sexta-feira, 5 de outubro de 2012

"EQUILÍBRIO ENTRE INTELECTO E INTUIÇÃO II"




Sessão 201 

“O Desabrochar da Consciência Alargada e as Implicações do Processo"

Terça-feira 29 de Julho de 1997 © (Privada)
Tradução: Amadeu Duarte 
Na foto: David (Mylo)

Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Cathy (Shynla), e o David (Mylo).
Elias chega às 13:54 da tarde. (Tempo: 15 segundos)

ELIAS: Boa tarde.

DAVID: Boa tarde. Creio não ser preciso explicar-te por que razão aqui me encontro hoje, por pensar que saibas por que razão aqui estou, pelo que creio que vou passar às pergunta que pensava precisar perguntar-te com base em tudo quanto tenho experimentado em tão curto tempo. Estou mais ou menos a experimentar o que tenho chamado de um monte de “galanteios” e espero continuar a experimentar muitos “galanteios” por estar a gostar. Contudo, tenho algumas perguntas que são um tanto extensas, pelo que te peço que me atures. Além disso, gostava de tas ler desta maneira para que fique registado, de modo que aqueles que lerem isto compreendam melhor de onde isto vem e não interpretem mal o que tenho a expor ou a perguntar.

Muito bem, a primeira. Tenho vindo a ler um pouco algumas das transcrições que datam do começo e da altura em que começaste a mencionar o nome Dave ao grupo de então. Tenho algumas perguntas relativas a isso na esperança de eu próprio conseguir estabelecer alguma luz em mim que ainda não se tenham apagado, por assim dizer. Precisamos recostar-nos e tentar compreender como é que eu enquanto indivíduo devo sentir-me com relação a tudo quanto tenho experimentado em tão pouco tempo, em comparação com os outros que tiveram à volta de dois anos ou isso para filtrar e digerir por si sós o que puderam experimentar até agora. Até ao momento, pareço estar a sair-me muito bem, embora queira saber por que razão, e para o referir em termos bastante correntes, quando na verdade não é assim, se é que sabes o que estou a querer dizer.

Além disso, com tantos anos de sentimentos de solidão que carrego dentro de mim, e levando em conta que me encontro na Califórnia, bastante afastado da minha família e amigos, facilmente sou capaz de ver o quão fácil seria deixar-me atrair por algo que seja de fora deste mundo, algo que tenha que ver com uma energia que parece estender-me amor, assim como à família também. Por isso, quero ter a certeza de me estar a envolver com um caso de ocorrências concreto e não um que eu tenha criado em resultado de não sentir mais interesse pela vida, conforme a experimentei até agora; quase como se tivesse desistido, e subitamente tudo isto tenha começado a materializar-se na minha vida.

Nota da Vicki: esta deve ser a pergunta mais longa de que há memória até à data!

ELIAS: A tua declaração chave – que te deixaste conduzir a ponto de desistires; isso é significativo por interromperes a luta e te permitires abrir-te no sentido em que te direccionaste. Conforme tenho referido muitas vezes, não é preciso que te encontres na proximidade física dos outros para estares em ligação no âmbito da consciência. Vós estais todos em ligação. Estais todos continuamente em comunicação uns com os outros. Conduzes-te no sentido de probabilidades a fim de actualizares o desejo e o objectivo que tens. Vós estais a cada instante a criar probabilidades e a escolher probabilidades que se movam na direcção do vosso objectivo, o qual gera o vosso cumprimento de sentido de valor. Nos vossos termos pode ser encarado como natural que os indivíduos no foco físico questionem e duvidem do próprio movimento que empreendem. Tu foste inundado de crenças que te reforçam a duplicidade que te assiste. Por isso, torna-se fácil para ti duvidar do rumo que tomas.

Nos limites das crenças que abrigas, no geral, conforme no caso de todos os indivíduos, achas que é muito mais difícil confiar e aceitar a tua própria intuição e o próprio rumo que tomas. Vou-te dizer que isso uma vez mais serve ainda como um outro exemplo da luta que é travada entre a intuição e o intelecto, e de que não existem coincidências! Isso pode igualmente servir-te igualmente de validação de que nas ligações da consciência e das escolhas quanto às probabilidades objectivamente independentes de ti e do teu conhecimento objectivo, outros estabelecem contacto com a mesma informação que te é apresentada neste dia; pelo que isto serve, para cada um de vós, para vos permitirdes validar-vos em meio às experiências por que passais, e desse modo vos permitirdes aceitar mais as escolhas que estabeleceis em relação às probabilidades e ao reconhecimento de não serem produzidas pelas crenças psicológicas que tendes. Tu estás na realidade a avançar de modo intencional e a estabelecer contacto precisamente da maneira que escolheste. Por isso, e nos vossos termos apenas, encontras-te precisamente onde precisas estar. Isso não é imaginação nenhuma. Isso é uma realidade.

Tu perguntas em relação a ligações e atracção por este fórum e em relação a esses indivíduos e a estranheza disso, e se isso não poderá ser um simples elemento manufaturado do teu raciocínio que desejes passar a criar, ou se essa será de facto uma atracção efectiva. Deixa que te sugira o exemplo o dia de hoje. Eu afirmo-te que aquilo que estás a experimentar é a luta entre o intelecto e a intuição. Não sabes a qual dar atenção. Por isso, dás uma atenção parcial à intuição que te move, mas questionas e quase permites que a intuição seja assolada pelo intelecto. Por isso, geras confusão no teu íntimo, por não estares a aceitar. Isso é-te trazido à atenção de modo a poderes compreender que o intelecto e a intuição são ambos elementos básicos da vossa criação física, da vossa manifestação. E não se encontram em conflito nem em contradição um com o outro, naturalmente. São colocados em conflito um com o outro por meio dos vossos sistemas de crenças. Ao intelecto é apresentada uma função diferente daquela para a qual foi criado. Neste mesmo dia, esta mesma informação foi apresentada à Shynla e ao Michael num informe anterior; uma informação idêntica. Esses indivíduos, assim como tu, não tinham conhecimento objectivo do que cada um de vós estava a experimentar e daquilo que estava a contactar em termos de informação, mas contactaste a mesma informação; o que representa um exemplo do quão necessitais expressar uns aos outros objectivamente os raciocínios que tendes, as preocupações que vos assolam, as opções que tomais, e podeis manifestar a mesma coisa independentemente do resto, por estardes ligados subjectivamente.

