domingo, 12 de maio de 2013

“AS SUBSTÂNCIAS FÍSICAS INFLUENCIAM O ORGANISMO? - 2ª PARTE"





“BEATITUDE E LIBERDADE”
Participantes: Galen (Naoko) e Mary (Michael)

[Sem número]
Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2013

Transcrição e tradução: Amadeu Duarte



Elias: Bom dia.



Galen: Olá Elias.


Elias: E como é que estás a avançar, meu amigo?


Galen: Ainda estou a progredir, mas de facto já acordei esta manhã a sentir-me bem, como que num estado de contentamento e na verdade a sentir-me feliz, por isso...


Elias: Excelente! E que é que gostarias de debater?


Galen: Lembras-te da conversa que tivemos da última vez em que conversamos anteriormente sobre as causas da beatitude e da liberdade que sinto? (Elias responde afirmativamente) De que forma conseguirei regressar a esse estado de existência e entrar de novo nele?


Elias: Eu diria que o aspecto ou acção mais significativo disso passa pela permissão para entrares num estado de profundo relaxamento. Se praticares estados profundos de relaxamento, isso irá lembrar à tua consciência do corpo, irá despertar essas recordações na consciência do corpo que mais facilmente te permitirão passar pera esse estado. Também poderás influenciar isso por meio da meditação e da música, porque, se estiveres a ouvir música de um modo que te permitas deixar-te absorver na própria música – estás a entender aquilo que te estou a dizer? (Galen responde pela afirmativa: “Estou”) – muito bem. 

Quando te permites deixar-te absorver nos tons musicais isso promove esse relaxamento mas também te faculta uma passagem para um estado cerebral diferente, por assim dizer. Com o que não só relaxas a consciência do corpo como o ocupas com um movimento.

As pessoas muitas vezes confundem o relaxamento com ausência de movimentos mas isso não está inteiramente correcto. Por poderdes produzir um relaxamento significativamente profundo na consciência do corpo mas incorporar igualmente movimento, em que a vossa energia flui de uma forma particular...


Galen: Elias?


Elias: Sim?


Galen: Parece que antes, quando estava nesse estado de beatitude e de liberdade, não terei feito nada que o causasse ou o tivesse criado; isso não foi produzido por intermédio de nenhum tipo de esforço, apenas se apresentou naturalmente.


Elias: Mas tu estavas a expressar como haverias de produzir isso de uma forma intencional. (Galen responde: “Sim”) O que é diferente. Agora; assim que tiveres conseguido produzir isso intencionalmente, poderás passar a adoptar essa ausência de esforço destituída de pensar e sem teres que te voltar numa direcção particular; poderás produzir isso automaticamente. Tão prontamente quanto a consciência do teu corpo aceder a essas memórias e tiveres uma vez mais consciência disso e te familiarizares com isso, aí não te será exigida nenhuma acção intencional a fim de evocares isso.


Galen: Então, apenas focar-me nisso produzi-lo-á.


Elias: Sim. Mas inicialmente, isso pode exigir uma ligeira ajuda adicional, se quiseres, a fim de encorajares a consciência do corpo a aceder a essas memórias. Assemelha-se muito ao inverso, tal como o pânico ou um medo extremo. Se não estiveres a experimentar isso e estiveres ou teres estado a produzir um período considerável em que te sintas confortável e em segurança, a consciência do corpo passa essas memórias da outra experiência mais para o interior de ti, e nessa medida isso torna-se num desafio produzir espontânea e intencionalmente o sentimento ou a experiência do pânico.


Galen: Também disseste que o que percebo como causa desse estado antes se terá devido a me ter permitido expressar-me e centrar-me mais em mim e no que é importante para mim, do que concentrar-me em fontes externas.


Elias: Mas tu estás a avançar nessa direcção com eficácia. De forma que isso já está a promover essa dinâmica, por assim dizer. Agora é simplesmente uma questão de permitir que a consciência do corpo recorde essa experiência e a evoque de uma forma intencional.


Galen: Posso perguntar-te por que razão as substâncias físicas não chegam a exercer um efeito intrínseco nos seres humanos? Poderás ajudar-me a esclarecer mais isso?


Elias: De que forma?


Galen: Quando uma substância é introduzida no corpo físico de um ser humano, os cientistas conseguem observar certas acções moleculares e químicas causadas pela substância e conseguem observar o mesmo em milhares de indivíduos. Assim, de que forma isso estará associado à ideia de que as substâncias não exercem um efeito intrínseco por si só?


