sexta-feira, 26 de outubro de 2012

"SELECTIVIDADE NO QUADRO DAS PROBABILIDADES"




Sessão 115
Domingo, 25 de Agosto de 1996 ©
Tradução: Amadeu Duarte 

Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Cathy (Shynla), Gail (William), e a Julie (Lanyah).
Elias "chega" às 6:35 da tarde. ("O tempo" é de trinta segundos)

ELIAS: Boa noite! (Com firmeza) A vossa atenção objectiva dirige-vos a acção. As ideias que tendes determinam a selectividade Da direcção QUE TOMAIS. Quero que vos concentreis nessas afirmações, por serem importantes. Essas afirmações equiparam-se à que refere:“vós criais a vossa realidade”.

Esta noite, no debate que vamos ter sobre às probabilidades, vamos abordar a selectividade, que na realidade consiste numa acção altamente refinada e desenvolvida que empregais no foco físico. Vós criastes, na vossa expressão objectiva, uma selectividade altamente motivadora e igualmente criativa nas probabilidades que admitis. Para o vosso actual modo de pensar isso representa uma acção, que foi acordada há muito tempo na vossa história. Perguntastes sobre os vossos Videntes. Esta noite vamos incorporar informação relativa aos Videntes, no debate das probabilidades e do modo como optastes por incorporara a selectividade que presentemente empregais no quadro das probabilidades.


Já referimos muitíssimas vezes que os vossos enfoques religiosos e as vossas teorias Darwinianas se acham, na verdade, erradas, com relação à criação da realidade que tendes nesta dimensão. Não há progressão alguma no sentido da evolução seja de que espécie for, conforme é sugerido por essas teorias. Deram-se experimentações, no caso de cada uma das espécies que se manifestam em termos físicos. Nessa medida, o homem também experimentou diferentes tipos de consciência, o que também circunscreve as probabilidades. Nos consensos que formastes, optastes por aquilo que agora percebeis como uma selectividade relativa às probabilidades que presentemente criais.

Já vos falei de bolsas de probabilidades, que podeis encarar como espécies de consciência no âmbito do foco físico e no âmbito da experimentação que fizestes com as vossas espécies; apesar de todas as espécies, de tudo o que percebeis como organismos vivos existentes no vosso planeta, terem procedido a experimentos nas suas próprias espécies, desenvolvendo o que escolheram ser a expressão mais eficiente até ao momento. O que não quer dizer que não possais progredir mais na expressão de cada espécie individual, por poderdes, e por estardes continuamente num estado de transformação ou de vir-a-ser, conforme declaramos previamente.

Portanto, a consciência não comporta estagnação ou imobilidade estática. No âmbito da ideia dessas bolsas de consciência e dos eus prováveis, criastes uma linha, por assim dizer, de selectividade no quadro das probabilidades. Isso estende-se muito além da vossa expressão individual, por também criardes isso em massa, e terdes criado isso ao longo da vossa história. Os Videntes são o que podereis entender como os Caminhantes do Sonho, conforme dissemos anteriormente. Se estiverdes a pensar em termos físicos e no quadro do vosso elemento do tempo, podeis pensar que essas essências tenham dado “início” á vossa expressão física. Se pensardes em termos físicos e no quadro do vosso elemento do tempo, podereis pensar que essas essências tenham “iniciado” a vossa expressão física; apesar de precisardes ter em mente que esses são termos figurativos, por não existir início nenhum, mas com o propósito de suscitarmos uma compreensão da questão, vamos esta noite empregar as ideias que tendes do vosso elemento do tempo, em consequência do que vamos trabalhar dentro dos seus limites. Assim, podereis ver temporariamente, um começo ligado aos vossos Videntes; as essências que não se manifestaram por completo. Essas essências, desta família particular Sumafi, dirigiram experimentos no âmbito da consciência no sentido de se manifestarem; tal como o fizeram todas as outras famílias na respectiva equivalência que têm com os Videntes. Esta noite não vou discutir todos esses representantes das outras famílias da essência. Vamos apenas incorporar os Videntes (em representação da família Sumafi).

Nessa medida, podeis visualizar para vós próprios essas essências num estado de intermitência, conforme vós, mas conscientes de se encontrarem nessa intermitência; por isso mesmo sem estarem a dirigir a sua atenção de forma tão exclusiva e selectiva. Nessa medida, a consciência deles... No foco físico a consciência parcial que estabelecem é muito vasta. Se imaginásseis esses Videntes em termos físicos poderíeis imaginá-los dotados de uma "forma física translúcida". Isso poderá dar-vos um retracto com que podereis criar uma ideia mais realista dessas essências, as quais na realidade não conseguis, presentemente perceber como reais.

O objectivo dessas essências, desses seres translúcidos (não vamos utilizar o termo propósito) no âmbito da intenção que têm ligado à manifestação física é o de experimentarem de um modo eficiente a manifestação física. Por isso os vossos cientistas presentemente poderão ver o que pensam ser evolução, por poderem descobrir vestígios de focos experimentais que não tiveram continuidade. Ao não terem qualquer explicação para esses vestígios, ou o que encaram como vestígios, desenvolvem teorias de progressão ou de evolução. Na realidade, deu-se uma enorme experimentação em diferentes quadros da acção da manifestação física.

