sábado, 16 de março de 2013

“FAMÍLIAS DA ESSÊNCIA”


“TRANSIÇÃO”

“FAMÍLIAS DA ESSÊNCIA”

“TRANSMISSÃO DE INERGIA DE INTERFERÊNCIA”

Sessão 68


Domingo, 28 de Janeiro de 1996 ©
Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Guin (Sophia), Tom (James), Jeri (Fromasch), e a... Shynla.

Tradução: Amadeu Duarte



Nota: A Mary não se estava a sentir bem de todo, esta noite. A despeito do facto, o Elias mostrou-se bastante focado e bastante directo, evidentemente sem sentir os sintomas que ela apresentava, de todo. De notar igualmente a conversa telefónica que o Elias teve com a Cathy, em que atendeu com o auscultador no ouvido esquerdo, de que a Mary mal consegue ouvir.

Elias chega às 7:07 da tarde. 


ELIAS: Boa noite. Vou, em primeiro lugar dirigir-me a uma preocupação respeitante a uma outra essência que interagiu com o Lawrence, ao fazer um problema (questionar) das analogias que empreguei na nossa última sessão. Essa essência do Ruburt discorda da descrição que fiz da interacção que se dá entre as famílias Sumari e Sumafi. Por isso, vou esclarecer.


A interpretação que fizeste da analogia que fiz pode estar distorcida, razão por que essa preocupação foi suscitada. Na verdade, essa essência tem razão. Não existe qualquer antes ou depois. Existe tudo, em simultâneo. Não tive a intenção de vos dizer que uma família tenha surgido na manifestação física seguida da outra, para depois a original seguir a segunda família; por existirem ao mesmo tempo. 


Eu compreendo a preocupação revelada por essa essência, no elemento de poderdes distorcer essa informação. Consequentemente, vou clarificar que nos termos físicos, a Sumari não surgiu de repente no vosso planeta! Ela acha-se incluída em todas as vossas civilizações, continuamente. Apenas emerge como um grupo dotado de uma intenção (objectivo) que é o que mover e de abalar as vossas culturas existentes. Por isso, ele tem razão. Não existe qualquer antes ou depois.


Peço desculpa por te ter fornecido uma analogia passível de te confundir, já que este tema em particular constitui um tema muito chegado a esta essência particular, e de grande interesse que não sofra distorção. Daí o meu esclarecimento.


TOM: Bom, obrigado, mas não encarei isso em termos de antes e depois. Entendi isso tudo como um só, de qualquer modo.


ELIAS: Eu estava a assegurar que estas essências presentes incorporariam esta informação correctamente, mas também compreendo a preocupação da parte de outra essência, que se acha muito envolvida com a família da essência Sumari e que não deseja que essa família seja mal interpretada em termos físicos. Essa distorção é bastante normal na manifestação física; daí que a preocupação tenha sido válida.


VICKI: (Erguendo a cabeça muito antes de formular a pergunta) Este Ruburt é o mesmo Ruburt de quem estou neste momento a ler um livro?


ELIAS: Exacto. 


VICKI: Ah, caramba! 


JERI: Falas tão baixinho, Vicki. O mesmo Ruburt que quê? 


VICKI: De quem estou neste momento a ler um livro. 


ELIAS: Que não se encontra fisicamente manifesto presentemente, mas que também é um grande artista do sonhar, e bastante adepto de conectar no estado do sonho.


VICKI: Ena! (Pausa) 


RON: Nesse caso terá isso que ver com o sonho que o Lawrence teve? (O Elias confirma)


VICKI: Obrigado. Eu ia perguntar isso esta noite. 


ELIAS: Não tens o que agradecer. (Pausa) Com este exemplo apresento-vos, apesar de ter apresentado informação relativa às famílias da essência, como agora vereis por meio da interacção, que embora possais estar ligados a uma família da essência particular, não existe segregação. Não existem separações nem divisões. Todas as famílias se cruzam umas com as outras.


Podeis encarar essas famílias como se fossem “raças psíquicas”, tal como incorporais diferentes raças físicas no vosso planeta dotadas de características próprias, mas cada uma incluindo igualmente indivíduos com os seus próprios focos individuais. Do mesmo modo, alinhais por essas famílias da essência, que também são passíveis de ser interpretadas como raças. Cada um de vós (A esta altura a Jeri abandona a sala, aparentemente chocada com alguma coisa. O Elias faz uma pausa, de olhos fechados, aparentemente a avaliar a situação, para em seguida prosseguir) possuís as vossas próprias qualidades individuais e individualidade, mas pertenceis a famílias da essência.


