sexta-feira, 5 de outubro de 2012

"O TECIDO CONJUNTIVO DA CONSCIÊNCIA" (COMPLETO)






Sessão 280
Terça-feira, 14 de Maio de 1998 © (Grupo)
Tradução: Amadeu Duarte 

Participantes:  Mary (Michael), Forrest (Ellius), Robin (Pierre), Erik (Mosten), Margo (Banth), Nathan (Robertt), Jennifer (Margarite), e uma nova participante, a Darin (Kethay).

Elias chega às 5:49 da tarde. (Tempo de chegada: 25 segundos)
(1)

ELIAS:  Boa tarde! (A sorrir, enquanto o grupo responde) Esta noite vamos debater o tecido conjuntivo da consciência; aquele elemento da consciência que faculta a comunicação (comunhão) entre as diversas dimensões e as várias dimensões temporais, com particular respeito a esta dimensão com todos os seus períodos de tempo e realidades alternas que se acham ligadas a esta dimensão particular.

Muitos são os que se interrogam quanto ao que percebeis como a mitologia ligada a esta dimensão em particular. Eu mencionei previamente nestas sessões que a vossa mitologia traduz uma realidade, embora nem toda ela seja uma realidade que tenha sido inserida nesta realidade convencional, nesta dimensão oficial. Parte dessa mitologia brota de um conhecimento de dimensões paralelas a esta dimensão em particular, conhecimento esse que é transmitido ao longo de gerações na vossa dimensão particular.

Uma em particular é a mitologia respeitante ao vosso “continente perdido” da Atlântida. Isso suscitou muitas interrogações da parte das pessoas, ao longo das eras. Vós continuais a envidar esforços arqueológicos no sentido de desenterrardes provas dessas chamada “civilização perdida”. Existem outros elementos em conjugação com essa civilização que também têm preponderância nas vossas histórias mitológicas.

Devo dizer-vos que essa civilização constitui uma realidade. NÃO se acha inserida nesta dimensão física particular, mas ocupa uma dimensão paralela. Por isso, podeis prolongar as buscas de evidências dessa civilização particular durante eras – que percebeis estar “perdida” – que não haveis de desenterrar ruínas relativas a essa civilização, por não ocupar o espaço físico nesta dimensão particular. Acha-se numa dimensão paralela à vossa.

Nesta dimensão particular - ESTA dimensão física - já referi inúmeras vezes: dispondes de inúmeras outras dimensões dentro desta. Tendes dimensões de tempo assim como tendes dimensões alternadas. Essas não são dimensões prováveis. Isso é uma questão completamente diferente, por as realidades prováveis serem aquelas realidades que vós nesta dimensão criais e inseris numa outra parte qualquer, no âmbito da consciência. Aquelas a que me refiro nesta noite constituem dimensões em si mesmas.

Bom; voltemos ao que designo por “Antes do Começo”. Antes do Começo do que conheceis relativamente à vossa presente espécie, na criação desta dimensão física particular onde cada uma das essências representativas de cada uma das nove famílias da essência, que chamamos de “Caminhantes do Sonho”, essas essências que não se focaram por completo no físico; elas inseriram-se nesta dimensão física a fim de criarem esta dimensão particular, mas sem escolherem se focar por completo no físico. Por isso, a perspectiva física que tendes desses indivíduos traduzir-se-ia mais pela visão de uma forma translúcida. Algumas essências optam por se manifestar por completo no físico. Isso constituiu o começo da criação a que procedestes nesta dimensão particular.

Agora; também em relação a isso, esses Caminhantes do Sonhos interagiram em dimensões paralelas à vossa. Nessa medida, existiram civilizações criadas semelhantes à da vossa Atlântida, que prosseguem no vosso presente.

Quanto ao tecido conjuntivo da consciência, esse tema particular apresenta importância por vos afectar e vos poder sugerir respostas para muitas das interrogações que tendes vindo a carregar ao longo das eras. Nessa mesma dimensão em que os vossos Atlantes existem, outras civilizações prosseguem com a sua existência, ao terem passado desta dimensão particular para essa; Tal como vos disse anteriormente que as criaturas no vosso planeta, quando passam a evidenciar a opção do que designais por extinção, passam simplesmente de uma dimensão para outra. Não deixam de ter existência. Apenas deixam de apresentar existência na vossa realidade oficial consensual. Do mesmo modo, também as culturas passaram, pelo que podeis designar por extinção, para uma outra dimensão, onde têm continuidade.

Há muitos mitos ao redor da vossa civilização da Atlântida. Muitas dessas histórias são mais exactas do que o que percebeis. Há histórias em torno dessa civilização particular, de essências que terão surgido inicialmente numa forma semelhante ao que vos contei dos Caminhantes do Sonho. Essas essências foram aquelas que em termos religiosos foram classificadas como os “Filhos da Luz”, ou os “ Seres Supremos” e muitas outras formas de terminologia que os colocam à parte como “criadores”.

Lembrai que essas formas de terminologia e essas histórias são influenciadas pelas crenças, e que são transmitidas de geração em geração e que são MAIS influenciadas por crenças, em especial nas áreas das crenças religiosas. Por isso, haveis de vos deparar com muito material subordinado a esse assunto que encontrará expressão por intermédio de muitas conotações religiosas.

