quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

A MUDANÇA DE CONSCIÊNCIA (Excertos)


ELIAS E A MUDANÇA DE CONSCIÊNCIA


(Extractos revistos e corrigidos das sessões 130/185/270/284/345/488/1020/5 Junho 2001/)


PERGUNTA: Gostava de colocar uma pergunta aqui, em nome de todos aqui presentes. Encontra-se aqui imensa gente que nem sequer conheço e que não tem consciência do que tratam estas sessões nem da tua intenção por detrás da interacção que estabeleces connosco. Penso que poderia ser útil, para quantos se acham aqui presentes pela primeira vez se pudesses explicar-lhes um pouco isso.


APRESENTAÇÃO “PESSOAL”

ELIAS: Muito bem... Consisto numa forma de energia da essência da personalidade e ocupo uma área da consciência que a partir de agora passareis a conhecer como a Área Regional 4. Nessa esfera ocupo uma posição de ensino, em conjunto com muitas outras essências que também assumem a função de ensino. 


Dirijo-me a todos vós em resposta às vossas interrogações motivadas por esta Mudança da Consciência que está a ocorrer no vosso planeta neste tempo, mudança com que todos vos achais envolvidos.

Eu não foco a minha atenção na vossa dimensão física conforme vós fazeis, mas interajo com indivíduos na vossa dimensão física em resposta ao pedido colectivo por informação relativamente à mudança que a consciência está a sofrer e que está presentemente a decorrer. Essa mudança de consciência constitui, segundo os termos que utilizais, a base desta interacção e a motivação para a criação esta troca de energia. Nessa medida, existem muitos aspectos da vossa realidade que se estão presentemente a alterar com a realização desta mudança de consciência.

Vou também revelar-lhes que pertenço à família da consciência conhecida como Sumafi, à qual todos vós aqui presentes neste fórum também pertenceis. No enquadramento físico vós alinhais igualmente por outras famílias da consciência. Existem nove famílias da consciência que se acham associadas a esta dimensão em particular e que, em conjunção convosco estão a criar esta realidade e a orquestrar a manifestação desta dimensão particular. Estas famílias da consciência dizem respeito a esta dimensão. Elas não participam na orquestração de outras dimensões físicas e não têm uma relação particular com o todo da consciência, não obstante participarem nessa totalidade da consciência, já que a consciência não pode ser separada sob qualquer aspecto que seja. (Pausa a sorrir para o grupo) 


A MUDANÇA DE CONSCIÊNCIA


Na vossa dimensão estais actualmente a atravessar um acontecimento colectivo que se traduz por um evento global que podeis reconhecer como Mudança de Consciência. Aqueles que não têm qualquer conhecimento ou informação como aquela que disponibilizastes a vós próprios, são igualmente capazes de constatar essa Mudança.


A MUDANÇA: UM EVENTO DA FONTE


A mudança de consciência em si mesma constitui um evento da fonte que está a ser traduzido na vossa realidade física nesta dimensão particular. Não está a ser criado em relação a outras dimensões físicas, mas foi escolhida por vós colectivamente nesta dimensão, a fim de vos proporcionar a oportunidade de continuardes a manifestar-vos e a usar esta dimensão física particular no seu modelo original, digamos, mas com o intuito de alargardes a consciência e descartardes o véu da separação.


Esse acto de descarte do véu da separação está a provocar enorme afectação na alteração de grande parte da vossa realidade. Em relação ao acto de eliminação desse véu de separação, o qual é instaurado por meio das percepções e influenciada pelas crenças que tendes, vós estais a implementar uma nova consciência de vós, do indivíduo. Estais a conceder a vós próprios uma nova sensibilização da atenção, e a redefinir a vossa realidade em todos os seus aspectos.
Isso é realizado por intermédio da acção da aceitação – aceitação de vós próprios e aceitação das crenças – com o reconhecimento de serdes – cada um de vós – um foco da atenção da essência, e que enquanto foco da atenção, sois bastante influenciados nesta dimensão física pelas crenças que estabelecestes em relação à vossa realidade.

Ao vos permitirdes familiarizar-vos mais convosco próprios enquanto esse foco da atenção que sois, e reconhecer que a atenção conduz o mecanismo da percepção de cada indivíduo, e que a vossa percepção é o que a vossa realidade física real mas também é influenciada pelas crenças que mantendes, podeis voltar a vossa atenção, com o reconhecimento da expressão das crenças que tendes, e assim aceitar a sua expressão que têm na vossa realidade e permitir-vos a liberdade para implementardes escolha, objectiva e intencionalmente, em relação ao que criais na vossa realidade física.

À medida que avançais por este século, no começo deste novo milénio, estais objectivamente a inserir esta mudança da consciência na vossa realidade física, e está a ser inserida simplesmente pela acção da consciência, e a participação individual e colectiva que tendes está a expandir-vos a consciência e a abrir-vos a percepção para a realidade da consciência e a forma como é manipulada.

Nessa medida, empreendeis uma enorme proeza ao alterardes a vossa realidade física inteira, porque à medida que continuais com essa acção de inserção dessa mudança de consciência na vossa realidade, alterais a expressão das vossas sociedades, dos vossos governos, das interacções que tendes com nações e culturas, a expressão que adoptais do intercâmbio monetário – TODA a vossa realidade está a ser redefinida.

TRANSIÇÃO DOS ESTEREOTIPOS DA AUTORIDADE

A ênfase está a mudar, literalmente, daquela concedida às autoridades e a certos indivíduos como dirigentes de massas e de grupos de indivíduos para a expressão da realidade dirigida pelo indivíduo. Essa ênfase está a deslocar-se para a expressão de vos focardes na atenção e na valorização, e de reconhecerdes a dignidade e as capacidades que o indivíduo possui.

Vireis a dirigir a vossa realidade, tanto individual como intencionalmente, de uma maneira objectiva, em vez de vos permitirdes receber ditames da parte das crenças das massas ou das figuras de autoridade que implementastes anteriormente como vossos exemplos ou dirigentes.

Nessa medida, concedeis a vós próprios uma tremenda liberdade e novas oportunidades de explorardes esta dimensão física e aquilo que podeis criar nesta dimensão física de um modo muito mais expansivo, permitindo-vos avançar na consciência sem restrições, mas dando continuidade ao plano ou modelo desta dimensão física particular.


Não tendes uma compreensão objectiva da operação, digamos, dessa Mudança de Consciência, contudo tendes consciência na medida em que vós próprios constatais em vós próprios uma mudança e na medida em que dais conta de mudanças a ocorrer nas vossas criações objectivas – o que tem lugar devido a que tenhais optado por permitir o trepasse de informação subjectiva para a vossa consciência objectiva, informação essa que se reflecte em todas as vossas criações – todas as vossas formas de arte, as ciências e até mesmo as vossas religiões.

Trata-se duma consciência que se está a sofrer um incremento. Isto já vos foi apresentado previamente por outro indivíduo (Seth) e agora esta família Sumafi dá continuidade à informação a fim de vos dar uma ajuda na compreensão detalhada desta Mudança na Consciência bem como do papel objectivo que escolhestes empreender num acto de auxílio na prevenção do trauma; pois vós afastais-vos da vossa era religiosa rumo a uma nova criação na consciência nesta dimensão e neste planeta. Contudo, as crenças são vigorosas.

Desse modo, e à medida que as pessoas começam a experimentar aquilo com que acordastes na acção desta Mudança, muitos não irão compreender aquilo que objectivam e vão experimentar conflito na exacta medida da falta dessa compreensão, no âmbito (da influência) das crenças estabelecidas.

Foi-vos dada a oportunidade de reconhecer a existência de sistemas de crenças. E actualmente concedeis a vós próprios uma informação acrescida a fim de aceitardes esses sistemas de crença – não de os eliminar nem de os mudar mas de os aceitardes – reconhecendo desse modo como as vossas criações são todas filtradas por meio dessas crenças. Isso é uma criação vossa. E consiste numa magnífica invenção da vossa criatividade nesta dimensão; contudo essa vossa criatividade actualmente vê-se restringida. Por isso, reconhecendo essa limitação vós estendeis a vós próprios novos horizontes na consciência objectiva.



ALTERAÇÃO DE PROBABILIDADES

A acção da vossa Mudança da Consciência abrange a totalidade do vosso globo. Não se acha limitada a nenhum grupo nem família nem a nenhuma consciência selectiva nesta dimensão mas abrange tudo. Esse foi o convênio estabelecido, mas vós também acordastes previamente, durante os vossos focos religiosos, criar profecias e ideias de eventos futuros, que uma vez mais, nos vossos termos, se traduzem por probabilidades, e não realidades actuais imutáveis.

Na acção da vossa mudança escolhestes alterar essas probabilidades, ao reconhecerdes que tudo o que identificais como negativo e destrutivo, segundo as crenças que mantendes, é desnecessário. Portanto, concedeis a vós próprios a oportunidade de exercitardes a vossa criatividade e a compreensão que possuís da consciência, bem como da inexistência de separação que a consciência comporta, pelo que todos sois um só.

Vós só pareceis distintos pela dissimulação que adoptais. Nesse sentido ofereceis igualmente a vossa assistência a todos os demais. Com a atitude da aceitação das crenças podeis oferecer auxílio àqueles que não obtêm a faculdade do conhecimento de causa desta Mudança da Consciência.

Muitos experimentam novos elementos que vos dizem respeito, elementos pertencentes à vossa realidade. Reconheceis um trespasse de informação subjectiva, a vossa actividade dos sonhos sofre uma aceleração, a consciência objectiva que tendes altera-se e assistis a ocorrências excitantes e ao mesmo tempo estranhas. Objectos com que vos achais familiarizados mudam a forma que têm temporariamente diante dos vossos olhos.

