sexta-feira, 8 de março de 2013

“INTENÇÃO - O DINHEIRO VEM POR ACRÉSCIMO!"

INTENÇÃO - O DINHEIRO VEM POR ACRÉSCIMO! *

Sessão 3142 (Excerto)

Tradução: Amadeu Duarte

Participantes: Terri (Uliva); Mary (Michael)

Terça-feira, 6 de Novembro de 2012


Elias: Bom dia.


Terri: Bom dia.


Elias: Ah ah! (Com ar entusiasmado) Como estás tu a prosseguir?


Terri: Estou excitada e a fazer planos.


Elias: Aaah, (Com ar de admiração) Excelente! Conta lá!


Terri: Tem sido muito, muito bom relativamente à imaginação e atirar comigo para a posição imaginada, e para as coisas que vou fazer, e em grande parte saber abrir mão disso, considerar a possibilidade que estava por baixo, e mover a minha intenção... (Ininteligível) e suscitar um segunda solução... E acredito, acredito verdadeiramente... (Ininteligível)


Elias: Permite que te dê uma explicação que não dei previamente relacionada com a mecânica que assiste à forma como estais a criar a vossa realidade. Conforme terás consciência, eu refiro de uma forma bastante consistente e repetidas vezes o importante que é prestar atenção e atender ao processo em vez do resultado. E as pessoas acham-se razoavelmente familiarizadas com essa minha afirmação. Agora, deixa que explique porquê.


Terri: ...(Ininteligível)


Elias: Sim! A razão por que é importante, deve-se ao facto de, assim que definirdes uma intenção, a criação já se acha manifestada.


Terri: Certo. Eu realmente creio nisso. Eu realmente acredito nisso, no sentido...


Elias: Isso é muito importante devido ao facto de, assim que definis a direcção, a orientação - independentemente do facto de a verem fisicamente ou não, em frente de vós – a intenção já se acha manifestada. Portanto, tudo o que é requerido, é voltar-vos na direcção disso e reivindicá-lo.


Terri: Eu acredito piamente nisso... (Ininteligível)


Elias: Isso é o que o processo envolve. E é também a razão por que não é tão importante assim focar-vos no resultado, por o resultado já se achar criado. E nisso, é uma simples questão do modo como ides no encalço disso e o reclamais. Se não prestardes atenção ao processo o provável é que useis labirintos ao vos colocardes no encalço dessa manifestação, e da sua reclamação, em vez de vos meterdes directamente no encalço dela e de a reclamardes. E nessa medida, quando compreenderdes a intenção que tiverdes, qualquer que seja, ela já se acha manifestada, já tem existência.


Terri: E já sou capaz de o sentir. Concordarias que esteja a encaminhar-me nessa direcção?


Elias. Concordo, sim!


Terri: É que já consigo senti-lo; consigo sentir isso a acontecer, consigo sentir a energia que envolve, e simplesmente sinto-a no meu ser, como se já estivesse a fazer as coisas que quero fazer.


Elias: Parabéns! Isso é excelente, minha amiga, por representar a “chave”. Quando gerais um conhecimento desses, de já ter existência – não a ideia, nem o conceito mas o saber, a experiência disso – quando empregais esse saber, evitais os labirintos, e encaminhais-vos directamente no seu sentido e reclamai-lo. Porque nesse caso evitam que curvas ou ângulos vos afastem - não que não possam apresentar-se ângulos ou curvas por si só, mas a diferença está em que quando experimentais esse saber, esse conhecimento de já ter existência, que a vossa intenção já criou, e de ser apenas uma questão de vos encaminhardes na direcção disso e de o reclamardes, esse é o elemento determinante que passa a ser criado dentro de vós. E essa determinação não admitirá as curvas nem os ângulos que se apresentarem a dissuadir-vos ou que vos desencorajam e não permitirá que vos demovam da rota que tiverdes estabelecido.


Poderão apresentar-se-vos, mas com essa determinação, simplesmente varrê-los-eis para o lado e continuareis a encaminhar-vos em frente, rumo à reclamação do que já se achar criado. E, quanto mais determinação usardes – a qual, recorda... Em que consiste a determinação?


