terça-feira, 7 de agosto de 2012

A AGENDA PROSSEGUE




Sessão 179
"Codificação Genética/Elementos Não Reconhecidos"
“Seres Mitológicos”
"Clonagem"
Domingo, 1 de Junho de 1997 (Grupo) © 1997
Tradução: Amadeu Duarte

Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Cathy (Shynla), Gail (William), Bob (Simon), Drew (Matthew), Reta (Dehl), Norm (Stephen), Mary Jane (Kaileen), Margot (Jeselle), Howard (Bosht), e uma nova participante, a Nicky (Candice). Um enorme reconhecimento à Mary Jane por ter transcrito esta sessão. Obrigado, MJ! Amor, Vic.
Elias chega às 7:02 da noite. (O tempo de chegada são trinta segundos)

ELIAS: Boa noite! (A sorrir) Esta noite vamos prosseguir com o nosso tema da genética. Eu coloco-vos uma pergunta para ponderardes. Como é que supondes que uma célula saiba como tornar-se num ser humano ou numa criatura ou numa planta, e que motivação terá para criar essa manifestação particular? De que forma criará uma entidade específica sem se tornar confusa na sua manifestação?

RETA: Elias, não disseste certa vez que escolhemos no âmbito da família da essência, ou que escolhemos desde os começos da nossa inteligência? Assim, reunimos aqueles elos de consciência que elegemos. Não sei como isso poderá ter origem num processo isento de pensamento, mas é reunido na forma que escolhemos.

ELIAS: E caso sejais uma raposa?

RETA: Bom, aí precisaríamos pensar nisso à partida. Corresponderia àquilo em que quereríamos tornar-nos.

ELIAS: Ou uma galinha, ou uma flor?

RETA: Eu escolho a flor. É aquela máquina enorme de fazer códigos de barras lá no céu!

ELIAS: No nosso último encontro, falamos do nosso ADN e dos elementos que comporta para além daquilo que os vossos cientistas reconhecem. No âmbito da consciência, estais parcialmente correctos. No estabelecimento de um foco particular qualquer, a essência dirige elos de consciência a fim de manifestar formas físicas. Nessa medida, cada criatura que é manifestada também é codificada.

Agora; no vosso código genético... presentemente não possuís equipamento suficientemente sofisticado para identificar os elementos que se acham fisicamente manifestados no vosso código genético. Assim como podeis contemplar os vossos genes e o vosso ADN e podeis reconhecer elementos específicos que vos identificam individualmente, isoladamente, e de modo diferente de toda e qualquer criatura existente à face do vosso planeta, conforme declarei previamente, existe mais informação nesse código genético do que aquela que ainda reconhecestes. Tal como falamos disso anteriormente, podeis ter ficado a pensar que esta informação relativa à memória e à direcção seja invisível, ou uma qualidade elusiva com que não possais estabelecer relação. Isso está errado. A informação é codificada fisicamente do mesmo modo que a informação que determina a probabilidade, na ideia que tendes, correspondente à vossa cor do cabelo e dos olhos e ao vosso tamanho físico, ou à vossa herança física inerente à vossa manifestação de doença ou de saúde. De modo idêntico, elos de consciência são reunidos para formar códigos que são impressos no vosso ADN físico. Isso dirige a vossa manifestação.

Nessa medida, uma flor sabe com se tornar numa flor, e como não crescer como um rinoceronte! Vós cresceis como humanos e não como peixes! Todas as coisas na vossa realidade física, como já vos disse muitas vezes, ocorrem de modo primorosamente preciso. Não existem erros. Tudo é calculado com precisão. Vós sois quem procede a esses cálculos. Isso não quer dizer que cada um de vós presentemente ocupe todo o vosso tempo não-físico a pensar em novas manifestações no vosso planeta terrestre e a preocupar-vos com a criação de todo elemento deste globo, por que na actualidade e ao longo de grande parte do vosso tempo, e até agora, isso não foi necessário. Acontece de modo automático, à excepção de pretenderdes introduzir uma espécie nova, coisa que fazeis com frequência.

Estão a surgir espécies novas no vosso planeta mais rapidamente do que aquelas que estão a extinguir-se. Não se trata de uma substituição equânime. É um esforço criativo. Por isso, no âmbito da consciência, colectivamente, grupos de essências introduzem espécies novas com frequência no vosso planeta. Isso, como no caso de todas as demais criações, requer uma enorme concentração de energia a fim de criar a manifestação codificada na sua linhagem genética, a qual deverá ser nova e diferir de todas as demais espécies conhecidas no vosso planeta.

As espécies que se extinguem, conforme abordamos anteriormente, escolhem tornar-se extintas. Isso é realizado por muitas vias diferente com o auxílio de outras espécies, e da vossa também, o que ajudou muitas criaturas a extinguir-se. Isso não representa uma eliminação da espécie ou da criatura. Elas terão optado por separar-se desta dimensão física particular e manifestar-se numa outra dimensão. Elas terão servido pelo seu sentido de cumprimento de valor nesta dimensão e escolheram experimentar uma outra dimensão; tornando-se desse modo extintas numa e surgindo noutra. Algumas espécies do vosso planeta extinguiram-se noutra dimensão e manifestaram-se na vossa! (A rir, o que provoca o riso geral)

BOB: Antes, tinhas dito que as espécies novas representavam uma função da nossa criatividade.

ELIAS: E representam.

BOB: Então, sou levado a presumir que nessas outras dimensões também representem uma função da criatividade.

ELIAS: Representam.

BOB: Contudo assumem um carácter análogo ao de um tipo qualquer de troca efectuada entre dimensões, por se deslocarem de uma para a outra. Se já tivessem existência aqui, como poderiam ser criadas nessa outra dimensão?

ELIAS: Por precisardes restruturar a criação. Não podeis pegar numa espécie de outra dimensão e colocá-la nesta dimensão sem um código genético. Por isso, precisais reordenar o padrão da energia.

GAIL: Mas é a mesma criatura?

ELIAS: É.

BOB: Essencialmente, ainda que não possuam essência?

NORM: Só que não necessariamente a mesma forma?

BOB: A sua natureza é a mesma?

ELIAS: A mesma forma; nova codificação.

NORM: Hmm ... (Riso por entre o grupo) Mas seria ...

RETA: Seria a mesma coisa que mudar de um computador para outro.

NORM: Bom, eu sei. Mas será formado de um modo diferente.

ELIAS: Não necessariamente.

NORM: Estou a entender. De modo que há muita operação de bioquímica a considerar... creio que existam muitos sistemas bioquímicos similares ao nosso, mas que não possuem ADN.

ELIAS: Elas não têm necessariamente que se assemelhar à vossa dimensão quimicamente. Ainda podem prosseguir na mesma projecção de forma.

NORM: Por outras palavras, poderia eu manifestar-me numa outra dimensão e assemelhar-me ao que sou?

ELIAS: É possível. Não o farás, por tal manifestação da tua parte não apresentar qualquer propósito. Não tens a menor razão para te manifestares desse modo. Tu já te encontras a manifestar-te noutra dimensão como tu, numa forma diferente.

VICKI: Mas as criaturas não?


ELIAS: Algumas.

VICKI: Mas essa será a razão por que algumas vezes elas...

ELIAS: As criaturas não são essência. Por isso, contrariamente à essência que se foca em simultâneo em muitas dimensões físicas distintas, as criaturas constituem uma criação vossa do âmbito da consciência. Elas constituem uma direcção que a energia da consciência assume. Consequentemente, vós dirigis energia em cada manifestação física de modo a que alinhe pelo quadro dessa dimensão particular, tal como o vosso código genético nesta dimensão física particular o qual não é incluído noutras dimensões físicas. Nessa medida, vós achais-vos presentemente noutras dimensões físicas. O vosso elefante não. É único em relação a esta dimensão e a este foco físico.

As criaturas também detêm livre-arbítrio e escolha, por toda a consciência gozar de livre-arbítrio e de escolha. Vós manifestaste-las, mas como foram criadas podem continuar na linha das próprias opções que tiverem tomado. Por isso, podem escolher, em função do seu próprio sentido de valor, experimentar outra dimensão no âmbito da manifestação física. Nesse sentido, e no âmbito de um acordo convosco, extinguem-se, e a sua energia reorganiza-se e volta a manifestar-se numa outra dimensão física, codificada com as especificidades necessárias a essa dimensão física.

Os vossos dinossauros existem numa outra dimensão. Eles movem-se em liberdade e adoptam a mesma forma que visualizais na vossa dimensão, mas não têm mais existência no vosso tempo nesta dimensão. Existem numa outra dimensão, comportando uma codificação interna diferente. Não é necessariamente uma codificação genética do mesmo modo que o vosso código, por este ser único na vossa dimensão.

