sexta-feira, 26 de outubro de 2012

"APRESENTA A TUA EXPRESSÃO COM LIBERDADE E SEM EXPECTATIVAS"




"UMA EXPLICAÇÃO CONCISA SOBRE A MUDANÇA DE CONSCIÊNCIA"
Sessão 1052
Sexta-feira, 5 de Abril de 2002 (Privada/Telefone)
Tradução: Amadeu Duarte 

Participantes: Mary (Michael) e a Joni (Aziza)
Elias chega às 2:31 da tarde. (Tempo de chegada: 27 segundos.)

ELIAS: Bom dia!

JONI: Olá, Elias!

ELIAS: Ah ah! Sê bem-vinda!

JONI: Sim, tenho andado realmente ansiosa para falar contigo, em especial com o que está a acontecer na minha vida. Nada constitui um erro, não é? Sempre há uma razão. Caramba, se esta não é uma altura formidável! (Elias ri) Muito bem, posso começar com uma pergunta?

ELIAS: Podes avançar.

JONI: Eu tenho um cachorrinho que apresenta uma alergia e eu deixei de lhe ministrar milho e soja, mas não poderás sugerir outra coisa qualquer que eu lhe possa fazer de modo a tornar-lhe a vida um pouquinho melhor?

ELIAS: (Sorri) Mas, diz-me cá, qual é a natureza da preocupação que sentes em relação a essa criatura e ao que ela está a criar?

JONI: Poderias repetir isso um pouco? Que preocupação sinto?

ELIAS: Preocupação, sim. Por que razão essa alergia te preocupa?

JONI: Em primeiro lugar, por me deixar bastante incomodada. Bom, tenho o pressentimento de que ele... eu tive um pequeno cão salva vidas, no ano passado ou no anterior, que tive que abater por causa das alergias que contraiu, e o pressentimento que tenho é que o Bobby, quero dizer o Joey seja – o que é que costumamos chamar-lhes? – a reincarnação, sabes, do... creio que seja a essência daquele cão que tive que mandar abater por causa disso.

ELIAS: Ah. Portanto, isso é o que te preocupa.

JONI: Certamente. E conforme disse, o conforto dele, também. Ele está sempre a coçar-se.

ELIAS: Ah.

JONI: E não me dá jeito ter que ter uma alimentação especial. Eu tenho mais dois cães.

ELIAS: Muito bem. Posso-te dizer que podes dar-lhe, em termos práticos, um banho de alcatrão, e assim que tiveres feito isso, deixa de te preocupar. Porque se continuares a preocupar-te e continuares a expressar essa energia, reforçarás a criação disso.

JONI: Sim, óptimo. Obrigado. Muito bem, em relação a isso estou satisfeita. Estaremos terminados quanto ao cão?

ELIAS: Estamos.

JONI: O meu ex-marido – com quem fui casada 28 anos, após o que voltou a casar; a segunda mulher dele morreu, fez no mês passado 22 anos que esteve casado com ela – telefonou-me para me perguntar se poderia chegar a Phoenix para lhe prestar uma assistência, por ter sofrido uns ataques e não estar a passar bem e por aí fora. E eu lá vou sem problema. Num instante penso que devo ser maluca, e no instante seguinte tudo está bem. Poderias comentar isso?

ELIAS: Antes de mais, diz-me o que estás a comunicar a ti própria nas alturas em que questionas a opção que tomaste.

JONI: Penso que temo, para te dizer a verdade. A sensação que tenho é que tenha que ver com a logística. Tenho receado pelo meu futuro; embora saiba que se confiar no meu espírito as coisas se comporão; ainda assim a minha parte humana tem andado pelos lados do temor. Isso vai-me criar segurança, pelo que é algo que preciso fazer.

Mas a sensação que tenho também é a de precisarmos fechar a porta. Não pareço ter alguma vez conseguido desapegar-me deste homem, e isso é uma coisa impressionante. Não me quero atravessar nem carregar ressentimento algum nem nada disso. Mas tem sido muito difícil soltar a raiva, pelo que creio que isto deva tratar disso.

ELIAS: Ah. Então, essa é a motivação que sentes ao escolheres empreender essa acção; permitir-te fazer um ajuste de contas e gerares conforto em ti própria em relação a esse indivíduo. E com isso, a motivação que tens é também permitir-te deixar de expressar julgamento. Não é?

JONI: Correcto.

ELIAS: E em relação a esse indivíduo, que motivação terás na expressão que usas para com ele, para além de abordares esse temor e de te permitires abordar as formas de julgamento?

