sábado, 16 de março de 2013

“INTERPRETAÇÕES DE ACÇÕES NÃO FÍSICAS”



“AS IMAGEM DOS SONHOS SÃO UMA PROJECÇÃO DA VOSSA ENERGIA”
Sessão 436
Sábado, 31 de Julho de 1999 © (Privada/Telefone)
Participantes:  Mary (Michael) e o Rodney (Zacharie)

Tradução: Amadeu Duarte


O Elias chega às 1:25 da tarde. (Tempo: 18 segundos) 


ELIAS:  Boa tarde!

RODNEY:  Boa tarde, Elias! (O Elias sorri)  Como estás?

ELIAS:  Como sempre!


RODNEY:  Como  sempre!  Sabes, eu estava hoje a pensar que respondes a um monte de perguntas, e isso é tudo. Jamais te ouvi falar sobre o que TU fazes, e onde TE encontras.

ELIAS:  Ah ah ah ah!


RODNEY:  Será possível que fales sobre isso em termos que em entenda? (Pausa)

ELIAS:  Não de uma forma realista, pela tradução de que tenhais uma compreensão. Filtrais por intermédio das crenças que tendes e por meio daquilo que conheceis e identificais em termos objectivos em conjunção com esta dimensão física particular. Existem muitos aspectos da consciência noutras dimensões físicas e em áreas não físicas da consciência que são bastante estranhas à vossa compreensão.


Por isso, se te apresentasse uma explicação qualquer sobre a área da consciência que ocupo e das actividades ou movimentos, por assim dizer, que empreendo nessas áreas não físicas da consciência, na tradução que farias com base na compreensão que tens resultar-te-ia bastante distorcido, por apenas te apresentar meramente um livro de imagens, por assim dizer, numa linguagem que se revelaria por completo estranha para a linguagem que é usada.

Por isso, a apresentação de movimento inerente a muitas das áreas não físicas da consciência cederia simplesmente energia para a perpetuação das crenças estabelecidas que já comportais na vossa dimensão física, para o que eu prefiro não contribuir, para não reforçar essas crenças essas crenças, que procuramos neutralizar. Ah ah ah!

RODNEY:  Pois, está bem. Não te pedi para comentares demasiado, mas creio que tenhas dito que interagimos em outras dimensões, tu e eu. Nem sequer conseguiria entender tal coisa, conseguiria? (Pausa) Eu não verifiquei isso, pelo que tenho sido um tanto desleixado em relação a isso, e peço desculpa pelo facto.

ELIAS:  Não é preciso desculpares-te.


Deixa que te diga que tens razão; não terias uma compreensão precisa dessas interacções.


Deixa que te diga que as essências interagem umas com as outras ao longo das dimensões físicas e não físicas, e nessa medida, as actividades que são envolvidas ou os movimentos que são envolvidos noutras dimensões físicas e em áreas não físicas da consciência uma vez mais acham-se bastante afastadas da compreensão que tendes nesta dimensão física particular.


Pensa lá para contigo no nada. Bom; na interpretação que dais ao nada, visualizais uma coisa qualquer.

RODNEY:  Sim.

ELIAS:  Visualizais as trevas ou a escuridão.

RODNEY:  Eu visualizo o espaço vazio.

ELIAS:  Justamente, mas visualisas espaço.

RODNEY:  Correcto!
ELIAS:  Por isso, o termo nada acha-se bastante distorcido, ao ser filtrado pela consciência objectiva que tendes e pela tradução e identificação que fazeis, por o termo que posso empregar em relação ao nada diferir bastante daquilo que interpretais, por vós no foco físico não conceberdes objectivamente o nada. Sempre o associareis a alguma coisa, seja ao vazio ou ao um vácuo, à escuridão, à vacância – não importa ao que seja. Deverá ser a alguma coisa. Não será a coisa nenhuma.


RODNEY:  E isso representa somente uma aproximação ao modo como não compreendo a terminologia que empregas.

ELIAS:  Exacto, por te estar a apresentar uma informação que confina com os limites da linguagem e da compreensão que tens, e a compreensão que tens ser filtrada por intermédio da percepção que tens, a qual se acha directamente associada a esta dimensão física. Tudo quanto objectivamente conheces, tudo quanto consegues identificar em termos objectivos, e tudo quanto consegues compreender em relação a esta dimensão física. Por isso, ao te aventurares pelas áreas da indagação subordinada às outras dimensões físicas ou às áreas não físicas da consciência, passa a incorporar-se uma enorme dose de distorção, por ser filtrado por meio da percepção que tens e das identificações a que procedes nesta dimensão física.


RODNEY:  Muito bem, nesse caso não vou tentar mais encaminhar-me nessa direcção!

ELIAS:  Ah ah ah!



Ora bem; eu digo-te que existem elementos que estão objectivamente a ser incorporados na vossa realidade física que vos são bastante estranhos a todos, o que consta do processo de expansão da consciência que tendes e de incorporardes uma maior realidade nesta dimensão física, mas isso traduz a razão por que me confino e confino a interacção que tenho convosco aos elementos respeitantes a esta dimensão física e àquilo que vos afecta.


