sexta-feira, 5 de outubro de 2012

"O TECIDO CONJUNTIVO DA CONSCIÊNCIA II" (COMPLETO)






Sessão 281
Domingo, 17 de Maio de 1998 © (Grupo)
Tradução: Amadeu Duarte
 
Participantes:  Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Cathy (Shynla), David (Mylo), Bobbi (Jale), Sue (Catherine), Paul (Caroll), e a Jo (Tyl).
Nota da Vicki:  Esta sessão foi conduzida à distância por altifalante, e constituiu a primeira sessão de grupo de Castaic desde 2/1/98.
Elias chega às 6:38 da tarde. (Tempo de chegada: 14 segundos)

ELIAS:  Boa noite! (O grupo responde) Esta noite vamos dar continuidade ao debate que iniciamos junto dos nossos jovens Sumafis recentemente, que envolve o tecido conjuntivo da consciência. Nessa medida, vamos debater a Área Regional 3 e o aspecto da consciência colectiva ligado a essa área da consciência.

A Área Regional 3 possui muitos aspectos. Esse ligado à consciência colectiva apresenta significado ao vos sugerir muitas respostas para interrogações que formulastes durante um longo período, assim como também se pode revelar útil à compreensão que tendes de certos elementos que se prendem com esta mudança da consciência.

Foram-vos fornecidas profecias anteriormente, e também reunistes informação de todos os tipos diferentes que também fornecem um fundamento para certas dessas profecias e dão lugar à criação de muitos dos vossos mitos. A informação que está associada a isso é aquela informação que se centra na Área Regional 3. As pessoas acedem com bastante frequência a essa informação, mas ao traduzir a informação a que acedem na Área Regional 3, também criam interpretações e especulações quanto ao significado dessa informação. Por isso, criam os vossos mitos a fim de enquadrarem essa informação em explicações razoáveis no caso de imaginários que eles não compreendem. Isso pode ser encarado por vários aspectos diferentes.

Alguns acedem a essa Área da consciência e colhem informação que não tem que ver com esta dimensão particular. Por isso, criastes situações de indivíduos que defendem ligações existentes entre vós e seres de outras dimensões. Em parte também gerastes mitos nas áreas da vossa mitologia, assim como nas áreas ligadas à Atlântida, que também não têm que ver com esta dimensão particular, mas que se apresentam bastante em paralelo, para dar lugar à formação de informação que encaixe nesta dimensão, e consequentemente à criação de mitos.

Esta informação que é acedida por intermédio da Área Regional 3 também dá lugar à criação de um caso de profecias. Existem muitas profecias que têm sido defendidas actualmente em conjugação com o vosso novo milénio.

À medida que o vosso século vira, por assim dizer, vós olhais para todo o tipo de sinais indicativos de uma Nova Era. Olhais para as profecias que se prendem com elementos que foram apontados, por existir a possibilidade ou a probabilidade de ocorrências de muitas acções. Podem ser acções destrutivas assim como podem ser o que designais por acções positivas. Qualquer que seja a direcção, não importa, por um lado. Com respeito ao facto de ser tudo informação que foi reunida a partir da Área Regional 3 e não constituir necessariamente uma informação que possa estar ligada à vossa dimensão particular, ela representa uma informação que em si mesma é destituída de importância, só que a reunião dessa informação e a partilha da mesma, com as interpretações que são feitas em relação a ela que por sua vez se tornam distorções, existe muita energia que é cedida a esses mitos, que se tornam profecias. Nessa medida, a energia que lhes é cedida cria a possibilidade de probabilidades. Nesse sentido, a informação que é acedida e inserida nesta dimensão começa a ganhar importância, por poder alterar a vossa realidade em direcções por que podeis não necessariamente optar por implementar.

Nessa medida, podeis olhar para muitos tipos diferentes de informação que tenha sido acedida por meio da Área Regional 3. Actualmente, as pessoas ocupam-se em dar demasiada atenção às áreas que se prendem com as pirâmides que se acham espalhadas pelo vosso planeta e todas as culturas de que essas estruturas se rodearam, como no caso das vossas culturas Egípcias assim como da das Américas Central e do Sul, por apresentarem semelhanças umas com as outras. A razão por que apresentam tais semelhanças umas com as outras deve-se ao facto de terem sido criadas por meio de um acesso a informação na Área Regional 3.

Vós estais todos ligados por esse tecido da consciência, ao qual podeis todos aceder e partilhar. Eu afirmei-vos muitas vezes que um indivíduo num local qualquer do vosso globo pode experimentar uma acção, e outro do outro lado do vosso globo pode experimentar a mesma acção de forma idêntica em ligação com esse indivíduo inicial. As vossas ciências demonstram-vos igualmente isso no caso do comportamento que os vossos átomos e os vossos electrões apresentam. Os vossos fotões comportam-se de forma semelhante. Não importa onde estejam fisicamente localizados, por a comunicação que estabelecem ser instantânea. Não é uma comunicação à moda em um expressa e o outro recepciona. É um conhecimento instantâneo da mesma informação.

De forma semelhante, vós todos enquanto indivíduos nesta dimensão, criais o mesmo tipo de acção, e depois maravilhais-vos por criardes expressões semelhantes e dizeis a vós próprios que não tendes qualquer conhecimento objectivo de outras culturas que criem expressões idênticas, e isso torna-se tudo num assombro para vós! Conforme declarei, a razão por que esses elementos são criados de forma tão semelhante deve-se ao facto de todos acederdes ao mesmo depósito de informação, por assim dizer, e partilhardes essa informação. Não só criais estruturas físicas semelhantes, como as vossas culturas se desenvolvem por modos semelhantes.

Ora bem; a razão por que esta informação é importante deve-se ao facto de desejar que reconheçais que a informação acedida por intermédio da Área Regional 3 nem sempre se apresenta em conjugação com a vossa dimensão particular. Por isso, há uma área vastíssima que pode ser objecto de distorção quanto a isso. Nessa situação, vireis futuramente a deparar-vos com muitas áreas de distorção. E as pessoas voltam-se mais activamente para a acção desta mudança da consciência e começam a abrir-se para com a percepção que têm, e permitir-se-ão também uma maior fluxo informativo, o qual flui através da Área Regional 3. Nessa medida, também surgirão muitas interpretações quanto à informação que é acedida. Isso já teve início.



Podeis olhar ao vosso redor e dar atenção a outros indivíduos que eles referirão enormes movimentos que deverão ocorrer, na interpretação que fazem, em associação com civilizações antigas. Podeis observar situações que virão a obter expressão, tal como as profecias  das civilizações  Maias que deverão ocorrer em termos futuros, alinhamentos com determinadas culturas, novas e poderosas fontes de energia que podem ser produzidas na área das vossas nações Árabes que comportam as pirâmides grandes. O que está a acontecer com essas acções é o facto dos indivíduos estarem a abrir-se na consciência que têm, e com isso, também estarem a entrar em contacto com informação que é mantida na Área Regional 3. Mas, ao não disporem de qualquer informação sobre aquilo a que estão a aceder, percebem estar a obter revelações, e com essas revelações eles estão a expô-las e a apresentar as próprias interpretações que elaboram, a que muitos outros indivíduos colectivamente aderem posteriormente em concordância com essas especulações e interpretações. Isso dá lugar à criação não só de distorção, como da cedência de energia a tais distorções.


