sexta-feira, 28 de setembro de 2012

“O DERRAMAMENTO DE PETRÓLEO DO GOLFO DO MÉXICO”





Sessão 3001
Terça-feira, 5 de Julho de 2010 (Privada)
Tradução: Amadeu Duarte

Participantes: Mary (Michael) e Lynda (Ruther)

(Tempo de chegada do Elias é desconhecido.)

ELIAS: Boa tarde!

LYNDA: Boa tarde! Gostaríamos de te questionar acerca do derramamento de óleo que se verifica em Nova Orleães. Eu sei que talvez uma ou mais pessoas te terão questionado sobre isso, só que as sessões delas não vieram a público. Umas quantas pessoas gostavam de saber o que pensarás disso – que é que estaremos a fazer, o que é que se estará a passar lá, e o que poderemos fazer para contribuirmos com energia.

ELIAS: Que é que quereis saber especificamente em relação ao que estais a fazer?

LYNDA: Que teremos feito para criar isso. Que terá causado isso?

ELIAS: O que deu origem a isso foi uma divisão da energia, situação essa em que duas energias se opuseram uma à outra. Nessa medida, uma maior concentração de energia, e por isso uma maior concentração de poder, a qual expressa uma exibição desse poder – o qual, num certo sentido, na percepção que tendes, poderia ser encarado de uma forma positiva, por o planeta estar a responder à maior exibição de energia. O que se pretende dar a entender com isto é que o planeta está a gerar uma força de energia que está a reflectir a percentagem mais ampla da energia das pessoas.

Agora; o que se pretende dizer com isto é que nesta altura, todos estais a mudar, mas há uma percentagem de indivíduos que estão a mudar que não têm consciência de estarem a mudar. O que não quer dizer que não estejam a tomar parte, porque estão, mas não têm consciência objectiva da participação que têm. Portanto, ao não terem consciência, algumas acções há que continuam a empregar com que lhes estão familiarizados, e que, de certa forma não se opõem necessariamente a essa mudança, mas são restritivas. Eles não estão objectivamente a participar com consciência, e como tal não estão objectivamente cientes daquilo que estão a fazer. O que não é invulgar, porque mesmo aqueles que incorporam informação também experimentam questões em certas alturas em que não têm consciência daquilo que estão a fazer. Mas nesta situação existe igualmente a outra facção, que é a percentagem de indivíduos que estão a participar na mudança e que têm consciência objectiva em várias capacidades.

Bom; aquilo que expressei foi que o planeta está a reflectir a maior percentagem. A maior percentagem são os indivíduos, as pessoas que estão objectivamente cientes de alguma forma, e em determinado grau, da participação que têm nesta mudança, e o planeta está a reflectir isso. O planeta não está a revoltar-se. O planeta não comporta emoção nem pensamento. Por isso, não se trata dessa questão. É inteiramenteuma questão de energia.

Nessa medida, os indivíduos que estão a participar na Mudança mas não têm consciência disso, estão a continuar a expressar e a empregar as acções com que estão familiarizados e a que estão acostumados, e estão a proceder naquelas direcções, que, em certas situações e de certas formas, acabam por não vos ser benéficas no geral, tanto à vossa espécie como para qualquer outra espécie, e para além das espécies.

Ora bom; aquilo que aconteceu nesta situação foi que os indivíduos que não têm consciência objectiva obviamente não estão a prestar atenção, e ao não prestarem atenção àquilo que estão a fazer, abrem a porta para aqueles que estão a prestar atenção e que sabem o que estão a fazer. Nessa medida, o modo através do qual o planeta está a reflectir isso é através de uma exibição de não participação.

Vós, enquanto humanos, extraístes diferentes compostos e diferentes tipos de manifestação que rotulais de fontes de energia, ou que utilizais como fonte de energia, por um certo tempo – na realidade por um período de tempo não muito prolongado, por terdes vindo a produzir essa acção num período de tempo relativamente breve em relação à história – não que não tenhais gerado a acção de explorar diversos minérios ao longo da vossa história e durante um período de tempo considerável, mas não necessariamente neste tipo de capacidade nem com o propósito da utilização como fontes de energia massivas. Isso constitui um desenvolvimento relativamente recente na vossa história.

