segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

“CRENÇAS: MEDICAÇÃO”


“O PAPEL DE VÍTIMA”
“TU DISPÕES DE ESCOLHA!”
Sessão 650
Terça-feira, 27 de Junho de 2000 (Privada/Telefone)
Tradução: Amadeu Duarte

Participantes: Mary (Michael) e uma nova participante, Sharon (Glenys).

Elias chega às 13:03 da tarde. (Tempo de chegada é de 26 segundos.)

ELIAS: Tem um bom dia!

SHARON: Olá, Elias!

ELIAS: (A rir) Tens perguntas a colocar, neste dia?

SHARON: Ah, tenho sim! Tenho algumas perguntas, em absoluto!

ELIAS: Ah ah ah!
Muito bem! Podes prosseguir!

SHARON: (A rir) Poderemos começar pelo meu nome da essência e o nome da família a que pertenço e daquela por que alinho?

ELIAS: Muito bem.
Nome da essência, Glenys. Família da essência, Sumari; alinhamento, Sumafi.

SHARON: Elias, tu estás a sumir-te. É como se a ligação telefónica estivesse a ir abaixo.

ELIAS: Também desejas saber a orientação que tens? (Ignorando por completo o comentário feito com relação à ligação telefónica, e sem apresentar a menor expressão facial, etc.)

SHARON: Desejo.

ELIAS: A orientação que tens neste foco: comum.

SHARON: Que significa isso, comum?

ELIAS: Conforme declarei previamente, eu apresentei informação relativa aos três tipos de identificação da orientação que as pessoas manifestam nesta dimensão física particular. Uma orientação constitui um matiz da percepção, por assim dizer. É a maneira por meio da qual vos percebeis a vós e ao vosso mundo, por assim dizer.

Nessa medida, proporcionei uma identificação dos três termos empregues relativamente a essas orientações, e efectivamente rotulei-as de comum, intermédio e brando (soft), e a razão por que elegei esses termos particulares deve-se ao facto de parecerem descrever a função, por assim dizer, de cada uma dessas orientações.

Esta orientação comum constitui essencialmente a mais comum das orientações que se manifesta na vossa dimensão material particular em qualquer as épocas. A maioria de quantos se manifestam na vossa dimensão seja em que altura for, apresentam uma orientação comum. Nessa medida, criais um tipo de realidade que é percebido por um matiz bastante objectivo. Acolheis e produzis informação por meio da concentração de uma atenção objectiva.

Ora bem; deixa que te diga a título de esclarecimento que, nenhuma orientação é melhor nem pior do que as outras. São simplesmente diferentes, e constituem escolhas relativas à expressão por meio das quais vos permitis ver e interagir com a vossa realidade física.

Cada um de vós, enquanto essência, ao participardes nesta realidade física, manifestai-vos por intermédio de cada uma dessas orientações. Isso constitui um acordo em que tomais parte ao optardes por vos manifestar nesta realidade física particular.

SHARON: Muito bem. Enquanto estou nisto, tenho uma pergunta a fazer. Andei a ler algumas transcrições, e tu apresentas a descrição de portadores do objectivo de Videntes (Os que preservam e transmitem o conhecimento ou informação original dotada da menor distorção, que “Antes do Começo” exerciam vidência em relação às probabilidades, e eram conhecedores em relação à criação da realidade e os portadores da informação relativa à manifestação física, e que pertencem à família Sumafi); os que têm o objectivo da Imagem (Os que perseguem a expressão física, a apreciação estética e a beleza cultural, e que predominam na família da essência Zuli), e os que tinham o objectivo de Portadores (Os que fornecem e nutrem o estoque terrestre, ou as crianças, e pertencem à família Borledim)... Farão eles parte da família Sumafi, ou de diferentes famílias, e a Sumafi só compreenderá os Videntes ?

ELIAS: Sim, tens razão. A Sumafi pode ser identificada como a dos Videntes, ou melhor, posso-te dizer que a família Sumafi compreende – e toma parte junto de – certas essências que poderão ser identificadas como Videntes, tal como qualquer das outras famílias da essência e a identificação dessas essências particulares nas expressões relativas a cada família particular.

A identificação de um Vidente ou de um Vigilante ou de um Contador, etc., representa a identificação de determinadas essências que podem ser reconhecidas como Caminhantes do Sono, Caminhantes do Sono esses que, até agora na vossa realidade física, escolheram não se manifestar por completo de uma forma concreta e tomar parte na vossa realidade física.