Na dimensão que esses indivíduos ocupam, eles estiveram a interagir com os Caminhantes do Sonho, conforme vós também estivestes, e esses Caminhantes do Sonho continuam a interacção que têm até este momento, conforme o fazem em relação a vós.

Eu mencionei previamente experiências feitas no âmbito das formas físicas. O processo evolutivo que vos foi incutido está errado. Não evoluístes do modo que acreditais ter evoluído. Os vossos cientistas buscam aquilo que designam por “elos em falta” no vosso processo evolutivo, por haver lacunas nos achados de artefactos que não explicam certas mudanças e o que encaram como “saltos” na cadeia evolutiva dos desenvolvimentos para a vossa espécie, assim como também no caso de outras espécies. A razão por que existem “elos em falta” deve-se ao facto de terdes desenvolvido novas crenças na área das vossas ciências. Nessa medida, aceitastes essa realidade de terdes evoluído ao longo de um certo período de tempo.

Deixai que vos diga que vós, enquanto indivíduos apresentais uma certa intermitência contínua. Eclodis de uma forma tão rápida que a duração da “eclosão”, de que tendes noção, parece completamente não sofrer qualquer interrupção. Não tendes consciência objectiva da duração de tempo do “apagão” ou intermitência. Mas ao sofrerdes a interrupção, interagis com outras dimensões, só que a vossa atenção se move para esta dimensão. Menciono-vos isto, por o vosso planeta e a existência que tendes nele também apresentar uma interrupção em termos de eclosão e de intermitência.

Os vossos cientistas expressam que o vosso mundo apresenta uma idade limitada. As vossas ciências não admitem muita informação do foro da consciência de que não tenham provas físicas, embora à medida que o tempo progride descubram mais e mais evidências físicas que são inconsistentes com as crenças iniciais que apresentam. O vosso planeta particular é muito, muito mais velho do que o que os vossos cientistas acreditam. Ele sofreu intermitências muitas vezes. Nessa medida, vós enquanto espécie ocupastes esta eclosão particular por mais tempo do que percebeis. Nesse sentido, eu referi previamente que mesmo no que agora designais por as vossas Américas, a existência da vossa espécie se estende muito para além de cinquenta mil anos antes do presente momento. As vossas ciências deverão recuperar evidências disso, e presentemente estão a proceder á sua descoberta.

Um outro mito que se conjuga com a vossa cultura Atlântida é o de que a vossa Atlântida se afundou nas profundezas dos vossos mares, mas não antes dos seus habitantes abandonarem a sua terra natal e se espalharem pelas mais diversas áreas do vosso globo, estabelecendo novas culturas e criando o que designais por origens de novas civilizações.


Eu afirmo que no âmbito do conhecimento desta dimensão paralela, vós utilizais informação que preservais na consciência de modo que vos explique a vossa própria existência e as vossas próprias civilizações, e que vos responda a perguntas que formulais que as vossas ciências e religiões não são capazes de responder. Eu digo-vos que esse conceito, essa história desses Atlantes que escaparam e foram repovoar diferentes áreas do vosso globo, está mais próxima da verdade do que as vossas ciências vos levam a crer.
 
A Atlântida não ocupou esta dimensão. Ela não se afundou no vosso oceano e os seus habitantes não se dispersaram para irem criar novas culturas por todo o vosso globo; mas o elemento da história que está correcto é que destes origem à vossa espécie em cada um dos continentes principais existente no vosso globo. Não destes origem à vossa espécie isoladamente num só continente para passar a emigrar para norte e repovoar o que designais por Europa e Ásia, e não emigrastes ao longo de um estreito para ir repovoar mais abaixo o que presentemente encarais como as vossas Américas. Esses Caminhantes do Sonho – de que sois uma parte, não tenhais ilusões quanto a isso – criaram a existência da vossa espécie em cada um dos continentes em simultâneo. Por isso é que vos deparais com diferenças na aparência. Esses também são elementos das experiências que esses Caminhantes do Sonho fizeram com a forma física.

Vós experimentastes a forma física de muitos modos. Optastes por experimentar diferentes tipos de forma, o que também é revelado na vossa mitologia. Agora, ISSO foi inserido nesta dimensão particular e nesta realidade oficial aceite. Os quadros e as esculturas que apresentam criaturas que eram parcialmente homens e parcialmente criaturas não são projecções da imaginação. São recreações daquilo que é do vosso conhecimento quanto a ter tido existência no vosso planeta particular, nesta realidade e dimensão, e existiram como formas experimentais que não tiveram continuidade e que não foram adoptadas como a vossa forma final oficial, por não serem eficazes. O que não quer dizer que fossem “más”; apenas ineficazes em relação ao que tínheis vindo a escolher criar no âmbito das vossas civilizações.

Por isso, eu digo-vos que cada um dos vossos continentes também fez os seus próprios experimentos com a forma, tanto em relação à vossa como às outras espécies. Vós escolhestes criar diferentes tipos de aparência em diferentes locais do vosso planeta para proporcionardes a vós próprios uma variedade extraordinária. A vossa forma básica e o seu funcionamento é a mesma, mas a coloração, a expressão que dais a essas formas, difere ligeiramente. Isso apresenta-vos uma variedade visual, e também vos proporciona a oportunidade de atribuir diferenças culturais a essas diferenças da aparência.