Agora; este tema respeitante aos Videntes é muito difícil de vos expressar. Isso não se deve ao facto da vossa linguagem não incorporar termos suficientes para acomodar as ideias, mas ao facto de na presente selectividade do vosso pensar, os conceitos respeitantes aos Videntes vos parecerem fantasia. Esses são conceitos de dificil aceitação como uma realidade. Mas eu digo-vos que eles são uma realidade!

Na expressão experimental que esses Videntes levaram a cabo, tal como as crianças experimentam diferentes jogos, também os Videntes com uma atitude brincalhona, experimentaram diferentes expressões do foco físico, empregando por vezes criações que presentemente veríeis como fusões dotadas de forma de animais e de humanos. Essas experiências não se revelaram eficientes, em razão do que não tiveram continuidade. Certas experiências tiveram continuidade durante um período relativamente extenso do vosso elemento de tempo, por razões que se prendem com a experiência. Tal como expliquei que dirigis a vossa atenção de uma forma isolada por uma questão da pureza e da intensidade que obtendes com uma experiência assim, também desse modo procederam muitos dos vossos focos experimentais, que encarais como do homem primitivo, ao incorporarem períodos de tempo de manifestação física num foco selectivo pela pureza da experiência a obter. Na experimentação do que presentemente encarais como "homem primitivo", os Videntes dirigiram a consciência da manifestação física para a criação de expressões de homens primitivos. Esses, na vossa visão actual, assemelhar-se-iam mais a macacos do que vós percebeis assemelhar-vos presentemente. Mas não se tratava de primatas! Eram expressões humanas enquadradas numa experiência selectiva que combinava a consciência animal com a expressão humana, dando desse modo lugar à criação de um tipo específico de foco. Cada manifestação de criatura - coisa que também sois no foco físico - comporta a própria selectividade no âmbito da consciência e da direcção inerente às probabilidades.

Na vossa atenção dirigida, vós presentemente encarais-vos como pessoas. Por isso, no quadro selectivo da vossa atenção, também tratais todas as outras expressões como gente. "Personalizais" as criaturas e até mesmo as plantas. Atribuís expressões humanas às outras manifestações. As diversas manifestações físicas da consciência incorporam a sua direcção específica e especializada no âmbito da consciência, tal como vós.

Ora bem; essas expressões pode ser partilhadas no âmbito de bolsas de consciência. Nas expressões iniciais das experiências dos Videntes, foram experimentadas fusões de carácter físico. Isso não foi acordado no sentido de ter continuidade, por a experimentação ter sido implementada para desenvolver a consciência, o que posibilitou que se desse uma permuta no âmbito de expressões inerentes à expressão dessas bolsas de consciência. Por isso, no âmbito da consciência, podeis proceder a intercâmbio de elementos das vossas expressões com outras manifestações focados na matéria. Elas também podem permutar as experiências que fazem e a informação convosco; mas em cada manifestação, em cada expressão objectiva, aquilo que percebeis externamente, parecer-vos-á diferente da sua realidade. Por isso, a informação pode ser partilhada pelas espécies, e à medida que se manifesta objectivamente numa espécie, isso poderá ser encarado como uma expresão do instinto. Numa outra espécie, isso poderá ser encarado como uma expressão do processo do pensar; assim como numa outra expressão, poderá ser encarado como uma resposta condicionada. Trata-se apenas de diferentes expressões reorganizadas objectivamente por intermédio da consciência para se adequarem à selectividade do foco individual. Vós, na vossa expressão, seleccionais certos tipos de probabilidades.

A razão por que falamos convosco deve-se ao facto de vos permitirdes interrogar, porque se questionardes, motivar-vos-eis a investigar-vos mais a vós próprios. Falamos da vossa mudança e sobre a acção da transição. Isso também se acha incluído na informação desta noite; por já vos terdes interrogado, embora sem ser de uma forma inteiramente séria, sobre a razão para passardes a dispor de informação respeitante à vossa mudança, ou à transição, por o tempo existir todo em simultâneo. Eu nesta noite apresento-vos informação para aprofundar a explicação que possuís nessa direcção. Encarais tudo em termos de tudo ou nada. E no que encarais dessa forma, quando considerais a essência, interpretais que a essência se manifeste por focos, a cada instante e em todos os períodos de tempo da vossa história e do vosso futuro. Por isso fazeis a ideia de presentemente vos encontrardes envolvidos na vossa mudança. Isso em parte está correcto. Em parte, também não está; porque ao vos focardes na manifestação física também incorporais selectividade; é nisso que a selectividade de que gozais no quadro das probabilidades se estende muito além do vosso presente foco que reconheceis.

