sexta-feira, 19 de julho de 2013

“PECULIARIDADES DA ORIENTAÇÃO POLÍTICA”




Transcrição Parcial Preliminar (Excerto)

Da sessão 2660

Tradução: Amadeu Duarte




DAN: Muito bem, deixa-me colocar-te a seguinte pergunta – provavelmente iremos debater isso, o facto do tópico... para mim se centrar na exposição ou na expressão... Algumas vezes chego a expressar-me e obtenho muita atenção. “Ena! Estás realmente um espanto.” Por vezes ouço o que eu próprio digo e é o contrário – vejo as pessoas a afastar-se; vejo que as pessoas dão início a outras conversas – e eu fico em algum tipo de “terra de ninguém”. E não gosto mesmo do que digo e da minha própria... Agora, como é que um se torna no outro, e evito...?

ELIAS: Reconhecendo que numa situação te sentes interessado e apaixonado em relação àquilo que estás a expressar e reconhecendo quando ficas aborrecido em relação ao teu próprio assunto. E isso é o que se altera – não estás mais interessado no teu próprio assunto quanto possas ter estado inicialmente. E com isso, tornas-te aborrecido com o teu próprio assunto e reflectes isso pela indiferença. E com isso, à medida que continuas a falar, prestas atenção ao que dizes e sentes-te angustiado com o que tu próprio dizes, por já te encontrares aborrecido com o assunto.
...

NATASHA: Por vezes conversamos um com o outro, e a dada altura, eu compreendo e capto o conceito, e entendo, sabes, o que ele está a dizer. Mas então peço-lhe para parar – “Já entendi.” Mas ele não consegue parar, mas prossegue. E eu digo: “Não faz sentido algum continuar. Eu já entendi. Porquê desperdiçar tempo?” Mas ele tem necessidade de terminar a frase, ou as dez páginas de texto que redigiu, para expressar tudo quanto tem a dizer. Isso não representará igualmente a parte do facto de ele ter consciência disso, mas ainda assim precisar terminá-la por uma razão qualquer?

ELIAS: Isso também é facto, por, muitas vezes, muitas pessoas exigirem, por assim dizer, permitirem-se acompanhar um conceito ou um assunto, por ao procederem assim, não é tanto o facto de vos estarem a informar, mas mais o caso de produzirem uma maior clareza em si mesmos em meio àquilo que estiverem a expressar.

E ao expressardes em voz alta, processais de uma forma diferente do que o fazeis pelo pensar. Dá-se efectivamente uma acção física quando expressais verbalmente que não se produz quando pensais. Quando pensais, efectivamente empregais metade do vosso cérebro físico; envolveis um hemisfério do vosso cérebro. Quando falais, empregais os dois; envolveis ambos os hemisférios do cérebro. Consequentemente, quando pensais, e abrangeis diferentes factores ou elementos de uma questão, ou conceito, e procurais processá-lo, não estais a envolver todos os vossos elementos em conjunto, tal como, o facto de não estardes a envolver a vossa lógica e intuição, toda a vossa criatividade e razão; não estais a processar todos esses juntos. Quando falais, ESTAIS a envolver todos esses factores juntos.

DAN: O espectro completo.

ELIAS: Sim. Consequentemente, muitos indivíduos processam informação para eles próprios com uma maior clareza e precisão quando a pronunciam vocalmente. Podem estar expor uma questão a uma outra pessoa – e essa outra pessoa poder compreender a questão – mas o próprio indivíduo pode não compreender com absoluta clareza até a processarem na sua inteireza.
...
DAN: Isso também não acontecerá quando tomamos notas ou escrevemos aquilo em que pensamos?

ELIAS: Não tanto, não, por estardes a envolver uma acção física mas estardes igualmente a processar por intermédio do pensamento, e consequentemente, não estais a aplicar os outros factores inerentes a vós próprios e podeis não obter tanta clareza mesmo apesar de estardes a escrever, embora seja um tanto mais claro do que apenas pensar.
...

