domingo, 31 de março de 2013

“A SESSÃO DO HALLOWEEN”


"A CRIAÇÃO DE CANCRO"

Sessão 232
Sexta-feira, 31 de Outubro de 1997 © (Privada)

Tradução: Amadeu Duarte


Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), e o Jim (Marthowh). (O Jim tinha vindo de visita, da Florida)


Por estarmos a ter uma sessão durante o período do Halloween (a celebração do dia das bruxas, ou melhor, a véspera do Dia de Todos Os Santos), decidimos fazer algo que fosse DIVERTIDO! De modo que cortamos umas aberturas num lençol velho, para os olhos e o nariz, e colocámo-lo a tapar a Mary. Também lhe atamos uma corrente aos pulsos. Afinal, o Elias é um “morto” – um VERDADEIRO fantasma! Isso acabou por se tornar num daqueles momentos clássicos com o Elias. Tenho que atribuir ao Jim um enorme reconhecimento por ter aturado as nossas travessuras. Não só esta foi a sua primeira sessão, como jamais tinha conhecido nenhuma de nós. Obrigado por teres levado isto na desportiva, Jim!
O Elias chega às 5:13 da tarde. (Tempo: 15 seg)



Assim que a troca se deu por completo, o Elias ficou imóvel numa posição ligeiramente inclinada durante cerca de dez segundos. A seguir começou a abanar-se de um lado para o outro, parou, olhou para mim, e disse...


ELIAS: BOO! (Eu desatei a rir) Boa noite. Podes afastar esta túnica! Muito engraçado da tua parte e da parte do Michael!


VICKI: Foi formidável, tens que admitir! (Eu removi-lhe o lençol)


ELIAS: (Para o Jim) Desculpa! Estas gémeas são muito travessas! (A esta altura eleva a mão esquerda e olha para a corrente) Muito eficaz! 


(Para a Vic) Podes voltar a dizer ao Michael para ele (afasta o cabelo da frente dos olhos) dar atenção a este ESFREGÃO com que insiste em atormentar-nos. (O cabelo da Mary ficou numa verdadeira confusão, por causa do lençol – muito pior do que o habitual)


(Para o Jim) Quanto à nossa sessão, boa noite! Pedindo desculpas pelo inconveniente causado pelas brincadeiras das gémeas! (O Elias faz uma pausa, a olhar através do cabelo que de imediato voltou a cair sobre os olhos dele) Hmm. (De seguida, tenta desajeitadamente afastar o cabelo dos olhos uma vez mais. Isto foi muito engraçado, já que ele não é lá muito aficionado deste gesto particular das mãos. Nas palavras da Cathy: “De quem é esta mão?”) Hmm.


(Voltando-se para o Jim, a sorrir) Então! Esta noite temos indagações!


JIM: Temos, Elias.


ELIAS: Na véspera de Todos os Santos! Bastante apropriado, devo confessar!


VICKI: Absolutamente! (Isto suscitou em mim reminiscências do meu primeiro encontro que tive com o Elias. Após o inicial “Boa Noite”, ele voltou-se para mim e disse, “Com que então, tens perguntas!”)


JIM: Elias, a família a que pertenço, aquela por que alinho, e o meu nome da essência, quais serão? (Pausa)


ELIAS: Já não referi isso? Estou certo que sim! 


JIM: À minha esposa, só que não sei onde isso pára. Eu estava para trazer toda a minha tralha comigo mas não ouvi novamente essa parte da cassete, só que queria compreender de que modo isso se conjuga.


ELIAS: Muito bem. Família Sumafi, alinhas neste foco pela... interessante... Milumet, de resto como a tua amiga. Nome da essência; Marthowh. 


JIM: A compreensão que tenho em relação às famílias e aos alinhamentos, é que existe um propósito por detrás das famílias e alinhamentos. Terei um propósito específico?


ELIAS: Todos tendes um propósito em cada foco, assim como no âmbito da essência. Na essência, tens o propósito da Sumafi, família que representa os guardiões da informação dotada de menos distorção. No alinhamento que tens neste foco, deténs o propósito dos guardiões da informação e dos detentores do conhecimento e da espiritualidade.


JIM: Muito bem. Há já algum tempo que me sinto incomodado na área do conflito pessoal relacionado com alguém que me é chegado. A experiência que tenho com essa pessoa parece não alinhar pelos desejos pessoais interiores que tenho. Estarei a caminho de resolver esse conflito?


ELIAS: (Avalia) Pela presente direcção que tomas, não propriamente. Pelo âmbito do desejo que tens, sim, e pelas probabilidades que apresentas a ti próprio, também; Mas pelo presente curso de acção e da interacção que tomas, não. Altera a interacção que estás a ter. Dá atenção. Aceita e presta atenção, que desse modo poderás apresentar a ti próprio informação para poderes mais eficazmente interagir e consequentemente influenciares as futuras probabilidades nessa situação.


JIM: Eu atravessei um prolongado período de tempo de dor emocional – ou nos termos que empregas, creio bem, desconforto – divórcio. Terá sido durante esse período que o cancro teve início em mim?


ELIAS: Exacto.


JIM: Em que exacto momento terei eu escolhido o cancro? Pareço recordar um episódio muito invulgar em que me encontrava numa estação de metro em Nova York, e notei um sinal com que fiquei mesmerizado que dizia – tratava-se de um placard do serviço nacional de saúde – algo do género: “Uma em cada quatro pessoas contrairá cancro,” e aquilo deixou-me simplesmente surpreendido.


ELIAS: Isso representou a consciência objectiva da criação disso que tiveste nesse instante, mas o acto da criação em si ocorreu anteriormente a isso, enquanto permanecias no relacionamento que tinhas. A activação da doença ocorreu antes de efectivamente interromperes o relacionamento. Já estavas a começar a criar o começo dessa doença, por estares a sentir enfermidade e a objectivá-la no teu organismo físico.