Cada foco, conforme afirmei, incorpora a sua própria "linha", por assim dizer, de probabilidades. A vossa essência emprega a sua própria selectividade em relação aos seus focos. Por isso, independentemente do facto do tempo existir todo em simultâneo, no âmbito da essência, podeis não escolher incorporar uma manifestação física que se estenda por todo o período de tempo do vosso planeta. Essa probabilidade permanece em aberto. Podeis optar por não exercer essa probabilidade. No âmbito da essência, conforme declaramos previamente, não é eficaz manifestar-vos a toda a hora. Por isso, incorporais aspectos e contrapartes para também experimentarem por vós; os quais não constituem facetas. 


Estou ciente de ter perdido a audiência que tinha! (A rir) Estes são conceitos difíceis. Vou dar este passo de uma forma mais lenta.

Na essência, vós optais por vos focar fisicamente em áreas que envolvam elementos de tempo que opteis por experimentar. Com o propósito, por assim dizer, de incorporar a experiência física, a essência escolhe probabilidades que incluam contrapartes (congéneres); por isso mesmo num certo sentido, sem manifestar facetas em todos os quadrantes temporais, embora num outro sentido existam manifestações; por essas também representarem elementos da essência, por tudo se achar ligado.

Aqueles que optaram por se deixar conduzir a esta presente companhia escolheram manifestar-se no âmbito da mudança, ou optaram por incorporar a acção de transição antes do desenlace do foco físico. Nessa medida, a compreensão da informação torna-se demasiado óbvia, ou seja, o que pensais em termos de "necessária" àqueles que optam pela transição. Aqueles que optam por voltar a manifestar-se poderão passar por uma ligeira confusão, ao pensarem que já se tenham manifestado na mudança. Por isso, não será preciso considerar informação relativa ao que encarais como período anterior à mudança. Mas na verdade, como todo o tempo existe em simultâneo, vós colheis, como já afirmei, do passado e do futuro e do presente, em relação a todos os elementos do tempo, em todos os vossos focos. Por isso, a informação de que dispondes é benéfica ao que encarais como focos futuros. Além disso, alguns desses indivíduos não se acham focados em termos físicos no elemento inicial da vossa mudança.

Por isso, no âmbito das probabilidades, a opção respeitante ao que encarais em termos de futuro, será conduzida à manifestação. (Faz uma pausa a olhar para toda a gente) Vou tentar ser mais específico. Vós presentemente achais-vos a manifestar-vos, agora. A vossa mudança de consciência, no ponto actual, encontra-se nos no estágio dos espasmos iniciais da acção, mas conforme estais ao corrente, não vos posicionais na conclusão dessa acção, por assim dizer. Isso foi enunciado como uma ocorrência que tem lugar no vosso futuro. Alguns dos indivíduos que se encontram no nosso grupo e além dele optarão, no âmbito das suas probabilidades, por se desprenderem do seu foco físico antes do que percebeis na vossa linearidade do tempo como a concretização efectiva da mudança; por isso mesmo não empregarão a acção completa do que percebeis como esta presente vida, ou este presente foco. Alguns desses indivíduos optam por voltar a manifestar-se, e experimentar o começo da actualização da mudança; mudança essa que tem lugar na consciência e que abrange uma escala global. Por isso, a presente utilização da informação será útil à nova manifestação deles através da acção da actualização física da mudança.

Aí podeis perguntar: "Mas, se voltam a manifestar-se, por que razão não utilizam esta informação durante o seu período intermédio?", por assim dizer; ou "intervalo" como o Michael gosta de chamar. Não compreendeis o acto da transição. Existem muitos actos de transição diferentes. No âmbito da escolha da probabilidade da nova manifestação, dais continuidade às probabilidades enquadradas na selectividade, limitando a informação de que dispúnheis. Por isso, a acção que empregais num período temporário não físico difere da acção escolhida no plano imaterial (não físico) caso tiverdes optado pela probabilidade de não vos voltardes a manifestar no foco físico. Apresentastes a vós próprios a oportunidade de ver isso já no vosso novo jogo; as pessoas a experimentar o vosso tempo de intervalo, que têm o que podereis encarar como muito pouca informação quanto ao "estado" em que se encontram, por assim dizer; a empregar actos mas aparentemente sem grande informação quanto à compreensão da área de consciência em que se encontram, ou aos actos que empregam nessa área da consciência. Isso depende igualmente das probabilidades, e das probabilidades por que optais. Todavia, tende presente que as vossas probabilidades são eleitas selectivamente. Escolheis com base numa linha "selectiva", por assim dizer, de probabilidades. Vou usar um termo novo em substituição do termo "linha", com que não me sinto agradado.

