sábado, 6 de outubro de 2012

"A CONSCIÊNCIA DAS CRIATURAS II"




Sessão 262
"Dragões, Unicórnios e o Abominável Homem das Neves"
Domingo, 25 de Janeiro de 1998 © 1998 (Grupo)
Tradução: Amadeu Duarte 

Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Cathy (Shynla), Bobbi (Jale), Chris (Yan), Sue (Catherine), Kaan (Ian), Jo (Tyl), Paul (Caroll), Gail (William), Norm (Stephen), Reta (Dehl), e a Drew (Matthew).
Elias chega às 6:57 da tarde. (Tempo de chegada: 15 segundos)

ELIAS: Boa noite! (A sorrir)

GRUPO: Boa noite!

ELIAS: Vamos começar com o nosso jogo. (A esta altura várias pessoas começam a falar ao mesmo tempo, e desatamos todos a rir)

DREW: Eu vou começar! Invenções, câmara de vídeo, Sumafi.

ELIAS: Aceitável.

RETA: Música, Adágio Para Cordas, Milumet.

ELIAS: Menos provável. (A sorrir, e em seguida para a Cathy) Tu tens razão! (Referindo-se ao facto da Reta ter apresentado essa entrada anteriormente estar certo)

BOBBI: Letras do alfabeto, letra B, Milumet.

ELIAS: Menos provável.

JO: Personagens das notícias, Hugh Hefner, Borledim.

ELIAS: Aceitável.

NORM: Objectos astronómicos, o sol, Zuli.

ELIAS: Um ponto.

GAIL: Personagens fictícios, a Wendy, do “Peter Pan”, Borledim.

ELIAS: Um ponto.

PAUL: Eu tenho uma. (O Paul a esta altura sente alguma dificuldade com o nó da garganta e nós desatamos todos a rir, por o Paul ter recebido recentemente uns quantos “menos provável”) Citações, “É Melhor Prevenir Do Que Remediar”, Borledim.

ELIAS: Aceitável! (A rir)

VICKI: Sabes que podes apresentar uma entrada de novo, Reta?

RETA: Está bem. Música, “Nesta Mesma Sala”, Sumafi.

ELIAS: Aceitável.

RON: Características anatómicas, os olhos, Sumari.

ELIAS: Um ponto.

VICKI: Da parte do Howard: Arcanjos, Metatron, Sumari.

ELIAS: Aceitável.

VICKI: Da parte da Margot: Arcanjos, Abaddon, Tumold.

ELIAS: Aceitável.

VICKI: Da minha parte: Desportos, Tumold, natação.

ELIAS: Menos provável. (Isto também tinha sido apresentado antes, por mim)

VICKI: Letras do alfabeto, a letra Z, Milumet.

ELIAS: Menos provável. (A sorrir)

VICKI: Eu tenho mais algumas, pequenas! (Riso) Animadores de palco, George Burns, Sumafi.

ELIAS: Aceitável.

VICKI: Da parte da Mary: Propõe um azulejo negro com um octógono dentro com a família Sumari, como um azulejo representativo de uma mundivisão.

ELIAS: Aceitável.

BOBBI: Eu quero tentar mais uma letra: A letra R com a Sumari.

ELIAS: Aceitável.

SUE: Musica, “Anarquia No Reino Unido”, Vold.

ELIAS: Um ponto.

CATHY: Raízes e bagas, baga rajada, Zuli.(A soletração de “baga rajada” pode estar errada)

ELIAS: Um ponto. (Pausa) Muito bem! Vamos prosseguir com o debate subordinado à consciência das criaturas?

RETA: Eu tenho uma coisa com que gostava de contribuir para o debate das criaturas, só a título de uma questão interessante. Uma amiga muito chegada que tenho teve que abater o cão dela, na semana passada. Ela já o tinha há dezassete anos. A filha dela tem talvez dois anos e meio ou três, e ela tentou explicar à filha que ele estava velho, e que era necessário pô-lo a dormir, e ela contou-me que a filha ficou muito aborrecida. E a filha voltou-se para a mãe e disse: “Bom, fizeste-o esperar tanto para ir, sabes.” Quão intuitivo isso se revela da parte de uma garotinha pequenina!

ELIAS: Além de um exemplo mais inequívoco das crenças que são transmitidas nas idades mais tenras!

CATHY: Gostaria de saber se os cães, ou os animais no geral, terão impulsos.

ELIAS: Têm. São interpretados de forma diferente dos impulsos que vós tendes, por filtrardes a interpretação que fazeis dos impulsos por intermédio dos pensamentos e das emoções. Um animal não faz essa filtragem por meio de um pensamento ou uma emoção, mas responde automaticamente a um impulso.

CATHY: Muito bem. Na semana passada disseste que eu não penso que os cães raciocinem. Terei ouvido correctamente? Será essa uma crença subjacente de que não tenho consciência?

ELIAS: Tu tens a crença de eles poderem ter um raciocínio muito limitado, e que em grande medida respondam por comportamentos adquiridos.

CATHY: Está bem. (Pausa) Muito bem, vou tentar assimilar isso por um instante! (Elias ri a acena com a cabeça)

KAAN: Eu tenho uma pergunta da parte do meu amigo Cynthia, que trabalha com estufas. É o emprego, a profissão que exerce, e ele disse que faz parte do trabalho que lhe cabe repelir os insectos o tempo todo. Ele tem vindo ao longo dos anos a dedicar muita atenção a isso com base no nível de consciência em que as não convida, e em que preferia que desaparecessem sem ter de os erradicar por vias mais violentas. Ele crê compreender que não abraça crenças nos termos de lhes infligir algo que seja terrível para elas, mas também tem a crença de precisar respeitar toda a consciência. Assim, gostava de descobrir um método melhor, e pede se poderás comentar isso, e como poderá lidar com o problema.

ELIAS: Esta é uma situação com que muitos se depararão ao lidar com a vegetação nesta dimensão, por criardes escolhas conflituosas. Estabelecestes a escolha de criar essas criaturas e o seu habitat natural e a sua fonte de alimentação natural. E depois instaurais uma criação conflituosa, e desejais que não interajam com o habitat natural que têm! (A sorrir)

Nessa medida, esse indivíduo estabelece conflito por que quer, embora existem certos meios, por entre a vossa vegetação, que repelem naturalmente essas criaturas. Se plantar uma certa combinação de vida vegetal, eles actuarão como repelentes naturais dessas criaturas, o que realizará o objectivo do indivíduo, por assim dizer, de não ter que criar o que encara como sendo nocivo para essas criaturas, e também afecta o resultado que deseja. Certos vegetais constituem um repelente natural para essas criaturas, que por sua vez se afastarão para uma outra área para descobrir uma outra fonte para a instauração do seu habitat natural. Diz-lhe que são os rabanetes! (A sorrir)

RETA: Os malmequeres não serão um outro meio, que actua na prevenção da lagarta do tomate? Isso não afastará os insectos do tomate?

