desafiou as previsões, disseram que as capacidades mentais dele provavelmente não passariam das de uma criança de dois anos. O Joshua tampouco ligou para essa predição! Hoje é um jovem adolescente brilhante possuidor de um enorme sentido de humor, e um ávido interesse por garotas e música, em especial pelos Grateful Dead. Ele ficou com alguns sintomas resultantes da experiência por que passou, os quais melhoram progressivamente, um dos quais se manifesta por uma ligeira dificuldade na fala. Por isso, algumas das palavras que pronunciou foram um tanto difíceis de transcrever. Ainda assim, sinto que a transcrição está bastante precisa. Para referência, de notar que a Vikki é a mãe do Josh.

ELIAS: Boa noite! (A sorrir) 

GRUPO: Boa noite! 

ELIAS: Damos, esta noite, as boas-vindas a novos indivíduos! (A olhar para a Vikki) Vou-te revelar o nome da essência; Celeste. (Voltando-se para o Josh) Vou dizer o nome da essência deste amigo; (com modos afectuosos) Jaren. (Para a Vicki) Recorda este nome. Trata-se da mesma essência. Agora poderás estabelecer as tuas associações.

JENE: Qual é o nome da essência, Elias? 



ELIAS: Jaren. (Para o Josh) Um outro pequeno como tu partilha igualmente esta essência, no âmbito da simultaneidade deste foco físico, por agora incorporardes bastante o mesmo tipo de personalidade; Ora bem. (Para o Grupo) O enfoque que tinha destinado para esta noite tinha por alvo acrescentar mais informação à do tema da consciência, embora possa decidir adiar esse tema temporariamente, por estar perfeitamente ciente que haver muita questão a pairar por aqui! (A sorrir) Por conseguinte, esta noite vou abrir-me à vossa escolha, e se desejarem colocar perguntas, vou tentar acomodar-me a vós! (A rir)


VIKKI: Coloca a tua pergunta, Josh. 



JOSH: Houve uma jovem mulher que morreu nessa noite trágica, e gostava de saber se haverá algum modo por que sejas capaz de a trazer à cena.



ELIAS: Vou-te dizer que no enfoque que exerço, não interajo com essências que residem na área de consciência da transição. É aí que, por assim dizer, esse indivíduo incorpora uma acção de experiência. Há pessoas com quem podereis falar, caso desejes busca-las, que também empregam este fenómeno, (referindo-se ao facto de servirem de canal) mas as essências no enfoque imaterial é que optam pela interacção que têm. Vós, quando optais por vos focar no imaterial, podereis escolher a direcção, por assim dizer, caso opteis por empregar uma direcção, para que passareis. Nessa medida, certas essências optam por se envolver com o que presentemente encarais como o foco físico. Nessa medida, interagem por intermédio de uma área de consciência, a Área Regional 2, que traduz interacção a partir da área de consciência onde esta… “acção” decorre no âmbito da experiência. Por conseguinte, poderás descobrir pessoas que acedam a essa informação, por assim dizer, e ta apresentem.



Também te explicarei que na verdade, tais pessoas não falam directamente com esses indivíduos que se encontram no estado de transição. Aqueles com quem falam são outras essências que lhes transmitem informação a elas; por na consciência e na essência, todas as coisas serem do conhecimento de todas as essências. Por conseguinte, outras essências ocupam-se da acção de remeter informação ao indivíduo que se encontra no que designais por “este lado”. Na realidade, não existem “lados”, por a consciência ser toda uma só coisa. É somente a vossa percepção que difere. Por isso te digo, posso aceder a uma certa informação, mas não interajo com esses indivíduos particulares ou essências. Podes investigar, e descobrir um outro indivíduo que consiga interagir com uma essência e que te consiga prover nessa área. Estás a entender? (O Josh acena afirmativamente) (Todavia) posso-te facultar informação relativa àquilo que criaste, se o desejares. (Pausa prolongada, enquanto o Josh avalia)



JOSH: Não. Não creio ser a altura correcta. 



ELIAS: Isso é amplamente aceitável. Quando desejares informação para poderes compreender a razão por que criaste a acção com que te deparas e a situação que escolheste, estarei ao teu dispor, e de boa-vontade te darei essa informação. (O Josh acena, e o Elias dirige-se ao grupo) Desejareis fazer alguma pergunta, esta noite?



