sábado, 23 de fevereiro de 2013

“A ROSA - A MUDANÇA - TEMPO SIMULTÂNEO”



“Senilidade – Alzheimer” 
Sessão 298

Quinta-feira, 16 de julho de 1998 © (Grupo/Vermont)

Tradução: Amadeu Duarte


Participantes:  Mary (Michael), Margo (Banth), Jennifer (Margarite), e cinco novos participantes: Judy (Joan), Angela (Hugh), Jim (Marlet), John (Rijaal), e a Tamara (Aldenn).


Elias chega às 8:29 da tarde. (Tempo de chegada: 25 segundos)
ELIAS:  Boa noite! (A sorrir) Esta noite vamos debater a vossa mudança e a Rosa, e a relação que a Rosa tem com esta mudança de consciência. Também vamos debater o tempo simultâneo, por isso também estar relacionado com a essência da Rosa.


Agora, permitam que faça um breve resumo, de modo a poderdes conseguir entendimento claro em relação a este debate. Se olhardes para o vosso jogo notareis que uma das famílias da essência que são designadas que têm entrada nele é a da Rosa, que representa a família Borledim. Essa essência da Rosa tem sido e continua a ser bastante influente na acção desta presente mudança, e deverá continuar a sê-lo futuramente.



Ora bem, permitam igualmente que vos diga que a informação que vos vou dispensar nesta noite deixa muito em aberto à distorção e à interpretação pessoal das massas e às crenças individuais que já foram estabelecidas por todas as vossas culturas. Por isso, torna-se importante que vos diga para vos permitirdes conectar com a consciência que tendes e para não vos deixardes bular pelos sistemas de crenças oficialmente aceites.


Vou tentar apresentar estra informação com clareza de modo a poderdes compreender e igualmente de modo a poder dirigir-vos para longe das crenças das massas sustentadas, por vos poderem causar confusão. Podeis automaticamente passar à identificação de certos elementos desta informação que estejam relacionados com as crenças que tendes de massas, mas essas crfenças de massas acham-se distorcidas e esta informação não deve alinhar com essas crenças particulares.


Esta mudança de consciência está a ser orquestrada como um evento da Origem, ou como uma expressão de um Evento da Fonte, pelas famílias da essência Borledim e Vold. A família Vold é designada como uma das famílias que iniciam esta mudança da consciência, por ter uma enorme capacidade de movimentos por meio da agitação dos indivíduos e da energia inerente à consciência a fim de revolucionar as vossas sociedades. Esta mudança de consciência constitui uma acção que alterará e já está a alterar toda a vossa realidade, e nessa medida a energia projectada pela família Vold no estilo revolucionário que adopta, por assim dizer, propicia a acção da realização desta mudança.


A família Borledim é constituída por aqueles que provêm ao estoque terreno. É a família que dirige a introdução da nova energia na vossa dimensão e no foco físico. São os educadores e os que guiam, por assim dizer, todas as manifestações físicas nesta dimensão particular. Essas são as essências orientadas para a família. Não se movem na direcção das crenças que tendes quanto à família, sob a estrutura que atribuístes à família, mas movem-se no sentido de acarinhar e de encorajar, dar alento à totalidade da expressão da essência em cada manifestação do foco físico. Por isso, movem-se em conjugação com a família Vold.


Como a família Vold dá início a esta acção revolucionária sobre a consciência, a família Borledim move-se em harmonia com esse tipo de fornecimento de uma energia nova à vossa dimensão, de um tipo renovado do estoque terreno por meio de uma consciência nova.


Eu referi previamente que os Caminhantes do Sonho, que são aquelas essências que ocuparam o vosso período de tempo "anterior ao começo", ou anterior ao que encarais como o começo da vossa história, esses Caminhantes do Sonho optaram por não se manifestar em termos físicos nesta dimensão.


Já falamos muitas vezes desses Caminhantes do Sonho antes. Cada família de essências que se acha em conjunção com esta dimensão particular tem as suas prórprias manifestações e expressões de Caminhantes de Sonho, a cuja informação podereis igualmente aceder, por eu também ter apresentado essa informação previamente. Nessa medida, os Caminhantes do Sonho optaram por se manifestar parcialmente antes do vosso começo, e também se permitiram manifestar-se de forma parcial ao longo da vossa história.


Conforme anteriormente referi, isso representa as aparições que defrontais nos encontros que tendes com o que podereis designar por seres estranhos: anjos, duendes, fadas... alienígenas, em certos casos. Em certas situações, os vossos extraterrestres são vocês! Mas noutras situações, eles podem-vos aparecer sob essa forma, por ser uma forma que aceitais, e isso não passar de expressões desses Caminhantes do Sonho. Eles não optam por se manifestar por completo no físico nesta dimensão, mas servem como directores parciais ou "guias".


Ora bem; passamos de imediato para uma área relativa à possibilidade de distorção com este termo "guias". Vou lembrar-vos de que na consciência não existem guias. Isso não passa de um sistema de crenças que desenvolvestes no âmbito da vossa nova religião da metafísica. (De modo decidido) Não existem essências que ocupem uma área qualquer da consciência que se achem ACIMA de vós. Existem essências que podem optar mover-se na direcção do auxílio CONVOSCO no foco físico, mas a única diferença existente entre essas essências e vós próprios enquanto focos de uma essência consiste no facto de recordarem, enquanto vós não.


Essa é a única diferença existente entre vós e eu próprio enquanto a essência do Elias que represento. Eu recordo e vós não, por focardes a vossa atenção de forma isolada em cada manifestação. Isso representa um acto propositado. Ele permite-vos uma atenção singular e permite-vos a pureza de carácter das experiências que colheis nesta dimensão.