Também empregais selectividade nos vossos focos individuais. Escolheis agrupamentos de probabilidades. Isso na percepção que tendes, também poderá ser entendido como uma linha (processo linear). Podeis encarar isso como uma progressão, embora não seja bem uma progressão, (estes são conceitos muito difíceis), por antes de vos manifestardes num foco físico, elegerdes uma linha de probabilidades. Elegeis um objectivo associado a um foco específico. No âmbito do desejo desse objectivo ou intenção do foco individual, elegeis um grupo de probabilidades para ser implementado ou para em cuja base passardes a escolher ao longo desse foco individual. Ignorais todas as outras probabilidades, ao desviardes a vossa atenção. Isso não quer dizer que todas as outras probabilidades não continuem a existir, e que não se encontrem ao vosso dispor. Quer somente dizer que dirigis a vossa atenção para uma bolsa específica de probabilidades, que vos permitis atrair a partir do foco individual. Na interacção que empregamos convosco tentamos incentivar o questionamento, o que vos habilita a ir além das probabilidades que tiverdes elegido no enquadramento dessa bolsa que ligais ao foco individual. É uma acção de motivação destinada a empregardes ideias que vos possam alargar a percepção que tendes. É isso que queremos dizer ao falarmos de expansão da consciência; permissão para ver, objectivamente, mais probabilidades que seleccionastes para o foco individual. A expressão subjectiva tem consciência da miríade de probabilidades disponíveis. Objectivamente, vós considerais apenas com base na bolsa que tiverdes eleito. O que, uma vez mais, não quer dizer que estejais presos a essa probabilidade, por não estardes. Não existem sistemas estanques. Por isso, dispondes da capacidade de aceder a mais probabilidades do que presentemente vos permitis aceder.

Vamos fazer um intervalo, e permitir que assimileis o que já vos foi apresentado, e logo mais podereis fazer perguntas de forma a continuarmos; Por também oferecermos informação ao William em associação com este tema, o que também poderá ser útil a cada um de vós para compreenderdes a ligação existente entre a expressão subjectiva e a objectiva, e a fusão de ambas por altura da mudança. Continuaremos dentro de alguns dos vossos momentos físicos! (Riso)

INTERVALO

ELIAS: Bom, vou esclarecer muito rapidamente, quanto aos Videntes e às suas experiências. No âmbito dessa acção não se deram tropeços nem erros. Eles não geraram manifestações “disfuncionais”. Todas as manifestações que foram experimentadas foram usadas em termos físicos em função da experiência, e do desenvolvimento da concepção de dirigir a consciência que agora testemunhais. Por isso, cada foco que foi experimentado foi propositadamente usado. Não resultou de acidente nenhum. Foram escolhidos para a experimentação física. Também representaram como que as preliminares em relação ao que percebeis como este presente momento. Lembrai-vos que o tempo na realidade existe todo em simultâneo. Por isso, essas manifestações ocorrem no presente, em simultâneo com o foco que podeis reconhecer ter no vosso presente momento. Falamos de intercâmbio de consciência. Essas chamadas experiências levadas a cabo no foco físico também estabelecem um intercâmbio com os vossos focos presentes que reconheceis, ao vos apresentarem informação do âmbito da consciência da criatura que sois, da ligação que tendes com a natureza, conforme a percebeis; por nos focos particulares que reconheceis presentemente vos divorciardes do que encarais como natureza. Percebeis que ela exista em separado dos vossos eus individuais, mas incorporais a experiência de união por intermédio de outros focos simultâneos. Por isso, não olheis para essas expressões anteriores, nos vossos termos, como experimentos que não funcionaram ou que não resultaram, ou que “trocastes” por uma expressão “melhor”; por eles existirem no presente, e estarem a influenciar-vos a vossa presente consciência. Eu referi que íamos falar no caso do William e da experiência que faz no seu presente foco, no presente agora, por estar relacionado com a acção da mudança. O Michael também incorpora uma acção semelhante, embora não a encare como tão real quanto a do William, por não incorporar essa acção na sua consciência objectiva, mas traduzir um conhecimento subjectivo que tem origem no estado de sonho.

(Para a Gail) Tu presentemente estás a começar a passar pelos começos da acção da mudança, razão por que incorporas muita confusão; por na manifestação das probabilidades que escolheste para este foco particular, teres optado por separar aspectos da personalidade na manifestação física. Depois escolheste, no âmbito das probabilidades, uni-los. Agora percebes existirem aspectos do que pensas ser separação ainda existentes na personalidade. Temporariamente continuarás nessa acção até entenderes aquilo que estás a abordar.

Pensa no paralelo que te apresento igualmente no caso da expressão que o Michael assume. O Michael entra no estado de sonho, a interagir no estado do sonho, enquanto ele próprio, em constante estado de acção, mas ao mesmo tempo é “supostamente” afastado da acção do sonho; permitindo um afastamento para também poder ver, enquanto continua em simultâneo a interagir no sonho. Isso não envolve uma separação no âmbito da consciência. Isso é aceite pelo Michael, por se situar no domínio do estado do sonho. Por isso torna-se permissível e aceitável, por o estado do sonho receber menos atenção e menos importância. È a periferia. O William usa essa acção paralela na sua expressão objectiva, permitindo a fusão da expressão subjectiva e separando-as temporariamente, as expressões objectiva e subjectiva, quase como duas entidades.

No âmbito da acção da vossa mudança, essa expressão deverá constar como o “normal”; uma consciência mais ampla que vos permitirá incluir a vossa expressão e atenção objectiva, e ao mesmo tempo uma interacção subjectiva funcional de que tendes consciência. A expressão subjectiva estabelece muito mais ligação com a vossa informação e probabilidades.