Terri: Hmm... Na motivação?


Elias: Ela influencia a motivação. A determinação consiste na ausência de dúvida. Não tendes a menor dúvida. Quando expressais uma determinação genuína, não admitis a dúvida. Desse modo, quanto mais expressardes uma determinação dessas, mais dirigido será o embalo que criais rumo à manifestação – que já tem existência (Nota do tradutor: Na área de consciência 2, ou astral e causal).


Bom; diria que em muitas situações, mas não em todas, essa determinação influencia igualmente os factores temporais, e encurta consideravelmente os factores de tempo que expressais na conclusão da manifestação e da sua reclamação. Isso geralmente, na maior parte dos casos, diria que dependendo do indivíduo, a determinação pode ser uma constante e achar-se presente, mas também poderão gerar mais do que uma direcção ao mesmo tempo, e assim isso poderá influenciar o factor “tempo” que a conclusão da intenção reclamada envolve. Mas nessas situações, que não se aplicam neste teu caso, o indivíduo ao longo do percurso do processo que envolve reclama diferentes manifestações, por assim dizer. E ao proceder desse modo, o que acontece é que reclama-as de certo modo, metaforicamente, pela ordem da importância que apresentarem.


Terri: Isso é o mais importante, de momento. Eu considerei isso e a coisa transformou-se, pelo que pensei: “Tudo bem, como poderei usar a minha criatividade e a minha imaginação para ver a que podia chegar que me rendesse e me desse o que eu quero... situação.


Elias. Excelente! Estás a mostrar-te determinada, estás a avançar, não estás a permitir que a dúvida constitua um impedimento, e estás activamente empenhada. Excelente!


Terri: Por isso, a impressão que tenho é que lá por este final de semana, quando... voltar e conversarmos sobre isso, eu possa receber um email a responder-me. Por isso, a pergunta que eu faço é, da forma que a coisa está, eu sei que não devo apegar-me ao facto disso se apresentar... mas que lá por este fim-de-semana poderá representar um excelente passo consequente. Ou devo confiar que não preciso de um passo consequente?


Elias: Mas, que ideia é que fazes?


Terri: Em relação ao passo consequente?


Elias: Sim.


Terri: É a de ir lá.


Elias: E fazer o quê?


Terri: Verificar junto de... a ver se está interessado na proposta que apresentei; assim, a pergunta que faço é, como é que a minha proposta foi considerada?


Elias: Isso ainda não teve lugar em termos concretos.


Terri: Mas já a terá visto?


Elias: Viu, mas ainda não teve tempo para considerar.


Terri: Está bem... (Ininteligível)


Elias: Não, não. Mas de facto ainda não teve ocasião de lhe dar atenção.


Terri:... (Ininteligível)


Elias: Sim, mas não é uma questão de reacenderes. Isso é, por assim dizer, uma coisa a dar seguimento... não é uma questão de reacenderes, por isso implicar... (Incompreensível)


Terri: ... (Ininteligível)


Elias: Correcto, correcto, mas esse não é o caso. Trata-se mais de um reforço.


Terri: ...o carro?


Terri: Sim. Por a impressão que tenho ser a de que ele se sinta entusiasmado em relação ao potencial. E ele está a tratar de uma maneira de lhe apresentar isso a ela, de forma a produzir esse entusiasmo, por eu pensar que ela tem estado afastada desse entusiasmo, e ele desejar isso...


Elias: Concordo. Agora, nesse sentido, deixa que eu te expresse um encorajamento. Que é que consideras relativamente à forma como poderias directamente envolver esse outro indivíduo, ou inspirá-la? A ela.


Terri: A ela?! Era o que eu estava a pensar ao considerar o fim-de-semana quando ambas estivermos lá e a conhecer pessoalmente. Pensas que este fim-de-semana seja demasiado cedo para isso, ou que seja melhor deixarmos que passe mais um tempo?