Portanto, esclarecemos esta área inicial por poder dar azo a interpretações equivocadas. Não existem guias, mas existem essências que se movem on sentido de orientar. Elas são os Caminhantes do Sonho. Um desses Caminhantes do Sonho é essa essência da Rosa.


Agora, vou-me desviar por breves instantes e dizer-vos que estes nomes que vos são apresentados, conforme estais conscientes, constituem uma tradução de tons. Os nomes que atribuís a vós próprios no foco físico - John, Jack, Mary, Elizabeth, Susan -  representam palavras que designastes em relação a vós próprios ao longo da vossa história como termos destinados à identificação a que chamais nome. Esses nomes são estabelecidos aparte de outras palavras tais como árvore, rocha, ou lar. Designam um indivíduo; diferenciam. Esses nomes, à semelhança de muitos outros elementos existentes na vossa dimensão física, constituem reflexos directos - reflexos espelhados - de elementos conhecidos no âmbito da consciência, na essência. São traduzidos para o vosso físico sob certas designações. Não é acidental que opteis por diferenciar no contexto do vosso idioma essas palavras que designais por nomes, por isso constituir um reflexo do saber que tendes do tom das essências e da identificação da sua individualidade e singularidade de cada essência da personalidade.


Essa essência de que estamos a falar, que foi um Caminhante do Sonho, é designada pela tradução do tom da Rosa. Não representa uma identificação quanto ao género, por no âmbito da essência não existir género. É uma simples identificação relativa à linguagem, de um tom (espírito). Essa essência da Rosa optou nesta altura por se tornar manifesta em termos físicos. Isso em si mesmo pode ser designado como um acto revolucionário, pois conforme declarei, os Caminhantes do Sonho optaram por não se manifestar por completo no físico. No presente momento, essa essência da Rosa acha-se manifestada fisicamente em nove manifestações físicas no vosso planeta. Cada uma dessas manifestações, conforme anunciei previamente, apresentam o sexo masculino. O que também representa um acto intencional.


Estais a mover-vos rumo a esta mudança da consciência e estais a alterar a realidade numa nova direcção. Identificastes a vossa realidade nesta dimensão, até esta altura como masculina. Identificais tudo na vossa dimensão física na área do sexo, por esse ser um elemento inerente a esta dimensão particular. Criastes esta dimensão pela experiência do sexo e da emoção. Em razão disso, distinguis todos os vossos elementos desta dimensão física particular em áreas de emoção e de género.


Separais mesmo os períodos de tempo por género. Separais ideias por orientação do género. Dividis os vossos corpos físicos em orientações de género, e identificais o lado esquerdo com o masculino e o direito com o feminino. Identificais determinados elementos do pensamento como orientados para o masculino e certos elementos do pensamento orientados com uma propensão feminina. Identificais o pensamento como masculino e a emoção como feminino. O período de tempo que compreendeis, até agora, moveu-se no sentido da orientação masculina, na identificação a que precedeis. A orientação é masculina e a ênfase tem sido masculina, focada no pensamento e racional, o que também representa identificações com o masculino. Passais agora para a acção desta mudança de consciência, que passareis a identificar como feminina: a emoção, a intuição. As vossas filosofias orientais também reflectem isso, ao designarem que vos moveis agora para o período do feminino. Isso não quer dizer que estejais a distinguir e que as vossas mulheres passem a governar o mundo! Trata apenas da identificação do género do período, mas como eu declarei, vós identificais todos os vossos elementos nesta dimensão na área do género sexual.


A essência da Rosa manifestou-se propositadamente na qualidade de homens. Essa acção destina-se a ajudar no âmbito da acção desta mudança, assim como fornecer um exemplo, conforme afirmamos na analogia que traçamos dos pequenos rebentos. A essência da Rosa manifesta-se na qualidade de homens, e à medida que esses seres masculinos avançam nos seus focos deverão exibir qualidades que deverão alinhar mais por aquelas qualidades que identificais em termos femininos, mas deverão apresentar a orientação sexual masculina. Deverão continuar ao longo dos seus focos a ser identificados e reconhecidos do mesmo modo que vós, homens, mas terão a capacidade de aceder à intuição e à emoção do moo que naturalmente atribuís às mulheres. Isso deverá fornecer-vos exemplos da ausência de separação circunscrita em todas as expressões do foco físico. Não é preciso que separeis mais de forma tão intensa. Moveis-vos para a área de uma maior consciência, uma consciência expandida, e de um maior conhecimento e recordação da essência. Em razão do que também descartais muitos dos véus que mantendes no foco físico, que vos fornecem não só a singularidade que vos caracteriza, coo as divisões e separação. Ao abrirdes mão dos véus da vossa separação, apresentais a vós próprios uma maior liberdade e uma maior capacidade de acederdes á vossa própria criatividade.

Essas manifestações da Rosa são actualmente pequenos indivíduos bastante pequenos. Eles – todos os nove – são pequenos, e acham-se todos no que podereis designar por faixa etária dos três anos ou menos. Já começam a exibir habilidades e percepções incomuns em relação ao vosso foco físico. Os seus sentidos intuitivos acham-se intensamente desenvolvidos e já expressam esse sentido intuitivo, o qual já está a ser objecto de reconhecimento, não apenas por aqueles indivíduos que são seus pais, como por todos os indivíduos com quem se deparam presentemente. Já estão a começar a influenciar no âmbito da consciência.


Entramos igualmente na área do tempo simultâneo, por estar bastante relacionado com a essência da Rosa. Está relacionada e é relevante em relação a todas as coisas inerentes ao foco físico, mas neste debate da Rosa, apresenta relevância, por certos elementos terem sido criados no que encarais como o vosso passado e estarem a ser criadas presentemente.