DAVID: Hmm. Eu confio nos meus instintos. Sou muito poderoso nessa área, mais do que a maioria daqueles que conheço. Contudo, por vezes pensava ter razão, e as coisas chegaram-me ao conhecimento e provou-se que eu estava errado. Por isso, já passei pela experiência de constatar que talvez devesse ter dado atenção ao meu instinto.

ELIAS: Eu digo-te para dares sempre atenção à tua intuição, embora equilibres isso com o intelecto; Sem a substituíres pelo intelecto, mas permitindo que o intelecto se harmonize com a intuição. O aspecto intuitivo do teu foco constitui a linguagem que usas para contigo. O intelecto serve de intérprete. Se ambos estiverem em harmonia, deverás criar e compreender com facilidade. Se deixares que um se torne primordial ou substitua o outro, virás a criar conflito e confusão. Alguns deixam que o intuitivo se substitua ao intelecto. Consequentemente, não compreendem a linguagem que usam para com eles próprios; o que também representa um desequilíbrio.

DAVID: Que tal me estou a sair até agora?

ELIAS: Muito bem. Só precisas aceitar as expressões que assumes e reconhecer-te e às conexões que apresentas, ao invés de desvalorizares essas conexões e o movimento que empreendes.

DAVID: Creio que seja devido ao facto de ser simplesmente natural. É terreno estranho de momento.

ELIAS: Justamente. 


DAVID: Mas quanto mais me habituar a isso, mais confortável me sentirei, e mais poderei correr pelos campos! (A rir)

CATHY: Posso colocar uma pergunta rápida? (O David responde que sim) Muito bem. No Domingo à noite, quando foi suscitada a questão do gravador e eu estava sentada ali, algo me disse que devia falar aos outros na pirâmide antes de tomar essa decisão. E aí, por uma razão qualquer, o Ron e eu decidimos simplesmente avançar e fazer aquilo que fizemos. Ora bem, isso terá procedido do meu intelecto ou terá sido da minha intuição?

ELIAS: Isso foi um exercício da tua intuição.

CATHY: A que optei por não obedecer.

ELIAS: Tu ESTAVAS a obedecer à intuição na opção que tomaste.

CATHY: A sério. Bom, agora estou mesmo confusa!

ELIAS: Não estavas a desconsiderar com o intelecto ao não escolheres trazer a discussão da pirâmide à baila, por causa dessa decisão.

CATHY: A qual parece ter provocado um enorme conflito.

ELIAS: Muito conflito está presentemente a ser experimentado por todos os indivíduos em resposta a esta onda, coisa que tive ocasião de referir muitas vezes, recentemente. Cada um de vós continua a não dar ouvidos à informação apresentada e a não dar atenção ação a esta informação, por optardes por vos agarrar ao conflito ao não aceitardes e escolherdes continuar na mesma expressão, e depois questionais-vos sobre a razão por que continuais a experimentar conflito e a criar conflito! Eu referi muitas vezes recentemente que esta onda está a ter lugar. Todos vós estais a experimentar efeitos no âmbito desta onda. Estais individualmente a optar por continuar a agarrar-vos ao conflito.

CATHY: Mas as percepções que as pessoas no foco físico têm são diferentes. Se tivermos duas percepções distintas sobre um mesmo assunto, não sei onde encontraremos o equilíbrio sem uma pessoa... Quero dizer, como poderemos aceitar ambas quando se apresentam duas percepções diferentes?

ELIAS: Aceitando a tua e a percepção do outro!

CATHY: Então não é obrigatoriamente pela mudança de uma das percepções, só...

ELIAS: Justamente. Uma não está errada, e a outra não está correcta. Esta onda trata da aceitação, não da alteração da percepção do outro indivíduo.

DAVID: Creio que esta coisa subordinada à percepção seja boa por me encaminhar para a pergunta seguinte, que se baseia em grande parte do comportamento instintivo que tinha à altura. Eu vou-ta ler. Entendo agora que os fortes sentimentos que experimentei em associação com outro indivíduo – de que te falei na primeira sessão privada que tive contigo - e a inundação de sentimento de amor e os sentimentos emotivos ligados a ele foram o resultado de um forte trespasse de focos passados mantidos com esse indivíduo. Mas ainda sinto a forte necessidade de saber quem exactamente é essa essência por quem continuo a sentir uma forte atracção. Sempre que ele estava na minha presença, senti um forte sentimento de unidade, por assim dizer, algo que até á data jamais senti no meu presente foco. Eu pensava que tinha sentido em relação a outros indivíduos, mas este sentimento foi muito além desses. Não consigo explicar. Senti que tinha encontrado a minha outra metade, por assim dizer. É somente o facto de termos partilhado alguns focos espantosos no passado, juntos, ou haverá mais a dizer sobre isso? Pela minha parte, não descansarei até conhecer a identidade completa dessa essência.

ELIAS: Esse indivíduo detém o próprio tom (espírito) no âmbito da essência. Esse indivíduo apresenta uma fragmentação do Patel. Por isso, no âmbito da essência, a qual está a trespassar, estabeleces o reconhecimento de um profundo afecto, por te teres fragmentado do Elias e esse indivíduo se ter fragmentado do Paul (Patel).