Cada um dos que se acham aqui presentes já passou por algum efeito novo, subjectivo e expansivo decorrente da influência desse trespasse. Haveis de poder concordar que as pessoas (actualmente) se permitem (estabelecer) uma maior comunicação com os próprios sentidos interiores. Achais-vos presentemente mais em contacto convosco próprios do que alguma vez vos permitistes estar ao longo da vossa história. Aqueles que têm alguma compreensão, também são capazes de sentir alguns elementos de temor e de confusão, certos elementos que não entendem mas que ainda assim aceitam nesta Mudança.

Existem actualmente muitos com que vos deparais continuamente que não dispõem de qualquer informação nesse sentido. Eles experimentarão a mesma forma de trepasse que vós experimentais mas devido a não disporem de compreensão podem interpretar tal trespasse de informação subjectiva como insanidade. Podem não aceitar a objectivação que fazem dessa informação subjectiva, e nesse sentido podeis tornar-vos instrumentos de auxílio, pelo reconhecimento de que isso faz parte do acordo. Não têm nada de “errado” neles próprios, tal como vós não tendes nada de “errado” convosco.

Vós estais a avançar para uma criatividade magnífica! Isso permite-vos reconhecer e abraçar e partilhar tal facto com outros, com o conhecimento de que cada foco que se manifesta consiste numa criação suprema da essência. Esta dimensão e enquadramento físico são excessivamente complexos. Vós, nesta dimensão, pusestes em marcha uma criatividade dotada de uma complexidade magnífica.

Presentemente várias crenças vos indicam que os habitantes de outras dimensões são mais espantosos do que vós, mas eu afirmo-vos a todos – prestai a tenção - não existe dimensão alguma que seja superior à vossa, porque vós sois tudo. Por esse motivo todas essas dimensões de que falais, sois vós! Não existe separação, por isso como podereis ser inferiores? (Pausa)

A consciência não comporta qualquer diferenciação. A criatividade pode muito simplesmente adoptar diferentes expressões, todavia é tudo semelhante. Nesse sentido reconhecei a vossa própria criatividade e magnificência. Procurai entender a linguagem que empregais no contacto (que estabeleceis) convosco próprios que se traduz pela informação subjectiva que trespassa. À medida que vos dais conta do rompimento do véu que prevalece entre as diversas estruturas de tempo, reconhecei que isso é o que sois.

Não existe qualquer divisão. No decorrer desta mudança havereis de tomar conhecimento da existência de quadros temporais. Desse modo, haveis de deter a capacidade de aceder de forma intencional e consciente a outros focos que possuís nesta dimensão. Podeis também, por meio de outras áreas da consciência, aceder a outras essências bem como aos demais aspectos da vossa essência.

A vossa essência é de tal forma vasta que, no momento presente se torna incompreensível para vós. Vós ocupais o todo da consciência. Por isso, durante esta mudança, vós ofereceis a vós próprios uma oportunidade de obterdes consciência daquilo que sois.



TEMPOS DE MUDANÇA


Todos vós buscais explicações e respostas para a movimentação que testemunhais. Todos percebeis movimento. Todos forneceis a vós próprios evidência de movimento no âmbito da consciência que podeis não explicar adequadamente a vós próprios. Não importa em que direcção foqueis a vossa atenção, porque seja em que direcção for que foqueis a atenção, no âmbitos destes tempos presentes, haveis de constatar movimento. Haveis de descobrir um movimento novo; mudanças que não podereis explicar completamente a vós próprios. Consequentemente, voltais-vos para as vossas ciências em busca duma explicação, mas as vossas ciências revelam-se incapazes de vos responder às questões. 
As vossas ciências, pois, voltam-se para as religiões em busca de respostas para segmentos de questões que elas não conseguem responder em termos científicos. As vossas religiões são igualmente incapazes de responder a essas questões, por estarem mergulhadas na falta de confiança pessoal, e na noção de buscar as respostas fora de vós mesmos. As vossas ciências também se voltam para o exterior em busca das respostas que pretendem encontrar.


SINAIS ÓBVIOS

Atingistes um ponto, em termos de consciência, em que assistis a um imenso movimento em todas as áreas e aspectos da vida. Presenciais muitas mudanças. Assistis a mudanças em vós. Assistis a mudanças nas vossas sociedades. Presenciais mudanças no vosso mundo. As coisas ganham novas feições, e questionais-vos acerca das razões para isso, e voltais-vos para as autoridades que estabelecestes em busca de respostas para as questões que vos oprimem, mas as vossas respostas residem dentro de vós. Instintivamente sabeis, no vosso íntimo, quando a consciência se move. 
Tendes consciência. Independentemente dos vossos sistemas de crenças, haveis de notar o movimento. Podeis ser dotados de inclinação religiosa, podeis agarrar-vos com uma maior tenacidade às vossas crenças religiosas, e imiscuir-vos nessas crenças, antecipando profecias que vos foram outorgadas. Haveis de testemunhar movimento que vos validam o facto dessas profecias virem a manifestar-se. Se não tiverdes inclinação para a religião, podeis olhar a sociedade e o mundo, e ter uma perspectiva pessimista. Podeis ver que o mundo está a tornar-se mais violento. Dá-se uma maior agitação à medida que o vosso tempo prossegue; isso também é verdade, não somente a vossa percepção, por vós criardes isso como uma verdade. Trata-se de um movimento no interior da consciência.

As vossas ciências, a vossa tecnologia, avançam cada vez mais rápido. Vós realizais cada vez mais. Avançais, segundo os termos que empregais, e voltais-vos mais para os vossos cientistas. Conforme disse, não importa em que direcção focais a vossa atenção. Haveis de constatar movimento; e o movimento que vireis a constatar alcançará feições extremas, por o movimento que se está a gerar presentemente ser extremo.

Aproximais-vos da vossa mudança. Essa mudança da consciência afecta toda a gente. Os vossos naturalistas acham-se actualmente mais sensibilizados em relação ao vosso planeta. Os vossos cientistas acham-se numa pesquisa desenfreada. As vossas religiões encontram-se mais focadas nos seus “tempos finais”. O homem comum nota movimento. Tudo o que vos rodeia reflecte esse movimento. As conversas de cariz mundano que tendes reflectem a percepção de uma mudança. Alguns não identificam esta mudança e dizem: “Há uma mudança no ar.” Em alguns aspectos isso pode representar uma verdade, por a mudança andar no ar. Tem lugar em toda a consciência.

Vós escolhestes este movimento, e procurais e buscais respostas e validação daquilo que percebeis. Voltais-vos uns para os outros, e requereis mutuamente essa validação, por terdes perdido a fé nas vossas autoridades. Por isso, redireccionais a vossa fé para o que encarais como o vosso homem comum; uns para os outros. Não vos digo que essa seja uma “boa” direcção, por vos ter dito muitas vezes que a interacção e o intercâmbio são bastante benéficos; mas com o movimento desta mudança de consciência, apresentais a vós próprios uma nova informação da realidade. Todos os indivíduos apresentam a si mesmos uma informação nova acerca da realidade e deles próprios. Vós não interpretais essa informação todos da mesma forma, mas todos ofereceis a vós próprios novas formas de recordação. Por isso, torna-se benéfico interagir e partilhar, mas a direcção que deveis dar à vossa atenção reside dentro de vós.

Isso foi-vos enunciado ao longo das eras por muitos dos que se achavam entre vós. Alguns, ao longo da história, optaram por dar ouvidos e responder. As massas escolheram o oposto. Isso não é negativo. É o que vós criais. Foi o que escolhestes experimentar, e serviu-vos na perfeição; mas agora estabeleceis opções numa outra direcção. Escolheis uma nova direcção no âmbito da consciência; e vós estais a debater-vos com os seus espasmos iniciais.
Andais a pesquisar, andais em busca e a colocar perguntas, mas não desejais dar ouvidos a nenhuma resposta. Consequentemente, optais por receber as vossas respostas pelo que percebeis como novas formas. Desenvolveis interesse por vós e pelas capacidades que tendes. Rotulais tais capacidades como “psíquicas”, por serem um derivado da vossa própria psique; que é aquele elemento da vossa consciência que se acha focado neste elemento físico.

Desenvolveis esses aspectos de vós próprios, mas não compreendeis aquilo que estais a desenvolver. Abris a vossa consciência a mais informação, e passais a perceber mais a realidade em termos visuais e físicos, mas sem saber como interpretar aquilo que percebeis. Em resultado disso, prosseguis, e formulais perguntas, e preencheis volumes com fenómenos psíquicos, extraterrestres, movimentos do âmbito da consciência. Isso são tudo elementos que vos compõem. São tudo elementos inerentes à vossa própria consciência, e à opção de criardes o movimento desta mudança.

Torna-se-vos óbvio a todos que algo está a tomar feição. Eu digo-vos que o que está a ocorrer não são os extraterrestres que estão a acorrer a vós e a entrar em contacto e a interagir convosco para se infiltrarem no vosso planeta! Vós estais a contactar a vós próprios. Estais a escolher mudar a vossa consciência a fim de incluirdes mais realidade do que aquela que percebestes até este ponto do vosso tempo. À medida que esta mudança de consciência ganha o que percebeis como impulso, no sentido do apoio e da aceitação de todos vós, vireis a experimentar mais a vossa realidade.

Já vos dei conta anteriormente de elementos do que podeis antecipar como acções decorrentes da vossa mudança. Podeis esperar uma percepção mais ampla, uma maior consciência. Que quererá dizer essa expansão da consciência? 