Encarais as manifestações e as criações de uma forma linear. Percebeis que criais uma coisa no presente momento, que se torna (no vosso) passado, e uma estatística; uma coisa fixa. Não percebeis que criais elementos no vosso futuro e que eles vos criam (o vosso) passado. Não percebeis estar a criar agora e que isso está a criar o vosso passado. Especulais em relação ao facto de estardes a criar agora e que isso irá afectar o vosso futuro, mas não está a criar o vosso futuro. Mas é tudo a mesma coisa, e todas as coisas se estarem a criar umas às outras AGORA.


No vosso passado foi adoptada uma criação quanto à fusão de certas essências, o que encarais nos termos da profecia da "segunda vinda". Entramos agora numa outra área das crenças que se prestam à distorção. Não estou a discutir as crenças que tendes na "segunda vinda", por não existir segundo advento nenhum. Tampouco houve um primeiro advento! Mas as vossas profecias não completamente despropositadas, por representarem interpretações de um saber recordado. São recordações do que encarais como eventos futuros, que não são futuros!


Vamos avançar para a área do futuro, do presente e do passado. Tudo isso é simultâneo. Tudo existe AGORA. Por isso, o que encarais como passado é passado/presente, presente/passado, passado/futuro, futuro/passado. Podeis ver o vosso presente como presente/presente, presente/passado, presente/futuro. Podeis ver o vosso futuro como futuro/passado, futuro/presente, futuro/futuro. Esses tempos acham-se incluídos uns nos outros de forma simultânea.


Eu referi essa conversa particular apenas uma vez, antes mas essa conversa não ficou registada, por os nossos copistas terem “perdido” essa conversa particular, por assim dizer. Só que não está perdido, por ela se repetir a ela própria agora e a informação ser apresentada de novo, por tudo existir em simultâneo.

Nota da Vicki:  Essa “sessão perdida” foi um ressurgimento durante uma sessão normal, cuja parte não ficou gravada. 

 

No que encarais como o passado foi criada, conforme declarei, uma fusão de essências. Designastes a manifestação de uma dessas essências como um daqueles personagens bíblicos que identificais como João Batista, Saulo de Tarsus, ou Paulo, e a manifestação que designais por Jesus, o carpinteiro. Todas essas três manifestações são manifestações de uma mesma essência. A razão por que tendes a tendência para criar profecias sobre uma segunda vinda deve-se ao facto de vos terem sido apresentadas visões, ou interpretações sobre visualizações, que sugerem uma fusão de essências e o retorno ao foco físico de um dessas três manifestações.

Ora bem; a interpretação desse retorno consiste numa manifestação que designais por Jesus, que voltará como o novo Cristo. Na verdade, a manifestação que foi designada como a fusão do foco, destinada à criação de uma fragmentação com o intuito de dar lugar às manifestações da Rosa, é o foco do Paulo.


Esse foco particular dessa essência não volta de novo ao foco físico, por nenhum foco retornar. Conforme afirmei, vós não constituís partes usadas. Cada um de vós representa uma criação nova e tendes a vossa própria integridade.


Por isso, o foco do Paulo prossegue a exploração que iniciou da consciência no nível não físico, mas ao nível da essência, fundiu-se em conjugação com outras essências com a essência da Rosa. Isso possibilita o que podereis designar como um estímulo que dá lugar à criação de um foco nesta manifestação física.


Portanto, uma dessas nove manifestações da Rosa é também essa designada segunda vinda, por assim dizer, embora não se ache no alinhamento das crenças que tendes, que por sua vez alinham pelas traduções feitas no passado, ou as vossas profecias.


Agora, no âmbito do tempo simultâneo, a criação disso ocorre agora, mas também aconteceu no vosso passado. Por isso, a designação dessa manifestação constitui uma manifestação presente/passada. Uma outra dessas manifestações da Rosa, constitui uma manifestação física criada no presentemente momento, uma das nove, que representa a fusão de um foco futuro. Esse foco com uma outra essência também se fundiu, juntamente com outros focos, com a essência da Rosa, e cria uma outra manifestação física no presente momento. A designação dessa é presente/futura. Existem outras manifestações da Rosa presentemente que se fundiram com focos da essência a fim de criarem essas manifestações que se fundem no presente. Essas seriam designadas como presente/presente.


A essência da Rosa optou por incorporar essas acções, igualmente de um modo propositado, a fim de vos introduzir a realidade do tempo simultâneo, sem ser apenas em conceito. Cada um de vós é capaz de captar aquilo que PENSAIS como tempo simultâneo enquanto conceito, mas essas manifestações, esses nove pequenos, irão apresentar-vos auxílio no âmbito da consciência a fim de criardes um entendimento do tempo simultâneo COMO FACTO.