Por isso, tal como no foco físico podeis manifestar-vos numa linhagem Africana, e consequentemente a vossa pele poder ser escura, mas poderdes incorporar, na vossa manifestação física individual, distintas qualidades. Podeis optar por vos tornar num médico que seja dominado por uma outra raça física. Por isso, também possuís qualidades que alinham por uma outra família da essência, muito embora estejais inseridos numa família específica da essência. Estais a compreender estes conceitos?


RON: Basicamente. 


TOM: Bom, estou e não estou. Então o que estás a afirmar é que neste foco físico, embora possamos ser dotados de uma pele negra, estamos todos ligados nas famílias a que pertencemos basicamente como uma só, mas optamos por apresentar este aspecto acastanhado ou enegrecido, ou oriental, digamos, ou branco...


ELIAS: Errado. Estou a usar isto a título de exemplo. Visualizai, pela vossa parte, o foco físico. No foco físico, neste planeta que habitais, manifestais-vos através de muitas raças, não é? (O Tom concorda) Essas raças, em si mesmas, focam-se individualmente por diferentes manifestações. Certas raças excedem-se em determinados elementos do foco físico. Algumas não alinham por alguns elementos do foco físico.


Pelo vosso outro lado, comparáveis aos enfoques físicos e às raças que se manifestam na vossa dimensão física, dispondes de famílias a essência, que são passíveis de ser comparadas às vossas raças físicas. Nessa medida, elas espelham. Vós, nessas famílias da essência, também incorporais elementos que se cruzam com as concepções de cada uma das famílias da essência. Estou a estabelecer uma comparação entre o enfoque físico e o enfoque não-físico, de modo a mais facilmente poderdes compreender as famílias da essência. (Pausa)


TOM: Então, essas famílias da essência, por um lado, são compostas pelos indivíduos que se acham ocados fisicamente, que nós aqui representamos. Isso ter-se-á hipoteticamente originado no começo? Por outras palavras, essas essências que aqui se encontram colectivamente terão a ideia de criar isso aqui?


ELIAS: Tudo quanto se acha fisicamente manifestado constitui uma imagem espelhada do que já tem existência na consciência. (Pausa) Vós projectais no exterior aquilo de que já tendes conhecimento como realidade. (Pausa)


TOM: Entendido. 


ELIAS: Conforme declarei, não desejava debater essas famílias da essência de modo a perpetuar a vossa questão da separação. Essa não é a intenção. Apresentei essa informação, de forma a melhor possais vos poderdes compreender e às ligações que tendes.


TOM: Obrigado, Elias. Vou tentar expandir isso. 


ELIAS: Recorda também, quando vires esta transcrição particular, para a leres com cuidado; por me ter esforçado por ter cuidado com a escolha das palavras, de modo a não incluirdes qualquer separação. Não “nasceis nessas” famílias da essência. Elas não vêem em primeiro lugar. A individualidade que vos caracteriza é sempre soberana. Vós deixais-vos conduzir para as famílias da essência por “gostardes” delas!


TOM: Isso apresenta-se mais ou menos fora do percurso traçado. Terei eu alguma vez tido um foco físico de mulher?


ELIAS: Tiveste. 


TOM: Ultimamente tenho vindo a tocar nisso, creio que no meu lado feminino, muito mais durante as últimas semanas do que em mais alguma época da minha vida. Oh desculpem-me!


ELIAS: (A sorrir) Nesta vida! (Riso) 


TOM: Terei obtido alguma ligação? 


ELIAS: Continua com a conexão que estavas a estabelecer; porque quanto mais informação forneceres a ti próprio, relativamente a ti próprio, mais ampliarás a percepção que tens.


TOM: Obrigado. (Pausa) 


ELIAS: Sim, Lawrence? 


VICKI: Bom, esta noite tenho mais do que uma pergunta. Gostaria de perguntar, ou dizer, que no nosso jogo de Sábado passado notei, ao proceder à elaboração da transcrição, que tanto o Ron como eu tivemos um pouco de dificuldade com a verbalização de uma pergunta do jogo, e notei que achaste isso muito divertido, de ambas as vezes, e exactamente do mesmo modo.


ELIAS: (A sorrir) Ao me dirigir a essa pergunta, vou-vos pedir para vos deterdes neste instante e estabelecerdes conexão. Fechai os olhos e senti. Permiti-vos experimentar. (Pausa, enquanto todos tentamos isso) Agora, dizei-me: Que é que experimentais? Que é que notais?


VICKI: Notei somente um monte do que me pareceu cintilações de luz.


GUIN: Notei uma sensação de peso. 


JERI: Eu fui a um outro sítio qualquer quando explicaste isso pela primeira vez. Perdi algo antes de nos instruíres para fecharmos os olhos e experimentarmos isso, pelo que creio ter perdido o sentido do que estavas a indicar...


ELIAS: Não importa. A experiência ajustar-se-á. 


JERI: Bom, eu só vi... leveza é um termo excelente. Alguém o utilizou. A Vicki usou esse termo.