Agora; conforme referi anteriormente em relação a este tema em particular, há diferentes tipos de matéria que geram diferentes tipos de energia. Há determinados tipos de matéria na vossa realidade que são utilizados e que constituem o que designaríeis por energias renováveis, ou tipos de matéria que são transformados em energias reutilizáveis, e há tipos de matéria que eu designei por matéria morta.

Ora bem; a matéria morta é importante, e tem utilidade e funções, só que não necessariamente em relação á promoção de manifestações de vida.

Estou ciente de existirem indivíduos que não estabelecem uma separação em relação ao que é dotado de “vida” e que percebem o próprio planeta como uma entidade viva. Mas quando gerais uma distinção naquilo que classificais como vivo e no que classificais como inerte, tal como plantas e animais ao contrário das rochas, em benefício de alguns, sim, eu admito, que no quadro geral possais expressar que toda a manifestação tenha vida, por toda a manifestação incorporar consciência. Mas vós estabeleceis a distinção na vossa realidade entre as manifestações vivas e as não-vivas. E em relação a isso, existem certas formas de elementos na vossa realidade que não são concebidos para serem usados de forma a promover as manifestações de vida. Esses são os elementos mortos.

O aspecto de certas energias que extraís do vosso planeta encontram-se no local em que se encontram por uma razão. Elas constituem combustível, só que não o vosso combustível. Elas representam uma forma de combustível relativo ao vosso próprio planeta. São compósitos que geram a composição e a estratificação e a manifestação do projecto do vosso próprio planeta. Que, o vosso planeta contém muitas, muitas camadas, e no seu desígnio elas funcionam bem. Elas funcionam de uma forma que é bastante similar á do vosso corpo físico. Vós incorporais órgãos, sangue, nervos e diferentes sistemas na consciência do vosso corpo que funcionam de forma a manter o movimento, a representação e a manutenção da consciência do vosso corpo. O vosso planeta incorpora os seus próprios sistemas. Eles são diferentes, mas o princípio é similar. Esses compósitos que se encontram no vosso planeta prestam-se ao funcionamento e às operações, por assim dizer, do vosso planeta.

A energia morta constitui a combinação de diferentes elementos, o que cria o que reconheceis como um tipo de lodo, quando flui. Essa lama, por assim dizer, constitui um tipo de lubrificante para os componentes das operações internas do vosso próprio planeta.

Empregais um cliché de que sois muito aficcionados nesta altura, que é o do “círculo da vida”. Existem diversos círculos de vida, mas encontram-se todos interligados. Quando morreis, o aspecto das manifestações relativas ao vosso planeta, certos aspectos dessas manifestações vivas, vão contribuir para as operações e para as manifestações do planeta. O planeta suporta-vos, vós suportai-lo a ele, e isso acha-se tudo interligado.

Agora; nisso, alguns aspectos, em condições diferentes – coisa que ocorre de modo bastante preciso – são reconfigurados na energia para se tornar diferentes tipos de manifestações relativas ao vosso planeta, e esse lodo é uma delas. Existem muitas outras, muitas que também extraís, que se encontram no local em que se encontram por um motivo, por uma razão, e a razão não é necessariamente serem extraídas.

Bom; permiti que vos proponha um ligeiro aparte. Tendes vindo a extrair esse lubrificante há um breve período de tempo – mas há um período de tempo considerável, segundo a percepção que tendes – período esse em que, um dos efeitos que tem vindo a ocorrer, e que está a aumentar em relação ao esgotamento que estais a provocar desse lubrificante nos estratos a que ele pertence, é o de estardes a experimentar um maior número de tremores.

LYNDA: Terramotos.

ELIAS: Por esse lodo que reconfigurais numa fonte de energia, não ter sido concebido para ser uma fonte de energia desse tipo. Ela poderá funcionar dessa maneira, e podereis produzi-la desse modo? Podeis, sim. Será concebida para isso? Não. Vós podeis reconfigurar qualquer manifestação que escolhais para a fazer funcionar de uma outra forma. Terá ela sido concebida para produzir isso? Não necessariamente.

