sexta-feira, 19 de julho de 2013

"ACEDER A REALIDADES PARALELAS E ALTERNADAS"





"POR QUE UTILIZAS ESSA VOZ?"

Sessão 287

Quinta-feira, 18 de Junho de 1998 © (Grupo)

Tradução: Amadeu Duarte



Participantes conhecidos:  Mary (Michael), Forrest (Ellius), Margo (Banth), Robin (Pierre), Jennifer (Margarite), e quatro novos participantes, cujos nomes não são conhecidos.  Fui incapaz de conseguir informação relativa aos restantes participantes, embora creia que possa haver alguma.
A altura do início é desconhecida por esta fita não apresentar nenhuma indicação de tempo.  Tempo de chegada do Elias é de 25 segundos.  

ELIAS:  Boa noite! (A sorrir) Cá nos voltamos a encontrar! Esta noite, vou-vos propor um exercício em conjugação com o nosso último debate, ao termos debatido as realidades alternadas e as realidades paralelas. Nesse sentido, e no âmbito da acção da presente mudança, estais a avançar rumo a uma nova percepção no âmbito da consciência e podeis aceder a essas outras realidades por mote próprio.
Podeis situar-vos num sítio sossegado... Mas também vou sugerir este exercício à Shynla, (a rir) por ela sentir dificuldades em aceder a outras realidades!

Colocai-vos num espaço tranquilo. Não importa o lugar que escolherdes, mas permiti-vos acalmar-vos e permiti-vos a capacidade de sossegar a tagarelice que decorre na vossa mente.
 

Nesse sentido, permiti-vos criar um ponto de referência. Podeis escolher um ponto focal que vos capte a atenção e tenha a capacidade de se alterar na criação que fazeis dele, por o movimento vos captar a atenção. Por conseguinte, se optardes por rodar ou dar voltas ao vosso ponto focal, isso deter-vos-á a atenção de uma maneira mais eficaz e não permitirá que esse tagarelar prossiga na vossa mente ao vos tranquilizardes. Não durmam, (a sorrir) mas permiti-vos sossegar e relaxar. Ao contemplardes o vosso ponto focal, permiti-vos deixar-vos levar. Permiti-vos colocar-vos num estado de união com o ponto focal.


Isso constitui igualmente um exercício conjugado com o vosso sentido empático. Ao se permitirem fundir com esse objecto que criam, colocam-se num estado de consciência alterada, por assim dizer. Podeis conseguir isso com qualquer objecto físico e podeis passar pela experiência real do próprio objecto, por tudo quanto tem lugar na vossa realidade física desta dimensão ter consciência. Por conseguinte, também obtém experiência… até mesmo uma rocha! (A rir) Portanto, se empregarem o vosso sentido empático e se fundirem com um objecto, permitir-se-ão experimentar a consciência desse objecto particular.


Nessa medida, poderão criar o vosso ponto focal, que também terá a sua realidade própria, por projectarem a criação dele. Assim que projectam a criação de um pensamento, ele torna-se numa realidade. Por isso, num certo sentido também poderá ser visto como uma “coisa.” Nesse sentido, poderão fundir-se com esse objecto que criam e permitir-se experimentar no seu âmbito, no âmbito do movimento que empreende.

Nessa medida, assim que se voltam para uma união com o vosso ponto central, comecem a rodar o ponto focal. Bom; deixem que lhes diga que sugiro que não rodem os vossos objectos demasiado rápido, por poderem induzir reacções físicas na vossa forma corporal e ficar com indisposição no estômago! (A rir) poderão mesmo experimentar tonturas. Por conseguinte, o que eu sugiro é que rodem ligeiramente o vosso ponto focal e se permitam experimentar uma união no âmbito desse movimento de rotação.

Nessa medida, concentrem-se simplesmente no vosso ponto focal e na experiência de união com ele e no movimento que empreende. Ao se permitirem adentrar por completo essa experiência, poderão estender a vós próprios a sugestão de qualquer realidade paralela ou alternada que escolham.* Ao estenderem a vós próprios a sugestão de uma realidade singular específica alternada ou paralela, poderão começar a experimentar o movimento de passagem para essa realidade particular, que se começará a materializar para vós, e começarão a passar para a experiência dela.


Com tal rodopiar poderão experimentar temporariamente uma acção de movimento que lhes poderá parecer inabitual e poderão sentir-se ligeiramente for a de controlo, mas não há necessidade nenhuma de controlo seja em que área for dessas experiências nem na experiência que fazeis NESTA realidade! São unicamente os vossos sistemas de crença que vos ditam isso e que caem dentro. Não há nocividade alguma que possa ocorrer-vos e não há qualquer necessidade de temor. Se se permitirem relaxar em meio a esse movimento e se permitirem realize-lo e materializar-se numa outra realidade, poderão surpreender-se com a informação que poderão apresentar a vós próprios ao admitirem realidades alternadas.


Ora bem; deixem que lhes diga que, à semelhança da projecção para fora do corpo, conforme a designam, as pessoas dessa realidade paralela não terão noção objectiva nenhuma da vossa presença. Terão noção da vossa presença de uma forma subjectiva, mas não no quadro da sua consciência objectiva. Por isso, poderão perambular à vontade, sem perturbarem nem interromperem essa realidade alternada.


(Com firmeza) Isto é importante, por influenciarem todas as realidades no âmbito da consciência. Por isso, se estiverem objectivamente a romper um outro foco ou uma outra realidade, estarão igualmente a alterar essa realidade particular, o que representa uma intromissão, e não é admissível. Por conseguinte, são meros observadores.

Mas conforme debatemos aquela realidade paralela do vosso continente da Atlântida e todos os fascínios que sentem associados a ela existem, vocês próprios poderão aceder a essa informação e vislumbrar a actividade que estiver a decorrer. Não se acham limitados à mera expressão que lhes comunico quanto ao que ocorre noutras realidades. Poderão ver por vós próprios. Vocês têm a capacidade de o fazer.



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O MATERIAL ELIAS