ELIAS: Isso tornou-se numa crença de massas, embora as próprias criaturas nem sempre correspondam aos sistemas de crença das massas!

CATHY: Muito bem. Uma das crenças básicas que tenho em relação aos animais é o de acreditar que certos cães que se sentem satisfeitos e que possuem um excelente temperamento e que correspondem às tarefas exigidas são os que deveriam ser conduzidos para trabalhar em Hollywood, por assim dizer. Será esse um deles?

ELIAS: Essa é uma crença arraigada que tens.

CATHY: Só estou a verificar! Só estou a tentar identificar. Mais uma: poderá dar-se o caso de eu me deixar guiar muito pelas experiências passadas que tive com cães, e acredite que a mesma experiência influencie a realidade que estou justamente a criar?

ELIAS: Precisamente.

CATHY: Então, se não tiver passado pela experiência de conseguir algo... entrego-me a uma maior ansiedade e apresento a mim própria material relacionado com coisas de animais que não tenha experimentado antes?

ELIAS: Por não estares familiarizada com isso.

CATHY: Por não ser familiar. Então, é provável que represente uma das mais significativas, e eu precise aceitar mais a mim própria e confiar mais em mim quando envolve situações destas.

ELIAS: Exacto; mas reconhece quantas vezes vos limitais, em relação à confiança que depositais nas experiências do passado, por assim dizer. Ao dependerdes apenas nas experiências do passado, também negais muitas das vossas escolhas, por encarardes as coisas como absolutos.

CATHY: Faço isso, sim! Mas sinto-me mais ou menos à larga nessa área por não ter a mesma atitude que costumava empregar quando treinadores novos e sem experiência chegavam e tentavam obter resultados sem a experiência que eu tenho. Agora aceito muito mais esse tipo de gente.

ELIAS: Exacto.

CATHY: É uma coisa mais ou menos em grande, para mim! (Alguém aplaude)

ELIAS: Eu reconheço isso! (A sorrir)

RON: Tu ÉS vasta! (Riso)

CATHY: Está certo! Bom, eu podia perguntar uma outra aqui. Tenho várias! Estou interessada no comentário que possas fazer sobre a diferença entre os processos mentais dos animais e os nossos, e se isso lhes permite uma acção de sonhar mais vívida. Poderás explicar?

ELIAS: Vós pensais nas elaborações mentais que fazeis de uma forma bastante objectiva. Pensais em termos de linguagem, assim como também pensais em termos de imagem. As elaborações mentais das vossas criaturas assemelham-se mais a um sonho do que as vossas, muito embora os vossos imaginários oníricos sejam bastante objectivos e sejam traduzidos de volta por meio das imagens e da linguagem – das palavras – por isso corresponder ao processo que definistes para os pensamentos. Geralmente os pensamentos são formados por palavras. Nessa medida, as criaturas interagem mais ao nível subjectivo. Elas usam imagens como pensamentos de forma semelhante a vós – não inteiramente, mas semelhante – só que destituída do mesmo tipo de linguagem. Por isso, a interpretação que fazem é diferente. Além disso, recordai que elas não têm as crenças que também vos influenciam no quadro das elaborações mentais que estabeleceis.

Todos os pensamentos que tendes são influenciados pelas crenças que mantendes. Consequentemente, aquilo que criais no âmbito da interpretação da actividade subjectiva a que procedeis – o que criais objectivamente – é influenciado e filtrado por intermédio das crenças que tendes, até mesmo durante o vosso estado de sonho. Muito embora as crenças que tendes sofram um relaxamento no vosso estado do sonho, elas INTERAGEM. Por isso, continuam a influenciar igualmente no vosso estado do sonho. No caso de uma criatura, ela não filtra por meio dos sistemas de crenças. Assim, ligam-se ao próprio tipo de elaboração mental por um tipo de imaginação subjectiva. As imagens não mudam ao serem influenciadas pelas crenças. Desse modo, a percepção que têm da consciência é ligeiramente mais clara do que a vossa.



CATHY: Nós sempre dizemos que se virmos um cão a choramingar ou com as patas a mover-se, isso significa que está a sonhar. Será o que está a fazer nesse momento, quando se põem com esse comportamento?

ELIAS: Exacto, embora as criaturas se envolvam com o estado do sono durante a maior parte do seu foco e interajam no estado do sonho durante esse período. Só que isso torna-se-vos mais óbvio em certas alturas.

CATHY: Devido ao ruído e aos movimentos que produzem.

ELIAS: Exacto.

CATHY: Por eu notar que alguns o façam mais do que outros. Eu interrogo-me se os animais se manifestarão repetidamente em grupo, como alguns de nós o fazemos aqui.

ELIAS: Por vezes, em certas situações; muito mais no caso dos animais que designais por selvagens ou não domesticados do que no dos domesticados.

CATHY: Então os animais domésticos têm a tendência de se manifestar com as mesmas pessoas? Por exemplo, terá o Caleigh sido o meu cão num outro foco, ou algum outro animal?

ELIAS: Muitas vezes a criatura que atraístes a vós no quadro dos animais domésticos voltam a manifestar-se em conjugação com os indivíduos.

CATHY: Eles terão uma maior tendência para... Por exemplo, um cão terá a tendência de voltar a manifestar-se muitas vezes como um cão, como um cão domesticado?

ELIAS: Não necessariamente.

CATHY: Ele manifesta-se como um gato ou como uma ave ou lá o que for?

ELIAS: Exacto.

SUE: Posso perguntar se estarás ciente dos gatos à medida que se vão movimentando por esta sala no decorrer das sessões, e se eles terão consciência de ti?

ELIAS: Eles têm consciência da energia. Eu tenho noção da energia deles mas dispenso muito pouca atenção a essa área, por não precisar interagir com eles; embora por vezes tenha interagido com eles, e com outras criaturas que se apresentaram neste fórum.