Deparas-te presentemente com confusão; por essas expressões te serem estranhas. Por isso, não são inteiramente aceites como inerentes a este momento presente. No âmbito da acção da vossa mudança, essa expressão que presentemente exibes, e a expressão que o Michael exibe no estado do sonho, não se tornarão objectivamente confusas nem encaradas como “irreais” no estado do sonho, mas vistas como uma expressão normal do Ser, tal como presentemente encarais a vossa expressão objectiva como a única normal. Encarais a interacção subjectiva como anormal! No âmbito da acção da vossa mudança, a separação, ao ponto de só experimentardes a expressão objectiva sem qualquer interacção subjectiva, é que será vista como anormal. (Pausa) Estes são os elementos das acções que deverão dar lugar ao trauma no caso de muitos, e no vosso inclusive, se não dispuserdes de informação; por o vosso processo automático do pensar se deixar atrair para a avaliação da loucura! (Faz uma pausa, a sorrir) Podeis colocar as vossas perguntas.

GAIL: Eu tenho uma pergunta. Esta informação que anotei na noite passada e hoje, será algo que possa usar como uma ajuda aos demais?

ELIAS: Podes. Isso consiste numa expansão da aceitação de probabilidades, uma urgência quanto à expressão subjectiva a que está a ser concedida voz. A presente interacção que exerces, ao escutares essa voz, é ensombrada pelas crenças que tens no foco físico, mas tu estás a permitir incluir uma informação benéfica. Não tenho a menor dúvida de que irás, no quadro das presentes probabilidades que te assistem, entender que o acúmulo de informação tem assento no físico, mas que pode ser traduzido na consciência de informação subjectiva que escorre para a tua expressão objectiva. A informação que acumulas só se destina a servir-te de ajuda na tradução objectiva que fazes.

GAIL: Não estou certo de compreender isso.

ELIAS: Tu estás a tentar traduzir, para uma linguagem que consigas compreender, informação que já acolheste subjectivamente. Por isso, deixas-te conduzir para informação que te esteja disponível em termos físicos, de modo a poderes traduzir a informação que já permitiste que escorresse ou trespassasse.

GAIL: Está certo. Já entendi. Tenho uma outra pergunta. Quando eu era bem nova, antes dos três anos, costumava interagir com um cavalheiro, conforme entendia na altura, que usava calças com uma textura irregular, e que falava Francês. E só gostava de saber quem seria.

ELIAS: (A rir) Torna-se-nos divertido que continues, nas expressões que assumes, a apontar o insólito da interacção, em períodos de tempo muito breves no âmbito da consciência, em ligação com outras essências. Pensas que não conheceis certas essências nessa idade. Mas tu encontraste-la actualmente; por isso não estavas a interagir nessa altura, por isso ter sido então e isto ocorrer agora, apesar de isso também ser agora !

GAIL: Estou a entender o que me estás a dizer, mas estou a encarar isso da perspectiva do meu eu cindido, creio bem. (Pausa)

ELIAS: (Para a Vicki, a rir) Tenho noção de um Francês interessante. Não serás tu, também?

VICKI: Sou sim! (Riso)

GAIL: Quero dizer, na altura era tão diferente, conforme sou capaz de recordar. Bem sei que o passado é agora e que o futuro é agora, mas só estou em busca de confirmação por ver separação. Só queria ver isso confirmado.

ELIAS: Que essa essência é a mesma que tu vês presentemente diante de ti?

GAIL: Exacto.

ELIAS: Correcto! (A esta altura estamos todos a rir)

GAIL: Bom, é mais ou menos engraçado saber disso!

ELIAS: Que agora classifiquemos isso no registo das coincidências! (A rir)

GAIL: Não, não é coincidência nenhuma! É só a estranheza que sinto. Precisa ser confirmado. Tu definitivamente vestias-te de modo diferente! (Riso)

ELIAS: Ah! Essa também será uma expressão única, por a essência e a consciência jamais se alterarem e sempre parecerem na mesma! (Com muito sentido de humor)

GAIL: Mas chegou para fazer tinir qualquer coisa. Desta vez prestei atenção.

ELIAS: Vou-te confirmar, William, que tu prestas atenção muitas vezes!

GAIL: Esforço-me por isso!

JULIE: Não estás a tentar, tu prestas atenção!

ELIAS: Muito bem, William. (A sorrir)

JULIE: Bom, tenho uma pergunta, se mais ninguém tiver. Estou a esforçar-me por ver sentido no meu estado de sonho, e queria saber se os sonhos que encaro como desagradáveis estarão a tentar ser-me úteis.

ELIAS: Já falamos desse tema anteriormente, nas nossas sessões. Toda a interacção que tendes no estado do sonho é útil. Todas as acções e acontecimentos de todas as expressões da vossa consciência vos são úteis. Só não compreendeis muito bem de uma forma objectiva a vossa própria linguagem.

JULIE: Numa destas noites tive este sonho em que estava a ser comida por um jacaré ou por um crocodilo, um ou o outro, e encontrava-me neste tipo realmente estreito de cais ou de doca, uma doca verdadeiramente estreita, e havia gente a toda a volta e eles não faziam nada, e foi o sonho que tive. Eu consigo mais ou menos compreendê-lo, mas não consigo bem... Poderias explicar-mo?

