sexta-feira, 19 de julho de 2013

CENTROS DE ENERGIA - AMARELO E LARANJA




Domingo, 27 de Agosto de 1995

Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Elizabeth (Elizabeth), Jim (Yarr), Cathy (Shynla), Jo (Joseph), e a Guin (Sophia).

Tradução: Amadeu Duarte




O Elias chega às 6:48 da tarde


ELIAS: Boa noite. (Pausa) As boas-vindas de novo para a Shynla.


CATHY: Obrigado.


ELIAS: Para teu esclarecimento: S-h-y-n-l-a. (Soletrando)


VICKI: Obrigada.


ELIAS: Não tens de quê. Desejais jogar o nosso jogo! 


RON: Ainda estou acordado! (Riso)


ELIAS: Temporariamente! (A sorrir) Talvez eu deva esperar pelo jogo, até podermos acordá-lo de novo! (Mais riso) Podes focar-te no teu jogo, e nas percepções que tens.


JO: Eu tenho uma pergunta. Eu estou a falar-te. Queria saber se também me poderás atribuir um ponto por parte da Marshuka, C. (Pausa)


ELIAS: Ah! (Riso) Estamos a incorporar pontos a dobrar! Vou emitir um ponto ao Joseph, pela ligação que estabeleceu.


JO: Obrigado.


RON: Gostava de esclarecer uma coisa, pelo que diz respeito ao nome (Patel), da semana passada.


ELIAS: Sim???


RON: Eu devia ter percebido isso logo de caras, mas foi verdadeiramente estúpido! O Lawrence explicou-me. Será Patel o nome da essência do Paul?


ELIAS: Isso está correcto. Vou emitir um ponto no nome do Ron.


ELIZ: Será a Cathy amarela? (Referindo-se à cor característica da família da essência Vold)


ELIAS: Errado.


ELIZ: Posso fazer uma outra pergunta? (Elias responde afirmativamente) Serei eu amarela?


ELIAS: Errado. (A rir alto) Estás-lhe a dar no duro! 


CATHY: Eu quera saber se a Cathy será Mobowah.


ELIAS: Correcto. Um poto para a Shynla, pelo vermelho.


GUIN: Será o violeta A? (Sol)


ELIAS: Acertado em relação ao violeta, pela nota musical. Um ponto para a Sophia. 
 Estamos a incluir muitos mais indivíduos no nosso jogo!


VICKI: Eu tenho uma pergunta a fazer. Gostava de associar a Minerva à nota musical Fá.


ELIAS: Errado, em relação a essa nota musical.


VICKI: Tenho uma outra pergunta. Gostava de associar a Elizabeth à cor violeta.


ELIAS: Certo para o Lawrence, por associar o violeta à Elizabeth.


JO: Eu tenho mais uma. Será Mamandy feminino?


ELIAS: Correcto quanto ao sexo feminino de Mamandy. Agora que formulaste as perguntas todas relativas ao sexo, podes também explicar a nossa questão do sexo. (Para a Vicki)


VICKI: Queres que faça isso agora? Posso faze-lo mais tarde. (Pausa)


JIM: Serão quantos, quatro fêmeas e três machos?


RON: Também podiam ser quatro machos e três fêmeas, assim com dois machos e cinco fêmeas, ou seis machos e uma fêmea…


VICKI: Por não ter importância.


JO: Por na verdade não existir sexo. (O Elias está a rir)


RON: Toda a gente marcou pontos em relação a toda a pergunta relacionada com o sexo que foi feita.


ELIZ: Não teve importância? 


GUIN: Não teve importância!


CATHY: Mesmo que não tivessem perguntado, obtinham pontos à mesma!


ELIAS: não há sexo incorporado no foco não físico. É, afinal, um jogo meu! (Riso geral)


CATHY: Foi por isso que me deste um ponto pela fêmea, só me quereres atribuir um ponto, ou captaste-me isso da cabeça, ou que foi?


ELIAS: Isso, na verdade, representou uma ligação, em razão do que te foi atribuído um ponto em relação ao sexo, por estares a contactar, no âmbito da consciência, com esse foco desse sexo particular.


CATHY: É verdade. (Pausa) 


ELIZ: Pois é, ainda estou a tentar.


VICKI: É uma pena que só possamos conseguir um ponto por jogo. Podíamos simplesmente continuar caso pudéssemos conseguir mais do que um ponto! (A esta altura, gera-se uma discussão no grupo subordinada a uma maior pontuação)


ELIZ: O que é triste em relação a isso, pensei eu, é não haver sexo, mas não disse nada por alguém já ter recebido um ponto por atribuir um sexo a alguém. Ah, bom…


ELIAS: Vamos atribuir um ponto à Elizabeth, por ter estabelecido ligação no âmbito da consciência ao responder à nossa pergunta sobre o sexo. Isto também nos conduzirá adiante, enquanto a Elizabeth contempla a sua próxima impressão, a qual poderá não surgir até à nossa próxima sessão! (Riso) Mas, não tendes mais impressões para o nosso jogo?


CATHY: Bom, podíamos simplesmente jogá-lo sem obtermos pontos. Aí já saberíamos! (Pausa) Poderíamos fazer isso? (Riso)


ELIAS: Podeis tentar! (A sorrir)


CATHY: Estou apenas a submeter isso. Quero dizer, não tenho nada em que possa pensar neste instante.


VICKI: Sinto-me mal por ter esquecido a pergunta da Mary.


CATHY: Era uma pergunta sobre o jogo? 


VICKI: Claro, conversamos sobre isso ontem.


ELIAS: O Michael terá uma outra oportunidade para expressar a pergunta dele, e eu também vou dizer que não foi referida por mais ninguém, por conseguinte a pergunta ainda lhe pertence. (Pausa)


CATHY: Que pensas de atribuir pontos nas sessões de Domingo à noite, já que essa sessão envolve mais gente?