Eu posso interpor informações quanto aos diferentes elementos de outras dimensões físicas ou à actividade não física que possa situar-se num dado ponto em que vos esteja directamente a afectar, ou por vezes vos esteja a afectar indirectamente, mas que vos ESTEJA a afectar. Em razão do que será dotado de valor e de objectivo, a apresentação de uma explicação, em parte, para vós. Mas conforme declarei, também limito essa informação meramente ao que possais assimilar e compreender e ao que possa resultar objectivamente benéfico para vós, no sentido de estabelecerdes laços de ligação, ao vos fornecer explicações para algumas das experiências por que passais nesta dimensão física.

RODNEY:  Está bem. Tenho para aqui tanta pergunta a fazer-te que, em boa razão, não vamos ser capazes de lidar com todas, mas gostaria de começar. A última sessão que tivemos juntos foi simplesmente fantástica! Transcrevi a coisa toda à mão, e olha que não estou acostumado a fazer tal coisa, e assim tenho umas certas perguntas com respeito a isso.


Nela, mencionaste o holograma. Eu estava a falar do meu familiar que recentemente passou desta vida, e fi-lo no contexto da vontade que tinha de poder influenciá-lo, e de ele recusar essa influência. E no debate que tiveste comigo em relação a isso... mas a propósito, a título de um aparte, eu padeci de severas dores nas costas, e continuamente me remeti de volta à descrição que me deste, da forma como crio tal conflito e creio que foi incrivelmente útil. Recuperei muito bem, obrigado.


Mas nesse debate – na realidade foi o meu cunhado – tu falaste dele... em vez de acolher a informação da parte de meros mortais como eu, ele permitiu-se obter informação por intermédio de um holograma, com que na verdade ele falou. Terei entendido isso correctamente, que ele estava a interagir com uma visão antes de entrar na transição?

ELIAS:  Aquilo que te disse foi que o indivíduo apresentou a ele próprio informação que lhe será útil no âmbito da acção da transição.


Ora bem; quanto ao conceito do holograma, aquilo que te estou a dizer é – conforme já debatemos nesta sessão – a tradução de uma acção que ocorre nas áreas não físicas da consciência, que é designada por transição. Vou ser claro.


Nessa medida, aquilo que te disse constitui uma tradução, uma ideia ou um quadro figurado com que te poderás identificar e compreender quanto à acção que ocorre na área da transição não física.


Agora; aquilo que o indivíduo está a criar em certos estertores dessa acção de transição é uma projecção das crenças que tem no que pode entender como uma realidade objectiva efectiva.


Ora bem, vamos abordar isso devagar, para que possas compreender, mas lembra-te de que é figurativo e constitui uma tradução, por te estar a expressar acções que não são físicas em relação às quais não tens quaisquer identificações que possas traduzir com precisão.

RODNEY:  Está certo. 


ELIAS:  Portanto, nisso, quando um foco individual se desprende da manifestação – ou o que designais por morte – esse foco, esse indivíduo penetra nos espasmos iniciais de uma área de consciência que é identificada em termos de transição.


Nessa acção de transição – por não se tratar de um local – inicialmente, nessa acção de transição, o indivíduo retém a consciência objectiva que tinha, de maneira muito semelhante à que tinha no enfoque físico.

Ainda não terá passado para a área em que apresenta a si mesmo todos os focos que tem em simultâneo. Apenas projecta de forma singular a consciência objectiva que tem e materializa as situações inerentes às crenças que tem.


Ora bem; isso pode assemelhar-se a um holograma, por não apresentar a qualidade da solidez que a vossa dimensão física apresenta, muito embora possa parecer que tenha o mesmo tipo de solidez.


Nessa medida, pensa nos conceitos que actualmente apresentais a vós próprios por meio da ficção científica. Na vossa tecnologia actual da ficção científica, projectais a ideia dos hologramas como detentores da qualidade de uma tal solidez que parecem constituir uma realidade real. Estás a entender?

RODNEY:  Estou.

ELIAS:  Muito bem.

Nesse sentido, aquilo que te estou a dizer é que um foco individual que se tenha desenlaçado ou tenha morrido no foco físico se move para a acção da transição, em que continua temporariamente a continuar na mesma – ou quase na mesma – qualidade da consciência objectiva como tinha enquanto participou no foco físico. Por isso a área de transição a ela parece bastante similar.



Nessa medida, passa a criar a imagem do holograma, por assim dizer, de criações muito semelhantes – a mesma terra, os mesmos seres humanos, as mesmas criaturas, a mesma vegetação, as mesmas estruturas. Todos esses elementos lhe são familiares, e ele acha-se intimamente envolvido com as próprias crenças que tem, e ao continuar a projectar por intermédio de uma consciência objectiva, criam um tipo de simbologia holográfica que parece ser sólida e que parece ser muito semelhante á realidade que tendes no foco físico.

