sexta-feira, 19 de julho de 2013

“CRIAR A TUA PRÓPRIA BOLA DE CRISTAL”


“criar e desviar probabilidades”
“a verdade inerente ao: “Vós criais a vossa própria realidade!”

Sessão 350




Domingo, 03 de Janeiro de 1999 © (Privada/Telefone)
Participantes:  Mary (Michael), Jan (Meude), e o Jim (Marthowh).
Elias chega às 10,38 da manhã. (Tempo de chegada: 16 segundos)

Tradução: Amadeu Duarte

ELIAS:  (Bienvenue) As minhas boas-vindas! (A sorrir, seguido de uma pausa)  Ah!  Não falais a nossa língua?  Eu estava a dar-vos as boas-vindas!

JAN:  Sê bem-vindo!

JIM:  Sê bem-vindo!  (Ambos riem, junto com o Elias)

JAN:  É óptimo falar de novo contigo! 


JIM:  Elias, hoje temos montes de perguntas para te fazer.

ELIAS:  Ah, muito bem!  Podeis avançar. 


JIM:  Para esclarecimento de quantos estejam a ler esta sessão, eu tive cancro, e inverti essa doença com uma intenção completamente consciente quanto ao que estava a fazer. Mas ainda tenho uma elevada sensibilidade no órgão em que tive o cancro, e tenho alguma dificuldade em interpretar essa sensibilidade. Poderias dar-me uma ajuda qualquer nisso? Por vezes é muito interessante e assemelha-se a uma toalha que foi aplicada na área, e por vezes assemelha-se a um aperto, como se fosse um nó, e tenho dificuldade em descobrir... em compreender a mensagem que tento comunicar a mim próprio.

ELIAS:  Já falamos parcialmente dessa acção, anteriormente.

JIM:  Sem dúvida. 


ELIAS:  Nesse sentido, apresentei-te informação no mesmo sentido, por assim dizer, e disse-te que criaste essa sensibilidade nessa área para te proporcionar uma maior capacidade objectiva parta estabeleceres contacto com as próprias comunicações que estabeleces contigo próprio.


Nessa medida, podes equiparar a sensibilidade dessa afectação física à tua própria intuição e às mensagens que estendes a ti próprio a partir de essência. Ao tomares subjectivamente consciência de certa informação, também permites que isso seja comunicado à tua consciência objectiva através do teu pequeno sistema de alarme, por assim dizer.


Nesse sentido, permites a afectação dessa acção particular física por diferentes modos, de acordo com os diferentes tipos de mensagens que apresentas a ti próprio. Também nesse sentido, posso-te dizer que te poderás familiarizar com as várias sensações que crias em conjunção com essa área física, que isso proporcionar-te-á uma facilidade na identificação dos diferentes tipos de mensagens.


Quando experimentas um aperto, subsequentemente poderás constatar que certos elementos da tua realidade deverão ser criados no âmbito das probabilidades em conjugação com certos elementos de tensão. Isso não representa necessariamente o que poderás designar por negativo – não me interpretes mal – porque por vezes, conforme estarás ciente, crias certa tensão com a simples antecipação ou com o entusiasmo, e isso representa uma antecipação de acções futuras que se inserem no quadro das probabilidades. Quando crias esse tipo de linha de probabilidades, também deverás experimentar a tua própria comunicação procedente da essência, a qual é filtrada por meio de uma resposta física destinada a captar-te a atenção.

Quando sentes a sensação de frescor, também poderás notar certos elementos no teu foco relativos a ti, inerentes a uma suavidade em meio ao que estás a criar. Isso representa uma validação da tua parte do facto de estares a criar certas probabilidades que deverão prosseguir com suavidade, e com uma menor tensão ou ansiedade que se lhe possa associar. Também poderás experimentar esse frescor, ou por vezes uma sensação de palpitação, um tiritar, que poderá indicar uma serenidade que te estejas a permitir experimentar em ti próprio e nos relacionamentos nessas alturas. Estás a entender?

JIM:  Creio que sim, Elias.  Neste exacto instante sinto uma sensação de frescor nesse órgão.

ELIAS:  Justamente. Isso representa a serenidade. Também representa o que poderás interpretar como a comunicação procedente da essência dirigida á tua consciência objectiva na área a conhecer. Estás a proporcionar a ti próprio um método objectivo e eficaz. Nessa medida, permites-te fazer esse jogo com a tua consciência objectiva. Muitas pessoas optam, por se voltar no sentido de desejar obter a carta do baralho, por assim dizer, que lhes faculte indiciadores claros de que estão a dar atenção à sua voz interior e ao seu próprio conhecimento em vez das expectativas. Tu forneceste a ti próprio esse mesmo elemento!




Apresentas-te a ti próprio uma área de confiança. Inverteste uma situação de enfermidade, e com essa acção, permitiste-te uma área de confiança em relação a ti próprio a que poderás recorrer objectivamente e apresentar a ti próprio uma continuação da validação e um canal, por assim dizer, de informação que poderás interpretar em termos objectivos. Essencialmente, aquilo que criaste para ti próprio no teu foco é a tua própria bola de cristal! (A sorrir)

JIM:  É somente uma questão de a sintonizar, ou de sensibilizar a compreensão intelectual que tenho, creio.

ELIAS:  Precisamente, que se arrastares o intelecto para a harmonia e o equilíbrio com a intuição, possibilitarás a ti próprio uma interpretação mais eficaz da tua própria bola de cristal!


Nesse sentido, sugiro-te que proporciones a ti próprio o dom dos ciganos! Ah ah!

JIM:  Dos quê?

JAN:  Dos ciganos? 


ELIAS:  Dos ciganos! Lembra-te dos ciganos e das suas bolas de cristal e das tentativas de ler as probabilidades com as inclusões das suas bolas de cristal! Ah ah ah ah!

JIM:  Elias, existirá uma reacção tardia, ou será isto... por outras palavras, as sensações que tenho atrasadas do anterior pensar ou das coisas prévias que me passaram pela cabeça, ou... não sei bem o que estou a perguntar com isto...