SHARON: Ah! Isso é interessante!

ELIAS: Por isso, alguns dos indivíduos que se manifestam na vossa realidade podem apresentar um aspecto dessa qualidade, por assim dizer, que é assumido através da acção da fragmentação das essências, mas as essências efectivas que são identificadas como Videntes e Contadores são aquelas que são definidas como Caminhantes do Sono.

SHARON: Muito bem. Poderias dizer-me... quem será Terran na minha vida? (Pausa)

ELIAS: Deixa que te pergunte, que impressão tens?

SHARON: A de que seja eu numa forma de vida diferente.

ELIAS: Bom, deixa que te diga que tenho vindo ultimamente a indagar as pessoas desta forma propositada, por vos encorajar a cada um a confiar nas impressões que tem, e vos proporcionar permissão para vos validardes a vós próprios.

Portanto, dir-te-ei, que de certo modo estás certa, por esse ser um outro foco da essência que tu tens, mas esse foco não toma parte nesta dimensão física particular.

SHARON: Esse Terran pertencerá à mesma família, à Sumari e à Sumafi?

ELIAS: Não.

SHARON: Não?

ELIAS: Ora bem; deixa que te esclareça igualmente quanto ao seguinte: estas famílias da essência e a identificação que lhes damos são relativas unicamente à participação que tendes nesta dimensão física particular.

SHARON: Certo! Peço desculpa; tens razão! Eu não estava a pensar com clareza.

ELIAS: Ah ah ah!
(A Sharon ri)

Por isso, um outro aspecto de ti – um outro foco da tua essência, que pode manifestar-se numa outra dimensão física – não expressa necessariamente um alinhamento por estas famílias da essência.

SHARON: Okay, tudo bem. Agora preciso...ah, o meu nome Glenys terá algum sentido particular?

ELIAS: É um tom. É um tom da essência que tem e expressa uma qualidade na consciência que te identifica como uma essência particular na consciência. Por isso, de certa forma, pode ser interpretado como a soma, por assim dizer, de ti própria, embora permitas que te diga que essa é uma palavra que corresponde à tradução verbal.

SHARON: Certo; muito bem.

ELIAS: Por isso, o aspecto da palavra que é traduzido por um termo não identificável na vossa linguagem constitui uma porção do tom, aquela porção que é passível de ser traduzida para a vossa realidade física.

SHARON: Muito bem. Tenho a sensação de que vou desenvolver a minha espiritualidade e tornar-me numa mentora espiritual, possivelmente uma médium ou uma curadora. Isso fará sentido?

ELIAS: Estou a entender. Continua.

SHARON: Bom, só gostava de saber se isso... tenho um forte pressentimento de que isso venha a acontecer, razão por que queria saber se isso será algo que deva perseguir, ou se estarei a obter sinais cruzados, e isso não será viável?

ELIAS: Eu entendo o que me estás a dizer.

Permite que te diga que isso são apenas escolhas. Não se trata da situação dessas escolhas para que te estás a passar serem certas ou erradas nem benéficas ou prejudiciais para ti. Trata-se de simples escolhas do modo como poderás manifestar externa e fisicamente o desejo que tens no movimento que empreendes neste foco particular.

SHARON: Ah, está bem.

ELIAS: Por isso, ao apresentares informação a ti própria relativa à tua pessoa, também estás a permitir-te interpretar de uma forma objectiva essa informação e a motivar-te em certas direcções da expressão.

Nessa medida, não existe elemento correcto nem incorrecto nem certo nem errado. Trata-se de uma mera escolha.

Mas, neste caso também podes dizer a ti própria, caso te vejas confinada ao movimento do correcto ou do incorrecto... que é coisa que não existe (incorrecto). Mas se estiveres a mexer o teu raciocínio por intermédio desse tipo de expressão, torna-se mais identificável que a expressão correcta, por assim dizer, passe por reconhecer e dar atenção às impressões e à informação que estás a apresentar a ti própria; não a escolha que estiveres concretamente a empregar em relação a essa informação, mas o facto de estares a observar e a prestar atenção à tua própria comunicação e à tua própria expressão da intuição, a qual, de facto, te orienta a direcção, por assim dizer.

