segunda-feira, 12 de agosto de 2013

PARTILHA DE SEGREDOS

Atreveis-vos a Suplantar Isto?
Sessão 35
Domingo, 3 de Setembro de 1995
Participants: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Jim (Yarr), Cathy (Shynla), Tom (James), Guin (Sophia), e o Ron 2 (Kali).
Tradução: Amadeu Duarte

Elias chaga às 6:09 da tarde

ELIAS: Bom dia. Inicialmente vamos dirigir a atenção para alguns mal-entendidos, por breves instantes; (para a Vicki) um, com respeito à explicação do foco de desenvolvimento da nossa última sessão, do Peter e da tua mãe. Esses indivíduos, num outro foco, não eram do sexo feminino. Por isso…

VICKI: (Interrompendo) Ambos?

ELIAS: Correcto. Por isso, essas crianças compreendiam uma mulher e dois homens, nem todos irmãos.

VICKI: Obrigado.

ELIAS: Em relação ao equívoco seguinte, quando ao exercício de Quarta-feira; uma incorrecta interpretação do nome, que eu referi mas vós não compreendestes, que o nome do Michael era Elizabeth. Se virdes essa gravação haveis de o descobrir. Além disso, quanto ao vosso exercício desta semana, de tentardes unir-vos e focar-vos no vosso objecto; para esclarecimento, para não perceberdes que estais a falhar nessa união, direi que inicialmente, ao longo da semana, o Lawrence naquilo que designa por RE2, (a sorrir) estava correcto como RA2, estava a enviar mensagens basicamente para certos indivíduos. Por conseguinte, os outros indivíduos não estavam a conseguir entrar em união tão facilmente. Eu vou explicar que podias ter estabelecido união de qualquer maneira, mesmo sem enviares energia sob a forma de imagens, mas como esse é um novo exercício, e ainda não estás muito focada nele, não estavas a unir com tanta facilidade; isso representa o contínuo problema que temos com o Lawrence, de se focar nas pessoas, pela perspectiva de “cuidar delas”. O Lawrence quer que toda a gente ajude as pessoas a entrar em união, e criou essa situação na perfeição! Além disso, Compreendo que precises de clarificação para uma outra sessão.

VICKI: Claro, o final de uma frase. Queres apenas a frase?

ELIAS: Isso é aceitável.

VICKI: “Nessa medida, dir-te-ei isso e repetir-to-ei de modo a enfatizá-lo, até te estar na massa do sangue.”

ELIAS: “que tu crias a tua própria realidade, e que isso é bastante influenciado pelas crenças que tens.” Sublinha a frase toda! (Caro Elias: Lamento não ter sublinhado a frase toda na última transcrição, mas estou a fazer por isso aqui. Amor. Larry)

VICKI: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê. Agora poderás colocar as vossas perguntas do jogo, antes de entrarmos no nosso “temido exercício!” (Riso)

TOM: Elias, eu preciso de um pequeno esclarecimento acerca do jogo.

ELIAS: Que desejas ver esclarecido?

TOM: Muito bem. O próprio exercício. Será que é suposto tirarmos os nossos fantasmas todos do armário e coloca-los em cima da mesa?

ELIAS: Não.

TOM: Está bem. Obrigado.

ELIAS: Para esclarecimento também deste exercício, conforme disse, constitui um início. Sois como bebés tenrinhos para esta percepção. Não estou à espera que se “abram de par em par” de um modo desconfortável, e muito menos em meu próprio benefício. Conforme vos disse, ao nível da essência não existem segredos. Consequentemente, os segredos só têm lugar em vós. Nada do que possais dizer-me poderá revelar-se chocante ou revelador, que a vossa essência já não o tenha partilhado.

TOM: Em relação a ti?

ELIAS: Em relação ao universo inteiro! Pensais que sois de tal modo privados, que mais ninguém saiba de certos problemas que tendes. Isso pode ser verdade no foco físico naqueles que vos rodeiam, mas essencialmente não há nada que já não seja conhecido, o que faz parte do objectivo deste exercício. Além disso, o objectivo consiste em vos unirdes à essência, a também perceberdes a influência e o impacto que as crenças que tendes exercem. (A sorrir) Tu és divertida, Shynla!