JIM: Eu tenho a ideia, ou tinha tido a ideia, de que o estresse relacionado com o conflito do divórcio terá suprimido o meu sistema imunitário, e que em consequência, as células potencialmente cancerígenas que lá se encontrassem, ou o potencial para as células se tornarem num carcinoma, se esse for o termo exacto, tiveram permissão para se dispersarem devido à supressão de... por causa do estresse que criei. Será essa uma descrição exacta?


ELIAS: Aproxima-se, nos teus termos físicos. Na verdade, já tinhas activado essas células e a sua produção, que deram lugar a essa doença, mas tinhas criado isso de forma moderada, por assim dizer, sem teres desencadeado o seu poder no âmbito da energia. Em alturas subsequentes, como te mantiveste na tua própria energia, que designas por estresse, isso representa apenas uma retenção da própria energia que geras ao deixares de te permitir uma livre expressão da tua energia. Nessa medida, “desencadeaste a besta”, por assim dizer, nos vossos termos. Na verdade, o que estavas a conseguir era simplesmente activar células que já existiam na tua forma física, e a dirigi-las subjectivamente no sentido de se tornarem destrutivas.


JIM: Terei a capacidade de reverter o processo?


ELIAS: Absolutamente.


JIM: Durante algum tempo senti que tinha sido, ou que tinha revertido isso. Essa será uma afirmação que corresponde aos factos?


ELIAS: É, mas tens receio nessa área. Continuas a duvidar o facto de teres erradicado por completo essa situação, nos vossos termos. Nessa medida, fica ciente: Tu CONSEGUISTE. Por conseguinte, reconhece-te, porque se não te reconheceres continuarás a manter o potencial de criares a mesma situação; mas se te permitires reconhecer o feito que conseguiste, também libertarás a tua própria energia e permitirás que esse elemento se dissipe e desapareça e não exerça efeito em ti.


JIM: Hmm. Estará o receio que sinto relacionado á percepção que tenho de ainda abrigar conflito no relacionamento?


ELIAS: Em parte. Ou seja, por assim dizer, a tua “porta das traseiras”.


JIM: A minha porta das traseiras? O pensamento?


ELIAS: Manténs um novo relacionamento, certo?


JIM: Certo.


ELIAS: Subjacente a isso, continuas a ter certas áreas de receio. Eu referi previamente a outros indivíduos que as pessoas instauram padrões em si mesmas no foco físico, dando lugar á criação de santuários (Nota do tradutor: relicários, coisas não tocadas como se fossem sagradas, só que pela negativa, com base no temor de enfrentar), e nessa medida afastam esses santuários delas próprias para áreas que considerais inconscientes – que não são inconscientes coisíssima nenhuma, por não existir nada que seja inconsciente, só que nos termos do conhecimento que tendes considerai-las inconscientes – e nessa medida situais com todo o cuidado esses santuários ligados às vossas chamadas experiências e padrões de conduta passados nessas áreas. Nessa medida, recordais-vos desses acontecimentos passados em relação aos quais tereis erguido santuários glamorosos, e em relação aos quais sentis temor, e de vez em quando conduzis esses santuários a vós para os ver. Encaras uma situação concreta na tua situação actual e ela desencadeia um elemento desse santuário, em relação ao qual automaticamente abres o cofre que comporta esse santuário e puxas esse santuário, de forma a poderes ver uma vez mais e a reforçares o próprio temor que sentes. Nessa medida, em certas situações que se prendem com o relacionamento, também reforças o temor no outro indivíduo; na tua companheira.


Já tive ocasião de referir anteriormente à tua companheira que geras um enorme apoio em relação a ela, mas ela não confia nisso, e isso reforça os vossos próprios santuários; relativos às vossas próprias experiências passadas, nos vossos termos. Por isso, reforçais-vos u ao outro no relacionamento que tendes. Afirmo-te que cada um de vós poderá prestar um serviço mais eficiente a si e ao outro se olhardes para vós próprios agora, e para as vossas realizações, e para o que podeis proporcionar um ao outro AGORA.


JIM: E deter o ciclo do receio.


ELIAS: Correcto. Cada um de vós comporta muita informação dentro de vós. Tendes muita consciência subjectiva de vós próprios e um do outro. Recorre a isso e volta-te para o AGORA, e não para condutas passadas.


JIM: Hmm. Está bem. (Pausa)


VICKI: Já não suporto mais. Peço que me desculpes. Já não aguento mais! (A rir) Está a deixar-me doida! (Levanto-me e retiro o cabelo da Mary do rosto, coisa que somente fiz numa outra ocasião e só por o Elias me ter pedido) Pronto! (A rir)


ELIAS: Muito agradecido, Lawrence! Embora não vos perceba com o sentido da visão com que vos percebeis uns aos outros, torna-se-num factor de distracção o facto de o Michael INSISTIR nesta esfregona de cabelo que interfere com o campo visual! Fico muito agradecido!


VICKI: Não tens de quê! 


JIM: Recentemente, ao tentares ser útil a alguém que contraira uma doença, sugeriste que deveria olhar – era alguém na Inglaterra – que a pessoa devia voltar-se para dentro e ver os órgãos físicos, e as palavras que utilizaste foram: “Relaxa a sua intensidade e permitem que regressem ao seu estado natural.” Creio que tenha sido assim que através da visualização e meditação, tenha chegado a contrariar o cancro dentro de mim. Será verdade? 


ELIAS: Correcto.


JIM: Recentemente, a acrescentar ao uso da visualização, utilizei palavras, frases repetitivas, e uma frase repetitiva específica foi no sentido de abraçar uma total confiança no poder interior da minha mente subconsciente, e repeti essa sugestão um número incontável de vezes. De que forma estas duas distintas formas... qual será a mais efectiva em termos de poder? A visualização ou a repetição do pensamento?


ELIAS: Equiparam-se. Na visualização, estás a estabelecer contacto objectivo na área em que reténs a energia na tua forma física. Por conseguinte, permites-te identificar isso. No método que utilizas da repetição de afirmações junto da tua consciência subjectiva, estás a permitir-te a oportunidade de estabeleceres objectivamente um contacto com a tua consciência objectiva e subjectiva. Nessa medida, estás a conseguir por duas vertentes.