JONI: Não tenho bem a certeza do que estejas a perguntar. Contudo, ele foi o meu melhor amigo, e eu gostava de voltar à amizade que costumávamos ter. Isso responderá à pergunta que colocaste? Não a compreendo muito bem.

ELIAS: Em parte, sim. Estou a perguntar-te qual é a motivação que te está a influenciar a escolha com respeito ao relacionamento. Que expectativa tens?

JONI: Ah, estou a esforçar-me bastante por não ter que...

ELIAS: Ah!

JONI: ...ser honesta contigo. Há certas coisas com que sei que tenho que lidar. O pressentimento que tenho é que é melhor que lide com elas agora, como entrar casa adentro em que essa esposa viveu, e ver as coisas que costumavam ser minhas – não tem importância. Estou somente a condicionar-me para permanecer no momento e para não voltar ao passado. Já conversei com ele sobre isso, pelo que funciona como uma terapia. Penso que ele também pretenda curar isso. A única coisa é que... bom, de qualquer maneira, é uma terapia.

ELIAS: Eu estou a compreender e estendo-te o meu reconhecimento pela motivação que sentes assim como pelo reconhecimento que fazes da tua opção e do que estás a abordar ao gerares essa escolha.

Bom; devo recordar-te para, assim que empregares essa acção e te envolveres com o indivíduo, continuares a manter a tua atenção em ti e para te permitires abordar essas direcções que identificaste, por estares certa, e essas serem questões que se tornarão bastante benéficas em relação ao movimento que empreendes caso te permitas passar por isso e gerar aceitação.

Mas também apresentas a ti própria um desafio ao continuares a manter a tua atenção em ti e NÃO gerares expectativas assim que alcançares a proximidade física desse indivíduo. Por eu estar ciente de produzires uma intensidade de sentimento com respeito a esse indivíduo, e isso produzir uma resposta automática em termos da expectativa de querer que o outro que se expresse no mesmo sentido que tu em reposta ao que expressares. Isso é facilmente produzido por muitos e por ti igualmente – não que esperes que ele VENHA a respeitar ou a gerar o mesmo movimento que tu, mas o facto de poderes facilmente deslizar para uma expressão do QUERER em relação a ti própria que ele o fizesse. Estás a compreender?

JONI: Aquilo entendo que estejas a dizer é para ter cuidado.

ELIAS: Sim.

JONI: E para não esperar que ele venha com o mesmo preparo que eu.

ELIAS: Sim. Apresenta a tua expressão com liberdade e sem expectativas, com conhecimento de estares a gerar essas expressões por estares a prestar atenção a ti, e sem a expectativa de uma resposta ou de um retorno da parte do outro indivíduo. Na realidade, minha amiga, não importa realmente o que essa expressão possa compreender, por teres a capacidade de gerar o que TU quiseres com toda a honestidade simplesmente pela livre expressão de ti própria e pela permissão da tua parte para apresentares uma aceitação livre a ti própria e a esse indivíduo, que isso há-de gerar a percepção exterior na tua realidade que te facultará aquilo que queres.


Mas a chave está em continuares a manter a tua atenção no momento e em continuares a manter a tua atenção em ti e em prestares atenção às tuas comunicações emocionais. Por elas não te estarem a comunicar uma reacção relativa ao outro indivíduo; elas estão a comunicar-te aquilo que TU estás a gerar no momento, e isso ajudará mais ao te permitir que continues a manter a tua atenção em ti e no momento, sem a projectares no passado nem no futuro.

JONI: Eu pensei que se me concentrasse e prestasse alguma serventia isso me pudesse ajudar, por ser uma pessoa que verbaliza tanto e assim, sabes, e eu pensei que se eu pudesse lembrar-me de que escolho o facto de isso se prestar a alguma cura na situação, isso venha a...? Bom, eu vou tratar disso.

ELIAS: Sim.

JONI: Mas ouvi aquilo que disseste.

ELIAS: Eu compreendo o que estás a expressar, e sim, estendo-te o meu reconhecimento.

JONI: Alguém me sugeriu isso e pareceu-me acertado. Muito bem, estaremos conversados com relação a essa questão? Quero dizer, haverá mais alguma coisa que queiras acrescentar-lhe?

ELIAS: Podes prosseguir.

JONI: Agora, a outra coisa é que eu estou actualmente com 71 e já faz vinte anos, e eu vou conduzir com os meus três cães debaixo de todo o calor; e tenho vindo a ter muita... não sei se é medo ou tremuras – ou nem sequer tenho a certeza de que sensação seja, provavelmente é medo – de me colocar de novo ao volante e conduzir para tão longe. Haverá alguma coisa por que precise ter atenção, por uma obra qualquer do acaso?