ELIAS:  Não necessariamente. Deixa que te explique que ao elegeres uma linha de probabilidades, elas são colocadas em marcha.


Ora bem, o conceito de tal acção pode tornar-se confuso para muitos no foco físico, mas todas as probabilidades que se inscrevem num alinha de probabilidades particular ocorrem em simultâneo, embora na consciência objectiva que tendes e na vossa realidade linear circunscrita na vossa estrutura temporal não pareçam ocorrer em simultâneo. Por conseguinte, na tua experiência objectiva, tens consciência de acontecimentos que ocorrem num movimento subsequente.


Nessa medida, por vezes poderá parecer-te que a afectação física esteja a ocorrer subsequentemente a uma ideia ou a um acontecimento, e noutras alturas poderá preceder uma acção ou acontecimento ou pensamento ou emoção.



Nessa medida, na realidade, a influência física ocorre no momento da escolha da linha de probabilidades que é posta em movimento, e subsequentemente – numa maneira de falar, segundo os termos que aplicais – todas essas probabilidades são actualizadas em simultâneo, embora não nas tuas experiência objectivas.


Consequentemente, poderás notar determinadas alturas em que essa afectação física parecerá dar-se de uma forma atrasada em relação a certos acontecimentos, e também poderás olhar essa influência física e notar que ocorre antes de certos acontecimentos.

É por essa razão que te menciono a metáfora da bola de cristal, por também poderes ver essa acção e permitir-te ligar objectivamente a certas probabilidades que tenhas colocado em movimento no que poderás designar como um modo precognitivo, embora te possa dizer que na verdade não existe precognição, por não estares a predizer ou a aceder ao futuro, por assim dizer, por tudo ocorrer em simultâneo.


Estás simplesmente a ver probabilidades que terás colocado em movimento que estão já a ocorrer, mas que não materializaste na densidade da vossa estrutura de tempo. Com isso, apresentas a ti próprio um canto ou uma margem, por assim dizer, ao te permitires – ao arrastares o teu intelecto para um equilíbrio com a tua intuição – a oportunidade de interpretares a comunicação que te está a ser oferecida pela essência, quanto às linhas de probabilidades que estás a criar.


Agora; nisto proporcionas a ti próprio um método bastante eficaz de interpretação, pois vejamos o exemplo da afectação física que se dá quando se torna num aperto. Em tal situação, com consciência objectiva de isso ser um indicador e de uma comunicação que te é endereçada quanto a certas antecipações ou tensões- repara que estou intencionalmente a deixar de empregar o termo “tensão”, por ele implicar certos elementos de cunho negativo que nem sempre se acham presentes conforme indicado nesta acção.


Consequentemente, digo-te que podem existir tensões que se possam mover no que podes interpretar como direcções negativas ou positivas, mas nisto permites-te a oportunidade de interpretares o conhecimento de que essas probabilidades são postas em marcha, e nisto também te permites a oportunidade de reconhecer essa acção e de te permitir uma aceitação e uma serenidade no reconhecimento dessas tensões, com consciência de estares a proporcionar a ti próprio informação e um saber de que a tua comunicação foi apresentada.

Agora; por vezes também poderás interpretar que a intensidade da constrição nessa área pode representar um indicador que poderás optar por notar, por isso representar uma comunicação dirigida a ti para poderes alterar certas acções e comportamentos que possam subsequentemente criar conflito em ti próprio e em certos relacionamentos. Desse modo, criaste um sistema de alarme eficaz com a tua bola de cristal!


JIM:  Hmm! E o contrário seria verdadeiro em relação à sensação de frescor, por me encontrar em harmonia com probabilidades e NÃO estar a criar conflito?

ELIAS:  Correcto.


JIM:  Incrível!

ELIAS:  Muito eficaz, devo dizer-te! 


JIM:  Só preciso aprender a harmonizar a compreensão intelectual que tenho com esta acção física. O truque está nisso!

ELIAS:  Ah, mas isto também representa o truque, por assim dizer, com que tantos indivíduos no foco físico lutam, por terdes permitido que o vosso intelecto ofuscasse a vossa intuição.


Nessa medida, também proporcionas a ti próprio uma compreensão desta mudança da consciência que se afasta do obscurecimento do racional e do lógico, ao reconheceres que o vosso universo, por assim dizer, é ordenado no âmbito da consciência e é executado na perfeição através de eventos, mas não é necessariamente racional nem lógico.

JIM:  Hmm! Elias, aconteceu-me algo mesmo esta manhã logo após ter acordado. Estava sentado, e havia... notei um imenso turbilhão, uma sensação visual, como um véu em turbilhão composto por uma coisa qualquer. Podia olhar para uma peça da mobília, e ela não estava em turbilhão, mas era como algo entre ela e eu estivesse em turbilhão. Que seria que estava a acontecer ali?

ELIAS:  Isso estás tu a apresentar a ti próprio, à medida que te permites alargar a consciência que tens e abrir-te para com a tua periferia. Isso representa uma experiência que já referi às pessoas desde o início deste fórum, que acontecerá àqueles à medida que abrem a percepção que têm no âmbito da consciência.


Nessa medida, permites-te vislumbrar mais da tua realidade e ver que a realidade que terás percebido até esta altura como sólida e absoluta não é necessariamente aquilo que percebes.

Agora; eu referi previamente que a vossa realidade nesta dimensão não é ilusão nenhuma e que não devia ser confundida com a crença de ser uma ilusão, por não ser. Estais a criar a vossa realidade e ela é bem real! É real, relativamente a esta dimensão.

Nessa medida, aquilo que te estou a dizer é que dentro dos limites desta dimensão e do modo como criastes a vossa realidade aceite, é bastante real e que criais solidez nesta dimensão física, mas que também não constitui um absoluto.