RETA: Posso recuar um passo? Estou a perder algo em tudo isto. Se nós enquanto portadores de inteligência agrupamos os nossos laços de consciência... De modo que pretendo estabelecer escolhas para me tornar no que sou, certo? Tudo bem, tu dizes que a família da essência está lá para dar-nos assistência. De que modo haveremos de saber como estabelecer as escolhas acertadas a fim de instaurarmos o sistema correcto? A família da essência cooperará na assistência que nos estende nas escolhas que definimos?

ELIAS: Vós não criais o vosso mundo isoladamente!

RETA: Não, eu refiro-me a mim própria.

ELIAS: Na criação do vosso próprio ser, a vossa essência cria todos esses focos.

NORM: E fá-lo automaticamente. Por outras palavras, decide a forma como quero parecer, o meu nível de inteligência em que quero situar-me, o cumprimento do sentido de valor, etc., e isso é automaticamente codificado. Quero dizer, é elaborado automaticamente.

RETA: Claro, mas e as escolhas? Como é que estabelecem as escolhas?

NORM: Mas tu procedes às escolhas, pois já se acham codificadas no ADN.

ELIAS: Não é necessariamente automático.

NORM: Pensei que foi isso que disseste.

ELIAS: Isso na vossa maneira de pensar pressupõe a inexistência de pensamento ou de consideração em relação à acção, mas há. Vós escolheis.

NORM: Os elos de consciência que reúnem essa informação adicional, para além do ADN, do RDN, das enzimas que a proteína configura... Esses laços de consciência situar-se-ão ao nível dos electrões ou mais acima?

ELIAS: Mais acima.

NORM: Mais acima. Mais acima que os átomos e as moléculas?

ELIAS: Bastante.

NORM: Ah! E nós ainda não os conseguimos determinar?

ELIAS: Não.

NORM: Ena!

ELIAS: Isso são os elementos que na realidade se acham fisicamente codificados na molécula do vosso ADN, em relação ao que ainda não possuís equipamento suficientemente capaz de detectar.

NORM: Isso representa um desafio!

RETA: Então, de uma maneira qualquer, para voltar atrás, tem que haver escolhas baseadas no livre-arbítrio. Mas, sem um padrão de pensamento, de que modo procederemos a essas escolhas automáticas a fim de nos tornarmos num ser tão perfeito? Isso causa-me espanto!

ELIAS: Essa questão só tem lugar por estares familiarizados com esta manifestação que detém este processo particular de raciocínio. Nem toda a consciência opera por um mesmo tipo de raciocínio. Isso não quer dizer que à manifestação não presida uma exatidão e o que podeis considerar como métodos e organização. Só que é orquestrado diferentemente.

RETA: Por quem?

ELIAS: Por vós!

RETA: Orquestrado pela minha essência ou pela família da minha essência?

ELIAS: Por ti!

RETA: Tenho dificuldade em relação a isso. Tudo bem.

ELIAS: Conforme afirmei, vós não brotais a partir de uma família da essência.

RETA: Não, mas eu estava apenas a pensar nelas como um tipo orientação em massa.

ELIAS: Vós, enquanto essências, alinhais por uma família da essência, por optardes estar de acordo quanto ao objectivo no âmbito de uma família da essência.

RETA: Então, pela altura em que nos estabelecemos nessa família, já teremos procedido a todas aquelas escolhas para nós próprios. Já estamos nessa situação, e alinhamos simplesmente por esse objectivo particular. Isso leva-nos de volta aos laços de consciência de novo, e aos grupos.

ELIAS: Isso representa uma ideia distorcida, a de já terdes criado tudo isso, por tudo ser simultâneo. Não procedestes a uma criação prévia a seguir ao que escolhestes tornar-vos num elemento de uma família da essência, pois não existe nenhuma família da essência que tenha uma existência anterior enquanto vos encontrais separados para mais tarde vos reunirdes à família da essência. Isso é tudo simultâneo. Nessa medida, não existe nenhuma organização que tenha existência e de que passeis a tornar-vos membros. As essências têm objectivos idênticos; razão por que são atraídas umas para as outras. Isso designa uma família (ou grupo) da essência.

Nessa medida, na criação deste planeta e dimensão, essas famílias da essência, de que sois um elemento, criaram organizações de elos de consciência e codificaram-nos geneticamente a fim de criarem todas as espécies existentes à face do vosso planeta. Quando isso foi conseguido, essas espécies passaram a comportar o próprio desígnio, escolha e livre-arbítrio. Consequentemente, podem passar a eleger escolhas independentemente de vós ou da essência no sentido de se desprenderem desta dimensão particular, e podem optar por voltar a manifestar-se ou não fisicamente, ou passar a manifestar-se numa dimensão diferente. Numa situação dessas, vós enquanto essências assistis a esse tipo de manifestação nova numa outra dimensão, por dirigirdes a energia a fim de reconstruirdes e reordenardes o código genético; descodificar os vossos códigos genéticos e criar um novo código que tenha enquadramento na outra dimensão.

BOB: Tu dizes que as criaturas dispõem de livre-arbítrio, mas será de acordo connosco?

ELIAS: Em certa medida.

BOB: Bastante ao modo Judeo-cristão? De uma maneira ostensiva, Deus criou o homem e a seguir dotou-o de livre-arbítrio para ele fazer o que quisesse, e penso que também para mais tarde o responsabilizar. Assim, procedemos à criação das criaturas e conferimos-lhes livre-arbítrio de modo a poderem fazer o que quiserem, não? Responsabilizá-los-emos mais tarde?

ELIAS: Não.

BOB: Está bem. Mas não conseguem juntar-se todas...

ELIAS: Não lhes conferis livre-arbítrio.

BOB: Bom, nós criámo-las, pelo que a natureza do livre-arbítrio é obra nossa.

ELIAS: Permite que explique. Quando vos digo que vós criais, não me refiro a uma criação do modo que pensais, enquadrada no vosso contexto religioso, em que Deus vos criou. Vós, ao criardes, estais em comunicação com elos da consciência, que são consciência, os quais comportam livre-arbítrio e identidade.

BOB: Está bem.

ELIAS: Vós dirigis esses laços de consciência.

BOB: Então montamos um tipo qualquer de entidade que já possui livre-arbítrio, e que instruímos.

ELIAS: Exacto.

BOB: Muito bem.

ELIAS: Isso é criar.

BOB: Mas tem que existir um acordo qualquer entre nós e as outras dimensões.

ELIAS: Vós encontrais-vos noutras dimensões!

BOB: Muito bem. Nesse caso a extinção de uma criatura por intermédio do livre-arbítrio nesta dimensão, e a nova manifestação numa outra dimensão, tem que ser levada a cabo num nível qualquer com base num consenso...

ELIAS: Correcto.

BOB: ...para que ocorra, mesmo apesar de a criatura dispor de livre-arbítrio.

ELIAS: O acordo só se mantém em relação à reestruturação.

BOB: Não ao próprio evento.

ELIAS: Não. A criatura pode escolher, no âmbito do seu objectivo e livre-arbítrio, entrar numa dimensão diferente. O acordo dá-se, com base no auxílio, na reestruturação da manifestação.

VICKI: E não terás dito que certos animais se focam em termos físicos em mais do que uma dimensão?

ELIAS: Em simultâneo, não.

VICKI: Está bem. Então de que história se tratará...

ELIAS: Apesar de todas as coisas serem simultâneas! Mas para a vossa maneira de pensar, no contexto do tempo nesta vossa dimensão, não.

VICKI: Então, em que pé ficamos em relação aos dragões?

ELIAS: Que queres dizer?

VICKI: Terão sido os dragões criaturas que tenham existido nesta dimensão e depois se tenham extinguido para se manifestarem agora numa outra?

ELIAS: Vamos dar um beliscão no Michael? (Com sentido de humor, e a pronunciar beliscão como: "veliscão")

VICKI: Creio que vamos! (Riso)

ELIAS: Sim! Muito abreviadamente, mas a resposta que te dou é afirmativa... Muito abreviadamente. Muitas criaturas que encarais como mitológicas manifestaram-se realmente no vosso planeta e nesta dimensão física e foram testemunhadas pela vossa espécie, e subsequentemente criastes folclore em torno da sua existência.

CATHY: Ela vai adorar isto! (Referindo-se à Mary, e nós desatamos todos a rir)

HOWARD: Existe uma história, uma história Mongol, de como o cavalo surgiu ao homem; de como o homem aceitou trabalhar com o cavalo por causa da aceleração da elevação espiritual, ou seja lá como for que os Mongóis colocam a coisa. Ele veio a eles durante um sonho, e o casal na altura estava a olhar para esse animal como se fosse um cão, um animal de pequeno porte, e foram acometidos pela ideia de montar no dorso dele. E de como os cavalos são instrumentais na mudança do homem, a esse nível prosseguiram juntos até à posição actual. Penso que esta história contenha muita validade com tudo o que tens estado a dizer sobre a alternância que se opera entre aquele que dá e aquele toma e o que recebe, e nós todos juntos a trabalhar por todo o mundo.