Estás a conseguir, na consciência objectiva que tens, em ligação com a tua consciência subjectiva, e estás igualmente a estabelecer um contacto, uma ligação com a tua consciência objectiva quanto ao funcionamento do teu corpo efectivo e à situação da retenção da energia, o que afecta no campo da doença. Consequentemente, estás a ligar de duas formas, ao te permitires afectar a situação.


Muitos indivíduos procuram curar-se a eles próprios, pelo que encaram como auto-cura – com base no desejo ou vontade de se curarem – e ao não disporem de um “método” objectivo, coisa que todos sois muito aficionados em buscar, tentam concentrar-se na área afectada da sua forma física, só que o que negligenciam é a comunicação subjectiva. 

Subjectivamente, dirigis a energia que vos comanda a vossa forma física, e como continuais a admitir que a comunicação subjectiva prossiga no campo da criação da doença, não chegais a afectar a situação.


Podeis ver objectivamente na criação de algo, de forma muito extensa, o facto de terdes consciência de terdes criado algo no campo da doença, no vosso organismo físico, e não chegar a afectar o facto; por estardes unicamente a encarar a expressão objectiva, a doença, e ao não vos permitirdes comunicar subjectivamente com a actividade subjectiva, não chegais a afectar. Essa é a razão por que estendi a esses indivíduos neste fórum recentemente o exercício de criarem a paisagem interior, por isso comunicar de uma forma objectiva com a consciência subjectiva. Elas encontram-se em harmonia.

Consequentemente, a consciência subjectiva continua a criar enquanto a objectiva não interferir, mas assim que a objectiva conseguir interferir pela criação de uma paisagem interior ou pela comunicação com a consciência subjectiva, então passará a instaurar-se uma afectação. Durante o período de tempo em que a vossa consciência objectiva não está em comunicação com a consciência subjectiva, concordará com o que quer que a consciência subjectiva criar, e a consciência do vosso corpo estará em total concordância com a instrução subjectiva. Por conseguinte, o que tu criaste foi um método próprio a fim de comunicares não somente de uma forma objectiva com a consciência do teu corpo e a situação em que se encontra e a retenção de energia que exerce, dando assim lugar á criação de doença, mas também estabeleceste ligação com a comunicação subjectiva e enviaste mensagens, para o referir em termos figurados, á tua consciência subjectiva a fim de alterares a comunicação que estava a empregar junto da consciência do corpo, desse modo causando afectação.


JIM: De qualquer maneira criei... Não tenho a certeza de compreender o conceito da paisagem interior. Terei criado uma paisagem interior?


ELIAS: De certo modo; não no mesmo sentido que eu referi anteriormente em termos de exercício, mas basicamente conseguiste o mesmo.


JIM: Está bem. Por meio da visualização e da comunicação que instaurei preço ter estabelecido uma sensibilidade – uma sensibilidade física – no órgão que tinha sido afectado pelo cancro, e se existir um conflito ou um pensar negativo qualquer, terei consciência disso no prazo de minutos, por o meu órgão reagir comos e estivesse num aperto, como se sofresse um bloqueio de energia. Por vezes consigo soltar esse bloqueio de energia, e outras vezes não consigo. Não estou certo onde estou a querer chegar com esta pergunta para além de referir se será verdade? Terá sido isso que eu fiz?


ELIAS: Exacto. Foi. Fazeis isso de modo a captar a vossa própria atenção. Isso atrai-vos a atenção. Tu encontras-te bastante focado nessa área da doença, e no facto de teres criado essa situação de doença, mas também te permitiste adoptar uma sensibilidade em relação a áreas particulares do teu corpo físico, de modo a poderes atingir a tua própria atenção com isso. Isso serviu-te bem ao se tornar num elemento sensitivo para ti próprio; um instrumento destinado a ti. Podes desenvolver isso a título de um sinal de alerta físico em relação a ti próprio; um elemento com que poderás estabelecer contacto de uma forma objectiva que obterá a tua atenção de imediato, de forma a perceberes o que estás a criar e com isso proporcionando-te informação e oportunidades para novas escolhas no sentido de alterares a percepção que tens, e assim alterando a tua realidade.


JIM: Hmm. É espantoso. Será o aproveitamento do nosso subconsciente ou mente subjectiva o mesmo que a exploração da nossa essência? Será isso uma manifestação da essência, a mente subconsciente?


Nota da Vicki: Durante o minuto seguinte ou isso, deram-se umas batidas à porta por parte de algum mascarado que eu tentei ignorar.


ELIAS: Em parte. Aquilo que designais por subconsciente constitui aquele aspecto que eu chamo de percepção subjectiva, a qual está directamente relacionada com o foco físico. É uma consciência mais vasta do que percebeis de uma forma objectiva, por vos restringirdes de uma forma objectiva, e exercerdes uma atenção objetiva muito isolada. Subjectivamente, permitis-vos muito mais liberdade e permitis-vos comunicar com a essência. Por conseguinte, em parte estais a tirar proveito da informação da essência na vossa consciência subjectiva, mas não é por completo da essência, por dizer respeito a este foco físico particular. (Os garotos mostravam-se muito persistentes!)


(Para a Vicki) Podes ir tomar conhecimento dos vossos diabretes!


VICKI: Eu não queria interromper!


ELIAS: Não interrompe. Não tem importância! Não desejo causar nenhum desapontamento nos vossos pequenos fantasmas! (De modo que lá fui abrir a porta. Precisavam ter visto aqueles garotos a perscrutar o quarto. O Elias encontrava-se sentado a não mais do que seis metros da porta da entrada de modo que os enfrentou por completo, e continuou na mesma a falar. Gostava de saber o que esses garotos terão pensado! Que pena ele já não estar com o lençol colocado, não?)


Deixa que te diga que tendes a totalidade da essência em vós. Subjectivamente, tendes acesso à totalidade da essência e à totalidade da informação que ela reserva. Mas aquilo que designais por elemento inconsciente ou subconsciente é aquele elemento subjectivo da percepção que trata com o foco físico individual; não o foco físico completo, mas o foco individual – vós. Possuís a capacidade de aceder por intermédio dessa percepção a toda a informação da essência, a qual consta da totalidade da informação inerente à consciência; Mas caso não acedais a toda essa informação, tratais simplesmente da criação deste foco físico, subjectivamente.