Elias: Torna-se-vos demasiado fácil esquecer como vos achais todos interligados. As comunicações verbais ou acções de carácter físico não representam o único meio de comunicação; vós comunicais igualmente através da energia, e mais até, o que responde pela razão por que não e necessário que um indivíduo tenha consciência objectiva de certa informação para ser afectado por ela. Não importa que tenhais objectivamente apresentado a vós próprios informação ou não, porque assim que uma sugestão for activada, passa a ter existência. E por conseguinte, essa energia já está a ter expressão. E todos vós entrais em contacto com essa energia, independentemente de terdes objectivamente conhecimento dela ou não.


Galen: O que estava a perguntar ia mais na linha do seguinte: quando uma substância é introduzida no organismo que pareça exercer um efeito observável e mensurável que seja absoluto...


Elias: O que perfaz exactamente aquilo que estava a abordar!


Galen: Está certo. Por favor continua.


Elias: Não é preciso que tenhais conhecimento objectivo desses resultados nem da afectação que provocam para propordes a substância e criardes os mesmos efeitos. Por essa informação já estar a obter expressão; está tudo interligado. Eu já referi muitíssimas vezes que sabeis muito mais do que o que pensais saber. E nessa medida, também sois influenciados por muito mais do que podeis perceber. Estais todos interligados. Por isso, a informação de que um indivíduo disponha, todos dispondes. Se um indivíduo produzir uma experiência, todos passarão a beneficiar dela, ou a assimilar. Por conseguinte um gera a resposta e todos vós passais a dispor da informação. E consequentemente, sem pensarem e sem prestarem atenção ao que vós individualmente estais a criar, passais a reagir de forma automática. Passais a produzir automaticamente os mesmos resultados, as mesmas expressões, as mesmas experiências.


Galen: Posso perguntar o que pode nos leva a dizer da substância absorvida que vai provocar efeitos no corpo humano, em que é o próprio indivíduo quem na verdade cria o efeito directamente ao invés da substância – e em que a substância vai criar esse efeito por ele o ter criado?


Elias: O indivíduo está a criar o efeito. Isso prevalece em relação a toda a substância; o que contribui para a ideia de que é a substância que provoca o efeito, pelas propriedades intrínsecas que contém. Só que se isso fosse verdade, toda a gente passaria sempre pela mesma experiência e efeitos. E isso não acontece a toda a gente! Varia. E alguns indivíduos nem sequer chegam a ter qualquer efeito colateral. Além disso, as pessoas elegem os efeitos que sentem. Se a própria substância incorporasse as propriedades intrínsecas haveria de afectar toda a gente da mesma forma e vós não o conseguiríeis mudar. Mas, como as próprias substâncias não comportam as propriedades que as permitam afectar-vos fora do âmbito da acção das crenças que tendes, os efeitos variam num considerável espectro independentemente da substância em questão. Sim, falando em termos gerais, haverá, relativamente a cada substância individual, uma maioria de pessoas que passam a reagir-lhe de uma forma similar, por a sugestão ter sido estabelecida de forma a fornecer uma directriz, mas sempre haverá quem não apresentam qualquer reacção, ou a reagir de maneira muito diferente ou a alterar as respostas ou as reacções. Por conseguinte, podem reagir de uma forma e alterá-la para uma reacção completamente diferente – ou total ausência de reacção.


Galen: Muito bem. Nesse caso, as substâncias são todas completamente neutras e na verdade não provocam literalmente outra afectação do que aquela que quisermos que deixe.


Elias: Correcto.


Galen: Há experiências designadas por “Estudos Feitos Duplamente Às Cegas” que são levadas a cabo em que nenhuma das pessoas que recebem a substância nem aquela que lhes dá essa substância sabe qual das pessoas do experimento obtém um placebo e qual recebe uma droga verdadeira. E as pessoas que ingerem essas substâncias não têm ideia do que seja suposto causarem, e em que no entanto, em muitos casos, a droga real é dada como causadora de mais efeitos ou efeitos consistentemente mais diferente do que o placebo. Por que razão isso acontecerá?


Elias: Precisamente pelo que te referi antes, nesta conversa. Não é uma questão da informação de que dispondes objectivamente; a consciência do vosso corpo conhece a diferença, tal como conhece a diferença existente entre uma cenoura e uma ervilha, independentemente de verdes essa cenoura ou essa ervilha ou sequer de as provardes. A consciência do vosso corpo conhece a diferença existente entre duas substâncias diferentes. Nessa medida, a consciência está toda a par de toda a informação que seja expressada; assim que for incluída uma expressão, vós estais todos interligados, de modo que todos passais a ter ou a possuir essa informação – quer estejais objectivamente cientes dela ou não. Por isso, assim que a consciência do corpo entra em contacto com uma substância particular, passa a aceder a essa informação relativa ao que seja – mesmo que vós não saibais objectivamente o que seja – vós sabeis o que é, por não existir informação alguma de que não estejais a par.