A mitologia da vossa civilização Atlante também vos sugere a existência de ligações entre esses indivíduos dispersados por todo o vosso planeta e certas criações que vós enquanto espécie criastes no vosso planeta. Isso faculta-vos uma explicação para as vossas pirâmides e o aspecto que apresentam, em diferentes áreas do vosso planeta. Eu afirmo-vos que essa é a área do vosso tecido conjuntivo da consciência.


Vós possuís muito mais percepção e conhecimento do que pensais possuir. Estais continuamente a aceder ao que designei por Área Regional 3 da consciência, a qual consiste numa consciência colectiva. Nessa esfera colectiva, podeis aceder a muitíssima informação e cruzar dimensões a fim de acederdes a informação.

Nesse cruzamento de dimensões, permitis-vos enquanto indivíduos e culturas entrar em contacto com outras culturas e com outros indivíduos na vossa dimensão e expressar-vos de forma semelhante. Isso faculta-vos uma ligação objectiva que podeis objectivamente constatar, sem que importe o facto de vos situardes em lados opostos do vosso planeta ou de não terdes qualquer comunicação por intermédio da tecnologia que possuís na actualidade, por continuardes ligados e não estardes separados no âmbito da consciência, e continuardes a apresentar informação uns aos outros e a confirmação disso por meio das expressões objectivas que assumis.

Os Atlantes não ensinaram os Egípcios nem os Sul Americanos nem os da América Central a construir pirâmides. Vós próprios, nesta dimensão, fostes quem  construiu essas maravilhas e quem acedeu à consciência colectiva a fim de partilhardes da informação, de modo a poderdes validar-vos e também de modo a recordar-vos de que não existe separação na consciência, e que embora vos manifesteis inseridos  numa forma e vos percebais como separados uns dos outros e de tudo quanto criais, não estais, e que existem elementos muito fortes na consciência que vos ligam a todos, e que partilhais a mesma criatividade e a mesma direcção nesta dimensão.

Eu revelo-vos estas coisas de modo a poderdes olhar para a vossa história nesta dimensão e poderdes perceber  a interligação existente entre todos vós, e de modo a poderdes igualmente olhar para o vosso presente instante e para o vosso futuro em conjugação com esta mudança da consciência e reconhecer que tudo quanto se vos depara não foi separado, tudo quanto existe  não se acha realmente separado, e tal como vos movestes na mesma expressão e criação no que designais por vosso passado, continuais a mover-vos por expressões semelhantes no presente e no futuro.

Por isso, embora objectivamente possais perceber o que pensais ser um movimento muito lento ou ausência de movimento e de envolvimento dos indivíduos no âmbito desta mudança de consciência, ficai certos de que ele está a acentuar-se e que se acha em enorme movimento neste presente instante. Tal com os indivíduos nas vossas Américas construíram pirâmides sem terem conhecimento objectivo de que estruturas semelhantes ocupavam locais a meio globo de distância no vosso planeta e de que outros as terão criado, não importa que tenhais um conhecimento objectivo da vastidão desse movimento. Vós moveis-vos nas vossas esferas, por assim dizer, presentemente, neste momento no local que ocupais, e o movimento no âmbito da consciência acelera e está a ter lugar por todo o vosso globo. Isso também vos apresenta elementos inerentes à consciência, que podereis aceder para obter informação que vos será útil a vós na vossa jornada que empreendeis nesta acção da mudança, e a também poderdes ser úteis a outros.

Vamos fazer um intervalo e logo podereis prosseguir que eu vou permitir que coloqueis perguntas, e poderemos tentar jogar o nosso jogo! (A sorrir)

INTERVALO



ELIAS:  Continuemos. (Pausa) Não tendes perguntas? (A sorrir)

MARGO:  Recentemente li algo sobre estudos subordinados ao DNA mitocondrial que indicavam que o DNA mitocondrial de todos os homens que não fossem Africanos seria identificado como um subconjunto do DNA mitocondrial da gente da descendência Africana, e eu interrogava-me sobre como é que isso se enquadra no surgimento da espécie humana em locais completamente separados.

ELIAS:  Eu apresentei anteriormente informação da área da genética e do vosso ADN e ARN. Assim, ao entrardes no foco físico escolheis os elementos do ADN que vireis a manifestar em vós, em termos físicos. Também escolheis elementos do vosso ADN que não desejais que se manifestem. É por isso que parecem existir inconsistências em relação a certas linhas genéticas, digamos, em situações em que certos indivíduos não se enquadram na herança genética em que se encontram.

Também te posso dizer que não importa que tenhais diferentes expressões por todo o vosso globo, ou o que podereis designar por origens distintas da vossa espécie, por independentemente disso vos achardes todos misturados. Por isso, também podeis partilhar as vossas qualidades do ADN, que isso não tem importância. Isso não sugere que toda a vossa espécie tenha brotado dessa área específica nem de manifestações dessa área específica. Certos indivíduos, assim como também em massa, optam por adoptar diferentes qualidades genéticas que podem resultar benéficas para eles na sua expressão física. Isso não serve de indicador da linhagem que têm e do que pensais ser o processo da evolução.

Conforme expressei, não atravessastes um processo evolutivo no vosso planeta. Criastes diferentes expressões separadas de formas ao longo das vossas eras, mas na realidade não vos movestes no sentido de um processo evolutivo. Nessa medida, porém, também cedeis energia à perpetuação das vossas crenças científicas ao apresentardes a vós próprios informação que suporte aquilo em que acreditais.