DREW: Se os animais não têm essência, como é que se manifestam? Disseste que eles são uma projecção nossa, mas como é que se manifestam e como é que voltam a manifestar-se? Se são uma projecção nossa...?

ELIAS: Eles são consciência.

DREW: Então, uma vez projectados e criados, eles...?

ELIAS: Eles dispõem de escolha. Toda a consciência dispõe de escolha.

DREW: Então, quando morrem, a consciência... Qual será o factor subjectivo unificador? Quando nós morremos... É melhor ter cuidado com as palavras que aqui emprego. Quando passamos deste foco, nós somos parte da essência. Quando eles morrem, de que farão eles parte?

ELIAS: Da consciência.

DREW: Daquela parte da consciência que não é essência.

ELIAS: Correcto.

DREW: Está certo. A sua energia e consciência dispersar-se-ão ou a sua personalidade possuirá um tom, por exemplo, de modo que quando voltam a manifestar-se... Por outras palavras, algo deverá fazer com que - peço desculpa pela linguagem que emprego - em certa medida mantenha tudo coeso, de forma a poderem voltar a manifestar-se, e não se dar o caso de se tratar de uma situação de dispersão da energia. Qual será o elemento unificador que mantém a consciência coesa de modo a que o animal possa voltar a manifestar-se enquanto tal? Será um tom de personalidade?

ELIAS: Não. Eu estou a entender a pergunta que fazes, embora não se trate da mesma coisa em que estás a pensar, nos termos da essência. Considerando um foco, ou a totalidade da essência, podeis aplicar um tom à personalidade. Por isso, na ideia que fazeis percebeis existir uma estrutura que liga um certo elemento de consciência, de modo a poder configurar-se de uma forma e permanecer nessa forma. Não vou contestar essa ideia que tendes. Apesar de se achar distorcida, torna-se eficiente presentemente para o entendimento que tendes.

No caso de uma criatura trata-se de energia. Por isso, por altura do desenlace a energia dispersa-se e tem permissão para voltar a reconfigurar-se da forma que achar melhor. Isso diz respeito a uma escolha por parte dos elos de consciência. Esses elos podem reordenar-se com base numa concordância no sentido de voltarem a formar conjuntamente e criarem no âmbito do acordo uma outra criatura, ao se agregarem a outros elos de consciência, mas não envolve a mesma acção que vós envolveis no quadro da essência.o de forma a poderem voltar a marmar conjuntamente e criarem no . Isso diz respeito r tudo coeso, de forma a poderem voltar a ma

DREW: Muito bem, isso faz sentido para mim. Obrigado.

ELIAS: Não tens o que agradecer.

KAAN: Nesse mesmo contexto, passou-me a ideia pela cabeça que em razão disso um gato, nessa gama de energia, não poderá tornar-se num cão na sua manifestação seguinte, por assim dizer; por ainda existir vibração ou uma qualidade que no nosso contexto force de algum modo essa criatura a manifestar-se no mesmo tipo de fisiologia.

ELIAS: Não. Essa pode ser a razão para poderdes ver uma criatura que no vosso foco morra, e poderdes deparar-vos com uma outra criatura de uma outra espécie que exiba muitas das qualidades que noteis que vos pareçam ser as mesmas enquanto uma criatura diferente que tenhais testemunhado ou com que tenhais interagido, e que tenha morrido; por a energia, uma vez dispersa através dos elos de consciência, poder optar por se reunir num acto de cooperação com outros elos de consciência que tenham estado empregues na manifestação de uma outra espécie. Consequentemente, dá-se um entrelaçar.

CATHY: Quando os animais passam ao desenlace, poderão voltar a manifestar-se de imediato?

ELIAS: Podem.

CATHY: Eu quero ter a certeza quanto a isso. Assim que um cão tiver decidido tornar-se num cão, o provável é que não volte a decidir tornar-se num cão de novo, mas podia, não?

ELIAS: Exacto.

CATHY: Nesse caso tratar-se-á de uma possibilidade o facto de ele poder?

ELIAS: Exacto.

CATHY: Eles possuirão focos finais?

ELIAS: Não da mesma forma que vós possuís focos finais, não.

CATHY: Bom, então como é?

ELIAS: Eles prosseguem no âmbito da energia até escolherdes não utilizar esta dimensão, com excepção de certas espécies que optam colectivamente por se desprenderem desta dimensão particular. Esse é o acto da criação da vossa extinção.

CATHY: Então, precisaríamos deixar de criar esta dimensão, mas então resultaria alguma coisa? Não conseguimos fazer tal coisa, conseguiremos?

ELIAS: Se optardes por isso.

CATHY: A sério! Oh, isso haveria de se assemelhar a uma daquelas coisas de mudança traumática, não seria? Creio que poderíamos, não?

ELIAS: Podeis desprender-vos colectivamente desta dimensão se optardes por isso.

CATHY: Então....

ELIAS: Esta dimensão física em particular, conforme já vos disse anteriormente, já eclodiu e se desvaneceu da existência muitas vezes. Por isso, nos vossos termos físicos já existiu, e já deixou de existir, e já voltou a existir novamente.


DREW: Será que é isso que queres dizer quando falamos do que chamamos de animais mitológicos que terão vivido a certa altura? Terá sido num dos piscares de olhos desta dimensão? Ou a Atlântida, ou esse tipo de coisas? Elas tiveram lugar noutros piscares de olhos desta dimensão?

ELIAS: Essas são OUTRAS dimensões, embora vos tenha dito que tereis criado experimentos na forma nesta dimensão, neste piscar de olhos particular.

DREW: NESTE piscar de olhos particular?

ELIAS: Exacto.

PAUL: Posso simplesmente colocar uma pergunta sobre o piscar de olhos? Estarás a referir-te ao rápido movimento que dura dez menos cinquenta e seis?

ELIAS: Não.

PAUL: Trata-se de uma acção diferente?

ELIAS: Correcto. Vós, enquanto foco, piscais para a realidade e para fora dela através de incrementos muito lentos, aquilo que designaríeis por biliões de anos de cada vez.

DREW: Então no passado, quando te referiste aos dragões que terão existido e aos unicórnios e a esse tipo de coisas, isso não terá correspondido a outros experimentos que terão sido feitos nesta dimensão? Ou em outras dimensões?

ELIAS: Essas foram experiências feitas nesta dimensão.

DREW: Durante um desses outros, se quisermos, piscar de olhos desta dimensão?

ELIAS: NESTE piscar de olhos.

DREW: Oh, a sério?