CATHY: Eu sabia o que ias dizer, nada mais! (A rir)

ELIAS: Isso deve-se ao facto de ela estar a expandir-se de tal modo que se está a tornar psíquica! (Toda a gente desata a rir) Agora! Vamos para o nosso jogo!

ELIAS: Agora que já tivemos a nossa diversão, e todos vós vos encontrais em desesperado estado de antecipação, onde iremos começar com o nosso exercício? (A sorrir e a olhar ao redor) Vou deixar que escolhais quem começa, ou pode começar se o preferirdes. (Pausa silenciosa)

CATHY: Começas tu, está bem? (Riso generalizado e concordância)

ELIAS: Essa resposta não me surpreende! Muito bem, eu vou começar. Já estais ao corrente da minha última manifestação física, a qual, por si só, fornece ilustrações de “elementos ocultos” e associações de crenças, mas vou voltar a um outro foco de desenvolvimento que cada um de vós, na quarta-feira, tomas parte em ver. Nessa manifestação física, eu envolvi-me no acto de eliminar pessoas; razão por que o Lawrence, em diferentes períodos, foi obrigado a esconder-me, por eu na altura ser considerado um fora da lei, conforme o julgaríeis; o que subentendia actos directos de assassinato. Bom, eu justificava esses actos explicando que eram por uma causa, mas no foco físico nesta dimensão, vós usais regras oficialmente aceites com que isso não se compagina, pelo que não importa a explicação ou a justificação que derdes.

Além disso, vou dizer que nesta manifestação física, eu me encarava com um bom praticante Católico. Por isso, eu usei crenças religiosas que não aceitavam esse tipo de acção. Conforme diríeis, por um lado, eu justificava esses actos no foco físico como necessários na eliminação de um indivíduo e na promoção de uma “boa causa”. Nas crenças que eu próprio tinha durante essa manifestação física eu viva atormentado pela culpa, e encarava esses actos como inaceitáveis e errados e maus; consequentemente, encarava-me como mau. Isso gerou um enorme conflito. Agora vou-me voltar para vós, e dizer-vos, suplantem lá isso! (A sorrir, seguido de muito riso)

TOM: Tu disseste na quarta-feira que te colocaste no foco físico e que eliminaste alguém? Disseste que tinha sido um assassinato, não foi? Isso foi na última quarta-feira? (Incrédulo)

ELIAS: Não. (A sorrir)

RON: Precisavas ter lá estado.

TOM: Precisava ter lá estado? Foi alguma reunião que tiveram aqui?

RON: Foi.

TOM: Ah, nesse caso perdi-a. Peço desculpa. Desculpa-me. Põe isso de lado! Esquece! (Riso)

RON 2: Eu pensei que não íamos ter mais reuniões á quarta-feira.

ELIAS: Na quarta-feira, alguns indivíduos encontraram-se para praticarem a meditação. Nessa medida, o objectivo que tinham era o de descobrirem uma vida passada em comum, conforme o percebeis.

TOM: Muito bem. Quarta-feira, eu captei uma série de imagens, e conversei com a Vicki sobre isso, relativas a uma vida passada. Estamos a falar de carnificina, morte, destruição. Não gostei muito de mim próprio após aquilo que vi.

ELIAS: Isso também encerra uma ligação. Durante esse período de tempo, decorria muita violência, e muitos dos indivíduos que se achavam a manifestar-se nesse período estavam envolvidos nessa situação. Ao longo da vossa história, a vossa espécie neste foco físico criou muitas situações de destruição, nos vossos termos; o que também faz parte do objectivo deste exercício. A ilustração que usei convosco serviu para fazer ver que podeis envolver-vos em actos, que em resultado das crenças que tendes, entendeis serem “maus” ou “errados”, ou mesmo constituírem um “mal”. Não existe certo nem errado. Trata-se tudo de experiências. Elas são influenciadas por crenças. É assim que criais as ideias que tendes do que seja aceitável e do que não seja.