(De modo intencional) Quanto mais energia for cedida a tais distorções, mais essas distorções passarão para área da actualização potencial das probabilidades. Por isso, torna-se importante que as pessoas apresentem informação a si próprias a fim de permitirem a oportunidade de reconhecer as interpretações que fazem por meio das crenças e opiniões e inclinações e convicções daquilo que especulam como verdade, por nem toda a informação que podem receber nas revelações que têm dizer respeito a esta dimensão particular.


Podeis apresentar a vós próprios muitos exemplos disso ao longo da vossa história e actualmente nas vossas estantes de livros. Podeis tomar em conta os muitos exemplos semelhantes, em que as pessoas acederam a informação que não diz respeito a esta dimensão particular, mas que foi encaixada de uma forma que está a ser aceite. Isso torna-se perigoso por o objectivo que tendes ser o de criar o menor trauma nesta mudança de consciência, e o influxo dessa informação poder dar lugar a muita confusão no âmbito dessa distorção, do que poderá resultar trauma pelos indivíduos se deixarem seduzir pela distracção e não prestarem necessariamente atenção à própria mudança de consciência actual, mas esperarem estranhos desenvolvimentos que poderão não ter lugar, por não serem relativos a esta dimensão. (Tudo dito de forma bastante deliberada)


Assim como podeis criar determinado actos que sejam menos desejáveis, por terdes cedido muita energia à criação de novas crenças baseadas em especulações e interpretações de informação proveniente da Área Regional 3 que não pertence à vossa dimensão particular.


Agora; a área em que isso se torna bastante confuso é no facto da Área Regional 3 também fornecer muita informação que diz respeito à vossa dimensão particular. Existem muitos aspectos inerentes à informação que até à presente data ignorastes, por assim dizer, os quais validam a informação que vos apresento e que outros mestres apresentaram antes.


Mencionamos nove famílias da essência. Nas vossas culturas antigas que actualmente consultais para obter profecias, também existem menções aos nove “mestres” ou nove “guias”, nove “espíritos” da noite. Esses são elementos que se acham ocultos, digamos, na informação que está contida na Área Regional 3, que também foi acedida, mas que não proporcionam o sensacionalismo ou o drama que vos pode ser facultado por ideias de surtos de fome e de terramotos. Por isso, prestais muito pouca atenção a esses aspectos do tecido conjuntivo, mas deixais-vos atraís para os elementos de distorção e cedeis energia a esses factores de distorção, os quais, por sua vez, conforme declarei, criam o potencial para a criação de probabilidades nessas áreas. (Pausa de dez segundos)


Não querereis portar-vos de novo como ratinhos pequeninos? (A sorrir, seguido de riso) Eu sou tão cativante, não sou? (A rir) Eu podia pôr-me a roncar a noite toda para os vossos pequenos ouvidos ansiosos que havíeis de ficar cativos de cada palavra, não é? (Pronuncia um ligeiro riso malicioso)


Nota da Vicki: Tanto a Mary com eu gravamos esta sessão. Por estarmos a usar um altifalante em cada um dos nossos lados, há passagens em que as palavras aparecem cortadas em ambas as gravações. Assim, estou a transcrever esta sessão a partir de ambas as gravações. Existem palavras na nossa cassete que não aparecem na da Mary, e vice-versa. Passarei a indicar essas palavras entre parêntesis.

DAVID:  Estás aberto a perguntas, neste momento?

ELIAS:  Podes.

JO:  Eu tenho uma pergunta sobre o que acabaste de referir. Ouve algumas imagens que surgiram que tinham que ver com imagens bíblicas ligadas às imagens da Rosa, e eu gostava de saber se isso será um outro exemplo do que descreveste atrás, em relação a...

ELIAS:  Muitos indivíduos neste período de tempo estão a entrar em contacto com as imagens da Rosa. Alguns estão a contactar essas imagens por aspectos físicos ligados à planta ou à flor que designais por rosa, e podem interpretar isso como imagens objectivas de percepção do movimento desta mudança.


Por vezes, quando se dão “surtos”, por assim dizer, as pessoas apresentam a elas próprias imagens mais objectivas da Rosa, por representarem um lembrete objectivo desta acção da mudança, para vós. Consequentemente, por vezes podeis ver que prestais pouca atenção a quaisquer imagens ligadas à Rosa, e a seguir podeis constatar que vos estais a envolver num período em que apresentais a vós próprios contínuas imagens da Rosa, o que serve de indicação da existência de um surto de energia que está a ocorrer em conjugação com esta mudança.

JO:  {Obrigado.}  Com respeito à profecia bíblica e às imagens da Rosa, será isso um exemplo de um mito que seja formado e que seja de uma variedade mais precisa, como a informação proveniente da Área Regional 3?

ELIAS:  Isso também poderá significar o facto de muitas profecias estarem a vir à superfície, por assim dizer, actualmente e no vosso futuro próximo, das mais diversas áreas. Diferentes mitologias, diferentes filosofias, assim como as vossas religiões deverão vir à tona com as suas profecias, e isso poderá tornar-se-vos confuso se vos permitirdes mover no sentido de relacionardes todas essas profecias em conformidade com a vossa mudança de consciência. Há certos aspectos dessas profecias ou mitos que estão relacionados com esta mudança de consciência, mas as profecias mais notórias não estão. Essas foram seleccionadas, por assim dizer – acedidas por indivíduos em diferentes épocas desta dimensão particular – e interpretadas em conjugação com a mitologia ou a religião ou filosofia, e encaixadas nelas. Por isso, parecer-vos-ão plausíveis e podereis aceitá-las, passando desse modo a ceder-lhes energia, cedência essa com que contribuireis com energia para a potencial criação da probabilidade da sua actualização.


É desse modo que as vossas profecias anunciadas se concretizam. Existe energia suficiente que é cedida àquilo que foi projectado, e com isso a energia cria o potencial da actualização de uma probabilidade, e quanto mais energia for dispensada nessa direcção, mais deixará de ser um potencial e mais se tornará numa probabilidade actual, e como mais energia é cedida, torna-se, pois, numa actualização na vossa dimensão.

Conforme declarei, vós criais as probabilidades no momento, e não antes de vós. Por isso, as profecias criam simplesmente o potencial para a probabilidade e a sua criação, mas desejo que entendam que buscar noutra épocas elementos que tenham sido apresentados na alvorada do vosso Cristianismo, poderá resultar numa enorme distorção e confusão para vós. Por isso, digo-vos para permanecerdes atentos ao modo como cedeis a vossa energia.

PAUL:  Nesse caso, isso aplicar-se-á a todas as profecias? Estarás a dizer que todas as profecias, ao se manifestarem nas nossas realidades prováveis aqui, {contenham o potencial} primeiro, ou primordialmente?

ELIAS:  Exacto. A precognição também é filtrada por meio da Área Regional 3, embora isso constitua a acção de acesso a um evento bastante preciso, e em grande parte, aceder a esse tipo de informação, nos vossos termos, envolve um período de tempo limitado. Não explorais informação precognitiva ou aquilo que pensais em termos de informação precognitiva por períodos de tempo prolongados, mas por períodos curtos, o que é diferente de profetizar.