Ora bem; um indivíduo poderá continuar nesse tipo de criação durante um certo tempo, segundo os termos do entendimento que tendes. mas recordai uma vez mais,  que isso é figurativo, por nas áreas não físicas da consciência não existir tempo, mas no conceito que dele fazeis isso se poder traduzir por um período de tempo.


Consequentemente, o indivíduo poderá continuar nesse tipo de criação dessa simbologia holográfica pela aparência de um período prolongado de tempo., sem realmente chegar a mover-se para a acção da transição efectiva, que se traduz pelo descartar das crenças que nutriu, por o acto efectivo da transição dá início e continuidade à percepção de todos os focos (que tendes) em simultâneo.


Essa acção, o envolvimento das crenças individuais que ainda não tiverem sido descartadas, criaria um trauma e uma confusão formidáveis caso o indivíduo se projectasse por completo para a acção da transição  de imediato a seguir ao desenlace do foco físico.


Consequentemente, as pessoas não envolvem esse tipo de acção. Movem-se rumo a um acto de transição, ao se permitirem um período de aclimatização, por assim dizer, devido a que, como continuam nos estertores iniciais da transição, também percebem que aquilo que estão a criar por intermédio de imagens objectivas se desvia cada vez mais do tipo de criações objectivas que tinham lugar no foco físico. Tornam-se progressivamente menos sólidas, e cada vez mais passíveis de alteração.


Nessa medida, ao perceber que a sua realidade apresenta uma maior maleabilidade e flexibilidade, também percebe que aquilo que está a criar na simbologia ou imaginário holográfico se acha directamente baseado nas crenças que tem, só que de modo diferente da realidade física. Podeis ter percepção de que o que estais a criar na vossa realidade seja directamente influenciado pelas crenças que tendes até certo ponto, só que tem uma qualidade muito diferente, por a vossa dimensão física apresentar solidez.


Não questionais as crenças que tendes ao vos defrontardes com uma parede. Não questionais as crenças que tendes ao vos deparardes com uma estrutura. Não olhais a estrutura e dizeis a vós próprios ser uma projecção de uma imagem baseada nas crenças que tendes. Simplesmente aceitais ser aquilo que criais no foco físico e que é sólido.

Nessa medida, criais uma outra crença que vos diz que a solidez seja absoluta.

RODNEY:  Ah, a questão do absoluto de novo!

ELIAS:  Nas projecções de imaginários não físicos, o indivíduo torna-se perfeitamente ciente de uma forma objectiva de que aquilo que está a criar não é tão sólido quanto parece ser inicialmente. Também toma consciência de que a forma de uma coisa se baseia na percepção que tiver, a qual filtra por meio das crenças que tiver.


Por isso, ao alterar a atenção que dirige pelas crenças que tem, e se move de um aspecto dessas crenças para outro ou examina as crenças que tem de um ou de outro ângulo, o imaginário físico que compõe também se altera. Nessa medida, demonstra a si próprio a inexistência de absolutos e permite-se uma gradual facilitação rumo a uma maior compreensão da realidade que tem para além das crenças.


Esta era a informação que vos estava a apresentar na última sessão com respeito à acção que este indivíduo empreendeu ao criar a imagética holográfica para ele próprio, sem se mover por completo para a acção da transição à força, por assim dizer...
RODNEY:  mas constituiu como que as preliminares disso.

ELIAS:  Correcto.

RODNEY:  Estava a mover-se nessa direcção.

ELIAS:  Correcto.

RODNEY:  Certo. 


ELIAS:  Ele ainda não está a envolver a acção em que perceberá todos os focos que tem em simultâneo.

RODNEY:  Certo, entendo isso.  Isso não passou de um passo preliminar nessa direcção.

ELIAS:  Exacto.

RODNEY:  Obrigado.  Isso ajuda bastante.


A minha mãe faleceu há cerca de dois anos, e durante os três ou quatro ou cinco meses que antecederam o seu falecimento, a sua morte, ela teve consciência de... ela chamou-lhes seres. Ela tinha visitas. Tinha garotos ou garotas e pessoas e cavalos. Ela tinha muita consciência de uma enorme actividade que estava a ter lugar ao redor dela e mencionou isso um pouco, mas não entrou em pormenores.
        

Na última refeição que tivemos juntos, que na realidade foi um dos jantares principais que tive, que foi por altura da última Acção de Graças, a minha irmã riu-se do facto de, enquanto estava a dar a comida à boca da minha mãe, que na altura estava com 97, a minha mãe tentava dar a comer um pequeno biscoito a uma garotinha que estaria presente e que representava uma imagem de que ela tinha consciência de estar presente.


Estou-te a dizer isto por querer perguntar-te se isso também não terá sido projecções de imagens dela, os seus hologramas, por assim dizer, que ela estaria a criar em resposta às actividades que estivessem a ter lugar na consciência não física em torno do seu desprendimento desta realidade.

ELIAS:  Não na totalidade. Bom; deixa que te trace a diferença, por existirem diferenças que são criadas por diferentes indivíduos. Isso representa uma escolha completa da parte do indivíduo.