Isso é significativo, porque, à medida que avançais para esta mudança de consciência, ireis a manipular num contexto temporal. Por isso, torna-se importante que tenhais uma compreensão daquilo em que estais a manipular, e que não manipulais em absoluto num quadro linear de tempo. Ao entrardes de forma mais completa na acção desta mudança de consciência, também vos permitireis a capacidade de criardes no âmbito da objectividade da consciência de vigília acções muito semelhantes às da interacção que tendes nos sonhos.
No vosso estado de sonhar, aproximais-vos mais da realidade do tempo simultâneo. Embora continueis a empregar uma moldura temporal no vosso estado do sonhar, ou uma identificação do tempo nesse estado, não vos atendes de uma forma tão estrita ao seu aspecto linear. Permiti-vos manipular para a frente e para trás no vosso estado do sonhar, e assim podeis experimentar o presente, podeis experimentar o passado ou o futuro nesse estado, assim como podeis experimentar todos os três em simultâneo. Também podeis experimentar esses elementos no vosso estado de vigília da consciência objectiva, e se vos tornardes mais destros, por assim dizer, no movimento que empreenderdes da expansão da consciência, devereis adoptar essa direcção com uma maior frequência e com uma maior à-vontade. As pessoas já empreendem as acções de projecção fora do corpo de uma forma mais frequente, e já se permitem confia nelas próprias no sentido de conseguirem essa acção. Nesse tipo de movimento, também entrais mais a fundo na experiência do tempo simultâneo; não por completo, mas permitis-vos aceder parcialmente à compreensão da área do tempo simultâneo.



Isso também constitui um grande auxílio e é intencional no caso de quantos se acham nos focos finais nesta dimensão e se encontram a empreender a acção da transição enquanto continuam a manifestar-se fisicamente (senilidade ou Alzheimer). Conforme declarei anteriormente, não decorrerá muito do vosso tempo antes de conseguirdes uma cura para a senilidade, ou para essa doença que designais por Alzheimer. Isso não é uma doença. Trata-se de uma opção de empreender a transição no foco físico, cuja escolha é definida de uma forma que seja aceite pela vossa realidade convencional oficial - pelas linhas de orientação convencionadas nas vossas sociedades. Torna-se aceitável apresentar um aspecto senil. Por isso, as pessoas criam essa acção a fim de empreenderem a transição enquanto se encontram no foco físico, mas ao expandirem a consciência que têm a ao se abrirem mais para com a consciência, também apresentam a si próprias a informação dessa acção não mais ser necessária. É desnecessário exibir uma aparência de lunático apenas para vos desculpardes por vos encontrardes em transição enquanto ainda permaneceis no foco físico. Por isso, vireis a apresentar a vós próprios a vossa chamada cura para essa doença, e vireis a permitir-vos ter a capacidade empreender essa acção de transição sem a simulação que empregais.

(Com intensidade) Na acção da transição, percebeis os focos que tendes em simultâneo. Na verdade eles estão todos a decorrer todos ao mesmo tempo, em todas as dimensões. Por isso, começais por analisar a simultaneidade deste foco particular, e a seguir permitis-vos passar para a área em que percebeis todos os vossos focos em simultâneo. Agora; as pessoas já empregam essa acção no foco físico, mas também a simulam. Vireis a permitir-vos a capacidade de não simulardes, mas torna-se importante que tenhais uma compreensão da realidade do tempo simultâneo, de modo a não vos confundirdes ao começardes a ver isso.



Eu referi anteriormente a analogia da centena de televisores. Da sala com uma centena de televisores. Sois essa sala. Esses televisores são todos os focos que tendes, e todos eles estão ligados ao mesmo tempo, embora exibam diferentes programas – nenhum é igual – e assistis a todos eles em simultâneo. Quão confuso isso se revelará para vós, estabelecer contacto com cada um deles e com todos e compreendê-los a todos a um só tempo, caso não possuirdes o entendimento do tempo simultâneo! Cada um desses focos sois vós, muito embora cada um deles possua a sua própria integridade e não sejam o que sois. Existem muitos aspectos vossos que não percebeis ainda, mas que vireis a perceber.

Nessa medida, apresentais a vós próprios a oportunidade de vos deixar conduzir para esse tipo de informação, de modo a preparar-vos para aquilo em que estais a entrar. Por virdes a entrar, independentemente do “querer” objectivo que tiverdes ou não! Os contratos foram estabelecidos e a emoção já foi definida. Já procedestes à escolha disso. Vós ESTAIS a criar esta mudança da consciência, e ela concretizar-se-á e já ESTÁ concretizada. Apenas se trata da escolha de acederdes a ela quanto à altura em que a manifestareis na sua totalidade. Mas já se ENCONTRA concretizada.



Tem um carácter futuro/presente, e vós tendes um presente/futuro. Tendes um presente/agora, mas encarais essa mudança em termos futuros. Antecipais o seu advento como um evento grandioso. Mas já tem lugar! Apenas precisais aceder-lhe, e à medida que vos permitis que tenha um carácter futuro/presente, acedereis a essa mudança e criá-la-eis no vosso agora.


Recordai-vos de que na realidade, embora falemos de futuro e de passado e presente, tudo se situa no agora. Não existe futuro nem passado, por tudo ocorrer ao mesmo tempo. Trata-se de uma mera percepção que criais, de uma sucessão de momentos.


Vamos fazer um breve intervalo, e logo podereis colocar as vossas perguntas.

INTERVALO


ELIAS:  Continuemos.  (Pausa de 12 segundos)  Não desejais fazer perguntas?

JUDY:  Eu tenho uma pergunta. Isto tem que ver com pássaros, e creio que a forma de enunciar a pergunta seria dizendo que tenho muitas experiências com pássaros que vão de encontro às minhas janelas em diferentes ocasiões da minha vida, e geralmente são piscos, e eles insistem... isso não aconteceu durante um certo tempo, mas aconteceu a certa altura, há cerca de dois anos, e a seguir deixou de acontecer durante um certo tempo, mas quando voltou a acontecer, o pisco começou... na nova residência, num local completamente diferente, todas as manhãs um pisco viria de encontro à minha janela. E eu achei verdadeiramente estranho que acontecesse isso apenas com a minha janela na casa em que tinha vivido anteriormente, mas passado um ano, voltou a acontecer na nova residência, e prolongou-se por todas as manhãs, esse esbarrar com a minha janela.


