sexta-feira, 5 de outubro de 2012

“TÚMULOS EGÍPCIOS, CRÂNIOS DE CRISTAL”






“redução da separação: CONSCIÊNCIA DOS OUTROS FOCOS"

"o elemento esquivo da espiritualidade”
Sessão 320
Sexta-feira, 18 de Setembro de 1998 © (Grupo/Vermont)
Tradução: Amadeu Duarte

Participantes:  Mary (Michael), Erik (Mosten), Richard (Zephel), Laura (Lynya), Nathan (Robertt), e quatro novos participantes: Marie (Belea), Michelle (Sebata), a Sandi (Anya) e a Sandy.
Elias chega às 6:52 tarde. (Tempo de chegada: 27 segundos)  

ELIAS:  Boa tarde!  (A sorrir)

GRUPO:  Boa tarde!

ELIAS:  Passamos a dar as boas vindas às novas essências aqui presentes nesta tarde. Esta tarde vamos voltar-nos na direcção das vossas perguntas. Não vou proferir qualquer dissertação esta tarde e vou ceder-vos a palavra a todos de modo a poderdes apresentar as vossas perguntas conforme estais a escolher.

RICHARD:  Bom, Elias, tenho uma pergunta a colocar-te. Creio que foi em 92 que escutei uma transmissão radiofónica acerca da descoberta de um túmulo Egípcio no sul do Illinois. A informação esteve disponível por um curto período, e a seguir a estação radiofónica misteriosamente desapareceu e a informação deixou de poder ser localizada. Foi como se tivesse ocorrido um encobrimento, e gostava de saber o conhecimento que tens disso. Tudo o que sei é que foi algures lá pelo sul do Illinois. Ouvi descrições extensivas acerca do interior do túmulo, e do que podia ser referido acerca daqueles que construíram esse monumento. (Pausa)

ELIAS:  Essas são estruturas reais que se situam no vosso país em particular. Se recordardes a conversa que tivemos subordinada ao tema da Atlântida, nessa altura apresentei-vos informação no sentido de explicar fenómenos por todo o vosso globo que apresentam semelhanças com diferentes culturas, e um desses fenómenos era o das estruturas piramidais.

Nessa medida, existiram vários locais físicos em que colectividades de indivíduos implementaram estruturas dessas. A concepção que apresentam entre si é bastante similar, e a razão para a semelhança que apresentam no design deveu-se ao facto da informação destinada à construção dessas estruturas ter sido acedida através de uma percepção colectiva, que representa a vossa Área Regional 2, conforme referi previamente.

Nessa medida, muitas daquelas culturas que designais como localizadas nas vossas Américas, que também por esta altura conhecereis como pertencente aos vossos Nativos Americanos -voltaram-se mais do que podeis pensar (a sorrir)  para a criação dessas estruturas, não somente na área da vossa América do Sul, como também na da América do Norte.

Essas estruturas, do mesmo modo que aquelas com que vos achais bastante familiarizados e que se situam no Egipto, são todas estruturas que são dedicadas ao que encarais como templos. Elas apresentam um significado espiritual para as culturas que as erigiram. Apresentam diferenças no significado espiritual que encerram, mas subjacente a esse significado, estão todas ligadas às crenças associadas à espiritualidade de cada uma dessas culturas.

Quanto àquelas que são descobertas nesta América do Norte, existem muitos elementos que foram descobertos no vosso país que nem sempre são partilhados, digamos, com a sociedade, devido ao facto dos vossos governos manterem crenças nessas áreas e se absterem de apresentar informação relacionada com elementos que ultrapassem a sua compreensão.

Vou-vos dizer a vós, conforme já referi anteriormente, que não estou a querer dar a entender que o vosso governo esteja envolvido em conspirações ou no sentido do que encarais como conluios, ou tramas. Eles apenas não entendem aquilo que desenterraram em muitas áreas distintas.

Tal como as pessoas me dirigiram perguntas previamente no sentido de naves e de extraterrestres, sim, existem fragmentos reais de veículos ou naves na vossa dimensão física. Constituem destroços que trespassaram para a vossa dimensão. Não pertencem, digamos assim, à vossa dimensão, mas existem em termos físicos nesta dimensão, e podeis vê-los em termos concretos.

Do mesmo modo, podeis manifestar expressões de admiração para vós próprios quanto à razão para se mostrarem tão secretivos com a descoberta nesta nação de um elemento tão simples quanto uma pirâmide, só que isso para as vossas ciências e para o vosso governo parece bastante estranho. Por isso, também desperta uma enorme curiosidade. Além disso na actualidade não encontra explicação, pois a avaliação a que as vossas ciências deste país em particular procedem quanto às culturas que habitaram esta nação não se direccionam no sentido desse tipo de estruturas, e na estimativa a que procedem não apresentam uma sofisticação suficiente para criarem esse tipo de estruturas. Razão por que apresentam uma falta de consistência, inconsistência essa que desperta muita curiosidade e incógnitas, por assim dizer.