SHARON: Hmm. Faz sentido para mim!
Muito bem. É uma daquelas coisas em que, conforme tu dizes, Elias, estou a aprender a confiar em mim própria, razão porque estou a vir ao teu encontro e a indagar, por precisar aprender a ter confiança no que está a acontecer na minha vida.

ELIAS: Precisamente, e neste caso, ao te permitires prestar atenção ao que estás a expressar a ti própria por intermédio das impressões que tens, por meio da insistência e exortações que sentes, e por intermédio da imagética que apresentas a ti própria, validas-te e permites-te uma maior expressão de confiança, em razão do que, como confias em ti, também te permites obter resultados.

SHARON: Eu tenho uma outra pergunta que surgiu e que segue mais ou menos na mesma linha. Tenho esta sensação de vir a tornar-me numa viajante no tempo, e de tonar-me capaz de cruzar as dimensões ou mudar de foco.

ELIAS: Devo dizer-te, Glenys, que tu podes realizar isso agora. Tenho consciência de que na percepção que tens, ainda não te permites tal capacidade ou a sua expressão.

Mas também te vou dizer que esse tipo de movimento é bastante natural ao teu ser, e na medida em que te permitires familiarizar-te contigo própria, e confiares e reconheceres as capacidades que tens, e que és um ser multidimensional, também deverás tomar consciência objectiva de que essas são capacidades que já possuis. Apenas ainda não as adoptaste.

SHARON: Está bem. (Pausa) Isso faz sentido.

ELIAS: (Risada) Estás a avançar em relação a esta mudança da consciência, e ao te permitires esse movimento, mais te familiarizas com as expressões naturais e as capacidades que tens, e mais te abres para com a tua periferia e expandes a consciência que tens, e com tais actos, crias cada vez menos limitações e uma maior plenitude no movimento de exploração que empreenderes.

SHARON: Está bem. Isso soa óptimo – por se assemelhar àquilo que quero fazer! (A rir) Vamos a isso hoje mesmo! Vamos a uma outra dimensão! (Desata a rir)

ELIAS: Ah ah ah ah!

SHARON: Eu tenho uma pergunta que vem no seguimento disso. À noite e com regularidade, eu sonho com locais grandiosos, e palácios e hotéis de luxo, castelos ou mansões. É tudo muito – que é que sinto vontade de dizer? – ornamentado e real, como se fosse da realeza ou coisa assim, muito ao estilo da classe alta. Isso fará parte dessa mudança de dimensão, ou estará mais alguma coisa a acontecer?

ELIAS: Isso é o imaginário que estás a apresentar a ti própria por intermédio de símbolos, por assim dizer – por estares a dar expressão à identificação em ti própria da grandeza desse movimento, e de todas as maravilhas que se acham ao teu dispor pela expressão do estilo da grandiosidade, como quem diz, de que poderás tirar proveito.

Também representa a simbologia que apresentas a ti própria em relação à identificação da grandiosidade do (teu) ser. Associas a realeza e a nobreza, e essa expressão de grandiosidade, à liberdade.

SHARON: Certamente!

ELIAS: Essa é a razão por que apresentas esse tipo de imaginário simbólico, por estares a mover-te nesse reconhecimento de liberdade e da grandiosidade do ser, do prodígio que és tu, e de tudo quanto pode se alcançado nessa expressão de liberdade!

SHARON: Muito bem. Como conseguirei eu ultrapassar o medo que sinto na minha vida, um medo de um tipo ancestral, um medo que me tenha basicamente sido transmitido dos meus pais? (Pausa)

ELIAS: Poderás abordar esse assunto no teu íntimo, antes de mais, por meio do reconhecimento genuíno de que TU ESCOLHES.

A terminologia do: “vós criais a vossa realidade”, está a tornar-se mundana. E na medida em que essa terminologia se torna familiar para vós, e se torna num lugar-comum, digamos, a realidade efectiva desses termos, e o significado autêntico que têm, não tem cabimento na identificação que fazeis.

Deixa que te diga que, ao te permitires recordar que tu escolhes, ao longo da tua realidade... e que isso constitui a expressão do: “vós criais a vossa realidade” que tu eleges. Mais ninguém elege as opções em teu lugar.

SHARON: Certo.

ELIAS: Nesse caso, também escolhes admitir uma afectação ou ausência de afectação associada à família, à herança, à linhagem, e mesmo à genética. Tu optas por admitir a afectação oriunda das experiências, sejam elas partilhadas ou individuais.

