domingo, 20 de janeiro de 2013

INTRODUÇÃO AO MATERIAL DO ELIAS

   


APRESENTAÇÃO

 

  Elias representa uma voz que “clama no deserto”, num “deserto” destituído de acólitos, de mestres, de intérpretes e de intermediários, de Igrejas e de religiões, por essencialmente se achar destituído de deuses, e que dirige ao leitor mais atento uma mensagem que se presta ao seu esclarecimento, numa época tão conturbada como aquela em que vivemos, caracterizada por todo o tipo de adversidades e desafios inéditos, que suscita um esclarecimento que só terá encontrado paralelo nos tempos das pregações originais dos profetas bíblicos, cujo teor se perdeu por força das múltiplas interpretações feitas e das distorções impostas ao longo dos tempos que resultaram em grande medida nos vários dogmas.

  Representa um esclarecimento que se desdobra numa exposição que não é passível de se encontrar nos círculos especializados de forma assim isenta e clara, por visar uma abordagem de nós próprios, do mundo e da realidade que se prende com a abordagem consciente e responsável, com base não tanto no autoquestionamento em que fomos condicionados por força das várias contingências da educação, mas no questionamento dos fundamentos do que constitui um estorvo ao desabrochar pleno do indivíduo, assente como se encontra nos pilares frágeis de fundamentos convencionais. Um esclarecimento que se acha imbuído do propósito primordial de nos fortalecer as bases da edificação de um significado que responda pela integridade do ser e dos destinos que traçamos, encorajando, como o faz de forma ímpar, a compreensão das abordagens e das atitudes usuais a que recorremos para tal fim.

  A sua “mensagem”, os ensinamentos que difunde, sugerem uma expansão da consciência que passa por uma análise clara e inequívoca dos meandros, da complexidade e do significado de toda a acção que nos limita, ao invés de o fazer com base na resistência às correntes dominantes, por tal atitude comportar a negação mais evidente das liberdades e dos desejos mais caros ao crescimento pessoal, e assentar na contradição e na duplicidade de carácter.

  Difíceis são os tempos que vivemos, por razões que se prendem com factores de variada ordem: o peso que os conceitos gastos ainda exercem sobre os indivíduos, explorados, hoje como outrora, pela acção propagandista que os meios de informação exercem, e que visam sobretudo os propósitos de quantos continuam a contribuir para uma autopromoção velada às custas do aprofundamento da dicotomia e de falsas promessas no espírito das populações, promessas que pretendem colmatar carências que são de uma ordem que não de massas, e que não podem ser colmatadas pela acção do âmbito organizativo, (que possuem um carácter primordialmente quantitativo) em função do que o aspecto qualificativo resulta muito débil e indirecto. Mas tempos em que os homens estão também a despertar e consequentemente a negar o significado estreito e os malefícios, por exemplo, da guerra, da centralização das diversas formas de poder, e estão a aprender a questioná-lo ao se imiscuírem nos meandros dos conceitos e convenções que são propostas e defendidas. Tempos que exigem esperança, pois, e o acalento de novos paradigmas, que indiscutivelmente terão que passar por uma acentuação do questionamento de velhos preceitos e das prerrogativas de quantos se sabem mexer nos corredores dos centros decisórios vigentes e o fazem em nome de interesses que não correspondem à verdade ainda que se revistam de títulos apelativos. Tempos que exigem basicamente coragem e consciência.


   O período de que estamos a sair, caracterizado na sua globalidade pelo domínio da religião, foi regido por paradigmas e temas que se prestaram a um serviço único, nos patamares que a alma percorre da realização de si mesmo, ao proporcionarem a possibilidade de vivências votadas a ideais nobres e elevados que, não obstante se posicionarem acima e além do homem, tinham o objectivo de o ajudar no seu crescimento ao proporem medidas apropriadas á consciência que tinha de si, do mundo, do universo e de Deus. E embora se subordinassem ao modelo tutelar da divindade benéfica e da providência mais ou menos duvidosa, propunha-se servir de modelo de remissão e de  purificação para os mais baixos instintos presentes na natureza humana, pelo acalento da fé num Deus Pai nos moldes paternalistas de uma fé que se divide, compreensivelmente, num eterno conflito que radica na separação, conflito esse que singra entre as forças interiores e exteriores, de um bem e de um mal que caracterizam noutras correntes um inconsciente incognoscível e longe de ser consensual.