Mas depois deram-se outras coisas com pássaros. Por exemplo, um pássaro a entrar pelo meu apartamento adentro e a esbarrar-se ao tentar sair para o exterior, para depois voltar a casa certo dia e o meu vizinho me dizer que tinha escutado uma enorme batida, e quando ele veio ao exterior ver o que tinha acontecido, viu que tinha sido um falcão que tinha entrado pela minha janela, e caído morto. Esse foi o último episódio que tive com uma ave, mas realmente não consigo compreender porque os pássaros continuam a entrar na minha vida assim, e continuam a insistir em esbarrar com as minhas janelas.
ELIAS:  Deixa que te diga que esse é um simbolismo interessante que apresentas esta noite, por o simbolismo que é apresentado pela essência da Rosa consistir no das aves. Faz uma pausa a rir) A essência da Rosa apresentou o simbolismo de aves a muitos indivíduos. Poderás ver isso contigo ti própria ao poder ser comparado com o teu próprio chamado do despertar!

Deixa igualmente que te diga que esse é um imaginário bastante inventivo o teu, ao alinhares pela família da essência por que alinhas. Mas, qual será a cor que esse pássaro apresenta?
JUDY:  Qual é a cor que o pássaro apresenta?  É um pico, pelo que é laranja.
ELIAS:  Vermelho, e podes entrar em contacto com essa família da essência, por ser a família da essência por que alinhas neste foco particular, a Milumet, que te é apresentada em termos de simbolismo para poderes estabelecer aproximar-te dela.


As essências optam por diferentes maneiras através do que podem estabelecer conexão objectiva com as pessoas e captar a sua atenção. A essência da Rosa apresenta o simbolismo dos pássaros, e capta a atenção dos indivíduos com esse tipo de imagética. Isso foi apresentado previamente e continua a ser apresentado por essa essência em particular em ligação com vários indivíduos, ao lhes apresentar muitos tipos de aves.

Agora olha para o simbolismo que te é apresentado nessas aves, ao esbarrarem no exterior e no interior, com a intenção de te apresentar a imagem associada à percepção do que é criado no que vês como exterior a ti, mas para notares o que será visto dentro de ti.


O simbolismo de aves que envolvem morte, ou o que posso designar por desenlace, constitui uma mera imagética que sugere movimento de uma área da consciência para outra. (1)

JUDY:  Obrigado.

ELIAS:  Não tens de quê.

Lawrence, podes designar o nome da essência dela como Joan. Família da essência Sumafi, alinhamento com a Milumet. (Pausa)

JEN:  Há algumas “entradas” para o jogo.

ELIAS:  Ah!  Esta noite vamos proceder ao nosso jogo!

JEN:  Bom, estou certa de que também haverá mais perguntas! Margo, também tens uma, ou não?


MARGO:  Para o jogo?

JEN:  Claro.

MARGO:  Sim.  Filósofos, Sumari, Plotino.

ELIAS:  Aceitável.

JEN:  Esta é da parte da Mary.  Musicais, cor-de-rosa, pelo que deve ter que ver com a Rosa, O Violino no Telhado.

ELIAS:  Aceitável.



JEN:  Esta é da parte da Vicki. Descobertas, poder nuclear, Borledim... Como é que se pronuncia isso?
ELIAS:  Borledim, que corresponde à cor-de-rosa, que tem que ver com a vossa Rosa.  Um ponto.
JEN:  Muito bem.  Ilda,planetas, Quíron.

ELIAS:  Isso já foi apresentado.

JEN:  Ah, está bem.  Creio que posso utilizar essa!  Terei mais alguma?  (Elias acena com a cabeça)  Milumet, comida, ervilhas verdes.

ELIAS:  Aceitável. (A sorrir) Mas onde estão os nossos jovens Sumafis que podem participar no nosso jogo, conforme lhes dei conta antecipadamente da interactividade que têm? Podeis repreendê-los pela minha parte, (a sorrir) por me encontrar ALTAMENTE desapontado pela sua não participação no nosso excelente jogo! (Riso)
JEN:  Essa eu passo! Eu tenho uma pergunta. Quando falei contigo da última vez conversamos um pouco sobre o falecimento, e eu gostava de saber que capacidade as essências terão de reconhecer umas às outras noutras dimensões, em outras dimensões não físicas.
ELIAS:  Absolutamente, embora te deva dizer que na área da transição isso seja diferente, por continuardes a ter uma consciência objectiva durante o que podereis entender como um certo período de tempo, e no âmbito dessa acção de transição, do descartar das crenças e da consciência objectiva, não vos permitis envolver no reconhecimento de outras essências, para o referir em termos genéricos.

JEN:  Hmm.  Obrigado.
ELIAS:  O que não quer dizer que não reconheçais focos. Reconhecereis fosos de outras essências, mas não a essência.
JEN:  Eu estou habilitado a reconhecer focos de outras essências mas não a essência?

ELIAS:  Correcto, por teres consciência objectiva no âmbito da acção de transição. Em razão do que, podes reconhecer os focos, tal como o reconhecimento que agora fazes dos focos. Podes olhar para um outro indivíduo e reconhecer esse outro indivíduo. Esse é um outro foco de uma outra essência. Não vês a essência, mas reconheces o foco, por manteres a tua atenção na consciência objectiva. Ao saíres da acção da transição, por assim dizer, deverás permitir-te reconhecer a essência.
JEN:  Nesse caso, tu encontras-te fora da fase de transição, não?

ELIAS:  Encontro.

JEN:  Pelo que és capaz de reconhecer a essência e o foco.

ELIAS:  Correcto.

JEN:  Hmm.  Obrigado.