ELIAS: Podemos incorporar essa ideia, se o desejardes.


RON: Por mim tudo bem. 


ELIAS: Isso é aceitável.


CATHY: Está bem. 


ELIZ: Certo. 


GUIN: Vicki?


VICKI: Por mim, está bem. Não faz a menor diferença, para mim.


ELIAS: Mas não colhemos nenhuma impressão do Yarr?


JIM: Bom, creio que não disse nada por temer estar errado, mas como não existe certo nem errado, nem nada…


ELIAS: Isso está certo! (Riso) 


JIM: Estarei eu ligado ao Índigo?


ELIAS: Correcto. Um ponto para o Yarr.


JIM: Caramba! Creio não ter tido qualquer impressão! Obrigado.


ELIAS: Não tens de quê. Estava a começar a questioner-me se irias permanecer um molusco a noite toda!


JIM: Bem, por vezes consegues acertar-me um pouco! Estou somente a brincar. (Pausa) posso fazer mais uma pergunta? (Riso geral) Estaremos de volta ao sistema de um ponto ou quê? Um ponto por noite?


CATHY: Bom, nós não pedimos isso. Ainda ninguém acertou duas vezes, de modo que vamos ver o que sucede. (O Elias apresenta um sorriso rasgado)


JIM: Será isso um B? Terá que ver com um B?


ELIAS: Precisas perguntar na nossa próxima sessão!


JIM: Pois. Bom, precisava perguntar! Com certeza que vou perguntar! Obrigado.


ELIAS: Não tens de quê. (Pausa) Teremos acabado com as perguntas subordinadas ao jogo, por esta noite?


CATHY: Creio que sim. Se alguém que tenha um ponto fizer mais alguma, vou ter que esperar, de modo que…


ELIAS: Muito bem. Nesse caso vamos avançar e prosseguir a breves trechos com o que estávamos a debater, quanto aos vossos chakras, e vamos abranger o amarelo e o laranja também, que representam respectivamente o vosso segundo e terceiro centros; Sendo que o vosso segundo centro de energia na sua cor básica se reflecte no laranja. Esse centro de energia inclui os vossos órgãos de reprodução, os vossos rins, a bexiga, as vossas glândulas supra-renais e a vossa pele, inclui vigiar de perto a pele. O vosso terceiro centro de energia, de cor amarela; este centro incorpora o vosso estômago, a vesícula, o fígado, o tracto o vosso aparelho intestinal delgado, o vosso pâncreas, e a vossa respiração, que é afectada pelo diafragma. Isso está ligado a actividades como o canto musical, (para o Ron) que é projectado pelo diafragma, e não pelo peito, o qual é controlado pelo vosso terceiro centro de energia.


Voltando ao vosso Segundo centro de energia laranja; conforme referi, o funcionamento principal desse centro envolve-se com a orientação e o desejo sexual, o que representa a principal função que irradia. Todo o vosso desejo e estímulos sexuais são gerados por esse centro de energia, e esse centro também confere vida. Esse centro gera o foco ligado à paternidade, e é instrumental na criação de vínculos entre pais e filhos no foco físico. 

Quando esse centro de energia não se encontra bloqueado e está a funcionar e a rodar correctamente, o vínculo e a comunicação entre pai e filho, ou entre os indivíduos envolvidos em relações sexuais, operarão com suavidade. Não estou a dizer que esse centro de energia esteja focado dentro dos limites das relações interpessoais e não influencie as pessoas em qualquer outra área para além da sexual, por ser um centro de energia de ligação entre os indivíduos focados no físico num elemento puramente físico.


Ligado e inserido junto com outros centros de energia, este centro de energia sexual pode tornar-se instrumental na criação de manifestações e de expressões de uma natura mais intensa, ou o que podereis designar por “superior”, do que apenas a física. Por si só, gera unicamente atracção e integração física. Os órgãos que afecta; os órgãos sexuais, os rins, a bexiga; acham-se todos ligados no foco sexual que exerceis, e também vos influenciam a actividade e o desempenho sexual. Incluído nisso estão igualmente as glândulas supra-renais, as quais, conforme todos tereis consciência, são afectadas num certo ponto nos focos sexuais. Também a implementação do toque, ao estar ligado à vossa pele, se acha tudo interligado ao principal propulsor de energia deste centro particular.


Desculpem-me por uns breves instantes. Lawrence, vou-te pedir cordialmente se te importas de afastar o “esfregão” (O Elias chama esfregão ao cabelo da Mary) do campo da minha visão! (Riso geral, à medida que a Vicki tenta afastar o cabelo do solhos da Mary) Vou continuar a instar com o Michael para eliminar este impedimento, embora ele não dê lá muitos ouvidos! Não compreendo como ele pode ver através de um obstáculo destes!

Para voltarmos àquilo em que nos estávamos a focar: O assunto, em si mesmo, da orientação sexual e da ligação com o vosso corpo físico vai ser um assunto que vamos reservar para uma sessão aparte, por também apresentar muitas diversidades, e vai precisar de um tempo para ser explicado. Basicamente, este segundo centro de energia foca-se no controlo e projecção dessa orientação, e também afecta directamente a orientação sexual que tiverdes escolhido no foco físico.


Passando para o vosso terceiro centro de energia amarelo; esse centro, conforme referi, em última análise controla o foco emocional. As pessoas focadas no emocional deverão experimentar esse centro de uma forma mais intensa, e notar mais esse centro de energia, do que os indivíduos focados nos outros tipos de foco. Nos indivíduos focados no emocional, toda a informação processada passa por esse centro de energia primeiro. Vós no vosso foco físico acreditais que percebeis toda a informação que recebeis e que emitis como sendo expressada pelo cérebro antes de mais. Isso está errado. As pessoas focadas no emocional processam toda a informação inicialmente por intermédio desse centro de energia amarelo. Os indivíduos que se focam no emocional podem não perceber por completo esse processo.