DAN: Isso conduz-me à pergunta seguinte: Qual será a natureza do meu pensar? Por que razão terei problemas com o pensar? O que quer dizer, creio bem, que por ter um foco político, posso somente deixar-me surpreender com o facto dos indivíduos com um foco centrado no pensamento exibem as ideias que têm uma atrás da outra, quase como uma forma ordenada de construção, ou seja o que for. No meu caso pessoal, pareço obter um vislumbre de uma coisa qualquer, mas logo recuo; retrocedo. Obtenho um outro vislumbre e retrocedo, como se parecesse não conseguir. Não encontro expressões. Preciso obter sugestões.

ELIAS: Mas isso é precisamente natural no teu tipo de foco.

DAN: Hmm. Tudo bem, mas esse é o meu problema. Digamos, por exemplo, no trabalho, no caso desta onda da emoção. Precisei elaborar um trabalho de design – conceber um sistema – e o meu amigo, que é um arquitecto originário do Haiti... Normalmente passaria por um tipo de medo qualquer e de alguma hesitação que desapareceria rapidamente assim que começasse a concebê-lo. Assim que me encontrar mergulhado no processo, sei que o conseguirei fazer e sei que se tiver perguntas conseguirei responder-lhes. Proponho algo, faço perguntas, e avançamos. Será isso (um processo) integrado?

Mas agora com esta onda emocional, sento-me à frente do computador. Na verdade sinto pavor e não consigo avançar para além do ponto que normalmente conseguia rapidamente. E ele diz apenas. “Acompanha-me... nisso. Tu sabes como fazer isso. Já o fizeste antes, não tens que pensar nisso. Propõe algo e conversemos.” E eu fico para ali sentado sem conseguir pensar nem avançar daquele ponto por sentir uma enorme emoção. Que sentido...?


ELIAS: Não é uma questão de pensar meramente na situação. Mas compreendo a razão por que isso não te ajuda. É-te natural fazer perguntas. Processas a informação não apenas por meio do pensamento, mas por intermédio do ambiente e do sentimento. Consequentemente, tendo noção desses factores, é uma questão de fazeres o que for natural para ti. Não dizer a ti próprio: “Já consegui realizar esse tipo de acção. Sei como conseguir esse tipo de acção,” mas de perceberes que aquilo que estás a sentir e de te permitires empregar o que for natural para ti: faz perguntas e participa. Tu estás a dizer que sentes esse medo, por te sentires paralisado quando te encontras diante do computador. O computador não te responde às perguntas; não está a participar contigo. Por isso, é uma questão de alterares a acção e de te permitires envolver uma maneira que seja natural para ti. Porque o que isso provoca, é interromper essa paralisia mesmo no caso das tuas perguntas não estarem relacionadas com o que estejas a fazer – que não tem importância. É uma questão de interromperes essa paralisia com uma acção natural que produzas, e de te permitires afastar-te por momentos do que estás a fazer, e empreenderes uma acção natural quer esteja relacionada com o que estejas a fazer ou não. Isso representará uma interrupção suficiente que te permitirá ir além da paralisia e de te voltares a inspirar.

DAN: Certo, mas também quero falar do elemento em mim que... A tendência que tenho é a de fazer perguntas sobre tudo por não confiar em mim para poder tomar uma decisão. E posso... quando alguém repete infindavelmente as respostas que me dá às perguntas que faço eu questiono a razão por que terão dado tal resposta, e estou a aprender continuamente com isso. Mas uma das coisas por que me pagam, por assim dizer, é para tomar as minhas próprias decisões. E o meu colega está perfeitamente disposto a debater o resultado, e a dar-me algumas indicações, e a sugerir-me alguma coisa que podia ter sido feita melhor. Mas diz: “Para mim não faz sentido neste momento responder a todas as perguntas que colocas por estar a conceber o sistema e tu não estares a aprender,” o que creio representa um excelente ponto de vista que ele está a defender. Mas no meu caso, eu tenho a tendência... de não querer tomar nenhuma decisão. Só tenho vontade de ouvir os outros a tomarem decisões e (descortinar) a razão por que o fazem, na esperança de no futuro poder repetir o processo.