Sempre que as vossas sociedades ou colectividades de indivíduos observam elementos do vosso foco físico que apresentem inconsistências e aspectos estranhos em relação à explicação dada pelas vossas ciências, inclinam-se no sentido de não partilharem essa informação até que possam apresentar uma explicação e uma informação relativas a esses elementos ou estruturas, ou aquilo com que se possam deparar elas próprias. As vossas ciências nesta cultura particular detêm um enorme poder, coisa de que já vos dei conta antes, por alinhardes enormemente pelas vossas ciências.

Concedeis muita energia a todas as vossas ciências, o que lhes permite obter tal poder. Até mesmo os vossos governos se inclinam na direcção de encarar as vossas ciências actuais como as sociedades e os governos encararam os místicos em épocas anteriores. Noutras épocas, os governos podiam procurar os adivinhos e os magos por causa das respostas e explicações que estes lhes davam. Agora procurais as vossas tecnologias e as vossas ciências, que se tornaram nos vossos NOVOS adivinhos e magos. (A sorrir)

Nessa medida, esses indivíduos sempre gozaram de um imenso poder e sempre se moveram na direcção do secretismo. Até mesmo os místicos, os magos e os feiticeiros gozaram de um enorme secretismo ao seu redor, por isso lhes proporcionar uma maior poder a que passáveis a conceder uma maior energia, por procurardes mais as suas explicações, por eles serem dotados daquela qualidade mística que lhes conferia mais conhecimento do que vós. Eles não detêm mais conhecimento do que vós, mas voltais-vos no sentido de lhos outorgardes, por não vos permitirdes o reconhecimento de vós próprios nem ter confiança em vós, mas por vos direccionardes mais no sentido de conceder essa energia aos outros que percebeis como mais conhecedores do que vós.

É por essa razão que me movo com tanta frequência junto de vós no sentido, de vos reconhecer e de vos dizer para vos reconhecerdes a vós próprios e para não seguirdes os outros nas ideias e filosofias que defendem, mas para desenvolverdes as vossas próprias filosofias e ideias, por possuirdes todos o mesmo conhecimento e informação e serdes capazes de aceder TODOS à mesma informação como qualquer outro indivíduo no foco físico, independentemente da grandeza que lhe atribuais. Isto responderá à tua pergunta?

Haveis de vir a saber mais sobre esse sítio quando for futuramente investigado pelos vossos cientistas, mas no presente, não penderá na direcção do conhecimento público.


LAURA:  Elias, eu tenho uma pergunta sobre a unidade, sobre a forma como tentamos tornar-nos na consciência una de novo, e não separados de tudo. Terás alguma sugestão a fazer no sentido de voltarmos de novo à unidade?

ELIAS:  Permite que te diga que nos novos sistemas de crença que se acham em ascensão – no que designamos por “era iluminada” (a rir) - as pessoas voltam-se na direcção de um novo tipo de separação que é disfarçado com a identificação da unidade ou totalidade.

No sentido verdadeiro do termo da eliminação da separação, ou DIMINUIÇÃO da separação, eu digo-te que o movimento mais eficiente é o de inicialmente vos abordardes a vós próprios e com essa abordagem de vós próprios permitir-vos reconhecer as próprias crenças que tendes e as acções de separação que moveis, por os próprios comportamentos vos expressarem isso sempre que vos estiverdes a separar dos outros e de tudo aquilo que criais no vosso foco físico.

Deixa que te diga que como vos manifestais no foco físico, sempre existirá um elemento de separação em certa medida, por optardes por vos manifestar numa dimensão física. A TOTALIDADE da essência não pode ser expressada em NENHUMA dimensão física. Isso não quer dizer que não possuam a essência toda, mas essa totalidade da essência não se pode expressar através do foco físico.

Por isso, de certo modo, nas dimensões físicas, independentemente da dimensão física de que estivermos a falar, sempre existirá um elemento de separação, mas à medida que avançais mais inteiramente rumo à acção desta mudança da consciência, esse aspecto da separação diminui progressivamente, e permitis-vos progressivamente uma recordação da essência e por isso uma maior inclusão da essência no vosso foco físico.

Nessa medida, conforme tenho vindo a dizer, o maior movimento desta mudança consiste na aceitação das crenças (que se apoiam mutuamente, ou em sistema). Não consigo enfatizar-vos isso o suficiente! Ao vos permitirdes mover nessa direcção da aceitação de vós, da confiança em vós, e de abordardes as crenças que tendes – NÃO da eliminação dessas crenças mas de vos dirigirdes a elas e lhes dardes atenção e de as aceitardes – essa revelar-se-á a acção que mais influencia que podereis incorporar, no movimento que empreendeis rumo a uma diminuição da separação e da incorporação de uma maior interligação objectiva com tudo que é criado no vosso foco físico.

Deixa que vos diga que estou ciente de encarardes estes conceitos como bastante elementares e de os encarardes de um modo bastante simplificado. Na verdade, estes conceitos podem representar as acções mais difíceis de realizar.