Falamos previamente do envolvimento da transição no foco físico. Uma pessoa pode optar por envolver a transição enquanto continua no foco físico, e nessa medida,  poderá criar certos aspectos da acção transacional enquanto continua a empreender o foco físico. Isso muitas vezes – mas nem sempre – cria uma situação para esse indivíduo em particular em que não envolve muita dessa actividade inicial que mencionamos neste dia, que se segue ao falecimento.


Por isso, aquilo que te estou a dizer é que geralmente, se uma pessoa estiver a empreender a transição durante o foco físico, eliminará grande parte da necessidade, por assim dizer – novamente, em termos figurados – a fim de criar essas imagens holográficas iniciais antes de se envolver na observação de todos os focos que tem, por já ter começado a abordar esses outros focos...

RODNEY:  Estarás a dizer-me que a minha mãe estava a entrar na transição antes de falecer?

ELIAS:  Exacto, e nessa medida, aquilo com que estava a permitir-se interagir era com outros focos dela própria...

RODNEY:  A sério?!


ELIAS: ...por isso mesmo ao permitir-se a oportunidade de se mover para a acção da transição com muito pouca actividade dessa projecção holográfica de imaginários.

RODNEY:  Estou a entender.  Está bem.  Claro, ela parecia estar a dar-se inteiramente bem com tudo aquilo.


ELIAS:  Precisamente, mas dir-te-ei que em grande parte, as pessoas no foco físico não sentem medo dessas interacções que têm com elas próprias.


Por vezes, podem mesmo responder aos OUTROS indivíduos que lhes projectam as crenças que têm, na expressão que adoptam de ser inaceitável estar a abordar outros indivíduos invisíveis, embora esses indivíduos não sejam invisíveis! Apenas não se tornam visíveis à percepção que tendes, por optardes por os não ver, mas são bastante visíveis e bastante reais, e aquele que interage com eles está perfeitamente ciente da sua presença e não sente ponta de medo em si mesmos, deixados a sós consigo próprios e caso não sejam influenciados pelos indivíduos que os rodeiem de uma forma objectiva.

Bom; por vezes poderão responder a esse tipo de acção por uma indagação, e com base nas crenças que tiverem individualmente, podem apresentar uma resposta confusa e chegar mesmo a rebelar-se de uma forma objectiva a esse tipo de interacção, por as crenças que têm lhes ditarem que isso seja um comportamento  inaceitável e que estejam a experimentar loucura.

RODNEY:  Isso não aconteceu com a minha mãe.

ELIAS:  Correcto.  O que estou a dizer é que se estiverdes....

RODNEY:  Se alguma coisa teve em relação a isso... hesitaria em empregar o termo “humorada”, mas certamente que se sentiu bem em relação a isso.

ELIAS:  Justamente, por isso não representar acção nenhuma ameaçadora. Consta unicamente de uma interacção e da percepção de outros focos do indivíduo, que é o se tido que ocorre no acto da transição.

RODNEY:  Bom, agradeço-te por tudo isso. Isso parece preencher uma lacuna (carência) que tinha em relação a essas coisas.



Gostaria de mencionar uma outra coisa em relação à nossa última sessão que foi extremamente provocadora. Tenho esta ideia de que se tivermos uma ideia forte ou visualização, ela de uma maneira qualquer cria ou que nós estamos no acto de criar a nossa realidade. Estou a pensar no cão que surgiu no sonho que tive, que para mim representa uma ideia tão querida. Gostava de saber se os elementos do sonho prosseguem. Terão identidade própria? Que lhes acontecerá após o sonho? Creio que estou a colocar uma pergunta idiota, que é, que foi que aconteceu ao cão do meu sonho?

ELIAS:  Não é uma pergunta idiota, conforme lhe chamas. Deixa que te diga que o simbolismo onírico constitui uma projecção de TI.

RODNEY:  Posso-te interromper por um segundo?

ELIAS:  Podes. 


RODNEY:  Gostaria de mudar a minha cassete. (Pausa breve)  Muito obrigado.

ELIAS:  Não tens de quê.


As imagens dos sonhos constituem uma projecção de vós. São muito similares às imagens que criais no vosso estado desperto. Nessa medida, podeis criar acontecimentos no vosso estado de vigília, que eles são elementos da vossa criação.


As imagens oníricas são criadas da mesma forma que os acontecimentos no vosso estado de vigília; não necessariamente pela criação de formas de objectos ou de criaturas sólidas, mas no sentido de todas as imagens que vos compõem o vosso estado dos sonhos constituírem um acontecimento. Por isso, o cão ou um outro indivíduo ou qualquer elemento presente no vosso sonho constitui um aspecto vosso. A actividade que está a ser criada nele constitui o acontecimento, o qual cria uma acção, uma direcção que está relacionada com a vossa realidade objectiva do estado de vigília.