ELIAS: Mas esse é o desafio que te está reservado ao te direccionares a ti próprio. Essa é o treino que te cabe…

DAN: No sentido de tomar as minhas próprias decisões.

ELIAS: …ao te orientares a ti próprio; não te situares na posição de permitires que os outros TE dirijam ou orientem. Quando abordas o outro – razão porque eu digo não ser importa envolver questões que estejam relacionadas ou associadas com o que estiveres a fazer – é o acto de te permitires empregar essa inquirição, a qual consiste numa acção natural para ti. O acto por si só pode revelar-se suficiente para te satisfazer a expressão natural, mas também permite que te voltes a inspirar ao te moveres além da paralisação, e com isso, permite que empregues a tua criatividade e que te orientes a ti próprio. Podes abordar o outro e fazer-lhe perguntas sobre a família, ou a opinião que tem do tempo, ou se tem um cão – não importa – mas não envolve a intenção da questão.

NATASHA: {É relativa à interrupção?}

ELIAS: É.

DAN: Nesse caso não estás a dizer para declinar a tomada de decisões em terceiros ao fazer perguntas. Estás simplesmente a dizer para interagir ou para lhe fazer perguntas sobre o tempo ou seja o que for, voltar e de seguida proceder às minhas próprias decisões.

ELIAS: Justamente.

DAN: Será a importância do questionar parte de mim ou somente o meu jeito de ser enquanto indivíduo, ou dever-se-á isso a um foco político como o meu?

ELIAS: É um elemento bastante comum nos indivíduos que têm um foco político. Os indivíduos que têm um foco político fazem perguntas com naturalidade. É natural que façam muitas perguntas, E nisso, estão constantemente em busca de informação. E apresentam uma curiosidade natural.

E essa curiosidade natural não se acha limitada a eles mesmos. Eles sentem uma curiosidade natural relativa a qualquer assu
nto e a qualquer indivíduo e formularão naturalmente mais perguntas do que a maioria – mais do que as outras orientações (tipos de foco).

NATASHA: {Comenta que ele recorda muitos detalhes sem importância mas que não se lembra do que tenha sido dito há cinco minutos. Mostra-se surpreendida com o volume de coisas que é capaz de recordar}

ELIAS: Também diria que o indivíduo focado no elemento político pode representar um complemento natural para o indivíduo focado no pensamento, por reciprocamente, os indivíduos focados no pensamento não fazerem perguntas. Por vezes podem fazer, mas não procuram significativos volumes de informação e não sentem a mesma curiosidade, por conseguinte, sentem-se menos inclinados a fazer perguntas e não fornecem a eles próprios o âmbito total da informação que podiam. E, em grande parte, isso deve-se ao facto de não sentirem necessariamente interesse. Mas o indivíduo focado no político – como processa de forma similar à do focado no pensamento, mas faz muitas perguntas – constitui um complemento natural, ou contraparte, de um indivíduo focado no pensamento, por proporcionar mais informação.

DAN: Isso é soa-me muito surpreendente por perceber que alguns dos meus amigos – que eu penso serem focados no pensamento – estarem constantemente a ler; estão constantemente a obter informação sobre o seu campo de especialidade e no geral.

ELIAS: Por isso LHES dizer respeito.

DAN: E eu me comparar com eles… e dizer: “Pelos céus, eu não leio nada disso. Nem sequer tenho vontade de ler isso, contudo sinto inveja do conhecimento que têm, porque se eu… com esses conhecimentos, podia… muito mais.