PAUL:  Então, alguém à semelhança de Nostradamus... só estou a tentar pensar no trabalho que ele fez e nas coisas que viu. Não sou especialista na avaliação exacta, mas a pergunta que faço prende-se com a precisão do que posa ser útil para aqueles que exploram essa informação para pensarem em termos de exatidão. Esta pode não ser a pergunta correcta, mas com poderá alguém assemelhar-se a Nostradamus de forma aparentemente tão pormenorizada, ou não terá ele sido pormenorizado? Terá ele apresentado igualmente uma grande distorção, nos termos que usas?

ELIAS:  Essa é a área em que sentis tal confusão. Olhais para um indivíduo que acedeu a informação na Área Regional 3. Agora; na vossa maneira de pensar, pensais que esse indivíduo disponha dessa informação, e portante ela também seja verdadeira. Ele cria previsões, e nessa medida, ao verdes que essas predições se materializam, creditais ao indivíduo o facto de ter realizado a informação e desse modo ter sido o catalisador da criação dessas probabilidades. Na realidade, o indivíduo acedeu a uma informação e a seguir interpretou essa informação para a vossa realidade objectiva, o que pode comportar distorções extremas, mas elas fornecem-vos uma explicação objectiva da visão em termos que podereis aceitar, e nessa medida a colectividade contribui com energia para a actualização dessa mesma especulação que foi avançada.

Esta é a razão por que eu vos apresento esta informação e vos previno para terdes atenção para com a informação a que cedeis energia, por dispordes de muitos exemplos de profecias que colectivamente ACTUALIZASTES. Essas profecias não foram estabelecidas como  probabilidades antes de vós, para ficardes simplesmente a aguardar pela ocorrência como uma acção inevitável. Essas profecias são estabelecidas a título de interpretação por um indivíduo como informação que foi explorada na Área Regional 3 a qual poderá não estar necessariamente relacionada com a vossa dimensão particular, mas com a interpretação e a cedência de energia que é dada à interpretação – passais a instaurar a sua actualização.

Vós colectivamente estais a criar a actualização. O elemento não existia previamente para vós estardes simplesmente a aguardar a sua materialização. Estais a criá-la ao cederdes energia à aceitação do que é avançado.

PAUL:  Então, só para utilizar um exemplo do Nostradamus, há uma famosa profecia que ele fez no seu tempo relativamente ao rei Henrique II, em que ele sofreria um acidente num torneio, no decurso do que faleceria, o que acabou por se manifestar. Assim, pela forma como nos estás a explicar isso, será isso sido um exemplo do facto de ele tornar isso num potencial, de publicar isso, e do rei Henrique, no seu momento presente provável, escolher manifestar isso no colectivo por todas as ramificações que os eventos políticos e de massas que a morte do rei teriam tido? Será esse um exemplo da manifestação colectiva de uma profecia? A questão que isso suscita é, se isso terá representado uma distorção de uma coisa de outra dimensão, ou se isso será um exemplo do facto do Nostradamus ter acedido a algo que não tenha distorcido tanto, nos termos da relação que isso tivesse com esta dimensão?

ELIAS:  Podereis usar isso como um excelente exemplo.  A informação – a impressão e a visualização – que foi explorada na Área Regional 3 não era referente ao rei, mas a certos objectos que eram estranhos à visualização, e a tradução dos objectos e da acção desses objectos foi avançada a título de interpretação da manifestação física mais aproximada de objectos parecidos. Nessa medida, o indivíduo Nostradamus cria uma interpretação; vê que isso deva corresponder ao que a visão que teve expresse. Essa interpretação é directamente influenciada pelos elementos da realidade conhecida pelo indivíduo, e pelas crenças que tinha. Agora, nessa medida, quando isso é avançado para as massas, a energia é cedida na direcção em que o indivíduo pende; do que ele escolhe criar. Por isso, influencia em termos de energia as probabilidades, que então passam a actualizar-se. Agora, nessa medida, o indivíduo ao actuar sobre a probabilidade também é um participante, por o próprio indivíduo também ser influenciado pela crença e pelo vigor da energia.

Também podeis expressar isso noutros termos. Todos vós ocupais actualmente um local que desenvolveu a reputação de sofrer terramotos. Foi-vos apresentada informação e explicação quanto à criação disso e quanto ao modo como estais a criar isso. Um indivíduo pode projectar e profetizar o facto de criardes um dos vossos terramotos, e se for cedida uma energia suficiente pela colectividade que ocupa esta área, podereis manifestar e actualizar essa probabilidade, que teria representado uma profecia dotado do potencial de constituir uma probabilidade que não se actualizaria, e uma pessoa poderá dizer que certos indivíduos poderão falecer vitimados por esse terramoto. Esse indivíduo poderá profetizar o facto de um local específico ser mais envolvido por esse terramoto do que um outro local e que isso deverá provocar grandes danos e perda de vidas, por assim dizer. Se cederdes energia a essa profecia, podereis criá-la colectivamente, e esses indivíduos que virão a ser afectados pela perda da vida, digamos, também serão participantes na aceitação da crença inerente à profecia, e eles próprios também contribuirão com energia para a criação disso. Por isso, eles não serão vítimas nem a colectividade terá criado a sua realidade na vez deles, mas serão participantes activos na criação de toda essa realidade, a ponto mesmo de chegarem a falecer.


VICKI:  Então, basicamente, estás a dizer que um fascínio por uma profecia, quer se trate de uma profecia Bíblica ou da profecia de uma realidade que diga respeito a uma outra dimensão do tipo da Atlântida ou a um mito que refira a destruição da Atlântida, um fascínio por coisas dessas pode efectivar a actualização desse tipo de probabilidades, aqui?

ELIAS:  Exacto. Ao focardes demasiada atenção nessas áreas, estais a distrair-vos da acção da vossa mudança e quanto à diminuição do trauma resultante dessa mudança, e estais a focar-vos em elementos que criastes no âmbito das vossas mitologias e das vossas profecias, e nessa medida, estais a contribuir com energia para a potencial criação dessas probabilidades.

BOBBI:  (Considerando que se fala dessas profecias) e que também são do conhecimento geral, será suficiente sermos o que designas como o exemplo do “pequeno rebento”? Estará a totalidade da consciência na interligação em que se insere a fazer justamente isso, será isso suficiente para fazer deflectir ou neutralizar essas probabilidades? (Referindo-se à História do Pequeno Rebento que consta no final da transcrição)

ELIAS:  A vossa consciência objectiva e a vossa consciência subjectiva operam em harmonia. Se bastasse que subjectivamente concedessem energia e proporcionassem informação, eu não estaria a falar convosco. Mas é igualmente importante que tenhais percepção consciente das acções desta mudança, de modo a poder haver quem transmita a informação a outros, como uma árvore que se ramifica continuamente.

Eu apresento-vos informação a título de continuidade da informação que já vos foi apresentada, de modo a poderdes igualmente apresentar informação a outros, e assim poderdes servir de ajuda na diminuição do trauma inerente à mudança, e também, de certo modo, de forma a deflectirdes essa energia que é cedida no sentido do potencial das probabilidades que apontam para o trauma.