VOZ MASCULINA:  Eu tenho uma pergunta. Para reconhecermos (outros) focos neste foco, isso será uma questão de acesso celular ao ADN, à centena de triliões de células existentes na cadeia do ADN, que comporta toda a memória de todas as nossas essências em todas as vidas que assumem?
ELIAS:  Não necessariamente. Deixa que te diga que também já apresentei essa informação anteriormente. O vosso ADN constitui uma opção. Escolheis entrar em contacto com e criar elementos específicos do vosso ADN.


Ora bem; deixa que te diga que na vossa manifestação física do vosso ADN, detendes aspectos físicos. Também tendes uma codificação genética que tem memória de todos os vossos focos relativos a esta dimensão. Não comporta a totalidade da informação de todos os vossos focos em TODAS as dimensões físicas, mas daqueles em particular que dizem respeito a esta dimensão, por a criação da cadeia do vosso ADN ser relativa a esta particular dimensão. Nem todas as dimensões físicas comportam um tipo de manifestação do ADN similar à que vós comportais.
Eu disponibilizei muita informação anteriormente relativa à acção da codificação do vosso ADN e ARN, a que poderás aceder se preferires.

VOZ MASCULINA:  Então, por meio disso, por meio da alimentação do ADN por intermédio do ARN, serei capaz de descobrir onde se localizará a Lemúria antes da Atlântida?

ELIAS:  Ah! Avançamos para uma direcção diferente! Deixa que te diga que na verdade esses elementos uma realidade e se acham presentemente a manifestar-se, só que não se manifestam nesta dimensão particular. Eles ocupam uma dimensão paralela a esta, em razão do que poderás aceder a essa informação assim como poderás projectar-te para uma área efectiva e localidade física e poderás interagir nos focos reais dessas áreas, só que não acederás a isso por meio do que designais por memória celular do ADN. Poderás aceder a essa informação e a esses focos se te permitires voltar de lado na consciência e avançares para fora desta dimensão particular para a dimensão paralela. Isso não é tão difícil quanto parece! Vós PENSAIS na vossa ideia que isso represente uma impossibilidade, mas as vossas dimensões ocupam a mesma disposição de espaço. Por isso, a disposição de espaço que presentemente percebeis na consciência objectiva física do vosso estado desperto também ocupa outras dimensões físicas que se acham sobrepostas umas nas outras. Não é assim tão difícil mover-se de lado e passar directamente para a experiência dessas outras áreas inerentes às dimensões paralelas. (Para a Jen) Eu dei conta, aos nossos jovens Sumafis, de exercícios destinados ao acesso a outras dimensões voltando-se de lado, não dei?




JEN:  Pois foi.

ELIAS:  Não precisais de avançar para a frente nem para trás. Não precisais aceder a outros enquadramentos temporais. Precisais apenas mover-vos de lado por meio de um relaxamento, do mesmo modo que fazeis nas vossas experiências de projecção fora do corpo. Confia em ti.


(Com intensidade) A ÚNICA barreira que trava as pessoas é o temor que sentem de darem um passopara o lado. Vós prendeis-vos intensamente à consciência objectiva que tendes. Atendes-vos fortemente à atenção isolada que tendes. Por ser a atenção que tendes! Esta (bate com o punho da mão na perna) consciência objectiva, as vossas manifestações físicas, ISSO prende-vos a atenção. Isso ocupa-vos a vossa realidade inteira. Isso não passa de um grão de areia em toda a realidade que englobais, e a vossa realidade acha-se toda acessível a vós. Apenas tendes a crença de não conseguirdes mover-vos de lado para essas outras realidades.


Isso representa a acção da mudança de consciência; não viajar no e ao redor do espaço nas vossas naves, viajar para outros planetas onde encontrareis nada para além de aridez, mas viajar ATRAVÉS do espaço, onde descobrireis maravilhas, por tudo quanto procurardes existir nessas dimensões ao longo do espaço. No mesmo espaço em que te sentas neste presente instante permanecem outros focos da tua essência situados noutras dimensões.

VOZ MASCULINA:  Quando empregas o “vós” referes-te a um indivíduo ou à consciência colectiva?


ELIAS:  A ambos.

VOZ MASCULINA:  Quando falo contigo como exactamente neste instante, referes-te a este indivíduo (ele próprio) ou à consciência colectiva inerente aos ocupantes desta sala?

ELIAS:  A ti individualmente, embora isso se aplique a todos esses indivíduos, mas estou a falar contigo. Permite-te aceder a esses exercício que foi apresentado – e Margarite, tu podes apresentá-lo a esta essência que acolhemos – e tu poderás praticar diferentes exercícios e permitir-te a capacidade de atravessares áreas diferentes de consciência. Já foi conseguido, mas tu também poderás continuar a praticar, por eu encorajar bastante essa acção. Também poderás aceder ao Michael em relação ao exercício da clareza, o qual constitui um enorme auxílio na manipulação por meio da consciência.


VOZ MASCULINA:  obrigado.

ELIAS:  Não tens de quê.

VOZ MASCULINA:  Tenho-me interrogado se um sonho que temos em que morremos, ou parecemos morrer, terá algum significado no contexto do sonho. É algo que ocorre muito raramente.


ELIAS:  Deixa que te diga que a razão porque não envolveis essa acção no vosso estado do sonhar e apenas apresentais a vós próprios essa experiência com pouca frequência deve-se ao facto de terdes crenças que associais a essa acção. Tendes crenças relativas á área da morte, por assim dizer, e ao temor objectivo que tendes dessa escolha, por a morte não ser uma ocorrência que venha ao vosso encontro mas uma opção que criais propositadamente num dado momento que elegeis. Nessa medida, embora as crenças que tendes sofram um abrandamento no vosso estado do sonhar, continuam a ser mantidas. Por isso, não vos permitis ver ou a acção da morte com frequência no vosso estado do sonhar, por associardes a essa acção a crença de que se morrerdes no vosso estado no sonhar, podeis envolver o próprio acto em si mesmo!