ELIAS: James? 


TOM: Eu estava a tentar chegar ao meu lado feminino. Também estava a pensar no que tinhas a dizer, antes.


ELIAS: Não estou a falar de pensar. 


TOM: Ah. Que foi que senti? 


ELIAS: Exacto. 


TOM: Senti o lado feminino. 


RON: Eu senti a mesma sensação de peso, e um monte de luz vileta. 


ELIAS: Bom, vou-vos dizer que estais a experimentar interferência. É bastante ligeira em cada um dos vossos casos. Pode ser experimentada nos termos de uma ligeira confusão. Pode ser experimentada como um ligeiro clarão. Pode parecer pesado. Pode parecer muito presente. Em diferentes alturas nas nossas sessões, poderás experimentar o que designaria por ligeira desorientação. Nessa medida, podeis sentir um esquecimento durante um dos vossos segundos. Isso não é o Elias, mas o vosso lado da pirâmide. É energia que vos está a ser enviada, no âmbito da consciência, pela Shynla, que produz uma interferência. Ela não compreende aquilo que está a empregar, pelo que a sua energia se dispersa bastante; ou ainda não tão dirigida quanto isso. Por isso, durante o período da nossa sessão, podeis experimentar uma desorientação. Também podereis sentir um esquecimento, ou uma palpitação cardíaca, ou um crepitar na vossa energia; tudo manifestações da consciência projectadas por uma outra essência para o vosso espaço físico. Tende consciência de que ela se acha presente.


VICKI: Estará ela mais presente esta noite do que noutras ocasiões? 


ELIAS: A presença dela desta noite não é mais intensa do que nas outras, embora ela esteja a praticar conseguir ser mais directa no seu foco. Ao desenvolver as capacidades que tem, poderá projectar com uma maior eficiência, e melhor capazes sereis de lhe reconhecer a presença; sendo essa igualmente a razão por que o Yarr esteve a experimentar tanta dificuldade em se expressar na vossa reunião anterior, assim com a irritação resultante da sua falta de expressão. A energia estava a ser sentida, mas cada um de vós estava a responder de diferente forma. Podereis entrar em contacto com a Shynla para trocardes experiências, por ela também sentir uma experiência procedente deste vosso lado, por assim dizer. (Pausa)


VICKI: Estará ela a estabelecer uma ligação com a lagoa? 


ELIAS: Reservo-me em relação a comentar isso; por ela poder investigar e estabelecer uma ligação mais clara, e o Michael poder formar o quadro dele. (Às risadas, seguido de uma pausa)


GUIN: Eu tenho uma pergunta subordinada a isso, à sensação que experimentei, ao peso. Já anotei nas minhas notas que tenho vindo a anotar  sobre as sessões a que tenho comparecido, e já tive ocasião de expressar à Vicki distintas sensações como palpitações cardíacas, e o peso, e a sensação na cabeça como se ela fosse explodir, ao pensar estar a entrar em contacto contigo, só que evidentemente não era. Poderás dizer-me de uma maneira óbvia o que e as sensações sejam, que eu tinha vindo a ter previamente a te ter explicado, ainda agora, sobre a Shynla? Obviamente que ela esteve aqui antes.


ELIAS: Desejarás compreender esses sentimentos no geral, ou na associação que têm com a Shynla?


GUIN: Os sentimentos que tenho nas sessões... 


ELIAS: Não estão ligados à Shynla; isso também é interessante; porque conforme já tens consciência, muitas vezes reservo uma explicação até terdes acumulado mais informação por vós próprios. Dessa forma, aprendeis de uma forma mais eficiente, por confiardes em vós nessa experiência. (A que se segue refere-se ao encontro que tivemos co o Chuck Roberts)


Nessa medida, durante esse período de uma semana do vosso tempo, todos passastes pela experiência de muitos movimentos, um dos quais assentava na permissão de uma nova informação quanto a este fenómeno. Embora tu, Sophia, não estivesses presente fisicamente para escutardes o intercâmbio que teve lugar, também colheste o benefício da experiência partilhada. Nessa medida, vou abordar igualmente questões que foram tema de conversa no debate. Já abordamos essa questão previamente. Na altura não se mostrava importante expor essa questão, por essencialmente redundar apenas num sentimento acrescido de temor. Agora posso-vos explicar elementos do enfoque não físico que estão a influenciar este foco físico.


No desejo que tinhas de estabelecer ligação, tu empregaste uma imensa meditação, e também te focaste na abertura da tua consciência. Tem cuidado. Eu não digo isto a todas as pessoas. Eu digo isto a certas pessoas, cujas crenças estão a influenciar as experiências por que passam. Junto com a consciência que tens, podes manifestar elementos na tua expressão física que podem causar desconforto; e num estado de abertura, também podes convidar danos. Não me estou a referir a perigo nenhum. Existe uma diferença substancial, por não existir mal algum; não me interpretes mal; mas podem acontecer travessuras. Nesse sentido, podes tomar erradamente essas travessuras, e tu própria podes incorporar essas energias numa situação de temor, por a criares. Estás a entender aquilo que te estou a dizer?