DAVID:  Bom, isso funciona de forma impecável com respeito ao que estás presentemente a fazer, ao passares a informação. Estamos a trabalhar numa série de livretos. Gostava de te fazer uma pergunta com respeito ao modo como te sentes em relação à informação que nos transmitiste em 1995. Usamos parte disso em um dos nossos livretos. Será correcto avançar e utilizar isso?

ELIAS:  Estou ciente da dissensão que tem vindo a crescer nessa área. Eu devo dizer-te que toda a informação que apresentei pode ser útil, mas posso igualmente dizer-te que, como todos tendes consciência da informação que vos estendi, e em certa medida tendes clareza quanto à intenção desta informação e à minha própria intenção, também te direi que já tive ocasião de referir anteriormente que detendes a responsabilidade de ser portadores dessa informação.

O objectivo desta essência consiste em vos fornecer informação com a menor distorção possível. Em determinadas alturas permiti factores de distorção propositadamente, por reconhecer que a informação podia voltar a ser considerada de novo à medida que os indivíduos expandiam a consciência que tinham para poderem assimilar mais informação com uma menor distorção. Isso também foi conseguido em conjunção com as ondas de energia desta mudança. À medida que a vossa moldura temporal avança, por assim dizer, na percepção linear que tendes, a acção desta mudança e a acção da vossa abertura para com a percepção que tendes acelerará de uma forma tremenda.

Permiti que adopte um exemplo, que uma vez mais podereis compreender em consideração para com a local físico em que vos encontrais. Tendes a compreensão de que se criardes um terramoto e o registo que ele atingir na escala for de quatro, digamos, será dotado de uma determinada magnitude. Se isso se intensificar nem que seja apenas mais um ponto, deverá representar uma centena de vezes mais a intensidade dessa força. Moveu-se lentamente ao longo do vosso século. Tem vindo a acumular energia, e agora entrais no período dos surtos de energia. Por isso, no espaço de um ano, por assim dizer, podeis criar um movimento tremendo na percepção que tendes e no movimento que empreendeis no âmbito da acção desta mudança na consciência, e no próprio ano que vem devereis criar movimento que representará uma aceleração uma centena de vezes maior. Portanto, a capacidade de compreensão e a ausência de bloqueios na informação aumenta tremendamente em pequenos períodos de tempo. Nessa medida, tendes a responsabilidade de apresentar informação precisa e o menos distorcida possível.

O que não quer dizer que a informação apresentada nos estertores iniciais do envolvimento que temos nestas sessões não possa ser partilhada e apresentada às pessoas, mas também precisais partilhar a responsabilidade e faze-lo com conhecimento quanto ao fornecimento da informação, por terem havido alturas ao longo destas sessões em que admiti áreas de distorção temporariamente, por saber que aqueles que a acolhiam nessa altura em particular não dispunham da capacidade de assimilar mais informação.

DAVID:  Então, com respeito a um bloqueio da informação que esperamos utilizar, ela comporta algumas palavras que a Vicki sente não encaixarem. Será apropriado alterá-las no sentido do fraseado actual que se utiliza?

ELIAS:  Quanto à informação, posso-te dizer, conforme já tive ocasião de dizer antes, que tendes muitos livros nas vossas estantes. Por isso, se vos voltardes no sentido de criardes mais um livro para dar conta DESTA informação, então sugiro-te que não alteres a informação conforme foi apresentada. Podereis apresentar uma informação adicional a esclarecer a compreensão, mas a informação apresentada foi apresentada propositadamente e com cuidado. Por isso, deverá falar por si e não precisa ser alterada.

PAUL:  Elias, permite que faça um comentário a isso. Eu tenho vindo a debater o material de 95 e interrogo-me justamente com relação ao que acabaste de dizer. Soa como se, enquanto o contexto em que a informação foi apresentada for indicado com clareza, e talvez nas nossas próprias palavras, que evidentemente representam as nossas próprias crenças, as próprias interpretações que fazemos desse contexto; enquanto esse contexto for apresentado no âmbito da tentativa da menor distorção possível, então deverá ser aceitável para ti?

ELIAS:  Exacto; e nessa medida, tende consciência da responsabilidade que vos cabe quanto à menor distorção possível. Vós pertenceis, em grande parte, à Sumafi. Alguns dos indivíduos não pertencem, mas no geral, a maior parte de vós pertence à Sumafi, e a informação é dispensada pela Sumafi. Por isso, faz sentido que também seja apresentada no âmbito do seu objectivo. Se assim não fosse, então a informação deveria ser fornecida por uma família diferente e num contexto diferente.

PAUL:  Poderias dar-nos (pareceu que disse "será essa") a tua definição da menor distorção possível, do nosso ponto de vista da anotação de narrativa adicional ou palavras redigidas em reforço do contexto em que esta informação poderia ser dispensada?

ELIAS:  Exacto. Isso é aquilo que designamos por um esforço de cooperação, e se apresentardes a informação sob a forma de livro - se apresentardes informação que admita uma distorção propositada - isto precisa ser dito, por eu vos ter apresentado explicações ao longo do envolvimento nestas sessões. Apresentei a informação de que por vezes se faz uma concessão em relação a certos elementos de distorção temporariamente, que SÃO abordados de novo, apenas pela razão dos indivíduos poderem não assimilar a informação nessa altura particular.

PAUL:  Também será lógico que no presente instante teremos igualmente uma compreensão limitada da informação, e que por vezes damos por nós a pensar que talvez daqui a seis meses, ou seis anos viremos a apresentar uma informação adicional que talvez esclareça mal-entendidos que formamos. Isso só nos leva à questão da impotência para agir, para conseguir fazer qualquer coisa. Poderás abordar a situação?

ELIAS:  Gozais, presentemente, de informação sobre muitas áreas, a qual é precisa e comporta a menor distorção possível. Dispondes de informação suficiente e de compreensão suficiente para que, se optardes por apresentar a informação dessa forma, possais fazê-lo com exactidão e sem distorção. Tens razão quanto ao facto de numa dada altura terdes mais informação do que aquela que podereis assimilar, mas à medida que expandis a consciência que tendes continuareis a apresentar uma informação adicional para fins de esclarecimento. Mas na presente altura, dispondes de MUITA informação sobre MUITAS áreas; muitos aspectos da realidade, muita informação referente a esta mudança de consciência e à vossa realidade individual e realidade de massas. Por isso, dispondes da capacidade de compilar essa informação de um modo preciso.

PAUL:  (Uma outra) pergunta. Estamos a criar o protótipo de um glossário, e um dos debates que temos versa sobre a capacidade de apresentar um parágrafo descritivo do conceito e de o reforçarmos com fragmentos de informação provenientes do material conforme é dispensado. Esse conceito enquadrar-se-á na tua definição da menor distorção aceitável?

ELIAS:  Podeis apresentar as definições dos termos que emprego, que eu já ofereci definições no âmbito desta informação que vos introduzi, e podeis, se o preferirdes, apresentar as interpretações que fazeis, mas digo-vos uma vez mais, a alertar-vos na área da recordação da responsabilidade que vos cabe, e que nisso, podeis especificar tratar-se das interpretações que fazeis.