DAVID: Estou a entender. Ter-se-á este indivíduo fragmentado do Paul ao mesmo tempo que eu me fragmentei de ti?

ELIAS: Não. Mas isso não importa.

DAVID: Está bem, Eu entendo o tempo, pelo que não o quis referir nesses termos.

ELIAS: O entrelaçamento dessas essências, a fusão dessas essências, é conhecido em todos os fragmentos dessas essências, por todo o fragmento comportar toda a experiência e memória da essência de que se fragmenta.

DAVID: Está bem. É por isso que consigo pressentir um monte de coisas relacionadas comigo próprio que de facto estão relacionadas com a tua experiência. E de facto, o paralelo com a experiência que tiveste com o amante no tempo de vida do Oscar Wilde, eu passei por paralelos semelhantes com este tipo, quanto à emoção e à dor que senti. Será isso correcto?

ELIAS: Exacto.

DAVID: Mas eu escolho isso, não?

ELIAS: Correcto. (David ri)

DAVID: Muito bem. Bom, esta adorava saber! Uma vez mais relaciona-se com este tipo, mas a seguir vou deixá-lo de lado. Poderias dizer-me o que ele próprio estaria a sentir com respeito aos sentimentos que nutria por mim, ao serem possivelmente por completo  diferentes da interpretação que eu fazia deles? Isso ajudar-me-ia a compreender se tudo quanto acreditava ser verdade estaria correcto. Ou se eu estaria equivocado? (Pausa)

ELIAS: Esse indivíduo apresenta sensibilidade, nos vossos termos, mas também tem fortes crenças que entram em conflito com essa sensibilidade. Por isso, o indivíduo opta por não actualizar probabilidades no sentido de se permitir muita intuição e atenção pela própria linguagem que utiliza, pelo que opta por um sentido diferente na direcção que toma no sentido da experiência enquadrada nos limites das crenças que tem. Nessa medida, a interpretação que fazes do indivíduo, embora influenciada pelos sistemas de crenças psicológicos em ti, está relativamente acertada. Eu afirmo-te que, embora o indivíduo tenha receio no âmbito das crenças que apresenta, isso também consiste na escolha de uma experiência. Por isso, não me interpretes erroneamente, ao acreditar nos sistemas de crenças que tens, que o personagem esteja vinculado pelo medo que sente em relação à aceitação social. Trata-se de uma escolha com o propósito da experiência.


DAVID: Então, quando falei com esta essência chamada Mary, de que pareces ter conhecimento, quando lhe falei sobre isso, muitas, muitas vezes ela comentou veementemente que “Ainda não tinha terminado entre nós os dois. Que de momento estaria, mas que não tinha terminado. Consigo perceber o que queria dizer com isso. De momento, o medo que ele sente em relação a ti é grande, mas não terminou. Haveis de voltar a reunir-vos algures no futuro como amigos ou seja o que for, mas haveis de voltar a estar juntos de novo.” Uma vez mais, talvez uma parte de mim esteja a agarrar-se a isso. Mas, terá ela razão ou não?

ELIAS: Eu disse-te igualmente que a escolha presente nas probabilidades pode ser alterada. Probabilidades futuras poderão ser criadas no sentido de alterar a situação. Isso depende do elemento de tempo que o indivíduo escolhe experimentar o que estiver presentemente a ser criado.

DAVID: Está bem. Bom, esta é uma boa pergunta para toda a gente. Diz respeito a uma experiência por que passei numa destas noites, de que realmente gostei, e que representou uma experiência super fantástica! Tive uma experiência muito estranha mas, ainda assim interessante, numa destas noites na altura em que adormeci rapidamente. Acordei subitamente a meio da noite, e dei-me, de uma forma aguda, conta de um movimento de energia na região do meu estômago, na área do meu plexo solar. De súbito, a energia, à semelhança de uma chama, expandiu-se, para se ir juntar à energia da terra por debaixo de mim. A seguir tive o claro sentimento de fazer parte da terra e de estar em sintonia com ela, de tal modo que consegui sentir os movimentos que empreende por debaixo de mim. Conseguia ouvir a moagem que a terra provocava e assim, algo similar ao começo do que se poderá designar como uma actividade sísmica. Bom, quanto mais acreditava ser o caso, mais a moagem que formava se agitava. No meu íntimo, disse a mim próprio para descartar essa ideia, e ao faze-lo, aquela moagem diminuiu lentamente até ao zero, altura em que me passei a sentir incomodado com a energia massiva que se gerou na região do plexo solar. Com esse pensamento aquilo desapareceu, somente para ser substituído por uma sensação da tua voz a vir de uma dimensão localizada na minha cabeça, por assim dizer, como se me encontrasse num quarto vazio, e tu estavas em definitivo separado do modo como te experimentei antes de falares comigo e do modo dos pensamentos que tinha. Poderias explicar-me essa experiência por que passei?
ELIAS: Isso representou um outro exemplo da validação da capacidade que tens de te ligares com este fórum no âmbito da consciência. Já vos apresentei informação muitas vezes quanto à ausência de separação existente entre o vosso planeta e o que julgais ser a natureza. Tudo isso faz parte de vós. Isso são tudo criações da essência, e vós não vos encontrais separados desses elementos. No âmbito da consciência não existe separação. Estendeste essa experiência a ti próprio a título de uma experiência ligada com esta informação para poderes validar o facto de não ser uma mera invenção da tua imaginação ou do pensamento positivo ou do desejo. Tu estás a experimentar uma realidade. Por isso, também estás a apresentar a ti próprio experiências no sentido de validares a sua realidade.

DAVID: Foi muito real, sim. Encontrava-me desperto. Não estava a sonhar. Contudo, quando me dirigiram a palavra, terás sido tu?

ELIAS: Fui.