GUIN: Mais ou menos. 


ELIAS: Muitas essências dispõem da capacidade de estabelecer contacto. A interacção que estabelecem não é danosa, mas na consciência física que tendes e as limitações da compreensão que tendes, podeis interpretar de forma errada. Por isso, podes criar situações de desconforto para ti própria, ao empregares essas outras energias num estado de abertura.


GUIN: Com é que hei-de saber? Como é que... Não entendo. Como... 


ELIAS: Conheces a minha energia. Podes não pensar que conheces, mas conheces. Sentes-te confortável com a minha energia. Tudo quanto necessitas é ter consciência de ti própria. Confia no teu íntimo e no desejo que tens, e ficarás bem. As essências, repito, não são intrometidas nem invasoras. Consequentemente, conforme te disse antes, nenhuma essência poderá invadir-te sem a tua permissão; mas no desejo que tens de estabelecer uma ligação e de experimentares, por vezes entras em concordância. Por isso, tem consciência, e estarás segura.


VICKI: E foi isso que aconteceu ao Chuck? 


ELIAS: Exacto. Não se tratou de uma situação de invasão. As essências não são invasoras. Elas não possuem “poderes de manipulação”! Ele, à semelhança de todos vós, possui um poder idêntico, por assim dizer. No desejo que tinha, ele convidou. Se o convite for estendido, será aceite. Não precisamos preocupar-nos em relação a isso no caso do Ron, por o convite não ser estendido! (A sorrir) Por vezes o desejo que as pessoas têm de aprender e de desejarem experimentar sobrepõem-se ao discernimento. Se tiverdes clareza, e observardes, não precisareis preocupar-vos.


GUIN: Isso leva-me a uma outra pergunta que eu anotei. Estou a ter uma enorme dificuldade em compreender, ou em tomar uma maior consciência de ser capaz de perceber, obviamente, por tu dizeres que já se encontra lá, e eu estou apenas a ser um tanto cega, creio.


ELIAS: Também te vou dizer que em pontos individuais na tentativa que fazes para te expandires, podes estar a bloquear. Vou-te dizer que nos teus estados do sonhar, um elemento que o nosso intérprete de sonhos não estabeleceu contacto é no facto de cada um de vós envolverdes um elemento de conflito ou de bloqueio. Nessa medida, estais todos a incorporar isso ao mesmo tempo, por assim dizer, por estardes todos a “cavalgar a onda” da expansão ou de crescimento. Nessa medida, podeis cada um de vós individualmente expandir-vos em diferentes áreas de diferentes focos; mas conforme te expliquei, estais todos ligados, e como cada um de vós se esforça por avançar através dos problemas e alargardes a consciência que tendes, influenciais-vos uns aos outros. Por conseguinte, o que um incorpora vai influenciar todos os demais, e como estais todos a avançar, estais a influenciar-vos uns aos outros. Por isso, parece-vos a vós que estais a mover-vos por ondas. Todos avançais, ou todos deixais de avançar, por vos estardes todos a influenciar-vos mutuamente. Criais uma “onda psíquica”, por assim dizer, que vos carrega com ela.


Aqueles de vós que aparentam estar a passar por um mau bocado em enfrentar os problemas ver-se-ão reforçados e transportados para diante nesta onda, em resultado de quantos aparentemente se apresentam mais fortes no seu foco. estais a beneficiar-vos todos uns aos outros. Estais a avançar. Não estarias a experimentar tantos conflitos no teu estado do sonhar ou meditativo, se não estivesses a abordar os teus prolemas.

GUIN: Okay. Ouve, eu quero que tu pegues nestas. (Ela estende as chaves dela ao Elias) Se fazes favor! (O Elias estende-lhe a mão para pegar nas chaves) São as minhas chaves! Pega nelas! Agora diz-me! (O Elias sorri) Tu tens as chaves!


ELIAS: Não tenho, não! (Deixa cair as chaves ao chão) 


GUIN: Pois! (Riso) 


ELIAS: Não fales! 


GUIN: Muito bem, então de que maneira tas poderei dar, para poderes... 


ELIAS: Formula o que vês constituir o problema. 


GUIN: Eu sei que tem que ver com o medo. É bastante fácil, creio, e estou a tentar descobrir se o conflito que sinto se prenderá com certas questões ou se estará baseado numa só, e estou a pedir-te que me ajudes ou por uma pista ou por algo que me aponte na direcção correcta.