VICKI: Eu tenho uma pergunta. Existirá alguma acção de fragmentação entre ambos os indivíduos com nome da essência Jaren?



ELIAS: No contexto da explicação limitada que vos apresentei até agora, isso será insuficiente como explicação, por as experiências desta essência incorporarem igualmente outros elementos. Inicialmente, focou-se num acordo quanto a uma acção de correspondência, contemplando igualmente a acção de correspondência com um outro indivíduo, a qual foi experimentada. Nesse sentido, não adiantarei mais nada, por respeito à vontade do Jaren de não querer explicação nenhuma.



VIKKI: Não estou certa de saber que disseste que o Jaren é.



ELIAS: Isso é a qualidade do tom vibratório escolhido pela essência que se manifesta fisicamente, num foco, com este indivíduo. (Indica o Josh)



JOSH: (Para a Vikki) Vais perguntar sobre o Jack? 



VIKKI: Queres perguntar acerca do Jack? 



JOSH: Quem é o Jack, e o quê? 



ELIAS: (Ri por entre os dentes) Também te vou dizer que enquanto (o que vós no foco físico usais sob o termo de) uma pessoa muito brilhante, não subestimem a compreensão que tenho disso! Eu não faço uso de certos elementos, a menos que opte por o fazer. Por isso, tu próprio poderás responder à tua pergunta. Estás a entender isto?



JOSH: Posso, por favor dizer-te quem o Jack foi, ou é? 



ELIAS: (Com firmeza) Não é necessário, mas podes continuar. Não vou entrar na jogada!



JOSH: O Jack foi o irmão que morreu, que era muito inteligente, quase um génio. Ele deixou-se apanhar em determinadas coisas violentas, evasão fiscal, etc. Foi atirado para trás das grades, onde passou uns anos ou meses… um ano. Morreu uns meses antes de eu nascer. Por isso fui baptizado de Josh em comemoração do Jack. Eles não me quiseram apelidar de Jack por isso lhes poder trazer recordações deprimentes, pelo que a inicial seria suficiente. (Pausa)



ELIAS: Consequentemente, di-lo-ei de novo; tu conheces no teu íntimo a resposta à tua pergunta. Está ao teu dispor. Muitas são as coisas que se encontram ao teu dispor, por continuares com as tuas escolhas e as tuas probabilidades.



É muito interessante, diante da perspectiva do começo da vossa mudança, que possais notar nos catraios como naturalmente, no âmbito do tempo e do foco natural, empregam uma ausência de esforço no contacto com capacidades e ligações com a essência. Haveis de notar como esses indivíduos, independentemente das circunstâncias em que se encontram, do que criam, e das escolhas que elegem, ou das crenças que têm, que lhe foram incutidas, vos parecem encontrar-se numa maior “sintonia”. Na realidade, acham-se numa maior sintonia com a essência, por se encontrarem numa área de continuidade, e estarem a aproximar-se da incorporação total, desta mudança de consciência. Haveis de notar como os pequenos, conforme a Rosa manifesta, exibirão capacidades ainda mais intensificadas. A progressão teve início, e prossegue e desenvolve-se. A consciência está a ser empregue. Conforme vos disse antes, (a rir para a Vicki, e em seguida para o Josh, por o Josh ter empregue essa mesma frase antes) vós achais-vos todos num estado de devir contínuo. A consciência está a expandir-se; e à medida que cada um de vós se expande, os vossos catraios expandem-se automaticamente ainda mais. Não percebeis a influência que exerceis por intermédio da consciência naqueles que vos rodeiam, nem aquilo que projectais a partir dos vossos próprios focos individuais para aqueles que se encontram em posição de “dar continuidade”, por assim dizer, nas percepções que tendes. Reparai nisso! (Pausa prolongada)



VICKI: Bem, eu tenho uma outra pergunta. Gostaria de saber como defines a hipnose.