Podem acreditar estar a pensar primeiro numa dada situação. Vou-te dizer que se detectardes e olhardes para o que tiverdes registado, observareis que quer tenhais ou não inicialmente tido consciência, ou se o processo inicial de informação tenha sido por apenas um segundo, conforme podereis referi-lo, toda a vossa informação é processada ao nível emocional primeiro, sendo essa a função principal desse centro de energia; Razão também por que os indivíduos focados no emocional dão lugar, no seu corpo físico, a expressões do tipo de úlceras, que criam no estômago e intestinos delgados, expressões essas que são afectadas – ambas - por esse centro de energia. É mais provável que os indivíduos focados no aspecto emocional usem substâncias que afectem o fígado, o que também é incorporado desse centro de energia também.


Haveis de notar que os órgãos ligados a centros de energia individuais estão ligados por funções que incorporam um equilíbrio ou desequilíbrio emocional. Os indivíduos focados no emocional contraem mais formas de padecimento físico do que os focados no pensamento. Isso não representa regra, mas geralmente, isso “segue o mesmo padrão”, conforme dizeis, no vosso foco físico. Ao criarem formas de padecimento físico, muitas manifestações físicas são geradas no tronco do vosso corpo, por ser primordialmente controlado por esse centro de energia. Esse centro de energia irradia para fora e para cima. Por conseguinte, também está ligado e afecta enormemente os outros centros de energia fisicamente localizados acima dele. Eu referi que esse centro é muito poderoso. Todas as vossas expressões emocionais podem ser controladas por intermédio desse centro. O que não quer dizer que todas as emoções sejam produzidas por esse centro, por o vosso quarto centro, de cor verde, irradia uma certa influência na expressão emocional, mas basicamente, o amarelo é o que mais afecta.


Também podereis notar que nos indivíduos não focados no emocional, esse centro de energia parece causar muitos problemas. Não precisais ser um indivíduo focado no físico para sentirdes conflito com o amarelo. Os indivíduos que se foquem no pensamento podem não prestar atenção a esse amarelo, e quando esse centro de energia se desalinha, não se focam nele, por não estardes habituados a lidar com focos emocionais. É nisso que os indivíduos focados no pensamento se atiram para fora de equilíbrio. Se vissem o alinhamento dos vossos chakras numa tela de cinema, normalmente eles girariam impecavelmente numa linha recta. Um indivíduo focado no pensamento que experimente conflito atirará com esse amarelo para o lado, e terá uma enorme dificuldade em o trazer de novo a um alinhamento. Além disso, eu referi que este centro de energia é muito teimoso. Ele não irá saltar para trás com tanta facilidade.


Vou trazer brevemente a este centro de energia crenças, por no vossa actual tempo serdes encorajados, quer sejais indivíduos emocionalmente focados ou não, a expressar continuamente as expressões. É-vos dito que isso é saudável e muito bom, permanecer aberto em relação aos sentimentos. Estamos de volta à vossa psicologia! Não estou a dizer que não deveis permanecer abertos em relação aos vossos sentimentos. Antes pelo contrário, eu tenho uns quantos exercícios que mais tarde discutirei convosco. Estou a dizer que esses indivíduos se focam de modo diferente. Alguns indivíduos não são focados no emocional, e torna-se ridículo dizer a tais indivíduos que deviam expressar continuamente os sentimentos que não percebem existir! 


Isso também não quer dizer que os sentimentos não existam. Eles existem. Só não têm lugar na intensidade com que os indivíduos focados no emocional os experimentam. Eu disse-vos anteriormente que os indivíduos focados no pensamento são ultrapassados de longe pelos que se focam no emocional. Consequentemente, segundo os vossos padrões da “norma”, que estabelecestes como a vossa regra oficialmente aceite, focais-vos automaticamente em todos os indivíduos no facto de todos serem iguais, e que se expressam do mesmo modo. É óbvio que não se expressam do mesmo modo. Podeis igualmente alcançar um equilíbrio em vós próprios, e sentir-vos alinhados, e ainda assim ser indivíduos focados ou não no emocional. (Pausa)


A pequena inclusão de um maior, não definitivo, mas maior equilíbrio no indivíduo, utilizando o Ron a título de exemplo, não apresenta um foco emocional tremendo. Esse indivíduo não apresenta uma efusão significativa de expressão emocional. Ao mesmo tempo, esse indivíduo apresenta um enorme equilíbrio, mas acha-se focado no pensamento, pelo que não expressará uma efusão tremenda de expressão emocional. O que não quer dizer que os indivíduos focados no pensamento não expressem ou experimentem um foco emocional. Também não quer dizer que os indivíduos focados no emocional não jamais pensem. Apenas incorporam diferenças. (Pausa)


Vou-vos dizer que por esta semana seria uma experiência interessante de fazerdes, no vosso exercício de concentração e de estabelecimento de ligação, notar o laranja e o amarelo. Todos vós experimentais o laranja e o amarelo o tempo todo, quer expresseis tais experiências ou não. Elas acham-se bastante inseridas no vosso foco físico aceite, tanto mais que esses dois centros dominam a vossa cultura e o vosso foco. Constituís um foco muito orientado para a sexualidade, por conseguinte esse centro, como podereis constatar, é muito dominante, além de ser muito aceite. Também sois um foco físico emocional, e sois encorajados a sê-lo. Notais igualmente que ambas essas duas cores do vosso espectro, ao juntarem vermelho e amarelo na formação do laranja, que apresenta foco físico e emoção, dá lugar à criação da situação da vossa expressão sexual.