ELIAS: Precisas direccionar. Tu tens muitos problemas. Concentra-te e isola. Em que sentido desejarás auxílio? (Pausa)


GUIN: Em todos eles! (Pausa, com o Elias a mostrar um sorriso amplo) Só vou ser assim um pouco mais. Tudo bem.


ELIAS: Hmmm ... Não te preocupes ... (A incitá-la de uma forma bem-humorada) 


GUIN: Não sei! Tenho vindo a falar, conforme tu disseste, e a tentar deixar que os outros me auxiliem a entender isso também, mas não sei!


ELIAS: Pensa lá para contigo, Sophia; tu crias a tua realidade. Sempre a criaste! Por conseguinte, as experiências por que passas dizem-te respeito, para que as percebas. Deixa que te explique; olhais para vós como um instrumento que é capaz de tocar um número limitado de notas e de acordes. Encarai-vos como a sinfonia. Sois os instrumentos todos, e sois o maestro. Para onde projectardes a vossa atenção, o instrumento individual tocará, em todo e qualquer elemento do vosso foco. Consequentemente, vós criais todas as vossas experiências.


Se vos concentrardes num compositor, encarareis esse compositor que terá composto uma sinfonia, como a quinta do vosso Beethoven; iremos usar essa para benefício do Michael; um som muito chocante, muito tempestuoso, muito dificultado, trágico. Encarareis isso como mau? Não. Não indagais junto do compositor: “Porque razão haverias de compor uma peça musical tão terrível?” Regalais o ouvido e os sentidos e os vossos sentidos com essa composição. Deleitais-vos na beleza tonal. Só a distinguis da sexta sinfonia do mesmo compositor, que é leve, fácil, e etérea, bela, jubilosa. Ambas são composições. Ambas são belas, Ambas são criações que não são nem boas nem más, mas como ambas são artísticas, e ambas oferecidas pela experiência que proporcionam.


Da mesma maneira, vós orquestrais o vosso foco de desenvolvimento, de modo a incluirdes o trágico e o jubiloso, pela experiência. Tendes alturas em que orquestrais a tragédia a fim de experimentardes a vitalidade do vosso ser. O que não quer dizer que aquilo que percebeis como negativo ou o que experimentais como trágico seja mais vital do que o que é jubiloso, só que a sua intensidade pode diferir. Tu focas-te mais nessas experiências. Tu procuras “entendê-las”; por isso elas atraem a tua atenção. Nessa medida, percebes as experiências por que passas. Entende que as criastes para te perceberes a ti própria, e para veres o que poderás extrair dessas experiências com que possas ampliar o teu desenvolvimento e a tua expansão. Colocaste-me uma pergunta de carácter vago. Eu apresentei-te uma resposta abrangente. Se desejares respostas específicas, nesse caso vou-te instruir no sentido de formulares e de te focares em perguntas bastante específicas. Eu tenho razões para te orientar no sentido de áreas específicas. Optas por não te focares de uma forma específica, de modo que não tratas dos problemas que tens. Manténs esses problemas estáticos. Por conseguinte, torna-se igualmente importante que sejas capaz de formular ideias e perguntas específicas; que isoles o desconforto que sentes. Consequentemente, apresentas a ti própria a oportunidade de veres esses elementos dentro de ti, que não estás a ver; por teres uma maior facilidade em incorporares isso em termos mais apelativos de um sentimento generalizado de mal-estar em relação a tudo, e especificamente em relação a coisa nenhuma; só que no âmbito dessa generalização, manténs o conflito estático nessa área regional. Se desejares de verdade enfrentar essa questão mais rapidamente, por estares a avançar, nesse caso sugiro que coloques perguntas específicas. Estás a compreender?


GUIN: Claro. A única, de modo como não consigo chegar a ser específica, obviamente que tem que ser uma questão de algum tipo de medo que sinto.


ELIAS: Isso é gerado no estado do sonhar por todos os membros do nosso grupo; por estardes todos a mover-vos no âmbito desta onda, e estardes todos a aproximar-vos de uma compreensão mais ampla. Estais habituados e sentis-vos confortáveis com a compreensão limitada que tendes. Cada um de vós sente um medo do desconhecido, do que está para além. Eu pertenço ao desconhecido, ao além!


GUIN: Será isso a ansiedade que sinto em relação ao facto de vir, e de não ter aqui estado nas últimas sessões?


ELIAS: Parcialmente. Em parte, tendes noção bastante consciente de que no caso da inclusão este gruo e do contacto que tendes com o Elias, vos forçareis a enfrentar os problemas. Tu não disposta a isso. Se não te envolveres comigo, não necessitarás envolver-te contigo própria; mas se me envolveres só poderás ir até determinado ponto comigo sem te envolveres a ti própria; e tu tens consciência disso.


GUIN: E é óbvio que me encontro nessa situação. 