(De modo decidido) É um processo complexo e imaculado; o de criardes a vossa realidade subjectivamente na Área Regional 2, a qual é filtrada para a consciência que tendes da Área Regional 1 em perfeita harmonia e na perfeição a cada instante, por uma questão da experiência que colheis. (Pausa)


JIM: Hmm. Uma outra pergunta relacionada com a doença: Se uma pessoa consegue inverter a criação de um cancro, será de presumir que consiga inverter a criação de qualquer doença.


ELIAS: Absolutamente! Estás absolutamente certo. A doença representa uma escolha, e vós podeis escolher em qualquer altura interromper a (sua) acção. Vós no foco físico encarais essa acção como um milagre, mas enquadra-se bastante na capacidade que tendes a cada instante. Constitui uma simples escolha.


JIM: E pode ser conseguido basicamente do mesmo modo que eu consegui – como tu dizes, um método – da mesma forma que abordei a cura do cancro, a inversão do cancro. Pode ser conseguido da mesma forma.


ELIAS: Depende do indivíduo. Cada pessoa cria a própria doença pelas próprias razões. Consequentemente, não existe um método geral único que possa ser ministrado a toda a gente e que se possa dizer: “Isto funcionará,” por uma outra pessoa poder adoptar o vosso método e não conseguir resultados, devido a que a intenção e o desejo que tenha possa diferir e as probabilidades que lhe assistam poderem ser diferentes. A razão que lhe assista pode ser diferente. A razão e as probabilidades que te assistiram envolveram uma nova situação no teu enfoque, composta de um incremento da esperança e da alegria, que tu escolheste ao passares para um novo relacionamento. Por conseguinte, no desejo que tens apresentas a ti próprio a razão para continuares e para eliminares a tua doença, por interferir com a continuidade do novo relacionamento que tens. Outros indivíduos podem não ter a mesma razão. Depende de cada um e daquilo que cria no próprio enfoque e do seu próprio sentido de valor.


JIM: Por que razão terei criado isso?


ELIAS: Em parte, para teres consciência. Em parte, para tua própria validação pessoal, pela informação que estás a adquirir agora e virás a adquirir no futuro, e pela validação do mais que existe, para além da daquilo que percebes em termos físicos no âmbito da estreita atenção que exerces no foco físico. Isso valida-te a vastidão da essência e a realização que poderás obter no teu foco físico. Também se presta como uma validação desta mudança de consciência que está presentemente a ter lugar. Também serve de lembrete do que poderás criar, e consequentemente presta-se-te bem ao que criares futuramente nas áreas que consideras positivas e não negativas. Tu criaste isso de um modo bastante eficiente em muitas áreas!


JIM: Hmm.


ELIAS: Vamos fazer um intervalo.


INTERVALO


ELIAS: Continuemos.


JIM: Recentemente embarquei na actividade de negócios, e apos um lento período de um ano ou isso, as coisas parecem estar a vir do nada e estar a assistir-me. Toda a vez que tenho uma necessidade ocorre uma resposta positiva. A pergunta que tenho a fazer é a seguinte: há um sócio Malaio. No campo das probabilidades parecerá que efectivamente venha a ser capaz de ser bem-sucedido em garantir um projecto e fazer com que algo aconteça nessa área?


ELIAS: Mas, e que é que sentes?


JIM: Sinto que venha a conseguir. 


ELIAS: Aí tens a tua resposta. Estás a atrair estas situações a ti próprio na base de uma confiança que tens em ti, e como estás a confiar em ti, aquilo que buscas virá a ti sem esforço.


JIM: Isso é o que parece estar a acontecer. Tudo parece destituído de esforço. Os físicos andam em busca de uma teoria do campo unificado em que as energias da gravidade, do eletromagnetismo e da luz se fundam todas. Existirá alguma coisa assim?


ELIAS: Existe, só que não na direcção em que a buscam.


JIM: Então parecerá que seja no sentido da consciência; da mente.


ELIAS: Da consciência e da energia.


JIM: O Stephen Hawking possui uma mente brilhante e concentrada. Ele escreveu um livro intitulado Uma Breve História do Tempo, e parece direccionar-se no sentido do tempo paralelo ou do tempo simultâneo. Parecer-te-á que ele chegue a essa conclusão, de que o tempo seja simultâneo?


ELIAS: Muitos cientistas detêm actualmente a percepção de que o tempo não passa de uma percepção, e que de facto é simultâneo. O que não percebem é que o tempo em si mesmo constitui uma dimensão. Virão a compreender isso, e isso garantir-lhes-á informação futuramente quanto à realidade do tempo simultâneo para além dos limites dos focos físicos, mas inicialmente precisarão perceber que o tempo em si mesmo constitui uma dimensão. É o que podereis designar por uma entidade em si mesmo, no âmbito da energia. Criastes isso na essência. As essências criaram todas essa dimensão do tempo e juntaram-na a cada dimensão física. 

Consequentemente, difere em diferentes dimensões físicas.

Já referi às pessoas neste fórum com relação à elasticidade que o tempo apresenta, e do quanto pode ser manipulado e dobrado e criado ou inserido em dimensões físicas diferentes e por vários tipos de incremento. Certas dimensões movem-me muito mais rapidamente do que esta dimensão particular; mas isso são tudo manipulações da dimensão do tempo. O que os vossos cientistas ainda não estimaram muito bem nem compreenderam é que o tempo constitua um elemento. Chega quase a ser uma coisa passível de ser manipulada, conforme actualmente nesta dimensão manipulais a electricidade. Também podeis manipular o tempo da mesma maneira, por ser um elemento tal como a electricidade é um elemento.


VICKI: Eu quero conseguir isso!


ELIAS: Mas podes!