DAVID: O problema é que eu esqueci aquilo que me disseste!

ELIAS: Não tem importância. Tu estabeleces a ligação no âmbito da actividade subjectiva. Por isso, é-te estendida uma linguagem no âmbito da essência que não se traduz inteiramente de uma forma objectiva. No teu estado de sonho tentas traduzir de uma forma objectiva, e muito embora na percepção visual que tens no estado de sonho elabores o raciocínio de linguagem e de interpretação, acordas sem lembrança nenhuma, por na realidade não existir qualquer tradução que se ajuste à vossa linguagem objectiva. O que não quer dizer que não tenhas uma compreensão disso.


DAVID: Muito bem, isso eu entendo. Enquanto catraio, de facto podia dizer que a partir do própria altura em que surgi neste mundo, nos primeiros sete anos da minha vida experimentei um enorme abuso emocional e físico por parte do meu pai, assim como fui sujeito a testemunhar os abusos cometidos sobre a pessoa da minha mãe, que enquanto catraio amava mais do que qualquer outra coisa no mundo. Isso representou igualmente a experiência de uma enorme dor para um garoto pequeno suportar. De facto, até ao dia de hoje, fico surpreendido por eu e os meus irmãos nos termos saído da forma que o fizemos. A que se terá ficado a dever tudo isso?

ELIAS: Isso ficou a dever-se à tua escolha.

DAVID: Está bem, mas de que modo o poderei compreender sem deixar que desapareça? Quero dizer, queria compreender isso por ter representado um tormento!

ELIAS: Dir-te-ei que se trata de uma escolha de uma experiência muito comum (ao nível) da essência, pelo menos em um foco, por ser alheio à consciência da essência. Por isso é elegido como uma experiência. Nas crenças que tendes atribuís termos morais à acção, mas elegeis as experiências simplesmente por a experiência ser diferente das outras experiências. Não te vou antecipar o facto de na verdade tu próprio entenderes isso, ou que colectivamente, num futuro próximo entendais tal conceito, por para ti representar um conceito, por nas crenças que tens te ser bastante estranho. Por isso, conforme estás a escolher, ainda passará um tempo antes de vires a admitir a compreensão e aceitação do que encaras actualmente como o conceito da experiência em função da experiência, por assim dizer.

DAVID: Terei compreendido aquilo que pretendia escolher com base nisso? Quero dizer, que será que entendi daquilo, de que possa dizer: “Ena! Foi o que colhi da experiência!”

ELIAS: A experiência.

DAVID: Claro, de que me valerá se não tiver utilidade nenhuma?

ELIAS: Porque deverás "fazer uso dela?"

DAVID: De modo a poder, porventura, ajudar os outros que tenham passado por isso e dizer: “Bem, olha, é assim e assado...”

ELIAS: Caso isso corresponda à escolha que fizeres, então que assim seja!

DAVID: Caso contrário, parecerá uma perda de tempo experimentar alguma coisa unicamente em função da experiência!

ELIAS: Isso também traduz a filtragem que fazes com base nos sistemas de crenças que tens.

DAVID: É confuso! Bom, tu elegeste uma tarefa difícil, não escolheste? (A rir) Escolheste mesmo! Temos gente neste planeta que está a passar por: “Ai ai!” De qualquer modo...

ELIAS: TU é que escolheste uma tarefa difícil! 


DAVID: (A rir) Creio que imagino que sim! Estou certo disso! Muito bem. Em um certo sentido sinto-me bastante estúpido, ao expressar o que tenho vindo a sentir como uma mudança de energia. Embora a Vicki me tenha dito, graças a deus, que de outro modo me tornaria insano, por essa ser uma coisa a que estamos muito habituados, conforme o Elias explicou. De qualquer maneira, vou prosseguir para que conste. No meu próprio ser, nos últimos tempos, pareço descrever isso como a experiência de um tipo qualquer de gravidez espiritual ou algo assim, por os sintomas se parecerem bastante com os que uma mulher experimenta durante os nove meses da gravidez. Por exemplo, nos últimos noves meses, tenho vindo a sentir muitas vezes náuseas. Como pouco e isso faz-me sentir satisfeito. Ando inchado... sinto cansaço, durmo bastante. Cheguei mesmo a passar por um período em que tudo quanto parecia ter sonhado era bebés a nascer! Um monte de energia estranha através de sentimentos que jamais experimentei antes, e isso faz-me sentir curioso. Quero dizer, sinto como se fosse um saltar para fora! ( A rir) A que será que estou a dar à luz?

ELIAS: A ti próprio! (A rir)

DAVID: A sério?

ELIAS: Estás a apresentar a ti próprio essas imagens e experiência objectivas, de maneira com que também te consigas relacionar e validar junto com outros neste fórum. Na verdade, no teu quadro físico de tempo, esse acto de dar à luz já teve lugar; mas tu, inconsciente objectivamente das imagens, apresentas a ti próprio actualmente esta experiência, de forma a poderes validar-te quanto ao facto de não precisares de “recuperar o atraso”. Estás a experimentar a mesma coisa, e estás coligado ou em associação.

DAVID: Ainda carrego esta energia. É como se situasse na área do plexo solar. Ela abandonar-me-á em breve? Por que me está a deixar louco!

ELIAS: Sofrerá uma alteração.

DAVID: Suponho que deste acto de dar à luz resultarão coisas positivas.

ELIAS: Nos teus termos. (A sorrir)

DAVID: Está bem. A seguir, não consigo descobrir como me poderei tornar consciente daquelas crenças de que presentemente não tenho consciência, por que quando te voltas para mim nas sessões com o teu olhar experiente de referência, não tenho muita certeza ao que a tua mensagem se refere exactamente. Devido a, uma vez mais, como no caso das camadas sucessivas de crenças, os comentários que fazes também poderem representar camadas sucessivas de uma pura confusão adicional, para mim! Por agora tenho noção de estar a passar por elas, e não desejar prosseguir pelo resto deste foco sem ser capaz de as reconhecer. Quero extirpá-las o mais cedo possível. Ajuda-me!