Quando extraís e afastais aspectos naturais que são concebidos para funcionar de um modo particular com a configuração da vossa Terra, as suas funções passam a ser diferentes, tal como a consciência do vosso corpo passaria a funcionar se lhe extraísses certos químicos e os substituísses por outros ou não os substituísses de todo. Se não empregardes a concentração apropriada ou a configuração do conteúdo de cálcio da consciência do vosso corpo, o que ocorrerá?

LYNDA: Ossos frágeis e todo o tipo de degeneração.

ELIAS: Ele deixa de funcionar optimamente. Passa a funcionar de modo diferente. Continuará a funcionar, só que de modo diferente, e talvez não com a mesma suavidade. Se extrairdes, nos termos mais simples, a gordura da maquinaria do vosso planeta, ele deixará de funcionar do mesmo modo, também.

O vosso planeta é muito semelhante às máquinas que vós criais, e as máquinas que criais que empregam partes de trabalho produzidas com base em tipos de materiais duros, requerem lubrificantes para funcionarem bem e adequadamente. O vosso planeta é composto de componentes muito duros, e há diferentes manifestações no vosso planeta que são concebidas para acomodar esses factores.

Agora; em relação ao que está a ocorrer neste local particular com o vosso óleo, ele está a ser vomitado pelo vosso planeta de um modo inútil – o que constitui um reflexo daqueles que têm consciência de uma forma objectiva de estarem a mudar e das opiniões e percepções que têm de se tratar de uma substância que não deveria estar a ser utilizada. Portanto, constituindo a maior percentagem e desse modo o maior poder em energia, o planeta está a reflectir essa expressão, essa energia. Por isso, ele está, nos vossos termos, a expelir de um modo que não tem utilidade. Mas também está a expressar, através desse vomitar, precisamente aquilo que eu referi. Essa é uma matéria morta. Não é um composto que promova a manifestação de vida. Por isso, que é que está a fazer? Está a produzir aquilo que a sua forma natural faz. Ao não ser reconfigurada, está a produzir o que percebeis agora como destruição e morte, e continua a fazer isso. Nessa medida, parece imparável, o que também representa uma exibição do quão poderoso isso pode ser, e nos vossos termos, do quão destrutivas certas acções poderão ser se não prestardes atenção.

Eu dir-vos-ia que é provável que o maior potencial presentemente seja o de descobrirdes uma maneira de parar esse vomitar. Se isto virá a ser suficiente para gerardes uma interrogação que promova um questionamento a ponto de começardes a implementar a mudança, isso ainda está por ver. Está a gerar uma atenção considerável, e quanto mais o planeta continuar a vomitar, mais afectará, e quanto mais afectar, mais incontrolável parecerá, e mais enfatizará a questão.

Isto não é uma questão de bem ou de mal. Também não é uma questão de certo ou de errado. É uma questão de mudança e daquilo que quereis. Que representará o vosso maior benefício colectivo e o que não representará? Não é uma questão de oposição ou de alguns indivíduos estarem errados.

LYNDA: Há muita culpa a ser atribuída de parte a parte, muita culpa mesmo.

ELIAS: A questão não é essa. A questão é que o vosso planeta dispõe da capacidade de alterar isso por si só sem a vossa ajuda, a qual não é útil. O vosso planeta pode reajustar-se e pode reconfigurar-se. O desafio é o de que as espécies inteligentes que ocupam o vosso planeta insistem em ajudar o planeta e não em deixar de o ajudar. Por insistirem em estar no controle e assim tentarem manipular situações as quais o próprio planeta poderia efectivamente sanar por si mesmo.

Mas não é isso que está a acontecer, por os humanos se estarem a incluir a eles próprios, o que, por um aspecto, é um tanto compreensível, por os humanos terem criado a situação e como tal se verem como responsáveis. E de certo modo, sois. Mas isso também é relativo. É tudo uma extensão de vós. Sereis responsáveis por uma destruição massiva? Por um lado, poderia responder a isso e dizer que sois. Por outro lado, também poderia responder dizendo que não, não completamente.

Estais a produzir explorações, estais a experimentar, e estais a descobrir que certas explorações não resultam por completo em benefício da vossa parte. A dificuldade ou o desafio inerente a isso é que com certas descobertas passa a levar longos períodos a reconhecerdes que isso não resulta necessariamente em vosso benefício, por que da perspectiva a mais curto prazo ou reduzida, parece ser bastante em vosso benefício.