Ao alargardes a percepção que tendes, permitis-vos ver que não existem absolutos e permitis-vos descartar os véus que estabelecestes na densidade da vossa realidade física. O que estais a realizar com essa acção é permitir-vos relaxar o vosso foco, o domínio que exerceis sobre a vossa percepção nesta realidade física, e ao realizardes essa acção, também relaxais a tensão e densidade da vossa estrutura do tempo. 


Ora bem; deixa que explique que o vosso elemento do tempo nesta dimensão influencia tudo quanto criais muito mais do que percebeis, por ser o elemento do tempo que é inserido na vossa realidade física que cria a vossa matéria e os objectos e a solidez que percebeis nesta dimensão.


Ao relaxardes o foco que exerceis e o apego que tendes à percepção do tempo, deixais cair certos véus que mantendes juntos, de certa forma, a percepção que tendes da solidez, e com isso, começais a ver o movimento da consciência à medida que ele se forma no contexto do elemento da densidade do tempo, e ele começa a separar-se, por assim dizer.


Podeis constatar esse mesmo tipo de acção ao inclinardes a mesa nos vossos truques de salão. Percebereis os átomos e as moléculas da mesa a separar-se e a rodopiar, por assim dizer, por vos permitirdes ver o movimento desses elementos físicos, coisa que normalmente – de certo modo – não vos permitis ver, mas TODA a solidez e matéria existente na vossa dimensão física se acha continuamente em movimento. Apesar de perceberdes uma solidez estacionária, isso não passa de uma percepção.


TUDO quanto percebeis é constituído de energia. TUDO quanto podeis ver comporta consciência, e nisso, eu já referi anteriormente, um outro termo que aplicais como sinónimo da energia é movimento. Vós na vossa ideia pensais que a energia seja uma coisa, mas não é. É uma acção. A consciência é um elemento que cria tudo quanto percebeis ao se mover no âmbito da cooperação e do propósito, mas a energia é simplesmente a acção que a consciência cria, e esse movimento ou funcionamento é aquilo que cria toda a vossa realidade. As diferenças do movimento constituem os elementos que criam a vossa matéria física e o vosso universo material.


O que te permitiste experimentar foi um afrouxamento da acção que exerces sobre a percepção do tempo que tens, e com isso, também te permites perceber um afrouxamento do que percebes como sólido.


Agora; podes igualmente permitir-te experimentar deste modo – deixar cair este véu – e passarás a ver os objectos sólidos, tais com uma mesa ou uma cadeira, e eles também te parecerão rodopiar e podem desaparecer temporariamente, por relaxares a tensão exercida pela estrutura do tempo, o elemento do tempo, e ao relaxares a percepção que tens do elemento do tempo, também relaxarás o movimento, e nisso, relaxas a tensão que detém a solidez.

Nessa medida, poderás também ver que estás a criar a tua própria pequena área que poderá ser equiparada ao vosso Triângulo das Bermudas. Estarás a criar a tua própria pequena abertura de passagem reduzida que não apresentará barreiras, por assim dizer, que a solidez do elemento do tempo apresenta.
 


JIM:  De que modo poderei empregar essa acção de afrouxar e relaxar de uma forma mais efectiva?

ELIAS:  Pela simples permissão da continuação da experiência e da aceitação disso sem temor – porquanto nenhum mal te sucederá nessa experiência – e também pela aceitação da descontinuação temporária dessas acções.


Deixa igualmente que te diga que o bloqueio comum que as pessoas criam no foco físico consiste em se permitirem ver temporariamente esse tipo de acção ao se permitirem aceitar e confiar e relaxar o seu foco, mas após a acção, começam a agarrar-se com firmeza ao seu foco.


Agora; na percepção da compreensão objectiva que têm, a ideia delas aproxima-se no sentido em que procuram afrouxar a percepção e o domínio que exercem sobre a consciência objectiva, mas com a excitação da experiência... VÒS designais isso por “tentar com demasiada intensidade”.

Eu digo-te que o que as pessoas estão a criar é: No entusiasmo da experiência que sentem, ao se dissipar e sofrer uma interrupção, começam a agarrar-se com firmeza num estado de ansiedade à sua própria energia, o que lhes derrota bastante o desejo, por o desejo que têm ir no sentido de darem continuidade a esse tipo de experiência. Mas conforme notas, a experiência ocorre nas alturas em que não esperas que aconteça; quando estás relaxado e permites que a tua experiência flua sem expectativas.



Mas subsequentemente à experiência, crias ansiedade e impaciência no âmbito da excitação do foco que exerces, e com isso, também crias tensão e uma prisão à energia. Isso não é relaxamento do foco que exerces, mas uma retensão firme sobre a tua energia, e essa mesma acção bloqueia-te a continuidade desses tipos de experiências.


Se te permitires confiar e saber… e recordar a tua própria bola de cristal, que representa um indicador da tua confiança e do teu saber!


Nessa medida, se te permitires isso, também te permitirás relaxar o teu foco, e ao relaxares o teu foco sem expectativas, também te permites continuar esse tipo de experiências, e com isso, apresentas a ti próprio a oportunidade de colocar essas experiências à prova e de as testares, e de te moveres com mais liberdade no âmbito delas e sair delas. Estás a entender?
JIM:  Estou, Elias. Tenho mais uma pergunta, e a seguir a minha mulher gostaria de também te colocar algumas perguntas.

ELIAS:  Muito bem!

JIM:  A outra pergunta que te queria fazer é que eu encontrava-me em meditação, e tinha-me relaxado, e a imagem ou o rosto de um lobo surgiu-me directamente à minha frente, e apresentou-se bastante real e tridimensional, e o lobo fixava-me directamente nos olhos, o que me provocou um arrepio que me percorreu a espinha, na decorrência do que saí da meditação. Não sei. Tenho tentado entender toda a experiência. Poderias judar-me em relação a isso?