ELIAS: Nesse caso compete-te a ti. 


GUIN: Certo. 


ELIAS: Eu espero, de uma forma afectuosa. 


GUIN: Obrigado. (Pausa) 


VICKI: Eu tenho uma pergunta. É uma pergunta sobre um sonho. No sonho que tive na numa noite destas, falei contigo e tu transmitistes-me uma mensagem destina a um garoto pequeno. Não fui capaz de a interpretar por mim própria.


ELIAS: (Faz uma pausa) Essa foi a mensagem do estado do sonho; estou a avaliar. (Pausa) A pergunta que fazes prende-se com que interpretação?


VICKI: Deste-me uma mensagem destina da a um garoto que se encontrava na nossa companhia, com respeito a vir à sessão da noite, mas eu simplesmente não compreendi.


ELIAS: Para estar comigo, para se deixar envolver na observação do jogo. (A Vicki agradece; de notar que a esta altura o Ron está a ressonar alto e bom som, o que fez com que o Elias erguesse um pouco o tom da voz) Isso são símbolos. Com o garoto já tu estabeleceste contacto, sendo que o garoto se refere à Sophia; em relação a quem eu desejava conversar e estava a antecipar este confronto. O pequeno não tinha vontade de confrontar isso, esta noite, e desejava observar a vossa (Faz uma pausa) Super Taça cujo jogo era desempenhado em casa; e a ti cabia influenciar, ajudar na marcação desse encontro, esta noite. Um trabalho bem feito! (Pausa, a seguir à qual se dirige à Guinn) Que caretas! Vamos adiantar mais. Vou ser específico contigo.


GUIN: Só preciso entender isso, em primeiro lugar! 


ELIAS: Não precisas entender todas as respostas que te dizem respeito; apenas as perguntas que formulas! 


GUIN: Por que razão não será suficientemente bom?! (O Elias ri) 


ELIAS: Porquê, porquê, porquê??? 


GUIN: Por que razão um catraio pisa numa poça de lama? (Para o expressar por palavras) 


ELIAS: Exactamente! 


GUIN: Bom, eis aqui uma. O Lawrence e eu estivemos a falar, e estivemos a falar sobre uma conversa que o Michael e o Lawrence tinham tido sobre as ligações das essências fragmentadas de certas essências, tal com tu e o Patel ou a Twilah; e o Jim e a Jeri e eu própria nos termos fragmentado da Twilah, e a única conexão que ela tinha visto era o facto de querermos ser donas nos nossos próprios negócios, ainda que tivéssemos tanto conflito nos nossos próprios negócios, ao criarmos conflitos de ordem financeira e outros. Poderás explicar as semelhanças existentes entre os três? Será o conflito o mesmo?


ELIAS: Similar; isso brota tudo de forma semelhante da desconfiança que tendes em vós, uma falta de confiança em cada indivíduo, que todas as três essências têm de forma similar. Também há um forte impulso no sentido de estar no controlo das vossas situações, do vosso foco. Por conseguinte criais situações que possais controlar, só que incorporais muito conflito, por não confiardes nas capacidades que tendes no íntimo.

Em termos de motivação estais a adiantar o que criais; não por vós próprias mas pelos outros. Não criais isso por uma questão de um saber e de uma confiança em vós, como uma expressão de vós próprias que evidenciais. Criais essas expressões como uma expressão parcial de vós, para aprovação. No âmbito desse objectivo, essas criações são, por assim dizer, destinadas a provocar conflito; muito embora, para esclarecimento, não exista destino!


GUIN: Então, se obtivermos confiança e nos aceitarmos, seremos capazes de desfazer os conflitos que se prendem com o nosso negócio, e de ter um negócio mais bem-sucedido?


ELIAS: Isso está correcto. A vossa motivação é o que está a provocar o conflito. O vosso desejo segue a intenção que tendes; por conseguinte, a criação. A motivação que tendes, quanto à orientação, sofre um desvio; do que resulta o conflito.


GUIN: Acontecerá tratar-se de um trato da personalidade que se tenha fragmentado da Twilah, que aconteça ter assento em todas as três e em mais ninguém do grupo?


ELIAS: Não vou responder pela afirmativa nessa área, por isso perpectuar a vossa separação; isso será no que diríeis como “compartimentar-vos” a vós próprias e identificar-vos em separado, como diferentes dos outros. Não desejo perpetuar tais ideias, por não ser verdade. Muitos indivíduos empregam essa mesma acção, e não se fragmentaram da Twilah. Por conseguinte, não é isolada como uma qualidade identificável.


GUIN: Então tem algo a ver com a Twylah, mas nem tanto assim? 


ELIAS: As conexões que vos ligam Tem elementos que se prendem com a Twylah. Os vossos elementos da personalidade estão ligados à Twylah. As vossas manifestações dizem-vos respeito. 