VOZ MASCULINA:  Bom, tendo passado por isso, eu sei disso! Na verdade não tenho essa ideia disso! (O Elias sorri) Foi há muito tempo! Foi interessante por eu estar perfeitamente ciente do que estava a passar-se após o sucedido, e o sonho continuou a desenrolar-se, e ter parecido, numa forma diferente, que era capaz de perceber todos os acontecimentos. Isso será um reflexo da realidade, ou estaria eu a inventar isso? (A rir)


ELIAS:  Ah!  Tsk, tsk, tsk!  (Riso)

VOZ MASCULINA:  Ou existirá alguma diferença entre ambas as proposições?  (A rir)

ELIAS:  Mas que coisa será a imaginação?  Uma não realidade?  Errado!
VOZ MASCULINA:  Oh, não!  Eu designo o meu trabalho como imaginar a realidade!

ELIAS:  Não existe o não real. Também te direi, no alinhamento com a questão que me puseste – e sem estar a ser brincalhão nem a provocar-te – que o que percebeste como uma abertura, uma apresentação a ti próprios de certas acções que podem ocorrer ao escolheres o desenlace do foco físico e entrar no acto da transição nas áreas não físicas da consciência.

VOZ MASCULINA:  Óptimo!  Obrigado.

ELIAS:  Não tens de quê.  Desejarás fazer mais perguntas esta noite?

JEN:  Parece que não.


VOZ MASCULINA:  Eu tenho uma pergunta. Disseste que aceitarias mais uma pergunta? (O Elias acena) Eu gostava de saber se não conseguirás porventura interpretar uma experiência que eu tive. Foi nos últimos dois anos. Foi num local muito tranquilo no exterior e eu contemplava uma árvore muito velha e muito bela, e estava mais ou menos alheio ao que se estava a passar ao meu redor e estava a focar-me apenas na árvore, e pareceu que de repente me afastei de mim, e me estava a mover com rapidez na direcção da árvore, e a seguir para a árvore  e para baixo, e haviam coisas a correr apressadas, e de súbito pareceu que eu tivesse saído disparado. Não consigo recordar o que mais se deu comigo, mas recordo-me daquela sensação bastante poderosa e da experiência por que passei.

ELIAS:  Podes entrar em contacto com essa acção uma vez mais, se o preferires. Podes praticar de uma forma intencional essa acção e apresentar a ti próprio experiências muito similares.


Isso representa o uso do teu sentido empático. O vosso sentido empático é um dos sentidos interiores que tendes que vos permite a capacidade de vos fundir com qualquer outra coisa existente no vosso foco físico.  Pode ser um outro indivíduo, pode ser uma criatura, pode ser uma rocha, pode ser uma árvore... qualquer elemento do vosso foco físico, por tudo o que é criado no vosso foco físico compreender consciência. Por isso, tudo está a experimentar na consciência, tal como tu experimentas, só que cada elemento experimenta de uma forma diferente. Poderás permitir-te a oportunidade de experimentar o que qualquer outro aspecto da consciência experimenta ao fazeres uso do teu sentido empático.


Meu, esta é uma noite destinada aos exercícios! Também apresentei exercícios que poderás aceder que te possibilitarão uma prática através do emprego do teu sentido empático. (2)
Agora; uma advertência a cada um nessa área, a de que, ao fazerem uso do sentido empático, se lembrem de que vós também, no entusiasmo que sentis por essas experiências, tenderdes a exceder-vos, e nessa medida assumirdes a experiência de outro indivíduo ou de qualquer outro elemento. Isso não é necessário e pode tornar-se numa fonte de desconforto para vós. Por isso, permiti-vos exercitar o uso do vosso sentido empático e a fusão com qualquer outra experiência particular, mas não a assumam como vossa. Permiti que se esvaia.

VOZ MASCULINA:  Obrigado.

ELIAS:  Não tens de quê.  Por esta noite vou apresentar, para fechar, nomes da essência e as famílias a que pertenceis, se preferirdes.  (Concordância por parte do grupo)  Muito bem.

(Para a Angela) Nome da essência, Hugh. Família da essência, Sumafi; alinhamento, Ilda.

(Para o Tim) Nome da essência, Marlet. Família da essência, Sumari; alinhamento, Sumafi.

(Para o John) Nome da essência, Rijaal. Família da essência, Sumafi; alinhamento, Sumari.

(Para a Tamara) Nome da essência, Aldenn. Família da essência, Sumafi; alinhamento, Tumold.



Se preferirdes, também podereis aceder a informação, através do Michael, que é apresentada relativamente às explicações dessas famílias da essência, que vos poderá ser útil. As vossas famílias da essência, aquelas a que pertenceis, que geralmente corresponde àquelas que mantendes ao longo os vossos focos, por constituir a família da vossa essência. (Pobre frase, Elias!) O alinhamento é aquela família por que alinhais neste foco particular individual.

Por esta noite, estendo-vos um enorme afecto e enuncio-vos o meu convite, de poderdes envolver-vos num debate futuro se o preferirdes. A colho toda a gente e estendo-vos um enorme carinho a vós, e com isto, despeço-me, por esta noite, com um muito afeiçoado au revoir.

Elias parte às 10:08 da noite.