PAUL:  Então, nesse contexto, tratar-se-á de uma menor distorção aceitável?

ELIAS:  Exacto.

PAUL:  {Obrigado.}

ELIAS:  Vou dar lugar a um intervalo, e quando voltarmos podereis prosseguir com as perguntas.

INTERVALO

ELIAS:  Continuando.  (Uma pausa de sete segundos)  Ou não!  (Riso)

BOBBI:  Eu tenho uma pergunta. Recebi uma impressão no sentido de entrar em contacto com a Julia, e queria saber quem será a Julia. (Pausa de quinze segundos)

ELIAS:  Hmm. Trata-se de um indivíduo que é a contraparte de ti, a quem poderás contactar no âmbito da consciência a apresentar a ti próprio informação quanto à acção dessa situação de contraparte.

BOBBI:  {E ela estará} fisicamente focada nesta altura?

ELIAS:  Exacto.

BOBBI:  {Ah, está bem.}  Não tenho a certeza de como fazer isso, mas...

ELIAS:  Tu já te abriste ao convite. Por isso, se te permitires concentrar-te nesse sentido e se te permitires um período de relaxamento e de ausência de interrupção, poderás concentrar-te nesse indivíduo, e receber informação por intermédio de impressões; e se te permitires uma maior realização, também poderás permitir-te obter visualizações.

BOBBI:  Dessa pessoa, da Julia?

Nota da Vicki: A esta altura, dá-se uma pausa de vinte e dois segundos na nossa cassete em que parece que o Elias não tenha escutado o que a Bobbi disse, pelo que ela coloca uma outra pergunta que também não fica registada, conforme é apresentado abaixo, entre colchetes.

BOBBI:  {Creio que não compreendo que tipo de informação respectiva à contraparte poderia receber da parte dela.} (Pausa de dez segundos)

VICKI:  {Teremos} perdido a ligação?  (Pausa de seis segundos)

Nota da Vicki: No gravador da Mary, dá-se uma pausa de quarenta e cinco segundos entre a passagem em que o Elias diz: "...também poderás permitir-te ter visualizações" e a passagem em que eu digo: "...perdemos o contacto", acima.

CATHY:  (Para o Ron, que permanece numa outra sala) JC Ron Boy!

RON:  O que é?  (Ao entrar na sala em que nos encontramos)

VICKI:  (Para o Ron) Perdemos a ligação?

PAUL:  (Para o Elias) Ainda aí estás, velho amigo?

ELIAS:  Não perdestes a vossa ligação!  (A sorrir, seguido de riso da nossa parte)

VICKI:  Bom, gerou-se uma pausa incrível!

RON:  Dezassete minutos!  (Isto é dito em referência a um erro que se ocasionou numa transcrição, e desatamos todos a rir)

ELIAS:  Isso fica ao cargo da vossa escolha.  Eu estou à vossa espera!

VICKI:  {Bom,} A Bobbi fez algumas perguntas para as quais não obteve resposta.

ELIAS:  (A sorrir)  Eu apresentei resposta a essas perguntas.

BOBBI:  {Bem, obrigado.}  (Um pausa de oito segundos, já que o Elias sequer escutou isto, e nós ficamos todos um pouco confusos)

ELIAS:  Vamos jogar o nosso jogo também nesta noite?  (Várias respostas: "Sim!")

PAUL:  Ena pá!  Pensei que não perguntavas!

ELIAS:  Os nossos jovens Sumafis acham-se muito entusiasmados com o nosso jogo!

...

PAUL:  Eu tenho uma pergunta relativa ao jogo, Elias, antes de submeter a minha. No último mês de Julho a Vicki apresentou-me uma pergunta, via computador. Eu queria saber em relação às alturas em que estabelecemos contacto com os indivíduos, se estaremos a contactar com o foco ou com a essência, e na resposta que deste falaste da natureza das impressões que aparentemente estejas a ajuizar no jogo. A pergunta que queria fazer é sobre a natureza dessas impressões e do julgamento que fazes, da percepção, e da interpretação que fazemos delas. Disseste nessa resposta que "a colocação da impressão pode estar deslocada, referindo-te ao equilíbrio entre o intelecto e a intuição. Recebemos a impressão e permitimos que o intelecto a coloque numa categoria. Por isso, agora dispomos de um outro pedaço de informação, e estou aqui a citar-te, "respeitante à acção do nosso jogo."

E no Outono a Vicki apresentou algumas perguntas relativas às musas, por minha vez, E a Mary e eu envolvemo-nos num pequeno ajuste amigável, em que apresentamos entradas para as nove musas. Na sessão 255 a Vicki submeteu por minha vez a Terpsichore em ligação com a família da essência Zuli e recebeu em resposta um “menos provável” e depois na sessão 257, a Mary, na classe das musas submeteu a Terpsichore em ligação com a Zuli e recebeu “um ponto”. (Elias sorri e acena com a cabeça) Sinto-me como se estivesse a ser juiz nisto! (Riso) Deve tratar-se de um trespasse! Além disso, depois, na sessão 260, a Vicki submeteu uma entrada por minha vez, no caso da Urania ligada à Gramada, e eu recebi um “menos provável”. E depois na sessão 264, a Mary submeteu a Urania na classe da família Gramada e recebeu “um ponto”. Por dedução, só resta uma musa. A essa altura recebemos “aceitável” ou “um ponto” no caso de oito das nove musas existentes. A única que faltava seria a Polyhymnia, ligada à família Borledim, a qual eu submeti via Vicki, na sessão 260, e em que recebi um “menos provável”. Por isso, fico confuso, velho amigo! Se pudesses explicar a aparente contradição e a percepção que tens do julgamento que fizeste dessas impressões, eu ficaria grato! (Elias está a rir)

ELIAS:  Absolutamente! A razão por que recebeste um “menos provável” deve-se ao facto de também ter referido que, embora uma entrada específica possa ser feita em conjunção com o nosso jogo, se não fizerdes a entrada com base numa impressão, ela não será aceite. Isso foi referido muitas vezes, e foram apresentados muitos exemplos disso.

Bom; nessa medida eu digo-te que se examinares a acção que empreendeste nessa linha particular das entradas, não necessariamente em relação às outras, mas nessa linha particular de entradas, repararás que terás avançado com a categoria e as entradas, em relação a algumas das quais sob a forma de impressões, mas que em relação à maioria das entradas estavas a permitir que o conhecimento que tinhas dessas musas em particular e da sua suposta função - a interpretação que fazias da sua função - te ditassem a colocação lógica. Nessa medida, não estavas a permitir que as tuas próprias impressões fossem claras.

Agora; na realidade terias alcançado a mesma conclusão, mas também não estendes a ti próprio a oportunidade de ver a diferença existente entre permitir-te estabelecer contacto com a impressão e confiar nisso, o que apresentará um raciocínio ligeiramente diferente do raciocínio intelectual.