JIM: Passando para a área das auras ou dos campos de energia que circundam uma pessoa. Tenho um amigo muito chegado que consegue vera aura ao redor das pessoas, e consegue vê-la ao meu redor, e já me disse que eu tinha uma... não sei qual foi o termo... aura distorcida, durante um certo período de tempo. Relaciono isso ao estresse do cancro e do conflito por que passei. Será apropriado?


ELIAS: Correcto.


JIM: Ainda carregarei alguma parte disso na minha aura neste momento?


ELIAS: Carregas. 


JIM: Poderá a aura ser fisicamente manipulada, ou será somente a consciência que a conseguirá alterar?


ELIAS: Ambas.


JIM: Ambas!


ELIAS: Correcto.


JIM: De que modo a conseguiremos manipular?


ELIAS: Por intermédio da percepção objectiva. Podes manipular física, consciente e objectivamente os vossos centros de energia localizados em ti e afectar igualmente o campo de energia que te rodeia, por ele constituir uma projecção proveniente dos centros de energia que deténs em ti fisicamente. A tua aura, por assim dizer, constitui um campo de energia que é projectado ao redor da tua forma física, que está directamente relacionado no âmbito da energia aos campos de energia que deténs na tua forma física. Cada um desses centros de energia localizados na tua forma física irradiam, e nessa irradiação de energia chega a criar um campo real de energia que circunda a vossa forma física. Por conseguinte, podes objectivamente afectar esses centros de energia, e com isso afectar igualmente o campo de energia que te circunda.


À medida que continuares a forcar-te e a concentrar-te nessa área dessa doença, também afectas certos centros de energia e o seu funcionamento, e nessa medida, alteras-lhes a rotação; E se lhes alterares a rotação, também alteras o campo de energia que te circunda. Isso não é negativo. Apenas é o que é.


JIM: Para criarmos uma aura harmoniosa ou saudável, precisaremos alinhar os pensamentos, ou harmonizá-los... e não ter conflito?


ELIAS: A tua aura É saudável! Apenas é perturbada por diferenças que se prendem com a rotação de diferentes centros de energia.


JIM: Nesse caso terei um centro de energia que está a rodar fora de harmonia em relação a demais?


ELIAS: Exacto, mas tu no teu estado de vigília podes afectar objectivamente isso. Podes examinar esses centros de energia. Podes visualizar esses centros de energia, e alinhá-los e equilibrar a rotação deles também. Deténs a capacidade, embora também te deva dizer de estar por demais ciente de que isso SOA demasiado simplista, e que na percepção objectiva do foco físico isso não é tão facilmente conseguido assim; por poderes encarar um centro de energia que esteja em desequilíbrio ou em desarmonia em relação aos outros centros de energia, e também teres dificuldade em realinhar esse centro de energia particular e equilibrar a sua rotação para se enquadrar na harmonia em relação aos outros centros de energia. Isso ocorre por abrigares crenças e problemas em determinadas áreas, e ISSO é o que está a afectar o desequilíbrio, e se não tratares desses problemas e não enfrentares essas crenças, o desequilíbrio poderá prosseguir; embora te possa dizer, com toda a veracidade, que mesmo sem abordares qualquer crença e problema poderás instantaneamente realinhar um centro de energia e instaurar equilíbrio e harmonia de novo.


Numa situação dessas, ter-te-ás preparado subjectivamente já no campo do problema e da crença, e estás pronto para objectivamente abordares a situação. Isso é o que poderás designar como os vossos milagres, por já te teres dirigido a determinadas áreas objectivamente e criado um equilíbrio instantâneo.


JIM: Será mais fácil conseguir isso com o meu amigo, por exemplo, que de facto é capaz de perceber essas auras? Com a ajuda dele?


ELIAS: Isso depende das crenças que tiveres. Tu próprio deténs essa capacidade. Tu estás a afectar-te a TI próprio. Um outro indivíduo poderá revelar-se útil na expressão do que perceber em termos das áreas que não se encontrem em equilíbrio, mas essencialmente, tu és quem está a afectar a tua própria criação e a tua própria realidade. Outra pessoa poderá prestar-te auxílio, tal como já tive ocasião de o referir no exemplo que dei do exercício da paisagem interior. Isso é comparável a uma outra pessoa que consiga perceber o campo de energia que te circunda, e que consiga perceber aspectos do que estejas a criar e onde resida a desarmonia, e que possa dizer-te aquilo que vê; mas não pode afectar. TU precisarás abordar essas situações E TU deverás afectar a inversão dessa criação ou o realinhamento ou o equilíbrio, e restabelecer a harmonia.


JIM: Quase fico sem saber por onde poderei começar, nisso. O problema é que não consigo ver por onde começar. Hmm.


ELIAS: Não importa que percebas o campo de energia de uma outra pessoa ou que consigas ver o teu próprio campo de energia. Podes tentar no teu estado meditativo visualizar esses centros de energia que tens situados em ti.


JIM: Assemelhar-se-ão eles ao que é retractado nos chakras?


ELIAS: Correcto.


JIM: Nos sete chakras?


ELIAS: Correcto. São muito semelhantes, embora não me incline na direcção dos “chakras”, por terem muitas crenças associadas; mas esses centros de energia em si mesmas constituem uma realidade.


JIM: Nessas áreas?


ELIAS: Correcto.


JIM: Que são salientadas na qualidade de chakras?


ELIAS: Correcto.


JIM: Óptimo! Não sei nada sobre os chakras, pelo que não serei afectado por todas essas crenças! (Riso, enquanto o Elias sorri) Agora os sonhos; o entendimento que tenho é que o sonho constitua uma tentativa da mente subjectiva de comunicar com a mente objectiva por meio de imagens. Será correcto?


ELIAS: É simbologia e dá-se comunicação. O imaginário dos vossos sonhos afecta directamente a imagética objectiva. Tudo quanto percebeis no vosso estado desperto constitui uma imagética ou simbologia objectiva. As imagens dos vossos sonhos representa a comunicação que tendes para com a consciência objectiva e cria a vossa realidade em harmonia com a percepção que tendes objectiva.


JIM: Em harmonia, querendo dizer no âmbito da compreensão?


ELIAS: Correcto.