Podeis voltar-vos facilmente no sentido de dizer a vós próprios e aos demais: “Eu sou uno com o meu planeta. Sou uno com a natureza. Estou a interagir com todas as pessoas. Sou uno com tudo quanto existe no meu foco físico, e no meu universo.” Essas são palavras fáceis de proferir. A realidade de tais palavras que tão facilmente tendem a ser proferidas já não é tão facilmente alcançada, por terdes instaurado milhares de anos de separação. Instaurastes muito tempo com muitas crenças para reforçardes todos os vossos factores de separação.

Ao palmilhardes a vossa Terra física, podeis sentir um laço para com o planeta, mas não percebeis que SOIS esse planeta. Não lhe sentis o ritmo na vossa forma física como um elemento vosso... não na qualidade do que ELE É, mas na qualidade do que SOIS. Isso representa verdadeiramente uma inexistência de separação!

Ao interagirdes com os outros, não interagis com eles como se fosseis vós. Interagis com eles em separado de vós, exteriores e apartados, por vos perceberdes como formas físicas. Tendes uma forma física, um corpo físico. Sois mulher. Possuís uma certa altura, um certo peso, uma certa cor, uma criação estacionária. Percebeis o semelhante fora de vós, diferente, distinto e à parte. Não percebeis a energia que se acha misturada com todos vós. Percebeis uma percepção colectiva, ou o que podeis ver como uma consciência colectiva, como um elemento ilusivo qualquer fora de vós. Não se acha dentro de vós. Trata-se de um elemento qualquer exterior a vós que tentais alcançar, como se pudésseis entender esse elemento flutuante, ilusivo, cósmico. Acha-se dentro de vós! Vós, na verdade, ACHAIS-VOS TODOS misturados e interligados.

Essa é a razão por que vos digo que, ao vos moverdes no sentido das influências de muitas das crenças que tendes: ao julgardes todo e qualquer um, estais a atribuir esse julgamento a vós próprios. Por que toda a acção para que vos voltais no sentido de criardes, que percebeis ter lugar fora de vós, consiste apenas numa imagem espelhada objectiva do que criais dentro de vós. Por na verdade não existir separação. Existe somente a separação oriunda da vossa consciência objectiva, da percepção que tendes no foco físico. Mas na verdade, as vossas energias acham-se todas entrelaçadas e não separadas.

Nos últimos tempos tenho vindo neste fórum a falar com frequência sobre os relacionamentos. Já vos apresentei muita informação sobre esse assunto particular, ao me dirigir ao sistema de crenças do relacionamento. Esse tema prestou-se bem à instrução de muitos indivíduos. Não só vos moveis presentemente na direcção de uma onda na consciência, a qual está a ter lugar e está a afectar-vos a TODOS, que se reporta ao sistema de crenças dos relacionamentos, mas este debate dos relacionamentos proporciona-vos a oportunidade de perceberdes muitas das vossas criações e dos próprios movimentos que empreendeis no foco físico, por não estar restrita unicamente à percepção do relacionamento individuais, mas os sistemas de crenças possuírem igualmente muitos aspectos. Existem poucos sistemas de crenças. Existem muitíssimos aspectos em cada um desses sistemas de crenças!

Os próprios sistemas de crenças em si mesmos são muito vastos e abrangentes, mas também são neutros. Foi por essa razão que apresentei a analogia da gaiola de pássaros. O sistema de crenças traduz-se pela gaiola. A gaiola é muito vasta. Dentro da gaiola encontram-se todos os aspectos inerentes ao sistema de crenças, e esses constituem os pássaros, e cada uma dessas gaiolas tem muitos, muitos pássaros. A aceitação de um sistema de crenças esses representa abrir a porta da gaiola e permitir que todas as aves voem em liberdade. Continuais a ter a gaiola, e a manter essa gaiola, mas apenas como um ornamento; difuso. Não mais representa um elemento exigente, barulhento, esvoaçante. Não precisais alimentar o seu conteúdo, por se encontrar vazia. Não eliminastes a gaiola. Continuais a tê-la, e podeis colocá-la onde quiserdes e ver a gaiola e formar uma opinião sobre ela, mas a gaiola não comporta nada dentro dela. Encontra-se vazia, e por isso não comporta qualquer poder. ESSE é o sentido da aceitação de um sistema de crenças.

(De modo enfático) O sistema de crenças do relacionamento comporta muitas, muitas aves! Podeis escolher qualquer direcção de que gostardes mais, que sempre poderemos relacioná-lo com o sistema de crenças dos relacionamentos! Podeis falar dos amigos, da família, podeis falar dos vossos empregadores, podeis falar dos vossos conhecidos, podeis falar sobre a terra, podeis falar sobre vós próprios, que TUDO isso se acha incluído nesse sistema de crenças. TODAS as interacções que tendes no foco físico, seja com quem for à face do vosso planeta, são influenciadas pelos aspectos do sistema de crenças do relacionamento.

A forma como estais a interagir com o próprio planeta representa um aspecto do relacionamento, por terdes um relacionamento com o vosso planeta. Tendes um relacionamento convosco próprios. Encarais-vos como dois indivíduos, este ser objectivo que presentemente se senta diante de mim, e o vosso eu superior, mas ambos sentais-vos presentemente diante de mim, embora não existam dois de vós! Existe apenas um, por abranger tudo, e não existir separação.