É certo que estais a equilibrar o intelecto e a intuição no âmbito deste jogo, e que estais a usar esses elementos na percepção subjectiva que podereis designar como o vosso intelecto em conjugação com as impressões que recebeis via intuição, mas existe uma diferença em estabelecer contacto com elementos do jogo antes de permitirdes a entrada da intuição, e com isso estais simplesmente a actuar sobre o intelecto e não estais a incorporar o equilíbrio. Isso já ocorreu muitas vezes anteriormente no caso de outros indivíduos.

Eu digo-vos isto, na participação que tenho convosco nesta brincadeira, por também não vos prestar nenhum serviço se aceitar o que possa ser uma resposta acertada mas a que não tenhais chegado pelas vias que o jogo fornece, ao ser útil a todos na distinção e compreensão e identificação das impressões. Embora possais chegar à mesma resposta, podereis chegar a uma resposta diferente se vos permitirdes dar atenção às impressões que obtiverdes via intuição. Esse é um aspecto importante a que precisais atender todos.

Também já referi anteriormente que não iria apresentar explicações a cada passo para respostas menos prováveis, por isso incentivar os indivíduos a questionar e a investigar. Se vos apresentar automaticamente uma razão toda a vez que não presteis completa atenção ao jogo, tendereis a não prestar atenção sequer às respostas que dou. Por isso, fico à espera que pergunteis, como nesta situação, e com isso haveis de vos permitir prestar atenção à razão apresentada, e também haveis de apresentar a vós próprios a compreensão de não existir o mínimo juízo nesta situação.

A questão não reside no julgar, mas em proporcionar-vos prática no que podereis designar por área vital das comunicações que utilizais para convosco próprios. Essa provar-se-á como uma das vossas ferramentas mais valiosas que vos podeis permitir - reconhecer e dar atenção à vossa própria intuição por intermédio das impressões que tendes; porque, conforme declarei, embora possais chegar às mesmas conclusões, a forma como chegais a essas mesmas conclusões pode diferir e com isso proporcionar-vos uma maior informação, por existirem elementos na intuição que vos oferecem vias mais claras para as vossas escolhas. Essa é a razão por que este jogo ou brincadeira tem importância e por que continuamos com essa acção. Estás a compreender?


PAUL:  {Estou.}  Uma pergunta que vem no seguimento disso.  Eu compreendo a classificação por meio da impressão e a classificação do processo do pensamento que conduz à identificação de uma verdadeira impressão. A pergunta que quero colocar é, será uma impressão a mesma coisa que um impulso?

ELIAS:  Não por completo, por uma impressão sempre despoletar um pensamento e, ou, um sentimento, mas um impulso pode não o fazer necessariamente.

PAUL:  {Muito bem,} ficou claro.  Então gostava de submeter uma entrada para o jogo. Na categoria das musas, Polyhymnia ligada à Borledim.  (Ambos, o Elias e o Paul começam a rir)

JO:  Será que o processo de eliminação conta como uma impressão?

ELIAS:  E eu vou-te oferecer um aceitável! (Ainda a rir) Mas eu acho isto muito divertido!

PAUL:  Eu também!

SUE:  Eu tenho uma pergunta. Há uns meses atrás, quando te perguntei sobre o alinhamento da família a que pertenço, eu não sei qual seja. Passei metade das famílias em revista, incluindo a Vold, e tu disseste não a cada uma delas, e por fim disseste-me que era a Vold. Terá sido pela mesma razão, por não estar a obter isso por meio de uma impressão?

ELIAS:  Exacto.

SUE:  {Muito bem, isso faz sentido.}

ELIAS:  Esses são exemplos da contínua interacção que temos uns com os outros, e do facto de por vezes ao apresentar informação que vos estendo, vos tornardes selectivos naquilo que vos permitis receber. Também vos tornais complacentes no envolvimento que apresentais, e assim torna-se muito mais eficaz que vos permitais ver o que PENSAIS ser erros, por haverdes de notar isso, por avaliardes esta essência e prestardes atenção ao que pensais ser inconsistências. Nessa medida, o facto de isso vos captar a atenção torna-se muito mais eficaz do que por vezes eu vos expressar muito simplesmente a informação e dar-vos explicações, por não estardes por completo a dar atenção. Mas eventualmente haveis de escutar e de notar, por não notardes as inconsistências que apresentais, mas terdes muita consciência disso se acreditardes que eu esteja a apresentar inconsistência! (Pausa)

VICKI:  Eu tenho uma pergunta acerca dos azulejos.

ELIAS:  (De forma bem-humorada)  Desculpa!  Acredito existir um zumbido e uma interferência no vosso instrumento mecânico! Em razão do que actualmente não estou a receber informação! (Toda a gente ri excepto eu) Vamos revogar o acordo? (Pausa)

VICKI:  Ah?? (Mais riso)

ELIAS:  (Risada) Não temos um acordo?  (Pausa)

BOBBI:  (Para a Vic)  {Acerca de falar ao telefone.}

VICKI:  {Oh!}  (O grupo responde com um "Ooohh exagerado!")


Nota da Vicki: O Elias e eu tínhamos um acordo de há três anos a esta parte, de não falarmos ao telefone, em grande medida para evitar interferências e desse modo permitir à Mary e a mim um fluxo ininterrupto de conversa. Eu envolvi-me de tal modo na sessão que esqueci por completo o acordo, e as declarações que tinha feito antes da sessão acerca de não querer falar com o Elias no maldito telefone!

ELIAS:  Estamos a falar?  (Riso)

VICKI:  Bom, esqueci isso por momentos!

ELIAS:  (A rir)  Por isso, é-me concedido o privilégio de te contactar através desse equipamento, não?

VICKI:  No presente momento, exacto!  (Riso)

ELIAS:  Muito bem!  Somente em situações restritas!

VICKI:  Absolutamente!

ELIAS:  De acordo!  (Risada)
 
VICKI:  Muito bem, neste caso! A pergunta que faço é: O Ron teve uma impressão acerca dos azulejos a que estamos ligados; há pequenos agrupamentos de azulejos, e muito embora pareçam ligeiramente diferentes à vista, incorporam a mesma acção. Esta será uma interpretação correcta dessa impressão?

ELIAS:  Em parte. Esses azulejos têm diferentes facetas, por os azulejos incorporarem uma acção comum, mas nas diferentes facetas que esses azulejos apresentam, eles incorporam subconjuntos dessas acções ou especialidades dessa acção particular. Por isso, se visualizares um azulejo em particular, e entrares em contacto físico com esse azulejo particular num sentido específico, o próprio azulejo poderá mudar a aparência que tem em resposta à especialidade específica da acção em que se focar. Por isso, em bora possam constituir um azulejo, cada uma das representações, cada um dos aspectos visuais, são igualmente exactos.

VICKI:  A Margot descreveu o seu ponto de referência numa sessão recente como uma espiral quadrada. Ela terá contactado parcialmente com o azulejo da memória?

ELIAS:  Exacto.

VICKI:  Além disso, caso a Margot e eu decidíssemos fazer uma experiência e entrar em contacto uma com a outra num foco em relação a esses dois elementos visuais, isso iria por ventura facilitar... isso seria um bom instrumento?

ELIAS:  Absolutamente, e pode-vos facilitar o acesso à informação desse azulejo.

VICKI:  Muito bem, obrigado.

RON:  Posso fazer uma interrupção para virar a cassete?