Elias: Não, diria que não é necessário deixar passar mais tempo; também diria que isso te apresentará a oportunidade de a envolveres e abordares directamente. E que a partir desse ponto poderás avaliar o que se revelar pessoalmente confortável para ti, se envolveres um outro passo ou se deixares passar um tempo em que eles possam gerar um envolvimento da parte deles. Isso fica ao teu critério. Mas tomares a iniciativa directamente, conforme apresentaste a ideia, talvez seja benéfico por te permitir – não forçar – mas convidá-la a participar. Isso é um factor a ter em presente; tu estás a convidá-los, não estás a endereçar-te no sentido dos planos nem das escolhas que tu queres impingir aos outros. O que estás a fazer é a abordá-los de um ângulo diferente em que dás continuidade à expressão da paixão que sentes, da determinação que sentes, da direcção que tomas, que isso avançará independentemente; e que estás a convidá-los a participar. Estás a partilhar a paixão que sentes, estás a partilhar o entusiasmo e o interesse que sentes, e estás a requerer a participação deles por intermédio de um convite.


Terri: Creio que isso surgiu através da carta, o facto de reforçar mais isso em pessoa... partilhar isso... A outra pergunta que queria fazer é se a oferta que foi apresentada terá sido suficiente e se os terá movido no sentido de pensar na minha. É tão excitante! É tão excitante! (Comovida)


Elias: Ah ah ah ah! Felicito-te enormemente com os meus parabéns, minha amiga. Agarra-te a esse entusiasmo.


Terri: Ah, mas é claro! Já adicionei isso à minha página do Facebook, por pensar que seja, sabes, de verdade... que não devia colocar isto...  mas está feito, sinto-me muito entusiasmada mas não posso... aos meus amigos mais sensatos para imaginar o que seria a próxima sessão...


Elias: Excelente! Excelente! Portanto, tu estás a atrair energia...


Terri: Claro, claro!


Elias: ...e a atrair, a convidar mais indivíduos para participar. Excelente.


Terri:  E a usar a minha imaginação. (Ri)


Elias: O meu tremendo reconhecimento; isso é uma excelente expressão, e representa uma validação.


Terri: Isso equivale à minha tese de doutoramento. Assim que conseguir isso e o fizer correctamente e os agarrar, realizo o que quero realizar. Mas não me vou deter por aí, vou-me expandir.


Elias: Eu estou a compreender, e essa é uma excelente questão, por também ter expressado muitas vezes que um factor chave naquilo que criais no futuro é, de certo modo, articulado, no que estiverdes a criar agora, por isso estabelecer a fundação do futuro. E nessa medida, já se apresentaram muitas alturas, no caso de muitos indivíduos, em que expressei que prestassem atenção ao que estão a fazer no momento e para expressarem apreço e satisfação pelo que têm agora. Mas vou-te dizer que até esta altura, a maioria das pessoas não entendem isso muito bem. Por a ideia automática que têm ser: “Se me sentir satisfeito com o que agora tenho, não sentirei motivação alguma para fazer mais,” o que está completamente errado, por a natureza da consciência se fundar na expansão; e que coisa envolverá a expansão senão mais?


Terri: Isto vai ser o meu trampolim para o meu...


Elias: Precisamente! Quanto mais expressares uma satisfação genuína em relação ao que tens, mais atrairás a ti, e mais te expandirás; trata-se de uma expressão natural. Por não estares a criar obstáculo nenhum, nem estares a criar a energia do tipo “suficiente”. Quando criais a energia do “suficiente”, conforme estás ciente, é isso exactamente que passais a criar. Mas quando te sentes satisfeita, e genuinamente sentes essa satisfação em ti em relação ao que estás a fazer e ao que tens, tu automaticamente começas a expandir-te e a avançar em mais direcções, por isso traduzir a natureza da consciência.


Terri: Vou voltar atrás àquele emaranhado... Gostava de saber como isso irá afectar o andamento... quando chegar lá à cidade...


Elias: Sim, essa é uma questão excelente, porque, se te voltares na direcção de te forçares ou de alterares os planos que tens pressionando-te, isso te ir derrotar a intenção. Por isso, sim, é mais uma questão de confiares e também de te permitires fluir numa direcção natural e por meio de um movimento natural, sem te pressionares numa ou noutra direcção. E neste caso, é uma questão de seres flexível; isso faz parte da coisa, faz parte dessa expressão de equilíbrio; se estiveres a fazer isso e estiveres a mover-te com naturalidade numa direcção diferente no período deste fim-de-semana, permite-te uma ter uma fluência natural, e tem consciência de que, quando tiveres disponibilidade e estiveres preparada criarás esse encontro.