ELIAS: Não necessariamente. Reconhece-te unicamente e confia em ti, por teres a capacidade de realizar essa viagem. Tu estás simplesmente a sentir o aspecto do temor em relação às crenças que tens respeitantes à idade. Mas isso são crenças, minha amiga. Não importa a idade que tenhas. Isso não te limita necessariamente as escolhas ou a capacidade de produzir a realidade que pretendes do modo que a quiseres.

JONI: Bom, de qualquer maneira encontro-me no processo de inverter a idade que tenho.

ELIAS: Ah ah ah ah ah! Olha para ela!

JONI: Mas sabes, eu realmente entendo que consigo fazer o que quiser. Só preciso aceitar o facto de que consigo fazê-lo.

ELIAS: Tens toda a razão! Ah ah ah ah!


JONI: Obrigado! Agora que pus fim a esse material pessoal – mas é claro que este também é – sinto um enorme interesse pelo meu nome da essência, pelo nome da família a que pertenço, o alinhamento que tenho, e a orientação.

ELIAS: Muito bem. Nome da essência, Aziza. Família da essência, Tumold.

JONI: O quê?

ELIAS: Tumold. O alinhamento que tens neste foco...

JONI: Peço desculpa, poderias soletrar o nome da família?

ELIAS: Poderás obter essa informação (sobre isso) da parte do Michael, subsequentemente. Ele irá disponibilizar-te as especificidades inerentes a essas famílias da essência.

O alinhamento que tens neste foco, Ilda.

JONI: Repete uma vez mais?

ELIAS: Ilda.

JONI: Ilda. H-I? Ou I?

ELIAS: I.

JONI: I-L-D-A?

ELIAS: Sim.

JONI: E a orientação?

ELIAS: Orientação, comum.

JONI: Eu posso obter esta informação em outro lugar relativamente ao que subentende, não é?

ELIAS: O Michael vai disponibilizar-te essa informação.

JONI: Foi-me dado, há muitos anos atrás, o nome de Akiana, que é o que eu utilizo quando trabalho com as pessoas, quando faço leituras, etc. De onde procederá esse nome e que significado terá?

ELIAS: Ah!

JONI: Sabes que proveniência terá?

ELIAS: Estou a entender. Devo dizer-te que tu enquanto essência escolheste incorporar esse nome físico em vários focos, e que na realidade tens uma razão para usares esse nome em vários focos, por teres uma forte associação de preferência por esse nome relativamente a expressões de focos preferidos. Nesta dimensão física, incorporas muitos focos da atenção que dão expressão a qualidades de energia semelhantes e a explorações semelhantes em relação à magia, à feitiçaria, à bruxaria, à alquimia, e actualmente às expressões do que poderá ser comummente encarado como interacções psíquicas. Isso chega a formar todo um tema ao longo dos focos que tens nesta dimensão física.

Um foco físico desta dimensão incorpora esse nome em concreto, e é, figurativamente falando, designado pela tua essência como um tipo de ponto de referência ou exemplo desse tema, e esse indivíduo dá expressão a um espantoso movimento e dá uma enorme atenção à feitiçaria, e permite-se uma expressão livre de habilitação à capacidade que tem de produzir várias expressões mágicas, por assim dizer, nesse foco particular.

Isso é muito divertido, mas também é encarado por muitos dos focos que tens como grave e é reconhecido como o tema. Portanto, esse nome constitui quase um símbolo do tema de todos os focos que tens nesta dimensão física.

JONI: Será por isso que manifesto com tanta facilidade? Claro, a feitiçaria... Eu manifesto com toda a facilidade. Caso pretenda alguma coisa, passado pouco tempo manifesto-a.

ELIAS: Justamente.

JONI: A feitiçaria e a magia, etc., representarão a energia?

ELIAS: É. É uma qualidade de energia que produzes com naturalidade.

JONI: Teremos terminado com relação a isso?

ELIAS: Terminamos.

JONI: Terás mais alguma coisa a dizer-me com respeito a isso? Não quero interromper-te.

ELIAS: Ah ah! Podes continuar. Ah ah ah!

JONI: Ora vejamos, com que será que vou querer continuar? Oh, meu Deus. Haverá mais alguma coisa que queiras dizer-me? Não tenho muito mais. É tudo quanto tinha a perguntar, tal como, quem serei eu nesta vida...

Há tantos para quem esta é a sua última vida nesta altura particular. Que estará a acontecer com o planeta? Era isso que queria saber!

ELIAS: Ah ah ah! Mas tu já sabes isso, minha amiga.