ELIAS:  Apresentaste a ti próprio essa experiência de uma forma bastante eficaz. Permitiste-te apresentar a ti próprio a imagem da majestade, e nisso, surpreendeste-te, mas também apresentaste a ti próprio uma dádiva eficaz. Nessa experiência criaste na tua própria imagética simbólica um elemento que sugere a majestade do teu próprio ser – uma criação bastante estética por cuja realização te elogio nessa área! Porque no âmbito dessa imagética particular seleccionaste uma imagem clara da criatura de um lobo, que se apresentou em toda a sua clareza, mas não de uma forma ameaçadora.
JIM:  Não, não se mostrou ameaçador. Apenas me deixou de tal modo agitado que um arrepio me percorreu a espinha, e me fez sair da meditação, de um salto!

ELIAS:  Justamente, e esse é o instante da percepção da majestade do teu ser, ao te confrontares com a imagem da majestade e da serenidade plasmadas numa criatura de poder e majestoso artífice. Nessa medida, optaste por criar esse tipo de imagem para te levar parcialmente a perceber de uma sacudidela a grandeza e a majestade do teu ser, mas sem te esmagar com tal percepção.



Eu apresentei a muitos indivíduos – ao longo do tempo que tem durado este fenómeno convosco – muitas expresses de magnificência e da majestade do vosso ser, por SEREM seres assombrosos! Constituís manifestações majestosas e gloriosas, na material física, da essência. Nesse sentido, a percepção objectiva da grandeza e da omnipotência e da gloriosa majestade daquilo que verdadeiramente sois apresentar-se-te-ia bastante opressivo a ti na tua percepção objectiva.


Também já referi muitas vezes que a grandeza daquilo que criais excede DE LONGE a percepção que tendes do que criais. A grandeza desta mudança da consciência excede de longe a compreensão que tendes do seu movimento. Nessa experiência ofereceste a ti próprio a ponta do teu iceberg, por assim dizer, e eu digo-te que a expressão da majestade daquilo que és constitui a inteireza do iceberg que jaz por baixo dessa pequena ponta que te provocou essa sacudidela. (A sorrir)


JIM:  Espantoso! Muito obrigado, Elias. A minha mulher tem algumas perguntas agora. Creio ter ganho algum domínio aqui!

ELIAS:  Não tens de quê!

JAN:  Elias, eu tive um acesso de pânico no avião em que viajava de regresso a casa na semana passada, e tenho tido dificuldades com a interpretação da mensagem que isso encerra e tentava passar a mim própria. Estou a tentar descobrir que pensamentos ou ideias terão precipitado esse acesso. Terás alguma ideia sobre isso?


ELIAS:  Tenho. Isso na realidade representa a apresentação a ti própria da ligação objective com probabilidades que sofreram um desvio, por assim dizer, no âmbito da inserção na vossa realidade física, com aquelas que foram actualizadas numa outra realidade, por assim dizer. Conforme estarás ciente, todas as probabilidades se actualizam. Simplesmente poderão não se inserir na vossa realidade objectiva.


Nesse sentido, permiteste-te uma comunicação subjectiva conforme outros indivíduos – o Michael e também o Lawrence – e optastes por tomar parte no desvio de certas probabilidades, enquanto em simultâneo vos permitíeis reconhecer e ter consciência do facto dessas probabilidades se actualizarem.


Agora; deixa que te explique melhor, por isto proporcionar uma explicação não só a ti, como ao Michael e ao Lawrence na participação que tiveram nas probabilidades num acto muito similar. Nessa medida, permitiste-te participar nesse evento, de modo a te permitires um conhecimento objectivo e ligação com o Michael e o Lawrence.


Nesse pequeno período de tempo que designarias por pouco mais de uma semana, as probabilidades que ocorreram constituem o desvio de duas acções que uma vez inseridas nesta realidade física criariam certos elementos do que designarias por destruição, ambas acções essas envolvendo essas vossas máquinas tecnológicas voadoras, os vossos aviões. Nisso, ocorreram dois actos de desvio de probabilidades, mas também permitiram a si mesmas uma ligação objectiva, que poderás parcialmente compreender como desvio dessas probabilidades.

No teu caso, aquilo que escolheste, em conjugação com outros indivíduos… porque conforme estarás ciente, tu não criaste isso isoladamente. Não procedeste ao desvio de um acidente do avião em que viajavas individualmente, mas em conjunção e cooperação com muitos outros indivíduos, vós OPTASTES por desviar uma probabilidade relativa ao mau funcionamento desse modo de transporte, e com esse acto, optaste por criar a realidade da segurança, por assim dizer, na tua viagem, mas permitiste-te entrar em contacto com a probabilidade que foi desviada. Consequentemente, como a probabilidade se actualizou, permitiste-te sentir de um modo objectivo certos elementos de ansiedade em ligação com a acção da destruição que estava a ocorrer na realidade alternada.



Estás presentemente a compreender, à medida que prossigo?

JAN:  Estou, sim.

ELIAS:  Muito bem.


Agora; também te permitiste uma conexão com o Michael e com o Lawrence, por eles também participarem numa experiência prévia de um jeito similar num curto período de tempo.


Nessa medida, o Lawrence permitiu a ele próprio uma comunicação objectiva que criou um tipo de ansiedade com respeito a viajar com o Michael. Isso representou um reconhecimento objectivo de certas probabilidades que foram postas em marcha, mas ainda não inseridas nesta realidade objectiva, por assim dizer.


Nesse sentido, a comunicação foi enviada no sentido de não apanharem o avião, por assim dizer, que tinha originalmente sido definido para a viagem. Com isso, os preparativos para a viagem, por assim dizer, foram alterados, mas essa não foi a alteração da inserção das probabilidades. Foi simplesmente uma apresentação destinada a ver como as probabilidades não tinham sido inseridas, desse modo permitindo uma validação positive de terdes a capacidade de ver o desvio de certas probabilidades, de modo muito similar à tua validação quando te permitiste experimentar a ansiedade, porém, não a destruição.


De modo semelhante, O Michael permitiu-se experimentar a ameaça da explosão, porém não a inserção da probabilidade nesta realidade física, passando desse modo a ver o desvio da probabilidade nesta realidade.