Nessa medida, não existe qualquer cão que possa ter continuidade – nem realidade alguma que possa ter continuidade junto com ele ou em que ele possa definir escolhas em qualquer tipo de realidade que seja – por não se tratar necessariamente de cão nenhum. É uma projecção de energia – do mesmo modo que o nosso holograma – de ti. Trata-se de um elemento, de um aspecto de ti próprio que projectas no exterior numa forma temporária.
Essa é uma manipulação muito eficaz da energia. É uma projecção de energia que brota de ti para o exterior que tu manipulas como se manipulasses um pedaço de barro. Molda-la em qualquer imagem que escolhas moldá-la, seja qual for a simbologia deverá falar-te pelo mais eficiente dos modos, e tu examinas a acção, o acontecimento, à medida que crias a sua representação nas imagens do teu sonho.


Assim que interromperes o sonho, a energia permanecerá em ti, para a reconfigurares e uma vez mais a projectes no exterior no teu estado de consciência de vigília ou objectiva, e desse modo procedas à (continuidade da) criação da tua realidade objectiva.


De certa forma, a vossa simbologia onírica constitui os modelos para a edificação da vossa realidade do estado desperto.

RODNEY:  Muito bem. Penso que o que me tenha impelido a colocar a pergunta tenha sido um diálogo qualquer que li no Material Seth que a Jane Roberts descobriu uma criatura peluda numa das suas experiências fora-do-corpo, que o Seth lhe disse ter sido criada por ela devido a uma depressão em que tinha estado envolvida, num dos dias anteriores. Do que dizes depreendo que as imagens dos sonhos seja de uma ordem completamente diferente daquela que activamente criamos nos nossos momentos do estado desperto. O Robert Butts envolveu-se com a pintura de algumas das imagens que lhe vieram em sonhos, coisa que o Seth o encorajou a fazer, e eu gostava de saber, como não me envolvo nesse tipo de criação, ou nunca o fiz, e ocorreu-me que pudesse ter algum valor para mim. Gostarias de comentar isso?

ELIAS:  Muito bem.


Bom; deixa que inicialmente aborde a declaração inteira que fizeste, por antes de mais, as vossas imagens oníricas terem uma qualidade diferente do que a das criações do estado desperto em certos aspectos, mas não pertencem a uma ordem por completo diferente, por ambas constituírem uma projecção da vossa energia que estais a criar e ambas são expressões de vós.


Uma constitui uma expressão subjectiva que consta de uma comunicação dirigida a vós próprios e que é traduzida objectivamente por imagens. A outra representa um movimento subjectivo que é traduzido para a solidez objectiva, por assim dizer, no estado desperto. Portanto, elas encontram-se bastante em harmonia uma com a outra e não pertencem de todo a uma qualidade diferente.


Deixa que seja bem claro quanto a isto, por se aproximarem muito na qualidade, mais do que percebeis.



Essa é a razão por que as pessoas têm tanta dificuldade em apresentar a elas próprias uma interpretação para os sonhos, por encararem as imagens oníricas como muito afastadas das imagens objectivas do estado desperto que criam, e esse não é necessariamente o caso.



Quanto à projecção dessa criatura, isso já envolve um tipo de acção diferente do das imagens do sonho, por isso representar uma efectiva projecção de energia sob a forma de uma entidade.

RODNEY:  Qual criatura?  Estarás a referir-te à criatura da Jane?

ELIAS:  Correcto.

RODNEY:  Está bem.

ELIAS:  Todos vós tendes a capacidade de criar esse mesmo tipo de imagens. Todos vós tendes a capacidade de projectar uma concentração energética a partir de vós e de criar uma entidade real que apresente uma forma física e solidez diante de vós.


Bom; dir-te-ei que muitas vezes esse tipo de projecção, esse tipo de criação, é criada com base na motivação do medo ou da ansiedade que é permitida que se acumule por enormes quantidades, por assim dizer, de energia concentrada, e quando o indivíduo concentra enormes quantidades de energia através da ansiedade ou do temor que sente numa certa direcção, pode na realidade projectar no exterior, a partir do seu campo de energia, uma manifestação de energia que se produzirá a si própria numa entidade real – numa criatura, num objecto – e essa entidade...

RODNEY:  O que eu compreendo, que no caso dela, ou fui levado a acreditar, chegou a ganhar uma vida própria.

ELIAS:  Isso por vezes também pode ocorrer.

Nessa medida, criareis o mesmo tipo de acção que um eu provável, mas essa entidade não terá continuidade nesta dimensão física actual na vossa percepção, mas deverá deslizar para uma realidade provável que terá uma realidade paralela a esta, e pode prosseguir nessa realidade, e criar as suas próprias escolhas, e continuar a ser a entidade que é.


RODNEY:  Essa é uma área de fascínio para mim, sabes? Do que me estás a dizer, parece que gozaríamos da oportunidade de criarmos seres, ou será melhor que lhes chame criações, a partir da energia do amor em vez do medo, e que podemos fazer isso com uma intenção objectiva em mente.

ELIAS:  Mas podeis!

RODNEY:  Mas não estou certo de alguma vez ter ouvido alguém abordar isso!