ELIAS: Ah, meu pequeno e hesitante Lawrence, que veementemente recusou a sugestão divertida de tal acção! Não existem estranhos aqui! (A rir amplamente, seguido de riso geral)



Questão muito interessante essa, por termos estado a debater a consciência e as áreas da consciência. Normalmente, no foco físico, haveríeis de utilizar esse estado de consciência, que a título explicativo, é muito parecido com o vosso estado do sonhar, ou com o que os vossos cientistas encarariam como o estado alfa de consciência. Na realidade, aquilo a que acedeis nesse estado de consciência, por meio da disposição que tiverdes para alargar o vosso enfoque, é à exploração da área de consciência designada por Área Regional 2, a qual vos permite ver mais a vossa essência. Permite-vos ver sem tantas, mas não sem todas, obstruções. Por isso, nesse estado, facultais a vós próprios permissão para interagir e experimentar, ou o que encarais em termos de repetição da experiência. Sugerir-vos-ia que não estais a repetir coisa nenhuma! Estais a ver “dando uns passos de lado” no âmbito da vossa consciência, e estais a ver um outro foco. Não se trata necessariamente de um foco de desenvolvimento, mas de um outro foco por meio de uma lente da vossa essência, a qual vê continuamente, e em simultâneo.



Eu já vos disse, que cada fase do crescimento por que passais, em cada foco de desenvolvimento, incorpora igualmente o vosso ser individual. Cada instante que experimentais no foco físico constitui o seu próprio foco. Por isso, “dais uns passos de lado” para perceber um outro foco da vossa experiência, todos quantos estão a decorrer presentemente. (Pausa)


VICKI: Então é por isso que pareceu tão difícil identificar o local da lagoa? (Na regressão da Mary)


ELIAS: Errado. (Pausa) 


VICKI: Bom, explica a lagoa. (Mais uma pausa) Se fazes favor. 


ELIAS: Isso, vou explicá-lo uma vez mais, não é tão invulgar para o Michael. O Michael já usou a lagoa antes, e continuá-lo-á a fazer. Isso, passo a explicar, constitui um acesso à Área Regional 3, o que constitui um enfoque imaterial. Bom; também te vou dizer que se preferires, poderás visualizar forma física na Área Regional 3. Se o preferir, eu posso visualizar e actualizar uma forma física da minha eleição. Também posso optar por empregar uma paisagem. Posso escolher manifestar um compartimento. Posso não fazer uso do que percebeis como solidez deste enfoque, mas aí ele constitui a percepção que tendes neste enfoque; por os objectos que vêm, e os vossos corpos individuais incluídos, não serem tão sólidos quanto percebeis que sejam! Por conseguinte, podeis ver uma lagoa, e forma, e isso ser muito real.


Isso também vos fornece uma explicação, caso contempleis tal acção, do porquê essas interacções não serem facilmente recordadas. Caso escolheis, por meio do desejo, interagir, ou, conforme o Michael diria, fazer uma visita a uma outra área de consciência além da Área Regional 2, no foco físico é mais difícil recordar essa informação, por a percepção “aparentemente” se distanciar. Na realidade, acha-se profundamente dentro; por isso não “extraís”, por assim dizer, essa informação tão facilmente. Desligais-vos dessa área de consciência, coisa que fazeis de forma bastante eficaz e intencional, por estardes a experimentar o enfoque físico: já estivemos a debater isso antes, e eu expliquei-vos que por um lado, a vossa separação, é-vos bastante benéfica ao vos permitir experimentar, ao longo deste enfoque físico, a pureza do foco físico.


Eu dei-vos exemplos antes. Vou-vos apresentar outro. Se, no foco físico, estiverdes a optar por vos manifestar como uma pessoa rica, e a seguir optardes por abandonar a vossa riqueza para experimentar a pobreza, mas não abandonardes a recordação da riqueza, não experimentareis a pobreza na sua pureza, por também incluirdes uma outra realidade. Sabeis, no vosso íntimo, que não sois pobres. Não sentis a “profundidade” da experiência, por na vossa consciência desperta também perceberdes que possuís o escape, ao passo que num contexto de pureza da experiência, podeis não sentir tal coisa. (Pausa)


Vamos fazer um intervalo. (De notar que o Josh, a Jene, e a Vikki partem todos durante o intervalo, a pedido do Josh) 


INTERVALO


ELIAS: Continuamos. Desejais colocar mais perguntas, ou vamos jogar o nosso jogo?


BILL: Ah, tenho uma resposta em definitivo! 


ELIAS: Ah, a nossa pequena rã! 