ELIAS: Toda a energia se acha interligada. Não está separada. Por isso, todas as criações, do que julgais como natureza do vosso planeta, são elementos vossos; sendo desse modo que podeis manipular esses elementos, por serem elos de consciência que enquanto elementos vos pertencem no âmbito da essência. Eles não são essência, mas procedem da essência. São projecções geradas na consciência. Podem ser laços fisicamente manifestados que podeis moldar como matéria. Por isso, não existe separação, e em parte tens razão. Conforme comecei a dizer, tal como eu disse que vós na vossa espécie experimentastes muitas vezes a forma no contexto da criação da vossa espécie neste planeta, também o fizestes em relação às vossas criaturas. Esses não são elementos que possais pensar em termos de imaginação. São uma realidade. Podem resistir por muito breve tempo, a nível experimental, à face do vosso planeta nesta dimensão, e podem escolher manifestar-se numa outra dimensão que se ajuste mais ao seu objectivo, mas contudo ter-se-ão manifestado fisicamente, por um breve período, na vossa própria dimensão. Não descobris artefactos arqueológicos dessas criaturas, por a permanência que apresentam na vossa dimensão, conforme referi, ser, digamos, muito breve.

Além disso, optaram por se manifestar noutras dimensões, e em parte, no âmbito do seu objectivo, escolheram comportar uma qualidade elusiva e o que podeis designar por mística na vossa dimensão. Também não descobris muitas das vossas próprias manifestações enquadradas nas criações experimentais que fizestes no contexto da vossa espécie. Não descobris muitos dos artefactos da vossa espécie, seja por que forma for. Há algumas espécies que escolheram colectivamente permitir manter uma recordação permanente e captar a vossa atenção. Por isso, podeis descobrir os vossos dinossáurios e desenterrar os artefactos que lhes digam respeito, mas não dais com artefactos pertencentes à vossa própria espécie, recentemente.

VICKI: Uma vez mais, por que será assim?

ELIAS: Por essas criaturas terem escolhido deixar vestígios da sua existência como recordação que possais preservar.

MARGOT: E a humanidade não terá escolhido isso? Não teremos escolhido dar connosco por meio de artefactos de há algum tempo atrás?

ELIAS: Não aceitaríeis os vossos artefactos. Consequentemente, não os descobristes... ainda.

MARGOT: Estou a entender.

ELIAS: O que não quer dizer que não existam!

VICKI: E em relação àquilo tipo Mostro de Lochness e o Abominável Homem das Neves, criaturas que parecem existir e em relação às quais as pessoas tiram retractos que posteriormente acabam por se tornar elusivos?

ELIAS: E a tua criatura alienígena, também existirá? (1)

VICKI: Claro. Nesse caso esses tipos de criaturas estarão a surgir a partir de outras dimensões, e a desaparecer?

ELIAS: Não.

VICKI: Não entendo!

ELIAS: Elas constituem uma criação na vossa própria dimensão, e são-lhe proporcionadas muitas energias, não serão?

HOWARD: São, sim.

ELIAS: Por isso existem.

VICKI: Ah, muito bem. Então isso assemelha-se a uma criação da nossa parte?

ELIAS: Depende do foco da energia e da consistência que ele tenha, no que toca ao carácter temporário.

VICKI: Bom, creio que em parte a minha pergunta também pretende inquirir se essas criaturas terão uma existência física em outras dimensões.

ELIAS: Não.

VICKI: Então isso é diferente.

ELIAS: É.

NORM: Então, muitas das criaturas possuem uma consciência multidimensional e dispõem da opção de eleger outras dimensões caso isso lhes pareça bem, para terem uma existência simultânea, ao mesmo tempo que deixam de existir aqui e passam para outra dimensão e passam a residir lá, por assim dizer?

ELIAS: Ao se manifestarem numa, interrompem a existência que têm na outra.

NORM: Então só lhes é permitida uma?

ELIAS: Não é uma questão de ser permitido! É uma questão de escolha. Elas não são essência. Por isso, não se focam na qualidade de matéria física, em muitas dimensões...

NORM: ...em simultâneo.

ELIAS: Exacto. Embora o façam! (A sorrir, e todos desatamos a rir)

Nota: Durante este diálogo entre o Howard e o Elias, ouve-se conversa e riso atrás de nós. Isso ocorreu intermitentemente por toda a sessão e por vezes constituiu uma grande distracção.

HOWARD: Mas ocorreu-me pensar que talvez alguns dos nossos animais domésticos... o lobo tenha descoberto um modo de se manifestar como um cão. O leão tornou-se gato. Faz tudo parte dessa hierarquia, mas representou um outro modo de expressão deles.

ELIAS: Não.

HOWARD: Está bem.

ELIAS: Isso é criação vossa.

HOWARD: Bom, agrada-me! (Riso generalizado, enquanto alguém comenta "Inteiramente de acordo")

ELIAS: Vós definistes, devido à afinidade que sentis por certos animais, criar de forma semelhante, mas mais mansos, e além disso criaturas convenientemente mais pequenas que possais ter em casa como animais de estimação.

RETA: E que dizer sobre a criatura tipo Pan, que é em parte homem e em parte bode, creio, ou algo do género?

ELIAS: Conforme declarei, a vossa mitologia, em todas as suas versões - por existirem muitas formas diferentes de mitologia. Vós apresentais diferentes mitologias ao longo de todo o vosso planeta e por todas as vossas culturas; e essas mitologias não são simples histórias.

RETA: Eu estava a tentar apontar a diferença entre uma criatura que tenha surgido e que tenha existido durante um período curto... a diferença existente entre um alienígena como uma criação nossa a que concedemos energia mas que não tem existência. Estou a tentar ver a diferença entre ambas essas situações.

ELIAS: Ah, mas isso é que existe! (A sorrir, seguido de riso geral) Bom; quanto à vossa criatura Pan e às vossas histórias, vou estabelecer uma distinção; no caso das vossas histórias religiosas, existem verdades que se encontram representadas em histórias. Por isso, um Pan real jamais chegou a existir. É a história de uma criatura ou de um experimento ocorrido na espécie, na vossa espécie, que representou uma manifestação e que vos permite informação sobre essas manifestações. Por isso, as histórias individuais tanto podem como podem não ser exactas em si mesmas, mas aquilo que transmitem é uma realidade, tal como a vossa Bíblia Cristã expressa ideias e histórias sobre realidades. São histórias que podem ser distorcidas na percepção, mas que ainda assim consistem em histórias referentes a realidades. Além disso, as vossas mitologias constam de histórias sobre realidades. Nem todas as realidades que criastes nesta dimensão comportam o que pensais como uma duração duradoura. Algumas indicam experimentos bastante temporários.

NORM: Durante a última semana aqui passou um programa em um dos canais educativos com respeito à domesticação da raposa prateada, que não mais é mais negócio viável pelo facto das mulheres terem deixado de comprar peles ao preço a que costumavam estar. Quando são domesticadas, as raposas prateadas mudam a cor do prateado no final do seu pelo até vários matizes de branco e negro. E evidentemente por causa do objectivo, alteram a aparência externa que têm, e isso parece acompanhar o que estás a dizer; que o objectivo já se acha codificado na molécula do ADN da raposa. E que em resultado, pode continuar a modificar-se dependendo do objectivo que venha a ser usado ou a ser desenvolvido.

ELIAS: Exacto. Isso não é – sublinhai – evolução! É a opção de uma manifestação diferente.  Vamos fazer um intervalo, e logo podereis prosseguir com as perguntas que tendes a apresentar, assim que retornarmos.

INTERVALO

ELIAS: Continuemos. Podeis colocar as perguntas.

MARGOT: E a situação relativa à clonagem? Em civilizações que existiram antes de nós e que foram capazes de pôr isso em prática, a essência nesse caso escolherá querer tornar-se – não é o termo apropriado que descreva a situação – um ser clonado ou entrar nesse processo por uma via qualquer, já que dispomos de livre-arbítrio e de escolha?

ELIAS: Depende do que estiver a ser clonado.

MARGOT: Um ser humano.

ELIAS: Se um (membro) da vossa espécie for clonado isso envolverá uma acção diferente, apesar de fisicamente poder parecer ser a mesma acção que a clonagem de uma criatura ou de uma planta, mas não é; devido a que, com o acto da clonagem de um ser da vossa espécie na realidade aquilo que afectardes ser a materialização de um eu alterno na manifestação física. Na clonagem de uma criatura ou planta, isso já envolve uma acção diferente, por ser similar à acção da criação dos vossos cristais. (Referindo-se à criação de cristais artificiais)

MARGOT: Mas na criação de uma espécie como eu sou, caso passe a tornar-se num Eu alterno, isso deve implicar que tenha aquilo que designamos por alma. Será isso possível?