A vossa espiritualidade abrange a vossa totalidade. A abordagem da ausência de separação representa a abordagem da totalidade do que sois, deixar de querer alcançar o (elemento) espiritual elusivo que percebeis estar além de vós, e englobar a vossa totalidade que se acha fisicamente presente agora e todas as interacções e tudo quanto vos diz respeito, e aos outros indivíduos.

Também comecei a falar do medo, que iremos continuar num outro encontro, por necessitar de um fórum inteiro, e também comportar muitíssimos aspectos! Mas o medo também gera muitas influências em muitas direcções no vosso foco físico, e representa um pássaro muito traiçoeiro, um pássaro muito grande! (Riso) Mas também se disfarça muito, e tem a capacidade de se tornar invisível. É um pássaro cheio de magia! Por poderdes responder a esse pássaro e nem sequer perceberdes objectivamente que esteja presente, mas esse pássaro grande influencia bastante, e quanto mais passardes a aceitar e a confiar em vós, mais vos permitireis detectar e ter uma progressiva consciência objectiva desse pássaro, e ele começará a disfarçar-se cada vez menos, e a passar para a luz da existência de uma forma mais óbvia. Mas não desconsidereis a esperteza desse pássaro particular, por no disfarce que adopta poder ser conhecido por muitos termos diferentes e poder passar muito facilmente e de forma insuspeita para muitas áreas, que se podem disfarçar com a justificação – outro pássaro bastante traiçoeiro que é muito próximo do medo, outro pássaro enorme em vós, creio bem! (Riso)


Podeis continuar com as vossas perguntas.

NATHAN:  Elias, que posição estaremos a ocupar, com respeito a esta onda? Já a teremos levado à crista? Estaremos a caminho de subir?

ELIAS:  Devo dizer-te que nesta onda em particular que a consciência atravessa e que se dirige a este sistema de crenças do relacionamento, agora vós moveis-vos QUASE na direcção de a encristardes; não muito, mas o ímpeto e a energia desta onda particular atingiu quase o topo, o que todos podereis ver em termos objectivos e óbvios se olhardes para as vossas próprias imagéticas objectivas relacionadas com as áreas dos relacionamentos.

Cada um de vós no seu foco individual poderá constatar diferentes exemplos de uma elevação da intensidade nos mais diversos relacionamentos. Não importa que tipo de relacionamento possa estar a ser afectado presentemente e tenha sido afectado no que podeis designar por vosso passado recente – passado BEM recente – mas em certas áreas, haveis de notar nos vossos focos individuais certos elementos do relacionamento, quer seja junto da família, dos amigos, de diferentes indivíduos, conhecidos, grupos, associados, empregados, patrões. Não importa. O desenvolvimento passa pela elevação da sensibilidade, de uma intensidade nas relações.

Isso não é necessariamente no sentido de expressar uma intensidade do que designais por negatividade ou conflito, embora vos movais nessa direcção mais vezes do que de expressardes o que designais por positividade, por vos fascinar de uma forma mais eficiente.

Por isso, haveis de notar mais no sentido do conflito, mas não necessariamente da exibição de conflito ou do aumento do conflito, por poder envolver um aumento da intensidade do sentimento de interligação, de alegria, do que designais por proximidade, assim como podeis experimentar uma combinação desses elementos em simultâneo. Em certas direcções, podeis sentir e experimentar uma grande proximidade, e já noutras áreas podereis experimentar um enorme conflito.

Essa intensidade é um reflexo do alcance de um pico que esta onda particular atingiu. À medida que esta onda começar a descer e a deter a sua intensidade, haveis de constatar uma suavização, uma diminuição da agitação, por assim dizer, um entardecer de questionamento e de confusão e de conflito. Voltar-se-á na direcção do equilíbrio.



Olhai para a vossa própria sociedade e o tremendo tumulto que está presentemente a dar-se no seio do vosso próprio governo! E em que direcção será que tão grande atenção se moverá senão na dos relacionamentos e na das várias expressões dos relacionamentos nas mais distintas direcções que assumem?


As vossas imagens objectivas expressam-vos essa mesma onda da consciência, que aborda a família, aos patrões, aos empregados, as amizades, os conhecidos. O espectro está circunscrito na imagética objectiva que é apresentada, e essa imagética não é uma que seja apresentada apenas individualmente, mas também em massa, e não está limitada à vossa cultura. Acha-se bastante activa e em movimento em muitas outras culturas, de igual modo. Isso são tudo evidências daquilo de que falei durante muito tempo, que foi permitir-vos ver objectivamente o enorme movimento de energia que abrange o vosso globo presentemente e que deverá sofrer um incremento contínuo.