JIM: Talvez a pergunta seja demasiado ampla ou isso, mas por vezes torna-se muito difícil compreender a simbologia. Existirão alguns princípios ou linha de orientação envolvidos na tentativa de compreender? Existirão alguns princípios ou linhas-mestras mais abrangentes?


ELIAS: Uma pista: A sensação tonal. Podes criar muitas imagens que tenham todas o mesmo significado para ti. Cada imaginário onírico é único em relação ao sonho e fala directamente ao indivíduo. Não existe um simbolismo generalizado que seja comum a toda a gente, por criardes os vossos próprios símbolos em cada imaginário onírico e muitos desses símbolos poderem querer dizer o mesmo para vós. Estás simplesmente a retractá-las de forma diversa, tal como podes envolver muitas acções no teu estado desperto e todas terem o mesmo significado para ti, embora sejam acções diferentes. Acontece o mesmo no caso das imagens dos vossos sonhos. Podeis criar muitas imagens e todas poderem querer dizer o mesmo, por aquilo que estão a expressar-vos ser a sensação tonal; a emoção.


JIM: A sensação ou o sentido de uma coisa qualquer. Nesta semana que passou tive um sonho confuso em que o meu tio, um indivíduo a quem respeito, me acompanhava a uma ilha qualquer num nível elevado, e eu mostrava-lhe que as águas estavam a recuar e que estavam a deixar aparecer terra seca que pareci ligar pontos de terra sem contacto anteriormente, ou mesmo um continente ao outro. Pareceu-me ser positivo, seja qual for o impacto que tiver tido, mas não sei o que terá significado.


ELIAS: (Avalia) Isso representa o simbolismo que usaste em relação a ti próprio, a apresentar-te informação relativa à situação que tens com a tua companheira, e tu estás a dar conta disso nos termos do simbolismo de que usas junto do outro indivíduo que encaras como digno dessa informação, de estares a começar a estabelecer ligação com áreas mais profundas e que encaras como mais válidas, nos teus próprios termos, áreas desse relacionamento. Estás a começar a perceber o valor do que tens. Ou seja, o relacionamento que tens com a tua companheira, e não com o outro indivíduo (tio). O outro indivíduo simboliza simplesmente a vontade que sentes em expressares a uma pessoa por quem sentes respeito a percepção crescente com que estás a estabelecer laços. A areia simboliza-te a ti e à tua companheira; a união. As águas a recuarem representam o recuar dos véus e dos bloqueios existente entre vós.


JIM: Hmm! Também tive um sonho recentemente que carrega um elemento que provavelmente muita gente teve. Tive um sonho em que aparecia a Princesa Diana, mas muito estranhamente, logo junto a mim. Ela tinha sido decapitada; apenas a sua cabeça se encontrava junto a mim, só que ela mostrava-se muito viva nas expressões que adoptava. Eu disse-lhe que sentia uma enorme afeição por ela. Ela olhou ao redor, e disse: “Obrigado” – creio ter dito obrigado – em seguida pareceu tornar-se num gato, e partiu. Com que estará isso relacionado?


ELIAS: Eu já falei desse indivíduo uma vez, e na resposta que dei no âmbito da consciência de massas e dos eventos de massas que estiveram ligados a ela e a outros indivíduos. E nesse sentido, também apresentaste a ti próprio a tua própria simbologia daquele elemento e daquele evento de massas a que te ligaste, evento de massas esse que foi o de apresentardes uma ligação e uma capacidade de resposta para com esse indivíduo; o de estabelecerdes contacto com o evento de massas objectivo, de alinhardes por esse evento de massas. Na simbologia da decapitação, isso representa o teu símbolo para ti próprio de que a cabeça, ou o elemento que encaras como o mais importante, o elemento de controlo objectivo e profundo mais importante, assim com o elemento a que associas com a alma, se acha ainda intacto, a despeito do corpo ter desaparecido; o que por conseguinte para ti simboliza o falecimento desse indivíduo, e da expressão de simpatia e da ligação que sentes com esse indivíduo, assim como do agradecimento que te é endereçado de volta. A imagem do gato quer dizer que tens a crença no âmbito da fantasia quanto ao facto do gato ter mais do que uma vida! Consequentemente, o individuo torna-se num gato, o que simboliza para ti a continuidade do foco para além da morte. (Pausa) Interessante simbologia!


Nota da Vicki: O Elias faz as mais incríveis interpretações de sonhos! Achei a interpretação de ambos estes sonhos fascinante, e muito intuitiva.


JIM: Passemos para a questão seguinte da Experiência de Quase Morte; quando as pessoas morrem clinicamente, mas por uma razão qualquer ou processo são reanimadas. Já ocorreram milhares de casos, mas um dos mais extraordinários foi o do Dannion Brinkley, que foi atingido por um relâmpago em 1975, morreu por dezoito minutos, para a seguir regressar apenas para tornar a morrer vários anos mais tarde vitimado por uma cirurgia cardíaca e voltar por uma segunda vez. Podíamos quase dizer que ele estaria indeciso quanto a manter o foco físico! Ele descreveu aquilo como uma enorme dor, e depois como uma libertação seguida por um enorme sentimento de paz, e de seguida por uma experiência de projecção fora do corpo em que ele pode olhar para baixo para o corpo físico e para aqueles que cuidavam dele, ao que se seguiu uma precipitação rumo a um túnel escuro, seguido do encontro com seres de luz, conforme os descreveu, a sentir um opressivo sentimento de bem-estar, e de seguida foi-lhe apresentada uma revista da vida em que tudo quanto lhe tinha sucedido era passado em revista, assim como à pessoa com quem estava a interagir. Ele pode olhar aquilo do ponto de vista que tinha. Ele tinha morto gente no Vietname, e foi capaz de passar pela experiência da morte deles. Será isso o que nos acontece quando deixamos o foco físico?


ELIAS: Depende das crenças que tiverdes. No caso desse indivíduo, isso foi uma realidade, por as crenças que ele tinha terem ditado tal coisa; que deveis aproximar-vos de uma revisão da vida que deixastes para trás e passar pela experiência do que os outros terão experimentado por lho terdes infligido. Isso constitui a crença relacionada com o Carma. Não existe Carma. Mas, em contrapartida, existem muitas crenças.