Nessa medida, tivesse a escolha sido de se endereçar para o equipamento de viagem, o avião, apenas umas horas antes da chegada efectiva, e as probabilidades teriam sofrido uma alteração e passado a ser inseridas nesta realidade física. Consequentemente, o que designas por resultado teria sido bastante diferente, e influenciado a inserção da explosão nesta realidade física.


Mas como essa probabilidade não foi eleita e tinha parecido que circunstâncias inusuais estavam a ocorrer, as probabilidades foram desviadas e a explosão não se deu.


Podes interagir de uma forma objectiva e partilhar essa informação com o Michael, que ele reveler-te-á compreensão quanto a essa acção, uma validação quanto ao devio de probabilidades


As probabilidades não teriam sido actualizadas caso o Michael se tivesse permitido viajar na data marcada, mas também não teria concedido a ele próprio a validação da visão objectiva do desvio das probabilidades, similar ao modo como ao teu desvio de probabilidades.


Por isso, cada um de vós tomou parte num acto colectivo a fim de desviardes certas probabilidades destrutivas nesta realidade, mas também apresentastes a vós próprios uma consciência objectiva dessa acção. Estás a compreender? (1)

JAN:  Estou, sim.

JIM:  Extraordinário!

JAN:  Tive um sonho não muito depois sobre aviões que não conseguiam descolar adequadamente e que estavam sempre a aterrar. Era quase como os desenhos animados. Não me pareceu necessariamente destrutivo, só que eles não conseguiam manter-se no ar, coisa que se dava por altura das férias ou do Ano novo. Terá isso estado relacionado com a experiência que tive?


ELIAS:  Esteve. Isso foi um imaginário que criaste para fins de validação, não só da tua experiência individual e do reconhecimento que fizeste da tua experiência, mas também podes constatar a energia de massas que se espelha no exterior a confirmação dessa acção.


Notarás que na tua presente realidade física criastes em massa um enorme atraso e restrição na área do teu voo, não? Muitas pessoas experimentam dificuldades em viajar presentemente, e isso está a ser precipitado pelo quê? Pelo tempo. E de que modo é criado o vosso tempo? Por vós próprios e pelas vossas próprias expressões de energia das emoções.


Consequentemente, poderás perceber a interligação existente entre todas essas probabilidades quanto à forma como vos expressais no exterior, em massa ou colectivamente, a ligação e o movimento de criação do desvio de probabilidades na vossa realidade física.

Isso é outra oportunidade para constatares movimentos massivos de energia, ondas colectivas massivas na criação do desvio de probabilidades na sua inserção na vossa realidade física, e com isso, muitas vezes percebeis reflectidos fisicamente certos eventos na vossa realidade física. Estais a criar esse mesmo elemento no reflexo dos vários atrasos de carácter físico desse mesmo modo de transporte, e as imagens do sonho que tiveste representou a comunicação que transmitiste a ti própria a validar toda essa acção.

JIM:  Hmm!

JAN:  Muito interessante!  Vamos agora voltar-nos para algo que é um pouco diferente. Mencionaste-me antes que eu tenho problemas de natureza sexual, e que esses problemas me estão a bloquear na tensão que apresento junto do meu companheiro, e eu tenho vindo a tentar identificar esses problemas, e queria saber se… e tenho tido alguns problemas com isso!
Que problemas serão esses que estou a apresentar?




ELIAS:  Essa deverá ser uma área em relação à qual poderás despender um período de tempo para tratar, por esses problemas dizerem respeito à perspectiva que tens de ti e à aceitação que fazes de ti.


Estás a penetrar em áreas em que te permites uma maior confiança em ti, mas equiparas a fiabilidade à aceitação como se fossem sinónimos, e não são. Por haver muitas alturas em que as pessoas confiam nas capacidades que têm de criar e de empreender movimento, mas isso não quer dizer que estejam continuamente a braços com a sua própria duplicidade e a sua própria aceitação.


Nessa área apresentas problemas e dificuldades, muitas das quais são o que designarias por subjacentes profundamente em áreas que não te permites necessariamente ver. Mas superficialmente, parece que devas ser muito eficiente e aceitar-te de uma maneira de que te leve a sentir agradada com o modo como criaste a tua realidade, por apresentares a ti própria muitas razões objectivas, em termos concretos, para te sentires agradada com a forma como criaste a tua realidade. Mas essas são expressões externas e também representam expresses de camuflagem, por camuflarem um temor que subjaz, por assim dizer, na falta de aceitação pessoal; por não ser caracterizado por uma dignidade genuína, uma verdadeira adequação pessoal. Isso também se manifesta no exterior, por uma contínua força motriz no sentido de criar perfeição.


Se te permitires ver… se te permitires ver e cultivar-te, desenvolver-te, reconhecendo ser uma expressão benéfica criares o que designais por vulnerabilidade… Vulnerabilidade é a mesma coisa que abertura, e se te permitires essa expressão de abertura, de vulnerabilidade, também poderás perceber a magnificência – e também te posso apresentar um termo que não utilize com frequência, mas vou-to apresentar neste dia – poderás passar a perceber uma doçura no teu foco por podres desenvolver uma afeição íntima por ti, e isso deverá proporcionar-te uma maior suavidade na aceitação de ti própria.


Tu bloqueias por não te permitires aceitar o assombro que és e a perspectiva de seres igual nas capacidades que tens e na dignidade a todos aqueles indivíduos que vês serem mais do que és. Eles não são. Também não são mais eficientes do que tu. Tu simplesmente encaras isso assim pela percepção que tens, por não aceitares o assombro do que te caracteriza.

Nessa medida, deixa que te diga para te permitires perspectivar essa doçura, por eu não referir esta palavra segundo sentido da amenidade ou deleite a que a associais, mas no sentido da doçura do néctar… que embora seja aprazível, também comporta a sua qualidade própria de sensação e afectação sensual, e tu também comportas essas qualidades. Apenas precisas permitir-te percebê-las.