Vós indagais sobre acontecimentos que terão lugar no vosso futuro: os vossos acontecimentos preditos pelos Maias e o vosso calendário, ou sobre alinhamentos solares, ou predições que se dirigem para o vosso século que se avizinha. Eu digo-vos que muita é a energia que está a ser cedida no sentido dessas criações. As ondas de energia estão a mover-se, de uma forma muito semelhante ao movimento das marés que se formam no vosso planeta. Por isso, entendei que essas ondas se movem no sentido de uma maior intensidade, e as pessoas ESTÃO a mover-se na direcção de abordarem crenças independentemente da informação que apresentam a elas próprias. Não precisam deixar-se conduzir para a informação que disponibilizo. Tem tudo tem que ver convosco, seja em que direcção for, e muitas são as essências que apresentam uma informação semelhante, e todos vós obtendes acesso à vossa própria informação respeitante a essas áreas.


Vamos fazer um intervalo e logo podereis continuar rapidamente com as vossas perguntas, se preferirdes.

INTERVALO

ELIAS:  Continuemos.

ERIK:  Muito bem, Elias, eu tenho uma pergunta. Poderás consultar os Registos Akáshicos? Poderias explicar um pouco a sua existência, ou se TERÃO algum tipo de existência aqui?

ELIAS:  Ah, cá voltamos nós, uma vez mais, a este tema!

ERIK:  Eu passei recentemente por uma boa visão ou algo ao longo dessa linha, em relação ao que sinto uma enorme curiosidade.

ELIAS:  Mas isso não é surpreender!

Deixa que explique que essa designação do que chamais de Registos Akáshicos na realidade é o que poderei referir como depósitos de energia formados no âmbito da consciência, que se assemelha bastante a uma mundivisão. Nessa medida, há muita informação contida nesse depósito particular.

Ora bem; muitos indivíduos acedem a essa área particular da consciência, e nessa medida votaram-se ao que podereis designar por criação de mitos em torno dessas experiências, por as pessoas se moverem para esse tipo de direcções a fim de apresentarem a si mesmas uma explicação daquilo que não compreendem. Vós estais efectivamente a aceder a uma área da consciência que detém um enorme depósito de energia colectiva que por sua vez encerra muita informação. Cada um de vós, todos vós na verdade, podeis aceder à informação dessa área da consciência no foco físico. Não se encontra assim tão afastada de vós. Podeis estender a vós próprios a experiência de acesso a muitas áreas distintas da consciência que apresentem um enorme volume, nos vossos termos, de informação.

Agora; essa área particular da consciência, ao deter esse depósito particular de energia foca-se basicamente no foco físico e na informação relacionada com o foco físico, e não necessariamente com outras áreas da consciência. Isso é o que designaríeis por informação inerente à área da "riqueza das eras", por ter sido depositada um colectivo de energia destinado a comportar informação de todos os vossos focos físicos. Nessa medida, o que nos vossos termos acontece, é que cada essência que opta por entrar na manifestação deste foco físico opta por participar com um depósito de energia nessa área.

Bom; muitos ao longo da vossa história acederam a essa informação, e nas suas respectivas crenças referem-se a essa informação por várias formas. Mas colectivamente, referis-vos a isso em termos dos Registos Akáshicos; registos de todas as experiências tidas no enfoque físico. Isso é a energia que foi apresentada por todas as essências que participaram neste enfoque físico.

Não constitui necessariamente um registo nem uma gravação dessa informação mas antes uma livre fluência de energia que contém toda a informação inerente a todas as experiências mantidas nesta dimensão, e tal informação acha-se-vos acessível.

Não precisais ser o que no âmbito dos sistemas de crenças que tendes designais por um "mestre espiritual" para acederdes a essa informação! Cada um de vós tem a capacidade de aceder a essa informação. Necessitais unicamente acreditar em vós próprios e nas capacidades que tendes e permitir-vos mover com facilidade por diferentes áreas de consciência, e desse modo deixar de vos prender em exclusivo na atenção que dais a este quadro objectivo. Se vos permitirdes tal movimento, podereis igualmente aceder a essa informação.

Nessa medida, podereis descobrir que o acesso a essa informação poderá ser de uma enorme utilidade em relação ao que denominais de “trapaça” (inerente à história, subentenda-se), por poderdes aceder a muitas das vossas histórias e a toda a informação de todos os indivíduos que ocuparam este enfoque físico, e a todo o conhecimento que tinham nessa área. (Riso)

Isso não é tão fora do usual quanto acreditais que seja. É que as pessoas simplesmente não reconhecem aquilo a que estão a aceder. As pessoas acedem a aspectos dessa informação com bastante frequência. Apenas não reconhecem aquilo que estão a explorar, mas referem que lhes tenham sido apresentadas, da parte de algum elemento exterior a eles próprios, algumas revelações sublimes. Na realidade, elas próprias terão acedido a informação que terá sido depositada nessa área da consciência que designais por Registos Akáshicos.

Poderás permitir-te mover nessa direcção de forma gratuita. No nosso último encontro de grupo, eu referi-vos a prática do exercício que vos permitiria mover-vos com maior liberdade ao longo da consciência. Subsequentemente a esse encontro, ofereci-vos informação no sentido do auxílio ao vos sugerir um exercício destinado à prática do que designais por experiências de projecção fora do corpo, o que também contribui com energia para a vossa própria aceitação pessoal e vos proporciona uma oportunidade de vos moverdes com uma maior liberdade no âmbito da consciência e vos valida as próprias capacidades que tendes nos movimentos que empreendeis.