ELIAS: Exacto. Eles foram inseridos numa outra dimensão, por não terem sido encarados como eficientes na escolha que definistes para ESTA dimensão.

KAAN: Então a extinção torna-se unicamente na extinção da forma que a consciência adopta, que a consciência assume na nossa dimensão?

ELIAS: Eu disse antes que há criações ligadas às criaturas – assim como relativas às pessoas, em certas culturas – que optam por não mais envolverem esta dimensão. Por isso, geram um movimento rumo a uma outra dimensão e abandonam por completa esta dimensão. A forma que tinham continua a mesma na outra dimensão e dão continuidade a uma acção similar à que terão criado NESTA dimensão, mas passam para uma dimensão diferente.

PAUL: Elias, essa dimensão diferente estará situada na Área Regional 1, conforme a descrevíamos?

ELIAS: ESTA é a Área Regional 1.

PAUL: Então, essa outra dimensão...?

ELIAS: Não! (Riso)

PAUL: Em que Área Regional se enquadrará?

ELIAS: Enquadra-se na sua própria Área Regional 1 da dimensão física, num conjunto de áreas regionais completamente diferente.

RETA: Então deixa que te interrogue acerca da extinção. Quando nos pomos constantemente a falar acerca de espécies que se encontram em vias de extinção, e sempre comentam tratar-se de culpa da nossa parte... por outras palavras, estás a dizer que tenha sido por uma questão de opção que essa criatura particular se tenha extinto, e não necessariamente pela forma como nos portamos em relação a ela?

ELIAS: É por opção da espécie, sim.

RETA: Que por acaso se dá quando estarmos a expulsá-las todas da área, mas por corresponder à escolha extinguirem-se?

ELIAS: Vós estais em cooperação e influenciais a escolha delas, mas é por opção delas.

RETA: Mas depois quando azemos um enorme esforço para recuperar a espécie, como acontece com o Cisne Negro, e tentamos recuperá-lo, isso assentará num novo acordo com a espécie, ou estaremos a interferir na escolha dela?

ELIAS: Em parte assenta num acordo. Se a espécie optar por continuar, então os vossos esforços serão reconhecidos e o que designais por bem sucedidos. Mas vós na vossa espécie tentastes impedir a extinção de determinadas criaturas ao longo da vossa história, sem sucesso, por as criaturas terem optado por sair desta dimensão física particular.

BOBBI: Se, enquanto espécie decidirem passar para uma outra dimensão, quererá isso dizer que espécies de outras dimensões possam passar para esta? Passarão?

ELIAS: Não necessariamente, por aquilo que vos é apresentado nesta dimensão particular ser criação vossa.

BOBBI: Estou a entender. Foi assim que criamos esta dimensão.

ELIAS: Exacto.

BOBBI: Estou a entender. Nesse caso, quando descobrem uma nova espécie de borboleta ou algo do género...

ELIAS: Isso é uma criação vossa.

BOBBI: Muito bem. Elas não procederam de nenhuma outra parte.

ELIAS: Exacto; mas assim que a energia e a consciência tiverem sido configuradas, vós sois os projetistas, mas a consciência que é projectada e criada passa a ter escolha.

BOBBI: Então pode...

ELIAS: Exacto.

BOBBI: ...fazer o que quiser a partir desse ponto. (Elias acena)

RETA: Será o mesmo que acontece com as flores e a vegetação?

ELIAS: Exacto.

SUE: Se outrora existiram aqui fisicamente dragões e unicórnios, será possível que um belo dia descubramos esqueletos de unicórnios? Ou será que todos os traços físicos deles deixaram esta dimensão?

ELIAS: Existem alguns artefactos remanescentes, mas muito poucos.

RETA: Já que estamos a falar do período em que existiram, talvez o unicórnio, poderias traçar-nos um período de tempo? Um bilião de anos? Há quanto tempo vaguearam eles por esta dimensão? (Pausa)

ELIAS: A vaguear livremente e aceites como uma realidade temporária, antes do que encarais como a idade conhecida deste planeta.

RETA: Há muito tempo.

ELIAS: Mas também deixaram remanescentes que prosseguiram de forma muito rara há tão pouco tempo quanto seiscentos anos antes, na vossa história.

RETA: Ena pá! É interessante!

CATHY: Não terás referido qualquer coisa acerca de artefactos dessa natureza, que se não lhe dedicarmos energia, eles não surgirão?

ELIAS: Exacto. É por isso que existem poucos vestígios.

CATHY: Devido a que as crenças das massas refiram que não existe nada como unicórnios.

ELIAS: Exacto.

PAUL: De modo que, assim que a consciência das massas mudasse com relação ao unicórnio, deveríamos começar a descobrir artefactos ou provas da sua existência, não?

ELIAS: Exacto.

PAUL: Passaríamos literalmente para as probabilidades onde isso tenha tido existência.

ELIAS: Exacto.

RETA: Bom, é interessante que chegue a existir um conceito efectivo de um unicórnio. Está presente em todas as nossas culturas. Teve que se apresentar em alguma parte como uma crença de massas por ser tão popular.

ELIAS: E uma realidade! Eu já vos disse anteriormente, que vós encarais a vossa mitologia como imaginação, e não é... embora a imaginação também seja real! (A sorrir)

PAUL: Elias, eu tenho uma pergunta. Veio a público recentemente um livro do Seth intitulado “O Caminho para a Saúde”, e nele constam passagens em que a Jane se encontrava numa cama de hospital em que assistiu a uma programa chamado Mistérios Antigos apresentado por Leonard Nimoy, programa esse que versava sobre seres tão estranhos quanto o Bigfoot, o Sasquatch, o Yeti, etc. O Seth forneceu uma série de páginas de material em que declara a existência de dois mamíferos bípedes nos nossos dias, validando basicamente a presença do que chamamos de Sasquatch ou Bigfoot junto de nós, e eu queria saber se poderias comentar isso. Eu acredito que eles andem por aí. Quererá isso dizer que eles existam? E a outra pergunta é: Existem dois fragmentos de gravação de vídeo que mostram uma fêmea a olhar para a câmara e a afastar-se. Será a coisa real, ou uma mistificação?