NOTAS:

(1)  Isto foi fascinante para mim pessoalmente, por eu ter tido a minha própria simbologia relativa aos pássaros a 15 de Junho deste ano. Muito resumidamente, descobri uma enorme ave morta em minha casa, e várias horas mais tarde, o Ron deu com outra. A coisa mais extraordinária foi que ambas as aves aparentemente estavam intocadas, o que é muito estranho em nossa casa! Temos três gatos, que consideram os pássaros um dos seus brinquedos favoritos! E ambos os pássaros estavam íntegros. Não se via uma única pena fora do lugar. Mais tarde, associei esta simbologia á fragmentação dos nove bebés.
(2)  A seguir referem-se exertos respeitantes ao sentido empático:

Da sessão #54, 11/12/95:


Vós focais-vos naquilo que designais por telepatia como um sentido psíquico ou interior, que todos conseguis definir num ceto grau. Empata é a capacidade que tendes de SENTIR e de EXPERIMENTAR outros indivíduos e outras essências. Podeis praticar exercitar esse sentido empático, que ninguém saberá disso! Não exige que faleis. Não exige que penseis. Só requer que vos identifiqueis e as ligações que tendes com as outras essências, SENTIR aquilo que estão a experimentar. Isso poderá não parecer tão importante quanto isso, mas no vosso futuro haveis de ver que o meu raciocínio é bastante válido.


Acha-se acompanhado de um outro sentido interior bastante necessário para contactar esse sentido empático de forma a compreenderem os elementos que serão apresentados. O outro sentido que podereis praticar é o vosso sentido interior da conceptualização, que se assemelha um tanto à vossa visualização. Na visualização percebeis imagens. Na conceptualização, é-vos apresentado um conceito e TORNAIS-VOS no conceito; tal como no nosso jogo eu apresento o exercício e desafio-vos a todos a experimentardes a ligação vibratória com as categorias inerentes ao próprios jogo, o que representa uma introdução à vossa conceptualização.


Há alturas em que não se revela suficiente apresentar um conceito, por poderdes pensar nesse conceito até não conseguirdes pensar mais e ainda assim não compreenderdes, por estardes a utilizar uma porção muito pequena do vosso cérebro focado no físico. Precisais usar mais. Possuís sentidos interiores que vos servem muito bem, mas eles também se encontram muito enferrujados! É agora altura de os puxardes para fora e de os desempoeirardes e de os polirdes e os colocar em condições de funcionamento!


Com o da conceptualização, podeis escolher um conceito qualquer. Não precisa ser nenhum dos conceitos do Elias; pode ser uma coisa qualquer. Focai-vos no conceito e EXPERIMENTAI esse conceito. Não penseis no conceito repetidamente, por essa não ser a intenção. Vou-te perguntar: Que estavas a pensar durante a experiência que tive com o Milus? Vou responder por ti: Nada! Estavas a EXPERIMENTAR. Não estavas a avaliar; não estavas a analisar. Estavas a experimentar, desse modo permitindo-te uma informação e uma compreensão a que não terias chegado sem a experiência. Por isso, no da conceptualização, experimentai o conceito. TORNAI-VOS no conceito.



Da sessão #55, 11/15/95:

VICKI:  Quando incorporamos esse sentido, conseguiremos servir e ajuda para um outro indivíduo?

ELIAS:  Se o desejardes. Eu praticaria em primeiro lugar para me permitir identificar, por agora não perceberdes o que estais a realizar! Podeis praticar em qualquer parte. Podeis ir a caminhar estrada fora e praticar.



Vou-te dar um exercício. Podes fazer uso de uma outra “visita de estudo” e deslocar-te a um lugar como um parque. Descobre uma árvore e pratica o teu sentido empático com a árvore, por ela também incorporar consciência e tem consciência da sua existência.
VICKI:  Ao aprendermos a usar esse sentido empático, tornar-nos-emos capazes de nos conhecer melhor?

ELIAS:  Exactamente. Também compreendereis os indivíduos ao vosso redor assim como os elementos que vos rodeiam. Todas as coisas comportam consciência. Se empregardes o vosso sentido empático, também reduzireis a separação que vos rege, por passardes a incluir uma maior união com tudo quanto tiverdes criado, por tudo se achar ligado. Havereis de compreender a energia.


VICKI:  Eu tenho mais uma pergunta relativa à aprendizagem do uso do sentido empático e à aprendizagem da conceptualização. Para além do desejo e da concentração, terás mais alguma sugestão a fazer?

ELIAS:  Pratica com a tua árvore. A experiência é o teu melhor mestre. Isso apresentar-te-á informação de que poderás tirar partido. Posso explicar-vos os conceitos muitas vezes, conforme o tenho feito! Agora podeis experimentar, e vireis a ensinar-vos a vós próprios.

Da sessão #85, de 04/10/86:

Podeis exercitar os vossos dons empáticos ao ver o retracto de um animal. Não escolhais um animal doméstico. Escolhei outro animal. Colocai uma imagem diante de vós e encarai esse animal. A seguir permiti-vos deslizar para um relaxamento, e focai-vos em SER esse animal.

Não encareis a experiência. Haveis de dar por vós a experimentar a existência dessa criatura. Ela apresentar-vos-á informação respeitante a uma outra consciência para além da vossa, por na essência vos encontrardes ligados a TODOS os elementos do foco físico: á planta, à pedra, ao oceano, à criatura, à nuvem, ao tornado, ao céu, à estrela, ao vosso planeta, aos outros. Estais TODOS ligados pela consciência. Por isso, podeis experimentar todas essas coisas na vossa própria consciência.


©1998 Mary Ennis / Vicki Pendley. Todos os Direitos Reservados.

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