   Foi um modelo simplista, não há dúvida, mas que se prestou à representação de muitas qualidades inegáveis do carácter. Mas eis que os tempos levam-nos a transpor, por força das circunstâncias, os limites de tal paradigma e nos conduzem ao cerne, ao âmago do ser por vias que, se antes se nos afiguravam nobres por serem impostas pela força expressiva da autoridade, agora o não são menos apesar de se cingirem à pessoa, por dizerem respeito fundamentalmente à grandeza que se vislumbra da sua natureza original. Eis que os paradigmas transpõem as fronteiras do incognoscível e nos levam a confrontar-nos com a grandiosidade que se impõem atender, de uma força que agora se afirma consciente.

   Quererá isso dizer que substituímos a velha figura tutelar de Deus pela do super-homem, de um alter-ego. Não. Pretende, em vez disso, actualizar a consciência com base nas mesmas qualidades e potencialidades que nos assistem, enquanto seres humanos, e que antes projectava-mos (e que projectamos ainda nos governos, e nas autoridades estatais) no exterior por radicarem justamente na grandeza que idealizávamos como pertença nossa, e tal passo pavimentar o terreno do autoconhecimento. Esses paradigmas anteriores baseavam-se em lendas e mitos, que não obstante não se devem subestimar, por possuírem poder e uma verdade muito única – o material de que podemos construir o nosso próprio mito, e edificar a nossa própria grandeza. Jamais nos chegamos a separar da fonte, mas agora temos que ter noção da nossa grandeza e do significado do ser, para podermos responder aos desafios de uma mudança de consciência que se anuncia portadora do que de mais nobre acalentamos antes. A passagem da tutela assenta nas grandezas, princípios e desígnios que melhor acalentarmos, nesta retoma do poder que nos pertence.

   Não deve, este esforço, ser confundido com os objectivos do espiritualismo, por se achar distorcido e pejado de noções deturpadas assentes na presunção de facto. Tampouco deve esta mensagem enquadrar-se na classificação do “poder das massas”, por tal expressão colectiva carecer da realidade nuclear que só o indivíduo possui. Noções generalizadas de "povo“" traduzem muito pouco no que toca à tomada de consciência da responsabilidade de que carece para responder às aspirações e necessidades que defende por intermédio de maiorias que pretendem assomar um poder que não efectivam, e muitas vezes mascaram uma exacerbada preferência pela franca oposição às correntes vigentes.

  Acreditando que esta partilha pode representar uma mais-valia para quantos se achem suficientemente dispostos a acolhe-la, voto-me à tarefa de proporcionar a tradução de pontos essenciais que contribuam para um salto qualitativo no campo da realização dessa mudança de consciência, em moldes de uma certa elegância, pela eliminação do esforço e do conflito que tendem a fazer parte dos propósitos que se revestem de um carácter renovador e libertário.

  Porque elegi, exactamente, este Material do Elias como representante dessa possibilidade? Bem, especialmente por constituir uma fonte de informação que se preocupa por traçar todo um mapa da consciência que mais parece ajustar-se à nossa demanda do momento, que de tão profundas e irrevogáveis alterações se faz, e o fazer precisamente com o cuidado que tal empresa requer, ao apresentá-la com a mínima distorção possível e ao centrá-la numa redefinição dos conceitos abordados. Exactamente por isso, e por representar um reflexo sem paralelo da expressão do nosso amor, dos mais elevados instintos que expressamos ou carregamos em estado latente - e não porque denuncie qualquer carácter sectário, de exclusividade ou de autoridade - o Material de Elias parece constituir-se na súmula de variadas correntes por entre as mais dignas e fiáveis que se enquadram no perfil que esbocei, aventurando-se mesmo além dos limites do conhecido para tocar a fímbria do sagrado, de um modo que mais nos enriquece e se revela indulgente para com o que, em boa verdade, vem a corresponder à natureza mais vasta da ânsia que temos por conhecimento da essência e do significado da nossa existência, fazendo-o com a categórica assertividade que o caracteriza, e sem revelar o menor traço de incoerência ou contradição!