ELIAS: Tu não estás a afastar as crenças do caminho!

DAVID: Bom, sabes o que eu quero dizer!

ELIAS: Deverás apresentar a ti próprio o reconhecimento das crenças quando estiveres preparado. Posso apresentar-te muitas crenças que as colocarás diante de ti e nada farás com elas, por não estares preparado. Quando estiveres preparado em ti próprio para enfrentar cada uma dessas crenças e a aceitares, coisa que no vosso foco físico é muito mais árduo do que julgais por antecipação, deverás apresentar a ti próprio repetidos exemplos de cada crença, o que representará o acto de te dirigires a ti próprio e a permitir-te reconhecer estar preparado para lidar com cada crença individual. Precisas apresentar essas crenças a ti próprio.

Por vezes, quando um indivíduo repetidamente se confronta com um mesmo tipo de imagética ou conceito e o reconhece como tal, e tem consciência de estar a tentar tratar de uma certa crença mas entende que não consegue identificar essa crença, posso dispor-me a ajudar o indivíduo na identificação dessa crença; mas isso também só é sugerido quando o indivíduo está preparado, e já tiver apresentado a ele próprio muitas imagens e uma compreensão de estar a batalhar com um sistema de crenças, e só precisar identificar essa crença a fim de se permitir pôr em movimento.

DAVID: Tenho conhecimento de uma delas. Agora sei como tomar posse dela. É o facto de saber que não me amo o suficiente. Sei disso, mas ainda assim vivo comigo próprio, pelo que não creio que seja fácil! Mas não amo, e não sei por onde começar, entendes? Não sei por onde começar, nessa área. Não me quero olhar ao espelho e dizer: “Ah, que encanto que tu és!” e tudo isso, por não resultar!

ELIAS: Porque não o haverás de fazer? Aceita-te! Toma nota de todas as vezes em que não te aceitares. Isso deverá ajuda -te servindo-te de ponto de partida.

DAVID: Estou a proceder a isso.

ELIAS: Eu estendi previamente um exercício aos indivíduos deste fórum, nas nossas sessões, destinado a ajudá-los a concentrar-se e a observar durante o período de tempo semanal toda a vez em que se invalidam pessoalmente, e a levá-los a contarem entre si toda a vez que outra pessoa estiver a invalidar-se a ela própria. Isso poderá servir de ajuda a título de exercício, por ser bastante esclarecedor o número de vezes que na realidade todos fazeis isso.

Nota da Vicki: Isso acabou por se tornar num cenário em que passamos a indicar prontamente “Invalidação Pessoal” toda a vez que damos por nós a desbaratar-nos. É irritante, mas actualmente estamos muito mais cientes da frequência com que o fazemos.

DAVID: Claro, já pude constatar que em todo o caso tenho vindo a fazer muito isso, com as pessoas no trabalho. De modo que é excelente. Está bem...

ELIAS: Vou ter que pedir um intervalo, e logo poderás prosseguir com as tuas perguntas.

DAVID: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

INTERVALO

ELIAS: Continuemos. 


DAVID: Bom, agora estou quase a chegar lá! Deixei duas questões de sobra. Realmente sinto uma proximidade grande em relação a ti, Elias, muito mais quando estás na minha presença, conforme neste momento. Obviamente, agora que sei quem sou ao nível da essência, relativamente à ligação que tenho com a tua essência, torna-se provavelmente compreensível que eu sinta estas coisas. Contudo, este sentimento de solidão que tenho carregado em mim toda a minha vida e que me conduziu às cegas, por assim dizer, por muitos caminhos abaixo e pelas muitas experiências que conduzi a mim próprio sob a crença de que outro indivíduo neste foco físico, será que realmente representa a resposta para o que busco? Ou será outro indivíduo efectivamente que eu devo buscar em relação à questão do companheirismo?

ELIAS: Muito bem. Tu estás a traduzir, por intermédio da emoção do foco físico, elementos que reconheces, só que por meio das crenças que se prendem com o foco físico. Nisso reside a distracção da tua parte, de que te dei conta inicialmente.

DAVID: Bom, essa é difícil por me encontrar no físico, e desejar ter e afagar e acarinhar e amar e experimentar de uma forma concreta essa outra pessoa, e tu não te encontras aí! Estás numa outra dimensão qualquer! Assim, como conseguirei realizar isso?

ELIAS: Tu podes escolher, caso desejes, criar o que encaras como um relacionamento com um outro indivíduo. Isso é uma opção que fica ao teu critério. Podes optar por ter essas experiências físicas. Sugiro-te simplesmente que reconheças que o vasto poço de sensações que sentes não poderá ser inteiramente satisfeito no teu foco físico, por se dar um reconhecimento do que permanece além. Por isso, deténs a experiência de não alcançares muito bem a profundidade que buscas em cada relação que tens, por essa profundidade que buscas se encontrar em ti.

DAVID: Entendo. Torna-se igualmente compreensível que tu também consigas entender o quão difícil se torna. Conseguirei estabelecer esse laço somente quando sobrevier o dia (fatídico) de me desprender do corpo, altura em que serei livre do físico para me dirigir rumo à essência?

ELIAS: Não necessariamente. Na mais provável das probabilidades, deverás permitir-te experimentar isso no teu foco físico.