Presentemente vós tendes consciência de vós. Tendes noção desta realidade. Tendes noção deste universo e desta consciência objectiva. Tendes a capacidade de uma consciência muito mais vasta. Estais agora a aproximar-vos disso. Os elementos que percebeis na vossa consciência que contenham véus de separação entre vós e eles deixarão de continuar a comportar esses véus. Deixará de ser um esforço ou difícil para vós, para cada um de vós, comunicar uns com os outros independentemente da área de consciência em que vos encontrardes, dentro de certas limitações. Áreas de consciência tais como a da transição deixarão de estar afastadas de vós. Presentemente constatais que apenas alguns indivíduos são capazes de comunicar nesta área de consciência. Precisais possuir dons especiais! Todos vós comportais essa capacidade.

Vós, na consciência que tendes, ocupais quase metade da vossa existência física num estado alterado de consciência, segundo os termos que empregais; mas não compreendeis o significado nem a acção que ocorre em qualquer estado alterado de consciência. Na realidade, não existem estados alterados de consciência. Existem unicamente diferentes acções que se dão no âmbito da consciência que vos são absolutamente naturais; sendo uma delas o vosso estado de sono.

A vossa actividade onírica presentemente é-vos estranha. Aqueles que têm interacções no estado do sonho e que mantêm consciência, e que recordam a interacção que têm no estado desperto, acreditam ser dotados nessa área de consciência. Actualmente, mesmo aqueles que são bastante adeptos do sonhar não compreendem a acção nem os eventos que ocorrem nesse estado de consciência. No âmbito da acção da vossa mudança, vireis a compreender. Vireis a permitir-vos conscientemente a capacidade que tendes presentemente, mas de que não tendes consciência, de manipular e de vos mover igualmente de uma forma consciente ao longo desse estado.

Falais uns aos outros em ser ou tornar-vos criadores conscientes! Vós sois criadores! No âmbito da acção da vossa mudança, vireis a tornar-vos criadores conscientes. Não co-criais, por não existir nenhum ser supremo criador a par de quem estejais a criar. Vós sois o ser supremo. Já vos disse muitas vezes a todos que vós constituís a vossa mais elevada expressão. Não fostes banidos para o plano terreno por castigo nem como uma aula em que deveis aprender, na qual preciseis passar os exames para poderdes passar para os planos mais elevados da consciência ou existência. Vós ocupais actualmente a vossa mais elevada expressão, no agora, sempre. Possuís todas as vossas capacidades agora. Aquilo que buscais não se acha no futuro. Aquilo de que andais em busca não se encontra para além de vós, porque aquilo que buscais e procurais, sois vós, e isso tendes a capacidade de realizar no vosso momento.

Também vos digo que não advogo a eliminação das vossas crenças. Vós comportais sistemas de crenças. Haveis sempre de ter sistemas de crenças em qualquer manifestação física, por serem um elemento da vossa criação.

A criação que empreendeis na manifestação física é excepcional. Criastes com muita imaginação. Criastes todo um universo físico inteiro, e o funcionamento do mais pequeno dos elementos desse vosso universo físico equivale ao que podereis entender como perfeita alucinação, por ser completamente perfeito na sua criação; mas vós continuais a ver e à procura de algo mais magnífico para além de vós. Eu afirmo-vos a todos novamente; voltai-vos para vós, porque haveis de implementar a vossa mudança, e detendes essas habilidades de criar todas as coisas agora, no espaço que ocupais.



CONSCIÊNCIA SUBJECTIVA E INCONSCIENTE


Vós revelais espanto. Olhais o vosso presente e questionais-vos acerca da validade dos vossos objectivos, sobre as missões, (a rir) e sobre a acção. Mas actualmente estais a experimentar aquilo que designei como uma Mudança de Consciência. Estais a sair da vossa era religiosa e a entrar numa nova realidade, que estais a criar.

Existem muitos aspectos dessa Mudança da Consciência e muitos tipos de acção associados a ela. Um dos elementos básicos desta Mudança na Consciência consiste na aceitação das vossas crenças, neutralizando-as desse modo; NÃO eliminando essas crenças mas neutralizando-as – o que vos possibilitará uma expansão da consciência objectiva e vos ampliará a capacidade de criar em termos futuros. A acção desta mudança detém muitas dinâmicas que já começais a experimentar na vossa consciência objectiva. Eu passo a explicar.

A vossa consciência objectiva é aquilo que vos preenche a atenção durante o tempo que passais no estado de vigília. A vossa consciência subjectiva é aquela consciência que faz parte de vós e que se move em harmonia com a vossa consciência objectiva e que inclui o vosso estado de sonhos bem como todos os outros estados de consciência associados a esta realidade; salvo o vosso estado de vigília. Vou referir-me várias vezes a estes dois estados de consciência. Tal como referi, eles constituem igualmente elementos inerentes a vós. São inseparáveis, e além disso não se digladiam entre si. Vós não sois manipulados por nenhum elemento que designais como “Inconsciente”. Não existe nenhum inconsciente; isso pretenderia sugerir ausência de consciência o que é coisa que não existe. Existe apenas a área das coisas individuais que esquecestes, as vossas zonas de esquecimento, que se traduzem pela vossa percepção objectiva. A vossa consciência subjectiva é aquela parte que detém a recordação, para a qual vos estais a mover no sentido de a fundir com a vossa consciência objectiva, o que perfaz um dos elementos desta Mudança da Consciência.



UMA perspectiva DOS Aspectos desta Mudança da Consciência

Esta Mudança da Consciência está a ocorrer agora, mas em termos de uma terminologia objectiva deverá estar concluída ou ser inteiramente alcançada no terceiro quarto do vosso próximo século (21). Vós já fostes além da metade da acção desta Mudança da Consciência, que se iniciou por alturas do começo deste século em particular (20). Aproximadamente lá pelo meio do próximo século, ocorrerão muitos elementos que se tornarão definitivos na alteração da vossa realidade numa outra completamente diferente. Aquilo que presentemente encarais como realidade deixará de existir.

Quanto às vossas formas físicas elas continuarão tal como até agora. Com respeito às vossas crenças, continuareis a sustentar crenças porquanto elas fazem parte do desígnio desta realidade.

Em relação à afectação causada por essas crenças, ela deverá ser neutralizada. Em relação às vossas sociedades, elas deverão tornar-se diferentes. Sofrerão uma mudança. A abordagem que fazeis à realidade durante esta Mudança deverá sofrer uma alteração dramática pois o vosso conhecimento sofrerá um incremento a ponto de incluirdes a recordação da essência, o que vos facultará uma maior liberdade e mobilidade nesta dimensão física.

Esta Mudança da Consciência está limitada a esta dimensão em particular e não abrange nenhuma outra, seja física ou não física, porém, detereis a capacidade, tal como a possuís no presente (se optardes por vos entregar a isso) de aceder a outras realidades à vossa vontade. A consciência que os seus ocupantes terão da vossa interacção não deverá tornar-se objectiva para eles, mas vós obtereis uma percepção objectiva dessa vossa interacção.

Exemplo: Desejais contactar outra realidade física; os extraterrestres. Desejais ver outra realidade física que se esteja a ser manifestada. Vós podeis empreender tal acção simplesmente dando um passo para o lado. Deverá tornar-se tão fácil quanto deslocar-vos de um compartimento para outro. Desejais contactar alguém que abandonou o enquadramento físico, e obtereis a capacidade de vos achardes em comunicação activa e em interacção com outro foco... Por meio duma comunicação não física.

As vossas capacidades de mobilidade por meio da consciência excederão qualquer elemento conhecido que percebais presentemente.

E de que forma realizareis essa acção de Mudança? Ela já teve início e vós já participais nela.


Presentemente estais a embarcar numa nova busca no campo da consciência. Situais-vos neste exacto momento nas vésperas que antecedem a aurora da realização da vossa criatividade. Permiti que vos informe de que, na vossa mitologia expressais a história de São Jorge a matar o dragão de modo a criar uma passagem isenta de perigos e alívio para as massas, ao mesmo tempo que elimina toda a ameaça de perigosidade. Segundo o imaginário que o quadro sugere, isso consiste num símbolo que podeis relacionar a vós próprios na acção que empreendeis em conformidade com esta Mudança da Consciência. Vós sois aqueles que embarcam nesta busca, de forma a servir de anunciadores desta Mudança de forma que comporte o menor risco de trauma possível. Ao longo do vosso milénio foi depositada imensa energia nas profecias e prognósticos de traumas e de destruição, coisa de que actualmente vos estais a aproximar, ou seja, da aurora dessas profecias. Elas consistem em probabilidades; todavia, ainda não se acham actualizadas nesta realidade particular. Portanto, vós detendes o poder de actualizar probabilidades diferentes.


INCREMENTO DE CONSCIÊNCIA


A consciência no vosso planeta está a aumentar e vós situais-vos no limiar da aurora, a qual irá inserir diferentes probabilidades na vossa realidade oficialmente aceite, ao contrário daquelas que foram profetizadas. Essas probabilidades consistem nos resíduos da vossa era religiosa a qual se estiveram em acção por muito tempo; durante um milénio. Chegastes ao ponto em que essa criação particular na consciência desta realidade vos deixou de servir. Portanto, também consiste num limite sobre a vossa criatividade e vós escolhestes eliminar isso e mover-vos rumo a uma nova criatividade. Nesse movimento reconheceis que prescindis completamente da necessidade de trauma e de destruição para criar uma nova era. (A sorrir)

Ao longo deste século já pudestes sentir as dores desse “parto”. É desnecessário criar negativismo, conforme os termos que empregais. Nesse sentido, estendo-lhes informação acerca dos vossos sistemas de crença que lhes possibilitará suficiente conhecimento a fim de serdes capazes de reconhecer o poder e os efeitos que exercem e que vos influenciam a todos. Se reconhecerdes essas crenças podereis igualmente dar-lhes atenção.