Terri: Além disso, a primeira impressão que tive seria a de eu poder ficar por lá e conhecê-lo, e oferecer-me para regressar na próxima semana... de modo que não seria uma oportunidade desperdiçada.


Elias: Mas tu podes. Correcto. E isso não representaria uma oportunidade desperdiçada.

Terri: Deste modo, estou a aplicar tudo quanto me ensinaste nos últimos cinco ou seis anos a todas as coisas. (A rir)


Elias: Excelente! Mas eu diria ser importante que te permitas ter uma fluência dessas, e não a interromperes nem fragmentares.


Terri: Não fiz nada disso... ergui os olhos e vi... e pensei para comigo que estava a meio do caminho para alcançar isso. Será essa a imagem que corresponde...?


Elias: É!


Terri: E lembrei-me das quedas de água e das bolhas...


Elias: Sim.


Terri: Intuição. (A rir)


Elias: Ah ah ah ah!


Terri: Eu sinto que obtive encorajamento da parte do meu pai, de ti, do Patel, sinto mesmo que cada dia...


Elias: E com boa razão!


Terri: Possivelmente.


Elias: Ah ah ah ah!


Terri: É de tal modo perfeito, é tão perfeito... Não podia ter encontrado melhor onde viver...


Elias: O que também constitui uma outra validação.


Terri: E ao me encontrar contigo e me ir embora e me divertir neste sim-de-semana, e o valioso que disseste que o retiro que fiz da última vez foi, sinto que este sentimento evoluirá, ambos também sentimos isso, o sentimento, o entusiasmo e a energia que sinto...


Elias: Sim.


Terri: ...e ao trazer isso à conversa de novo...


Elias: Isso propaga-se, sim...


Terri: ...isso propaga-se...


Elias: Ah ah ah ah! Não consigo dar-te conta do entusiasmo que sinto. Parabéns! Esta é uma consecução espantosa, minha amiga, e eu confirmo o quão tens prestado atenção assim como toda a energia que tens expressado no sentido de realizares um sonho.


Terri: Sim, um grande sonho. Um Sonho. São vários sonhos que estão a formar-se em conjunto e a tornar-se num Sonho mais vasto...


Elias: O que é excelente. E eu sempre encorajo os sonhos.


Terri: Mas sabes, eu estava esta manhã a pensar num dinheirinho, por achar que serviria como um enorme alívio, só que ajudada por este projecto, ao me aliviar em relação à pressão que é exercida em relação à minha casa... e poderei abordar as pessoas de diferentes formas de modo a conseguir atrair dinheiro ou atrair uma possibilidade de ir... terás algum concelho a dar-me em relação a isso?


Elias: De que forma?


Terri: Eu simplesmente sinto a possibilidade de alguma coisa me dificultar um pouco, em que ainda não tenha posto a mão; eu estou a ser muito mais... ao sonhar esta manhã e ao continuar a trabalhar em tornar a forma como criamos a nossa realidade numa equação Física, e eu que nada percebo de Física... (A rir)


Elias: Ah ah! Excelente!


Terri: E estava a debater-me com...  eu observarei a essência do Einstein?


Elias: Sim. 


Terri: Eu estava a aceder ao período de tempo... (Ininteligível)


Elias: Mas lembrar-te-ia para não te deixares aprisionar pela ideia da sequência - que uma acção deva seguir-se a outra. Ou que uma acção deva preceder outra, ou ser percursora de outra, por não ser inteiramente verdade. E nessa medida, isso permite-te dispor de uma maior flexibilidade, em que não te tenhas que preocupar com a sequência dos eventos ou das condições. Em especial com respeito ao dinheiro, por não ser uma questão em que o dinheiro deva aparecer em primeiro lugar, para depois conseguires responder. Não necessariamente. Isso corresponde a uma sequência com que estais familiarizados, mas que não é necessariamente correcta nem corresponde muito à orientação que pode ter lugar. Na verdade, em muitas, muitas situações, é o dinheiro que na verdade acompanha outras acções (a situação). E produzir os passos para possibilitar a situação e reclamar a vossa situação, em muitos casos, constitui a primeira acção, e o dinheiro vem a seguir... Ah ah ah ah. Excelente.