ELIAS: Ah, a coisa real! (A sorrir e a rir) Existem mais elementos na vossa realidade, nesta dimensão, do que percebeis! Apenas não se vos apresentam continuamente. Sim, essas criaturas têm existência na vossa realidade física objectiva, assim como várias outras espécies, também. Certas criaturas que percebeis estarem extintas não se afastaram por completo desta dimensão particular, tal como no caso das vossas criaturas que percebeis ser criaturas mitológicas. Apesar da sua realidade e existência nesta dimensão ascender ao período anterior da duração conhecida do vosso planeta – ou o que encarais como a idade conhecida do vosso planeta – conforme eu referi, em parte continuaram ao longo da vossa história até à altura de seiscentos anos atrás. Além disso, no presente continuam a existir criaturas que encararíeis como pré-históricas.

PAUL: Poderás fornecer-nos o exemplo de um? Um dinossáurio?

ELIAS: Um mamute.

DREW: O monstro de Loch Ness será outro?

ELIAS: Esse é ligeiramente diferente. Encarais essa criatura, que existe, como um remanescente de uma criatura pré-histórica, nos vossos termos, embora de facto constitua uma outra criação que não seria considerada necessariamente na categoria das vossas criaturas pré-históricas. Mas os mamutes, sim.

PAUL: Então, por onde andará esse mamute a vagar?

ELIAS: Nas regiões nortenhas do vosso planeta actualmente, próximo do que presentemente designais por Islândia.

PAUL: Interessante!

KAAN: E em relação aos dragões e aos gigantes? Eles ainda são mencionados na história recente de algumas culturas.

ELIAS: Precisamente; porque, conforme eu disse, eles existiram nesta dimensão e realidade particulares.

KAAN: E continuam?

ELIAS: Presentemente continuam numa outra dimensão, por terem criado extinção para si próprios.

KAAN: Tal como os unicórnios todavia, disseste que eles viveram há muito tempo, mas os seus restos constituem a forma com que interagem com culturas mais recentes. Os dragões não trespassarão em algumas culturas que ainda os aceitem, ou que os aceitem mesmo como um fenómeno auspicioso ou alguma outra coisa, e organizam algum evento em torno deles?

ELIAS: Certos indivíduos podem aceder numa visualização a dimensão em que eles se inseriram, mas eles não estão a trespassar fisicamente para esta dimensão.

RETA: Num programa do canal Discovery, há não muito tempo, apresentaram uma ilha remota em que descobriram o que consideram como os restos mais aproximados de um dragão; as suas características, o estilo do seu corpo. Creio que eles teriam entre metro e meio a metro e oitenta e chamaram-lhes dragões, mas creio que teriam um outro termo para eles. Mas será isso o que de mais aproximado teremos de um dragão neste momento? Nem sequer recordo o nome da ilha neste momento.

ELIAS: Essas criaturas a que chamais dragões eram muito maiores do que qualquer dessas criaturas que se acham presentemente focadas na vossa dimensão.

RETA: Quando dizes que eles eram maiores, estarás a dizer a três metros e tal?

ELIAS: Da cabeça à ponta da cauda, o equivalente de trinta a quarenta e cinco metros.

RETA: Ena!

PAUL: Fixe!

RETA: E de que cor, seria verde, ou teriam o aspecto de um réptil?

ELIAS: Não necessariamente. Eles manifestaram-se em diferentes espécies e em diversas cores.

RETA: Com pele de réptil?

ELIAS: Alguns, não todos.

JO: Algum deles vomitaria fogo? (Riso)

ELIAS: (A rir) Não fogo real, mas expelia massas de gazes com os seus órgãos internos que criavam uma fumaça vaporosa, por assim dizer; não fogo.

SUE: Será que São Jorge chegou efectivamente a matar um? (Riso)

PAUL: Terá efectivamente existido um São Jorge? (Elias ri)

ELIAS: (Com sentido de humor) Terá São Jorge realmente vivido? Viveu. Mas ter-se-á ele deparado com efeito com uma dessas criaturas enormes conforme a descrição que vos fiz da sua espécie? Não. Mas deparou-se com uma espécie semelhante que na realidade não é um dragão e não expelia fogo! (Ri de novo)

NORM: Os imperadores chineses consideravam o conceito do dragão um símbolo imperial, e tenho a impressão de que os chineses em geral consideram o dragão como símbolo de boa sorte. Por que será?

ELIAS: Esses indivíduos detêm uma forte tradição de contadores de histórias. Não me estou a referir a histórias de ficção, mas eles criaram a arte de transmitir histórias de geração em geração. Nessa medida, pegaram em informação que testemunharam na sua realidade e transmitiram a todas as gerações histórias de acontecimentos em que tomaram parte, de forma não diferente da de outros indivíduos de outras áreas do vosso planeta que se deixaram cativar com as ideias de trepasses dessas criaturas ou conseguem visualizar essas criaturas e se vêem no papel de criar a vossa mitologia moderna ao lidarem com essas criaturas. Não estão familiarizadas com elas. Por isso, encaram-nas como temerosas e ameaçadoras. Mas essa cultura, assim como algumas outras culturas, tiveram uma recordação, muito à semelhança da família Milumet e do propósito que ela tem. Eles tiveram essa recordação da interacção sem a interferência do receio, da especulação. Por isso, as suas histórias são mais precisas do que os mitos que tendes nas vossas culturas acidentais relativos a essas criaturas. Essas criaturas vaguearam numa altura em que a vossa espécie esteve envolvida com o vosso planeta, também.

NORM: Então, os chineses tinham uma lembrança subjectiva, ou objectiva?

ELIAS: Objectiva!

NORM: De três mil anos antes de Cristo, ou...?

ELIAS: Elas prosseguiram, conforme eu declarei, ao longo da vossa história, até cerca de há seiscentos anos atrás.

RETA: Quando falas desse período de seiscentos anos atrás, qual terá sido a grande mudança que se terá dado nessa altura?

ELIAS: Foi uma simples escolha de passarem para uma dimensão diferente.

RETA: Mas deu-se por acaso por altura de há seiscentos anos atrás? Não se deu nenhum acontecimento especial?

ELIAS: Vós nos vossos focos começastes a mudar e a passar para uma nova criação da vossa realidade.

RETA: Um acontecimento de massas em relação aos focos que tínhamos nessa altura?

ELIAS: Começastes a mover-vos na direcção da vossa mudança actual.

RETA: Há tantos anos atrás. Hmm.

BOBBI: Terá sido o período da Renascença?

ELIAS: Não precisamente, mas próximo dessa altura, sim.

KAAN: E com respeito às espécies com aspecto de macaco que são mencionadas no Ramayana, nas escrituras dos Vedas, que aparentemente viveram a par com os humanos e interagiram com eles nessa altura?