Vós, no enquadramento físico direccionais a vossa atenção de forma bastante precisa. Representais como que uma lente. Visualizai uma câmara dotada duma centena de lentes. Essa câmara deverá representar a essência. Vós sois apenas uma das lentes dessa câmara. Todas essas lentes se acham a decorrer em simultâneo e estão todas a influenciar-vos e a ceder-vos energia no âmbito da acção de realização da presente Mudança. E vós estais igualmente a influenciar todas essas lentes, ou manifestações.



VIDA – UMA MULTIPLICIDADE DE MANIFESTAÇÕES

Eu defino aquilo que designais como “vida” por um foco, (manifestação) porque vida é algo mais global. Nesse sentido, a vossa vida consiste na soma de todas as vossas manifestações nesta dimensão física particular. Cada segmento constitui um foco (manifestação). E eles não se processam de forma linear. Vós não passais pelo nascimento, para passar ao longo desse foco, morrer e depois voltar a manifestar-vos noutro foco. Isso consiste na percepção decorrente do vosso tempo linear, porém, isso é relativo unicamente ao vosso enquadramento físico. Vós concebestes esta realidade particular desse modo, mas noutras áreas da consciência e noutras dimensões físicas além desta dimensão particular isso não ocorre assim. Constitui uma forma de percepção, ainda que o elemento do tempo comporte a sua própria integridade. Portanto, não vos estou a dizer que o elemento do tempo não constitua uma entidade em si mesmo, porque de certa forma constitui, contudo não surge da forma que o reconheceis nesta dimensão. Por isso, quando encarais outros focos de vós próprios, eles acham-se presentemente a decorrer - não se situam no passado nem tampouco no futuro. Podemos referir-nos a eles na qualidade de focos passados ou futuros por uma questão de compreenderdes melhor, pela simples razão de corresponder ao modo como as vossas ideias operam no enquadramento físico, porém, lembrai-vos de que todos os vossos focos ocorrem em simultâneo.

Vós podeis aceder a qualquer desses focos por um acto da vontade. Vós possuís a capacidade de o fazer. Isso constitui igualmente um elemento inerente à acção desta Mudança. Presentemente as pessoas podem aceder de modo mais fácil e sem esforço a QUALQUER das suas manifestações apenas através do desejo e da concentração numa outra manifestação. Podeis aceder-lhes por meio da meditação. Podeis aceder-lhes através do que designais como estados alterados de consciência. Podeis submeter-vos à hipnose e isso facilitar-vos tal acção. Todas essas acções são apenas acções diferentes que vos permitirão relaxar a atenção - a qual se acha extremamente focada nesta manifestação física particular. Isso não significa que seja negativo! Não obstante sentirdes o desejo de aceder a experiências diversas vós criastes propositadamente esta realidade em moldes tais que, cada manifestação de desenvolvimento – que nos vossos termos significa uma vida - concentra a sua atenção de forma tão singular que vos possibilita obter a experiência de uma forma pura.



OBJECTIVO: EXPLORAÇÃO

A razão por que vos achais nesta dimensão – o vosso objectivo, missão ou razão – consiste em experimentar. NÃO vos manifestais nesta dimensão como uma ida à escola. NÃO vos achais manifestos nesta dimensão a fim de realizar grandes feitos, apesar de poderdes escolher realizá-los. MANIFESTAIS-VOS nesta dimensão, e em QUALQUER dimensão física, unicamente para a experimentardes a e às qualidades da acção física de uma forma pura.

Criastes a realidade que compõe esta dimensão particular com base na exploração de dois elementos básicos do enquadramento físico; a sexualidade e a emoção. E vós experimentais ambos esses elementos de uma forma intensa. Todas as vossas criações nesta dimensão particular reflectem esses elementos básicos. Podeis até contemplar uma pedra e isso invocar em vós um sentimento masculino ou feminino, assim como uma emoção - se entrardes em sintonia com ela. TODA a vossa realidade nesta dimensão reflecte esses elementos.

Nesse sentido também vos farei uma sugestão que não será completamente bem acolhida por parte de alguns, mas trata-se da criação vossa realidade. E como tal, trata-se duma realidade, nesta dimensão. Vós concordastes em manifestar-vos pelo menos três vezes - três focos - nesta dimensão. Trata-se dum acordo que elegeis ao escolherdes manifestar-vos nesta experiência particular. Manifestais-vos uma vez mulher, uma vez homem e outra no que designais como “outro”, que será interpretado como aquilo que encarais como homossexual. Todas essas três experiências consistem no contracto com que vos comprometeis ao escolherdes esta realidade, pela experiência do aspecto sexual que esta dimensão proporciona. Isso não quer dizer necessariamente que devais criar um foco que subsista por um tempo demasiado prolongado; podeis experimentar-vos como mulher por um ano ou por cinco minutos e logo a seguir desprender-vos (morrer); assim como podeis experimentar ser um homem que dura até aos cem anos. Podeis escolher ser homossexuais ao longo de quinhentas manifestações, homem uma vez e depois três vezes mulher. Qualquer combinação deverá ser aceite. A única estipulação existente com relação a esta dimensão assenta na experiência de três formas distintas de orientação, pois isso assenta no desígnio em que este foco físico particular assenta.

Todas as manifestações são diferentes; o homem não é mulher; a mulher não se assemelha ao homem; e a orientação homossexual é uma outra orientação completamente diferente. Podeis parecer ser iguais fisicamente mas na consciência, a orientação é completamente distinta, tal como a orientação masculina é uma e a feminina outra e ambas não se assemelham. Não obstante na vossa presente era vos encarardes como mais unidos e desejardes tornar-vos iguais e procurardes desempenhar os mesmos papéis, vós sois intrinsecamente diferentes. Se não fosse tal como digo não teríeis criado essas diferenças sexuais. Não teríeis criado qualquer género sexual. E presentemente existem dimensões físicas que não comportam qualquer orientação sexual. Mas a vossa não faz parte dessas.

Nesse sentido encorajo-vos a explorar a fundo a vossa orientação e criação, a maravilha daquilo em que escolhestes manifestar-vos, ao contrário de negardes a orientação escolhida e a consequente falsa união com a orientação oposta. Não vos deixeis confundir pela expressão de serdes todos iguais. NÃO sois todos iguais. Os elementos da consciência são os mesmos, porém ao mesmo tempo não são, porque cada elemento da consciência comporta uma singularidade própria. Até mesmo ao nível da essência vós detendes o vosso próprio tom que vos caracteriza de forma única e não se assemelha ao de nenhuma outra. As qualidades podem ser as mesmas, porém, o tom deverá ser distinto. Cada um de vós detém um tom individual na essência, o que se traduz pela totalidade que vos caracteriza, a soma de todas as vossas manifestações, não só nesta dimensão física em particular como em todas as demais dimensões e áreas da consciência.

Quanto á acção que empreendeis nesta Mudança da Consciência, vós deixastes-vos atrair a este fórum a fim de receberdes informação. Nesse sentido continuarei a estender-vos informação à medida que formos prosseguindo e atenderei às vossas perguntas. O vosso propósito neste foco inclui o aspecto de concederdes energia à acção da própria Mudança bem como na inserção de probabilidades nesta realidade particular, fora do campo das probabilidades traumáticas. Desse modo, a vossa acção de cedência consiste num acto de disseminação de energia a fim de diminuirdes o trauma inerente a esta Mudança. Muitos haverão de experimentar trauma com relação a esta mudança de consciência. E poderão experimentar muito menos trauma se tiverem informação que lhes explique aquilo por que estão a passar. Nisso consistirá a vossa missão… apesar de não serdes incumbidos de nenhuma missão! (A sorrir)



DÚVIDA E AUTO-INDAGAÇÃO

Que atmosfera será essa que se pressente de forma tão estranha no presente e que vos trás a todos voltados na direcção da indagação sobre um significado novo e impreciso: “Em que consistirá o meu propósito? Que rumo devo tomar? Para onde estaremos a encaminhar-nos? Que nos trará o futuro?” Estas são questões que têm sido apresentadas a esta essência e que todos vós no planeta vos colocais por estes serem tempos estranhos… Tempos de mudança, mas não obstante, interessantes!

Achais-vos presentemente naquilo que designo na terminologia que utilizo como uma mudança da consciência que no momento se encontra a sofrer um aumento e vos está a afectar a todos, individual e colectivamente. Na vossa época presente sucedem acontecimentos peculiares e à medida que avançais em termos de tempo linear isso vai-se intensificando. E nesse sentido a consciência desenrola-se sob a forma de ondas.

Deixai que vos diga que a consciência não comporta separação, e apesar de vos perceberdes como indivíduos distintos, e na vossa realidade objectiva o serdes, também não o sois. Em consciência estais todos interligados e não comportais qualquer separação. Todos vos afectais uns aos outros, tanto colectiva como individualmente, e com isso compartilhais imensas experiências.

No momento presente a consciência está a atravessar uma onda que se acha directamente relacionada com esta mudança. E muitos começam actualmente a experimentar elementos de trauma e de confusão.

Agora; permiti que vos diga igualmente, assim como já referi imensas vezes no passado, que a razão por que me dirijo a todos vós se prende com o facultar de informação com relação e esta mudança na consciência, com isso procurando afectar por meio duma diminuição do trauma que haverá de estar e ESTÁ associado com essa mudança. E isso está a ter início. Tenho vindo a conversar há muito tempo com bastantes indivíduos acerca da mudança da consciência mas tenho-lhes igualmente facultado informação relativa a eles próprios, e tenho-lhes dito que eles poderão melhor compreender-se a si próprios individualmente e às interacções que movem e com isso passarem a deter uma maior compreensão da acção desta mudança da consciência.

Esta mudança é global. Vós concordastes, ao nível da essência, criar um novo tipo de realidade nesta vossa dimensão particular, que é esta, além de terdes esgotado a capacidade de vos sentirdes maravilhados com relação às experiências que criastes no passado, pelo que actualmente vos voltais no sentido duma nova área da experiência.