  Mais: O Elias endereça-nos justamente para a compreensão de que a nossa liberdade reside precisamente na proporção do interesse com que nos empenhamos na compreensão das causas, decisões, opções, expectativas e convicções que nutrimos com base nas atitudes que tomamos e em que nos vemos, o muitas vezes, limitados – que, se por um lado não constitui propriamente uma novidade, por outro se apresenta aqui de uma forma completamente original e não menos sucinta, primando por uma abordagem personalizada (por cada indivíduo constituir um caso único) e essencialmente exacta dos factores que respondem pelo significado do que aferimos, em grande parte de forma inconsciente, agarrados aos princípios que radicam na repetição de “velhos modelos” de avaliação e de orientação que mais não parecem servir por terem dado prova suficiente do que valem.

  Depois, por estabelecer, com uma grande profusão de exemplos, o que, por assim dizer, se assemelha a um quadro de factores que indiciam todo um “processo” que circunscreve uma acção estritamente não linear, dotado como é de uma eficaz activação de certos pontos-chave da transformação e de capacitação, e que abrange um conjunto de considerações como a da percepção e a da identificação das crenças restritivas, por meio de um reconhecimento assente numa clareza abrangente e muito pouco votada à resolução paulatina dos problemas em que nos achamos mergulhados (que possibilita que o que permanece inconsciente se torne consciente) com a faculdade de dirigirmos a nossa atenção para as suas causas de forma a reduzirmos o conflito e ansiedade que primam pelo toldar da percepção e conduzir à infelicidade e à perplexidade, à desvalorização pessoal e ao juízo de valor gratuito – possibilitando desse modo um incremento da liberdade e de uma mais efectiva aceitação de nós próprios, o que constitui a Chave d’Ouro do processo de realização pessoal.
 
  Por outras palavras, aponta-nos o facto de não existirem, num universo em que tudo se revela relativo ao observador, factores absolutos por que possamos estabelecer qualquer sentido restritivo e induz-nos à compreensão de que, se não gostamos da vida que levamos nem do mundo com que nos deparamos, ao invés de reagirmos de forma condicionada e automática (o que tende a reforçar o próprio carácter disso) podemos dirigir a atenção para a compreensão das inclinações, dos propósitos, das intenções e das expectativas e das prerrogativas que abrigamos assim como das noções que alimentamos em relação a nós próprios, num afã de crescimento são a partir de dentro, e de contorno da culpabilização e da atribuição dos resultados indesejados a factores do acaso e da desordem e a factores igualmente inconsequentes como o da vitimização e o do martírio.

  Elias é bastante perentório ao afirmar que somos, nós próprios, os únicos responsáveis por toda a diferença na criação do que pretendemos e colhemos, diferença essa que se perfilha acima de tudo pelo sentido de valor que pretendemos objectivar com os actos que empreendemos, e fá-lo revelando todo um sentido que ultrapassa o terreno da descriminação concetual para abranger razões que se prendem com um crescimento com base na perspectiva alargada da alma, ao caracterizar a experiência despindo-a de todo carácter punitivo e demeritório em que se inscreve por força dos hábitos e do esquecimento a que nos votamos para nos concentrarmos na mesma. Isto pode soar algo diferente do cariz cultural que nos foi incutido pelos moldes da educação em que fomos condicionados, todavia Elias comprova o que refere por meio de análises exaustivas dos factores que aponta nas exposições que tem ocasião de fazer junto de cada inquiridor que o aborda com o propósito de encontrar uma luz de entendimento imparcial e descomprometida que o capacite a uma compreensão da sua condição e a um alívio do seu sofrimento.