Os vossos centros de energia, em conexão com o vosso espectro dolorido, são muito mais complexos do que percebeis. Também vos direi que na utilização de cada uma dessas cores e centros de energia, e das suas expressões primordiais, não há lugar para certo ou errado; por automaticamente, no foco físico, associardes noções de certo e de errado a todas essas expressões. Elas não passam de forças motrizes que por detrás das expressões, as quais criais em prole da experiência. (Pausa) Desejareis fazer perguntas sobre esses dois centros de energia? (Pausa)


JIM: Eu tenho uma pergunta. Creio que tenhas enunciado que em relação ao laranja, ele emane a partir de fora, e também para cima.


ELIAS: Errado. O laranja irradia para fora. 


CATHY: Para fora?


ELIAS: Correcto. O amarelo irradia para fora e para cima.



JIM: Nessa radiação, será que, digamos que nos estamos a concentrar no laranja, sem ser por qualquer razão específica, como se devêssemos apenas concentrar-nos nele, que deverá apresentar-se laranja no geral à visão, se virmos a roda a girar num movimento no sentido dos ponteiros do relógio, e, ou apenas deixar que rode?


ELIAS: Poderás, se o desejares…


JIM: Ou seja o que for que queiramos fazer! (A rir)


ELIAS: Se desejares usar essa cor ardente do laranja, podereis igualmente experimentar um desejo avassalador de entrares em intimidade física com a tua mulher! (Riso)


JIM: Caramba! Está bem. 


VICKI: Maldição! (A esta altura começamos todos a rir)


JIM: No entanto, é coisa que depende sempre dos dois.


GUIN: Eu ia perguntar isso. Se nos focarmos com uma outra pessoa na cor laranja, isso deve tornar-nos mais íntimos um com o outro, não?


ELIAS: Correcto.


JIM: Mas, segundo o que ele diz, se bem o entendo, o laranja não emana para fora. Quero dizer… (Começamos todos a rir)


JO: Ele emana para fora.


JIM: Mas não poderemos... para emanar o laranja, a sensação física do... é tudo quanto o sexo perfaz, apenas uma sensação física de nós próprios. Essa sensação física não poderá ser forçada com o laranja?


ELIAS: Absolutamente! Notarás que eu terei dito que este centro de energia laranja emana para o exterior, não para cima nem para baixo, o que a torna uma cor de contacto. Ele emana ou irradia a sua energia para o exterior no sentido de estabelecer contacto com a energia de outro indivíduo, o que perfaz o seu objectivo. Essa é uma cor muito ligada à associação ou ao relacionamento; razão porque, de entre todas as energias sentidas fisicamente, sentireis a energia sexual como dominante, e essa sensação, para ser satisfatória, é criada no sentido de contactar com outro indivíduo fisicamente. O entrelaçamento desse centro de energia e cor é capaz de expressar uma tremenda energia, e pode igualmente, com o emprego do índigo ou do violeta, ser expressado não só fisicamente, como para o universo igualmente, o que representa a definitiva expressão de união. Entenderás, se experimentares essa situação, que o poder irradiado desse centro laranja de energia pode, em conexão com o índigo ou o violeta, tornar-se num propulsor eficaz para a expressão de energia universal. Essa é uma criação de uma manifestação de energia muito bela, e eu vou-te dizer que a incorporação dessa expressão física desse centro de energia, em ligação com os centros de energia superiores, será sentida universalmente, e igualmente intensamente, ou mais, com que experimentas na tua consciência no foco físico.


JIM: Espantoso! Obrigado. (Pausa prolongada)


VICKI: Bom ... (Riso)


CATHY: Eu estava à espera que ele te sentisse (Em termos de energia)!


VICKI: Eu sempre tento esperar, para dar uma oportunidade a toda a gente.


CATHY: Eu senti que ela estava à espera. Eu senti que ela estava à espera!


ELIAS: A Shynla está a expressar um desejo de um ponto, para estabelecer conexão!


CATHY: Obtive algum? (A rir)


ELIAS: Já interrompemos o nosso jogo desta noite!


VICKI: Bom, só estava curiosa quanto à maneira como usaremos esses centros de energia para lidarmos com os problemas quer normais quer anormais da menstruação.


ELIAS: Dir-te-ei em primeiro lugar que o vosso corpo físico incorpora certas funções que concebestes de uma forma bastante engenhosa, que não constam de crenças nenhumas, uma das quais é o emprego dos centros de energia e da influência que causam nos ciclos da mulher. Vou-me desviar por breves instantes para referir que os homens também experimentam ciclos, mas devido ao facto de optarem por não sangrar, eles não associam significado algum a esses ciclos e apenas incorporam atitude, por experimentarem irritação.


JO: Síndroma da menstruação nos homens! (Riso)


JIM: Eu senti isso durante muito tempo, quero dizer, durante anos!


JO: Eu sempre soube disso. Vós, pá, é que o negais sempre.


RON: Não o negues!!! (Toda a gente desata a rir)


JIM: Bom, óptimo! Agora também tenho uma desculpa!


ELIAS: Podes precisar usar no vosso Síndroma de Menstruação um prefixo, “pré” ou “pós” menstruação no "homem"! (Dito com sentido de humor)


JIM: Bom, é mais ou menos irónico que esse termo já comporte essa palavra nele.


ELIAS: E pensas que isso constitua um acidente?


JIM: Não, não podia ser. 