ELIAS: (…) Não necessariamente. Tu obténs a informação que te cabe do teu jeito. Os indivíduos focados no pensamento, no geral, sim, empregam muita informação e buscam muita informação, só que no campo que lhes interessa, ou no que directamente lhes diz respeito, ou no que os afecta directamente – não necessariamente uma enorme variedade de conceitos e ideias de outro tipo, nem situações nem experiências que não lhes digam respeito nem os afecte directamente. E nessa medida, tu, enquanto indivíduo focado no político, ao fazeres perguntas, despoletas interesses. Quando fazes perguntas, obténs informação para ti próprio, mas também trocas com o outro, por assim dizer, porque ao formulares perguntas estás a incitar o outro a pensar de um modo diferente.

DAN: Então o meu colega de trabalho – creio que ele tenha um foco tipo pensamento – o que constitui um aspecto do relacionamento que temos em que por vezes ele poderá beneficiar das perguntas que faço…

ELIAS: Sim.

DAN: … e {?} …

ELIAS: Sim.

DAN: Muito bem. Agora, ao voltar ao pensar (…) eu tive um sonho que mencionei anteriormente numa sessão em que me encontrava no interior da cabeça – eu estava a entrar em ressonância com um médico qualquer que pensava em qualquer coisa – mas não me lembro daquilo que ele estava a pensar – mas recordo o processo que visualizei em termos de fixar umas peças quaisquer de Lego, ou estar a pavimentar a estrada com algo. Estaria pensamento após pensamento a contribuir para o enorme… conhecimento multidimensional que ele estava amplamente a criar? E quando isso desapareceu… ele estava a pensar sem parar e o resultado disso era um movimento progressivo. Por uma razão qualquer, para mim – e digamos que o meu… ou lá o que for – pareceu-me que para mim, da forma que o senti, eu não consigo… esse movimento no sentido progressivo. Só consigo sentar-me na escuridão com uma lanterna pequena e só consigo iluminar uma pequena área de cada vez. E… movimento em frente com mais alguma coisa, realmente não está a construir nada.

ELIAS: Ah, mas isso é que está. Tu estás a comparar, E nessa medida, todos vós adoptais os vossos processos distintos. Os vossos processos diferentes acham-se muito entrelaçados com o vosso tipo de foco, a vossa orientação, a vossa personalidade, a vossa expressão natural daquilo que gerais, e com isso, uma vez mais, estás mais ou menos a descrever a diferença existente entre um indivíduo focado no pensamento e um indivíduo focado no político. Falando em termos gerais, os indivíduos focados no pensamento parecem avançar um passo em frente do outro e construírem e criarem progressivamente uma estrutura, por assim dizer, por colocarem tijolo a tijolo. Mas as estruturas podem ser erguidas de outros modos. Tu progrides, não de uma forma linear, por assim dizer, mas em círculo, por a tua atenção se mover mais de lado do que para a frente.

Ambos estão a conseguir; vós estais ambos a produzir as vossas estruturas. Estais simplesmente a erguê-las de um modo diferente, mas estais a conseguir do mesmo modo. Apresentais essa diferença por causa do factor que os indivíduos focados no pensamento não incluem no seu processamento, que é o ambiente. Quando incluís o ambiente, não podeis avançar num movimento linear, porque sem ambiente, moveis-vos em linha. Com ambiente, torna-se circunjacente; circunda-vos. Incluindo isso, não podereis espremer isso numa linha, por se tornar mais expansivo que essa linha. Não que um indivíduo não consiga compreender quando esse círculo lhe é apresentado, mas isso é-te natural, incluir esse círculo. Por conseguinte, sim, tu percebes não estar a produzir toda a extensão.