Ora bem; sou de opinião de que isto parece demasiado simplista, e que nessa realidade física, experimentais dificuldades que vão além do conceito que fazeis desses termos, na actualização do movimento que empreendeis relativamente a tais termos. Por isso, passais por expressões tal como a do medo ou a das limitações ou a das dificuldades ou a da confusão ou a do conflito na vossa realidade individual.


Nessa medidam se te permitires recordar que tu escolhes, crias o que poderás associar em termos concretos a uma capacitação de ti própria (concessão de poder), um reconhecimento de não estares sujeita às circunstâncias, experiências, nem às interacções que tens com os outros.

Não te encontras nem sequer sujeita àquelas expressões que na tua realidade identificas em termos de consciência ou memória, por dispores de escolhas ilimitadas, e poderes criar a tua realidade por qualquer modo que escolhas. Não estás (sujeita), mas apenas (estás) uma vez sob a influência e a PERMISSÃO que concedes à influência oriunda das crenças pessoais que tens.

Nessa medida, se te permitires reconhecer o poder e a influência que as crenças exercem, e voltar a tua atenção para a observação do modo como as crenças que tens te influenciam, também poderás permitir-te - com a aceitação dessas mesmas crenças - dar expressão à liberdade por não te confinares à sua acção, e assim também dissipar as expressões do medo.

Permite igualmente que te diga, ao te apresentar esta informação e ao te dizer para observares e identificares e aceitares as crenças que tens, com o reconhecimento de te estarem a influenciar a percepção e de que a percepção que tens te cria a realidade, que não te estou a dizer para voltares o teu raciocínio e a tua concentração objectiva para a análise e a dissecação de cada aspecto das crenças que tens e por que alinhas. Essa é a acção automática que TU empregas, a de complicares a informação que te apresento.

Na simplicidade do que te transmito nos termos da abordagem das crenças que tens, quero dizer que reconheças simplesmente a existência da influência que exercem sobre a percepção que tens, e para te permitires reconhecer que não constituem factor absoluto nenhum e que TU DISPÕES DE ESCOLHA.

A razão por que as pessoas envolvem tanto conflito e confusão e dificuldade no movimento que empreendem reside no facto de negarem o reconhecimento de disporem de escolha. Expressais para vós próprios a falta de capacidade em determinadas expressões do movimento, por não perspectivardes objectivamente as opções que tendes... ou sequer o facto de dispordes de opções! O simples reconhecimento de DISPORDES de escolhas torna-se tremendamente libertador na expressão física que asumis!

SHARON: Sim, estou de acordo.

ELIAS: (Risada) Por essa ser a acção que é implementada no papel de vítima - a percepção do facto do indivíduo não ter escolha, ou então dispor de uma opção muito, muito limitada. E eu digo-te para te permitires o reconhecimento da surpreendente liberdade que é afastares-te do papel de vítima e reconheceres que sempre tens um leque ilimitado de opções!

SHARON: Muito bem. Algo com que tenho vindo a debater-me e inclusive em que tenho vindo a usar as escolhas que tenho ao dispor é o facto de ter vindo a padecer de depressão já há uma boa quantidade de anos, e querer desistir de tomar a medicação. Mas esse receio surge no seguimento de não querer morrer, e gostava de dizer: "A depressão não se presta a mais nenhum serviço, no meu caso. Quero que ela desapareça e vou tornar-me numa pessoa saudável."

ELIAS: Muito bem. Examinemos agora essa expressão, como um exemplo do que estamos a debater.

Expressas-me o desejo de experimentares liberdade, e de não continuares a envolver a acção de tomares parte na medicação que tomas, e de não desejares criar depressão.

Bom; permite que te interrogue pessoalmente quanto ao facto de, neste mesmo instante, estareá﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽factores parte não cob-por mim futuramente.r-se-  estiveres a expressar e O MODO como isso fectam-vos bastante a perces a experimentar alguma depressão. Estás?

SHARON: Não.

ELIAS: (A sorrir) Ora bem...

SHARON: Mas ESTOU a tomar um monte de remédios!

ELIAS: Mas deixa que te pergunte, que perspectiva tens e que crença tens com respeito a esse acto da medicação?

SHARON: Não creio ter compreendido apropriadamente a pergunta que me dirigiste.

ELIAS: Que crença tens em relação ao acto de tomares medicamentos?

SHARON: A certa altura a medicação salvou-me a vida.

ELIAS: Porém...?