ELIAS:  A razão por que as pessoas não andam necessariamente a debater esse tipo de criações é a mesma por que não se acham necessariamente prontamente dispostas a debater o outro tipo de criação. Iso acha-se tudo baseado nas crenças que tendes. A tradução generalizada que fazeis desse tipo de criatura ou entidade que é criada da forma que apresentaste, que temos vindo a debater, seria encarado como um demónio ou uma entidade qualquer detentora de qualidades ameaçadoras, e existem crenças religiosas de uma natureza premente a associar a esses tipos de criação.


RODNEY:  Estou consciente disso.

ELIAS:
Existem igualmente fortes crenças religiosas que são associadas ao outro tipo de expressão, por poderdes criar o mesmo tipo de projecção sob o aspecto de uma expressão de carinho e projectar energia dessa maneira, e podeis também criar uma entidade real se concentrardes um volume de energia que passais a projectar. Mas nesse tipo de projecções, por vezes expressais a vós próprios o aparecimento espontâneo de um anjo. (Com uma ligeira risada)

RODNEY:  Está bem.  Ainda não consegui isso!

ELIAS:  Qualquer dessas criações são muito pouco habituais. As pessoas, no geral, não criam nenhuma dessas projecções extremadas de energia concentrada, mas acontece.


RODNEY:  Bom, parecer-me-ia que se não estivéssemos tão tensos em relação às conotações religiosas que aqui implícitas, poderíamos gozar de um pouco mais de liberdade nas crenças que temos a ponto de podermos tornar-nos assim criativos.

ELIAS:  Se o preferirdes, embora isso não tenha importância.


Projectarás a concentração de energia numa área a fim de criares uma entidade real e uma forma que passe a concentrar-se dentro de certos limites, para falar em termos figurativos, por si só, ou dispersarás essa energia e dissiparás a intensidade dela, mas apresentarás também a sua expressão ao longo das tuas experiências e dos encontros que tiveres e do que envolveres e das interacções com outros indivíduos, seja por que modo for?

RODNEY:  Muito bem.  Vou ter que voltar atrás.  Posso assar para uma outra área?

ELIAS:  Podes.


RODNEY:   Encontrei duas pessoas ultimamente que falaram de um relacionamento comigo num outro foco. Uma, foi uma jovem rapariga que acreditou que tivesse sido seu marido num outro foco, e devo admitir que se deu um reconhecimento abrupto de uma energia significativa entre nós os dois quando ela teve esse pronunciamento. O primeiro nome dela começa por um B.

A outra foi uma mulher idosa, uma mulher mais madura, cujo primeiro nome começa por um E, e ela defende que tivemos um relacionamento num outro foco, mas que eu a tinha deixado e tinha casado ou tomado esposa mais da minha posição, que ela deixou entender que era mais elevada do que a dela.



Estou a tentar chegar a uma consciência qualquer de sintonia com outros focos, e gostava de saber se poderás comentar esses dois em particular, não só por me sentir curiosos em relação a eles, mas por estar a tentar tomar consciência do que parecerá estar em contacto com esse tipo de informação.

ELIAS:  Vou-te dizer que ambas essas narrativas estão correctas.

RODNEY:  Estão correctas?


ELIAS:  Sim. Nessa medida, esses indivíduos têm uma consciência objectiva da interacção que têm contigo num outro foco, por estarem a admitir o trespasse e a permitir-se abrir-se à consciência objectiva disso.


Ora bem; quanto à pergunta que fizeste sobre o que poderás experimentar nesse tipo de consciência, eu digo-te que, se te permitires abrir-te a ti próprio e começares a expandir a consciência que tens, conforme já estás, também te tornas sensitivo, por assim dizer, em relação a movimentos do âmbito da energia, e tornas-te sensitivo em relação às lembranças.

As lembranças não são memórias de acontecimentos, mas lembranças de vós próprios e da globalidade do vosso ser enquanto essência.


Agora; isso poderá por vezes incorporar a recordação de acontecimentos, mas não é necessário, por assim dizer.


Eu encorajo as pessoas a investigar e a explorar outros focos que têm pela simples razão de isso lhes proporcionar uma maior informação sobre elas próprias e uma maior familiaridade em relação à expansão delas próprias, e lhes deslocar a atenção para fora do isolacionismo deste foco único.

Por isso, pode ser benéfico para muitas pessoas apresentar a elas próprias uma exploração de outros focos, mas independentemente do facto de optardes ou não por investigar outros focos, haveis de notar no vosso enfoque físico certos pontos de atracção para com outros indivíduos que encontrais objectivamente.


Tu também experimentaste isso no teu foco. Passaste pela experiência de certos indivíduos a quem respondes por um sentimento de repulsa, certos indivíduos em relação a quem reages com ternura, certos indivíduos a quem por breves instantes desencadeiem um sentimento temporário de deja vu. Isso ocorre no caso de todos os indivíduos que se manifestam ano enfoque físico, por em certa medida todos possuirdes uma consciência objectiva da interligação e de todos os focos que tendes e das interacções que tendes com outros indivíduos.