...


Notas do tradutor: 


* Eis o desafio bem concreto! Em que é que acreditamos? No dinheiro? Nos factores extra que garantam a segurança? Nas condições indispensáveis para singrarmos na carreira, nos relacionamentos e na vida em geral, como a compatibilidade, na efectiva correspondência por parte dos outros, a segurança? Ou na nossa capacidade intrínseca de nos desenvolvermos pelo acalento da compreensão correcta, da atenção correcta, que é para com a atitude que definimos, pela intenção correcta, pela acção correcta?


Porque, caso contrário, podemos desviar-nos para os atalhos (os caminhos fáceis contra os quais a Igreja tanto prega mas que não explicita!) podemos resvalar para a definição de pactos insensatos e sem saída com a vida e connosco próprios pelos quais só sabotamos as próprias intenções e só derrotamos o próprio esforço! Eis o cerne do desafio que lançamos a nós próprios através da “vida”, que é uma extensão de nós próprios e não uma coisa que “nos calhe por fatalidade”.


O desafio consiste em descobrirmos justamente que a vida é um jogo que jogamos como melhor soubermos, e em que se trapacearmos, estaremos unicamente a iludir-nos quanto às regras que impomos, que aqui são descritas de forma exponencialmente clara: desejo, reconhecimento do potencial, imaginação, acção, confiança, realização! Ou porventura ao contrário.


Contrariamente ao que é norma, e foi instituído sub-repticiamente pela cultura actual, o dinheiro não é o garante de coisa nenhuma. A atestá-lo está a prova evidente de quantos herdam enormes somas e fortunas e nada obtêm! Porquê? Porque lhes falta alguma garantia? Justamente pelo contrário; dispõem de garantia em excesso, e no entanto nada obtêm em termos reais, ou seja, em termos de sentido de valor próprio, respeito próprio, autoestima, capacidade de responder aos múltiplos – a quaisquer desafios que a vida nos propõe, em suma – zero satisfação e muito pouco sentido de amor-próprio. 


Não, não é o dinheiro que move o mundo! Somos nós, que quer motivamos pelo dinheiro ou pelo desejo de experiência podemos responder pela diferença. O sucesso advém, não dos factores alheios traçados acima mas do desenvolvimento de verdadeiro potencial do indivíduo. É claro que isso não invalida as conquistas associadas ao dinheiro; mas a associação que mencionamos simplesmente não é válida.


É a percepção, a vontade, a motivação, quando devidamente atendidas, quer pela atenção direccionada, que representa força, quer pelos impulsos que transmitimos a nós próprios, quer pelas impressões que, como extensão dos sentidos que respondem pela intuição. O dinheiro é o resultado, meus amigos, o resultado de todo um ciclo que ao se completar se torna numa espiral de crescimento que alastra e influencia (se propaga) às demais áreas do viver. O resultado de um processo vertical e não linear (que englobe o esforço, as múltiplas condicionantes ou pré-requisitos que nos ensinam com tanta ternura a correspondermos, nem que seja pelo um preço exorbitante do autossacrifício). Nada mais longe da verdade!


O cultivo da imaginação, o gosto por aquilo que se faz, a capacidade de resposta ao desafio que engloba a recusa liminar dos tais pré-requisitos mencionados, que conduzem à plena conquista, na plena e imediata satisfação, na plena confiança, ao êxito. Os resultados poderão não ser visíveis, mas a conquista, essa será inegável e o valor conquistado será tangível, e o próprio terá consciência disso.


Os factores adversos podem ser a competitividade (com base na comparação e na supressão) estresse, a ansiedade, a preocupação. Esses jamais deixarão de ser factores adversos ao sucesso, e não justificam o tempo e a energia que consomem. A diversão em meio ao que se empreende capacita muitíssimo mais o indivíduo. Isto é, em suma, o que posso referir ao atestar a informação aqui apresentada, que não será por demais realçar.

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