domingo, 4 de agosto de 2013

“O SIGNIFICADO DA AUTO-REALIZAÇÃO”



Sessão de 12/07/2013 (Não publicada)

Participantes: Galen (Naoko) e Mary (Michael)

Transcrição: Charmaine C. (Excerto)

Tradução: Amadeu Duarte



Elias: Bom dia!



James: Olá, Elias.






James: Na verdade tenho uma pergunta a fazer-te. Que será essa coisa que tantos de nós sente estar em falta e que buscamos e tendemos a pensar não ter?



Elias: A memória; isso representa o denominador comum, o que designaríeis por a peça que falta. A percepção genuína de quem sois; do que sois; do que a realidade é, das vossas capacidades de certa forma figurativa; do propósito que tendes. Não, propósito em relação à forma, conforme geralmente percebeis o propósito, mas o propósito que tendes na existência, por assim dizer, coim relação à consciência.



Galen: É óptimo estar a falar contigo.



Elias: E contigo também, meu amigo.



James: E que dizer de uma complete satisfação relativa à nossa vida e à existência conforma a levamos?



Elias: Isso faz parte da memória. Por terdes consciência de quem sois e do que sois e do que a realidade é de uma forma genuína, e expressareis essa autêntica e completa satisfação. Porque assim que alcançardes essa consciência a expressão da expectativa ter-se-á evaporado.



Nesse sentido, não é que nesse estado não queirais nada, por estardes constantemente a expandir-vos, consequentemente sempre teríeis motivação para vos expandirdes ou para explorardes mais, só que a expressão disso apresentar-se-á muito diferente quando incorporais uma recordação genuína por não ser gerada do ponto de vista, por assim dizer, da falta daquilo que não possuís. É gerado no entusiasmo da exploração do que ainda não tiver sido descoberto.



James: Parece que também podemos chagar a um ponto em que simplesmente percebemos que isso, o que a nossa vida ou existência conforme se nos apresenta neste instante é suficiente; é aquilo que buscamos e com que procuramos sentir-nos satisfeitos.



Elias: Isso representa um aspecto significativo disso porque quando conseguis isso estareis a direccionar-vos na direcção dessa recordação por todas essas expressões do que buscais que não tendes ou que não se apresentam suficientes, são todas pedaços da falta de consciência daquilo que tendes.



James: Então de facto já possuímos aquilo de que andamos em busca e…



Elias: Já.



James: …e tantos de nós - Incluindo eu próprio, por vezes – simplesmente não temos consciência disso, não o percebemos?



Elias: Exacto. Não vêem isso. Sim, tens razão. Já o possuís. Já o tendes. Tudo quanto procurais, tudo quanto pensais estar em falta, já possuís.



Galen: Sinto-me curioso, do teu ponto de vista, do ponto de vista não físico, que é exactamente o que já temos e que sentimos não ter, quando de facto já o temos?



Elias: Capacidade. Por isso constituir tudo. Que o que quer que penseis não ter, quer se trate de uma expressão, de uma manifestação, não importa – tudo isso se resume a esse termo da Capacidade. Se tiverdes consciência de poderdes produzir QUALQUER COISA, e que NÃO existem limites, que NÃO estais limitados independentemente do facto de ocupardes o foco físico. Se tiverdes noção de possuir CAPACIDADE, então produzireis o QUE QUER que quiserdes experimentar. Seja qual for a expressão disso; Quer se trate de um sentido ou uma manifestação física; não tem importância.



James: Também parece, do meu ponto de vista, Segundo creio, que buscamos a totalidade ou a sensação de estar no lar ou no paraíso ou a plenitude e de facto já a possuímos.



Elias: Exacto. Já possuís tudo. Simplesmente não o percebeis. O que evidenciais a vós próprios de uma forma muito consistente na base do dia-a-dia da vossa realidade física, por actos físicos. Essa é a razão por que enfatizo fortemente o factor daquilo a que prestais atenção.



Existem muitas, muitas situações e Alturas em que uma pessoa tem uma percepção e nessa percepção também percebe que a resposta que buscava se encontra directamente em frente dela. Vós fazei-lo mesmo em relação às manifestações físicas, aos objectos físicos. Um objecto físico pode situar-se bem na vossa frente e podeis nem vê-lo. Isso ocorre com bastante frequência com todos vós e tem tudo que ver com AQUILO A QUE PRESTAIS ATENÇÃO. Por já possuirdes tudo quanto quereis e tudo quanto já existe.



James: E a razão por que já o possuímos, deve-se efectivamente ao facto de sermos infinitos e a que tudo, tudo quanto existe seja infinito e não comporte separação alguma, pelo que na verdade… Não sei como descrever isto mas de facto já somos tudo…



Elias: Sim.



James: …e como tal já possuímos tudo.



Elias: Sim. Tens razão. Tudo quanto alguma vez terá existido e que existe já o possuís. A única expressão que ainda não possuís é o que ainda não foi descoberto, mas nem sequer sabeis o que isso seja, por conseguinte não o quereis. Quereis expressões e manifestações que já foram descobertas e que já obtiveram expressão e essas já se encontram na vossa posse. Qualquer coisa, tudo quanto já foi expressado, vós possuís.



Essa é a razão por que já referi muitas vezes antes: a única diferença existente entre vós e eu deve-se ao facto de eu incorporar essa recordação e vós não.



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