Ora bem; posso-te dizer que algumas dessas experiências são comuns a muitos, muitos indivíduos ao se desprenderem do foco físico; essa de pairar por momentos e de ver o corpo físico é bastante comum. Muitos focos individuais optam por passar por essa experiência. Eles desprendem-se da consciência do corpo físico e avaliam momentaneamente a escolha do desenlace e a forma como se separaram da consciência do corpo. Consequentemente, vêem por instantes a consciência do corpo físico, e permitem-se uma última interacção com essa consciência do corpo; uma comunicação final.


Subsequente a essa acção, que é muito momentânea, muitos focos individuais penetram num estado temporário de serenidade antes de envolverem a transição. Isso também pode ser visto como momentâneo, nos vossos termos. É o que podereis designar por um estado breve, temporário de descanso, por assim dizer; um estado de paz anterior á entrada na área da transição. Assim que entram na área da transição, a forma como transitais é ditada pelas crenças que tendes. Alguns indivíduos têm a crença de passarem para a luz; o túnel que os conduzirá às áreas celestes e o que elas creem nas crenças que têm como a sua bem-aventurança eterna. Outros indivíduos têm a crença de que passarão de imediato para a área do inferno, o qual também não existe, mas que passarão a criar de uma forma temporária e a experimentar com pleno vigor devido a que toda a força e intensidade os leve a isso.


Aquilo que experimentais assim que vos desprenderdes do físico é absolutamente ditado pelas crenças que tiverdes, e pelas crenças que tiverdes passado e pelas crenças que tiverdes aceite e pelas crenças que tiverdes mantido com vigor, assim como pelo facto de terdes optado por passar pela transição enquanto ainda estáveis no foco físico. Isso também pode afectar o que passardes a experimentar assim que passardes para a área da transição não física. (Pausa) E quão interessante não é o facto de agora vos aproximardes do que designais por proximidade da vossa cura, por assim dizer, da vossa senilidade! (Nos termos empregues pelo Elias, nós criamos senilidade, ou Alzheimer, como a acção do envolvimento da acção de transição física, mas devido a que estejamos actualmente a mudar essa crença de massas, será descoberta uma “cura” no futuro próximo)


JIM: Não compreendo muito bem o conceito de outras dimensões. A única coisa a que sou capaz de relacionar isso é a uma metáfora. Costumava dar um show de televisão nos anos 60 chamado O Limiar da Realidade, de Rod Serling, em que alguém caminhava e parecia voltar-se e desaparecer nesse mesmo espaço. Simplesmente desaparecia. Nisso... como conseguirei chegar a entender o que uma outra dimensão subentenda?


ELIAS: Iso estaria bastante preciso! É simplesmente como se tu, no teu enfoque físico passasses de um compartimento para outro. Todas essas dimensões existem no mesma disposição de espaço. Por conseguinte, todas as outras dimensões têm existência aqui. Precisais somente voltar a a tenção, e deixar de vos encontrar mais “aqui”!


JIM: Essa dimensão espacial, que os nossos cientistas ou astrónomos pensam em termos de universo, tem, creem eles, catorze biliões de anos-luz de diâmetro. Quão preciso será isso?


ELIAS: É bastante divertido! Na verdade os vossos cientistas são muito divertidos, por terem uma perspectiva tão científica e não verem a vastidão do que acreditam perceber! Aquilo que percebem é muito mais vasto do que aquilo que creem ver. Não tem limites. Eles buscam outros universos para além do vosso universo. Não existe “além do vosso universo”, porque todas as disposições espaciais ocupam o mesmo espaço!


JIM: E então é ilimitado?


ELIAS: Correcto.


JIM: Infinito?


ELIAS: Correcto. Não existe nenhuma “margem”. Eu afirmo-te que os vossos cientistas da actualidade encaram o universo deles tal como as pessoas encaravam o seu mundo, quando percebiam ser plano e dotado de uma margem ou limite de que podiam cair! O universo não tem limites. Não chegareis jamais a atingir o fim do vosso universo para dardes de caras com uma parede, por não existir margem nenhuma!


JIM: Essa é difícil de digerir! (O Elias sorri) mais algumas perguntas. O problema da Mary, a anterior mulher, ou companheira: Ela teve uma vida repleta de tumulto, que da perspectiva que tenho, era criação dela. No espectro das probabilidades, estará ela no bom caminho de encontrar alguma paz e harmonia na vida dela?


ELIAS: No âmbito das probabilidades, está... embora isso seja passível de sofrer alteração! É uma escolha! (Risada) mas no âmbito das presentes probabilidades e opções que estão a ser criadas no presente, sim.


JIM: Está bem. Uma pergunta, para voltar ao conceito do cancro: Os cães contraem cancro. Eles criam o próprio cancro?


ELIAS: Criam.


JIM: Eles possuirão... devem ter uma mente subjectiva.


ELIAS: Correcto.


JIM: E elaboram escolhas?


ELIAS: Correcto; embora não no mesmo sentido que vós criais escolhas.


JIM: Escolhas muito mais limitadas?


ELIAS: São muito mais simples. Não criam no mesmo sentido em que vós criais. O raciocínio deles é muito mais simplificado.


As criaturas criam doenças que a vossa espécie cria em resultado da vossa espécie. Elas adquiriam a capacidade de criarem a mesma doença que vós, por a terdes criado, só que o raciocínio delas é muito mais simples, e na criação disso têm consciência de criarem um elemento que as conduzirá à separação (do corpo). Por conseguinte, criam isso de uma forma propositada. É simplesmente por opção vossa que alterais a criação de uma criatura ao interferirdes com aquilo que estiver a criar. Ela aprendeu a criar aquilo que vós criais, mas não reverte essa situação caso a crie de uma forma severa. Permite-se por si só separar-se daquilo que cria, ó que a vossa espécie interfere e altera a criação dessa criatura ao introduzi-la ás vossas crenças e às vossas profissões médicas.