TOM: É como tu disseste, está profundamente enraizado desde o foco original que tivemos. É uma crença que é carregada de foco em foco.

ELIAS: Por vezes; nem sempre.

TOM: Bom, isso engloba os Católicos, os Episcopais, sei lá que mais. Ainda assim, é uma crença que é continuada?

ELIAS: Correcto, mas ao expandirdes a consciência - sublinhai “consciência” três vezes – haveis de ficar a saber que essas crenças nem sempre vos servem.

TOM: Claro, eu já o descobri.

ELIAS: Estais a cercar-vos da vossa mudança, e essas crenças para vós representarão relatos históricos, e não uma realidade.

TOM: Certo, como nos relatos históricos das Tabuletas da Mesopotâmia (Sumérias), em barro - será isso igualmente uma história? Será mais um relato histórico, do modo que nos chega?

ELIAS: É, está correcto.

TOM: Da Babilónia até …

ELIAS: Isso são relatos destinados a ilustrar crenças que vós, eu expliquei, muito criativa e engenhosamente empregais. Não encareis essas crenças como más ou prejudiciais, porque se as encarardes desse modo derrotareis o objectivo, por isso não estar errado! (O Tom suspira) Essas crenças foram escolhidas por vós e criadas por vós por uma razão. Eles prestaram-vos um bom serviço.

TOM: Seriam para nos manter mobilizados na Terra? Será por isso que disporemos dessas crenças?

ELIAS: Não. (O Tom parece estar frustrado e confuso) Vós criastes crenças com base na separação. Empregastes, no foco físico, uma necessidade, em certo aspecto, de estar continuamente ligado à essência. Nessa medida, ao vos terdes separado e esquecido a verdade, criastes crenças no âmbito de focos religiosos para prosseguirdes com essa ligação com a essência, mesmo que fossem distorcidas.

TOM: Então, com essas crenças – peço desculpa por estar a tomar a vez de toda a gente, mas isto são coisas que me têm importunado durante toda a semana. Temos o homem Homosapien, o homem moderno, e existe uma diferença entre os dois. Terá sido por aí que as crenças terão surgido?

ELIAS: Vou-te explicar, antes de mais, tudo quanto já referi; o vosso conceito de evolução acha-se igualmente distorcido quanto o conceito que fazeis do foco religioso (Criacionismo). Não existiu qualquer evolução nos moldes da teoria de Darwin. Vós não evoluístes a partir de um peixe. Não atravessastes estágios evolutivos humanos que vos tenham trazido ao que conheceis hoje, em termos científicos. Tentastes, por assim dizer, diferentes camuflagens. Escolheste diferentes vestimentas em diferentes períodos. Prosseguistes com essa prática até colectivamente decidirdes uma camuflagem que vos servisse, uma que se prestasse às vossas necessidades; essa que encarais agora como essa. (Pausa prolongada)

TOM: obrigado. Eu só queria ter um certo entendimento disso.



ELIAS: Não tens de quê. (Pausa) Bom, eu já partilhei. Agora, podeis vós partilhar. (Pausa prolongada e pesada)


VICKI: Óptimo. Vou eu. (De forma relutante, seguida de riso)

ELIAS: Outra grande surpresa! (A sorrir, seguido de mais riso)

VICKI: Bom …

GUIN: Faz a do Michael, primeiro!

VICKI: Não, Vou acabar com isso.

ELIAS: Isto não é um exame! (A sorrir)

VICKI: Ei sei. O meu problema é o relacionamento que tenho com o meu filho, o contínuo relacionamento conflituoso que tenho com o meu filho, que comecei a compreende esta semana, que está ligado a uma crença que constituía um segredo para mim, do que envolve “ser uma boa mãe”. Quando examinei a crença que tinha, percebi que não sou lá muito boa mãe e que tudo quanto senti nesse sentido todos estes anos provavelmente criou em mim muito conflito, e representa igualmente uma excelente explicação para o comportamento que tenho ao tentar constantemente “ajudar” toda a gente.