JERI: Tu pareces cansado. Gostarias de fazer um intervalo, Elias? 


ELIAS: Vou responder que vou admitir mais um ligeiro período de tempo para as vossas perguntas, mas que vou dar por terminado. Eu não experimento “cansaço”, embora a expressão física que o Michael incorpora se ache numa condição de fraqueza no presente. Por conseguinte, vou respeitar isso, e retirar-me em breve. Continua com a pergunta que estavas a fazer.


JERI: Está bem. Eu tenho algumas. Uma coisa que gostava de saber, caso não tenha interpretado mal, por que razão criaria eu uma doença cardíaca grave e os resultados por que passei, os problemas que tive com o meu angiograma, que foram muito graves na altura, e subsequentemente resultaram numa operação cardíaca significativa. Se nós criamos a nossa própria realidade, nesse caso creio ter criado isso, mas não entendo porquê.



ELIAS: (Faz uma pausa) Desejas uma resposta neste fórum?



JERI: Sim, se não sobrecarregar mais ninguém.



ELIAS: Não estou preocupado com os outros indivíduos. (muito directamente) Estou preocupado contigo.



JERI: Desejo, sim.



ELIAS: Muito bem. Em parte, vou-te pedir para referires às diferenças entre as sinfonias, de que falamos anteriormente; algumas das quais incorporam emoções muito sombrias, outras muito jubilosas; isso representa o mesmo em qualidade, diferindo unicamente na emoção. Essa é em parte a razão por que crias esses problemas.



Uma outra razão que se prende com a criação desse prolema é uma questão de responsabilidade pessoal, em relação a cuja criação incorporas aspectos físicos da na tua própria expressão; na qualidade de filha, de companheira, de mãe. Incorporas em ti uma responsabilidade pessoal para com os outros, de que não estás à altura, por não ser possível, por poderes unicamente assumir responsabilidade por ti própria. Consequentemente, a frustração de não conseguires actualizar essa responsabilidade gera sintomas físicos. O vosso corpo acha-se muito em sintonia com a vossa consciência, e responde ao que orientardes.



Além disso, um outro elemento disso e o uso que fazes da atenção; não por ti própria. Muitos indivíduos geram enfermidades físicas de forma que isso lhes capte a própria atenção. Tu criaste enfermidades físicas para conduzires a ti um certo tipo de atenção, de um modo carinhoso, em relação ao qual não te sentes confortável a pedires. Por conseguinte, tu geras essas doenças físicas a fim de obteres aquilo de que necessitas, no âmbito do apoio emocional, sem teres que o pedir a uma outra pessoa para o expressar em relação a ti; por sentires, intimamente, que isso não seria apropriado. Da tua parte cumpre que expresses fortaleza e independência.



Nessa medida, não te fica bem pedir carinho nem apoio, por perceberes que ambos correspondam a uma dependência, coisa que não são, mas tu incorporaste isso à guisa de uma crença. Consequentemente, crias situações que te permitam aceita a ajuda por parte dos outros, num contexto de conforto emocional e de apoio, sem pedires por isso. Não sacrificas a perspectiva que tens da independência, e não... (Pausa)



Interferência da parte do Michael! Peço desculpa!



(Para a Vicki) Isto é...



 (Para a Jeri) Eu vou terminar essa ideia que te enderecei; só um instante. (Para a Vicki) Isto é um exemplo, focado no concreto, do teu livro, do respeito que esta essência tem pelo indivíduo que incorpora este fenómeno e se sente fisicamente cansado. O Michael sente-se impaciente! (Para a Jeri) Para continuar, isso permite-te aceitar, no âmbito das crenças que tens, sem sentires uma dependência indevida; o que por conseguinte te resulta aceitável. Não é necessário, por cada um de vós ser por natureza independente; só que dependeis uns dos outros, tanto no foco físico como no âmbito da consciência, por estardes todos interligados. Isso é compreendido. Apenas acreditas, nas crenças que tens, que isso seja indesejável. Atribuis juízo de valor à força e à fraqueza, e formulas crenças em torno dessas ideias; em resultado do que crias o que vês ser situações indesejáveis, no teu enfoque, para compensar essas crenças.



JERI: Então nesse caso, preciso mudar, ou descartar, ou livrar-me dessas crenças, ou poderei continuar a criar isso!



ELIAS: Tu vais faze-lo!



JERI: Eu espero ser capaz disso! Não sou capaz de voltar a passar por isso de novo!



ELIAS: Enfrentar os problemas, no teu foco, é coisa que não perceberás como fácil; mas quando o conseguires, perceberás a ausência de esforço em que assenta.



JERI: Será que permitir-me pedir pelo carinho e apoio emocional de que preciso me ajudaria nisto?