Galen: Mas, se a consciência do corpo sabe o que seja mas ainda assim a substância for neutra em si mesma, e as crenças que tivermos em relação a ela não forem activadas...


Elias: Que foi que eu referi? A informação acha-se toda à disposição. Por conseguinte, a sugestão acha-se presente. A consciência do corpo entra em contacto com essa informação disponível; a sugestão já se instalou, esta substância provoca esta reacção ou este efeito.

Por conseguinte, essa instrução já foi transmitida. Não é necessário que objectivamente estejais cientes dela; ela já existe.


Galen: nesse caso, o organismo reage à substância de acordo com aquilo em que acreditaríamos com relação a ela...


Elias: De acordo com a sugestão. A sugestão é o que a afecta. Por conseguinte, a consciência do organismo reage a isso, por representar uma instrução. A consciência do vosso corpo reage constantemente às instruções.


Galen: E reage mesmo que não estejamos cientes disso.


Elias: Correcto. Essa é a razão por que é tão importante relativamente àquilo a que prestais atenção, e aquilo que apresentais a vós próprios em termos de informação.


Galen: Por que razão determinadas substâncias sempre parecem exercer o mesmo efeito em certos objectos físicos sujeitos a testes? Por exemplo, quando uma pessoa despeja gasolina no tanque do automóvel, o carro funcionará mais ou menos sempre a gasolina, mas se colocar água, deixará de funcionar.


Elias. Relativamente ao que designarias como objectos, do âmbito do conhecimento da expressão, isso é uma questão da vossa expressão colectiva; vós acreditais ser que será com isso que alimentareis os vossos veículos, pelo que isso passa a ocorrer. Mas na realidade é muito simples. Mas mesmo isso não constitui um absoluto, por haver gente que se desvia disso. Sim, a substância que designais por gasolina parece ir sempre alimentar um automóvel, ou um veículo similar, mas há pessoas que desafiam isso e que se voltam noutras direcções e que criam situações e expressões em que essa particular substância deixa de alimentar o veículo por substituição de uma outra.
  

Galen: Muito bem. Por que razão os animais serem sempre afectados pelas substâncias e da mesma forma?


Elias: Por estrem sujeitos às vossas sugestões. Os animais são uma extensão de vós. (Suspira) Nessa medida, conforme repetidas vezes tenho referido, os animais não comportam a crença que vós incorporais. Por conseguinte permitem que ocorram muitas expressões com relação às sugestões que lhes dais e às instruções que lhes transmitis e às acções que praticais. E eles passam a responder da forma que esperardes. A menos – uma vez mais – que se encontrem a interagir com um indivíduo que produza um tipo de energia diferente e tenha um rumo diferente e dê lugar a respostas inesperadas, mas isso sucede com muito menos frequência. Há muito menos indivíduos que se movam nesse tipo de direcções e permitam esse tipo de direcções em relação aos animais e à interacção que têm com eles, em especial em relação às experiências em que esperem resultados particulares, que são criados em conformidade. E o animal acomoda-se.


Galen: Obrigado por me teres explicado isso.


Elias: Não tens de quê. Também te direi que, conforme referi previamente, os humanos são os únicos seres, na vossa realidade física, ou no vosso mundo particular, que expressam a capacidade de ser intrusivo. Por conseguinte, os seres humanos podem - e estão a tentar fazê-lo – expressar-se por modos em que exprimem intrusão em relação aos outros seres – e a vós próprios, além dos animais.

Galen: Quando temos uma experiência de alegria ou de euforia, ou quando nos encontramos num estado de beatitude, será essa experiência ou estado de consciência causado pelo cérebro?

Elias: Não. Mas o cérebro responde a isso. O cérebro responde ao que expressardes e instrui, por múltiplas formas, o resto da vossa consciência do corpo. A expressão ou a direcção que o sentimento adquire não tem origem no cérebro. O cérebro reage à expressão.

Galen: Então, o estado de existência e a experiência existem em primeiro lugar, e o cérebro reage-lhes ao produzir uma actividade mensurável, mas ela na realidade não é a causa dele?

Elias: Correcto.

Galen: Isso quererá que não exista meio algum de provocar um curto-circuito nesse estado da existência nem num sentimento como o da alegria.