Mas na realidade, eu diria que o teu processo de percepção e de assimilação e de processamento é, por assim dizer, um tanto mais expansivo embora estejas a descrevê-lo como de lanterna na mão no escuro a apontar para pontos diferentes e a iluminar diferentes pontos e a perceber que na verdade não estejas efectivamente a ver o quadro na sua globalidade, ou o quadro em toda a sua amplitude. Estás a apontar essa lanterna para diferentes pontos. Usando a mesma analogia, o indivíduo focado no pensamento aponta a lanterna numa direcção e não presta atenção aos outros pontos, mas avança unicamente numa direcção. Consequentemente, essa direcção isolada poderá parecer mais iluminada, por estar a dirigir a luz numa direcção e a focar nessa direcção, e por isso, a escuridão circundante poderá parecer desaparecer por não estar a prestar atenção à escuridão circundante.

NATASHA: Então não é {perceptível?} – a escuridão.

DAN: Isso é bom. É excelente. Mas agora se alterarmos o conhecimento que (tenho) e dissermos que tenho que produzir algo; tenho que construir qualquer coisa. Digamos que tenho que construir uma mesa. O indivíduo focado no pensamento pesarás as opções que tem e saberá que tem que ter quatro pernas e um tampo e escolherá qualquer coisa para esse tampo – qualquer coisa de que goste – e avançará. No meu caso, começarei a formular perguntas do tipo: “Queres pernas direitas ou curvas? E como é o chão? E como é o tampo?”


ELIAS: Exacto, por incluíres o teu ambiente e o que se encontra ao teu redor, que também inclui os outros indivíduos e as suas ideias e preferências, ou as opiniões que têm. Mas estás absolutamente certo, com a analogia que empregaste da mesa, o indivíduo focado no pensamento vê-la-á simplesmente como um objecto e a forma como escolherá de a construir. Tu consideras: “Quererei uma mesa arredondada? Quererei uma mesa quadrada? Vou criá-la num formato excêntrico? Que peso deverá ter? Em que tipo de material deverei construí-la?” Terás muitos mais factores a considerar.

DAN: {…} para mim, eu ainda duvido das decisões que tomo – num esboço inicial.

ELIAS: Eu dir-te-ia, meu amigo, que o desafio que isso coloca, ou a dificuldade – o que estás a criar com dificuldade é – estás a entender-te mal a ti mesmo e ao teu movimento natural, e não estás a aceitar isso. O que, em vez de aceitares, estás a fazer, é: “Isto é o que eu naturalmente expresso. Eu considero todas estas diferentes possibilidades. Questiono todas estas diferentes possibilidades, e considero todos os factores que me rodeiam,” o que também pode representar aquilo que colhes, ou as ideias dos outros indivíduos – o que não é necessariamente que queiras que te digam: “Eu quero este tipo de mesa neste tipo de material e nesta forma,” a seguir ao que tu a fazes – é mais o facto de assimilares um pressentimento do que o outro possa conceptualizar, ou possa querer.

E nessa medida, podes conceber o modelo disso com base no que colhes quanto ao pressentimento que tiras do que estás a colher da parte dos outros. Mas o que estás a fazer no teu íntimo é a deixar de o traduzir desse modo – isso é o que estás a fazer e o que te é natural. O que estás a fazer no teu íntimo em vez disso é a traduzir e a duvidar de ti próprio, e não saberes o que fazer. Tu SABES o que fazer, mas estás a desconsiderar-te e estás a questionar. Estás a comparar e a dizer: “O outro já sabe. E é isso. Ele sabe; por que razão não saberei eu? Por que razão estou a questionar? Por que razão estarei a empregar esta acção?”

Tu estás a empregar essa acção por estares a incluir esses pressentimentos de modo a inspirar-te no sentido de criares a tua própria concepção, e não no sentido de estares a exigir instrução específica quanto à forma de o conceber, mas estás a tentar captar esse pressentimento que inclui o teu ambiente a fim de te permitires criativamente traduzir esse pressentimento num produto.

Consequentemente, eu sugeriria que praticasses deixar de te questionar tanto e de te depreciar tanto, mas em vez disso que te reconhecesses e te permitisses fazer o que fazes naturalmente com consciência de esse ser o método que usas na assimilação da informação, processar isso com o sentimento de te permitires inspirar.

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