ELIAS: Em diferentes épocas da vossa história, criastes diferentes criaturas com que interagistes de forma bastante íntima. Certas culturas criaram interacções com criaturas por vezes mais íntimas do que podeis compreender no que designais nas vossas culturas civilizadas, com a compreensão de se tratar de criações deles próprios e projecções no âmbito da consciência, permitindo desse modo um relacionamento íntimo, com conhecimento de ser com a sua própria manipulação da consciência e compreensão da própria capacidade de interagir com isso.

KAAN: Essa seria uma compreensão subjectiva ou objectiva?

ELIAS: Objectiva.

KAAN: Então essas criaturas não tinham essência ou não pertenciam à essência da mesma forma que nós?

ELIAS: Não.

Vamos fazer um intervalo, e logo podereis continuar com as vossas perguntas.

INTERVALO



ELIAS: Continuemos. (Pausa de dez segundos)

RON: Ou não! (Elias dá uma risada)

JO: Eu tenho uma pergunta. Tive um sonho na semana passada em que falavas comigo sobre focos e eu queria saber se poderias explicar, se existirá alguma questão com a explicação disso.

ELIAS: Esse imaginário foi-te apresentado num acto de encorajamento para estabeleceres contacto com o propósito que tens neste foco ao veres dois outros focos que tens, por também escolheres o mesmo alinhamento (neles) que escolhes neste foco, e porque ao apresentares a ti própria a oportunidade de veres esses outros focos, poderás prestar a ti própria uma ajuda no sentido de bloqueares menos o propósito que tens neste foco.

JO: Imagino que um desses focos seja o foco que tenho na Judeia, no século primeiro.

ELIAS: Exacto.

JO: Gostarias de me dar mais informação sobre o outro foco?

ELIAS: O outro foco tem lugar na área das pirâmides, na qualidade de um escravo, mas dotado de um propósito específico; alinha pelo mesmo objectivo, e tem muita interacção com os catraios.

JO: Obrigado.

ELIAS: Não tens o que agradecer.

GAIL: Eu também tenho uma pergunta sobre imagens oníricas que recordo. Eu permanecia na borda de um penhasco, e recordo ter saltado para trás. Que propósito teria com isso?

ELIAS: Isso são imagens que apresentaste a ti própria ao criares a imagem do penhasco que simbolizam áreas estranhas para que desejas passar, mas em relação ao que continuas a sentir um contínuo receio de passares para algumas dessas áreas. Por isso imaginas-te a ser puxada para trás, mas o penhasco em si mesmo não constitui ameaça nenhuma. Trata-se de um mero símbolo de áreas para que estás a tentar passar, áreas essas que, ao te serem estranhas, se revelam confusas. Por isso, dá-se um refrear.

GAIL: Mas eu recordo a sensação de saltar.

ELIAS: Isso constitui a imagem do receio.

GAIL: Ah. Está bem, obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

KAAN:
Eu tenho uma pergunta da parte da minha mulher. Ela deseja saber que probabilidades terá de ser bem sucedida na passagem que pretende efectuar para o campo da cura conforme está a ponderar, e por ter descoberto que tinha talento e sentia atracção por isso, embora a família da essência a que pertence e o alinhamento que tem não sejam indicador de coisa nehuma nessa direcção.

ELIAS: A atracção é compreensível, por ela estar a obter uma nova percepção das capacidades que tem e um novo sentido de abertura para com os sentidos interiores e a habilidade que tem no âmbito desses sentidos interiores. Vós tendes ideias muito limitadas em relação à área da cura, e acreditais que tal acto só possa ser realizado se alinhardes pela família Tumold, mas mesmo no alinhamento da família Tumold, as ideias que fazeis na área da cura são bastante limitadas, e na realidade a definição de cura é muito mais vasta do que percebeis. Podes transmitir-lhe reconhecimento e encorajamento no sentido de investigar essa área à-vontade, por isso poder apresentar uma maior informação em relação à conexão (que desenvolve) com os sentidos interiores dela e as capacidades que tem.

KAAN: Obrigado. O impulso que sente deve-se ao facto de que talvez nos métodos tradicionais da cura ou na forma como compreendemos as coisas, ela possa não se sentir de todo confortável, mas ainda assim ela pretende voltar-se nessa direcção. Nesse caso, uma outra pergunta para mim próprio. Embora nos termos da família a que pertenço e da família por que alinho e da forma como isso se manifesta nesta vida por meio de buscas e interesses mais filosóficos ou místicos, eu tenho uma certa atenção por esta escolha de carreira de técnico, e de trabalhar a tempo inteiro com uma corporação Americana de tecnologia de ponta ao mesmo tempo. Assim, que probabilidades perceberás de isso poder chegar a um término abrupto ou de ter um término gradual? E que será que me provoca esta tensão na minha vida, até determinado ponto tão insolúvel, que representa um forte conflito?

ELIAS: O conflito brota da falta de compreensão e de aceitação de ti próprio nas tuas próprias criações. Não te encontras em conflito com o propósito que tens, mas nas ideias que crias e nas crenças que manténs relativas ao propósito que tens, isso gera um conflito, por veres que DEVÍAS avançar numa direcção diferente que possa mostrar-se mais eficaz, embora se te permitires uma maior compreensão do que crias e da influência que isso provoca, também possas eliminar elementos do conflito que vives. As probabilidades dependem daquilo por que optares quanto ao que escolheres criar, mas eu sugiro-te que se te permitires compreender a influência que geras no que estás presentemente a criar e conseguires descortinar isso, também poderás ver que não estás em conflito com o propósito que tens.

KAAN: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

BOBBI: Eu tenho uma pergunta acerca da aceitação da criação de uma outra pessoa. Foi diagnosticada uma doença à minha irmã. É claro que ela não deseja isso de uma forma objectiva. Mas revela-mo a mim. O primeiro impulso que senti foi o de a querer ajudar. Pensei em enviar-lhe energia e visualizei luz branca e todas essas coisas. Mas ao fazer isso, será que não estou a aceitar o que ela criou?

ELIAS: Podeis estender a vossa energia a um outro indivíduo que, se não tiverdes nenhuma expactativa, isso poderá revelar-se-lhe útil, e representar uma aceitação do indivíduo e do que ele estiver a criar, por desse modo a energia poder adquirir uma livre fluência para ser moldada da forma que o indivíduo desejar.