Em que consistirá a vossa missão nesta dimensão? Consiste em manifestar-vos a fim de colherdes experiência do foco físico duma dimensão que se centra nos aspectos físicos da sexualidade e da emoção. O vosso propósito reside na experiência.

(A sorrir) Não tendes qualquer missão! Não dispondes de qualquer método. Não fazeis parte de qualquer processo. Não vos achais em nenhuma escola. Não vos achais em nenhum plano menos elevado ou inferior nem existem mestres acima de vós que vos estejam a guiar ao longo do caminho, porque não possuís qualquer caminho! Apenas experimentais.

Vós sois essência. Cada um de vós aqui presentes diante de mim consiste num foco individual da vossa essência. Sois um foco da atenção da vossa essência, essência essa que comporta inúmeros focos da atenção. Isto é uma informação importante porque no decurso desta acção de mudança esses focos vão fazer trespassar influências para a consciência devido a não existir qualquer separação e por vos achardes a afrouxar os véus que comportastes durante um milénio na consciência desta dimensão física particular...


 A aceitação É chave


O elemento básico desta mudança na consciência consiste em identificar e reconhecer e abordar as crenças que mantendes e em aceitá-las – não em eliminá-las nem alterá-las nem mudá-las mas em aceitá-las, o que as neutraliza e permitirá a criação dum novo estado de coisas na consciência; porque se não fordes influenciados por essas crenças que comportais criareis uma oportunidade de vos abrirdes para com a consciência e de vos permitir perceber mais a vossa realidade.

Tal como já referi imensas vezes, esta mudança na consciência limita-se a esta dimensão. Isso traduz uma escolha VOSSA desta dimensão e nesta realidade e neste planeta e com ela podeis permitir-vos despir estes véus existentes no foco da vossa atenção singular (exclusiva) além de poderdes permitir-vos interagir e perceber muito mais acerca da realidade que criais ao nível da essência. Isso proporciona-vos uma oportunidade de perspectivardes e participardes na acção da transição, a qual até recentemente, por assim dizer e em termos relativos, as pessoas escolhiam dar início ao período de transição unicamente após o desenlaço do foco físico.



O DESENLACE – UMA ESCOLHA

O desenlace do foco físico, tal como na vossa maioria estareis cientes, consiste naquele momento da vossa escolha – momento esse que VÓS escolheis – a fim de deixardes de dar prosseguimento a esta manifestação – ou aquilo que vulgarmente designais por “morte”. Existe unicamente um emergir, o que consiste num nascimento. Por isso, no momento do desenlace vós nasceis ao contrário de “morrerdes”. (A sorrir, obviamente enternecido com a forma como empregou o termo. Esta noite o Elias estava muito cheio de si!)

Mas no âmbito dessa acção de nascerdes e de emergirdes, vós penetrais uma acção que se designa por “transição”. Essa transição destina-se a descartardes por completo a consciência ou percepção objectiva e os sistemas de crenças de maneira a poderdes reemergir – não voltar a emergir mas reemergir – no foco não físico e poderdes mover-vos na direcção que optardes por escolher, pois vós achais-vos num contínuo estado de transformação, e é nisso que consistis. Por isso, se perguntardes: “Que é que eu sou?” ou: “Quem serei eu?” Vós sois a essência e achais-vos num contínuo estado de transformação. Isso é a consciência. Isso é a essência. Isso sois vós.

Quanto a esta onda e à influência que dela resulta e à participação que nela tendes, podeis igualmente participar nesta onda mas com ausência de conflito, e desse modo podeis produzir uma tremenda excitação ou euforia, um apuramento dos sentidos assim como um período duma maior consciência, mas abordareis igualmente as crenças, porque isso se traduz pela acção desta onda particular. É por isso que cada vez mais indivíduos se acham a experimentar confusão e conflito, por estarem a lidar com as suas crenças.

Todas as criações que empreendeis e que percebeis como negativas ou confusas são aquelas que se relacionam com as vossas crenças. Todas aquelas experiências que na actualidade escolheis em termos de sensações elevadas e de júbilo ou de excitação consistem num indicador ou num reconhecimento, para vós próprios, de terdes lidado com as crenças e representa uma validação para vós próprios de estardes a conseguir avançar por entre aspectos das vossas crenças. Por isso, pode manifestar-se diferentemente enquanto a acção consistirá numa mesma coisa. Apenas depende da vossa posição e de como tereis abordado essas crenças… ou deixado de o fazer!

Posto isto, permiti que vos clarifique que estas ondas se têm movido com maior frequência naquilo que designaríeis como época mais recente. Nos últimos anos essa acção tem sofrido uma aceleração e actualmente estais a entrar numa onda gigantesca que se volta para o próprio centro desta mudança na consciência, e isso está a endereçar-se às crenças, e nesse sentido as crenças que mais são influenciam são as da duplicidade e as da aceitação.

Todos vós comportais o sistema de crenças da duplicidade. Não existe nenhum indivíduo neste planeta nem nesta dimensão que não comporte o sistema de crenças da duplicidade, mas ao passardes para as áreas da aceitação passais igualmente para a área da aceitação automática da duplicidade, em parte, e desse modo começais a neutralizar esse conjunto de crenças, que exerce mais influência sobre vós. Acreditais serdes bons e maus ao mesmo tempo e acreditais que todos os demais são bons e maus a um só tempo e isso traduz essa duplicidade. E ninguém é bom e mau, porque não existe o bom e o mau! São apenas escolhas relativas á experiência.

Não existe elemento nenhum na vossa dimensão – não existe qualquer elemento na vossa essência – que seja bom ou mau. Apenas comportais conjuntos de crenças que vos indicam isso em que passais a acreditar, de modo que criais a vossa realidade em conformidade com isso, o que perpetua a falta de aceitação pessoal bem como a aceitação dos outros, e isso ocasiona conflito além da sua continuidade, uma e outra vez, de forma cíclica, em círculo e num acto contínuo. E nisso reside a acção da vossa mudança, ou seja em mudar essa realidade e reconhecer a verdade inerente à inexistência de certo e de errado, à inexistência de bom e de mau e da ausência de necessidade de condenação.

Mas permiti igualmente que vos diga que, de cada vez que vos encarais ou a alguém como estando certos, estais a criar juízo de valor. Não expressais juízo de valor unicamente por meio do errado porque toda a vez que expressais correção também referis automaticamente o errado, porque algum elemento deverá estar errado para haver um outro que se ache correcto! Foi desse modo que criastes a vossa realidade e as vossas crenças, e isso CONSISTE na vossa realidade, uma realidade bastante vigorosa, que vos influencia enormemente da mesma forma que VÓS vos agarrais a ELA com vigor e resistis a abrir mão dela, por ser tão familiar. E isso é o que tendes vindo a fazer à milénios e é isso o que reconheceis e com o que vos sentis confortáveis, e mesmo que digais vos sentis incomodados, continueis a criar desconforto, devido a que isso seja familiar, e por isso torna-se motivo de conforto.



ATENÇÃO PARA CONOSCO COMO PONTO DE PARTIDA


Cada um de vós possui uma glória formidável! A vossa capacidade de realização não conhece limites. A vossa energia não tem limites. A vossa capacidade de contacto também não possui limites EXCEPTO na área em que vos aferrais às vossas crenças, pois quando vos aferrais a elas também criais as vossas próprias limitações e não vos permitis vislumbrar a maravilha do que criastes nesta dimensão.

Esta dimensão em particular é excessivamente diversificada e nela vós proporcionastes a vós próprios uma oportunidade de explorar uma imensa criatividade. Olhai ao vosso redor e vede aquilo que já conseguistes! E actualmente avançais rumo a uma expressão de criação, não no exterior ao vosso planeta, do vosso mundo, nem das vossas invenções e expressões, mas dirigis-vos MAIS para a área mais expansiva da criatividade por intermédio da expressão do que sois assim e daquilo a que podeis aceder! Detendes actualmente a capacidade de aceder a TODOS os vossos focos da essência porquanto o véu de separação é bastante ténue. Vós criastes isto! Podeis aceder a outras áreas da consciência, não por intermédio de “récitas hipnóticas”, (a sorrir) mas no vosso estado objectivo de consciência de vigília, que manipulais tão bem e em cujo âmbito conseguistes tão bem.

E na vossa expressão objectiva encontrais-vos actualmente preparados para vos expandir. Não se limita a uma criação no vosso exterior mas pode manifestar-se como uma projecção do vosso íntimo no que podeis conceber como exterior a vós, como tendo real acesso a partir do vosso íntimo. Mas para isso a chave reside em dardes atenção às vossas crenças, e aquela que é mais vigorosa, tal como já declarei, é a vossa crença na duplicidade, a qual vos bloqueia de uma forma espantosa, tanto em massa como individualmente.

A aceitação consiste na ausência de condenação seja em que área for, coisa que vos poderá parecer a todos como bastante simplista, mas arriscaria dizer que as realizações objectivas que conseguis de tal acção não se figurarão de forma tão simples, (riso) porque vos deparareis com situações a cada dia que passardes em que expressareis falta de aceitação, quer com relação a vós próprios quer em relação aos outros. Mas ficai igualmente seguros de que isso não é negativo!

Isso consta da OPORTUNIDADE que tendes de dar início a tal acção; a vossa oportunidade de dizer para convosco: “Isto não é mau; isto não é bom; trata-se unicamente duma oportunidade de criar a minha escolha.” Porque enquanto vos permitirdes aferrar às vossas crenças também limitareis as vossas escolhas e direis não ter escolha. Achar-vos-eis atados; porque TERDES DE ESTAR. E terdes que deixar de estar! Eu afirmo-vos que não, em absoluto! Acreditais simplesmente estar amarrados e sem saída mas não estais, e a cada nova oportunidade que se vos apresenta, com cada onda, oferece-vos a perspectiva de novas escolhas.