BILL: Ela tem andado bastante aos saltos ultimamente, deixa que te diga! Poderias explicar-me a ligação existente entre o Josh e eu?


ELIAS: (A sorrir) Inicialmente dir-te-ei que podes investigar. 


BILL: Está bem, está bem. Eu sabia mais ou menos que essa resposta estava para sair. Eu soube que ias dar essa resposta! (A rir) Obrigado


ELIAS: Se estiveres a experimentar bloqueios, eu posso-te proporcionar ajuda. 


BILL: Está bem. Obrigado.


ELIAS: Não tens de quê. Pensa lá com os teus botões; parte da afinidade que sentes envolve uma ligação com o Elias, e o reconhecimento desta energia.


BILL: Certo. Eu sei. (O Elias sorri para o Bill) 


JIM: Eu tenho uma pergunta, e um pedido de esclarecimento: poderias identificar o termo Nagual, e o espírito que envolve?


ELIAS: Há vários termos empregues que opto por evitar propositadamente, por outros indivíduos e seitas usarem terminologias a que associam crenças. Eu estava anteriormente a falar com a Dimin com respeito a isso. Respondia-lhe à pergunta sobre um objecto que ela designou por Merkaba. Nesse sentido, a explicação que dei não foi aceite, e foi incluída no contexto das crenças existentes.


Muitos desses termos que podeis experimentar ou encontrar, no âmbito das tuas afinidades e da informação que conduzes a ti, podem igualmente, no teu futuro, apresentar definições em contrário ao que te apresento com a explicação. Por conseguinte, proporcionar-te algumas definições da minha parte constitui quase um prejuízo, por ser mais eficiente que te diga, conforme já disse à Dimin, para permaneceres atento em relação a certa informação que conduzes a ti próprio; por nessa informação, acolheres instrução, mas se te focares em determinados elementos de uma dada informação, perderás a informação que está à tua frente e que desejaste conduzir a ti. É quase como alguém que escolhe um destino, e se deixa distrair bastante com o “caminho”! Se te focares com demasiada intensidade no caminho e cada pedra que se te apresentar, poderás perder o teu fim de vista.


JIM: Constatei isso ainda ontem. 


ELIAS: Por conseguinte, acolhe na tua consciência informação que precisas para te expandires; mas, conforme te disse anteriormente, permanece igualmente atento e questiona a informação. Terás noção do que seja importante para a tua consciência. Aceita aquilo que soar a verdade no teu íntimo.


JIM: Tenho vindo a fazer muito disso nestes últimos dias, e tem sido fabuloso. Obrigado pela interacção que tiveste.


ELIAS: Não tens o que agradecer. Também te direi que mesmo na terminologia que te apresentar, esses são termos usados unicamente com o propósito da explicação destinada a suscitar a compreensão, por usardes linguagem. Por conseguinte, comunico contigo por meio da linguagem falada. O que não quer dizer que os termos que emprego contigo constituam absolutos, por não constituírem. São actualmente as palavras mais eficazes disponíveis à compreensão que tens dos conceitos. Muitas vezes escolho cuidadosamente, os termos que passarei a usar convosco, de modo a não evocar crenças já estabelecidas no vosso íntimo. Consequentemente, ao vos apresentar novos termos, podereis abrir a consciência que tendes e aceitar os conceitos além do que presentemente percebeis.


Utilizo termos junto de vós como Área Regional 1 e 2 e 3 e por aí fora, até à 26! (A rir para a Vicki) Não existem “locais” relativos a essas áreas no espaço, no vosso universo físico, no que percebeis ser o vosso cosmo. Elas não têm uma existência na qualidade de um sítio, nem empregam tempo nem espaço. Elas situam-se dentro de vós. Acham-se incluídas na consciência. De certa forma torna-se-vos fácil estabelecer afinidade por certos termos e ideias, e por vezes desenvolver imagens mentais de termos, de modo a proporcionarem a vós próprios uma compreensão clara dentro dos limites da presente consciência que tendes; mas também não tenho o desejo que agraveis as presentes crenças existentes. O que também não quer, por sua vez, dizer, que as presentes crenças que tendes sejam más ou erradas. Elas apenas precisam ser expandidas. Se expandirem essas crenças, a consciência que tendes crescerá, e a confiança que tendes nelas dissipar-se-á.