JONI: Peço desculpa?

ELIAS: Eu digo-te que já conheces a resposta a isso, minha amiga.

JONI: Oh, eu sei, só que gostava de o confirmar. (Ri)

ELIAS: Estais a empreender uma mudança global na consciência. Esta era está a mudar a expressão que a consciência apresenta. Ao longo da vossa história desta dimensão física, escolhestes expressar colectivamente uma energia masculina, por associardes todas as vossas manifestações ao sexo nesta dimensão física, e por a sexualidade ser um dos dois elementos básicos do modelo desta dimensão física. Nessa medida, produzistes toda a vossa história até esta altura por intermédio de uma expressão de energia masculina. Estais a alterar a expressão dessa energia para a expressão de uma energia feminina.

Ora bem; isso não refere necessariamente uma expressão de alteração do equilíbrio das sociedades nem alteração da concepção, digamos, dos vossos sexos masculino e feminino. Apenas muda a expressão da energia da do intelecto para a da intuição.

Nessa medida, ao alterardes essa energia, estais também a redefinir os termos, por estardes a mudar de uma expressão exterior para uma expressão interior, ao atribuirdes valor e ao voltardes as vossas atenções para o indivíduo e ao admitirdes que essa expressão o dirija, em vez da expressão anterior de projectardes a atenção no exterior e de permitirdes que os outros dirijam as massas.

Nessa medida, ao voltardes a atenção expandis a consciência que tendes, por a ênfase passar a ter lugar no Eu (vós próprios) e na expressão do feminino, na intuição. No âmbito dessa acção, dá-se a necessidade de redefinirdes a terminologia que empregais, e ao redefinirdes essa terminologia na verdade redefinis a vossa realidade física. Alterais as percepções que tendes, perceções essas que são o mecanismo que vos produz todas as manifestações físicas na vossa dimensão física. Assim, ao alterardes a percepção que tendes, alterais o vosso mundo físico real e a vossa realidade física.

Nessa medida, estais igualmente a produzir uma nova acção que não incluístes anteriormente nesta dimensão física, que é a acção da aceitação das crenças – não a eliminação das crenças, por constituírem uma concepção íntegra do modelo desta dimensão física – mas o acto da aceitação desses sistemas de crença e desse modo a neutralizar o efeito que exercem na limitação das escolhas que tendes, e assim estais a permitir-vos individual e colectivamente produzir uma tremenda expressão de liberdade.

Bom; essa liberdade de facto está a alterar-vos a realidade física, e ao inserirdes por completo essa mudança da consciência na vossa realidade físico em termos objectivos – coisa que neste século estais a empreender – alterareis o traçado que as vossas sociedades, os vossos governos apresentam, e o movimento que empreendeis em relação ao que agora percebeis como trabalho e diversão.

Nessa medida, conforme já referi anteriormente, de certo modo estabelecestes as fundações disso no vosso século passado. No vosso século 20, passastes para a expressão do movimento subjectivo desta mudança da consciência. Agora, neste século, estais a começar a inserir isso de uma forma objectiva; estais a dar início à alteração efectiva da vossa realidade em termos físicos.

Isso também gera conflito e dá lugar a muitas expressões traumáticas junto de muitos indivíduos por todo o vosso mundo. Por o acto de abordardes os sistemas de crenças e de os aceitardes vos ser muito estranho, e essa acção produzir uma enorme expressão de trauma nas pessoas e nas massas. Essa é igualmente a razão por que se gera uma aceleração da informação que está a ser apresentada pelas essências tais com eu e muitas outras expressões de energia por todo o vosso mundo, ao vos apresentarmos uma energia de ajuda no sentido de não produzirdes trauma, por não ser preciso. Por isso, ao apresentardes a vós próprios uma maior informação à medida que expandis os horizontes que tendes, permitis-vos uma menor possibilidade de trauma, e essa é a questão do envolvimento que sugiro na apresentação que vos faço da informação que vos estendo.

Nessa medida, já estais a começar a assistir a tremendas alterações e mudanças assim como a uma tremenda agitação, e estais a assistir a muitos que estão a optar por se separarem do físico (desenlace) nesta altura por não escolherem interagir nesta mudança de uma forma objectiva, por imperar um reconhecimento subjectivo do desafio a que a mudança está a dar expressão.

Agora; esses indivíduos continuam a ceder energia à realização dessa mudança só que optam por conceder expressão a essa energia em termos não físicos em vez de experimentarem o efeito físico objectivo dessa mudança. Mas aqueles que optam por continuar nas suas expressões e manifestações físicas à medida que essa mudança acelera estão a iniciar, e continuarão a faze-lo, a produção de um maior entusiasmo em relação à descoberta dessas novas liberdades que cada um de vós está a apresentar a si próprio.