ELIAS: E agora, vou expressar ao Lawrence um “muito bem” por ter conseguido ligar. Estás muito certa na observação que fizeste quanto a essa crença. Direi uma vez mais, que isso é uma crença! Tu, na realidade como tu, não o que vês, não incorporas certo nem errado. Procedeste a escolhas que vês não se conformam com a realidade oficial aceite da vossa sociedade. Isso criou conflito, ao te influenciar a compensar na tua outra direcção para compores o que encaravas como uma perda, ou uma conduta inadequada. O segundo elemento, do “compor” não resolve mais a situação do que a cria, para começar. NO foco físico, muitas vezes sentis-vos pressionados para vos envolverdes em actividades que não desejais necessariamente envolver-vos ou criar. Concordais em criá-las, por pensardes que isso seja “normal”. Essa, como todas as expressões que formulardes esta noite, é um excelente exemplo de crenças.

Porque se acredita que para as jovens moças seja aceitável e bom juntar-se a um homem, e assim evitarem a situação de se tornarem numa “solteirona”. (A sorrir) O engraçado é que essas jovens moças encaram a ideia da solteirona somente por altura dois vinte e cinco! Tremem só de pensar que a sua vida esteja quase terminada! (Riso) Mas nesse período de tempo ficado na emoção, em que mesmo os que se focam no pensamento passam por alguns períodos de emoção, sentis que o mundo seja muito intenso. Tudo é intenso. A vida é intensa. Há coisas que precisais conseguir neste tempo intenso, por se esperar isso de vós. Isso são crenças. Eu já expliquei que se vos permitísseis expressar impulsos desde a nascença, não atingiríeis esses picos de intensidade de crenças, porque haveríeis de incorporar uma comunicação automática com a essência; mas como esse não é o caso, dirigimo-nos à presente situação.

Tu fizeste bem em abordares a situação do porquê. Agora, precisas abordar a situação de percorrer isso e de o soltar. Pensarás: “Eu posso deixar para lá, mas o meu filho não.” (A Vicki sorri, e gera-se um riso ligeiro da parte do grupo) Precisas focar-te em ti. Tu chegas à percepção que alcanças. Permites que as crenças desapareçam. Tu, tal como o Michael, não és responsável pelas outras essências, nem mesmo enquanto mãe. Eles constituem as suas próprias essências individuais, e tu e o Michael podem ser muito boas a repetir estes termos, mas não sois tão bons a incorporar estes conceitos enquanto realidade. Essas essências dizem respeito a elas próprias. Elas criam a sua própria realidade, tal como vós.
Já tendes suficiente responsabilidade em relação à vossa própria essência, não tereis? (A Vicki concorda) Se procurardes ser responsáveis pelas outras essências, haveis de incorporar conflito, e essa crença do que uma mãe ou pai seja suposto ser, é ridícula! Eu não vejo leões nas vossas selvas a preocupar-se com um filhote de vinte e três anos! Vou-te dizer, que antes disso, comer-se-ão um ao outro! Tu incorporaste crenças que geram conflito.

Agora também te direi, que se tu desejares prosseguir com esse conflito, podes continuar no teu caminho conforme o tramaste presentemente, que eu jamais o suscitarei. A escolha cabe-te a ti. Podes optar por manter o conflito, como o Peter, (o Elias volta-se para o Ron e segreda-lhe, “isto vai atingi-lo!”) assim com podes optar por não dares continuidade, ou mesmo se a tua comunicação se tornar tensa ou distante em resultado da eliminação do conflito, a tua comunicação já se encontra tensa! Não penses também que ao não permitires a satisfação da decisão do outro indivíduo, estejas a ajudar-te a ti ou a ele. Estás somente a favorecer a tua própria questão do controlo. (Pausa)