  Realça, frequentemente, a importância do indivíduo, do livre-arbítrio, do espírito de iniciativa como peças-chave na compreensão e edificação da sua realidade e fá-lo, conforme já referi, à semelhança de um Buda ou de um Cristo, para quem o verdadeiro objectivo da consciencialização passava, antes de mais e sobretudo, pela emancipação e maturação do indivíduo, como condição sine qua non para a aceitação de si mesmo, dos demais e do mundo. Realça ele que a escolha e a acção apropriadas dependem da atenção, factor que eleva à condição do mais elevado potencial relativo à implementação do patamar de uma consciência dos propósitos e das orientações exigidas para responder aos desafios (não aos problemas!), e refere-se à primordial função que as impressões, a imaginação, a intuição, os sonhos e a criatividade em geral assumem na realização do sentido de valor.


   Afirma ele no ter outro propósito senão o de nos facilitar um conhecimento que nos cumpre (re)conhecer, por ser já pertença nossa, mas cuja aplicação depende essencialmente de uma permissão da nossa parte, por não se achar fora do nosso alcance – por sermos os autores e responsáveis por tudo quanto criamos.

Nas palavras que nos endereça: 


   “O resultado desta acção que exerço não é importante. O processo é tudo quanto importa. O envolvimento de todos vós é importante. A forma como opteis por responder à informação que vos apresento fica ao vosso critério. Aquilo que fizerdes com relação à informação que vos apresento, a partir desta perspectiva também não tem importância. O que é importante é que corresponde à paixão e ao envolvimento que exerço na expressão dessa paixão e à curiosidade que sinto em relação a um evento da fonte, um grandioso evento da origem, que raramente alcançou expressão e realização nos domínios físicos. Do que resulta uma curiosidade genuína quanto à forma como venha a realizar-se e ao modo como venham a optar por o configurar. E a apresentação de uma informação procedente de uma perspectiva diferente com o intuito do auxílio, mas sem qualquer interesse nem outro objectivo, por caber a vós escolher acolhê-la ou não.”

Excerto da sessão #3074


   A interacção que o Elias nos proporciona visa encorajar-nos a prescindirmos as atitudes condicionadas e condicionantes da acusação e da culpabilização, da condenação e da separação, tão comummente expressada por chavões interpretados à letra, para passarmos a reflectir nas atitudes em que radicam, e a desenvolvermos a compreensão equidistante e a equanimidade de espírito, que nos pode levar habilitar-nos a perceber de uma forma prístina e inequívoca, a autopromoção pessoal gratificante, a dissimulação gratuita e a arrogância, o cinismo, de quem se arvora apologista do cultivo de uma “personalidade” marcante em detrimento do carácter, a insegurança, a confusão e o medo em que se alicerça muitas vezes condutas iminentes e “distintas” quando por dentro se denota uma índole tão duvidosa que mais aparenta ser “lobo em pele de cordeiro”.


   Capacita-nos também a empunhar a “espada” do discernimento, e a perceber os caminhos de quantos, à guisa de líderes, ou de seguidores, clamam em defesa do lei e da ordem, em especial se essa ordem e lei lhes asseguram um conveniente proveito que sabem colher com o discernimentos de quem a seu modo “divide para reinar”. Esses distanciam-se dos fundamentos da religião unicamente por a não encabeçarem nem encorajarem a platitude que normalmente a caracteriza mas se orientarem para a acção positiva que visa o interesse positivo das populações, é certo, mas interesse que se funde numa mescla indistinta e que tende a justificar-se no interesse próprio. 