As experiências de projecção fora do corpo não constituem unicamente exercícios divertidos, embora sejam bastante divertidos! Afirmo-vos que fazeis isso continuamente, mas que não tendes uma consciência objectiva dessa acção que empregais. Por isso, o objectivo desse exercício é o de reterdes um conhecimento objectivo do movimento que empreendeis no que designais por experiências fora do corpo, ou no que poderei designar por projecção.

Nessa medida, embora estejas a experimentar diversão e liberdade, que eu defendo BASTANTE, também apresentas a ti próprio em simultâneo uma enorme validação das tuas próprias experiências, por TERES a capacidade de te deslocares livremente pela consciência e NÃO seres onerado fisicamente, por assim dizer; que a despeito de teres uma forma física e embora tenhas criado uma realidade física, essa realidade física não representa a tua totalidade, e tu possuis uma mobilidade muito maior do que entendes, por teres muito mais capacidades na criatividade que apresentas do que a que te permites perceber. Por isso, eu encorajo bastante essas actividades, por elas vos validarem bastante. Isto servirá de ajuda?

ERIK:  Serve.

ELIAS:  Mas podes prosseguir com a investigação que fazes, por eu encorajar bastante esse movimento!

ERIK:  Fá-lo-ei.

RICHARD:  Elias, eu queria saber qual foi o meu último foco... ou se o meu último foco terá sido nesta dimensão terrena. (O Elias sorri) Ou se não foi na Terra! O último! (A rir)

ELIAS:  (Com sentido de humor) Hmm... Deixa cá ver! Que designação terá o ÚLTIMO foco? Situar-se-á no que designas por ano 3007, ou será no ano 1720? Não existe último! Todos têm lugar em simultâneo! (A sorrir)

RICHARD:  Certo! Falando em termos cíclicos, e logo em termos lineares, desde o ponto de referência em que nos situamos agora, no nosso...

ELIAS:  Eu gosto muito de provocar! (A rir, seguido de riso) Estou a entender perfeitamente o que estás a referir.

RICHARD:  Também pensei que estivesses!

ELIAS:  O foco mais recente, nos termos lineares relacionados com este presente foco da tua atenção, (pausa) é um foco situado no que designais por um local numa nação da América do Sul, numa área conhecida do Brasil, no século que antecedeu este, como um nativo desse continente, mas não como o que poderás designar por um "transplante" (a rir) de origem Espanhola ou de origem Francesa, mas de origem nativa Sul-americana, que ocupa um foco numa pequena tribo. Tiveste outros focos igualmente nesse continente, não necessariamente todos situados na área das terras do Brasil, mas nesse continente particular.

Esta essência sente uma afinidade por essa área particular do vosso planeta, e eu encorajo-te a investigares e a apresentares a ti próprio informação quanto às especificidades desses focos. Tu deixas-te atrair no fascínio que sentes por certas culturas situadas no vosso continente Sul Americano, o que brota de trespasses de outros focos que tens. Essa é a razão por que te moves nessa direcção com tal concentração, por te identificares com as crenças e a cultura e a espiritualidade desses nativos, por assim dizer.

Eu encorajo-vos a investigar os focos que tendes de uma forma intencional, pela razão de que a vossa própria investigação desses focos vos permite uma muito maior intensidade e uma maior realidade na união que estabeleceis, não só com a essência, como com os outros aspectos VOSSOS. Perguntastes sobre a redução da separação. Esta é a oportunidade que apresentais a vós próprios para começar a reduzir a separação que impera em vós, ao vos permitirdes mover na direcção da ligação com outros focos da essência que tendes.

Para mim, assim como para outras essências, torna-se bastante fácil apresentar-vos informação nessas áreas e fornecer simplesmente histórias, descrições de outros focos que tendes no âmbito da essência, mas isso será tudo quanto representará para vós - meras histórias. Por não se tratar da minha experiência, elas da VOSSA experiência, e a expressão que eu lhes der, será unicamente assimilada como uma história que vos narro sobre vós próprios.

Com a investigação de outros focos que VÓS conseguirdes, apresentareis a vós próprios a oportunidade de estabelecerdes uma ligação convosco, com a essência, na realidade... e isso constituirá uma realidade para vós!

Há muitas formas distintas em que podeis empregar isso de uma forma activa, as quais encorajo bastante (todas), por vos dar conta da importância de estabelecerdes um contacto convosco próprios, com todos os aspectos vossos, e vos permitir ver a vastidão do ser que sois. Há uma enorme diferença entre o que vos referir relativamente aos vossos focos e a expressão que VÓS derdes a vós próprios sobre esses vossos focos!

Em sessões recentes eu expressei àqueles que se encontravam presentes um encorajamento igualmente nessa área, e disse-lhes conforme vos digo a vós: uma maneira muito eficaz de estabelecerdes contacto nessa área é voltar-se na direcção da vossa nova brincadeira... o que consiste numa expressão minha, facto que eu entendo. Vós designais isso como a acção de hipnose. Isso pode facilitar-vos bastante, por no foco físico vos agarrardes com tenacidade à atenção que focais na vossa consciência objectiva.