SHARON: Porém, agora sinto-me saudável.

ELIAS: E encaras a medicação como coisa negativa.

SHARON: Sim.

ELIAS: Mas vou-te dizer que é por aí que deves começar, por te permitires identificar e reconhecer a crença que tens associada a esse elemento da tua realidade - do facto de teres a crença de que o consumo da medicação seja coisa negativa; embora te tenha prestado um serviço, por também teres a crença de que se empreenderes a acção de consumir essa medicação, concederás a ti própria um equilíbrio, e que sem essa medicação ficas na dúvida quanto ao facto de concederes permissão a ti própria a mesma expressão de equilíbrio.

Em razão do que te digo que podes examinar as crenças que tens respeitantes a essa acção particular, e conforme declarei, reconhecer o juízo que estabeleces associado às crenças que tens. Reconhece a motivação que sentes. A motivação que tiveres, no caso do desejo de interromperes a ingestão medicamentosa deve-se ao facto de acreditares que se te permitires esse tipo de equilíbrio sem a ingestão dos medicamentos, devas conseguir expressar "melhor" a tua realidade.

SHARON: Certo....

ELIAS: Eu afirmo-te que a acção da aceitação - de ti própria e das crenças que tens - consiste no reconhecimento de já estares a criar pela melhor forma!

SHARON: Muito bem.

ELIAS: E de que não importa o que realmente cries em termos concretos na tua realidade. As tuas manifestações são simplesmente uma projecção de ti exteriorizada.

O que tem significado é a identificação, a definição e a percepção que tenhas da tua realidade, por as manifestações efectivas constituirem imagens espelhadas da percepção que tens.

SHARON: Certo, entendo isso.

ELIAS: Aquilo que te estou a dizer, Glenys, é a sugestão de apresentares a ti própria a oportunidade de colocares a ti própria a questão, da importância que isso tenha. Por que terá importância que tomes parte no consumo da medicação ou não tomes? Trata-se de uma mera opção. Por que deverás atribuír juízo a qualquer dessas acções?

SHARON: Muito bem....

ELIAS: Uma não é melhor nem pior do que a outra. Trata-se de simples escolhas. Diferentes expressões da escolha. Tu empregas uma opção que te beneficia e que presentemente na tua realidade se revela eficaz. Isso poder ser alterado no futuro e passar a não se revelar mais tão eficaz na tua realidade, mas isso também é uma escolha que TE compete definir.

A questão não reside propriamente na escolha em si mesma nem na manifestação da escolha, mas na forma como percebes essa escolha.

SHARON: Muito bem, eu compreendo. Endereça-me de volta para a crença essencial.

ELIAS: Pois, e o modo como associas a percepção que tens contigo própria - a tua confiança e aceitação pessoal.

Toda a vez que dizes a ti própria que podes empregar uma acção na tua realidade que te expresse essa realidade em "melhores" termos, ou que TE venhas a sair melhor por meio dessa expressão, estás automaticamente a estabelecer a expressão da desconsideração de ti própria no instante e a reforçar a falta de confiança e a aceitação que fazes de ti própria no mesmo instante.

SHARON: Muito bem. Tenho que passar por um certo crescimento!

ELIAS: Ah ah! Crescimento, não, minha amiga – movimento, simplesmente! Ah ah ah!

SHARON: Ah, está certo! (A rir)

ELIAS: Ah ah ah ah!

SHARON: Sim! (A rir) Agradeço a explicação - tem todo o cabimento.

ELIAS: (Risada) Reconhece-te, pelo facto de estares a criar de uma forma surpreendente no momento, e de uma forma bastante propositada!

SHARON: Está bem, e por poder fazer qualquer coisa que queira! (A rir)

ELIAS: E podes mesmo! Deténs essa capacidade numa GLORIOSA expressão - a de criares qualquer tipo de expressão da realidade que corresponda ao que estiveres a escolher!

SHARON: Certo! Bom, já expus bastante do que tinha a perguntar. Existirá alguma coisa que possivelmente deva saber que queiras partilhar comigo e que me possa ajudar?

ELIAS: Dir-te-ei simplesmente para te permitires ter consciência objectiva e detectares não só o que estás a criar, mas a associação que estebeleces com o que estás a criar - a forma como encaras o que estás a criar na tua realidade - e todas as espressões que associas com o bom e com o mau em meio ao que estás a criar, ou melhor ou "não tão suficientemente bom" no que estás a escolher.