   Assim como os caminhos daqueles que apontam o dedo condenatório na qualidade de comendadores da verdade ao aderirem as fileiras das causas de quantos as engrossam por afinidade. Rápidos a apontar o egoísmo no semelhante - caso o comportamento que este evidencie lhes turve o sentido imperturbável e o controlo por que se regem, ao tomarem a ousadia genuína pelo falso arrojo, acreditando que a verdade que salva esteja em A, B ou C, e não em Si mesma – e se compadecem, hipocritamente, de quem arremessa as vendas dos olhos e distingue, por decreto da vontade própria, a luz das trevas da autoilusão e do engano, e não se deixa conduzir pelos modos afectados mas sabe distinguir a liberdade da sujeição chamam respeitabilidade. 


   Os caminhos de quantos que, com uma mão cumprem com os “sagrados sacrifícios” prescritos pelas doutrinas que celebram ao comparecer nos ministérios que enunciam as mais elevadas promessas “de um outro mundo”, enquanto com a outra tudo fazem para assegurar a colheita das compensações “prometidas” neste mundo, ainda que passem pelas distinções e compensações caracterizadas pelo mais abjeto sacrifício – o sacrifício da inteligência, em compensação por todo o esforço autoimposto em prole da “excelência” de ser como a maioria, ao acto de cometer a mais vil das trocas: a da verdade e da liberdade por que todo o seu ser clama e a luz que os anima e ilumina em troca da “distinção” do ajustamento ao rebanho, e do acto servil a que se votam para o efeito.


   Uns e outros defendem por que nos moldemos aos seus catecismos e às normas que decretam em nome de uma honra velada, guiados por noções deformadas de poder, poder assente na anuência das massas (maiorias expressivas) em sinal de sagacidade e honra, uma honra que se promove, repito às custas da decepção e do engano dos outros, porquanto anelam pela liberdade do que vêm e acusam os outros com pecado, como erro, como desvio! Esses são os que fazem o pacto do poder em troca da liberdade, e que trazem a marca desse pacto no ciúme e na inveja por não poderem fazer o mesmo!


   Elias, por outro lado, não tem a pretensão de se sobrepor a nós próprios e não nos impõe qualquer curso de acção ou juízo, mas tudo faz para levar o leitor atento a dar-se conta da diferença substancial que traça, ao nos encorajar para sermos a nossa própria luz, ao invés de nos deixarmos guiar pela luz dos outros, o que exige conhecimento sem dúvida, mas representa opção que nos cabe tomar de livre e espontânea vontade, por assentar no reconhecimento do que somos – não no que queremos mostrar, ao exibirmos o que não é da nossa posse real e poder não passar de vã imitação, se nos assumirmos de uma forma íntegra, aceitando e conhecendo todas as facetas do que nos caracteriza, cuja acção pode conduzir-nos à valorização e aceitação pessoal, que, ipso facto, nos conduzirá à aceitação e valorização dos outros. 


   Que valorizamos nós mais, neste jogo de cabra-cega, ou labirinto, que é a realidade? Muitas são as vozes dissonantes e altissonantes que nos procuram orientar, e que mais parecem confundir-nos e desorientar-nos. Cuide-se o leitor de saber distinguir a aparência e a teatralidade do verdadeiro intuito. A “carta” que colocarmos na mesa é a que valerá pelos resultados que colhermos! Nisso reside o sentido potencial da escolha – em levar-nos a ver que o valor assenta verdadeiramente em nós, conforme já somos, e não a empenharmos o processo de desenvolvimento pessoal em função dos resultados.

Por tudo isto, não hesito em apontar o Elias como a “coisa verdadeira”, que pode evidenciar-se pela grandeza do que enuncia, e em que o leitor sagaz não deixará certamente de notar, para enorme gáudio do tradutor, que terá visto a compensação do seu “esforço”.


  No exercício de tradução livre das transcrições que aqui apresento tenho a preocupação de preservar o sentido original, e de procurar respeitá-lo tanto quanto possível, permitindo desse modo uma menor possibilidade de deturpação das ideias expressas com um rigor que procuro que seja suficientemente bem conseguido, não obstante a dificuldade manifesta em certas passagens que se apresentam de uma enorme exigência pela natureza abstracta que abrangem.


                                                                                             Amadeu Duarte

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