Precisais unicamente relaxar e deter-vos por uns instantes de modo a perceber as vossas acções; NÃO perceber as acções do próximo mas a VOSSA acção, e perceber as VOSSAS crenças, por a expressão dos outros não ter importância. Isso não é responsabilidade vossa e vós detendes responsabilidade suficiente em relação a vós próprios - uma tremenda responsabilidade! Por isso, porque razão assumireis uma falsa responsabilidade em relação aos outros? Isso seria avassalador! Nos termos da vossa existência física, não possuís tempo suficiente para assumirdes responsabilidade por mais ninguém no vosso planeta porque o vosso tempo é todo consumido unicamente com a vossa própria responsabilidade. Mas vós assumis responsabilidade pelos outros porque isso vos distrai da responsabilização por vós próprios e permite-vos não ter de vos voltar para vós próprios, além de vos permitir prosseguir com a familiaridade das vossas crenças da duplicidade e as vossas crenças da aceitação e da falta de aceitação disso.

Aceitação é o termo; aceitação de vós próprios por meio do reconhecimento de não serdes maus e de não serdes bons, e das vossas expressões não serem más nem boas. São o que são.

Se preferirdes de momento – (com um sorriso matreiro) – vamos ser chocantes? (Riso) – Se preferirdes proceder de forma contrária às crenças que todos albergais em relação a certas áreas sórdidas, será isso mau? Se vos erguerdes e abordardes um indivíduo duma forma excessiva, iremos sentir-nos aterrados por causa disso? Claro, por isso corresponder às crenças que tendes. Mas trata-se unicamente de crenças!

E se começardes a assumir comportamentos inaceitáveis na nossa presença, ah, não! Vamos todos começar a pensar se teremos ficado loucos, não? Não. Apenas criais opções relativamente à experiência, as quais são influenciadas pelas vossas crenças e julgadas por essas mesmas crenças.


CONFIAI EM VÓS PRÓPRIOS


...De início vou propor-vos uma pequena dissertação relativa às questões da criação da vossa realidade.

Estou ciente de que estais a par do que o Michael tem criado ultimamente; não obstante eu geralmente não sugerir qualquer informação tipo “bola de cristal”, ocasionalmente eu tenho indicado pistas quanto a probabilidades para as quais as pessoas se inclinam naquilo que criam, e tendo oferecido essa informação há um tempo atrás, ela actualizou-se agora. (Trata-se de uma referência à viagem que a Mary fez a Paris, a qual efectuou em Dezembro, logo após esta sessão, apesar de não estar certa da informação que tenha sido anunciada anteriormente)

Nesse sentido, isso servir-vos-á como um exemplo da inexistência de elemento algum na vossa realidade que não possais realizar ou criar. O que quer que escolheis ou desejeis, detendes a capacidade de o criar.

Geralmente apresento uma boa quantidade de informação relativa à mudança que a consciência está a sofrer, e aos sistemas de crença e ao modo como eles vos afectam, mas ocasionalmente também vos estendo informação respeitante à vossa realidade e ao modo como a criais. Muitíssimas pessoas têm a forte convicção de que não podem estar a criar a sua realidade toda, ou de que estão limitados na sua capacidade de a criarem.

E nesse sentido eu digo-vos que não existem limites para o que podereis criar no enfoque físico. Vós propondes a vós próprios os vossos próprios obstáculos, mas também dispondes da capacidade de remover todos esses obstáculos que colocais no vosso próprio caminho, porque eles não são difíceis de remover do caminho, por assim dizer.

Vós sois muito eficazes e bem-sucedidos a propor a vós próprios obstáculos e a reforçar a noção de que não podeis criar aquilo que desejais criar, mas eu afirmo-vos que vós possuís igualmente essa capacidade de remover esses obstáculos ou de nem chegar a criá-los.

E para tal existe uma chave, e deter essa chave constitui o elemento que vos proverá a capacidade objectiva de criardes tudo aquilo que desejais.

Ora bem; essa chave poderá parecer rudimentar no vosso idioma, mas na realidade, a aplicação dela é coisa completamente diferente.

A chave consiste em confiardes em vós próprios e nas vossas capacidades, com o conhecimento – sem duvidardes, mas com o saber – de que o que colocardes em marcha, no campo das probabilidades, podereis alcançar, a despeito do quão impossível isso possa parecer.

Não existe qualquer impossibilidade, mesmo no vosso enfoque físico. Vós, se vos aceitardes e confiardes de forma genuína em vós próprios e SOUBERDES que detendes a capacidade de vos deslocardes seja em que direcção for que escolhais, podereis mesmo fazer passar a vossa forma física através dos objectos da matéria sólida.

NÃO existe elemento algum no vosso enfoque que não possais criar. Apenas ACREDITAIS não o poder estabelecer.

Deixai que vos diga igualmente que existem exemplos de indivíduos que criam surpreendentes eventos de materialização no seu enfoque, feitos esses com que vos podereis maravilhar, só que também os depreciais ao expressardes para convosco próprios e para com os demais que tais indivíduos deverão fazer parte de cultos ou que não encarem a realidade de uma forma realista ou então que devam ser lunáticos!

E desse modo vós limitais a vossa criatividade. Não vos atreveis a dar conta de um feito impossível a outra pessoa, por poderdes não deter a capacidade de criar isso de modo efectivo, e os outros perceberão isso e passarão a encarar-vos como lunáticos. Mas que importância terá isso se estiverdes a criar de forma eficiente e sem esforço?

Eu digo-vos que advogo de todo o coração que TODOS vós crieis coisas lunáticas para vós próprios, e nesse sentido possais criar feitos maravilhosos e possais dar lugar a eventos espantosos no vosso enfoque e na vossa realidade, por mais apartado que isso se ache da realidade convencional das vossas sociedades, que não importa! Cada um de vós é capaz de criar coisas espantosas, e a chave disso consiste unicamente em terdes conhecimento disso e em confiardes em vós. Deixai que vos apresente um pequeno exemplo no campo hipotético. (O Elias mostrou-se bastante divertido durante o resto da sessão)

(Com humor) No cosmos, nós essências, conforme sabeis e estais plenamente conscientes, andamos às voltas a pairar e a observar-vos a todos no vosso enfoque físico, por constituirdes um entretenimento e tanto! (Riso)

Por isso, permanecemos sentados nas nossas nuvens e contemplamos-vos a todos a andar às voltas em torvelinho, escutamos os vossos lamentos e as queixas contínuas do quanto não conseguis estabelecer no vosso enfoque uma plataforma financeira capaz de vos prover todos os desejos que comportais! Bla, bla, bla, bla, bla! (riso)

E como vos observamos a todos e nos divertimos tanto com as vossas espantosas lamúrias relativas ao que deixais de possuir, também direccionamos a nossa atenção, cá nas nossas nuvens, para alguns que CONFIAM neles e em cuja realidade, eventos, objectos, desejos, e vontades parecem simplesmente suceder-LHES como que por acidente ou de modo inexplicável. São como pequenos magnetos que atraem todos os elementos prazenteiros e espantosos que se lhes colocam no caminho.

E todos VÓS estais continuamente a lamentar-vos e a gerar irritação em vós próprios em relação a todos esses indivíduos, e a expressar: “Porque devereis alcançar o que desejais, quando eu me reviro e debato no esforço e não consigo alcançar o mesmo?” (Riso) Mas continuais a não confiar em vós!

E o vosso semelhante poderá dizer-vos: “Só precisas confiar no universo, que ele te providenciará. Entoa um mantra e acredita no que te digo, que isso virá ao teu encontro! Mas haveis de abanar a vossa cabeça e dizer para com os vossos botões: “Não, não, não! Tu não passas de um lunático, eu preciso labutar imenso e esforçar-me por alcançar qualquer coisa no meu enfoque!” E eu digo-vos que isso está COMPLETAMENTE errado! (A rir)

Não precisais lutar. Isso é uma opção. Se escolherdes lutar, nós continuaremos a ver-vos a partir das nossas nuvens, no cosmos, e continuaremos a divertir-nos bastante com as vossas lamúrias e a vossa luta e as vossas queixas relativas ao que estais a criar e o que escolheis e desejais criar de forma deficitária, por estarmos demasiado cientes de que a vossa realidade se acha bastante apartada de vós! E de que tudo é “subconsciente”.

ISSO é o que vos estará a criar a realidade, esse elemento evasivo da consciência que se acha circunscrito a alguma outra área da consciência que não conseguis sondar nem controlar. Algum outro elemento de energia deverá estar a criar no vosso lugar e sem permissão da vossa parte! (A rir)

Não existe subconsciente nenhum! Tampouco aspecto algum da consciência que seja inferior! TODA a consciência se acha acessível. Trata-se unicamente da situação do que vós próprios escolheis e se optais por aceder a toda a vossa consciência.

Ah! Mas não esqueçamos de que vós só utilizais dez por cento do vosso cérebro físico! Por isso é que vos revelais tão ineficazes na criação da vossa realidade, porque essa massa orgânica que reside no vosso cérebro físico não ser utilizada!

Eu vou dizer-vos que podeis mesmo remover metade ou mais do vosso cérebro físico e continuar a criar de modo igualmente eficaz quanto o que estais actualmente a criar, na vossa realidade… ou ineficaz! (A rir) E que podeis manipular a vossa realidade do mesmo modo.