MARGO:  Então estás a dizer que a interpretação que foi feita a partir da situação de todo um DNA mitocondrial idêntico por toda a parte excepto no caso dos Africanos, que essa interpretação esteja errada?

ELIAS:  Exacto. Isso é bastante comum no foco físico. Pode ser-vos apresentada muita informação que haveis de ver de uma forma selectiva aquilo que escolherdes ver, o que vos apoia os próprios raciocínios e as próprias crenças que formais, e haveis de negar a informação que não apoie essas crenças.

Vós sois bastante adeptos do acto de focar a vossa atenção isoladamente nas áreas das vossas crenças; e em aceitar aqueles elementos que se apresentarem de acordo com essas crenças e suportarem essas crenças, enquanto os que não se apresentarem nesse acordo, nem sequer vos permitis ver, e ignorais. Essa é igualmente a razão por que poderão surgir expressões de trauma no âmbito desta mudança de consciência, por as pessoas continuarem na direcção que as suas crenças lhes ditam, e mais elementos da consciência se tornarem conhecidos para eles, só que como uma surpresa, sem contarem. Por isso, é uma informação exterior à sua realidade oficial aceite, e às crenças que têm.

Essa é igualmente a razão por que vos falo, de modo a poderdes pegar na informação e poderdes apresentar essa informação a outros, e assim diminuirdes o volume de trauma que as pessoas irão experimentar em relação a esta mudança da consciência.

Apresentais a vós próprios muitas oportunidades de ver as limitações inerentes às explorações e descobertas que empreendeis. Percebeis que certas descobertas são maravilhosas e surpreendentes, mas elas são apenas uma pequena parte, e apenas aquilo que apoia o que já aceitais no quadro das crenças que tendes.

Durante muito tempo aceitastes que as vossas origens brotaram de um local. As vossas ciências e as vossas religiões suportam essa ideia, do facto de terdes as origens da vossa espécie num continente e de vos terdes ramificado a partir daí. Portanto, nessa medida também vos permitis descobrir coisas de forma limitada que apoiem essa crença, mas ao expandirdes a consciência que tendes e ao apresentardes a vós próprios uma maior informação, ao vos abrirdes para com a vossa consciência e reconhecerdes que há muito mais há vossa disposição do que o que permitis a vós próprios, também podereis notar muito mais informação que vos apoie mais o quadro mais vasto do que apenas o pequeno quadro que vos permitis ver presentemente.

FORREST:  Por falar em ciência, comentaste que a ciência, conforme actualmente ela se apresenta, era inadequada. Poderias apresentar uma sugestão quanto ao tipo de sentido que seria mais eficiente na correcção disso?

ELIAS:  A forma mais eficiente de abordardes essa situação seria as vossas ciências incorporarem a aceitação da consciência, e daquilo que se situa para além das capacidades limitadas que tem de medição dos elementos físicos. Existem mais elementos na vossa realidade do que os que são passíveis de ser medidos em termos físicos, mas que vos poderão explicar muitos dos vossos elementos físicos. As vossas ciências negam a existência da consciência, a qual é o que cria tudo quanto existe. Elas vêem que vós criais tudo quanto existe; que os elementos físicos criam tudo quanto existe, e que daí poderá de uma forma questionável brotar consciência em determinadas áreas. Na verdade, nada é criado sem que primeiro exista consciência. (Pausa)

NATHAN:  Elias, gostava de falar um pouco sobre as visões do nascimento. Poderias debruçar-te um pouco sobre isso?

ELIAS:  Mas, e que informação pretendes nessa área?

NATHAN:  Poderias explicar-nos como possivelmente poderíamos utilizar algum tipo de técnica para alcançar essa visão de novo, e para investigarmos o caminho em que nos encontramos? (A esta altura o Elias faz um sorriso retorcido)

ELIAS:  Recorda que apesar de entrardes no foco físico com o que podereis designar por uma bolsa de probabilidades, isso não se acha definido. Não estais destinados a avançar numa certa direcção, e assim, embora comporteis o potencial dessa bolsa particular de probabilidades, isso poderá sofrer uma alteração em qualquer altura no vosso foco físico. Por isso podeis facilmente confundir-vos em determinadas áreas, ao contemplardes determinados conceitos e ao atribuirdes demasiada importância a essas áreas particulares.

Eu posso-te dizer que tens a capacidade de apresentar a ti próprio a recordação da essência anterior à manifestação na forma física, o que te proporciona a visão do potencial da direcção que a bolsa de probabilidades que poderás escolher para esse foco particular apresenta.

Deixa que especifique. Uma essência pode escolher focar a energia da personalidade num foco individual na altura da concepção ou em qualquer momento até à altura em que seja um catraio de um ano de idade. Portanto, essa visão de que falas pode ser explorada em qualquer altura, com o reconhecimento de que cada essência escolhe a própria altura de entrada na forma física. Ela criou a forma física desde a concepção. Desenvolveu o crescimento dessa forma física, só que a energia da personalidade da essência pode não se fundir de imediato com essa forma física particular criada. Por isso, poderás ver que acedes a uma recordação do que poderás designar como prévia à tua fusão com a forma orgânica, e isso proporcionar-te-á a opção original quanto à direcção que tomas no enquadramento dessa bolsa de probabilidades.