Elias: Correcto. 

Galen: Por ser justo, para início de conversa, e o corpo apenas lhe responder mas não o provocar.

Elias: Correcto. Podes interrompê-la, mas isso exigiria de uma outra acção que também não tem origem na própria consciência do corpo.

Galen: Precisaria ser o próprio indivíduo a interrompê-la. (Elias responde que sim) Haverá alguma essência ou foco que esteja verdadeiramente ansiosa para interagir comigo?

Elias: Eu diria que a escolha que elegeste das palavras é questionável. (O Galen ri) Se existirá alguma outra essência ou essências que estejam disponíveis para uma interacção contigo? Sim. Sempre. Existirão essências que estejam ansiosas para interagir contigo? Isso representará mais uma expressão humana.

Galen: Muito bem. Recentemente surgiu um tom turquesa na árvore, no ano passado, e tem vindo a apresentar uma insistência na aparência. Da parte de quem será isso uma comunicação? E não me refiro à coloração mais carregada do turquesa mas à mais leve.

Elias: Antes de te responder a isso, que dirias tu?

Galen: Não tenho sido capaz de obter qualquer impressão.

Elias: Eu iria que és tu. Diria que essa cor representa uma cor muito calmante e que promove a calma; a calma difere da descontração, do relaxamento, e também promove a capacidade de centralização. Além disso, também representa uma cor que incorpora uma qualidade vibratória de gentileza e interesse. Diria que a área em que poderás descobrir essa cor, ou variações dessa mesma cor, de uma forma especial e muito consistente, será em certos estuários costeiros que sejam muito ricos em vida.

Galen: Será a Otha (essência) uma alma gémea minha?

Elias: É.

Galen: E existirá alguma essência com o nome de essência ou tom Artemis?

Elias: Existe.

Galen: E seremos nós almas gémeas?

Elias: Sois.

Galen: E essa essência Artemis ter-se-á fragmentado a partir da essência da Rosa?

Elias: Fragmentou.

Galen: Ooh! (Elias congratula o Galen) Estará ela focada no físico nesta dimensão, como ser humano?

Elias: Qual?

Galen: Artemis.

Elias: Está.

Galen: Quando alguém te interroga quantos focos tem nesta dimensão e quantos partilha com outra essência nesta mesma dimensão, isso referir-se-á unicamente a todos os focos humanos, ou referir-se-á igualmente aos focos extraterrestres?

Elias: Isso subentende principalmente focos humanos mas inclui cetáceos – não extraterrestres.

Galen: Muito bem.

Então, se eu perguntasse pelo número de focos que tenho nesta dimensão, a resposta que me darias incluiria apenas humanos e cetáceos. (Elias responde que sim) Quantos focos tenho nesta dimensão, exactamente neste momento?

Elias: Neste mesmo quadro temporal ou no total?

Galen: Ambos. (Elias pergunta-lhe que impressão tem) Incluindo-me a mim creio que tenha cinco focos nesta presente época. (Elias responde-lhe que está correcto) E creio que comparando com os 924 anteriores que tinha, agora terei mais de mil focos, no total, será? (Elias responde de forma ininteligível) Nesse caso, quantos focos terei. No total, nesta dimensão física?

Elias: 2620.

Galen: E quantos focos partilharei com Chiatya, nesta dimensão? (Elias pede-lhe para dar a impressão que tem) 62, creio bem.

Elias: Certo! Parabéns!

Galen: E, quantos focos partilho com a Ayla nesta dimensão, actualmente? (Elias pede-lhe a impressão) Não tenho a menor impressão, desta a última vez. (Elias diz-lhe que lhe sugere ter sofrido um aumento, e a seguir pede-lhe que avance uma nova impressão, ao que o Galen responde com um sorrir comprometido) 832?

Elias: Parabéns! Ah, estás a ver, meu amigo, tu consegues resultados. Ah ah ah ah ah ah! Mesmo que seja num instante. As impressões nem sempre se baseiam na informação objectiva.

Galen: Eu partilharei cento e quatro focos actualmente com a Shynlan, nesta dimensão? (Elias responde pela afirmativa) Por que razão partilho tão poucos com ela, se somos tão próximos?

Elias: Mas são focos caracterizados por um grau de intimidade.

Galen: São todos relacionamentos íntimos?

Elias: São.


Galen: A que família da essência pertencerá Artemis?


Elias: Que impressão tens?


Galen: Borledim?


Elias: Correcto. 


Galen: Isto está a ficar melhor do que julgava.