ELIAS:  Podes. (Pausa de quarenta segundos)

RON:  Okay, estamos de volta!  (Elias ri)

JO:  Eu agradecia alguma orientação com respeito às impressões que tenho acerca do meu foco da Judeia. Descreveste um dos focos da Lawrence recentemente como Lydian. Tenho a impressão, ou talvez se trate de um conhecimento intelectual – não estou muito certa quanto à distinção, razão por que faço estas perguntas – de que esse não tenha sido o nome dela, mas mais um nome que fosse usado a fim de descrever a origem dela. Estará isso correcto?

ELIAS:  Sim, tens razão.

JO:  E além disso, eu tenho a impressão de se tratar da mesma pessoa que terá ajudado o Paulo, a mulher que chegou até nós em termos históricos com Lydia. Estará esta impressão também correcta?

ELIAS:  Tens razão, embora também te diga que a informação que tendes nos termos que definis como históricos, não é completamente exacta.

JO:  {Certo.} Considerei isto um exercício intelectual, mas agora percebo ter sido mais um exercício da intuição.

ELIAS:  Absolutamente.

JO:  Nesse caso é útil colocar perguntas destas para ver de que modo filtro.

ELIAS:  Na realidade, em relação a esse período de tempo particular e a esses indivíduos, possuís muita informação que vos foi transmitida, digamos, através das gerações, mas também contém muita distorção, TODA essa informação, todas essas narrativas, e aquela das vossas narrativas históricas, também. Por isso, estou a dizer-te que se trata de uma área em que poderás aplicar muito mais a tua intuição, que apresentarás a ti própria avaliações muito mais precisas do foco real do que receberás por meio das narrativas históricas. As vossas narrativas históricas nesta situação podem meramente acrescentar colorido ao quadro.

JO:  {Obrigado.} Também queria saber se o guerreiro do sonho da Vivien será um foco da essência da Helen.  (Pausa)

ELIAS:  Não.

JO:  {Só mais uma} pergunta, com o entendimento com que estou a contar alcançado objectivamente através da Vivien.

ELIAS:  Exacto.

JO:  {Por gentileza} responde-me só a mais uma pergunta... se esse acontecimento terá alo que ver com as inibições que sinto neste foco, tem? (Pausa de quinze segundos)

ELIAS:  Devo-te dizer que estás a confrontar certos elementos inerentes a esses problemas que tens, embora também possa dizer que parte do que TU designas por inibições sejam elementos que se acham envolvidos com os teus próprios problemas na área da duplicidade, os quais exercem acção sobre ti na área da sugestão desses sentimentos que permanecem subjacentes e te influenciam muitas áreas, e não apenas nesta.

JO:  {Obrigado.}

BOBBI:  {Eu tenho uma pergunta da parte do meu filho Chris/Yan.  Ele tem a impressão de que este seja o seu último foco.  Estará isso correcto?}  (Pausa de dezoito segundos, a seguir à qual a Bobbi volta a tentar)

BOBBI:  {Eu tenho uma pergunta da parte do....}

ELIAS:  Mas como está a nossa silenciosa pequena Shynla? (Pausa de dezanove segundos, durante a qual a Bobbi se chega mais para perto do altifalante)

BOBBI:  Eu tenho uma pergunta do meu filho Chris/Yan. Ele tem a impressão de que este é o seu último foco. Estará correcto?

ELIAS:  É.

BOBBI:  E ele também quer saber, se isso quererá dizer que ele não tenha focos futuros?

ELIAS:  Não necessariamente.

BOBBI:  Muito bem.  Foi o que eu também pensei.  Muito bem, obrigado.

SUE:  Eu tenho uma pergunta.  Terei um foco na qualidade de uma mulher em Itália na Idade Média, que tenha sido queimada como bruxa?

ELIAS:  Não como bruxa.

SUE:  Tenha sido queimada na fogueira por uma outra razão qualquer? (Riso)

ELIAS:  (A sorrir)  Não no que possas designar por fogueira ritual, mas sim em casa; tendo morrido no decurso de um fogo que lhe consumiu a casa.

SUE:  Terá o fogo sido posto deliberadamente, ou um acidente?

CATHY:  Não existem acidentes!  (Desatamos todos a rir)

SUE:  A Shynla fez o reparo de não existirem acidentes!

ELIAS:  (A sorrir)  Não foi posto intencionalmente.

DAVID:  Elias, uma pergunta para mim. Só queria saber, qual será o problema que existe entre mim e a minha mãe? Por que razão tenho esta coisa com a minha mãe?

CATHY:  Pela experiência!  (Desatamos todos a rir de novo, enquanto o Elias dá uma risada)

DAVID:  Quero dizer, de onde procederá isso?

ELIAS:  Olha para a imagem espelhada, Mylo.  (Pausa, seguida de riso)

DAVID:  {Pois...}  (Riso)  Não compreendo.

ELIAS:  (A sorrir)  A tua mãe reflecte-te muita coisa de volta que comportas em ti e que não te permites ver. Nessa medida, poderás apresentar a ti próprio muita informação respeitante a ti próprio se te abrires à percepção dessa acção espelhada. Vós apresentais muitas semelhanças. Criastes muitas semelhanças no âmbito de crenças e nas expressões da vossa personalidade, e nessa medida, esse indivíduo apresenta-te a oportunidade de veres uma acção espelhada, de modo a poderes compreender-te de uma forma mais clara.

DAVID:  Creio que não aceito esse tipo de acção pelo efeito espelhado das semelhanças por acreditar que a minha mãe deva ser uma mãe? Será daí que isso brota?

ELIAS:  Não necessariamente. Torna-se difícil para as pessoas no foco físico fazerem frente à acção espelhada por outro indivíduo, por abrigardes crenças veementes na área do não vos voltardes para vós próprios e investigardes em vós próprios, ao apresentardes bastante duplicidade; e nessa medida, se olhardes para vós próprios, também descobrireis todos esses elementos respeitantes a vós próprios que são maus ou detestáveis ou inaceitáveis - que nenhum deles o é - mas isso é o que vos dita as crenças que tendes. Nessa medida, podeis olhar para um outro indivíduo que vos estenda uma acção espelhada, e podereis expressar para vós próprios todos os elementos que aceitais desse indivíduo dentro de vós, e isso poder-vos-á ser útil à vossa própria aceitação, por aqueles elementos que o indivíduo estiver a espelhar-vos.

DAVID:  Está bem, muito obrigado.

ELIAS:  Não tens de quê.

PAUL:  {Eu tenho uma} pergunta, Elias.  Recentemente tive a oportunidade de conhecer um novo amigo em Seaside, no Oregon, chamado Harold, e ele sente um enorme interesse no material do Elias e no material do Seth, etc., e ele permitiu que te perguntasse o nome da essência dele e a família a que pertence e da família por que alinha.

ELIAS:  Nome da essência, Lantha.  Família da essência, Sumafi; alinhamento, Ilda.

PAUL:  Ao pensar nele quando conduzia de regresso a casa, tive a impressão de que no contexto do material do Seth (Oversoul Seven), este indivíduo apresenta uma enorme semelhança com o personagem Ram-Ram. Existirá aí alguma relação?