Porém eu previno-te para não encarares isso como um absoluto nem de forma demasiadamente rígida, porque muitas das bolsas de probabilidades que são inicialmente adoptadas também são mudadas ou alteradas nos primeiros anos de vida do indivíduo, e ele pode incrementar a sua bolsa de probabilidades a fim de permitir a si próprio uma maior expressão na sua própria criatividade e campo de experiência. Neste período de tempo particular, essa acção tornou-se muito mais comum, por as pessoas estarem a obter uma maior consciência desta mudança e como tal estarem a admitir uma maior expansão da sua própria consciência e uma abertura da sua percepção, incrementando desse modo a sua própria bolsa de probabilidades, e expandindo a sua criatividade e alargando os horizontes da consciência que têm.

Mas se o preferires, poderás conceder a ti próprio a oportunidade de empregares a visão disso, e vou-te deixar a sugestão de que nesta cultura particular que presentemente tendes, o modo mais eficiente que tendes de iniciardes passos nessas áreas será permitindo-vos entrar num estado alterado. Também poderás conseguir uma percepção objectiva que teres a capacidade de te colocar nesse tipo de estado alterado por um acto da tua própria vontade, e desse modo proporcionares a ti próprio muita informação sobre muitas áreas da tua busca.

NATHAN:  Gostaria de colocar mais uma pergunta sobre as cores das famílias da essência. Serão elas efectivamente as cores que irradiamos? Serão as cores que compõem a nossa aura?

ELIAS:  Não.  Permite que esclareça.

Vós possuís centros de energia na vossa forma física. Esses centros de energia movem-se no enquadramento da qualidade vibratória das cores. Eles acham-se em harmonia com a qualidade de cada uma das cores do vosso espectro cromático. Nessa medida, aquilo que designais por aura, o vosso campo de energia, as cores que se encontram nesse campo de energia constituem a radiação desses centros físicos de energia situados no vosso corpo que irradiam para fora a circundar-vos, no que acaba por se tornar num campo de energia que vos circunda, o qual é igualmente físico e constitui parte da vossa forma física que conseguis tocar (dá uma palmada na perna da Mary) e ver.

Também vos podeis treinar no sentido de ver os vossos campos de energia. Nesse sentido, também podeis apresentar a vós próprios e aos demais informação relativa à condição em que vos encontrais, por os centros de energia que se encontram dispostos na vossa forma física reagirem a vós. Eles reagem à direcção de carácter subjectivo que lhes imprimis. Por isso, e a título de exemplo, se estiverdes a experimentar um momento emocional intenso, o vosso campo de energia deverá reflectir o centro de energia que estará a ser afectado, o qual será o amarelo, o vosso plexo solar. Esse centro de energia comanda as vossas emoções, e é bastante influenciado e afecta bastante o vosso campo de energia circundante. Por isso, se presenciardes um indivíduo numa altura em que expresse uma emotividade extremada e vos permitirdes ver o campo de energia que apresenta ao seu redor, ele parecer-vos-á em grande medida amarelo.

O vosso campo de energia muda no âmbito da cor predominante que alinha pelo que estiverdes a criar. Não apresentais no vosso campo de energia a cor básica da família da essência a que pertenceis ou por que alinhais. Essas são tonalidades vibratórias por que alinhais e para que vos deixais atrair, mas não constituem uma expressão individual vossa que seja projectada no vosso campo de energia físico.

NATHAN:  Obrigado.

ROBIN:  Eu tenho uma pergunta muito rápida sobre os alinhamentos que temos com as famílias da essência e outros tipos de alinhamentos do jogo. Eu estou ciente de que disseste que a cor constitui uma verdade, mas serão a maioria dessas associações representativas do nosso tempo e espaço e do nosso grupo do momento? Basicamente estou a perguntar se poderão sofrer mudanças. Digamos que, se me encontrasse num grupo diferente ou numa área diferente, assumiria diferentes elementos de famílias da essência, não? Será isso uma função que se estenda a tudo, ou será uma verdade que apresente alguma consistência?

ELIAS:  Conforme te disse anteriormente, verdades são aqueles elementos inerentes à consciência que são consistentes e se apresentam imutáveis em todas as dimensões. Quanto a essas famílias da essência, dir-te-ei que as famílias da essência constituem agrupamentos de essências dentro do mesmo tom (espírito) que se deixam atrair para esta dimensão particular e a criam, provêm à contínua criação dela. Portanto, elas não são obrigatoriamente relativas a todas as outras áreas da consciência.

Agora; no âmbito dessa tonalidade esses agrupamentos de famílias da essência alinham por certas qualidades vibratórias na consciência. Por isso, nesta dimensão são-lhe consignadas certas cores. Essas cores representam a qualidade vibratória que esse agrupamento particular ou família por que mais alinha no âmbito da consciência, mas também é relativo a esta dimensão, pelo que não deverá ser classificado como uma verdade. Embora a essência seja uma verdade, as famílias não serão classificadas como uma verdade, por constituírem simples agrupamentos destinados a esta dimensão. Noutras dimensões existem outros agrupamentos, outros números, outras essências que se agrupam no âmbito do tom, ou espírito, a fim de criarem essas dimensões particulares. Essas nove acham-se interligadas a esta dimensão particular. (Pausa)

Vamos avançar para o nosso jogo; (a sorrir) não querereis tentar? (O grupo reage com entusiasmo) (2)

...