JO: Era um plano. (Concordam todos)


ELIAS: Os vossos centros de energia acham-se ligados. Eles funcionam segundo os desígnios do vosso corpo físico conforme o criastes, e expressam certas funções que vós incorporastes (faz uma pausa a sorrir) muito eficazmente. Todos vós estudastes, nas vossas escolas e salas de aulas, o funcionamento do vosso corpo físico, e o vosso sistema reprodutor. Conforme declarei previamente, o amarelo influencia bastante junto com o laranja. Também disse que o vosso vermelho e o amarelo, ao constituírem cores primárias, criam o laranja. Por isso, elementos de ambos acham-se incluídos no laranja. No que anteriormente expressamos quanto ao vermelho, eu expliquei que essa também inclui os vossos órgãos masculinos e femininos, o que representa a atracção da energia para baixo, em ambas as orientações; nas mulheres representando a força de energia que afecta a menstruação, e nos homens, a força de atracção que influencia a situação da ejaculação.


No corpo feminino, certos elementos foram criados dentro de um ciclo que incorpora sensação física. Há elementos que podem ser incluídos, em conjunção com os centros de energia, que poderão ser benéficos em relação experiências de desconforto provocado pelos ciclos normais. Elementos naturais que vós próprios criastes na natureza, pelo que é natural, poderão ser utilizados em cooperação com os centros de energia. Noutros focos de desenvolvimento da vossa espécie, era usado o calor aplicado com pedras, com a irradiação de energia do laranja, a fim de elevarem o desconforto. Não estou a dizer que useis pedras aquecidas sobre o estômago! Estou somente a dar um exemplo do uso de elementos naturais em alinhamento com os centros de energia.


Ao lidardes com esses centros de energia, podeis também incorporar as três cores do vermelho, laranja e amarelo, para equilibra e fazer girar. Quando refiro este tipo de girar dirigido com um propósito, dir-vos-ia para girardes esses chakras em uníssono. Não vos preocupeis com o facto da sua rotação normal incorporar diferentes velocidades. Ao girardes à mesma velocidade esses centros, e ao lhes facultardes harmonia entre si, descobrireis uma ajuda na diminuição da expressão emocional, uma diminuição da expressão física, e uma diminuição do fluxo da corrente sanguínea. A Shynla poderá deixar de usar a sua fralda! (A Cathy e a Vicki desatam a rir) Notareis igualmente que se vos focardes em especificidades, e a corrente sanguínea é uma delas, podereis incorporar parcialmente também o verde, não só por ser uma cor curativa, mas por influenciar enormemente a corrente sanguínea, ao regular o fluxo do sangue.


VICKI: Isso quererá dizer girá-lo à mesma velocidade dos outros?


ELIAS: Exacto. Vou sugerir que rodemos um breve intervalo! Quando retomarmos, podereis fazer mais perguntas sobre os vossos chakras, assim com podereis desviar-vos para outras perguntas, por breves instantes, se o desejardes.


INTERVALO


ELIAS: Continuemos. Podeis fazer as vossas perguntas, agora.


CATHY: Muito bem. Então, se podemos fazer girar os chakras e abrandar o fluxo sanguíneo, poderemos rodá-los e reduzir a frequência? Porque é somente uma crença, não é?


ELIAS: Na realidade, isso é correcto. Se vos concentrardes de modo apropriado, e empregardes atenção, e desconsiderardes as crenças, realmente podeis deter esse ciclo por completo.


CATHY: Pois. Eu gostava disso!


ELIAS: Dir-te-ei, contudo, que vós criastes este corpo físico e todos os seus funcionamentos, inclusive os seus ciclos, por razões interligadas. É por isso que as pessoas experimentam trauma com a interrupção prematura dos sistemas de reprodução. Isso não representa a interrupção pelo foco do que agora designais por meios contraceptivos, o que significa que podeis incorporar procedimentos físicos para criar um intervalo no fluxo dos sistemas de reprodução masculinos ou femininos, mas ainda incorporardes esses sistemas em funcionamento. Haveis de descobrir que as pessoas, ao removerem por completo os órgãos de reprodução, passam por trauma físico e emocional, caso os removam prematuramente.


Vós criastes este vosso corpo de um modo muito eficaz, e para operar harmoniosamente em conjunto com os vossos elementos naturais, razão por que não é só em relação ao vosso corpo físico, como em ligação com o que percebeis como natureza e todos os elementos. Haveis de notar, conforme debatemos previamente, que não só se encontra a natureza, conforme a vêem, ligada a vós, como o vosso tempo, e as vossas estações estão igualmente ligadas à vossa consciência, ao ser tudo criado por ciclos. Concebestes este foco físico para se manifestar por ciclos. Consequentemente, também criais a expressão do vosso corpo físico de modo a incorporar ciclos.


Podeis ocasionalmente sentir-vos irritados com o funcionamento físico deste corpo que criastes, mas criaste-lo pela razão de funcionar desse modo. Durante os anos de fertilidade, embora possais experimentar um certo desconforto, conforme o percebeis, ou alguma irritação quanto ao seu funcionamento, também colheis os benefícios da relação que apresenta. Quanto tiverdes atingido a idade física de deixar de usar mais esse ciclo, o desejo que sentis no âmbito da energia desse chakra também diminui. Haveis de experimentar todos um surto de desejo físico e desejareis contacto nos anos posteriores, mesmo antes da interrupção desse ciclo. Haveis de notar que podeis, ao discutirdes uns com os outros, expressar que estais sexualmente mais orientados ou activos, ou sentir fortes desejos nessa área, e associar isso a uma idade. Dizeis que quando entrais na casa dos trinta ou quarenta, experimentais a percepção de uma vaga sexual, que afecta primordialmente as mulheres, pela razão do vosso corpo ter consciência da proximidade da interrupção desse ciclo, e sobe a afluência da energia para a sua expressão final.