ELIAS: Muitas das interacções que tendes no estado de sonho presentemente têm a intenção de vos chamar à atenção para uma área directa. Tu estás a expressar muitas situações diferentes para obteres a tua própria atenção, e como não dás atenção, crias mais expressões para te captar a atenção. Nessa medida, percebes muitos indivíduos no exterior, que percebes não te ajudarem...

JULIE: Não chego bem a sentir isso. Bom, o que quero dizer é que...

ELIAS: Estás a interpretar mal.

JULIE: Bom, não senti que as pessoas não me ajudassem.

ELIAS: Eu não terminei!

JULIE: Está bem. (Riso)

ELIAS: No teu sonho, vês que os indivíduos não te auxiliam. O sonho está-te a dizer para dares atenção a ti própria, e para não buscares ajuda, como quem diz, no exterior, por o auxílio que buscas se encontrar dentro de ti; desse modo reflectindo a tua expressão objectiva. Não estou a dizer que vejas, objectivamente, que os indivíduos não prestam auxílio; mas nos problemas básicos que tens, os outros indivíduos não te podem estender auxílio no sentido que pretendes. Podem estender-te ajuda em termos de consciência e de energia, mas precisas incorporar confiança em ti e encontrar auxílio dentro de ti. Nessa medida, a linguagem subjectiva que usas contigo própria destina-se a notares que não deves buscar auxílio no exterior, mas obtê-lo dentro de ti. Mas dentro de ti, na tua presente perspectiva, encontra-se a vossa criatura dos dentes enormes! Por isso envolves-te num enredo com essa criatura, mas desejas ser retirada das mandíbulas pelos indivíduos no exterior. Precisas ser tu própria a forçar as mandíbulas, e a aguentar o envolvimento que tens com a criatura. Hás-de perceber que essa criatura dotada de dentes enormes é na verdade muito pequena!


Embora presentemente não percebas nesse sentido, não há nada a temer dentro de ti, por seres uma criatura bastante gloriosa, e não te tornarás subjectivamente prejudicial. Podeis ser objectivamente prejudiciais para vós próprios, coisa que frequentemente fazeis, conforme abordamos muitas vezes no caso de muitos; por serdes prolíficos nisso, de uma forma objectiva. Subjectivamente, não o sois. Por isso, o temor que sentes só precisa ser dirigido para aquilo que já perspectivas, e não para ao que sentes ser desconhecido.

JULIE: Está bem.

ELIAS: Atenta cuidadosamente para essas expressões oníricas, por estares a repetir a tua acção no estado do sonho, e por meio de muitos métodos criativos, a fim de dares expressão à mesma ideia. (Pausa)

VICKI: Bom, eu tenho algumas perguntas...

ELIAS: Sim, Lawrence! (Riso)

VICKI: ...da minha parte, assim como de outras pessoas.

ELIAS: A minha proteção, Holmes! Estou preparado! (Oh, como ele é divertido)

VICKI: Poderei utilizar a minha experiência de Encontro Transfocal como exemplo dos experimentos de que estavas a falar, aquela em que me encontrava a viver no oceano?

ELIAS: Bastante acertado.

VICKI: Muito bem. Os exemplos para mim são excelentes. Vou retirar o sentido daí. Além disso, estavas a fazer questão de salientar que nem sempre nos manifestamos em todos os períodos de tempo.

ELIAS: Exacto.

VICKI: Mas eu perdi mais ou menos a intenção disso. Não compreendo muito bem por que estavas a fazer questão disso.

ELIAS: Pensa lá para com os teus botões, conforme te estava a dizer antes: tu encontras-te presentemente a manifestar-te. Hipoteticamente, optas por voltares a manifestar-te no elemento da vossa mudança. Nas probabilidades que te assistem, e no âmbito da essência, presentemente não focaste uma personalidade no período de tempo da mudança. Estás a escolher, no âmbito da essência, manifestar essa personalidade no período de tempo da mudança. Lembra-te, as tuas facetas não se resumem a ti... embora sejam tu!

VICKI: Uma personalidade diferente?

ELIAS: Em parte. Vamos conceder esta explicação temporariamente. Na consciência que presentemente reconheces na essência, optas por voltar a manifestar este foco, esta consciência, esta personalidade, na mudança. Isto não é fácil. (Pausa) Por isso, embora a manifestação na realidade seja simultânea, a acção da consciência da mesma personalidade não é. Eu disse que todos vós sois eus prováveis, por incorporardes todos eus prováveis. Nessa medida, uma outra personalidade focada tem existência no elemento de tempo da vossa mudança. Esse elemento da consciência da personalidade focada tornar-se-á numa intersecção de um eu provável e prosseguirá “em lugar de”, por assim dizer, do eu da personalidade provável que ocupa a mesma disposição espacial. Estás a entender? (Pausa) Não! (Riso) Tornar-se-á claro à medida que fores interagindo comigo no âmbito da acção que empreendes de transcrição. Pensa no desenho que fizemos da intersecção de um eu provável, que substitui a personalidade do foco existente. Isso não subentende walk-ins (entrantes)!