Desejareis fazer mais perguntas esta noite?

JENNIFER:  Eu tenho uma pergunta. É mais ou menos uma pergunta ao acaso. Creio que nas nossas crenças temos algo chamado “mau-olhado”. Eu sei que isso provém das nossas crenças, mas também há quem olhe as pessoas de um modo intencional a apurar uma coisa qualquer, só não tenho a certeza do que será que verificam.

ELIAS:  No foco físico, tendes a capacidade de vos conterdes na vossa energia e de não deixardes mais ninguém penetrar de uma forma objectiva, e sem permitirdes assim partilhar a informação.

Exemplo: Podeis abordar o que designais por um sensitivo. Esse indivíduo pode olhar para vós e dizer-vos que não vê nada, por terdes a capacidade no âmbito da consciência de apresentar permissão para ele aceder à mais provável das probabilidades que tiverdes num nível da consciência ou não. Contudo, em grande medida, as pessoas automaticamente permitem-se uma abertura, até certo grau. A maior parte das pessoas contêm certos elementos da sua energia, por abrigarem crenças que vos dizem existirem determinadas áreas da vossa expressão e da vossa existência que não são aceitáveis, e que como tal precisam ser ocultadas.

Em essência, não existem segredos. Em essência, nada existe de oculto, mas nas expressões objectivas que formulais, podeis reter certos elementos e não permitir que outro indivíduo estabeleça contacto com eles, por reterdes com firmeza a vossa energia. Conforme já expressei, na maior parte as pessoas admitem um grau efectivo de abertura. Por isso, não é difícil que outro indivíduo se acerque de vós, e caso se aplique, possa olhar para vós, e experimentardes o que podeis designar por penetração de todo o vosso ser.

Criastes ditados que usais nesta dimensão que dizem que (p.ex.) “os olhos são a janela da alma”, por poderdes olhar para um outro indivíduo e entrar visualmente em contacto com ele, e ele poder penetrar na maioria das vossas partes se permitirdes tal acção, mas não conseguirá caso não o permitirdes.

(Com determinação) As essências não são intrusivas. Por isso, o que não autorizardes não terá lugar. Não existe acção nenhuma que uma essência consiga salientar ou introduzir-vos sem a vossa permissão. Somente numa base de acordo poderá uma fusão ou uma intersecção ocorrer. É essa a razão por que coisa nenhuma como os walk-ins, (existe) conforme é ditado pelas crenças que tendes. Nenhuma outra essência deverá passar a ocupar a vossa forma para assumir o controlo, por assim dizer, da vossa expressão. Isso seria uma intrusão, e as essências não são intrusivas. A consciência não é intrusiva.

JENNIFER:  Nesse caso, pedimos-lhes que venham.  (Elias acena afirmativamente)

ELIAS:  Muitas vezes vós próprios criais situações como projecções da vossa própria energia. Podeis projectar a vossa própria energia e podeis manifestar em termos físicos muitas coisas com a vossa própria energia. Sois muito poderosos e bastante adeptos de projectar energia e de criar elementos físicos com a vossa própria energia! Essa será a situação do que as crenças que tendes ditam em termos de “possessão”. Não existe essência alguma que chegue a ponto de ser tão intrusiva para possuir uma outra essência, mas por intermédio das expressões do vosso próprio temor, VÓS podeis criar os vossos próprios demónios sozinhos, e podeis chegar a manifestá-los diante de vós, de modo a poderdes vê-los. Muitos indivíduos criam situações dessas, e vêm fisicamente uma entidade. Trata-se de uma projecção da sua própria energia, o que também vos servirá de validação do quão espantosamente poderosos sois, além de criativos!

FORREST:  Eu tenho uma pergunta. Estarias interessado em comentar o Experimento de Filadélfia nos termos do que efectivamente se tenha lá passado? Essa é uma área de interesse para mim que nunca abordei.

Nota por parte da Vicki: Isso foi parcialmente abordado numa sessão anterior, por eu também sentir interesse por essa área. Acho interessante o facto de ser aventado novamente agora. Passarei a incluir um excerto procedente de uma sessão anterior no final desta transcrição. Consultem a nota de rodapé (3).

ELIAS:  Vou-te dizer que nas experimentações que fizestes no contexto das vossas ciências, aproximastes-vos de épocas, por assim dizer, em que chegastes quase a compreender os funcionamentos da consciência e as manipulações de elementos da consciência que se dão nas dimensões físicas. Esse experimento foi um desses. Não foi o único. Experimentastes muitas vezes ao longo da vossa história. Nessa medida, tentais fazer experimentos com elementos da consciência dessa maneira concreta.

Há conhecimento quanto à capacidade de alcançardes certas acções no âmbito da consciência. Tentais traduzir esse conhecimento através de manipulações de ordem física. Erros de cálculo são levados a cabo nessas áreas, por não existir uma concessão suficiente de conhecimento da consciência e se dar demasiada ênfase às crenças científicas, o que interfere com o fluxo natural. Com essa interferência do fluxo natural, dá-se uma realização parcial, mas como é parcial, os aspectos físicos sofrem danos.