ELIAS: Absolutamente! Não tenhas medo de ti própria. Permite-te a tua própria expressão. Se negares o teu enfoque emocional, bloqueias-te, e crias conflito.



JERI: Uma pergunta rápida, por ter noção de que precisas terminar. Tem que ver com a minha primeira meditação diante do espelho, a terça-feira passada, (o Elias começa a rir) e uma pergunta era, se eu estaria acerada quanto ao sentimento que tive da tua presença.



ELIAS: Estavas. (Ainda a rir)



JERI: E vi o rosto da minha mãe tantas vezes, e com uma tal nitidez, que gostava de saber se terá sido devido a uma fragmentação mãe-filha, ou porventura devido a que cinco dias antes eu ter sido informada de ela ter caído e partido a cana do nariz, e eu ter sentido tanta dor por ela e a incapacidade que sentiu de expressar se doía ou não, devido ao problema do Alzheimer, e queria saber se estive repetidamente a ver a minha mãe naquela meditação ao espelho por causa de... do que acabei de referir; da fragmentação mãe-filha, ou se...



ELIAS: Vou-te dizer que a vontade e o interesse que sentes por estabelecer uma união constitui uma explicação parcial, na permissão que dás a tua própria para te abrires; mas na realidade, conforme anteriormente declarei, nesse estado de consciência de transição, torna-se bastante comum esses indivíduos experimentarem uma projecção fora do corpo. Eles viajam bastante! Por conseguinte, no quadro da cooperação da tua abertura e da projecção da excursão que ela fez, estabeleceste ligação. Foi isso o que tu viste. Nessa medida, poderás notar que isso não é imaginação nem o que pensas ser uma simples visualização, embora a vossa visualização seja bastante real; mas trata-se e uma projecção real de uma ligação fora do corpo.



JERI: Da parte dela?



ELIAS: Correcto.



JERI: Senti como se ela me tivesse vindo visitar. Senti isso de uma maneira forte. Senti como se fosse capaz de conversar, e dizer-lhe que lamentava, e que esperava que não estivesse a sofrer, etc., mentalmente. Senti haver algo que ia e voltava.



ELIAS: Isso está certo. Podeis comunicar. O desejo que ela tem de comunicar contigo é igualmente forte. Compreende, todavia, que nesse estado de transição, a percepção que ela tem do teu presente estado nem sempre é exacta, por a perspectiva que tem de ti ser simultânea. Por conseguinte, num instante pode estar a ver-te conforme presentemente te manifestas, e no instante seguinte pode ver-te e interagir contigo, ou falar contigo quando estavas com cinco anos; por te ver de uma forma simultânea. Consequentemente, a imagem que tem de ti na percepção dela muda continuamente; de modo que nem sempre será capaz de associar aquilo que estiveres a dizer, mas associará aquilo que sentires.



JERI: E os raios de cor índigo que irradiam entre a visão que tenho e a visão de mim reflectida no espelho, terão algum significado especial?



ELIAS: Isso não passa de uma mera conexão com a cor conforme irradiada com a essência do jogo.



JERI: Muito obrigado.



ELIAS: Não tens de quê. (Pausa)



VICKI: Terás algum comentário afazer em relação à interacção que tivemos com o Kasha?



ELIAS: Podeis ficar atentos às vossas probabilidades. Eu tenho estado em constante ligação com o Kasha, assim como com a Catherine, conforme vos disse antes. Os desejos que ela tem são autênticos. A intenção, não objectivo mas intenção, é positiva; mas ela também apresenta bloqueios baseados no temor, da mesma forma que a Sophia, só que um grau mais elevado.



VICKI: Precisarei sentir-me preocupada em relação ao sonho desconfortável que tive sobre isso na noite assada?



ELIAS: Não. Isso é uma outra expressão do que estava a referir anteriormente. No âmbito desta onda que todos estais a experimentar, estais todos a experimentar elementos, no vosso estado de sonho, de factores do desconhecido, incertezas, temores, conflitos. Estais a entrar numa área de uma realidade desconhecida. Nessa medida, não sabeis com que contar. Isso está a ser manifestado no teu estado do sonho, por tu estares próxima.



(Para o Ron) Mas irei eu fazer algum comentário ao Olivia, quanto à penetração no espaço sagrado? Esperavas que eu me fosse sem fazer qualquer comentário a isso! Sou ainda capaz de incorporar algum sentido de território, no meu enfoque não físico! Vou falar com o Michael sobre isso também. Não nos iremos encontrar no nosso lago se ele não for fiel! (Desatamos todos a rir, incluindo o Elias) E com isto, vou-vos deixar por esta noite.



TOM: Boa noite, Elias.



ELIAS: Voltarei a interagir convosco de novo em breve. Au revoir!



JERI: Boa noite.



O Elias parte às 8:46 da tarde



© 1996 Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados




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