BOBBI: Está certo. Eu tenho vindo a endereçar-lha mais ou menos com esse objectivo - para que utilize essa energia para o que quer que a ajude a enfrentar isso - mas ocorreu-me que a ideia de fazer algo possa constituir uma forma de julgamento relativo à necessidade de uma acção qualquer. Entendes aquilo que estou a dizer?

ELIAS: Eu estou a entender. Essa não é necessariamente a situação. É por essa razão que vos encorajo a todos a estabelecerdes contacto com um outro indivíduo por intermédio da empatia, que isso apresentar-vos-á informação quanto à resposta que devais dar à pessoa.

BOBBI: Então, cada situação é única?

ELIAS: Correcto.

BOBBI: Estou a entender. Então isso seria correcto nesta situação?

ELIAS: Sim.

BOBBI: Está bem, obrigado.

KAAN: A ênfase dada por certas religiões, como o Budismo, à compaixão deverá ser entendida a esta luz, ou deverá ser entendida a esta luz nos termos deste tipo de empatia gerada pelo estabelecimento de contacto e da ajuda a esse nível?

ELIAS: Em certos aspectos, sim, embora se trate mais do exercício dos vossos sentidos interiores. Nessa medida, a experiência empática permite-vos fundir-vos com um outro indivíduo ou objecto. Nesse sentido, permitis-vos experimentar o que o outro estiver a experimentar, aprensentando a vós próprios uma compreensão clara do que estiver a criar assim como apresentando a vós próprios informação relativa às próprias escolhas inerentes às acções que praticais.

KAAN: Nas crenças relacionadas com a cura conforme comummente entendidas, isso seria aberto por meio do sentimento de compaixão ou da empatia? Isso daria lugar a essa fusão, ou poderemos estabelecer isso por outras vias?

ELIAS: A emoção não é necessária ao sentimento, por assim dizer, do que designais por compaixão ou empatia. Podeis realizar essa acção com os vossos sentidos interiores ,no âmbito do vosso sentido empático, sem a emoção, embora muitas vezes no vosso foco sejais motivados por essas emoções no sentido de empreenderdes esse sentido interior.

CATHY: Vou fazer uma pergunta relacinada com sonhos. Tudo quanto recordo é que me encontrava numa residência, e logo me situava do lado de fora,  em frente à casa quando uma onda enorme começou a formar-se e a vir sobre mim. No exterior havia gente que me gritava para que me afastasse, mas em vez disso mergulhei na onda e acabei no interior da casa, e encontrava-me seca. Após ter mergulhado na onda, saí pelo outro lado e encontrava-me a salvo, mas não estava molhada. Que se passará com isso?

ELIAS: Isso é a imagética que formaste para ti própria ao abordares e estenderes reconhecimento a ti própria na área de uma problema que tiveste presentemente. A casa representa as pessoas. A casa em si mesma representa uma imagética que diz respeito ao Olivia e ao Lawrence. A onda representa a imagem do problema. Ao mergulhares na onda, permites-te o imaginário da realização e imaginas-te (crias-te à imagem) na casa seca e em segurança, o que para ti própria simboliza o facto de poderes enfrentar o problema e ficar em segurança, por o problema ser aceite.

CHRIS: Eu tive um sonho. Creio ter sido com alienígenas, em que eles me diziam que iria dar-se um terramoto que destruiría tudo, iria demolir tudo, e que toda a gente concordava com isso. Mudamos tudo que tinha importância de casa, aparelhos electrónicos e coisas desse tipo, e ficamos à espera até ao dia seguinte, quando seria suposto que acontecesse, mas quando se esperava que sucedesse surgiu uma nave, e dela sairam três alienígenas vestidos com três capotes e óculos negros. Eu disse-lhes olá, e senti-me contente com o facto de se encontrarem ali. Eles dirigiam-se a um banco para pegarem dinheiro e fazer... obter dinheiro para fazer coisas indevidas, sabes, mas não me importei. Só me sentia feliz por se encontrarem ali. Creio que tenha sido assim, e queria saber o que representará.

ELIAS: Esta imagética constitui uma identificação de outros focos que tens em outras dimensões. Por isso, num aspecto do teu imaginário estás a acolher essas criaturas sem sentires qualquer temor em relação a elas, por assim dizer, ao reconheceres que esses são outros aspectos da tua própria essência. Mas também crias a imagem de um elemento ameaçador relativo à informação de um evento que se dará e que poderá revelar-se prejudicial.

Essa é a imagética que apresentas no âmbito da falta de familiaridade que tens no estabelecimento de contacto com esses outros aspectos da tua esência. Por isso, como te são estranhos, também crias a imagem da possibilidade de ameaça, ao remeteres a ti própria o imaginário de um ligeiro volume de temor. A seguir crias a imagem da não ocorrência do evento, mas essas criaturas geram actos que não encaras como bons, nos vossos termos, ou inadmissíveis. Isso representa a imagética que apresentas a ti própria deses teus aspectos não serem aceites nesta realidade particular, por não se enquadrarem.

CHRIS: Nesse caso, deveria tratar de melhorar a aceitação que faço do que deveriam fazer?

ELIAS: Não tem importância. Trata-se de uma mera apresentação a ti próprio ao forneceres a informação de teres aspectos da tua essência que se acham presentemente focados noutras dimensões, e que não precisas ter receio desses aspectos de ti próprio.

CHRIS: Obrigado.

PAUL: Vou tentar (dar-te conta de) um sonho, Elias. Há cerca de duas semanas tive um sonho lúcido em que vi uma mulher com um corte de cabelo quase do tipo tripulação. Inicialmente senti uma atracção por essa mulher e aproximei-me dela, mas percebi que não era apropriado dar continuidade a esse tipo de avanço romântico. Voltei atrás e percebi que se trataria de um aspecto qualquer de mim próprio. E uma vez mais, fiquei bastante excitado por estar lúcido e a estabelecer contacto! (Elias ri) Mas aqueles olhos! Recordo os olhos e a compaixão. Eles estavam mesmo a mirar-me com a maior das compaixões e amor. A seguir foi como se tivesse perdido a concentração e tivesse deslizado de volta para o estado de sonho. Após ter reflectido nisso, creio tratar-se de um foco futuro que tenho. Consegui transpor a imagem mental que tinha de mim próprio enquanto criança para a desse rosto e ela enquadra-se, pelo que essa terá sido uma forma de me ligar a ela. Só queria saber se poderás fazer um comentário sobre a natureza disso, assim como a razão por que terei perdido a conbcentração tão rapidamente; por que razão não consegui manter a estabilidade.