Esse é o acordo de quantos tomam parte, por reconhecerem que a consciência do corpo num foco particular da essência pode permitir “ser sacrificada”, por assim dizer, com o esforço, no âmbito do acordo da participação no experimento. A área em que o experimento dá para o torto é aquela em que os indivíduos que participam se apoiam nos elementos físicos, e procedem a interpretações erróneas na interpretação e tradução que fazem da informação.

Deixa que te diga com toda a clareza. Podes ter uma visão ou sonho ou informação que te seja filtrada por incontáveis processos. A informação que acolhes, passarás a traduzi-la em termos que consigas compreender. Numa tentativa de expandirem a consciência, aqueles indivíduos que participam nesse experimento tentam incorporar informação adquirida por intermédio da consciência, mas que introduziram num molde demasiado pequeno. A informação recebida em relação às viagens interdimensionais é demasiado vasta para ser inserida na exiguidade dos cálculos que esses indivíduos tentaram elaborar.

Vou-me desviar muito brevemente e dizer-te que, conforme declarei anteriormente, por alturas de meados do vosso século que se avizinha, as vossas ciências deverão passar para áreas de descoberta que vos projectem para tipos de viagem muito mais eficazes, e que no âmbito da acção desta mudança também devereis permitir-vos uma compreensão muito mais realista da viagem interdimensional, mas também haveis de compreender os erros, digamos – embora não existam erros – daqueles indivíduos que vos precederam e tentaram cruzar uma dimensão, e que resultou num sucesso, só que no retorno, o sacrifício resultou na distorção física verificada por altura da entrada nesta dimensão particular.

Há toda uma reconstrução da forma que se verifica ao passardes de uma dimensão para a outra. Podeis parecer os mesmos em termos físicos, mas em termos estruturais, a cooperação dos elos de consciência que compõem a vossa forma precisam reconfigurar-se para se adaptarem à qualidade da outra dimensão física, e ao reentrarem nesta dimensão precisam ser reconstruídos de novo para se conformarem ao modelo desta dimensão particular. Esse foi o elemento com que não contaram, por não ter sido calculado, o elemento da consciência, mas tão só o elemento da matéria física. (Nota da Vicki: Por outras palavras, o elemento da matéria física foi calculado, mas o elemento da consciência não foi levado em consideração. Pobre construção de frases, Elias!)

Cada célula, cada molécula, cada átomo é composto por elos de consciência. São esses elos que se reconfiguram de forma a permitir-vos a adaptação da passagem de uma dimensão para outra, coisa que é completamente possível e que podeis conseguir no âmbito da acção desta mudança, mas isso não será alcançado sem o reconhecimento da existência desses elos da consciência e de SEREM os elementos que precisam ser reconfigurados para se adaptarem ao meio, digamos, da outra dimensão, e a seguir serem reconfigurados para reentrarem nesta dimensão.

E isso não depende de simples cálculos matemáticos, mas ao vos limitardes às ciências e às vossas equações matemáticas, também dais lugar à criação das vossas “palermices” científicas. (A sorrir) Mas conforme expressei, isso não representa um erro, por ter sido executado propositadamente para obterdes informação, para poderdes verificar. (Pausa)

Muito bem. 
Desejareis fazer mais perguntas, nesta noite?


NATHAN:  Eu tenho mais uma pergunta. Estarás de alguma forma ligado ao Seth?

ELIAS:  (A sorrir) De certa forma, mas também te direi que não. (Riso) Ele foi também meu professor noutras áreas da consciência, mas no momento presente, essa essência de que falas passou para uma outra área da consciência com um rumo diferente daquele que eu presentemente ocupo. Mas a informação que foi facultada por esse mestre serviu de prelúdio para esta informação e como tal foi intencionalmente fornecida e executada, e esteve em cooperação com esta essência do Elias no âmbito da concordância de facultar informação a todos vós em preparação para esta mudança de consciência.


Inicialmente, o que foi importante apresentar foi informação relativa a vós próprios, por que se não vos conhecerdes a vós próprios, não vireis a estar preparados para o que ides criar. Esse mestre estendeu-vos informação relativa a vós próprios, e agora no actual espaço de tempo, eu estendo-vos informação relativa ao que criais.

ROBIN:  Eu tenho uma pergunta muito rápida. Tive recentemente uma série de sonhos durante as últimas semanas, que se situam em definitivo num nível diferente do da maioria dos sonhos que tenho. Todos se focam em iniciações, quer na solução de enigmas ou de charadas ou passar por um tipo qualquer de processo de iniciação, como se num outro nível. E parece em definitivo estar em crescendo. Não acordo com respostas efectivas para essas charadas nem nada, mas parece tratar-se de um processo contínuo que tem sido realçado ao longo das últimas semanas, e eu queria saber se fará parte da ligação com o que tenho estado aqui a fazer, no que diz respeito á assimilação da informação.

ELIAS:   Isso são imagens que estás a apresentar a ti própria que estão ligadas a este movimento e ao envolvimento que tens neste fórum. Aquilo que estás a projectar a ti própria é uma consciência do que designas por processo. Nessa medida – não te estou a dizer a ti isoladamente, por todos vós designardes isso como um processo – o que apresentaste a ti própria nessas imagens é o reconhecimento desse processo, as pontas soltas do enigmas que são reunidas de modo a formar um quadro, mas esse quadro é muito mais vasto do que aquilo que anteriormente pudeste ver, e ao apresentares essas imagens oníricas, reconhece que isso expressa a a enormidade desse movimento assim como a realidade desta interacção. Isso não é imaginação mas uma REALIDADE e tu estás a tomar parte nela, e nas imagens oníricas também estendes a ti própria clareza. Até mesmo no quadro das imagens obténs mais clareza do que nos outros imaginários oníricos.