Por conseguinte, se investigares poderás descobrir esse termo, mas também, descobrirás definições que acompanham esse termo, que poderão não ser tão realistas. Lembra-te de que os termos não são importantes. Muitas pessoas falam de mestres e de anjos; guias, níveis. Nada disso existe; mas no foco físico, deixais-vos atrair por conceitos desses. Familiarizas-tes-vos com tais conceitos. Inventastes esses conceitos! Por conseguinte, sentis-vos confortáveis com eles. Nessa medida, procuramos expandir essas crenças, e passar a incorporar uma consciência que não necessite de tais termos nem acessórios de apego ou definições. E muitas vezes, essas definições podem servir-vos como distracções. No âmbito deste fórum, isso poderá provar ser contra produtivo.


JIM: Isso explica muito. 


VICKI: Eu tenho uma pergunta relativa a definições. 


ELIAS: Que esta noite não estou a apresentar muitas!


VICKI: Está bem. Neste estado hipnótico; por vezes entramos em contacto com focos de desenvolvimento, sempre que entramos em contacto com focos?


ELIAS: Correcto. 


VICKI: Mas por outro lado, não tenho tanta certeza quanto a uma diferenciação. 


ELIAS: Todas as coisas que a vossa essência tem no foco físico será percebido como um foco. Todas as coisas que tem no foco não material, enquanto experiência, será visto como um foco.


VICKI: Então, a experiência partilhada pelo Michael e pelo Ron no âmbito do nosso novo exercício, terão representado uma conexão com um foco de desenvolvimento?


ELIAS: Correcto. 


VICKI: E a experiência que tive na noite passada terá sido diferente, ao constituir um foco?


ELIAS: Também no vosso jogo? (A Vicki acena afirmativamente) Experimentas um foco de desenvolvimento presentemente? ( A rir)


VICKI: Não estou certa! (A rir) 


ELIAS: Ah! O Lawrence não se acha presentemente focado no físico! (Bate várias vezes no joelho da Vicki) Isto não passa de uma aparição, capaz de se desvanecer! (Riso) Por conseguinte, um foco de desenvolvimento devem incorporar elementos inerentes ao tempo. Estás a compreender? Estás a ver este período particular de tempo unicamente como uma probabilidade não actualizada.


VICKI: Bom, só pensava que provavelmente estivéssemos errados em relação a isso.


ELIAS: (A sorrir) Com base nas crenças que tendes, acreditais que aquelas experiências que sois capazes de recordar, naquilo que encarais como passado, sejam concretas. Elas são experimentadas. Elas aconteceram. Já no respeitante ao que encarais como futuro, acreditais que não passem de probabilidades diáfanas, sem solidez própria, por não terem ocorrido. Presentemente não foram experimentadas. Errado! São, se desejardes perceber o diáfano ou o sólido simplesmente tão sólidas quanto passadas, por serem todas simultâneas.


Dispondes da capacidade de alterar probabilidades no passado da mesma forma que no futuro. Apenas não percebeis tal acção. Por conseguinte, limitais essa acção, por não acreditardes que podeis alterar uma acção que já tenha ocorrido; mas acreditais que podeis alterar uma acção no vosso futuro, por acreditardes, sublinha lá isto, que tal acção não tenha ocorrido. Consequentemente, nas crenças que tendes, permitis-vos a capacidade de alterar as probabilidades no vosso futuro; mas apresentastes a vós próprios igualmente um exemplo de perspectivar, de forma idêntica, elementos de um tempo futuro como elementos do tempo passado. Eles têm existência no âmbito da nossa palavra favorita da simultaneidade, a qual sempre deixa o Lawrence confuso! (A rir)


VICKI: Nesse caso, deixa-me perguntar-te o seguinte: Então podíamos, nos nossos termos, avançar vinte anos no futuro, e passar por uma multiplicidade de experiências ligadas a diferentes probabilidades?


ELIAS: Exacto. Podeis viajar para o que percebeis serem setenta anos no vosso futuro, para um outro foco de desenvolvimento, e ver as experiências da mesma forma que mil anos antes.


VICKI: Porém, as experiências que optamos por ver, devemos atrair certas experiências, no nosso exercício, por um tipo qualquer de razão.