Agora; se optares por passar a investigar a área de outros focos, eu encorajo-te a faze-lo. Se preferires não envolver essa acção, isso também é aceitável. Não obstante, haverás de notar factores de atracção objectivos – ou de repulsa - em relação a outros indivíduos com quem interages e a quem encontras.


Ora bem; por vezes isso pode representar uma reacção à acção de contraparte, mas outras vezes pode não passar do reconhecimento de terdes outros focos com outra pessoa.


Deixa que te diga que muitas, muitas vezes, as pessoas podem perguntar-me: “Qual será a ligação que tenho com este indivíduo ou aquele indivíduo?” Podes ler essas passagens muitas vezes nas nossas transcrições.

RODNEY:  Já vi sim!

ELIAS:  Nessa medida, na sua maior parte, identificarás que a resposta que dou a esse tipo de questionário é a de que a pessoa partilha um outro foco com esse indivíduo que é objecto do interesse que manifesta pela pergunta que faz. Mais frequentemente, essa é a razão por que experimenta ou sente a resposta ou a atracção ou a ligação com outro indivíduo – mais frequentemente essa é a razão, e não o facto de estar a envolver uma acção de contraparte.

Por vezes, é uma acção de contraparte que tem lugar, mas como poderás constatar pelas nossas transcrições, muitas vezes mais é simplesmente uma situação de o indivíduo estar a reconhecer a ligação que tem, nos termos dele, da interacção que teve num outro foco com esse indivíduo, e ele percebe isso neste foco.



RODNEY:  Estou particularmente ciente de uma sessão que tiveste recentemente com uma mulher chamada Vivien em que ela demonstra ter muita consciência de muitos dos focos que tem, e ela incita-me a fazer-te uma série de perguntas. Uma das quais é: Quantos focos tive nesta dimensão física, e de quantos deles conseguirei ter consciência?
ELIAS:  Nesta dimensão física, o número total de focos que tens é 1014.

RODNEY:  “Deus do céu!”

ELIAS:  Nesta dimensão física, aqueles focos que apresentam similaridade de tom a este presente foco em razão do que te seja mais fácil aceder, é de 408.
RODNEY:  Isso parece uns números exorbitantes. Seria possível designar uma área particular ou época de um desses focos particulares em que possa focar a minha atenção?

ELIAS:  Muito bem.  Posso-to apresentar, a título de ponto de partida, por assim dizer.
RODNEY:  Um em relação ao qual consiga resultados fáceis.
ELIAS:  Muito bem.  Posso-te dar conta de dois com que poderás experimentar.

RODNEY:  Óptimo!

ELIAS:  Um...

RODNEY:  Peço desculpa?

ELIAS:  Um foco na localidade física da Grécia. Tens a posição do que é reconhecido como de um erudito, ou de um professor. Exerces interacção com catorze alunos. Nessa medida, instruis esses alunos, que assumem uma ocupação aristocrática...

RODNEY:  Desculpa.  Estou de novo a trocar a cassete. (Breve pausa)  Muito bem, peço desculpa.  Instruo o quê?

ELIAS:  Esses estudantes que ocupam uma posição na aristocracia, instrui-los na área da filosofia e das matemáticas e da estratégia.


Nessa medida, não te comprometes com o casamento, por assim dizer, embora tenhas relações com várias estudantes femininas na categoria de actividade ligadas ao prazer mas não te achas intimamente envolvida com elas, por a actividade de ensino e de estudo que exerces ser prioritária nesse teu foco.
RODNEY:  Mas com o “não de forma íntima”, queres dizer que não seja emocionalmente?

ELIAS:  Correcto.
RODNEY:  Muito bem.  Todavia deixas entender que envolva prazeres físicos.

ELIAS:  Correcto.  Poderás igualmente investigar um outro foco...

RODNEY:  Posso perguntar-te em que período histórico isso se situa?
ELIAS:  Período, século sexto antes de Cristo.
RODNEY:  A sério!? Existirá algum local particular na Grécia que consigas identificar, ou isso não é útil?
ELIAS:  Posso-te sugerir que isso deverá constituir um bom ponto de começo para TU investigares!
RODNEY:  Muito bem! (A rir)

ELIAS:  AH AH!  Também te posso dizer...
RODNEY:  Parece ser um foco que consiga começar a entender.

ELIAS:  Justamente! Com isso também poderás reconhecer que estabeleces amizade com vários outros indivíduos, todos do sexo masculino, amizade íntima tipo relacionamentos chegados, conforme o designarias, ao partilhares amizades e ideias assim como expressões emocionais.

RODNEY:  Muito bem.

ELIAS:  Podes igualmente investigar um outro foco situado na área da vossa América do Sul. Situado no Chili...

RODNEY:  Chili?
ELIAS:  Correcto. Nessa medida, o período é o de meados do século 19, e o indivíduo ocupa uma posição de uma camponêsa. Este indivíduo reside numa aldeia, interage com muitos outros aldeãos, é de uma natureza afável, mas tem muito poucos ganhos monetários.