Os homens não incorporam necessariamente esse mesmo surto de energia no período dessa mesma facha etária, por a capacidade reprodutiva que têm não depender de qualquer idade ou ciclo; isso é uma criação física que vós empregastes para vosso benefício, ao não desejardes continuar a ser férteis ao longo do vosso foco físico, o que representa uma escolha vossa. Optais por criar um certo período de tempo no foco físico que vos permita a capacidade de gerar filhos. Também optais por interromper essa capacidade, sem permissão dos vossos contrários masculinos, ao interromperdes o vosso ciclo. Isso também, vou acrescentar, incorpora uma crença que teve início na separação do foco físico, porque na realidade podeis reproduzir sem esse ciclo. Também podeis reproduzir-vos em termos realistas sem esses órgãos particulares. Isso é uma crença que foi adoptada, só que é muito eficaz no seu funcionamento, porque se não acreditardes que podeis reproduzir-vos, não vos reproduzireis. 


Vou-te dizer uma vez mais, utilizando o Michael a título de exemplo. Isso irá surpreende-lo, por o corpo físico dele na realidade não foi afectado em termos de reprodução pela doença que teve. Ele acredita nessa situação. Por isso, nos anos subsequentes ao nascimento do filho, a sua capacidade de reprodução deteve-se, por ele não acredita que esteja em ordem; o que na realidade um método bastante eficiente de contracepção para a vossa era, por lhe ter dado a capacidade de não incorporar reprodução por muitos anos, e facultou-lhe a liberdade, por meio de uma crença, de não ter qualquer temor quanto à ocorrência disso. Cada um de vós possui essa mesma capacidade. Se acreditardes que algo não seja possível, não a criareis. Além disso, se acreditardes que algo seja possível criar, abre-vos a porta à criação do que desejardes. Se desejardes interromper a criação do ciclo feminino, isso está ao vosso alcance. Só vos preveniria quanto aos outros elementos afectados, quando interrompeis um ciclo de forma intencional. Direi igualmente à Shynla, que para além de uma ligeira contrariedade, não existe razão presente, por meio das crenças deste indivíduo, para a interrupção desse ciclo, por ele não constituir qualquer ameaça.


CATHY: É verdade. Só queria espalhá-lo um pouco mais, é tudo! É ligeira, eu sei.


GUIN: Eu tenho uma pergunta de carácter pessoal. Desde que não acredito ter essa crença, adiar ou alterar o meu ciclo, que problema terei? Ou, qual será o meu… problema? Talvez não seja um problema, mas…


ELIAS: Isso, vou-te dizer, tu poderás responder por ti própria, por ao seres um indivíduo focada no emocional, ao permitires que esse amarelo domine o teu centro de energia laranja, tu estás continuamente a afectar o funcionamento desse centro. Podes explorar uma separação suave desses dois centros. Descobrirás, por ainda não termos discutido bem isso, que uma outra característica muito válida e igualmente forte do amarelo é o desapego. Isso, ao contrário dos indivíduos focados no emocional, consiste no elemento do amarelo que os indivíduos focados no pensamento manipulam muito bem. Desapego não é sinónimo de falta de interesse. Não representa um elemento de insensibilidade. É uma separação imbuída de um propósito. Esse centro de energia, ao ser tão poderoso em relação à emanação das emoções, precisa igualmente estar equilibrado em si mesmo. 

Nessa medida, incorpora o elemento do desapego. Não me interpretes mal. Isso não representa um contrário. Não representa uma situação de”desligar” as emoções. É um recuo da intensidade da emoção. É uma permissão para a inclusão de outras energias, e para um funcionamento apropriado isento da interferência e opressão do foco emocional. Se te concentrares no desapego nesse amarelo, poderás descobrir que também poderá ser poderoso e útil. Muitas mulheres incorporam esse problema, se o preferires encarar desse modo, razão porque sentem confusão. As pessoas, mulheres ou homens, traduzem muita confusão na expressão física. É fácil expressar confusão ou emoção por meio dos ciclos femininos. Concedestes mesmo permissão a vós próprias para tal!


GUIN: Confusão é um excelente termo, Então, misturando as cores todas não seria o correcto! (A rir) Está bem. Obrigado.


ELIAS: Podes experimentar essa situação no teu estado de sono, incorporar o teu foco emocional no teu estado de sono, que constitui um ambiente seguro para a expressão, e também te facultar a experiência e a expressão emocional e física sem desenvolveres vários incidentes no estado de vigília. Tu conseguiste isso de uma forma eficiente com o teu laranja e verde anteriormente. Consequentemente, poderás optar por notar essa capacidade e por transferir isso para outras áreas no teu foco.


Vou usar de um exercício contigo. O nosso encontro neste foco apresenta ligações, não só um com o outro, mas também entre vós. Este fórum é aqui concebido com o propósito de evitarem o trauma. A forma como haveis de evitar trauma é empregando uma maior consciência de vós em ligação com a essência, assim como com a eliminação de tanta separação quanta possível. Por isso, iremos periodicamente usar de exercícios para vos alargar a percepção que tendes de vós, e nessa medida incorporardes uma menor separação em relação à essência e uma maior ligação uns com os outros.


Esta semana, vou-vos pedir a cada um para vos examinardes e às crenças que tendes. Vou-vos pedir para vos focardes nelas com uma outra consciência que não a superficial, e que escolheis algo em vós com que experimenteis conflito no âmbito de uma crença, e em que empregueis um elemento qualquer que encararíeis como “reservado”; (faz uma pausa a enfatizar) um elemento que vos envolva pessoalmente com que não vos sentiríeis confortáveis em partilhar com outro indivíduo. Podeis usar a vossa semana toda para descobrir esse elemento! Portanto, tendes muito tempo para explorardes a vossa própria consciência; e se trouxerdes a esta audiência na próxima semana a notícia de terdes roubado um pedaço de doce de uma galeria em criança, com a crença de isso ser mau, vou-me rir na vossa cara e dizer para pensardes melhor! (Pausa prolongada e silenciosa)


CATHY: Caramba!