JAN:  Foi maravilhoso.  Vou tentar, mas não em demasia…  (Desata a rir)

ELIAS:  Ah ah ah!

JAN:  Espero bem ser capaz de permitir que isso ocorra. 
Obrigado, Elias.

ELIAS:  Não tens de quê.




JAN:  Tenho vindo a considerar a carreira da hipnose, e gostava de saber se para viver de uma forma eficiente, deveria perseguir essa carreira, ou para estarei melhor servida.

ELIAS:  Vou-te dizer que tens uma capacidade a que não dás expressão nessa área e eu encorajo-te a expressá-la, por que se optares por avançares nessa direcção, poderás ceder muita energia à acção desta mudança, e além disso, poderás facultar a ti mesma a expressão de estenderes muito auxílio a outros que possam experimentar muita dificuldade na participação que têm na acção desta mudança de consciência.


Conforme declarei anteriormente, essa acção acelera. O movimento desta mudança na consciência está a ganhar força no que poderás designar por diariamente. Esta parte final do ano do vosso milénio foi alvo de muita, muita energia, e muito movimento deverá ocorrer por esta altura, à medida que vos aproximais do vosso novo milénio.


Nessa medida, deverão dar-se muitas experiências novas, à medida que as pessoas permitirem que a sua percepção se amplie e abra, mas essas experiências apresentar-se-ão como muito confusas para elas, e se não for estendido um auxílio àqueles que tenham consciência objectiva do que estiver a ocorrer, esses indivíduos poderão experimentar um enorme trauma.


Essa é a intenção com que vos estendemos informação, para deflectir essas probabilidades.


Já apresentaste a ti própria uma perspectiva objectiva do modo como podes manipular a tua realidade e deflectir probabilidades, e de as não inserires nesta realidade física. Agora poderás facultar a ti própria a capacidade de participares no desvio das probabilidades no âmbito da acção da mudança, e de prestares auxílio aos indivíduos por uma redução do trauma associado a essas experiências. Por isso, encorajo-te nessa direcção, e ceder-te-ei energia na sua consecução.

JAN:  Obrigado, Elias!

ELIAS:  Não tens de quê.


JAN:  De que modo o facto de a minha mãe e u nos termos fragmentado da mesma essência me afectará? De que precisarei ter consciência nas interacções que tenho com ela, ou talvez não com ela, mas de que forma me afectará quando não estou com ela?


ELIAS:  A afectação é uma escolha. Tu deténs a escolha quanto à permissão de uma afectação ou não, mas a forma como te poderá ser benéfica é pelo reconhecimento de terdes a mesma informação da essência. Para o referir em termos figurativos, podes ter a ideia de terdes brotado da mesma planta (projecto). Tu escolheste diferentes experiências e opções quanto à expressão no âmbito das manifestações, mas na essência, fundiste-te às mesmas plantas, por assim dizer.


Consequentemente, independentemente da expressão que elegeres nas escolhas que definires no foco físico neste foco particular, detendes muito em comum no âmbito do tom, e por conseguinte tu também, se te permitires aceitar-te, poderás notar as semelhanças existente nas expressões destes focos. Pensa lá contigo: podes optar por diferentes expressões, mas subjacentemente, as escolhas que eleges quanto ao foco são muito semelhantes nas questões que tendes e nos desafios que apresentais a vós próprias.


Nessa medida, apresentais a vós próprias a oportunidade de vos aproximardes uma da outra ou de vos repelirdes fortemente. Isso é o teu indicador da aceitação, e podes utilizar isso, por assim dizer, como bitola, em determinadas áreas. Porque se te permitires aceitar na sua expressão genuína, desse indivíduo, também poderás facultar a ti própria o saber de estares a conseguir mais na aceitação pessoal. Mas como estás a dirigir-te no sentido da repulsão e da falta e aceitação, do mesmo modo poderás utilizar isso como calibre do facto de não estares a encaminhar-te no sentido de te aceitares, sequer. Isso, à semelhança da bola de cristal, constitui um método muito eficaz que proporcionaste a ti própria, ao te permitires medir o teu próprio avanço.

JAN:  Hmm.  Isso faz todo o sentido.  Vou utilizar isso como calibre.

Eu magoei o meu dedo do pé há dez anos – o meu dedo grande do pé direito – ao deixar cair uma canoa sobre ele, e perdi o movimento nesse dedo, e tenho vindo há anos a tentar descobrir que mensagem estarei a transmitir a mim próprio pelo facto do meu dedo do pé parecer não voltar à sua condição original, mas não fui bem-sucedida na decifração da mensagem. Eu queria saber se me poderias ajudar nisso.



ELIAS:  Ah! Mas isso deverá avançar no mesmo sentido da conversa que tivemos hoje, na boa, por ser uma imagética objectiva.

Com é óbvio que te permitas imagética de afectação física, por essa ser a expressão mais óbvia em ti!

Qualquer área que percebas de uma forma concreta que esteja a ser afectada na tua forma física ou a não ser desempenhada de modo eficiente e não esteja a AVANÇAR – repara neste termo – NA PERFEIÇÃO, (com sentido de humor) indicará um descontentamento e falta de aceitação, e a ideia imediata que tens é de te endereçares no sentido de “reparar” e de instaurares perfeição, por isso te proporcionar a aceitação pessoal que almejas. Eu afirmo-te que é ao contrário! Trata-se simplesmente de uma imagem espelhada exterior espelhada que prossegue até te permitires uma aceitação íntima de ti própria, e com isso, também te permitirás a expressão exterior, que deverá afectar os elementos com que não te sentes satisfeita.