ELIAS: É um elemento vosso. Consequentemente, não é diferente.

MARGOT: Muito bem, então o cientista que clone a criatura, o homem, esse homem será um Eu alterno do cientista?

ELIAS: Se, conforme afirmei, se der na vossa espécie, é. É um Eu alterno que se manifesta fisicamente na matéria. Caso se trate de uma criatura ou de uma planta ou de uma rocha, já não equivale ao mesmo.

BOB: Estamos aqui a considerar um caso hipotético? Terás consciência da existência de algum clone humano?

ELIAS: Já foi conseguido.

BOB: Apenas não registado?

ELIAS: No vosso presente período de tempo não é coisa que se faça.

NORM: Poderá o sexo mudar de macho para fêmea no caso da clonagem humana?

ELIAS: É possível.

VICKI: Então, os Eu alternos nem sempre pertencem ao mesmo sexo.

ELIAS: Não necessariamente; embora na vossa manifestação física, pondo de parte a ideia da clonagem, a intersecção ou o intercâmbio com Eus alternos ocorra com frequência, só que a vossa manifestação física não sofre mudanças. Não passareis a ter um sexo diferente por intersectardes com um Eu alternado masculino, mas influenciará no âmbito do comportamento que apresentardes.

VICKI: Nesse caso, se fosse capaz de me clonar, aí um Eu alterno meu passaria a manifestar-se fisicamente nesta dimensão? Isso seria considerado como um foco da minha essência?

ELIAS: Não. O foco és tu. É o Eu alterno que se traduz por um elemento do teu foco. Essencialmente, sim, é um foco, mas não é um foco diferente de ti.

DREW: Quando te referes às criaturas, isso incluirá os insectos?

ELIAS: Inclui.

RETA: O macaco representará o nível mais elevado de desenvolvimento das criaturas?

ELIAS: Em que sentido usas o termo elevado?

RETA: Bom, estou apenas a tentar distinguir o foco da essência humana do de uma criatura. Bem sei que todas as criaturas são maravilhosas e espantosas, mas gostava de saber... A criatura mais desenvolvida, creio que no sentido magnífico que nos caracteriza, seria, creio eu, o macaco.

ELIAS: Na realidade, apesar de essas criaturas apresentarem comportamentos bastante similares aos vossos sob certas formas, no contexto do que estás a referir e no âmbito da consciência, relativamente à ideia que fazeis do desenvolvimento, os vossos mamíferos marinhos alinhariam mais por essa área.

RETA: Ai sim?

MJ: Tipo golfinhos, por exemplo?

ELIAS: E as baleias. (Pausa)

NORM: Um pequeno aparte, antes de prosseguirmos com o ADN. Já terá ocorrido o batimento cardíaco da terra?

ELIAS: Está a ocorrer.

NORM: Exactamente neste momento?

ELIAS: (De forma bem-humorada) Não estareis todos a colocar o ouvido no chão a escutar o palpitar da vossa Terra viva? Vamos todos encostar o ouvido ao vosso chão? Posso aplicar o ouvido “deficiente” do Michael! (O Elias inclina o corpo da Mary de lado, encostando o ouvido deficiente dela ao chão enquanto todos desatam na gargalhada. Que cómico!) Estou bastante ciente dessa palpitação!

NORM: Consegues escutá-la de verdade? Existirá alguma frequência sonora associada a ela?

ELIAS: Na realidade podeis escutá-la, caso empregueis os sentidos interiores e o vosso sentido empático.

BOB: Que escutaríamos exactamente?

ELIAS: O tom do planeta.

BOB: Não existe sempre um tom?

ELIAS: Precisamente. É o seu batimento cardíaco, digamos. Ouvireis o vosso coração caso ele não esteja a pulsar?

BOB: Eu nem sequer o ouço enquanto está a bater!

ELIAS: Mas podes ouvir.

NORM: Existirá alguma manifestação desse batimento cardíaco por uma pulsação de lava por baixo da superfície da terra que apresente um batimento cardíaco desses? Dar-se-á alguma aceleração do movimento da lava?

ELIAS: Existe, sim; apesar do registo do impulso eléctrico ser ligeiro, e dos vossos instrumentos poderem ignorar a diferença.

NORM: Poderá representar uma ligeira alteração da pulsação magnética?

ELIAS: É uma força eléctrica.

NORM: Mas que de qualquer maneira polariza a terra?

ELIAS: Não. Não gera polarização. É uma pulsação do mesmo modo que o vosso coração pulsa e cria o movimento do vosso sistema circulatório. Ele não vos polariza.

NORM: Ele precisa fazer isso de modo a poder manter a perfeita saúde?

ELIAS: É uma entidade viva. (Pausa)

NORM: O ADN do gorila é noventa e nove virgula seis por cento, ou dessa ordem. Mas, uma vez mais, é só nas disposições que actualmente conhecemos.

ELIAS: Correcto.

NORM: E o resto dele vale pela diferença significativa. Não os quatro por cento apontados, mas aquilo que não conhecemos faz toda a diferença.

ELIAS: Precisamente; por existir muita codificação que ainda não reconheceis.

NORM: Nesse caso precisamos utilizar os humanos com instrumento para determinar isso?

ELIAS: Haveis de o fazer.

RETA: Pensas que isso venha a ter lugar durante o nosso período de vida? Viremos a ser capazes de compreender a forma de testar ou de medir ou de compreender as outras qualidades do ADN?

NORM: Nos próximos trinta ou quarenta anos?

ELIAS: Haveis de começar, por as vossas ciências começarem a perceber que os métodos que empregam são ineficazes.

RETA: Os aparelhos destinados a medir é o constitui o verdadeiro problema, aparelhos complicados para medir tal característica elusiva.

ELIAS: No âmbito da acção da vossa mudança tornar-se-á desnecessário medir, por virdes a conhecer.

NORM: Viremos a conhecer, por exemplo, que todos os vírus são carregados pelos nossos genes, e o nosso método de morrer também sofrerá uma alteração. Nessa medida, não deterioraremos o corpo humano, mas a ideia bíblica da tradução tornar-se-á mais ou menos predominante.

ELIAS: Isso fica a cargo do que elegerdes.

NORM: Poderemos escolher isso agora?

ELIAS: Conforme afirmei, no âmbito da acção da vossa mudança, podeis não alterar obrigatoriamente toda a vossa realidade. Estais a expandir a consciência que tendes e a empregar a consciência subjectiva na consciência objectiva, mas isso não significa necessariamente que venhais a instaurar uma longevidade acentuada em cada foco, por poderdes não escolher tal coisa. Podeis não eleger muitas acções... assim como também podeis!

NORM: Temos que manter o desafio.

ELIAS: Vós estais sempre a desafiar-vos a vós próprios, por a totalidade da consciência estar continuamente a desafiar-se.

BOB: Será a mudança uma mera função deste foco ou dimensão?

ELIAS: É.

BOB: Então, noutros focos já teremos sofrido uma mudança?

ELIAS: Já.

BOB: Este é o único foco que não a terá sofrido.

ELIAS: Não.

BOB: Ah. Então em alguns deles já teremos mudado.

ELIAS: Sim, no que encarais como focos futuros.

HOWARD: Bom, não representará essencialmente um movimento para além da fisicalidade?

ELIAS: (Com firmeza) Não. Continuareis a manter a vossa manifestação física, mas vireis a incorporar uma fusão da consciência subjectiva com a consciência objectiva.

HOWARD: Muito bem.

BOB: Então, subjectivamente, já conheceremos tudo o que precisamos para a mudança. Será apenas uma questão de acedermos a esse conhecimento.

ELIAS: Sim.

BOB: Por que eu ia sugerir a obtenção de informação por via de um acesso a outros focos, mas parece que a obtenção de informação da parte subjectiva deste foco seja certamente mais acessível do que os outros focos.

ELIAS: Será? (A rir)

BOB: Eu não sei! Estou apenas a sugerir isso a ver se respondes! (Riso)

ELIAS: Tu pensas que assim seja, não é?

NORM: Então podemos dispor de internet sem computadores.

ELIAS: Justamente. Para te responder, sugiro-te que poderás aceder a essa informação neste foco; embora curiosamente acredites que seja mais facilmente acessível pelo aceso a um outro foco e pedindo-lhe a informação emprestada para a incorporardes no vosso; razão por que sentis motivação para brincardes com o vosso novo jogo. (2)

BOB: Está bem. Há outros focos desta dimensão que percebemos como eventos cronológicos da essência, mas depois há outros focos noutras dimensões que diferem desses...

ELIAS: Precisamente.

BOB: ...pelo que qualquer outro foco a que pudéssemos aceder nesta dimensão, seja de forma cronológica ou não, nenhum desses focos ter passado por qualquer mudança, para além, creio eu, dos focos futuros.