RODNEY:  Ganha pouco.

ELIAS:  Exacto, mas proporciona muito aos outros assim como a ela própria na área da expressões do humor e do entretenimento.
RODNEY:  Espera lá.  Humor... proporciona muito aos outros?

ELIAS:  E a ela própria.

RODNEY:  E a ela própria... é de uma natureza bem-humorada?
ELIAS:  Assim como entretenimento.

RODNEY:  Tudo bem.

ELIAS:  Esse indivíduo, poder-se-ia dizer, é bem quisto.

RODNEY:  Por toda a gente?

ELIAS:  Exacto.

RODNEY:  Muito bem!  Isso parece um ponto de partida!
ELIAS:  Mas eu digo-te que podes incorporar uma maior diversão na tua investigação!

RODNEY:  (A rir)  Obrigado, excelentíssimo senhor!

ELIAS:  Não tens o que agradecer!
RODNEY:  Nesta mesma linha, sinto curiosidade em saber... eu pertenço a um grupo masculino... ajudei a formar um pequeno grupo composto por doze homens, há cerca de cinco ou seis anos atrás, e temos vindo a encontrar-nos semana sim semana não, desde então, E partilhamos muito das nossas vidas uns com os outros durante esses anos todos, e sinto curiosidade em sabe se terei alguma relação com algum desses indivíduos em outros focos.
ELIAS:  Mas começas a trilhar o teu rumo! Parabéns, Zacharie! (O Rodney desta a rir) Vou-te atribuir um ponto...

RODNEY:  Que quer isso dizer?
ELIAS:  Vou-te atribuir um ponto, por já estares a começar a estabelecer a ligação, por eu te ter sugerido esse foco particular situado na Grécia de forma bastante intencional, de modo a te permitires estabelecer uma ligação objectiva quanto à acção de trespasse que tem lugar neste foco presente em conjunção com esse foco particular, por teres um relacionamento com determinados indivíduos do teu grupo que iniciaste igualmente nesse foco!

RODNEY:  Ah, não! (A rir)

ELIAS:  Eu não te disse na explicação que te dei, que deténs um relacionamento íntimo com vários outros indivíduo, todos do sexo masculino, nesse foco, e que a natureza do relacionamento que tens se situa na área da filosofia, do debate, das experiências e das expressões emocionais, de forma similar ao que criaste no teu foco?
RODNEY:  Muito bem, excelentíssimo cavalheiro! (O Elias ri)  Fico-te grato por esse encorajamento!


ELIAS:  Não tens de quê.  Vou antecipar mais uma pergunta e vamos dar por terminado, por não desejar sobrecarregar o Michael.
RODNEY:  Agradecido por isso.  No debate... Cobriste tanta coisa com isto! (Pausa)  Uma outra pergunta é a seguinte:  No debate que tiveste sobre a orientação sexual e a orientação intermédia, comum e soft, não consegui evitar estabelecer um paralelo entre a orientação comum, a que creio pertencer, conforme já me terás dito que pertencia...

ELIAS:  Estás certo.
RODNEY: ...e a definição de extrovertido conforme empregue pelo Carl Jung. O entendimento que tenho do que ele queria dizer com isso é o de que os extrovertidos também focam a atenção no exterior e parecem energizar-se com o que sucede fora deles, e que o termo introvertido diz respeito que focam a sua atenção no interior e são energizados pelos eventos que têm lugar interiormente. Não estou a sugerir que seja unicamente o que referes por comum e intermédio, mas queria saber se essa relação estará pelo menos parcialmente correcta.
ELIAS:  Parcialmente, sim, muito embora também possais atribuir certas expressões de extroversão a indivíduos que têm uma orientação soft, por vezes.
RODNEY:  Ah, pois. Na verdade anotei aqui que a definição que dás à soft incorpora ambos os comportamentos de um extrovertido e de um introvertido numa ou noutra altura.

ELIAS:  Correcto.
RODNEY:  Está bem, está bem. Estou simplesmente a tentar melhorar a compreensão que tenho destes conceitos que estás a avançar. (O Elias ri) Agradecido!

ELIAS:  Eu encorajo bastante as tuas contínuas explorações, Zacharie!

RODNEY:  Espero voltar a conversar contigo em breve.

ELIAS:  Ah, e eu também!

RODNEY:  ( A rir)  Obrigado!
ELIAS:  E iremos prosseguir com a interacção que estamos a ter, e eu continuarei a estender-te energia nas tuas investigações e divertimento!

RODNEY:  Obrigado, senhor!

ELIAS:  Ah ah ah!  Não tens de quê, senhor!

RODNEY:  (A rir)  Adeuzinho.

ELIAS:  Ah ah!  Para ti neste dia, estendendo-te uma enorme afeição e antecipando o próximo encontro, com um carinhoso au revoir.

RODNEY:  Obrigado.

Elias parte às 2:50 da tarde.

© 1999  Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados


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