DAVID: Está bem. Bom, fico satisfeito. Isso corresponde... mais ou menos ao que eu senti. Só queria ter a certeza de que sentia realmente isso, pelo que é mais ou menos agradável sabê-lo. Muito bem, a minha última pergunta tem que ver com o seguinte: Já há algum tempo que tenho vindo a experimentar – e estou a referir-me a anos – uma comichão irritante nos meus ouvidos, de tal modo que, se não parar em breve, vou acabar com uma irritação no meu cérebro! (O Elias ri) Assim, que será isso? Está a deixar-me doido! (A rir)

Nota da Margot: E está a revelar-se contagiante! Todo o tempo em que redigia estas palavras, e a seguir de novo quando estava a corrigir esta transcrição, o meu ouvido esquerdo apresentava uma irritação insuportável! (A Margot era a pessoa que por esta altura procedia á transcrição destas sessões)

ELIAS: Podes reconhecer isso neste instante, e podes permitir-te desfazer essa acção destinada a captar-te a atenção. Conforme o Michael experimentou um enorme dano na cabeça e no cérebro – o que designais por dores de cabeça – em relação ao facto de não se permitir estabelecer uma sintonia completa com esta essência, também tu, assim como outros indivíduos, crias aspectos físicos destinados a captar-te a percepção. Agora já reparaste, e a razão prende-se com a abertura e a permissão para dares ouvidos, mas agora já dás ouvidos a esta essência. Por isso, podes desfazer-te da resposta física que geraste.

DAVID: Está bem. Obrigado. (Para a Vicki) Queres perguntar alguma coisa?

VICKI: Eu tenho perguntas da parte de outras pessoas. Não sei se será a altura apropriada para as colocar.

ELIAS: Se optares por isso.

VICKI: Está bem. Na verdade, a primeira pergunta que tenho a fazer é referente a mim. Eu tive a intenção de fazer estas perguntas no nosso último encontro. Sinto curiosidade quanto ao facto de teres terminado essa sessão de forma tão abrupta.

ELIAS: Foi-vos apresentada uma escolha. Definistes a vossa escolha colectivamente.

VICKI: Bom, talvez me esteja a recordar incorrectamente, mas normalmente proporcionas uma opção. Por outras palavras, referes algo mais ou menos nestes termos: "Desejareis fazer mais perguntas?"

ELIAS: Isso está correcto, embora tenha apresentado uma escolha inequívoca quanto à abertura do vosso fórum com perguntas ou o tema da pirâmide.

VICKI: Ah, referes-te ao início?

ELIAS: Sim.

VICKI: Ah, no início da sessão.

ELIAS: Correcto.

VICKI: Foi um pouco fora do normal, conforme a percepção que tive, por muitas vezes dispormos de um tópico, mas eu jamais... muito raramente te terei visto a terminar uma sessão de forma tão abrupta.



ELIAS: Vós criastes a vossa escolha colectivamente. Optastes pela sessão da pirâmide, em função do que isso passou a ser o que teve lugar.

VICKI: Hmm. Interessante. Está bem. Bom, a minha pergunta tem que ver com outras pessoas. Da parte do Paul: Ele lê numa velha transcrição uma frase que diz o seguinte: "Esses pequenos não vão atingir a idade adulta, e todos os nove geram a manifestação de líderes mundiais." A pergunta que me enviou, ou a interpretação que fez, foi a de que esses nove indivíduos não chagarão à idade adulta. Antes disso vão "dar o berro".

ELIAS: Errado.

VICKI: Está bem. Essa também foi a interpretação que fiz, mas queria esclarecer o caso.

ELIAS: Eles simplesmente não serão o que encarais como líderes mundiais na idade adulta.

VICKI: Está bem. Da parte do Tom, que queria ver confirmada a informação de pertencer à família Sumari.

ELIAS: (Avalia) Não pertence; alinha por ela.

VICKI: Está bem. Da parte da Susan, que queria ver confirmada a informação de pertencer à Sumari e de alinhar pela Milumet confirmada.

ELIAS: (Avalia) Correcto.

VICKI: Além disso, queria conhecer o nome da essência.

ELIAS: (Avalia) Gilbert.  

VICKI: Poderias soletrá-lo?

ELIAS: Tem o mesmo soletrar da tradução que fazeis da versão Inglesa de Gilbert.

VICKI: Ah, está bem. Da parte do Michael: "Sinto curiosidade se irás perguntar ao Elias se me irá ajudar com a publicação, e se terei alguma relação com o vosso grupo ou se só estarei de passagem."

ELIAS: Estão todos interrelacionados. Todos os indivíduos que se deixam atrair para este fórum estão relacionados com o movimento inerente à agenda, ao programa deste grupo. Isso pode não ser objecto de uma actualização objectiva no âmbito do envolvimento, mas todos quantos se deixam conduzir para este fórum estão a contribuir com energia para a sua concretização, por assim dizer. Cada um possui uma criatividade que é passível de ser expressada conforme escolher. (Faz uma pausa a sorrir)

Não tenho a intenção de definir as directivas das pessoas. Isso derrota a intenção. E eu digo-vos a todos para vos reconhecerdes e para aceitardes a vossa própria grandeza e criatividade e as vossas próprias capacidades. Por isso, ao vos afastardes do vosso foco religioso, em que instaurastes a realidade da permissão da duplicidade e de serdes "conduzidos" por outros indivíduos ou espíritos ou guias ou mestres, desejo dizer-vos a todos que não precisais de guias. Apenas precisais confiar em vós e reconhecer as próprias capacidades que tendes, desse modo permitindo-vos a liberdade de assumirdes a própria criatividade para vos conduzirdes a vós próprios. Isso também representa a acção da mudança de consciência. Vós instaurastes grande parte do vosso tempo a seguir directivas enquadradas nos sistemas de crenças. Agora optais por mudar dessa acção e por vos seguirdes a vós próprios.

VICKI: Da parte do Sena, recentemente coloquei uma pergunta da parte dela respeitante à acção de contraparte, no geral, mas também especificamente em relação à Mary. Na resposta que deste a essa pergunta, estavas a falar dela e de mim e da Mary, e indicaste uma quarta pessoa. Quem é essa quarta pessoa?