Essa é a vossa realidade e onde focais a vossa atenção, e prendeis-vos a ela fortemente e sem vos permitirdes mover para além do que conheceis objectivamente. Mas existe muito mais à vossa disposição, e vós sois muito mais do que simplesmente esta atenção objectiva! Já vos disse que isso constitui apenas uma lente da câmara, um foco. E vós tendes inúmeros focos. Vós SOIS inúmeros focos, e eles estão todos a decorrer agora, todos em simultâneo convosco na atenção que estabeleceis. Eles constituem simplesmente distintos focos da atenção, diferentes lentes da câmara.

Nessa medida, muitos de vós permitir-se-ão uma maior suavidade com esse método particular do que conseguirão com outros métodos que forneceis a vós próprios (referindo-se à hipnose). Podeis designar isso da forma que mais vos agradar: regressão de memória, avanço em frente, deslocação para o lado, voltar-vos para trás, voltar-vos de cabeça para baixo! Não tem importância É tudo o mesmo. Haveis de ver outros focos da vossa essência, o que constitui um grande auxílio.

Por te dizer que, não só está a decorrer actualmente a acção do trespasse, como à medida que esta mudança de consciência aumentar na intensidade e ganhar impulso, também essa acção de trespasse aumentará. Isso consiste num elemento de trauma inerente ao âmbito desta mudança de consciência, por as pessoas não compreenderem o que estão a experimentar, mas isso ser uma ocorrência natural.

À medida que os trepasses se tornarem mais intensos, isso deverá tornar-se muito mais objectivo e afectar muito mais... e vós estais a experimentar trespasses! Todos vós experimentais trespasses. Podeis não os designar dessa forma, mas ESTAIS a experimentar trespasses oriundos de outros focos, e eles estão a influenciar-vos bastante!


Uma pergunta que é colocada com frequência é, como criais a vossa realidade. Referis que aceitais o facto de EFECTIVAMENTE criardes a vossa realidade, embora não aceiteis esse conceito. É apenas um conceito, e deverá continuar a sê-lo durante um certo tempo. Mas também vos confundis quanto à FORMA como estais a criar a vossa realidade. Existem muitas influências que permitis no vosso foco, e essas influências movem-vos em muitas direcções diferentes.

Uma das influências que é muito forte é a influência que decorre dos trespasses oriundos de outros focos, e se não tiverdes consciência da energia que vos estiver a ser expressada e do que consta, como podereis abordar a influência? Como haveis de expressar a vós próprios como haveis de criar a vossa realidade se não estiverdes a mover-vos na direcção de sequer perceber toda a vossa realidade? Se não vos permitirdes ver outros aspectos de vós próprios, como podereis abordar o modo como criais a vossa realidade, ou a razão?

Se tiverdes receios em determinadas áreas, mas esses medos vos parecerem irracionais, de que modo conseguireis abordar um temor irracional? Mas se apresentardes a vós próprios a informação de isso poder não ser um medo irracional mas um trespasse oriundo de um outro foco, então tereis apresentado a vós próprios informação e podereis dar-lhe atenção. (1)

Se derdes por vós a encaminhar-vos para direcções inusuais, nos vossos termos – dado os extremos da emoção, ao vos sentirdes bastante eufóricos num momento e melancólicos no seguinte – podereis atribuir esse comportamento a um desígnio psicológico, mas isso também se mostrar insuficiente em termos de explicação. Podeis permitir-vos entrar em contacto com outros focos vossos, e podeis ver como aceitais a energia de diferentes focos e o modo como chegam mesmo a influenciar os vossos humores em certos aspectos.

Por isso, encorajo-te a investigares essa área, e podes indagar junto do Michael, que ele poderá sugerir-te métodos que foram apresentados nesse sentido.

RICHARD:  Obrigado.

ELIAS:  Não tens de quê.



Vou-vos beneficiar dizendo-vos que podeis colocar mais uma pergunta, e a seguir vamos interromper.

NATHAN:  Eu tenho uma entrada para o jogo.

ELIAS:  Ah!  O jogo! Mas, não vamos participar nele, esta noite? (Riso)  Podes adiantar!

NATHAN:  Ilda, creio que se aplica aos compositores, George Ivan.

ELIAS:  Um ponto! (A rir, a seguir ao que olha para o Erik)  Queres tentar? (Riso) Ah!

ERIK:  Creio que vou tentar uma. Não estou bem certo se esta categoria já terá sido tentada ou não, mas em relação às cidades: Brattleboro, o azul?

ELIAS:  Ah! Com que então vais avançar com uma nova categoria relacionada com as cidades – o que é aceitável – e vais situar essa localidade física na categoria Sumari. Um ponto! (A rir)

LAURA:  Eu tenho uma pergunta. Estás a par da existência de crânios de cristal, ou que será que me poderás dizer com respeito aos crânios de cristal que estão actualmente a surgir e a ser exibidos às pessoas?