ELIAS: Correcto; é por isso que, conforme declarei, vos deparais com tanta dificuldade na realização e no movimento desta mudança; por vos impedirdes, em grande medida, de aceder àquilo que percebeis como informação futura. Por isso, permitis-vos informação e ligações com focos passados, nenhum dos quais tem experiência ou compreensão relativa a esta mudança.

BOB: Muito bem. Então será indiscutível que o acesso a informação subjectiva ou não oficial se encontre um pouco mais ao dispor, pelo menos de forma dedutível, do que a informação de outros focos, ou seja, de focos futuros. Terá alguém feito um encontro transfocal bem-sucedido em relação a um foco futuro e reconhecido aspectos sobre a informação da mudança?

ELIAS: Sim.

BOB: Neste fórum?

ELIAS: Sim; mas eu já declarei que vós não vos conduzis de forma automática para esses focos por terdes crenças relativas a eventos futuros. Não entendeis o conceito do tempo simultâneo. Consequentemente... desculpa! (Insinuando de forma bem-humorada o título de Bob “O Homem do Tempo Simultâneo”, que eu cognominei de Bob “Simon, o Psíquico”)

BOB: Estás-te a esquecer-te de com quem estás a falar! Riso generalizado)

ELIAS: Eu vou-me repreender a mim próprio! (Mais riso) Por isso, vós alinhais pelas vossas crenças e não vos permitis com muita frequência aceder a informação futura, por acreditardes que ainda não tenha ocorrido. Como tal, não existe. Assim, de que forma podereis aceder a uma informação que não tem existência? Embora possais, e isso possa acontecer! É possível. Só não acedeis a essa informação com a prontidão com que vos permitis aceder ao que encarais como passado, o que se torna de todo divertido no exterior do enquadramento do tempo; por no vosso elemento do tempo correspondente a 1997, poderes interromper o foco físico e voltar a manifestar-te, no que deverá corresponder ao teu foco seguinte, que deverá ser futuro, e situar-se em 1600.

BOB: Isso não constitui uma previsão para mim, será? Eu só tenho seis meses! (Todos desatamos a rir, incluindo o Elias)

RETA: Na tentativa de aceder ao tempo simultâneo e de ter um vislumbre no futuro, temos vindo a tentar isso e creio que não estamos a conseguir muitos resultados. É melhor ficarmo-nos pelos encontros transfocais, ou será melhor pensar numa projecção fora do corpo? Qual será o raciocínio, contornar apenas pelo tempo simultâneo e ver essa época futura particular? Uma época específica, por exemplo?

ELIAS: Isso fica a cargo da vossa escolha, mas podes considerar empregar o vosso novo jogo no acesso de informação futura, assim com podereis permitir-vos meditar e concentrar-vos nos vossos sentidos interiores e empregar esse diferencial, o que vos permitirá uma oportunidade de alterardes a vossa moldura temporal.

RETA: Essa era uma das perguntas que tinha. Se eu pudesse perceber um pouquinho melhor alguns dos eventos, então talvez conseguisse alterar as minhas escolhas hoje. Gostaria de ser capaz de fazer isso.

ELIAS: Isso também traduz o objectivo da vossa missão dos sonhos.

BOB: Todavia, a Reta quer dizer que, caso conhecesse algumas coisas que ocorrem no futuro, aí poderia estabelecer escolhas de modo diferente. Mas tu insinuas que podemos estabelecer as nossas escolhas de uma forma intuitiva. Isso deverá basear-se bastante no mesmo tipo de informação, só que talvez a um nível subjectivo, em que sentimos o que devemos fazer com base na informação sem precisarmos ter que avaliar a informação no sentido tradicional do termo?

ELIAS: Sim.

BOB: Então assim, ela não precisará recorrer a um foco futuro a fim de descobrir coisas e voltar para tomar decisões com base na informação obtida. Pode saltar todos esses estágios?

ELIAS: Isso está muito correcto, por na realidade já realizardes isso; por os vossos focos futuros e passados influenciarem este foco, o que provoca alterações, conforme demonstramos no exemplo que demos do Mattew.

DREW: Refresca-me a memória.

GAIL: Tu em criança, a veres-te a ti própria...

DREW: Ah! Sim, sim, sim. Obrigado.

ELIAS: (Com sentido de humor) Acorda! (Riso)

NORM: Com respeito ao tempo simultâneo, suspeito que o problema que temos se prenda com a falta de habilidade de termos qualquer capacidade de pensar em termos do infinito, e talvez mesmo de um duplo infinito, por cada “clarão” que ocorre aqui constituir uma “clarão” passível de ser mudada, e em simultâneo haver uma outra cintilação que se está a dar em todos os outros momentos do futuro e do passado aqui, e não sermos capazes de voltar a nenhum deles e alcançar uma “clarão” qualquer que queiramos.

ELIAS: Sim.

NORM: E esses “clarões” ocorrem com tal rapidez que... Os laços de ligação que se acham associados a este assunto a que estamos aqui a assistir agora, tornam-se laços de ligação em toda e qualquer manifestação para que o clarão se volte.

ELIAS: Eles já têm lugar! (A sorrir) Eu afirmei-vos que todos os elos da consciência se acham em manifestação, se acham em existência, em toda a parte e em simultâneo.

NORM: E eles recordam a manifestação. Eles possuem uma memória fabulosa, não?

ELIAS: Absolutamente! Eles compreendem cada manifestação, seja material ou não, que empregam, por se encontrarem em toda a parte ao mesmo tempo. Encontram-se em todas as dimensões ao mesmo tempo e são infinitamente reduzidas em tamanho na ideia que fazeis delas.

NORM: É difícil. É difícil! Na formulação do tempo de Plank, dez elevado a quarenta e quatro segundos (1.0 × 10-44) não corresponderá a um desses clarões? Será essa a duração de um desses clarões leva de uma manifestação à outra?

ELIAS: (Avalia) Ultrapassa um pouco isso.

NORM: Por volta de cento e trinta e três segundos? (Riso)

DREW: Esses lampejos não têm lugar no tempo!

ELIAS: Vós encontrais-vos num quadro temporal. Ele é uma realidade.

DREW: Mas tu também afirmaste que nós cintilamos tanto dentro como fora (de uma manifestação) ao mesmo tempo, o que envolve uma acção simultânea.

HOWARD: Dá-se uma pausa entre a acção e a reacção das sinapses de todo terminal nervoso (Nota do tradutor: estímulos que operam no sistema nervoso, sob a forma de um sinal eléctrico ou químico, de um neurónio para o seguinte, por meio dos neurotransmissores, que têm lugar no contacto das terminações nervosas). Essa pausa forma um clarão (cintilação).

ELIAS: No âmbito da consciência, tens razão. Em certos períodos de tempo, isso também representa uma realidade, que não deve ser menosprezada! Vós criastes um período de tempo que, apesar de ser elástico e dobrável, constitui uma estrutura temporal e uma realidade.

DREW: Então, na nossa dimensão...

ELIAS: Correcto.

DREW: ...nós cintilamos de forma sequencial.

ELIAS: É. No âmbito da essência, não se dá distinção alguma de tempo, por vos poderdes focar em várias dimensões físicas que apresentam os seus próprios enquadramentos temporais. Por isso, cada elo de consciência tem consciência de cada enquadramento temporal, código genético, manifestação física, incorporação de matéria, taxa da velocidade de vibração, e da memória que se acha associada à dimensão física individual, enquanto existe e funciona e tem consciência da realidade não física em simultâneo, o que não incorpora tempo nenhum nem código genético nenhum nem tampouco matéria física.

NORM: Ele é esperto!

ELIAS: Quanto à pergunta que propuseste, a equação acha-se ligeiramente desviada.

NORM: Precisa incluir mais termos ou algo assim.

ELIAS: O número do elemento que empregais é diferente. Não é tão preciso quanto os cálculos que desenvolvestes em termos físicos.

RETA: Tu não nos revelarias o número desse elemento, revelarias?

ELIAS: (Dá uma risada) Isso também corresponderia a uma fracção negativa.

NORM: Uma fracção negativa. (O Norm está a falar com os próprios botões, a esta altura) Fracção negativa... ou fracção natural.

ELIAS: Troca o número quarenta e quatro pelo quarenta e seis.

NORM: Ah! Mas isso envolve uma diferença enorme!

ELIAS: Isso é relativo. Constitui apenas uma ligeira diferença.

RETA: Uma ligeira diferença...

NORM: De uma magnitude de doze ordens!

RETA: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

MARGOT: Elias, poderei voltar á primeira palestra que proferiste sobre a genética, por na altura em que a proferiste eu não me ter encontrado presente, e parte da qual consegui ler hoje? A compreensão que tenho disso, pois, por aquilo que tens vindo a referir, é a de que a essência que entra no bebé ou no feto, ou seja lá como for que o queiras referir, se encontra muito mais encarregado de todo o progresso e crescimento anterior ao nascimento

ELIAS: Absolutamente.