VICKI: Então supostamente devemos examinar-nos e descobrir um elemento que normalmente não partilharíamos com os outros, e associá-lo a uma crença.


ELIAS: Sim.


RON: E depois devemos partilhá-lo? (Riso nervoso)


CATHY: Essa é a melhor parte, também!


RON: Felizmente não padeço de nada desse género! (Riso) Os outros deixam-se aborrecer com todo esse tipo de coisa!


ELIAS: Isso deve-se ao facto do Ron ser, em última análise, equilibrado, além de ter alcançado um “nível de perfeição”! (Com um humor sarcástico) razão também por que o Ron ainda se acha focado no físico! (Riso) Embora eu pense ter experimentado comunicação e comunhão contigo no meu foco. Deve ser uma aparição, ver-te nesta noite! (De novo, de forma bem humorada e sarcástica, seguida de riso, e uma pausa) Sim, partilharemos! (Mais riso) E também partilharei contigo.


RON: Isso vai ser uma competição? (Mais riso)


ELIAS: Se for caso disso, não penses que eu vá ganhar! Estou bem certo de que ao longo das muitas vidas que tive, nos vossos termos, experimentei bem pior, para o referir igualmente nos vossos termos, do que qualquer de vós terá experimentado neste foco físico! (Pausa)


CATHY: Poderias dar-nos um exemplo? (Riso) Queria sentir-te. Quero dizer, o exemplo do doce foi demasiado simplista, mas estou certo de que terás feito isso com outros grupos em qualquer outra parte. Poderias dar-nos um exemplo? (Boa tentativa, Cathy!)


ELIAS: Podes mergulhar na tua consciência e ser, e eu vou expressar a minha partilha e o meu exemplo no nosso encontro, numa partilha destas experiências… na próxima semana! (A sorrir, seguido de mais riso)


CATHY: Algo que seja secreto para nós?


ELIAS: O que não quer necessariamente dizer uma acção. Podeis ter uma crença que vos afecte, em relação ao que só vós sintais ou penseis, mas que não vos leve realmente a agir, mas que vos afecte o foco, por ser uma crença. Podeis referir uma acção que tenhais empregado em relação à qual acrediteis precisar usar de segredo. Vou referir mais posteriormente. (Pausa)


GUIN: Não seria mais limpo se tentássemos ligar, emitir isso para alguém ao invés de o verbalizarmos na próxima semana? Isso representaria uma melhor ligação, não? (Boa tentativa, Guin!)


ELIAS: Isso faz parte desse exercício. Eu disse-vos, antes de mais, que na realidade não existe certo nem errado. Esse exercício presta-se expressamente para ilustrar-vos como vos desligais, e separais, e criais juízos de valor, e vos influenciais a vós próprios, e afectais a vossa própria consciência por meio de crenças. O objectivo desse exercício não será patente se não derdes o passo no sentido de vos ligardes e não arriscardes confiar, e se estiverdes continuamente a empregar separação, haveis de experimentar trauma no âmbito da vossa mudança. O propósito por detrás do facto de me dirigir a vós é o de evitar isso.

Já vos encontrais agora inseridos e unidos o suficiente para começardes com a aplicação prática, e a expandir efectivamente a percepção. Até aqui, estáveis a expandir a percepção em termos conceptuais, além de, periodicamente, em termos experimentais; mas na maior parte, até mesmo as experiências que tivestes de união ou expansão são muito limitadas. Quando vos defrontais com a separação ou o conflito, ficais “bloqueados”. Se eu servir de auxílio ao vos instruir numa tentativa de eliminar parte dessa separação, e em vos levar a ter uma maior confiança, haveis de ter uma maior compreensão sobre o modo como lidar com o conflito e eliminá-lo. Tal como a Elizabeth expressou que não podeis compreender bem um conceito até o terdes experimentado, nesse sentido, não compreendereis verdadeiramente os conceitos que vos transmito, se não tiverdes suficiente experiência. O foco físico baseia-se na experiência. Este é um foco do conhecimento experimental. Concebeste-lo para obterdes experiência. Por isso, passais a incluir na vossa realidade aquilo que experimentais. (Pausa) Se não desejardes participar, isso é igualmente aceitável. Isso fica ao vosso critério. Outra pausa. Não podeis ver-vos “for a de perigo” todavia, como quem diz, para sempre! (a sorrir, seguido de outra pausa prolongada)

CATHY: Está certo. Eu tenho uma pergunta. Terão a Mary e a Vicki aberto as suas essências a uma fusão?

ELIAS: Essa fusão sempre existiu. Por isso, não precisam estar abertas, por assim dizer, por nunca terem estado fechadas. Só que elas agora incorporam consciência física, e a percepção no foco físico dessa ligação, o que representa apenas o começo. Em focos de desenvolvimento anteriores, elas partilharam em conjunto, foram mais bem-sucedidas nessa ligação e percepção, no foco físico, do que o fazem presentemente. Vou-te dizer, de forma bem-humorada, em tom de “segredo”, que num foco físico, elas eram na verdade encaradas como bruxas, não só por estarem continuamente a ler a mente uma da outra como se focavam igualmente nos outros e a colher o mesmo tipo de imagens, sistematicamente a assustar os que as rodeavam; foi num foco que tiveram na Turquia, na qualidade de ciganas! Também não tinham necessidade de qualquer bola de cristal para o fazerem! (A sorrir para a Vicki) Felizmente não se encontravam em Salem! (Riso, seguido de uma pausa)

VICKI: Esta manhã quando acordei, recordei muito vagamente um sonho que tive, mas tive uma impressão e uma pergunta que resultou dele, e só queria verificar isso. A impressão foi a de que a minha mãe e o Peter, e um outro companheiro de trabalho seriam possivelmente fragmentos da mesma essência, e sinto curiosidade em relação a essa impressão.