Dir-vos-ei a cada um, à medida que prosseguirmos, que cada um dos que interage comigo nesta noite deverá experimentar desconforto, mas vou-vos recordar do propósito deste exercício. Ao expandirdes a consciência que tendes, não conseguireis muito se não estiverdes cientes. Inicialmente, a consciência nem sempre é confortável. Esta não é uma sessão para perturbar nem ofender ninguém. Esta é uma sessão que tem a intenção de vos expandir a consciência e vos apresentar informação sobre vós próprios, de modo a poderdes incorporar mais da essência, e ao incluirdes a essência, observareis que o vosso foco é muito mais isento de esforço. A ausência de esforço dá lugar à alegria! Vou expressar uma energia de carinho para o Lawrence ao tomar conhecimento desta situação, e a confiança de que a resolverás. (Dito com toda a suavidade)

VICKI: Obrigado. (Muito emocionada, e a começar a chorar)



ELIAS: Não tens de quê, e podes chamar-me se precisares. (Pausa) Por conseguinte, agora que o leão se encontra fora da jaula, quem se atreverá a lutar com ele a seguir? (A desafiar  de uma forma bem-humorada, enquanto a Vicki se põe às voltas com um biscoito amarelo)
TOM: Eu vou lutar com ele, Elias: Isto remonta, não remonta a coisa nenhuma. Eu sou um indivíduo bastante auto-indulgente. Basicamente faço apenas o que quero fazer, e quando o quero fazer, e do modo que o quero fazer, e grande parte disso não tem resultado bem. Esqueci o que ia dizer! (Pausa) E os géiseres de que padeço estão muito envolvidos com isso de fazer o que quero, quando o quero e da forma que o quero, e já magoei muita gente na minha vida, e provavelmente em vidas passadas, e na verdade não aprecio isso.

ELIAS: A crença que está associada a essa situação é a de que também acreditas não ser uma “boa pessoa”, por as tuas acções não to terem provado. Errado! Vou-te dizer que se atravessares o teu foco com uma atitude do tipo: Ah, bom, isto é o que eu sou,” então estarás a fazer por te separares mais da essência, por a essência não usar essa atitude; essa é também a razão por que favoreces a erupção dos teus géiseres.

TOM: Mas isso não se deverá ao facto de não dar ouvidos ao que a minha essência está a dizer, e simplesmente tenho os meus géiseres?

ELIAS: Isso é óbvio, por que se te separares por intermédio de uma crença, não darás ouvidos à essência. Não escutarás o murmúrio que a essência te endereça. Ao veres esta situação, este é o teu primeiro passo, por assim dizer. Toda a vez que tens consciência de um impulso, repara e segue esse impulso. Toda a vez que incorporares uma das crenças que abrigues, examina isso e avalia se isso te servirá de algo ou não, que é claro que não. Também te vou explicar que, contrariamente à crença que tens de seres mau, vou-te dizer que és bastante criativo!

TOM: Magistral, não?

ELIAS: Conforme tu próprio disseste, és um perfeito imbecil!

TOM: Perfeito! Obrigado! Acertaste! (Riso)

ELIAS: Tu criaste essa situação na perfeição! Nessa medida, o que apresenta um conflito para aquilo em que te pretendes tornar, não me agradeças.

TOM: Agradeço-te por teres encontrado o nome apropriado. Nem toda a gente é capaz disso. Geralmente é só imbecil, e não perfeito!

ELIAS: Examina a perfeição daquilo que criaste. Examina a construção dessa persona que criaste. Então, poderás começar a desmembrá-la, e a edificar de novo. Recria uma outra persona com que te sintas mais agradado. Não dês abrigo à culpa! Isso, também vos direi a todos, é um desperdício de energia! Não se presta a nenhum propósito para além de criar santuários. É muito poderoso, e também reluzente, e presta-se a maravilhosos adornos, mas não se presta a nenhum propósito construtivo. Não direi que não se presta a nenhum propósito criativo, por ser bastante criativo quando criais santuários!