MARGOT: Consequentemente, nesse caso presumo que a essência que entra na manifestação seja quem seleciona o sexo que venha a assumir, aquilo por que se manifestará, não será?

ELIAS: Exacto.

MARGOT: Assim, independentemente do que a ciência esteja a afirmar sobre a forma como isso ocorre, cabe na totalidade à essência que está a proceder à entrada.

ELIAS: Isso é verdade, embora vós edifiqueis e direccioneis todos os elementos. Consequentemente, a essência que se manifesta também dirige o ovo com precisão, o esperma exacto, que deverá unir-se na criação do embrião.

MARGOT: Muito bem, então algo que ouvi dizer certa vez da parte de uma entidade que afirmou que o sexo da criança podia ser decidido até exactamente o instante do nascimento, e podia ser alterado pela essência. Essa declaração estará correcta? (O Elias sorri enquanto nós rimos)

ELIAS: Eu aposto que o Michael se vai sentir bastante inclinado a explorar esta sessão! Sim, tens razão!

MARGOT: É verdadeiramente interessante, não será?

RETA: Até mesmo o instante do nascimento?

MARGOT: Mesmo até ao instante do nascimento.

RETA: Pode mudar.

ELIAS: Pode, sim.

RETA: Mas aí tu disseste ...

ELIAS: Vós podeis experimentar o desafio que o envolvimento disto implica para muitas crenças! (Riso) Tenham paciência com esta pequena (Mary) por ela vir a apresentar acessos de birra! (Riso)

CATHY: Eu vou ter que assistir a isso! (Na gargalhada)

RETA: Numa das frases que proferiste declaraste que elas chegavam mesmo a eleger o esperma exacto, o ovo exacto, o qual irá definir o sexo. E numa outra frase afirmas que podemos alterar isso até ao instante do nascimento.

ELIAS: (Com firmeza) Vós podeis alterar qualquer opção a qualquer instante.

RETA: Bom, nesse caso, que sentido fará a escolha desse ovo particular se não nos tivermos decidido quanto à coisa?

NORM: O facto de podermos voltar a alterá-la!

ELIAS: Podeis tê-la eleito inicialmente, e passar a decidi-la de modo diferente mais tarde!

RETA: Uma essência muito volúvel! (Riso)

ELIAS: Assim como podeis escolher de modo diferente com um propósito, de modo a desafiardes os sistemas de crenças; tal como a Olivia que se tornou Sean (3)

RETA: Ah, bom!

VICKI: Eu tenho uma pergunta, só para mudarmos de assunto por um instante. Há umas duas semanas atrás na sessão que tivemos... a cassete que temos dessa sessão está cheia de estática, e a Margot sugeriu que essa imagem particular podia estar relacionada com algumas das outras imagens que estavam a ter lugar na altura, e que na realidade ainda podem estar a ocorrer. Mas ainda sinto curiosidade quanto à explicação que deste para esses problemas eléctricos em particular.

ELIAS: Já vos apresentei informação anteriormente. Perguntastes acerca da energia e eu tinha estado a apresentar-vos informação relativa uma outra energia, que se dispersara e se inserira nestas sessões.

VICKI: Claro, mas não tinha afectado uma cassete como fez a essa, durante dois anos.

ELIAS: (Com sentido de humor) Por isso, podeis agora assistir, no âmbito das vossas explicações metafísicas, a uma entrada do plano da Terra!

VICKI: Ora, pára lá com isso! (Exasperada, enquanto o Elias ri)

RETA: Elias, com todas as fantásticas figuras de retórica que traças, poderias pelo menos dizer-lhe como manejar isso e deixar de captar toda esta estática?

ELIAS: Isso não é possível.

RETA: Oh ...

ELIAS: Gera-se uma interferência no início da troca de energias. Na realidade o Michael é o que podereis designar como o equivalente a um receptor.

RETA: E o Michael estava a ter problemas com a recepção?

ELIAS: Não. O Michel não experimenta qualquer problema com a recepção! Por isso, enquanto receptor que é, as ondas de energia fluem através dele com toda a eficiência, mas são altamente dispersadas quando se depara com outras essências novas. Isso provoca um efeito de estática no vosso equipamento eléctrico. Se tivésseis prestado atenção no mesmo período veríeis que o vosso equipamento eléctrico foi igualmente afectado nessa madrugada em particular. Embora não estivésseis a prestar atenção!

RETA: Estou a compreender! Não estávamos a prestar atenção.

VICKI: Por falar em cassetes, gostava de mudar a cassete.

ELIAS: Muito bem. Vamos fazer um intervalo, caso desejeis continuar.

VICKI: Tenho mais uma questão a abordar nesta noite.

ELIAS: Muito bem. Continuaremos dentro de momentos.

INTERVALO

O Elias olha em redor a sorrir para toda a gente.

CATHY: Inclina-te, mesa inclina-te! (Ela está a rir sozinha)

RETA: Eu tenho uma pergunta sobre imagens. Nesta semana que passou assisti a um tipo de luz, mas quando era catraia costumava ver luzes. O primeiro impulso que senti foi que isso representava um sinal para ir em frente relativo a algumas das coisas que estou a fazer, mas depois que comecei a analisar, percebi: “Ah, talvez sejam luzes de aviso,” e agora estou confusa. Estarei a ver essas luzes por se tratar de um sinal para avançar em frente conforme pensei que fosse no início?

ELIAS: Tu geras confusão ao começares a analisar a situação. A mensagem dirigida a ti está relacionada com o primeiro impulso que tiveste.

RETA: Foi um impulso e tanto, por não ter percebido uma formação dessas durante anos.

ELIAS: Todos vós experimentais isso e todos experimentais a situação de não seguirdes a primeira impressão que colheis, e a seguir ficais desapontados convosco próprios por reconhecerdes a validade dessa impressão.

RETA: Vou preservar a primeira impressão.

ELIAS: Aprendei a dar ouvidos a vós próprios, e a confiar naquilo que apresentais a vós próprios.

VICKI: Muito bem. Tenho uma pergunta da parte da Mary. Ela pediu-me para abordar isto esta noite com base numa conversa que teve com o Norm e com a Reta. Basicamente creio que a pergunta seja: Quais serão as direcções pessoais que tomas, etc., com respeito a esta expansão? E além disso, gostaria de dizer que provavelmente creio que fosse mais benéfico o Norm a Reta abordarem isso nas próprias perguntas que colocam, por não ter a certeza quais sejam todas as perguntas à excepção do que apresentei (ao Norm e à Reta). Por isso, pedia-vos malta, para me darem uma ajuda em relação a isso.”

RETA: E no caso da expansão, queríamos saber... Se chegaremos a fazer alguma coisa que expanda a coisa de uma maneira lógica, uma das primeiras coisas que consideraria seria uma declaração da missão bem definida ou uma imagem definitiva que o Elias veja para tal expansão.

ELIAS: E que já tendes.

RETA: Aquela que anotamos? Ou a outra...

ELIAS: Já defini o objectivo da nossa agenda.

RETA: Já o declaraste. Por isso, só precisamos voltar atrás e procurá-lo, ou dás-me uma pista quanto ao que englobe?

ELIAS: Esta relação é produzida com o propósito de dispensar informação com respeito á mudança, num esforço de reduzir o trauma associado à mudança de consciência que estais a sofrer.

RETA: Então, torna-se num molde educacional e o método que devemos usar deve ser no sentido de informar e expandir, não apenas a nós próprios mas levar a palavra às pessoas. Para tal, e como um dos pontos de partida, é claro, não devíamos formar a nossa própria entidade ao estilo de uma organização não lucrativa, para servir de instrumento nessa expansão didática? Ou desejarás manter a coisa desafinada conforme tem estado?

NORM: O fórum está a começar a expandir-se no Bodhi Tree, e por outras localidades, etc. Desejarás que se expanda mais do que isso?

ELIAS: Deverá expandir-se.

RETA: Para podermos prestar auxílio, nesse caso, precisamos de uma agenda apropriada aos passos adequados a dar.

NORM: Nós estávamos a propor-nos como voluntários para a formação de uma fundação sem fins lucrativos em vista, com o objectivo didático. Isso estaria de acordo com certas vantagens respeitantes às nossas leis actuais com relação aos impostos etc., e de modo a preservarmos mais eficazmente os quatro ou cinco indivíduos originais mais envolvidos nestes moldes didático. Por isso, oferecemo-nos com voluntários, talvez no caso de ser melhor criar uma fundação, uma fundação sem fins lucrativos. Que pensarás disso?

ELIAS: Se isso for um expediente destinado à expansão...