ELIAS: A! Estás a apresentar a ti próprio informação precognitiva! (Com bastante sarcasmo, ao que a Vicki responde com o olhar do costume de “Ah, irmão!”) Deixais-vos conduzir para determinadas experiências por acarretarem significado, e constituírem o que vós próprios designastes por eventos significativos.


VICKI: Então, quando vamos até uma experiência passada ou a uma experiência futura, somos naturalmente atraídos a essas experiências que são significativas para elas no agora.


ELIAS: Exacto. Também ficareis a saber que não tereis sido atraídos a um foco de desenvolvimento sem uma razão qualquer; Aquele que emprega a acção que tiveste na montanha. Não sois conduzidos a recordações da existência do dia-a-dia; tal como na recordação que tens, neste actual foco físico, não és atraída para acontecimentos de cada dia de todo o teu foco e dizes aos teus companheiros: Hoje experimentei uma recordação espantosa; a de tomar o pequeno almoço, ou de tomar um banho de chuveiro, de estar a assistir à minha TV, ou de ter tirado uma soneca!” Poderás narrar que te terás recordado de um aniversário, ou uma viagem que tenhas experimentado anos atrás.” Por conseguinte e do mesmo modo, sois atraídos para acontecimentos, de certos períodos e focos de desenvolvimento, que tenham significado para vós. (Pausa)


VICKI: Obrigado. 


ELIAS: Não tens de quê. 


VICKI: Vamos dar continuidade ao nosso experimento. 


ELIAS: Boa viagem para vós, com esse jogo que incorporastes! Podeis achar as vossas experiências bem interessantes, e haveis de compreender muitas das conexões que tendes. A interacção é importante. A diversão é muito importante! E agora vamos jogar o nosso jogo, e passar a divertir-nos mais! (Pausa a rir)


ELIAS: Desejareis fazer mais perguntas, esta noite? 


BILL: Só gostava de esclarecer a pergunta que fiz antes. Disseste para tratar de estabelecer ligação entre o Elias e o Josh enquanto estou a tentar descobrir isso?


ELIAS: E contigo também. 


BILL: Muito bem. Então ouvi correctamente. 


ELIAS: O Kasha também tem uma forte ligação com o Elias, não tens?


BILL: Estás a perguntar? Sim! Em definitivo! (A rir) 


ELIAS: Precisamos dar um pequeno empurrão à nossa pequenina rã, para poder dar o salto! (Riso) poderás ficar surpreendido com a ligação que tens e a compreensão disso. A interacção que tens com estes indivíduos neste vosso novo jogo poderá ajudar-te. (Referindo-se às nossas “regressões”)


BILL: Pois, era justamente o que eu estava a pensar, absolutamente.


ELIAS: Ah! Encontramo-nos, por assim dizer, em sintonia!


RON: Terá o livro que eu descobri sido simplesmente ali deixado para eu reparar nele?


ELIAS: Uma mera coincidência! Completamente acidental! (Riso) 


RON: Tropecei simplesmente nele, não? 


ELIAS: Essas coisas acontecem no foco físico! (Ri de forma sarcástica) Excelente toque quanto aos nomes! Estava capaz de apostar que um cego teria dado com esse! Ainda vamos conseguir que repares! (Riso) Experiências, experiências por toda a parte, e tanto que notar! Minha nossa! (Mais riso, seguido de uma pausa prolongada)


VICKI: Então, seria apropriado voltar a colocar a questão que pus referente ao relacionamento existente entre esses dois indivíduos detentores do mesmo nome da essência, esta noite? (O Jason e o Josh têm ambos o mesmo nome de essência de Jaren)


ELIAS: Ah! Estamos a experimentar etiqueta por parte da essência! (Faz uma vénia graciosa) Desejas informação relativa a esses indivíduos. Interessante situação, a desse indivíduo, por esse indivíduo ter escolhido, no âmbito de um acordo, ser inicialmente uma contraparte de um outro indivíduo. Eu disse-te previamente que existem casos em que podeis incorporar uma situação de fragmentação ou de contraparte com uma criança da vossa linhagem, com o propósito da experiência. Em certos casos, essa criança pode constituir, no âmbito de um acordo, uma continuação de algumas experiências que desejeis continuar; caso esse que se aplica a este indivíduo, ao experimentar a continuação da experiência do pai. Nessa experiência atingiu um ponto em que, por assim dizer, o filho desejou interromper o acordo e a experiência. Nessa medida, foi empregue uma acção destinada a alterar por completo a experiência física.