LYNDA: E parece mesmo ser inovador.

ELIAS: Olhai todas as espantosas invenções que criastes e as invenções massivas: os foguetões, os aviões, os comboios, invenções interessantes e surpreendentes e excitantes e as descobertas excitantes de formas de reconfiguração empregues na criação de combustíveis. Esse fascínio ainda não declinou em tédio e continua a representar um tipo de fascínio.

Nesse sentido, continuais a produzir essas acções que não são compatíveis com a manifestação. Elas não são compatíveis com a promoção da manifestação. Elas não são compatíveis com a promoção das manifestações de vida. Por isso, podem ser benéficas para os foguetes e para os aviões e para os veículos e para as locomotivas na produção de propulsão, mas não são benéficos nem compatíveis com os órgãos, com os sentidos, com a vida conforme a conheceis, e estais a apresentar a vós próprios uma dose considerável de exemplo. Por que essa mesma lama que estais agora a testemunhar como um exemplo na extinção de muitas formas de vida, noutras configurações está a contribuir para a mesma acção junto de todos vós: vós respirai-la, e consumi-la.

LYNDA: Consumimo-la? Que queres dizer?

ELIAS: Que a ingeris.

LYNDA: Respirámo-la, é o que queres dizer?

ELIAS: Para além do a respirardes.

LYNDA: Ah, nos plásticos com que as embrulhamos — nas embalagens?

ELIAS: Não somente nisso. Nos vossos próprios alimentos que são componentes dessa lama que ingeris. Absorvei-la através da vossa pele, coisa que não aconteceria se ficasse no local em que deveria permanecer.

LYNDA: Nas profundezas da Terra. Que poderemos fazer?

ELIAS: Já estais a fazer. A percentagem de indivíduos, essa colectividade de pessoas está a crescer, e a que se encontra objectivamente consciente da mudança é ligeiramente maior, de várias formas, do que aqueles que não estão.

Eu disse-vos desde o começo deste fórum que deveria resultar trauma – e Já está a resultar trauma. A questão reside precisamente no que vos tenho vindo a apresentar em termos de informação: não é uma questão de culpa, não é uma questão do que seja errado e do que seja certo, de quem esteja certo ou errado nem das acções que sejam correctas e das acções que sejam erradas. São tudo escolhas.

A descoberta consiste numa acção maravilhosa! É excitante; conduz à expansão. Quererá isso dizer que todas as descobertas sejam benéficas se foram continuadas? Não necessariamente. A descoberta quanto ao facto de conseguirdes reconfigurar um elemento particular numa energia utilizável é excitante, e constitui um tributo ao vosso engenho. Quererá isso dizer que seja necessariamente benéfico continuar na direcção de certas reconfigurações de elementos? Não necessariamente, mas isso também constitui uma descoberta: descobrir que certas escolhas não são necessariamente benéficas e que outras escolhas, podeis sim, empreender, mas será realmente benéfico de empreendê-las?

Podeis igualmente dar com um martelo num pé. A descoberta de terdes essa capacidade inicialmente parecerá excitante. Eu diria que geralmente, muito rapidamente descobrireis ser desconfortável e que pode não ser por completo benéfico continuar a dar com o martelo no pé.

Estais a descobrir capacidades. Descobristes capacidades, algumas das quais não vos são necessária nem essencialmente benéficas, mas também estais a descobrir isso. Parece que a descoberta do que não vos é benéfico seja lenta e tarde em vir, mas com efeito, não é, verdadeiramente. Vós levastes muitos séculos para chegar ao ponto de procederdes à descoberta das invenções que realizastes tais como a da locomotiva. Não despendestes tanto tempo quanto isso desde a descoberta dela para começar a perceber que podem existir outros métodos que podeis empregar. Se sois capazes de descobrir a reconfiguração de um elemento que podeis tornar num combustível, podereis descobrir outros.

LYNDA: O que, conforme é do nosso conhecimento, tens gente com quem conversas que conhecem certos aparelhos de energia que poderiam ser implementados. Eu gostaria de acreditar que isso venha a ter lugar mais cedo do que tarde.