Permite-te recordar que essas associações te influenciam o que estás a criar no momento, por o momento na verdade criar o futuro, por assim dizer, e o futuro (em si mesmo) não passar de uma ilusão. Tudo quanto é criado É criado no momento. (A sorrir)

SHARON: Claro! (A rir)

ELIAS: Por isso, capacita-te de uma forma objectiva, e reconhece que já estás a criar pelo melhor! (A sorrir)

SHARON: Muito bem!

ELIAS: Expresso-te um enorme afecto, e encorajamento para continuares na tua expressão natural de diversão! (A sorrir)

SHARON: Pois! (A rir)

ELIAS: E também te estendo a minha expressão de enconrajamento com respeito à diversão que crias! (A Sharon ri) Reconheço a alegria que sentes na expressão de diversão que empreendes!

SHARON: Obrigado!

ELIAS: Não tens de quê! (A Sharon ri) Ah ah ah! E vou continuar a participar junto de ti também. (A sorrir)

SHARON: Bom, estou definitivamente a aprender bastante, e (acho que) vou lá chegar - vou lá chegar! (A rir)

ELIAS: Mas, já lá te encontras! Ah ah!

SHARON: Pois! (A rir) Isso é verdade! (O Elias dá uma risada) Preciso unicamente que ultrapassar os meus bloqueios pessoais.

ELIAS: Portanto, instaura no teu íntimo a celebração de ti, agora, e expressa a tua diversão na descoberta que empreendes de ti própria! Ah ah ah!

SHARON: Muito bem! Há um tópico aqui, mas não fui muito capaz de o rever - estou a referir-me à sexualidade. Como é que isso se enquadra na minha pessoa?

ELIAS: Eu apresentei muita informação respeitante a esse tema da sexualidade, assim como ao das orientações, pelo que podes servir-te dessa informação por meio das transcrições que foram feitas, assim como por intermédio da interacção que tive junto de outros indivíduos. Permite-te assimilar a informação associada à tua orientação, que isso pode revelar-se útil à tua compreensão objectiva.

Tem igualmente em mente que a sexualidade constitui um elemento básico desta dimensão física particular, mas vós também criastes uma crença muito profunda em associação com esse elemento da vossa realidade. Existem muitos aspectos dessa crença da sexualidade, e eles afectam-vos bastante a percepção por muitas e variadas expressões.

Isso foi o que te expressei neste dia - para notares O QUE estiveres a expressar e O MODO como isso é influenciado pelas crenças que tens, que isso revelar-se-á num um enorme factor de libertação para ti!

SHARON: Muito bem.

ELIAS: (A rir) E vou ficar na antecipação da continuidade das nossas interacções!

SHARON: Ah, absolutamente!

ELIAS: Podes antecipar a manifestação de energia conforme projectada por mim, futuramente. (A rir)

SHARON: Maravilhoso! Obrigado, Elias.

ELIAS: Não tens o que agradecer, minha amiga, e vamos divertir.nos juntoser, nãot?

SHARON: Sem dúvida! (Ambos riem)

ELIAS: Expresso-te um tremendo afecto, Glenys, au revoir.

SHARON: Au revoir.

Elias parte às 1:57 da tarde.
©2000 Mary Ennis / Vicki Pendley. Todos os Direitos Reservados.

NOTAS

(1) – As nove famílias da essência apresentam as seguintes designações e características principais:

Milumet [O objectivo de Observadores; com que dão continuidade e comportam a recordação das verdadeiras ligações que temos com a essência]

Zuli [O objectivo da Imagem; com que perseguem a expressão física e a apreciação estética da beleza do corpo físico]

Sumafi [O objectivo de Videntes; com que preservam e transmitem uma informação original dotada da menor distorção possível]

Gramada [O objetivo de Formadores; com que dão início à acção e ás ideias originais]

Tumold [O objectivo de Leitores; com que perseguem a cura espiritual, mental, física, e a emocional; o objectivo de retornarem ao estado original]

Sumari [O objectivo de Oradores; com que perseguem a expressão artística e criam agitação]

Ilda [O objectivo de Contadores; com que trocam ideias e informação por entre grupos ou culturas díspares]

Borledim [O objectivo de Portadores; e que fornecem e nutrem todo o estoque terreno e as crianças]

Vold [O objectivo de Ouvintes; com que reformam ou alteram o status quo]

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