ELIAS:  Esse elemento de quartzo, cristais conforme os designais, foram utilizados como um condutor de energia ao longo da história. Por isso, eles detêm significado com relação aos indivíduos e às culturas particulares que os produziram de certas formas. Ao longo da vossa história, sempre vos movestes no sentido de usar essas pedras em particular por processos místicos. Associais-lhes muitos significados místicos. Por isso, também agregais qualidades místicas a esses crânios. O que não quer dizer que não exista uma energia que é produzida em torno desses objectos particulares, por muita energia lhes ter sido projectada e no seu entorno, e esse elemento particular de pedra consiste num formidável condutor de energia.

Esse tipo particular de pedra pode ser eficazmente utilizado nesta dimensão como um ponto de referência, não só no sentido de conduzir a energia como de a dirigir. Também possui a capacidade de armazenar energia, Isso não é uma crença. Essas pedras, ao constituírem elementos da consciência, possuem a capacidade de armazenar energia, porque, ao terdes criado essas pedras nesta dimensão física, consignastes essa função aos elos de consciência que compõem a matéria física dessas pedras particulares. Por isso, podeis projectar energia a essas pedras que ela poderá ficar retida nelas, conforme designado pelos indivíduos que projectam essa energia.

As pedras em si mesmas – não me interpreteis mal – não dispõem da capacidade de manipular a energia. Elas poderão armazenar energia conforme tereis designado que fizessem, mas não movem a energia nem manipulam a energia. ISSO já representa uma crença, a de que as pedras por si só manipulem a energia. Elas não fazem isso. VÒS manipulais a energia, mas elas também podem servir como um espaço reservado, por assim dizer, para a energia, para os depósitos de energia, por razões específicas.

Nessa medida, vós apresentais a vós próprios uma imagética objectiva neste período particular com essas pedras... que foram esculpidas nesses formatos, por essas pedras não crescerem naturalmente do modo que as criastes nessas formas.

Mas nesse sentido, elas foram criadas para encerrarem um certo tipo de energia a que os indivíduos poderiam aceder, que lhes seria espelhada de volta de uma maneira que lhes permitiria estabelecer um fácil contacto com o seu campo de energia.

Deixai que refira um exemplo. Essa foi a acção para que essas pedras foram designadas, a energia que lhes terá sido projectada por essa razão, de modo semelhante a um espelho. Se vos posicionardes diante de um espelho, vereis diante de vós um reflexo da forma física. Ele reflectir-vos-á de volta a imagem da vossa forma física.

Esses crânios, a energia que lhes foi consignada, que contêm dentro deles, funciona com um espelho ao vos reflectir a imagem espelhada do vosso campo de energia... sem ser por um quadro visual. Não visualizais o vosso campo de energia diante de vós como visualizais a vossa forma física num espelho, mas a acção consiste em vos permitirdes espelhar o vosso campo de energia de forma que o possais sentir.

Por isso, na sua presença, se vos permitirdes abrir-vos à sua energia, haveis de sentir sensações físicas. Isso é a energia que vos está a espelhar o vosso próprio campo de energia. Por isso, gera-se uma sensação de penetração por essa energia que é retida se estender para o exterior e penetrar o vosso campo de energia que vos rodeia a forma física. Estás a entender?

LAURA:  Estou. Obrigado.

ELIAS:  Não tens do quê.

Eu vou ...sim?  (A sorrir para a Michelle)

MICHELLE:  (A rir) Ter-te-ei pegado de surpreza?  Claro!  A Jen informou-me que, caso seja apropriado, te poderia recordar que alguns de nós ainda não fomos informados sobre a nossa essência e nome.

ELIAS:  Ah, estás a desejar o nome da essência!  Muito bem.  Nome da essência, Sebata.  Família da essência, Sumafi; alinhamento, Sumari.

(Para a Marie:)  Nome da essência, Belea. Família da essência, Sumafi; alinhamento, Tumold.

(Para a Sandy)  Nome da essência, Anya.  Família da essência, Sumari; alinhamento, Milumet.

MICHELLE:  Obrigado.

ELIAS:  Não tens de quê.

Estendo-vos a cada um de vós, nesta noite, um enorme afecto, e a antecipação do nosso próximo encontro. A todos estendo uma enorme energia de encorajamento, e podeis permitir-vos a experiência física desta energia que vos estendo. Por esta noite, despeço-me de todos com um au revoir.

Elias parte às 8:48 da tarde.

Nota da Vicki: No final da sessão, a Mary focou a câmara ao redor da sala, de modo a que eu pudesse ver quem estava presente, o que realmente foi estupendo! Por isso, com base na direcção em que o Elias estava a olhar, eu voltei atrás e inseri os nomes. Se algum deles estiver incorrecto... bom!

NOTAS DE RODAPÉ:

(1)  Esta frase foi pronunciada assim: “Mas se apresentardes a vós próprios a informação de esse poder não constituir um medo irracional a trespassar de um outro foco, nesse caso tereis apresentado a vós próprios informação e podereis dar-lhe atenção.” Eu alterei esta frase, coisa que raramente faço, mas que sempre anoto quando o faço. Podereis, é claro, tomar as vossas próprias decisões quanto à forma que melhor funcionar para vós!

© 1998  Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados

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