O vosso cérebro físico não é que está a criar a vossa realidade! Ele apenas comunica impulsos ao vosso corpo físico. Mas não é isso que vos gera as ideias. VÓS estais a criar essas ideias - VÓS enquanto consciência, em cooperação com a vossa forma física ou expressão externa. Por essa razão eu não aceito a desculpa do vosso cérebro ser ineficaz para criar a vossa realidade ou de que tendes algum elemento que vos tenha sido removido – tal como esse subconsciente evasivo que constitui o tal demónio – e que esteja a dar lugar à criação de elementos indesejáveis e que não estejais a escolher no vosso enfoque… Porque VÓS não criais a vossa realidade! Nós estamos cientes disso! (A rir)



UMA NOVA PERSPECTIVA SOBRE A REENCARNAÇÃO


MULHER: Estou particularmente interessada em saber quanto tempo leva a reencarnarmos. Não creio que existam regras mas neste plano deverá ser de alguns milhares de anos ou poderá acontecer com o nascimento do bebé seguinte, por assim dizer?

ELIAS: Esta é uma questão difícil para aqueles que se acham nesta dimensão, porque vós criastes sistemas de crenças bastante incisivos em torno da questão da reencarnação.

Bom; vou dizer-lhes, para início de conversa, que a reencarnação, segundo a forma como a expressa a vossa filosofia, não passa de uma crença e não ocorre da forma que expressais a vós próprios com as vossas ideias.

Na realidade, fora desta dimensão física, assim como fora de certas dimensões físicas – porque esta não é a única dimensão física que existe – fora das dimensões físicas o tempo não tem existência do modo que pensais.

O tempo é simultâneo. O tempo consiste num elemento que foi criado na consciência, e por isso, de certa forma, consiste numa entidade em si mesmo, mas também é relativo a cada dimensão física tanto na expressão que aí encontra como no movimento que assume. Nesta dimensão física em particular vós criais a percepção e o movimento do tempo de um modo linear.

Agora; permitam igualmente que me torne claro nesta área. A percepção consiste naquilo que pensais em torno da maneira como o tempo se move. Consiste na identificação que fazeis do elemento tempo no tipo de movimento que aparenta assumir em frente. É a isso que nos referimos em termos de tempo linear - que se move em linha. Deslocais-vos do passado para o presente e daí para o futuro, e a vossa realidade toda é abrangida por essa criação. Por isso, até mesmo a vossa linguagem se move em conjugação com a criação do tempo.

Mas assim que saís desta dimensão física, o elemento do tempo deixa de ser relativo. Por isso não é criado do mesmo modo.

Isso move-se em conjugação com as crenças que tendes da reencarnação, porque encarais a vossa realidade como deslocando-se através de hiatos temporais que registais como história. Além disso criastes igualmente uma percepção da memória, que vos permite a recordação de eventos e de experiências, as quais se deslocam do mesmo modo linear.

Nesse sentido a percepção que tendes da morte como não constituindo uma quebra terminante da vossa própria continuidade volta-se para a identificação de um retorno ou de uma nova manifestação, porque dais continuidade a uma ideia do tipo linear.

Na realidade, vós possuís grande número de focos, ou aquilo que designais como “vidas”. Eu emprego o termo “focos” propositadamente. A soma total de todos os focos de uma dimensão física em particular será designada como Vida, por assim dizer, e todos esses focos – que vós identificais como “vidas” – consistem em diferentes direcções que a atenção toma dentro da vida ocupada numa dimensão física.

Vós sois essência. Por isso sois muito mais vastos e grandiosos do que podeis perceber num foco físico particular. Este momento que identificais, assim como aquele que conheceis que sois e com que vos familiarizais, constitui um foco da essência.

Agora; lá por estarmos a falar de um foco individual não interpreteis isso como a representação de uma mera parte ou de uma porção da essência porque não sois. Vós sois a essência completa. Presentemente a vossa atenção acha-se focada numa direcção. Isso não quer dizer que seja a totalidade daquilo que vós sois. Trata-se unicamente da direcção em que focais a vossa atenção, e podeis usar a vossa actual manifestação física como exemplo de tal tipo de acção.

Vós percebeis apenas um corpo que identificais convosco próprios, mas dentro dessa forma corporal estão a dar-se inúmeras acções em simultâneo. Possuís cinco sentidos exteriores que estão continuamente a processar, sem cessar, informação essa que é proveniente dos estímulos e da informação do vosso ambiente e de vós próprios; porém, não estais a centrar a vossa atenção na acção dos vossos sentidos exteriores. E por isso não estais a notar a acção decorrente da função desses sentidos exteriores.

No vosso corpo físico dão-se infinitas acções que decorrem em simultâneo mas não focais a vossa atenção continuamente em nenhuma dessas acções. E no exterior do vosso corpo estão a decorrer muitas acções. Vós interagis com outros. Vós criastes um meio no qual participais e criastes um mundo que vos está a afectar, do mesmo modo que vós o afectais a ele. Mas num dado momento podeis não estar a centrar a vossa atenção na área da observação de qualquer desses elementos que estão a decorrer em simultâneo. Podeis estar a direccionar a vossa atenção de modo bastante isolado, estando unicamente cientes de uma única acção.

Neste exacto momento estais a dar atenção à interacção que estais a ter comigo. Não estais a depositar a vossa atenção em mais nenhuma acção que esteja a decorrer neste domicílio, mas isso não quer dizer que não estejam a decorrer outras acções, porque estão, e também estais a participar nessas acções unicamente com a vossa permanência neste compartimento.

A razão desta explicação consiste em oferecer-vos uma ligeira compreensão sobre o modo como um imenso número de acções decorrem. É a vossa percepção que identifica aquilo que vedes, e com a percepção que tendes percebeis para onde direccionais a vossa atenção.

Enquanto essência vós direccionais a vossa atenção – uma das vossas atenções – para este foco em particular em que participais. Não vos permitis ter consciência de mais nenhuns focos que estejam a decorrer em simultâneo.

Isto relaciona-se com a crença que tendes da reencarnação, porque segundo tal crença, acreditais que vos manifestais, ou que nasceis e que depois vos percorreis um foco particular e que morreis, e que voltais a nascer e que voltais a percorrer e morreis, e repetis incessantemente essa acção.

Aquilo que vos estou a dizer é que na realidade todos os vossos focos estão a decorrer agora. Vós não vos manifestais por meio do nascimento deslocando-vos ao longo desse foco para morrerdes em seguida e subsequentemente voltardes a manifestar-vos. Eles estão todos a decorrer agora, porque toda a realidade está a decorrer agora.

O elemento do tempo no formato linear consiste numa criação relativa a esta dimensão física em particular que foi inserida de forma bastante intencional nesta realidade física.

Escolhestes criar uma realidade por meio da qual podeis abrandar o vosso movimento e as vossas acções de forma a poderdes experimentar a plenitude de tudo aquilo que criais em termos materiais, e de forma a poderdes perspectivar e examinar e avaliar e experimentar e assimilar todas as maravilhas que criais nesta dimensão física.

Agora; nesse sentido as essências escolhem um número variável de manifestações, por assim dizer, que passam a inserir numa dimensão qualquer particular. Cada um de vós, enquanto essência, escolhe o número de vezes que ireis focar a vossa atenção nessa dimensão em particular, e isso fica inteiramente ao critério de cada essência.

Quanto à repetição da manifestação, também vos direi que existe uma acção que ocorre em conjugação com a vossa criação do tempo linear, dentro desta dimensão. Na realidade não se trata de nenhuma repetição da manifestação.

Portanto, quando escolheis o momento em que vos separais desta realidade – ou por altura daquilo que designais como morte – vós continuais o mesmo Eu que sois capazes de identificar. O Eu que conheceis prosseguirá para áreas não físicas da consciência, porque já oferecestes a vós próprios a experiência desta dimensão física em particular, e como cada essência se foca por um imenso número de focos da atenção numa dimensão física, tornar-se-ia desnecessário que um foco voltasse a entrar nessa dimensão física.

Quando vos afastais desta dimensão física, deslocais-vos para outra área da consciência que designamos por Área Regional 3, a qual consiste na área da transição. Nessa área da consciência aquilo que ocorre consiste no despojar-se das crenças que são comportadas em conjugação com esta dimensão física particular, devido a que se tornem desnecessárias nas áreas não físicas da consciência.

Haveis igualmente de vos dissociar da vossa consciência objectiva nessa acção de transição, porque a consciência objectiva consiste igualmente numa criação relativa e útil nas dimensões físicas mas que é completamente desnecessária nas áreas não físicas da consciência.

A vossa consciência objectiva consiste em tudo aquilo com que vos deparais em termos físicos – tudo aquilo que pensais, tudo o que sentis em termos emocionais e tudo o que percebeis fisicamente. Isso é o que compõe a vossa consciência objectiva, a qual é desnecessária para além de uma dimensão física. Consequentemente, isso também é descartado durante essa acção de transição.

Por essa altura, por assim dizer, quando as crenças tiverem sido descartadas em conjunto com a consciência objectiva, possuís a capacidade de escolher mover-vos rumo a qualquer acção ou área da consciência, assim como também detendes a capacidade de optar por criar qualquer nova acção ou área da consciência a fim de a explorardes, porque as essências encontram-se num contínuo acto de transformação, e neste estado dá-se uma contínua acção de exploração da consciência e uma contínua acção de criação da consciência. Esse processo não tem fim.

Agora; nessa escolha de prosseguir rumo a uma área qualquer da consciência não física, por vezes, aquele aspecto da essência que foi identificado como um foco individual pode escolher projectar um aspecto da sua consciência num elemento da consciência física de uma qualquer dimensão física.

Isso não quer dizer que se volte a manifestar. Apenas projecta um aspecto da sua consciência sobre outra área da realidade física a fim de experimentar esse elemento da realidade física.

Com isso, as pessoas passam a criar a crença da reencarnação num animal. Mas vós não vos voltais a manifestar numa criatura. Vós não reencarnais num animal. Os animais não são essência mas consistem numa criação vossa, enquanto essências.