ELIAS: O gémeo da Sena.

VICKI: Está bem.

ELIAS: Também podes transmitir-lhe, neste presente momento, um enorme afecto e apoio da parte desta essência. (Com muito carinho)

VICKI: Fá-lo-ei. O resto das perguntas também procede do Paul. "A Sue Watkins escreveu sobre a família Grunaargh como uma mistura da Sumari com a Gramada. Quão diferente ou similar será esta ideia dos subgrupos à tua noção da orientação e alinhamento da família?

ELIAS: Eu afirmei no nosso recente enquadramento temporal que todas essas famílias da essência têm o que podereis designar por subdivisões. Algumas criam subdivisões na combinação que formam. Isso tem lugar no caso das essências que alinham por mais do que uma família da essência no objectivo, mas não por completo no objectivo de cada família da essência. Apresentam um objectivo ligeiramente desviado, em razão do que criam uma nova subdivisão da essência. Não deve ser classificada como uma família da essência completamente diferente, por ainda se achar abrangida nas famílias da essência existentes. É simplesmente um tom (espírito) ligeiramente diferente no âmbito do objectivo; similar à vossa criação de uma organização o foco físico. No todo, os indivíduos na organização detêm a mesma direcção de objectivo relativa à concretização. Nos indivíduos, podeis igualmente ter grupos mais pequenos que se concentrem em certas tarefas. Isso assemelha-se às subdivisões das famílias da essência. Apenas se desviam ligeiramente na direcção que assumem.

Deixa que diga que te situas na família da essência Sumari. A acção da Sumari é a dos agitadores, dos activistas, dos que criam alterações. Ao nível da essência, optais por alinhar no âmbito do objetivo, mas também optais por não expressar objectivamente (de uma forma aberta) essa agitação. Por isso, podeis alinhar ou pertencer a uma subdivisão da Sumari. Podes criar uma expressão ligeiramente diferente. Existem muitas, muitas subdivisões relativamente a todas essas famílias da essência, algumas das quais tão ligeiras no tom que objectivamente, não detectaríeis qualquer diferença.

VICKI: Creio que a pergunta que tenho a fazer quanto a esta pergunta é: serão essas subdivisões uma combinação, por assim dizer, de diferentes famílias, conforme ele apresentou na pergunta que fez?

ELIAS: Sim, por vezes.

VICKI: Combinação do objectivo?

ELIAS: Sim. Nem sempre, por cada família da essência ter, em si mesma as próprias subdivisões, e sem se fundir com outra família da essência.

VICKI: "Tal como existe uma linguagem Sumari, existirão linguagens únicas para cada uma das outras oito? Em caso afirmativo, de que forma estarão relacionadas?"

ELIAS: De certa forma existe. Na definição que traçais de linguagem, não. Nem todas essas famílias da essência se expressam pelo que identificais como uma linguagem, ou seja, pela comunicação de palavras. A Sumari tem uma linguagem. Eles são os Oradores. Por isso, apresentam esse tipo de expressão. Mas nem todas as famílias da essência apresentam esse tipo de expressão. Portanto, falando em termos figurados podemos dizer que sim, que cada família tem uma linguagem, só que não nos termos da definição que dais à linguagem. As expressões podem diferir bastante. Também direi que iremos entrar nesta área destas famílias da essência em breve, e que eu irei passar a apresentar mais informação relativa aos objectivos e às acções das outras famílias da essência, à semelhança das dos Videntes.

CATHY: Mal posso esperar para ficar a saber que diferença existirá entre os Contadores e os Oradores. Isso confunde-me!

ELIAS: No teu caso vai levar um certo tempo, por haver muita informação a ser apresentada. Podes dizer a todos os nossos amigos que o Elias ainda não esgotou a informação!

VICKI: Muito bem, a pergunta seguinte é: “A nossa sobrinha que está com vinte e três, a Erin, e tem vivido intermitentemente connosco há seis anos. Utilizamos o material Seth para lhe fornecer um enquadramento para o crescimento espiritual dela. Poderias dizer-nos o nome da essência dela, a que família pertence e por qual linha e qual a orientação que tem, ou algumas pistas úteis que ela possa descobrir por ela própria?

ELIAS: Vou revelar, mas também vou recordar que as pessoas não têm a tarefa de assumir a responsabilidade pela espiritualidade dos outros! Isso tem que ver com a escolha deles. A questão está em não dirigir os outros, mas em os aceitar no contexto da acção desta mudança.

Nota da Margot: Parafraseando uma citação popular bíblica: Educai a criança de acordo com as crenças piedosas e sentido de correcção que tiverdes, e tornar-se-vos-á extremamente fácil continuar a apontar-lhe o certo e o errado. Por isso, permanecereis na imperturbável ignorância durante todos os dias da vossa vida, e a criança precisará ponderar nos sentimentos de culpa, confusão e de conflito que tiver para todo o sempre.

Nota da Vicki: Adoro-te, Margot!

ELIAS: Família, Gramada. Alinhamento, Ilda. Nome da essência – muito próximo ao tom – Milni. (Referindo-se a um indivíduo que tem o nome da essência/tom Mollny)

VICKI: Tudo bem...

ELIAS: (Para o Ron, a rir) Não vais responder a essa pequena por ela estar a expressar-se a ti? (A referir-se à nova gatinha, que estava sobre a cara do Ron, a miar suavemente)

RON: Eu estava, só que o estava a fazer mentalmente! (Riso)

ELIAS: Continua. (Pausa)

VICKI: As duas perguntas seguintes já foram abordadas.

ELIAS: Muito bem.