ELIAS: Já começou. Já estais a implementar diferentes tipos de configuração. Isso é uma vez mais um outro exemplo de que aquilo com que estais familiarizados não é tão facilmente descartado. Com aquilo com que estais familiarizados, tendes a tendência de...

LYNDA: Existe a crença de massas acerca do volume de dinheiro que essa indústria gerará.

ELIAS: Por ser habitual!

LYNDA: É isso que queres dizer com familiar?

ELIAS: É.

LYNDA: Então, não somos capazes de imaginar nenhuma outra forma de produzir tanto dinheiro.

ELIAS: Exacto. Mas mesmo em relação a esse assunto, é familiar. Que será que vos motivará a produzir uma acção diferente ou uma nova descoberta se aquela que tiverdes descoberto, na familiaridade em que assenta, mesmo no caso de não ser confortável, for previsível? Pode não ser confortável, mas é familiar e é previsível.

LYNDA: Precisaremos de dar com um martelo num pé para chamar a nossa própria atenção? Creio que precisamos.

ELIAS: Em certos casos.

LYNDA: Torna-se difícil ser brando connosco próprios quando ouvimos palavras destas, mas creio que neste caso sejam chave. Isso é o que estamos a fazer todos os dias.

ELIAS: E reconhecer que o que fazeis se propaga por ondulação. Eu dir-te-ia, caso fosses hipoteticamente empregar o assunto desta situação particular...
(A gravação pára) Continuemos.

Agora; esta situação é o que designaríeis como um exemplo a larga escala daquilo que fazeis. Se investigásseis – coisa que tenho noção das pessoas já fazerem – na realidade, a situação poderia ser vista na forma das escolhas e acções de um indivíduo. Um indivíduo produziu uma escolha, e ela teve lugar. A escolha e a energia desse indivíduo propaga-se e vai afectar um número considerável de outras energias; a escolha desse indivíduo propagou-se por todo o mundo. A escolha desse indivíduo no momento constituiu uma simples escolha, uma escolha a que o indivíduo não prestou atenção ou terá prestado muito pouca atenção.

Isso serve como um exemplo primordial daquilo que vos digo a cada um de vós em relação ao poder das vossas escolhas e da vossa energia. É tão poderoso e de tão longo alcance quanto esse indivíduo singular. Chegareis a pensar convosco próprios como um indivíduo num momento desses, ao gerar uma escolha dessas, terá expressado uma ideia qualquer em relação à escolha dele vir a expressar-se e a gerar tal consciência por todo o vosso mundo? Não. Esse indivíduo ver-se-á como tão importante ou terá imaginado que as suas escolhas individuais tenham sido tão importantes? Elas são. Todas as escolhas individuais são assim importantes. Quer produza uma acção numa torre de petróleo ou produza uma acção no seu lar. Não importa. A energia é energia, e não tem limites.

Portanto, que podereis fazer? Tende consciência. Prestai atenção ao que estais a fazer, com consciência de que se propaga do mesmo modo quanto a propagação gerada por esse indivíduo. Sejam conscientes; prestai atenção ao que estais a fazer; prestai atenção à forma como estais a propagar; prestai atenção à vossa energia. Qual será o vosso maior benefício? Essa é a questão fundamental: que resultará no vosso maior benefício? Prestai atenção a isso. Se tiverdes que proceder a um questionamento, questionai em toda e qualquer situação: “Que será que resultará no meu maior benefício?” Isso é chave em relação àquilo a que deveis prestar atenção.

LYNDA: Isso suscita um monte de perguntas que eu tenho sobre os rumos que tomo. Vou parar por aqui e deixar que assimilemos isto, a ver o que isso suscitará nas nossas próprias aplicações pessoais. Creio que vai suscitar um monte de interrogações. Quero-te agradecer por isto, Elias.

ELIAS: Não tens de quê.

LYNDA: Na realidade sinto-me encorajado, por a maré estar a mudar. Mas é uma forma assustadora de o fazermos. Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

LYNDA: Espero poder voltar a conversar contigo.

ELIAS: Muito bem. Fico a antecipar isso. Para ti, como sempre, minha cara amiga, com um enorme afecto e um enorme encorajamento, au revoir.

LYNDA: Au revoir.

Elias parte após 59 minutos.


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