JIM: Elas devem ter aprendido isso tudo a partir de um nível subjectivo.


ELIAS: Não necessariamente. Enquadra-se numa harmonia. Elas aprendem a criar isso no âmbito de um quadro de harmonia entre a consciência objectiva e a subjectiva.


JIM: Isso confere-lhes a capacidade de enfatizarem muito para lá do que poderíamos pensar.


ELIAS: Absolutamente! Eles veem-vos, estão ligados às vossas criações no foco físico, e aprendem a vossa criatividade!


JIM: É incrível! Hmm! Existirão certas áreas geográficas no nosso planeta que possuam uma energia mais elevada ou mais forte ou mais poderosa para certos indivíduos, tal como estar perto de uma montanha ou numa série de colinas ou de uma árvore bela particular ou algo? Existirá uma energia que experimentemos proveniente de locais específicos?


ELIAS: Existe. Existem depósitos de energia que vós criais colectivamente.


JIM: Então devem existir certas áreas que... será que criamos esses depósitos de uma forma consciente? 


ELIAS: Não. No âmbito da consciência, criais depósitos de energia. Criai-los no local físico da vossa habitação a partir da vossa própria energia, e colectivamente criai-los em muitas áreas geográficas do vosso planeta por diversas razões, e diferentes indivíduos são atraídos para diferentes tons de energia desses depósitos. Alguns indivíduos são atraídos ara depósitos de energia a que estão ligados nos locais físicos dos vossos oceanos; outros, nos vossos desertos; outros, nas vossas montanhas; outros ainda, nas terras de pastagens. O depósito de energia mais vasto que criastes colectivamente no vosso planeta é o que designais por Triângulo das Bermudas.


JIM: Ah! Então sempre existe!


ELIAS: Absolutamente! Representa a vossa abertura para outras dimensões.


JIM: Será algum tipo de criação de massa que seja responsável pela criação disso, uma energia de uma massa de pessoas que tenha criado isso ali?


ELIAS: Correcto.


JIM: Mas, porque ali, ao contrário de um local mil milhas a oeste ou a leste?


ELIAS: Isso é escolha vossa. Escolhestes colectivamente essa área do vosso planeta como a área que podeis utilizar como abertura.


JIM: Para outras dimensões?


ELIAS: Correcto; mas vós aceitais isso na vossa realidade oficial do estado desperto e objectivo.


JIM: É bastante curioso. O meu pai, mesmo antes de falecer... ele jamais pareceu temer as coisas, mas voou comigo até uma determinada ilha, e foi como se sentisse medo de estar no avião. E disse, "Esta é a área do triângulo das Bermudas." 


ELIAS: (Com um ar misterioso) Estranhas ocorrências se dão nessa área (a rir) que são bastante aceites, por terdes criado essa abertura na vossa realidade para sairdes dessa realidade por mote próprio ou vontade.


VICKI: Podíamos trocar de lugar, certo?


ELIAS: Podeis, embora tenhais concordado nessa área globalmente.


JIM: (A rir) Caramba, se não é extraordinário!


ELIAS: É muito eficaz! Por que razão haveríeis de deslocar a vossa abertura?


VICKI: Mas podia ser conseguido, certo?


ELIAS: Absolutamente.


VICKI: Não tem mais que ver do que com o facto de ser simplesmente onde escolhemos colocá-la?


ELIAS: Absolutamente. Podeis optar por criar a vossa abertura nas vossas pirâmides, assim como podíeis optar por deslocar a vossa abertura para a área actualmente chamada de Arizona!


JIM: (A rir) O Arizona! Uma pergunta subordinada aos textos do Ayurveda, que são textos indianos que têm seis mil anos de existência. Parece com base nesses textos que aqueles indivíduos que terão vivido por essa altura tinham uma elevada união ao nível da energia - creio que com a consciência ou a energia subjectiva – do que as pessoas deste século. Será essa uma afirmação correcta?


ELIAS: Não.


JIM: Não?


ELIAS: É meramente diferente. Trata-se de uma mera diferença da atenção. Vós percebeis ser, neste século, “menos do que” muitas outras culturas e povos, por perceberdes estar a direccionar-vos no sentido da ciência e da tecnologia, e não encarais isso como espiritual. É um empreendimento tremendamente criativo. Impelistes-vos no sentido da acção desta mudança de consciência na vossa era da tecnologia, actualizando no vosso enfoque físico elementos inventivos e criativos que espelham o que vos é conhecido ao nível da essência e da consciência e das capacidades de que dispondes. Tudo quanto percebeis ao vosso redor consiste numa imagem espelhada daquilo que sois. Por conseguinte, como podereis estar menos ligados, que não consigais falar com uma árvore ou um urso ou alucinar e estabelecer união ao nível da consciência? Estais objectivamente a criar tudo quanto conheceis na consciência.


JIM: Hmm! Nesse caso, estamos, num certo sentido, a progredir. (O Elias, a Mary, começa a tossir a esta altura, o que dura cerca de dez segundos)


ELIAS: (Falando devagar) A... consciência do corpo encontra-se debilitada. Vamos interromper por esta noite, mas podes retomar, se preferires. (A Mary não estava a sentir-se bem, nesta noite, e já há cerca de um mês)


JIM: Gostaria muito disso.


ELIAS: (Para a Vicki) Eu vou-me dirigir ao Michael.


VICKI: Boa sorte!


ELIAS: (Para o Jim) Expresso-te um admirável carinho, e podes expressar a mesma afeição à tua companheira.


JIM: Obrigado, Elias.


ELIAS: Fico na antecipação do nosso próximo encontro.


JIM: E eu também, bastante. Obrigado.


ELIAS: Para ambos, nesta noite - (para a Vicki, com um exasperado olhar de "Ah, mano!") e expressa ao Michael to Michael! – um muito aficionado e carinhoso au revoir.


Elias parte às 7:22 da tarde.


Nota da Vicki: Várias pessoa me perguntaram já que é que será suposto eu dizer à Mary, de modo que vou dize-lo publicamente exactamente aqui:


Mary, estás a ignorar bastante o teu corpo!!


© 1997 Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados


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