RETA: Isso possibilitaria...

ELIAS: ...não tenho objecção a apresentar. Isso são elementos que são relevantes para aqueles de vós que se focam no físico. Por isso, também são as escolhas que definis, pelo que haveis de escolher a direcção quanto à acção que desejardes tomar. A agenda é clara. Eu já declarei antes que ela avançará.

RETA: Para fazermos com que isso funcione temos que nos tornar mais proactivos, e para fazermos isso precisamos ter um fórum... formar um tipo de grupo qualquer de modo a que as pessoas obtenham uma orientação individual pela qual possibilitem que isso funcione. E nós estávamos só a pedir... Bom, creio que o que temos a fazer é ir em frente e definir as decisões que tivermos a definir e depois questionar-te à medida que formos avançando, se estarás de acordo, em vez de te ocuparmos o tempo para nos informares de antemão quanto ao que fazer. Quero dizer, já nos revelaste a tua agenda, pelo que creio que compete a nós pôr essa agenda em prática.

ELIAS: Precisamente.

NORM: Talvez a Mary também quisesse obter um comentário da tua parte com respeito ao que dissemos nos termos do propósito da fundação: A educação é o objectivo primordial da (sofre uma ausência), e eu tenho três ou quatro nomes diferentes para a fundação. Para explicar isto melhor, os paradigmas científicos e religiosos estão a aproximar-se um do outro. À medida que isso avança, as crenças acabarão por se tornar confusas, e passará a resultar em traumas psicológicos e fisiológicos indesejáveis num segmento significativo da população. Isso não é necessário. Uma compreensão da realidade fundamental permitirá uma transição dos paradigmas respeitantes às atitudes e às crenças de uma forma adequada e isenta de trauma. A expansão da percepção da consciência permitirá à raça humana viver e experimentar de uma maneira que permita o maior desenvolvimento do potencial humano. Os programas didáticos desenvolverão as bases na realidade da compreensão do papel da consciência e das crenças, para além do treino e do desenvolvimento da utilização dos sentidos interiores para melhorar a verdadeira compreensão. Isso permitirá ao mundo e às pessoas envolvidas viver de uma forma gloriosa com a separação adequada mas também com a cooperação, para uma maior experiência de todos. Estou a tentar fazer um sumário do que tens vindo a dizer nos dois últimos anos.

ELIAS: Exacto.

NORM: Isso do teu ponto de vista seria adequado?

ELIAS: É.

NORM: Tudo bem. Obrigado.

RETA: Para além do facto da Mary vir a revelar-se ao público, o que parece estar a correr bem, sugeririas talvez, boletins, livros? Ou preferirás esperar até sairmos a público um pouco mais?

ELIAS: Isso são questões de relevância física.

RETA: Certo.

ELIAS: Por isso, são questões que podereis debater e com base no que podereis chegar a um acordo.

RETA: Mas quanto a ti, não é ... Não sentes que corresponda à escolha que tens?

ELIAS: Não tem importância.

RETA: Está bem, está bem.

ELIAS: A agenda será cumprida. Os indivíduos hão-de deixar-se conduzir e eu hei-de permanecer subjectivamente em comunicação com os indivíduos focados no físico na atracção que sentirem, na consumação do movimento dessa expansão. Ela expandir-se-á. Não haveis de vos deparar com muitos obstáculos por o movimento vir a ter lugar de uma maneira suave, conforme já está a ter. É apenas uma questão da prontidão da parte do Michael; problema esse que se apresenta desde o começo. Isso está a ser levado a cabo muito rapidamente. Ele está em conformidade com essa agenda e no âmbito da concordância deverá avançar com rapidez para a consumação dessa agenda.

Quanto a esta essência, (referindo-se a ele próprio) as vossas logísticas não têm importância. Isso há-de cumprir-se. Podeis escolher entre vós quanto aos métodos, por precisardes de métodos. Eu não preciso de método nenhum; apenas de cooperação.

RETA: Obrigado.

ELIAS: Não tens o que agradecer. (Pausa, em silêncio prolongado) Shhh! (Riso)

GAIL: Consegue-se ouvir um alfinete a cair!

RON: Sabeis alguma língua morta? (Que totó!)

ELIAS: (Com sentido de humor) Existirá alguma entidade como morte?? (Outro totó!)
RON: Creio que não!
ELIAS: Eu coloco-te a pergunta a ti, existirá morte sob alguma forma que seja?

RON: Obrigado! Vou utilizar essa! (Riso)

ELIAS: Muito bem! (A sorrir)

HOWARD: Eu tenho uma pergunta, na realidade são duas. Vou dar a volta de modo a poder ver-te. A primeira é a compreensão que tenho dos modelos que formei na minha mente quanto às diferentes formas animais, incluindo a humana... Esses modelos foram usados pelo que designo com um cadeado geométrico e electromagnético, uma parte bastante infinitesimal da célula. E aquilo que eu te ouvi dizer esta noite, foi que o ADN é... bom, é diferente, e eu estou a ter dificuldade em relacionar as duas proposições, caso seja possível relacioná-las de todo. Gostava de saber se poderás comentar isso, ou se me poderás dizer de onde brotará a confusão que sinto.

ELIAS: Todas as vossas sociedades apresentam muitas crenças. Presentemente, como estais a admitir a inserção de trepasses de uma informação de natureza subjectiva, incorporais ainda mais crenças que surgiram em termos de informação que foi mal interpretada. Por isso, apresento-vos esta informação que vos diz respeito a vós nesta dimensão, só que isenta de distorção. Ocorrem muitos trespasses no âmbito de uma informação de outros focos que tendes na essência em diferentes dimensões. Eles são relativos a essas dimensões, mas não têm relação nenhuma com esta dimensão. Vós não reconheceis isso. Por isso, elaborais crenças ao redor da informação que acolheis, por vos parecer válida ao ser confirmada por outros indivíduos que acolhem essa mesma informação. Isso conduz-vos à crença de constituir uma verdade. É relativo; razão por que vos apresento a informação que apresento, de modo a vos não deixardes confundir com toda a informação com que possais deparar-vos, por poderdes deparar-vos com muita informação e poderdes mesmo continuar a deparar-vos com uma informação crescente; porque, ao avançardes cada vez mais na acção da vossa mudança, abrir-vos-eis e permitireis que mais informação subjectiva trespasse. Nessa medida, as crenças que tendes sugerem-vos que toda a informação subjectiva que obtendes diga respeito a esta dimensão e a esta manifestação física.

A essência é infinitamente vasta, e acha-se focada em muitas dimensões físicas. Elas são todas uma realidade, mas não têm todas relação umas com as outras. Por isso, pode tornar-se confuso para vós. Conforme declarei, esta mudança de consciência diz respeito a esta dimensão, a esta manifestação física; mas com a abertura da consciência e a informação subjectiva, haveis de obter percepção das outras dimensões. Elas não deverão ter necessariamente percepção de vós, mas nesta dimensão, haveis de começar a ter consciência objectiva de muitas dessas dimensões em que tendes focos. Consequentemente, torna-se bastante lógico que comeceis e tenhais começado a incorporar informação por intermédio de trespasses de outras dimensões e das suas realidades, mas interpreteis mal isso como pertencendo a esta realidade física.

Torna-se difícil separar a informação que acolheis, por nem sempre diferenciardes entre as várias dimensões, por todos os vossos focos deterem quase exactamente o mesmo tom. Por isso, eles tornam-se todos reconhecíveis para vós, como vós próprios. Nessa medida, não há distinção quanto à ideia que fazeis dessas diferenças inerentes às dimensões. Isso torna-se confuso, e vós começais a empregar muitas mais crenças do que tínheis anteriormente; Essa é uma outra razão por que vos apresento a informação que vos estendo, em relação à mudança. Eu não apresento apenas informação inerente à acção da vossa mudança, mas também relativa a vós e à vossa manifestação e à vossa composição e à vossa actividade psicológica e à vossa actividade fisiológica de modo a não ficardes confusos e poderdes distinguir por entre tal informação com que possais deparar-vos a que diga respeito a outras dimensões.

HOWARD: Muito bem. Bom, esta é uma simples pergunta pessoal que poderá não interessar a todos, mas já que estamos de volta... Os Caminhantes do Sonho; na realidade queria referir-me especificamente a um Índio chamado Smohalla que terá nascido por volta dos finais do século 18, na verdade foi por volta dos finais do século 19, e viveu no Planalto do rio Columbia - Imatilla. Ele praticou ou tornou-se num sacerdote de um culto chamado de sonhadores, e eu tenho vindo a tentar descobrir mais acerca dele por esse culto se ter espalhado pelos Nez Percé e estendido a alguns dos Índios das zonas circundantes. E daí surgiu, conforme me é dado entender, o Wavoka, que por sua vez ensinou aos Sioux a dança dos espíritos. A pergunta que basicamente tenho, é: Como terão eles sido capazes de utilizar o trabalho dos sonhos e tornar isso num culto tão significativo por essa altura por entre os Nativos Americanos, que são bastante difíceis de dissuadir em relação às próprias tradições que têm? Estou necessitado de uma resposta para isso para minha própria informação, e talvez outras coisas que não consigo explicar muito bem.