VICKI: Que representou aquela linha pequena no desenho, não é?

ELIAS: A intersecção angular que se estende a partir de um eu provável, a intersectar com a linha original da personalidade do eu provável, e a prosseguir; trocando de posição, por assim dizer. Lembra-te que estes são termos muito, muito limitados, que servem de exemplos bastante físicos, só para despertar a vossa compreensão. Em última análise são simplificados.

VICKI: Está bem. Eu tenho perguntas da parte de algumas pessoas. Da Índia, através do computador: “Que é realmente que acontece quando uma pessoa amada que tenha falecido vem ao nosso encontro num sonho?

ELIAS: Uma pessoa amada falecida que vem ao vosso encontro num sonho! (A rir) Esse indivíduo não deixou de existir, e muitas vezes, digamos, trata-se do que consideraríeis ser uma manipulação fácil em termos de ligação com a energia no âmbito da vossa expressão subjectiva, por aceitardes mais a interacção subjectiva. Por vos dispordes mais a ter intercâmbios de energia e comunicações subjectivas (como o estado de sonho) por não terdes as vossas crenças a impor-vos obstáculos.

VICKI: Está bem. Da parte do Michael: “Terá a reacção ao assunto das probabilidades partido do bloqueio, ou de uma ligação com o eu subjectivo?

ELIAS: A que probabilidades está ele a referir-se? Por diferentes probabilidades merecerem diferentes respostas.

VICKI: O modo como entendi a pergunta foi que ele sentia curiosidade em relação à reacção que teve ao próprio assunto. Para além disso, não faço ideia.

ELIAS: Das probabilidades? (A Vicky concorda) Desejará ele entender se está a bloquear a compreensão que está a obter da informação relativa às probabilidades, ou se terá feito uso da comunicação subjectiva que estabelece, não é? (A Vicky concorda) Vou responder que presentemente o Michael, juntamento com todos vós, sente muita confusão quanto ao nosso tema das probabilidades, mas não está a bloquear a informação. Se fosse esse o caso, ele não teria informação (alguma) sobre probabilidades, por estar a bloquear! Ele não está muito habilitado, no entendimento que tem, para separar o bloqueio que impõe a certos assuntos sem também influenciar e bloquear automaticamente informação nas vossas sessões. Por isso, podes dizer ao Michael que a apreensão que sentiu disse respeito ao que poderíeis ver como uma compreensão subjectiva, por incorporardes muita dificuldade e distorção nem relação a este assunto.

VICKI: Muito bem, a pergunta seguinte dele: “E que dizer desta coisa do trespasse ou escorrimento? Estarão as crenças que tenho a trespassar, e de que forma poderei travar isso?”



ELIAS: (A rir) Sem querer estar a oferecer rebuçados, uma vez mais, vou confirmar ao Michael que ele não precisa preocupar-se; muito embora no quadro das probabilidades que tem, ele prossiga nessa linha de probabilidades! No âmbito da tradução, conforme declaramos, sempre resulta um elemento de distorção. Além disso, na mistura que resulta do foco físico e das crenças, sempre se apresenta um elemento de distorção, conquanto inevitável. A expressão que ele vê, ao atribuir juízo a ele próprio, é a mesma coisa da primeira pergunta; embora presentemente, o Michael não reconheça muito a interacção subjectiva que tem. Ele nota-a, mas interpreta-a mal; porque quando ele a nota, ele interpreta essa detecção como coisa não muito real, ou equívocos, ou expressões directas do ser objectivo dele. Ele não conseguiu objectivamente aceitar muito bem a cooperação e a realidade da fusão da expressão objectiva com a subjectiva. Em paralelo com o William, ele encara isso em separado. A expressão subjectiva é reservada para o foco não físico ou o estado do sonho. A expressão objectiva é que constitui a realidade. A fusão (união) está a ter lugar. Tu já privaste com a percepção dessa ocorrência. O Michael também tem consciência disso, mas neste presente momento não está a aceitar muito. Também em paralelo com o William, o movimento é rápido. Por isso, esta expressão deverá ser bastante temporária.

VICKI: Bom, ambos temos a mesma pergunta relacionada com essa área. Foi por isso que a pergunta foi colocada, no debate da última conversa que tivemos. Assim, para voltarmos ao exemplo específico, há perguntas a colocar no contexto dessa área. Antes da conversa que tivemos, o Michael estava muito focado no facto de me encontrar confinada a este gato, e depois tivemos a conversa, e o foco deu-se na mesma área durante um certo tempo. Por isso gostava de saber, se isso será um trespasse da parte dele quanto a uma ligação comigo?

ELIAS: Não.

VICKI: Bom, então o que é?

ELIAS: Se preferirdes, podereis, quer juntas quer independentemente, ver um exemplo no foco que traçamos do paralelo... (A esta altura, a Lenny, a iguana, dá um salto desde o alto da sua caixa até ao chão, fazendo muito barulho, enquanto desatamos todos a rir, incluindo o Elias)

JULIE: Ele saltou desde o alto justo para a água!