ELIAS: Tens razão; é um foco futuro. mas no zelo e excitação que sentes, dás por ti a estabelecer contacto com esse foco, em reconhecimento dele, para avançares para a área da intimidade; o que, na consciência subjectiva que tens, sabes automaticamente que isso não é aceitável. Por isso, a concentração que tinhas desvanesceu-se, o que não constitui uma acção natural; por a criação de intimidade com um outro foco representar igualmente uma alteração que pode não ser benéfica para nenhum dos dois focos.

PAUL: Isso ficou claro na experiência. (Pausa)

ELIAS: Desejareis fazer mais perguntas, nesta noite?

CATHY: Bom, eu tenho uma pequena pergunta aqui. É uma pergunta proveniente de uma nova pessoa que surgiu no computador há uns dias. Chama-se Nathan e ele pergunta: "Não estou certo quanto à forma de avançar, pelo que vou simplesmente pedir ao Elias se me poderá estender uma benece. Cheguei, na minha existência, a uma encruzilhada. Já percorri este caminho, e já dei até não sobrar mais nada. A benece que pediria é perguntar onde é que isto me levará?" (Pausa) Domina lá esta! (Riso)

ELIAS: Conduz-te a cederes mais a ti próprio e a concentrares-te em ti, e não na responsabilidade pessoal por toda a gente.

Nota da Vicki: A esta altura, gera-se um ruído estranho no gravador, um tipo de zumbido que não conseguimos identificar.

CATHY: É para onde me teria encaminhado com essa pergunta!

ELIAS: Muito bem, Shynla!

RETA: Eu tive uma imagética sobre a qual gostaria de te interrogar. Tenho uma amiga muito chegada que está a tentar estabelecer-se por conta própria, e eu vejo-me constantemente envolvida. Assim, com o intuito de ajudar, tenho vindo a concentrar-me em percorrer este caminho até onde quer que ele me conduza. O local é na cintura da parte antiga da cidade de Orange, mas gostava de chegar mais perto da rua. Terás alguma sugestão boa a fazer-me?

ELIAS: (A abanar a cabeça) Dehl, Dehl, Dehl! (Riso)

RETA: Queres dizer que não vais desempenhar mais nenhum truque de salão, de novo? (O quê? Não há adivinhação nenhuma?) Será ela capaz de fazer isso?

ELIAS: (Dá uma risada) Isso depende da escolha que elegeres. Mas isso depende da tua escolha!

RETA: Bom, sem dúvida. Oh Deus. (Elias está a rir) Mas ajudarás e me concentrar nessa imagética para chegar a algum lado, ou será ela quem deve fazer isso?

ELIAS: Se estiverdes de acordo e em concordância entre vós, poderás nos termos dessa cooperação visualisar e isso influenciar as probabilidades que se te apresentarem.

KAAN: Elias, posso saber os nomes das essências e as famílias a que os meus filhos pertencem?

ELIAS: Indica o nome.

KAAN: Vadi.

ELIAS: Marris.

KAAN: Como se pronuncia?

ELIAS: M-A-R-R-I-S. Família, Sumafi; alinhamento, Vold.

KAAN: Nureddin.

ELIAS: Xiu; X-I-U. (Pronuncia-se zoo) Família, Sumari; alinhamento, Zuli.

KAAN: Arif.

ELIAS: Pater; P-A-T-E-R. Família, Sumari; alinhamento, Sumafi.

KAAN: Obrigado.

ELIAS: Não tens do quê.

VICKI: Eu tenho uma pergunta a fazer em relação ao sonho que a Cathy teve. Na noite passada, ou na noite de anteontem eu tive uma imagética muito semelhante. Tive acesso a uma enorme massa de água, e quando cheguei à outra extremidade encontrava-me enxuta, e ao notar o sucedido achei-o interessante. É tudo quanto consigo recordar do sonho, e não o teria trazido à conversa se agora não sentisse curiosidade. Sei que muitas vezes as imagens diferem de sentido de pessoa para pessoa embora pareçam ser as mesmas, mas como ela suscitou isso, agora fiquei curiosa em relação à imagética que tive.

ELIAS: Essa é uma imagética diferente que tu sugeriste a ti própria, por no movimento que empreendes através da água, isso sugerir diferentes elementos. A ligação que tens com esse elemento constitui uma imagética de movimento entre dimensões. Por isso, imaginas um movimento no sentido de te permitires chegares mais ao acto de estabeleceres um contacto interdimensional, e como passas para a área de te sentires enxuta, isso representa a imagética que apresentas a ti própria de estares de volta à tua realidade original.

VICKI: Está bem, obrigado.

ELIAS: não tens o que agradecer.

KAAN: Eu tenho uma outra pergunta. Perceberás algum objectivo reconhecível quanto a cinco de nós no sentido de nos aguparmos como uma família, todos dotados de alinhamentos diferentes e a rumar em direcções diferentes? Existirá um objectivo inerente à família que pudeses ver no nosso caso?

ELIAS: Não necessariamente. Concordastes em criar essa unidade neste foco, e também estais de acordo quanto à partilha de experiências em certos aspectos. Mas em relação ao objectivo da unidade, não.

KAAN: Mas isso não acontecerá no caso de outros indivíduos em outras famílias, ou isso é geral?

ELIAS: Acontece, embora por vezes em determinadas famílias, dependendo das opções dos focos em manifestação, eles possam dar lugar à criação de um objectivo conjunto no agrupamento, mas não sempre.

KAAN: Muito bem. Mais uma pergunta para a minha mulher. Ela vê-se a braços com o controle do peso que tem, e assim queria saber se deverá deixar isso de lado, por às vezes optar, ou sentir isso. Ou como controlá-lo, devido às crenças que as massas têm.

ELIAS: (A sorrir) Isso são crenças. Encoraja-a a sentir reconhecimento por ela própria e pelos impulsos que sente, e a não se sujeitar às crenças das massas. (Pausa) Muito bem. Por esta noite vou dar por terminado, e estendo-vos afecto a todos, por continuarmos a conversa, Matthew, em relação à enorme curiosidade que sentes! (Risada) O meu reconhecimento, Shynla. ESTÁS a avançar!

CATHY: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê! Fico a antecipar o próximo encontro convosco todos. Por esta noite, vou-vos dar um carinhoso adieu!

Elias parte às 8:55 da tarde.

© 1998 Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados



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