Casos há em que as pessoas no foco físico são capazes de alterar a sua experiência de uma forma dramática. Podem optar por estabelecer de uma forma drástica o emprego das próprias experiências pessoais. Isso pode ser interpretado por essas mesmas pessoas como Deus a falar-lhes e a reorientar-lhes a vida. Muitos indivíduos referem que a sua experiência anterior era o que encaram como negativa ou indesejável. Isso, conforme vos disse anteriormente, não é uma realidade; por não estarem a experimentar nada de errado nem de negativo nem de mau, nem Deus está a observá-los de cima a dizer: “Precisas arrepender-te! Tens sido um pecador terrível e precisas alterar a existência que levas já! Vou-te arrestar e fazer regressar, no cumprimento da misericórdia que tenho por ti, e voltarás a experimentar de novo, humildemente!” (Com firmeza) Isso constitui uma crença, e não uma verdade. Na realidade, vós criais a vossa própria realidade, por uma questão da experiência que colheis, e pelas razões que tendes.


Nessa medida, a escolha foi estabelecida. Ocorreu uma experiência radical a fim de possibilitar uma mudança radical no quadro das probabilidades e experiência, o que permitiu ao indivíduo passar a alinhar por outros elementos da sua própria essência, que se acham – alguns - incorporados neste mesmo foco físico. Também ele optou por alinhar pela ternura, pelo afecto, pela compreensão e pela unidade que o outro foco Jaren e vários outros catraios que se aproximam desta mudança optaram por incluir.


Essa essência, ao reconhecer, e desejar experimentar esta mudança de consciência e prestar auxílio a outros no âmbito dessa mudança, optou por alinhar (conforme ao nível da essência essa essência terá escolhido alinhar muitos dos seus focos) por uma experiência mais poderosa e mais eficiente, no âmbito do auxílio a outras essências que passam pela experiência dessa mudança.


Se focarem a vossa atenção toda numa só área, concentrar-vos-eis sobremodo. Permitir-vos-eis ver o poder pessoal que tendes que parecerá aumentar. Isso dever-se-á ao facto da energia não se dispersar, mas ser dirigida. A essência é igualmente capaz de incorporar essa escolha quanto às suas manifestações físicas, por certos propósitos. 

Consequentemente, esta essência incorpora um alinhamento espantoso dos seus focos, sendo que este se acha incluído. A experiência deste indivíduo deverá passar a ser muito diferente a partir de agora, e desde há pouco tempo atrás.


O Oliver perguntava-me numa das nossas sessões: “Por que razão certos indivíduos parecem apresentar um enfoque, uma realização mais dirigida? Porque se notabilizam alguns?” Conforme disse ao Oliver, alguns optam por isso; sendo que este é um exemplo disso mesmo; uma situação em que uma pessoa escolhe uma experiência que virá a afectar e a influenciar muitos outros, por eles poderem constatar a realização, e isso poder servir de ajuda ou de inspiração; mas eles não têm elementos diferentes dos vossos. Apenas dirigem a sua atenção de uma modo diferente. Dirigem a sua atenção para um elemento; por conseguinte empregam o poder da concentração. Será isto suficiente, Lawrence? (A rir)


VICKI: É. Obrigado. 


ELIAS: Não tens o que agradecer. Direi que este indivíduo empregou uma espantosa criatividade, além e ter empregado uma enorme força na direcção da essência.


JIM: Foi o que eu senti esta noite. 


ELIAS: Ele está muito focado, e em união. Facultou a ele próprio a oportunidade de interagir com muitas outras essências. Isso revelar-se-á bastante benéfico em experiências e encontros futuros. Podereis deparar-vos com o que encarais como algumas estórias incríveis em curso, uma vez mais! (Riso) Vou aproveitar para me despedir de vós por esta noite, expressando-vos a minha enorme afeição, e dizer-vos que voltarei a interagir convosco em breve. Au revoir.


GRUPO: Boa noite. 


Elias parte às 11:27 da noite.


© 1996 Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados

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