VICKI: Uma outra pergunta que surgiu numa conversa mantida entre o Paul e eu, e que eu na verdade não consegui responder, estava relacionada com o jogo. Por exemplo, ele tentou estabelecer uma ligação com o jogo recentemente relativamente ao Nostradamus. A pergunta que fez foi a seguinte: “Quando temos uma impressão sobre um indivíduo assim, estaremos em contacto com o foco ou com a essência?

ELIAS: Com o foco. Diz igualmente a esse indivíduo que a impressão pode não estar necessariamente errada. A atribuição da impressão pode esta deslocada; o que representa o equilíbrio entre o intelecto e a intuição. Recebeis a impressão, e permitis que o intelecto a situe na categoria. Por isso, obtivestes agora um outro pedaço de informação respeitante à acção do vosso jogo e da importância que tem no vosso aprendizado.

CATHY: Que significado terá exactamente a proximidade entre o nome da essência e o tom? (Pausa)

ELIAS: Isso representa a identificação de que estas famílias da essência se acham muito entrelaçadas. As essências que têm um tom similar movem-se com mais fluidez e directamente umas com as outras. Estas são áreas difíceis, por perpetuar as ideias que tendes da separação; embora, para a vossa compreensão, vos diga em termos figurativos que, se virdes o vosso ar, as vossas moléculas de ar aqui (colhe uma mão cheia de ar) podem apresentar uma semelhança de tom e misturar-se de uma forma mais fluída e directa do que as vossas moléculas de ar nesta área do espaço (colhe uma outra mão cheia de ar). Elas estão todas misturadas. Fazem todas parte do mesmo ar, tal como todas as essências fazem todas parte da mesma consciência, embora no tom da personalidade (ou espírito) que as caracteriza se fundam de uma forma mais fluída com algumas do que com outras. Objectivamente espelhais isso no vosso foco físico. Misturais-vos de uma forma objectiva mais facilmente com certos indivíduos do que com outros.

CATHY: Bom, nesse caso fico curiosa quanto à razão para sequer fazeres menção ao facto do tom de alguém estar mais próximo de um outro tom.

ELIAS: É informação sobre que indagais e que vos proporciona uma informação adicional sobre a consciência e a essência, e assim vos permite uma melhor compreensão da essência e da consciência. Eu digo-te Shynla, que se eu retiver a expressão (dessas coisas), podereis não vos permitir dar expressão a inquérito nenhum. Por isso, eu retenho informação e vós recusais compreender. Trata-se de um esforço de cooperação. Posso apresentar uma declaração que vos pode despertar a curiosidade, o que por sua vez vos deverá motivar a investigação, abonando desse modo a informação.

CATHY: Então, nesse caso, devem existir provavelmente montes de essências à face deste planeta que apresentem exactamente o mesmo tom de essência?

ELIAS: Muitos focos de muitas essências, sim.

CATHY: Os focos da essência têm o mesmo tom.

ELIAS: Correcto.

CATHY: Creio ter entendido!

DAVID: Estivemos hoje a falar sobre o modo de abordarmos o elemento religioso do que podemos experimentar em massa, por assim dizer. Digamos, por exemplo, que alguém possa abordar-nos e dizer: “Muito bem, que é que Jesus quer dizer com olho por olho e dente por dente?” E nós não sabemos.

ELIAS: De futuro vamos igualmente ter atenção para com esses tipos de sessões. Isso também deverá levar um certo tempo. Por isso, vamos devotar sessões em série a esse assunto, assim como à matéria da família da essência. Muitas das matérias de que estais a desejar obter informação exigem o fornecimento de muita informação que não pode ser satisfeita numa só sessão, e exige várias sessões. Continuamos a ter muita informação, que foi objecto de interrogação, sobre muitos assuntos que não foram completamente abordados, mas somente de uma forma parcial; mas à medida que prosseguirmos, eles terão continuidade. Alguns não foram abordados de todo.

Indagações foram feitas quanto à curiosidade relativa à vossa criação e às ligações que tendes com as criaturas animais e a criação da sua realidade. Isso foi parcialmente respondido e de uma forma breve, mas foi igualmente dito que esse assunto vai exigir muito tempo e até ao presente não foi abordado. Não é, nos vossos termos, possível que o Elias forneça volumes de informação, conforme a designação do período de tempo que empregais, “tudo de uma só vez”. Por isso abordamos os elementos mais importantes em cada altura, que futuramente regressaremos a essas questões quando o vosso tempo e a vossa compreensão o permitem. Por isso, não vos preocupeis. As vossas perguntas haverão de ser respondidas.

DAVID: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

CATHY: Por falar em animais, por que razão a Caleigh esteve tão esquisita durante o encontro transfocal que a Vicki' teve? É só uma pergunta insignificante! (Isto surgiu em referência a um Encontro Transfocal que tivemos – o termo que damos à “regressão a uma vida passada” – há mais de um ano. Caleigh é a cadela da Cathy. Ela ficou muito agitada durante a experiência, e sempre nos interrogamos sobre a razão disso!)

ELIAS: Investiga! Tu tens essa capacidade, Shynla. Pratica! Hás-de conseguir. Tu, enquanto dispersa, podes experimentar esse jogo em ligação com as experiências de outros indivíduos. (O Elias diz que a Cathy teve o que ele chama "a essência dispersa," mas nós não sabemos realmente o que isso significa!)

CATHY: Eu sei que me disseste isso. Só estou a tentar conseguir...

ELIAS: Na verdade, TODOS possuem essa capacidade. Apenas experimentais de forma diferente.

CATHY: Hmm. Okay. (Pausa)

ELIAS: Muito bem. Vou-vos expressar um enorme carinho, e dizer-vos que podeis continuar a vossa investigação e gerar as vossas perguntas. Iremos “chegar a todas elas!" Por hoje, com afecto, au revoir.

Elias parte às 3:36 da tarde.

© 1997 Vicki Pendley/Mary Ennis, Direitos de Autor Reservados


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