Também estais todos a expandir a consciência que tendes a ponto de agora reconhecerdes que apresentais a vós próprios tremendos desafios e que as expressões de energia são bem reais e potentes, e participais na expressão desses surtos de energia colectivos na vossa dimensão física a fim de prestardes assistência ao movimento dessa mudança. Mas até mesmo esses surtos de energia se podem revelar num tremendo desafio na vossa realidade objectiva física, por também serem bastante estranhos e estarem a ser expressados de uma forma muito veemente.

JONI: Eu preciso de... Já terminaste? Tu suscitaste uma coisa com base no que era capaz de colocar aqui uma pergunta pessoal.

ELIAS: Estás à vontade.

JONI: Eu trabalho com as pessoas, mas ultimamente não tenho estado a conseguir trabalhar muito nisso, mas sei que estou a começar... Verás que venha a trabalhar mais com pessoas do que trabalhei no ano passado? Terei vindo para isso, ou estou a rumar numa direcção diferente? Bem sei que não fazes de adivinho.

ELIAS: Estou a entender. Isso na realidade é fortemente influenciado pela família da essência por que alinhas.

Nas manifestações físicas desta dimensão, o alinhamento de um indivíduo é expressado de uma forma muito mais manifesta ou óbvia, não necessariamente expressada de uma forma mais forte do que a família da essência a que pertenceis – pelo que uma vez mais te direi que, assim que finalizarmos esta sessão interrogares o Michael sobre uma informação mais específica respeitante a essas famílias da essência – mas cada indivíduo enquanto essência pertence a uma família da essência a qual prevalece ao longo de todos os seus focos. Mas cada foco da atenção alinha por uma outra família da essência a fim de expressar e experimentar as variadas qualidades das diferentes famílias.

Agora; nessa medida, tu alinhas pela família da essência Ilda, a qual te tem vindo a influenciar bastante ao longo de todo o teu foco, e continua a influenciar-te. Isso também representa uma expressão que é responsável por parte da tua realização de sentido de valor, a qual consiste em interagires com outros indivíduos e em permitires-te uma livre expressão e uma fluência energética livre em relação aos outros.

Mas ao te envolveres nessa viagem e ao te permitires experimentar a abordagem de temas em relação aos quais reconheceste estares a optar por te voltar para uma expressão de aceitação, e estares, nos teus termos, a enfrentar o desafio que te cabe nisso, também estás a permitir-te abrir uma outra janela para uma expressão muito mais livre de ti própria em relação aos outros, e com isso, a incorporar uma maior diversão contigo e uma maior permissão em relação a ti própria para que isso não se revele numa fonte de tédio, mas em vez disso permitires-te incorporar uma interacção com outros indivíduos e usar de diversão e jovialidade, por desse modo interromperes a expressão da responsabilidade pessoal que sentes com relação aos outros indivíduos ou qualquer expressão de obrigação.

JONI: (Suspira) Bom, creio que estamos a chegar ao fim da nossa hora, não estamos? Pois é, penso que estamos. Terás mais alguma coisa que queiras dizer?

ELIAS: Apenas que te estenderei uma enorme energia de encorajamento, minha amiga, ao embarcares nessa aventura, por poder constatar pela expressão de energia que neste momento evidencias, que já estás a mover probabilidades que te permitirão o que julgas representar um tremendo sucesso, e eu to confirmar. Lembra-te unicamente de prestar atenção a ti própria e de prestar atenção ao momento.

JONI: É verdade. Muito obrigado.

ELIAS: Não tens o que agradecer, minha amiga. Estender-te-ei uma energia de jovialidade.

JONI: Fixe!

ELIAS: Podes ficar alerta...

JONI: Formidável! Vou precisar de todo o apoio para o dia da viagem! Pois, obrigado. Eu preciso mesmo de um encorajamento desses.

ELIAS: Muito bem. Estendo-te uma energia bastante consistente por meio de imagens de cor azul, por isso podes ficar alerta!

JONI: Ah, muito obrigado. Vou ficar.

ELIAS: Muito bem, minha amiga. Posso-te dar conta da satisfação que sinto pela interacção que tivemos e estender-te um enorme afecto em antecipação do nosso próximo encontro.

JONI: Oh, Deus te abençoe. Obrigado. O mesmo da minha parte.

ELIAS: Para ti, neste dia, au revoir.

Elias parte às 3:13 da tarde.

©2004 Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados


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