ELIAS:  Uma semelhança na expressão deste foco particular, tens razão.

PAUL:  {Tenho outra pergunta} do ... Barry Carter, será?  (A Vicki pronuncia "Carter")  Carter!  Carter Massie!  Quem será o Barry Carter?  Deve ser um jogador de basebol ou assim!  Qual era a pergunta dele, Vicki?

VICKI:  A pergunta do Carter é que pretende saber exactamente onde essa cidade se situa. Ele gostaria de saber em que continente, e em latitude e longitude. (Riso)

ELIAS:  (Risadas)  Isso seria bastante difícil de apresente neste exacto instante, por ainda não a terdes criado por completo!  Por isso, ainda não foi inserida.

PAUL:  {Mas quando for} inserida, onde será inserida? (Riso)  {O Carter quer saber!}

ELIAS:  (Risadas)  Ah, mas vós ainda não dirigistes a vossa atenção nessa área, dirigistes? Direccionastes apenas a vossa atenção para elementos inerentes a ela, mas ainda não cedestes energia para a sua inserção nesta dimensão ou para o seu posicionamento num local.

PAUL:  {Então} a situação ainda permanece em aberto, no que concerne ao potencial das probabilidades?

ELIAS:  Absolutamente.

PAUL:  { Porreiro!  Eu tenho uma} pergunta que vem no seguimento das áreas regionais, Elias. A definição que entendo para a Área Regional 1 constitui este momento objectivo que estou a criar. Encontro-me numa sala acompanhado por oito indivíduos, incluindo a mim próprio, e um gato. Queria saber se, na definição da Área Regional 1, se terei a minha própria Área Regional 1, tenho? Terá cada um de nós, a sua Área Regional 1?


ELIAS:  De certo modo, por cada um de vós ter a sua própria percepção que vos cria a realidade individual. Mas ao me referir às áreas regionais, na realidade elas não representam lugares reais, digamos, na consciência, mas áreas referentes a funções de elementos da consciência. Por isso, quando vos falo das áreas regionais, refiro-me a áreas da consciência que abrangem funções e acções específicas assim como os elementos que ocupam essas áreas e funções.


Mas também estás correcto quanto ao facto de cada um de vós criar a vossa Área Regional 1, por assim dizer, ao criardes a vossa realidade individual através da percepção que tendes.

PAUL:  Uma outra pergunta. Tive uma experiência de projecção fora do corpo, a 13 de Março deste ano, em que pela primeira vez fui efectivamente capaz de me projectar conscientemente para fora do corpo no quarto. Assim, a pergunta que tenho é a seguinte: no exacto momento em que me separei... bom, bem sei não existir separação alguma. Mas no momento em que a percepção que tinha se alterou e o ambiente que me rodeava mudou, ter-se-á a minha experiência situado ainda no contexto do que chamas de Área Regional 1?

ELIAS:  Sim. Permite que te diga que numa experiência fora do corpo, como vos continuais a envolver com a vossa realidade objectiva, digamos, projectais a vossa consciência através do espaço, mas continuais na Área Regional 1.


Agora; também te posso dizer que dispões da capacidade e que é completamente possível que te projectes no que designas por experiência fora do corpo e projectar-te em diferentes áreas da consciência, mas naquelas experiências em que vos descobris a mover-vos nas áreas dos objectos que vos são familiares, continuais a mover-vos na Área Regional 1 da consciência. Estais apenas a mover-vos através do espaço e do tempo, ao contrário de vos moverdes ao redor do espaço e no tempo.


PAUL:  {Assim, nessa} experiência, subsequentemente ao facto de explorar a minha casa e regressar ao quarto de dormir, e, creio, através do que designas por ponto de referência, mergulhei pela janela do quarto e estou ciente de ter mudado mais ou menos de marcha, e ter visto dois cenários... o que descreveria como dois cenários básicos. Um que envolvia uma situação urbana com um pintor negro, e o segundo que envolvia o recinto da faculdade com que tentei estabelecer contacto em Brattleboro, Vermont. Nesses dois cenários, em que tenho noção de ter mudado de marcha, estaria eu ainda a experimentar a Área Regional1?

ELIAS:  Estavas, mas tu também estás a admitir-te perfurar parcialmente o véu dimensional. A Área Regional 1 é muito mais vasta do que percebeis. Abrange muito mais no potencial que assiste aos vossos potenciais do que podeis reconhecer. Percebeis a Área Regional 1 como muito limitada e perfazendo unicamente aquilo que se traduz pela vossa experiência desperta, mas ela abrange experiências que vos podeis permitir para além do foco habitual e normal da atenção, por focardes a vossa atenção de forma bastante isolada, e ao vos permitirdes abrir com uma maior liberdade para muito mais elementos na consciência, também podereis ver que existe muito mais expansão na Área Regional 1 do que vos tereis permitido perceber.

Agora; também aí te diria que perfuras um véu dimensional, por nesta dimensão se acharem incluídas muitas outras dimensões, algumas bastante paralelas e outras diferentes qualidades de quadros temporais diferentes. Nessa medida, permitiste-te perfurar um véu temporal da percepção que tendes da Área Regional 1. Podeis alcançar isso no vosso estado desperto também. Fica certo de que podeis perfurar véus temporais no vosso estado de vigília objectivo. Também podeis realizar isso numa experiência de projecção fora do corpo, por nesse estado vos permitirdes uma maior liberdade.

PAUL:  Será esta fora-do-corpo – bem sei que se trata de uma categoria generalizada de consciência – mas constituirá o meio primário com que atingiremos a viagem superluminar (mais rápido do que a luz) nos próximos cinquenta anos?

ELIAS:  Em parte, mas não necessariamente. Haveis igualmente de adquirir informação e a capacidade de vos moverdes através do espaço por meios diferentes e não só através de experiência fora do corpo.

PAUL:  {Okay, obrigado.  Da minha parte é tudo.  Mais algumas perguntas?}

VICKI:  {Claro,} eu tenho uma outra pergunta.  O que é o tecido conjuntivo?

ELIAS:  Esse foi o termo por que optei para vos descrever esse elemento da Área Regional 3 que perfaz a consciência que vos liga a todos através da experiência e informação, que vos une e vos proporciona as semelhanças que constatais nas vossas criações e experiências, que podeis manifestar na Área Regional 1 e apresentar a vós próprios a validação dessa interligação. Esses elos de consciência na Área Regional 3 são aquilo que designais por tecido conjuntivo entre vós.

VICKI:  {Está bem, obrigado.}

ELIAS:  Vou-vos dizer que tivemos uma participação interessante nesta noite. Também vos direi que embora vos percebais em parte como separados, recordai o que expressei à Shynla quanto à separação prévia dela neste fórum. Não existe separação, e NÓS estamos todos continuamente interligados.

Esta noite vou dar por terminado e estender-vos a cada um enorme afecto, e ficar na antecipação do nosso próximo encontro, assim como da vossa participação em todo o nosso movimento contínuo desta agenda. Vou-vos expressar a todos nesta noite um enorme carinho e despedir-me com um adieu.

Elias parte às 7:04 da tarde.




(Continua)

Sem comentários:

Enviar um comentário

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.

O MATERIAL ELIAS