Esse aspecto do teu pé físico não representa a única área da tua forma física com que não te sentes inteiramente agradada (a sorrir) mas apresenta-te uma imagética eficaz na sua falta de movimento e falta de perfeição.
JAN:  (A rir) Está bem.  Creio que já me disseram uma ou duas vezes que eu sou uma perfeccionista!  (Elias ri)


Se o Jim e eu já experimentamos outros focos juntos, e estamos presentemente juntos num foco que não nesta dimensão, de que forma estarão os escorridos (trespasses) decorrentes de outros focos a afectar o nosso presente relacionamento neste foco, e de que será que deveríamos ter consciência? Creio que isso tenha que ver com o que disseste antes quanto ao facto de se permitirmos que as coisas nos afectem, elas afectarão, e talvez se não permitirmos que nos afectem, elas não afectem. Estarei correcta ao afirmar tal coisa?
ELIAS:  Estás, de certa forma.


Agora; os outros focos da essência que tens nesta dimensão ou em qualquer outra dimensão estão continuamente a interagir e continuamente a influenciar, mas a forma como te afectem depende da escolha da tua parte. Eles estão continuamente a trocar energia, e por conseguinte, estão continuamente a influenciar uns aos outros, tal como tu estás continuamente a influenciar outros focos.


Nessa medida, podes optar por permitir que a energia seja projectada do modo que for expressada, e poderás aceitar essa energia da forma mais eficiente ou da maneira mais benéfica em relação a este foco, assim com poderás aceitar essa energia na expressão em que estiver a ser experimentada.


Ora bem; tu deverás saber em termos objectivos, sempre que essa acção particular estiver a ocorrer, porque ao aceitares energia de uma outro foco e não estiveres a reorganizar essa energia ou a reconstruir essa energia para ser expressada da forma mais eficiente para ti neste foco, deverás passar pela experiência do outro foco, que te parecerá irracional. Deverá surgir-te por intermédio (da expressão de) temores ou de objecções, padrões repetitivos que parecem não apresentar qualquer explicação racional.


Isso é um indicador de energia que trespassa e que não está a ser reconstruída de uma forma benéfica em relação ao teu foco particular. Estás apenas a permitir que escorra da forma em que está a ser expressada num outro foco. Consequentemente, deverá tornar-se muito fácil identificar as áreas em que não estás a reconstruir a energia de modo a que te se torne benéfica no teu presente foco.


Nisso, ao experimentares certos momentos no teu relacionamento em que não pareças tu ou em que pareças estar a responder de uma forma irracional, segundo a avaliação que fazes, e isso gerar confusão em ti, isso serve-te de indicador de que aquilo que estás a experimentar é uma provisão de energia que trespassa, nos moldes em que está a ser experimentada num outro foco, energia essa que não está a ser reconfigurada de forma a resultar benéfica para ti, neste foco.


EU SEI que tens ideia daquilo que te estou a expressar, por eu saber que tu sabes (a sorrir) que alturas há em que por momentos tens a ideia, ao te inquirires a ti própria: “Porque terei respondido desta maneira?”

JAN:  Sim.

ELIAS:  ESSA é uma óbvia indicação.


Conforme afirmei, esses tipos de escorrimento tornam-se por demais evidentes em termos objectivos, e tornam-se evidentes por não encaixarem na perfeição na vossa realidade, naquilo que estais a criar. Consistem simplesmente na aceitação de uma energia nos exactos moldes em que está a ser expressada num outro foco. Se te permitires reconhecer isso, também poderás dirigir a tua atenção para essa acção, e alterar esse comportamento e afectação reordenando no momento essa energia, o que requer apenas um desvio da tua atenção e uma alteração no teu pensar, por isso ser suficiente.


Porque o pensamento é real e é energia, e com a alteração do teu pensar, também estarás a alterar a afectação proveniente da energia, o que representará  a reconstrução em termos objectivos da energia que está a ser aceite. Estás a compreender?
JAN:  Estou, e se eu alterasse as ideias que tenho acerca da aceitação isso não seguiria o mesmo sentido? Ter mais aceitação pessoal, mas depois, algo do género… voltar ao que se passou no avião, e o ataque de pânico provavelmente não teria sido necessário por esta altura, por ter sido conduzido à minha percepção, e não teria passado desse ponto?

ELIAS:  Justamente.

JAN:  Está bem.
ELIAS:  Podes criar inicialmente o que designas por ataque de pânico, mas também se dará um reconhecimento daquilo que estiveres a criar, e por conseguinte a ideia e a energia deverão alterar-se, e deverás aceitar isso, e a afectação dissipar-se-á.

JAN:  Certo.  Sim, isso faz sentido.

JIM:  Muito bem, Elias. Tenho aqui duas perguntas rápidas, uma das quais está relacionada com o meu corpo físico. Por vezes à noite ou quando acordo pela manhã o meu dedo indicador fica rígido, e logo a seguir a isso, esse efeito dissipa-se. Que mensagem estarei eu a transmitir a mim próprio através disso?
ELIAS:  Ah!  Isso apresenta uma simplicidade óbvia!

Que estás tu a criar?  Um dedo rígido!  Estás a apontar para ti próprio, e a dizer a ti próprio: “REPARA!”

JAN:  Repara?

JIM:  Reparar no quê?  Na duplicidade?

ELIAS:  (Sorri)  Simplesmente repara!  (Riso)
JIM:  Para reparar tão só!  (Elias sorri)  Reparar no quê?

JAN:  Para reparar em mim deitado ao seu lado!

ELIAS:  Ah, talvez.  Repara, ponto final!

JIM:  Reparar ... reparar tão só!

ELIAS:  Exacto.

JIM:  Apenas estar consciente!
ELIAS:  Exacto!  (Sorri, enquanto o Jim e a Jan desatam a rir)
JIM:  Está bem!  Uma última pergunta.  No negócio que desenvolvo aqui, eu envolvi-me pessoalmente no negócio numa acção judicial intense que foi movida por mais alguém, e que se estende por um tempo prolongado e requer um enorme esforço. Que mensagem encerrará isso?
ELIAS:  Isso proporciona-te a oportunidade de praticares a aceitação de ti próprio, a aceitação das escolhas e das criações e das direcções dos outros... E para praticares o “não tem importância.”

JIM:  Não tem importância.
ELIAS:  Nessa medida, no foco físico, não compreendeis muito bem o peso que esta afirmação tem, mas esta é uma afirmação ponderosa!