Não utilizes o “mau” nem o “errado” ao rever, conforme tu dizes, situações ou criações passadas. Foca-te no agora. Cada instante representa o teu momento de poder, o que representa o teu momento do poder. Neste momento, tu consistes no centro fundamental do universo! Este momento é o centro fundamental, e tudo quanto existe. Por isso, não te preocupes quanto às experiências por que tiveres passado anteriormente. Por ora, foca-te neste momento, neste agora. Cada instante do agora faculta-te a oportunidade de escolhas e de mudança. Portanto, quando te situas no momento, no teu lar ou no teu emprego, não penses no que irás fazer duas horas depois, nem em como te irás sair. Pensa e actua no presente momento. Procede a escolhas que não provoquem géiseres no momento.

TOM: Caramba, se não me acertaste com isso! Obrigado, Elias.

ELIAS: Não tens de quê. (Pausa)

RON: Eu sou a seguir. Na verdade, tu abrangeste muito do que eu tinha a expor, com o que conversaste com o Lawrence, que teve que ver com o meu filho, e com o facto de me ter desligado dela, e da culpa que sinto em relação a isso, e da culpa que na verdade sinto por não sentir tanto isso! (Riso)

ELIAS: Eu estou a compreender. (A sorrir)

RON: Eu compreendo muito bem o que disseste ao Lawrence em relação a isso, mas há uma outra coisa que gostaria de suscitar em relação ao que o Lawrence e eu tivemos uma discussão acesa na noite passada. Eu tinha a percepção de que, (para a Vicki) eu disse-te que lhe ia contar isso! (A Vicki mostra um sorriso forçado) Eu tinha a percepção de que o Jesus era somente um canal, e que Deus era a essência que ele canalizava. O Lawrence que a única razão por que suscitaria tal coisa se deva a uma crença que… Nós jamais estamos de acordo nas nossas ideias, mas eu queria perguntar-te sobre essa coisa em particular, só a ver se tens alguma coisa a dizer. (Bem conseguido, adoptar a não personalização, Ron!)

ELIAS: Eu vou discutir esse assunto contigo mais para a frente, e tu vais entender o que quer dizer, mas por ora dar-te-ei uma resposta muito simplificada. Antes de mais, não existe “Deus” conforme pensais nele, o que perfaz apenas uma crença.

RON: Eu compreendo isso.

ELIAS: Quanto á questão do indivíduo Jesus ter estado envolvido com o fenómeno da canalização, dir-te-ei que ele não empregava este fenómeno. Ele era um indivíduo que estava bastante em sintonia com a essência. Esse indivíduo incorporava alguns, mas poucos, factores de separação. Nessa medida, ele encontrava-se habilitado, por intermédio da essência, a falar às massas sem a ajuda e qualquer outra essência. Na verdade, esse indivíduo focou-se fisicamente a partir de uma essência em três indivíduos focados no físico no mesmo período de tempo; por essa essência, ao se focar em termos físicos, não podia manifestar apenas uma forma física de modo a incorporar tudo quanto precisava transmitir. Isso foi declarado por outros previamente, para além de mim, e representa uma verdade. Essa essência era o que podereis designar por um “escolhido”, por meio de um acordo colectivo, para representar uma nova era, que estava destinada a incluir o vosso período e foco até à vossa mudança; tarefa essa, que é demasiado desmedida apenas para um indivíduo realizar, no foco físico. Por isso, foi dividia por três manifestações físicas distintas, que transmitiram o conceito e a criação engenhosa do Cristianismo. Isto servirá de ajuda?

RON: Serve. Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

JIM: Quais seriam as outras manifestações físicas?



ELIAS: Uma foi o Paulo, a outra, o João; uma precedeu o Jesus, a outra veio depois, todas no mesmo período de tempo. Contacto com o foco central de Jesus, conforme o conheceis, foi feito unicamente pelo João, no foco físico, mas com o Saulo também foi feito um contacto, na iniciação do foco novo e no despertar para a missão, por assim dizer; Eles eram todos manifestações de uma mesma essência, e todas incorporaram umas personalidade fundamental. (Pausa prolongada)

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