Em si mesmo constitui um imaginário que te dá conta de estares a obter uma maior clareza na visão que tens daquilo em que estás a tomar parte e no que estás a abordar e que É uma realidade, e hás-de envolver o processo de abordares as tuas próprias crenças e permitir-te aprender a aceitar essas crenças de modo a seres capaz de ajudar outros indivíduos também, no âmbito desta mudança de consciência. (A sorrir)

ROBIN:  Obrigado.

ELIAS:  Não tens o que agradecer.

FORREST:  Temos mais ou menos cinco minutos de sobra na cassete.

ELIAS:  Muito bem. Vou dar a noite por terminada e expressar-vos a cada um de vós e a todos muito carinho. Expresso-vos o meu enorme afecto nesta noite, e fico a antecipar o nosso próximo encontro, para jogarmos o nosso jogo! (A rir)


A todos vós nesta noite... (alguém profere algo que não é escutado aqui, e o Elias sorri e acena com a cabeça) para vós estendo o meu au revoir!

Elias parte às 8:10 da noite.

Nota da Vicki: A esta altura, o Forrest foca toda a gente ao redor da sala, a fim de dar a cada um a oportunidade de me dizer olá e de estabelecer contacto visual com toda a gente. Que ideia estupenda! Muito legal! Eis algumas das impressões que colhi.

Em relação à Robin:  Percebo uma aura expandida, de uma cor muito clara, talvez a indicar um à-vontade na abertura para com certas situações.

Em relação à Margo:  Contraparte da Margot/Jeselle.  Isso nada tem que ver com o teu nome!  Além disso, vê a nota de rodapé sobre a espiral quadrada.

Em relação ao Erik:  Muito gentil, e MUITO familiar para mim.  Interessante!

Em relação ao Nathan:  Muito cordial e confortável com o grupo, e apresenta qualidades tanto de introvertido como de extrovertido.

Em relação à Jennifer:  Não muito confortável na situação de grupo, mas permitindo-se ter consciência de ligações no âmbito da consciência; talvez dispersa?

Em relação à Darin:  Dispões de uma informação específica a oferecer numa certa área que será útil ao grupo, mas não estou certa do que seja.

Em relação ao Forrest:  Barba impecável!

Em relação à Mary:  Oh, cala-te lá!

Com respeito à espiral quadrada: Esta é a terceira sessão de grupo efectuada no Vermont. Na segunda, a Margot fez uma pergunta relacionada com um símbolo que a capacita a aceder a estados alterados de consciência. Ela descreve isso como uma “espiral confusa”, e adiantou o esclarecimento de ser uma espiral quadrada. Assemelha-se bastante ao azulejo da memória, o qual é circular em vez de quadrado, e em que ambas as espirais têm início no centro e espiralam para fora no sentido dos ponteiros do relógio. Devia gostar de tentar entrar em contacto contigo, Margo, num foco que partilhemos, através desse símbolo.

NOTAS DE RODAPÉ:

(1)  A troca de conversa efectiva pareceu-me ligeiramente diferente tanto no início como no final desta sessão e após o intervalo, embora seja difícil precisar exactamente como. Refiro-me ao período de tempo em que começa quando a Mary fecha os olhos e quando o Elias começa a falar, que geralmente é menos que trinta segundos.

(2)  Com relação ao Experimento de Filadélfia, aqui vai um excerto da sessão #6, datada de 14/5/95. Caramba! Notei que ambos estes textos têm a data 14/5. Que quererá isso dizer?
VICKI: ...Poderias, por favor, fazer um comentário sobre o experimento de Filadélfia?
ELIAS: Desejas saber se será possível?
VICKI: Desejava saber se ocorreu!
ELIAS: Existem muitos mais factos envolvidos, mas é-vos possível a todos superar o tempo e o espaço. Esses não passam de termos e conceitos relativos. Na realidade não têm existência. É por isso que isso pode ser realizado. Não necessitais de experiências sofisticadas para alcançardes isso! Existe muita gente da ciência que não acredita poder realizar isso sem medição detalhada de tudo e mais alguma coisa! Eles “acidentalmente deparam-se” com estados que são bastante naturais, e em seguida sentem ter descoberto algo extraordinário! Tentam reservar essa informação para si próprios, não porque seja danosa, mas por desejarem apropriar-se disso e não terem vontade de partilhá-lo, além de também não compreenderem. Vós no vosso foco tendes a habilidade de realizar as mesmas coisas que eles! Só que eles ACREDITAM que essas coisas devam ser alcançadas por meios específicos. O problema deles reside no facto de não compreenderem o que terão feito. Se alterassem o enfoque que empregam, ficariam sem saber o que fazer! Os seus instrumentos de medição tornar-se-iam desnecessários. Mas isso enerva a comunidade científica. (A sorrir)
VICKI: Adorei essa resposta! É simplesmente maravilhosa!


© 1998  Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados



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