Expressais levianamente para convosco, através da expressão que usais uns para os outros: “Não tem importância, não tem importância.” Eu afirmo-te que essa é uma ferramenta ponderosa, porque na verdade, não importa! Mas ESSA deverá tornar-se na vossa ferramenta mais libertadora.


(De forma decidida) Se te permitires aceitar-te e aceitar as expressões dos outros independentemente das direcções que assumirem, deverás experimentar verdadeiramente o “não tem importância.”
JAN:  Isso agrada-me. Gostaria de ver isso escrito num grande cartaz sobre a secretária dele, devido a que por vezes pense que o James leva a vida um pouco mais a sério.

ELIAS:  Esta afirmação expressa a verdade concernente à VERDADE e eu não expresso esse termo com leveza! A verdade sobre a realidade é a de que vós estais a aprender, nesta dimensão física, que mais nenhuma outra acção ou escolha que seja criada nesta realidade vos dite as escolhas a que deveis proceder nem à vossa realidade, e essa é uma mensagem muto diferente de todas quantas podereis ter acolhido antes!


Eu digo-te que NÃO TEM IMPORTÂNCIA. A tua conduta, as tuas escolhas, as tuas experiências, a tua aceitação, não te são ditadas por ninguém, por nenhuma circunstância, por nenhuma situação, por nenhuma acção, por nenhum comportamento, por nenhum acontecimento. É tudo magnificamente obra TUA, e essa é a verdade subjacente ao “Vós Criais a Vossa Própria Realidade!”
JIM:  Ah, Elias, destes-nos tanto em que pensar nesta sessão de hoje! (Elias sorri)

ELIAS:  E vós estáveis a antecipar ou á espera que ficasse por menos?  Ah ah!

JIM:  Se estávamos a antecipar que ficasse por menos?

JAN:  Ah não, absolutamente!
JIM:  Ah, isto tem sido maravilhoso! Provavelmente teríamos mais umas vinte perguntas, mas vamos esperar por uma próxima, creio bem. Já obtivemos tanto que neste momento nos sentimos em sobrecarga!

ELIAS:  Muito bem!


Vou-vos dizer para vos lembrardes que eu tenho percepção da magnificência que me caracteriza, ao contrário de vós! Consequentemente, vou permanecer sempre magnífico! (A rir)
JIM:  Vamos tratar disso, Elias!
ELIAS:  Fico a antecipar o nosso próximo encontro, e estendo-vos uma enorme afeição. Encorajo-vos bastante aos dois nos vossos esforços e avanço, e expresso um enorme carinho a cada um, ao anteciparmos a nossa interacção futura. Para ambos, um terno au revoir!


Elias parte às 12:14 da tarde.

Nota da Vicki:  Recentemente, o Elias desenvolveu um novo modo de riso, que tenho vindo a redigir como “Ah ah!” É difícil de descrever… É muito agudo e alto, e na verdade é muito engraçado! Eu perguntei à Margot como o descreveria, e isto foi o que ela respondeu:

Não creio que queiras utilizar a descrição que faço dessa risada dele, por não se tratar realmente de uma risada, mas de uma maneira qualquer me fazer lembrar da forma como uma velha bruxa ou megera riria… e com certeza que é mais alto do que as risadas altas que costuma dar! Mas o que tem de maior, é que me faz rir! É mais do que uma gargalhada… e mais do tipo rebolar de tanto rir!”
NOTAS:
(1)  Está bem, esta é a percepção objectiva que tenho dos acontecimentos que se deram. Visualizei a Mary num avião que se despenhava mesmo antes dela viajar para Paris, facto que não lhe contei. Enquanto ela permanecia em Paris tive uma visualização semelhante, que foi muito clara e perturbadora. De modo que andei ao redor da casa durante um tempo enquanto berrava para a Mary que ela ou precisava mudar de avião para casa ou descobrir como sair do acidente de avião ilesa. (Sou doida, sem dúvida!)


Quando ela voltou, contei-lhe as visualizações que tinha tido, e ela contou-me que na verdade tinha alterado os planos de regresso, e que tinha regressado a casa num outro dia. Também me disse que quando chegou ao aeroporto, ele se encontrava cercado por pessoal militar por se ter gerado uma ameaça de bomba. Esse acontecimento atrasou-lhe o voo umas horas, mas deu-se um acontecimento ainda mais estranho que também provocou o atraso.

A Mary e a sua companheira de voo, a Stella, tinham feito preparativos para um amigo, John, para as apanhar no hotel às 9:30 da manhã e as levar ao aeroporto. Assim, a Mary e a Stella foram até ao átrio do hotel às 9:00 da manhã e ficaram à espera do John. Quando, por volta das 10:00, ele ainda não tinha chegado, elas perguntaram ao funcionário da recepção se tinha alguma mensagem da parte do John, mas não havia. Assim, deixaram uma mensagem para o John, chamaram um táxi, e lá foram para o aeroporto às 10:30, imaginando o que se teria passado.



O John entrou no átrio do hotel por volta das 9:15, e ficou à espera que a Mary e a Stella chegassem. Como não tivessem chegado meia hora depois, ele falou com o funcionário da recepção, que lhes disse que já tinham saído. Ele ficou à espera um bom bocado, e por fim decidiu ir embora. Ele também deixou uma mensagem junto do funcionário da recepção.

De alguma maneira a Mary, a Stella e o John estiveram todos no mesmo átrio de hotel por cerca de uma hora, todos à procura uns dos outros. Todos eles falaram com o funcionário da recepção e deixaram mensagens uns aos outros, nenhuma das quais foi retransmitida. De acordo com a Mary aquele era um átrio muito pequeno, pelo que teria sido impossível que se tivessem desencontrado uns dos outros. Mas aconteceu!

Todos esses acontecimentos estão baseados na lembrança das conversas que tive com a Mary, excepto a experiência por que passei, é claro.

© 1999  Vicki Pendley/Mary Ennis

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