Elias: Ah ah ah ah!


Galen: Que nome da essência terá a minha vizinha Chloe?


Elias: Mas, não vamos ter o cuidado de também apresentares uma impressão para isso?


Galen: Eu não sou lá muito bom com os nomes da essência.


Elias: Ah ah ah ah ah ah ah. Nome da essência: Luka.


Galen: Seremos nós almas gémeas?


Elias: Sois.


Galen: E de que essência se terá fragmentado Luka?


Elias: Bryce.


Galen: E a essência Bryce obviamente ter-se-á fragmentado da essência da Rosa.


Elias: Foi.


Galen: Terá ela uma orientação soft (branda)?


Elias: Tem.


Galen: O tipo de foco será religioso ou emocional?


Elias: Emocional.


Galen. Muito bem. Obrigado. (Elias responde que não tem de quê) (Pausa prolongada) Existirá alguma essência com o nome de Sora?


Elias: Existe. 


Galen: E seremos nós almas gémeas?


Elias: Não.


Galen: Ainda não fui capaz de identificar um foco famoso da Ayla. Poderás apontar-me nessa direcção?


Elias: Eu diria... (inaudível) 


Galen: Muito bem. 


Elias: ...um foco que designaríeis como de uma psíquica notável no início de 1900 e outro que designaríeis como de uma dançarina notável, em meados do mesmo século.


Galen: Muito bem. Mais alguma coisa, se fazes o favor, ou...?


Elias: Ah ah ah! Investiga.


Galen: Tudo bem, eu farei isso.


Elias: Gostaria igualmente de te encorajar a empregar a tua intuição, e a sentir a informação.


Galen: Está bem. A segunda foi uma dançarina notável que existiu lá por meados do seculo 20? (Elias responde que sim) Está bem. (Pausa) Sinto-me como se estivesse na iminência de uma liberdade espantosa.


Elias: Eu concordaria. Num limiar. Produziste um avanço considerável, e de certa forma notável, recentemente, meu amigo. Resultados expressivos, e diria que estou de acordo. Estás à beira do precipício de uma nova aventura e de consideráveis novas liberdades. Está tudo mesmo diante de ti. Também te estenderia um encorajamento, relativamente à tua energia – especificamente à tua energia e aos rumos que tomas, e ao que estás a fazer e a realizar. A nova onda da consciência está rapidamente a aproximar-se e eu diria que é altamente provável que o surto de energia que é gerada com o início de uma nova onda, te poderá ser muito benéfico, (Galen diz: Tudo bem) em te impelir naturalmente na direcção do que queres de uma forma bastante similar ao de uma onda de água real que te empurrasse naturalmente na direcção da costa. Diria que a energia gerada a partir da nova onda incorpora um potencial tremendo capaz de naturalmente te ajudar no rumo que tomas.


Galen: Uma última pergunta. Existirá alguma actividade particular, ou acção, ou mesmo acção não oficial de que provavelmente não tenha consciência neste momento, que se revelasse divertida, e entusiasmante e interessante e relaxante para mim, e com que penses que entro bem em ressonância?


Elias: Uma acção não oficial?


Galen: Se existirá alguma acção – só equacionei o “não oficial” como uma possibilidade.


Elias: Sugeria que usasses a tua música de forma a permitir-te viajar, e não necessariamente viajar até aqui, mas porventura viajar nesta dimensão, só que por outras áreas deste universo. E que visses o que descobres. O que poderá ser entusiasmante e relaxante também.


Galen: Que queres dizer com viajar para outras áreas deste universo, através da música?


Elias. Permite que a música se torne na tua nave, por assim dizer, e permitires que te transporte, de forma semelhante a uma onda. Lembra-te daquilo que te disse sobre o facto de poderes sentir a música de uma forma similar à meditação, e que isso te poderá levar em direcções – não só de recordação da beatitude – mas podes efectivamente usar isso como um veículo, e nessa medida, permite que isso se torne numa nave de exploração.


Galen: Muito bem. Isso soa interessante.


Elias: Ah ah ah ah ah. E divertido!


Galen: Bom, o nosso tempo terminou.


Elias: Muito bem. Fico ansioso pelo nosso próximo encontro. Dirijo-te um enorme encorajamento, meu amigo, bem merecido. Estás a sair-te bem. E nesse sentido, estendo-te um enorme apoio, como sempre. Até ao nosso próximo encontro. Com um sincero e enorme afecto por ti, au revoir.


Galen: Adeus.

© Mary Ennis - Todos Os Direitos Reservados.

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