ELIAS: Vou-te dizer que a impressão, que também te envolve a ti, constituiu igualmente uma ligação com um outro foco de desenvolvimento em que estivestes todos ligados, eles na qualidade de teus filhos, e tu na qualidade de mãe deles. Achavas dois desses indivíduos, enquanto teus filhos, muito irritantes! (A sorrir)

VICKI: Então foi mais uma ligação com um foco de desenvolvimento?

ELIAS: Isso é correcto. Esses dois indivíduos, a tua mãe e o Peter, eram incorrigíveis, segundos os vossos termos, e causavam-te uma enorme angústia e conflito; o que era continuamente realizado, de facto, ao longo desse foco, até ao período de o deixares, o facto de esses indivíduos te irritarem continuamente, até mesmo ao ponto em que te encontravas no teu “leito de morte”; essa terceira criança, ao ser a mediadora entre os outros e tu, também provocou um enorme conflito entre eles, por gozar do privilégio de controlar os teus negócios e propriedade, e ser aquele de entre os três em quem confiavas. Isso também provocou dissensão, que em ti era expressada em termos de irritação. Eventualmente, no que percebeste como sendo a idade avançada, ao te sentires casada desse foco particular e desse conflito, optaste por pôr termo a esse foco. Esses indivíduos não se fragmentaram todos a partir de uma mesma essência. As duas essências que te causavam irritação fragmentaram-se de uma. A outra é um fragmento de uma outra.

VICKI: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

VICKI: Também recebi uma pergunta esta manhã que tinha chegado mais cedo, na realidade. Por que é que na verdade há mais pessoas em focos emocionais do que focadas no pensamento?

ELIAS: Isso fica a dever-se à razão da experiência. Muitas essências que optam por se manifestar nesta dimensão particular e foco físico escolhe manifestar-se pela experiência do foco emocional, por comportar uma experiência mais intensa do que a do pensamento, ou do que a política ou religiosa. Esse foco também proporciona uma ampla variedade de experiências. Nem todas, mas a maioria das essências que experimentam o foco físico optarão por se manifestar num foco emocional. Até mesmo indivíduos basicamente focados no foco do pensamento podem optar pela experiência, num ou nuns quantos focos de desenvolvimento, de um foco emocional. Como em relação a toda a energia e a todas as manifestações, haveis de experimentar isso no que designais por maioria, por as essências também se agruparem em função da semelhança. Se encarardes o vosso oceano, a água do vosso oceano comporta muitos elementos. O elemento básico, claro está, é a água; tal como em termos universais podeis pensar no todo colectivo das essências como o vosso oceano, ao exibirem um elemento básico de um foco, mas incorporando muitos outros elementos, embora em diferentes proporções. Tal como expliquei anteriormente, esses elementos dizem respeito à essência, e não apenas ao foco físico. Por isso, embora possais optar por mudar o elemento predominante de um foco de desenvolvimento particular na experiência, a constituição da vossa personalidade básica pertence a um elemento certo. Consequentemente, quando vos digo que alinhais pelo pensamento ou pelo político ou pelo pensamento, ou pela emoção, estou a falar-vos da vossa essência, e não só do vosso foco físico; Embora neste grupo vos manifesteis neste foco físico da mesma forma que na essência. Isto ajudará?

VICKI: Ajuda. Obrigado.


JO: Eu tenho uma pergunta. Numa sessão anterior, estavas a dirigir-te a uns quantos indivíduos, e disseste que nós temos “coisas a fazer”. Essas coisas a fazer reportar-se-ão a esta foco físico, ou posteriormente a este foco físico?

ELIAS: Ambos.

JO: Ambos? Então existirá um propósito específico?

ELIAS: Desagrada-me o termo “propósito” em relação ao foco físico. Conforme disse à Dimin, isso encoraja-vos a dirigirdes as ideias de um determinado modo, com que não estou de acordo, por encorajar crenças.

JO: Então teremos realizações, algo a realizar?

ELIAS: Através de uma expansão! Vamos dar início a isso, logo. Tendes vindo a acumular informação, e começastes a unir-vos. Começastes a inclui-la em vós próprios, pelo que agora podeis começar, igualmente, a expandir mais a consciência que tendes; essa é a razão para o exercício para a próxima sessão! (A sorrir)

JO: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê. Vou igualmente dizer-te, antes de terminarmos, que a percepção que o Yarr teve quanto à inclusão de uma outra essência em conexão com a sensação física está correcta, e agora podes incorporar essa essência a uma cor, e a um nome parcial. (A sorrir de uma forma desafiadora, seguido de uma pausa prolongada) Tens estado ligado ao nosso jogo, certo?

JIM: Tenho.

ELIAS: Então tens a nossa essência!

JIM: Hmmm. Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

GUIN: Eu tenho uma pergunta sobre o jogo. Haverá mais do que um nome focado fisicamente ligado a mais do que uma cor?

ELIAS: Sinto-me divertido esta noite, e após a extensão do desinteresse pelo nosso jogo, sofremos agora uma violenta investida sob a forma de perguntas, e de ensaio do Elias! (Riso) Vou dizer que podes fazer essa pergunta na semana que vem!

GUIN: Tudo bem. Então, acho que a pergunta seguinte que tinha também não vem a propósito! (Riso) Vou esperar até à próxima semana.

ELIAS: Então vou pedir licença e desejar-vos as boas noites, que já tendes muito em que pensar por esta semana, e muito que unir em vós próprios. Adieu.

Elias parte às 10:02 da noite

©1995 Mary Ennis / Vicki Pendley. Todos os Direitos Reservados.


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