Por isso, possuís a capacidade de projectar um aspecto vosso na consciência da criatura bem como a capacidade de criar uma realidade em conjugação com a criatura, porém, não vos manifestais como criaturas, porque isso seria bastante limitativo para vós numa dimensão física.

Vós permitis-vos muito mais liberdade de exploração por meio da manifestação da vossa espécie do que poderíeis, por assim dizer, obter pela exploração da espécie das criaturas na vossa dimensão, porque elas consistem numa criação vossa, de certo modo.

Nesse sentido, e por uma questão de concordância, já que elas também são consciência, elas escolheram criar a sua realidade em conjugação com o vosso propósito.

Vós concebestes e orquestrastes esta dimensão física e assim também a dirigis, e nessa direcção tudo o que participa nela constitui consciência, e acha-se em concordância convosco para se criar a si próprio do modo que estais a dirigir.

De certa forma vós criastes uma imensa peça nesta dimensão física, e vós sois os directores, ao passo que toda a vossa realidade representa os actores – a vossa atmosfera, os vossos planetas, o vosso universo, as vossas montanhas, o vosso tempo, as vossas criaturas, as vossas plantas – tudo o que existe na vossa dimensão física consiste numa criação vossa. Vós sois os directores enquanto tudo o que acabei de referir constitui os vossos actores, e vós orquestrais, tanto individual como colectivamente, os movimentos e a dança de tudo isso.

Por isso, para voltar à vossa pergunta inicial sobre a reencarnação, existem imensas crenças que a filosofia da reencarnação comporta. Vós dais lugar a tais crenças com base num conhecimento subjacente de certos elementos tanto inerentes à vossa natureza como à vossa realidade.

Vós possuís o conhecimento de serdes muito mais e bastante superiores do que um foco da atenção individual, mas na criação que empreendeis da vossa realidade objectiva, não conseguis compreender de que modo isso seja possível, porque tudo o que encarais não passa de um corpo isolado; identificais-vos como um indivíduo isolado. Não vos é dado perceber dez mil clones junto de vós, em termos físicos!

Por isso criais a crença – uma explicação que arranjais para vós próprios – de como haveis de ser superiores a este foco individual e singular da atenção.

Nesse sentido, ao criardes um enquadramento linear de tempo, expressais em termos bastante lógicos para vós próprios que o que poderá acontecer é vós vos manifestardes e depois passardes ao desenlace para depois voltardes a manifestar-vos. Na realidade já sois todas as vossas vidas, por assim dizer, e apenas precisais voltar a vossa atenção ligeiramente para o lado – não para a frente nem para trás – para poderdes com toda a facilidade perceber todos os outros focos que tendes nesta dimensão.

Do mesmo modo que o vosso corpo físico vos pode afectar num dado momento, por assim dizer – e vós podeis no acto voltar a atenção para a afectação proveniente de qualquer elemento no vosso corpo físico e notar essa afectação – podeis igualmente notar que a energia dos vossos focos todos vos esteja a afectar, por vos encontrardes a participar em todos eles, e também vos encontrardes a afectar todos esses focos existentes nesta dimensão.

Vós possuís muitos mais focos da essência nesta dimensão física particular, mas na direcção que a vossa atenção toma, sereis capazes de aceitar que os focos que comportais nesta dimensão particular se acham mais próximos de vós e mais facilmente acessíveis, por poderdes mais facilmente compreender as realidades inerentes a eles. Vós criais véus entre vós mesmos e os demais focos dimensionais, porque a realidade deles acha-se bastante afastada e é diferente da realidade desta dimensão.

Será isto suficiente? (A sorrir)



AS EMOÇÕES E OS SENTIMENTOS


ELIAS: (Ri) Além disso vós também vos manifestais em grupos. Por isso, muitos daqueles com quem interages neste teu enfoque actual também interagem contigo noutros focos!

ADEL: Estás a dizer que podemos viver vidas duplas? Não estou muito certa quanto ao que queres dizer com foco.

ELIAS: Eu emprego o termo “foco” ao invés de vida. Porque aquilo que vós sois consiste num foco da atenção da essência.

Na realidade sois muito mais vastos do que pareceis ser nesta dimensão física, mas não estais familiarizados com isso, por terdes esquecido aquilo que sois. Mas vós sois consciência. Sois uma essência da consciência que inclui uma energia da personalidade, a qual não existe apartada da consciência mas gera um traço único de distinção dessa energia da personalidade.

Bom; enquanto essências sois incomensuravelmente vastos e de modo semelhante àquele pelo qual vos reconheceis, nesta dimensão física, vós incorporais muitas formas de atenção. Deslocais a vossa atenção em muitíssimas direcções. E enquanto essências, também empregais a vossa atenção em múltiplas direcções, só que as empregais ao mesmo tempo.

Por isso, aquilo que designais como “vidas passadas” constitui na verdade outras focalizações da atenção que sois, e todas se encontram a decorrer agora. O facto de perceberdes o tempo de um modo linear não passa de uma ilusão, por constituir um aspecto da concepção desta dimensão física em particular. Existem muitas dimensões físicas mas nesta em particular, vós criastes uma concepção de tempo que se move de forma linear; razão por que percebeis a vossa realidade desse modo. Nesse sentido, percebeis o passado, o presente e o futuro. Na realidade todas essas formas de atenção se acham presentes; apenas vos parecerão passadas ou futuras em associação com esta dimensão em particular.

Bom; também te direi que não existe nenhum nível dimensional mais elevado ou menos elevado. Não existem mestres, porquanto não existe expressão da consciência que seja superior a nenhuma outra. Portanto, vós, enquanto essências, sois a mesma coisa que qualquer outra essência, a mesma coisa que a totalidade da consciência, e sois assombrosos na vastidão do que vos caracteriza. Vós incorporais um imenso número de focos da atenção nesta dimensão física, assim como em outras dimensões e áreas não físicas da consciência.

...

Todos vós possuís a capacidade de manifestar QUALQUER expressão que desejeis de imediato. Mas vós também incorporais muitas, muitas, muitas crenças pelas quais alinhais e que vos influenciam a percepção e vos referem não serdes capazes de criar no imediato aquilo que quereis. Por isso, com respeito a essas crenças e ao reconhecimento daquilo em que assentam, vós avançais por processos, o que nem é bom nem é mau, e apenas consiste numa escolha.

O que é significativo é que vos familiarizeis convosco próprios, o que não é tarefa tão pouca quanto parece e pode mesmo tornar-se num enorme desafio. Por eu poder dizer-te de modo genuíno que as pessoas nesta dimensão se encontram extremamente pouco familiarizadas com a atenção em relação a si próprias. Vós pensais estar a prestar atenção a vós próprios mas não estais.

Agora; apresentar a ti própria uma informação relativa às crenças que albergas é significativo porque te ajuda a concederes a ti própria permissão para te familiarizares com o que te influencia. Existem muitas vias por intermédio das quais estabeleceis comunicação convosco próprios, que empregais nesta manifestação física.

Uma dessas vias de comunicação (transmissão) é a emoção. As emoções jamais em tempo algum constituem uma reacção; trata-se de uma forma de comunicação. Elas geram um sinal, que constitui o sentimento. Mas tão prontamente quanto o sentimento for (?) passa a ser criada uma mensagem. O sinal ou o sentimento consta exactamente disso, de um sinal destinado a captar-vos a atenção. A mensagem sugere-vos mais exactamente informação respeitante ao que estais a fazer e ao que vos está a influenciar essa expressão do momento.

Ora bem; a acção mais significativa e importante que deves adoptar é prestar atenção a ti própria. Presta atenção ao que estás a comunicar a ti própria; presta atenção ao que estiveres a fazer. Porque aquilo que estiverdes a fazer, também estareis a escolher!

E nisso consiste o desafio, porque as crenças que abrigais vos dão conta de não estardes a criar a vossa realidade toda. Podeis acreditar criar a vossa realidade em parte mas que situações e circunstância haverá que outros indivíduos ou sociedades criarão por vós. A vossa crença refere igualmente que apenas escolheis o que criais nas alturas em que o estabeleceis em moldes positivos – ESSAS expressões são fruto da vossa escolha. Expressões negativas ou de desconforto, definitivamente não são da vossa escolha! O que é completamente errado. Vós escolheis cada aspecto da vossa realidade e de modo bastante propositado e benéfico. Pode não ser reconfortante mas é intencional porque vós ofereceis a vós próprios continuamente informação que vos reflecte de volta aquilo que sois.

Bom; eu vou-te propor uma explicação condensada quanto ao modo como criais e ao que criais na realidade, enquanto focos individuais da atenção. O pensamento não antecede nem cria a realidade. É a percepção que vos cria a realidade actual. A percepção é o mecanismo que faz parte de vós e que na realidade projecta toda a vossa realidade física e vós manipulai-la. Isso traduz a capacidade que vos assiste; esse é o assento ou a sede do vosso poder, que é aquilo em que infere a tua questão.

Ora bem; as pessoas confundem-se a si mesmas ao acreditarem que o pensamento crie a sua realidade. Eu posso-te afirmar que isso representa, na vossa terminologia mundana, uma “sorte” (ou um azar). Vós podeis pensar e pensar continuamente sem alcançardes a criação do que quereis, porque o pensamento não é o mecanismo que gera a realidade. O pensamento tem por função a mecânica da mente objectiva, a qual é empregue em termos de tradução. Essa é a sua função. A de traduzir uma comunicação.

Vós comunicais convosco próprios por intermédio dos sentidos interiores, dos sentidos externos, do que manifestais na consciência do corpo físico, através das emoções, da intuição, das impressões e dos impulsos. Vós criais muitíssimas vias para comunicardes convosco próprios e o pensamento é concebido como uma forma de tradução dessas comunicações. Só que o pensamento nem sempre traduz exactamente essa informação, porque depende do sentido para que estiverdes a dirigir a atenção, e a atenção não é pensamento...







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