ELIAS: Ele está a precisar de atenção! (Ainda a rir)

VICKI: Também acho! (De notar de frequentemente o Lenny se mantém muito activo durante as sessões, embora eu pense que esta tenha sido a primeira vez que ele tenha feito suficiente barulho para interromper a conversa)

ELIAS: (Para o Lenny) Podemos continuar? (O Lenny sossega) Obrigado! (Para a Vicky) Olha para os paralelos que traçamos com o Ruburt e o Joseph (Jane Roberts e Robert Butts, respectivamente). Podereis todos ver exemplos óbvios, com que obviamente o Michael não estabelece relação nem paralelo neste fenómeno. Podeis ver, no material redigido por esses indivíduos, que o Ruburt estabelecia uma ligação subjectiva, e subsequentemente a expressava em termos objectivos, informação emitida antes da sua apresentação. Podeis ver isso mesmo nos reduzidos indicadores que são os títulos dos livros que redigiu; cabeçalhos a que se tinha ligado antes da expressão do Seth. Isso constitui uma ligação subjectiva; uma permissão no sentido da fusão; uma concessão de informação no sentido de trespassar para o conhecimento objectivo. O Michael referiu muitas vezes, o desejo de estabelecer envolvimento com este fenómeno, com estas sessões. Como com todas as outras coisas, constitui uma outra probabilidade, e emprego de diferentes acções no âmbito das probabilidades. Ao contrário de ver, ele pode projectar ou atender em termos auditivos e de uma forma concreta numa sessão, o que representa unicamente duas probabilidades. Ele também pode empregar outras probabilidades. Nessa medida, pode dar lugar a uma expressão objectiva de informação empregue subjectivamente. Isso não seria encarado como precognitivo. É uma concessão de informação, que é mantida subjectivamente a fim de expressar em termos objectivos; o que representa aquilo que queres dizer. Isso é o que cada um de vós encara como o objectivo que tem.

VICKI: Bom, percebemos que seria uma de outra. Ou era um conhecimento subjectivo da parte dele, ou um trespasse oriundo de crenças mantidas durante a nossa conversa; as crenças pessoais dele. É no que assenta a questão.

ELIAS: Exacto. Isto serve como um excelente exemplo para todos vós, por a vossa atenção e avaliação automáticas que fazeis das vossas ações surgirem numa direcção. Encarais o questionamento como muito bom, na estimativa que fazeis do bom e do mau. Encarais o cepticismo e a suspeição como uma protecção. Não precisais empregar a vossa protecção metafísica, pois já empregais suficiente protecção nas vossas expressões objectivas! Protegei-vos e escudais bastante o vosso ser objectivo de modo que não precisais de auxílio dos anjos nem dos guias! (Riso) Olhais a fusão subjectiva, que escolheis a título de um objectivo, e depreciais essa acção e expressais preocupação por incorporardes trespasses oriundos de sistemas de crenças. Nem sequer vos considerais na possibilidade de poderdes estar a entrar em contacto telepaticamente com um outro indivíduo, e estar a dar-lhe expressão ao que ele expressa e formula; o que também, na vossa perspectiva, haveria de representar um feito e tanto! (A rir)

VICKI: Bom, eu podia entrar já num carrossel, mas não o vou fazer! (O Elias ri) Vou-me refrear. Só tenho uma outra coisa; para me colocar numa posição vulnerável e dar início ao jogo dos impulsos!

ELIAS: Ah! E a seguir vamos utilizar o nosso jogo das impressões!

VICKI: Muito bem. Nesse caso gostaria de sugerir que aquela possível conversa que a Shynla teve com o Michael e comigo em relação à expansão se deveu ao facto dela ter cedido a um impulso.

ELIAS: A uma impressão!

VICKI: Está bem. Então será por isso que estamos necessitados de um jogo de impulsos! (Riso)

ELIAS: Muito bem, Lawrence! Automático. Pensa nisso, automático.

VICKI: O que é triste de dizer é que eu já estava a pensar! (Riso)

ELIAS: Um pouco mais automático! Um bocadinho menos de "pensar"!

CATHY: Então, quando estava a entrar na partilha de informação que esta noite a Gail teve connosco, isso também terá correspondido a uma impressão da parte dela, e não a um impulso?

ELIAS: Exacto.

CATHY: (Para a Vicki) Vês? Eu sabia disso antes de tu saberes! (Riso)

ELIAS: Excelente identificação! Poderás obter mais informação se souberes distinguir aquilo que um impulso não constitui! (Pausa)

VICKI: Estamos prontos para jogar o nosso jogo?

ELIAS: Continua!

...

(Nota do tradutor: Excerto não traduzido)

ELIAS: Vou-vos poupar o vosso equipamento, (tinham pedido para fazer uma pausa a fim de trocarem a fita) por me retirar por esta noite. Vou estar presente junto de vós no vosso estado de sonho muito em breve. Au revoir!

Elias "parte" às 9:10 da noite.

© 1996 Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados


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