ELIAS: Desejarás informação quanto a um método de interacção no sonho?

HOWARD: Exactamente.

ELIAS: Isso relaciona-se igualmente à presente missão do sonho. Estes indivíduos também manifestam de forma similar na prática ao que reconheceis como os Índios Sul Americanos, que reconheceram as nove famílias que não designam por famílias, mas por Vigilantes Nocturnos, os espíritos deles, que também tinham uma actividade bastante eficaz e intrincada; aqueles que reconheceis como Maias. Existe presentemente um outro grupo que procede a um mesmo reconhecimento contínuo, também localizado no território Sul Americano.

Esses indivíduos tornaram-se artistas do sonho, e têm a capacidade de manipular no estado de sonho de modo eficiente e de compreensão quanto à tradução das imagens do estado onírico para o estado de consciência objectiva. Isso é conseguido prestando muita atenção à actividade onírica e reconhecendo igualmente a sensação, não a imagem. Cada imagem está associada a uma sensação. Não se trata necessariamente de uma emoção. É uma sensação, que também pode ser interpretada como um sentido. Nessa medida, eles possuem sentidos interiores altamente desenvolvidos de modo a estabelecer contacto no âmbito das imagens que obtendes no sonho; portanto, permitindo uma compreensão das imagens que são geradas no estado de sonho, e permitindo uma tradução eficaz para o estado desperto. Isso, conforme declarei previamente, em relação á missão dos sonhos, é muito difícil. Pode ser alcançado, mas não conseguireis isso de imediato, por precisardes praticar diligentemente e tornar-vos um artista do sonhar; com conhecimento e uso desses sentidos interiores no vosso estado do sonho, e reconhecendo que o vosso imaginário consiste numa realidade, mas que também compreende simbolismo simultaneamente; tal como no vosso estado de vigília, em que as imagens que constatais (batendo na mesa) são uma realidade, mas também representam símbolos. É sólida, mas não é sólida. É estacionária, mas acha-se em constante movimento, por ser constituída de energia. O vosso imaginário dos sonhos não é diferente. Apenas se pronuncia numa linguagem diferente. Por isso, o vosso método consiste em traduzirdes a língua do vosso imaginário onírico para a linguagem das vossas imagens do estado desperto.

HOWARD: Está bem. Soa fácil! (Riso) Tudo bem. Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

BOB: Eu tenho uma pergunta. Como é que tivemos que esperar tanto tempo para empreender esta mudança?

ELIAS: A criação do que instaurastes prestou-se-vos eficazmente até ao presente momento.

BOB: Está bem...

ELIAS: Tivestes muitos objectivos a criar durante o vosso período de tempo anterior, na exploração da vossa realidade. Aborrecestes-vos o suficiente agora, com a criação disso, e está a servir-vos de uma forma muito pouco efectiva. Por isso optastes por expandir e alterar a vossa realidade, e criar um novo tipo de realidade. Na história do vosso planeta, tivestes certas eras que duraram dez mil anos, ou vinte mil! Pode durar pelo que podereis designar por apenas cinquenta dos vossos anos, assim como poderá durar milhões. Por isso, depende do modo como a vossa era vos captar a atenção com eficácia, e do quão criativos podeis ser nesse período. Actualmente, optais agora por passar para uma criação nova.

BOB: Bom, nós temos outros focos noutras dimensões que terão passado por uma mudança ou terão percepção e não precisarão sofrer qualquer mudança.

ELIAS: Não.

BOB: Pensei que tinhas dito isso.

ELIAS: Vós não tendes focos noutras dimensões que experimentem uma mudança de consciência deste tipo.

BOB: Está bem. Creio que não o referi muito bem. Eu tenho focos noutras dimensões que não têm necessidade de mudança nenhuma deste tipo por terem percepção ou uma percepção mais alargada ou seja lá o que for que desejes chamar-lhe... por estarem mais em sintonia com a informação subjectiva.

ELIAS: No foco físico, não. (O Bob faz um grunhido)

BOB: Está bem. Pensava que terias descrito antes outros focos físicos em outras dimensões como diferentes deste foco particular...

ELIAS: Precisamente.

BOB: ...em que não passam por nenhuma mudança. Por isso, as experiências que têm nessas outras dimensões são um tanto diferentes do que aqui temos; este foco particular é único por ser altamente objectivo e carecer de informação subjectiva, ou a informação subjectiva e a objectiva não se acharem particularmente entrelaçadas.

ELIAS: Correcto.

BOB: E isso ser diferente desses outros focos.

ELIAS: Correcto. O que não quer dizer que a maioria desses outros focos sejam simplesmente subjectivos. São apenas diferentes.

BOB: Está em. Então, à medida que passamos por esta mudança, tornar-nos-emos mais como essas dimensões ou ainda manteremos a nossa singularidade neste foco particular? Embora sejamos diferentes do que somos presentemente, não viremos a ser mais parecidos com as outras dimensões ou focos?

ELIAS: Correcto. Não vos assemelhareis mais aos focos das outras dimensões. Haveis de reter a singularidade que vos caracteriza.

BOB: Pela experiência; devido a que, se todos os focos fossem iguais, nesse caso as experiências não seriam diferentes. Eu sei. (Inaudível)

ELIAS: Essa foi realmente profunda! (Riso)

BOB: Estou apenas a tentar que isso dê certo aqui, não é?! Então, outros focos poderão ter passado assim como poderão não ter passado por mudanças semelhantes na sua realidade, mas não descreverias isso como uma mudança; Apenas uma realidade que está simplesmente a evoluir.

ELIAS: Não. Outras dimensões não experimentaram este tipo de mudança ou alteração na consciência.

BOB: Então as suas realidades ter-se-ão apresentado mais consistentes ao longo do tempo, apesar do tempo poder ser simultâneo, mas não se dá a mesma alteração notória no modo como essas realidades terão existido.

ELIAS: (A sorrir) Não necessariamente. Elas não experimentaram este tipo de mudança ou alteração na sua realidade. Podem experimentar um tipo de alteração diferente na sua realidade que pode assemelhar-se ao que consideraríeis com radical, só que não é uma acção que possa relacionar-se com esta mudança de consciência.

BOB: Está bem.

ELIAS: Esta mudança, na vossa consciência subjectiva, abrange uma percepção de outras dimensões. Outras dimensões não (abrangem tal percepção).

BOB: O que tende a conferir a este foco e dimensão particular um tipo qualquer de significado que outras dimensões não têm, embora evitemos mais ou menos a hierarquia e coisas do género!

ELIAS: É diferente. Não é melhor. Não é mais elevado. Trata-se de uma acção diferente. Também vos pode sugerir a todos que não sois inferiores no mastro totémico da consciência!

RETA: Tampouco somos os mais elevados, todavia.

ELIAS: Não há mais elevado!

NICKY: Não há mais elevado...

ELIAS: Vós sois o mais elevado! Não sois inferiores, situados num plano terreno inferior, abaixo de nenhuma outra dimensão. Sois diferentes.

BOB: Bom, mas a nossa essência é a mesma de um para o foco seguinte e de uma dimensão para a seguinte. Por isso estamos a tornar-nos, enquanto essências, em cada foco, em algo, por falta de um termo melhor, em algo mais do que éramos. Agora, se quisermos chamar isso melhor ou pior, a implicação disso será o facto de, se tivermos sido alguma coisa e estivermos a tornar-nos noutra coisa qualquer, isso seja mais rico, mais pleno, mais completo...Embora não exista completude alguma.

ELIAS: Tens razão. Nas limitações da vossa linguagem, sim, tens razão. Estais continuamente em transformação e a explorar e a descobrir.

BOB: Enquanto essências, fazemos parte de uma consciência mais vasta que também está a tornar-se em algo mais do que aquilo que é.

ELIAS: Sim.

BOB: Ah, óptimo! Sinto-me feliz por ter entendido isso direito! (Elias sorri)

RETA: Existirá alguma dimensão, (O Elias ainda está a rir) alguma dimensão focada no físico, que seja puramente subjectiva?

ELIAS: Uma dimensão física, não. Imaterial, existe.

RETA: Não física. Existirão outras dimensões que se achem mais focadas subjectivamente, ou essa pergunta já foi colocada?

ELIAS: Existem, sim. O que não quer dizer que não imponham condicionalismos na percepção subjectiva que têm.

RETA: Ainda têm as suas crenças

ELIAS: Apenas são diferentes. Por isso, não são melhore do que sois. São diferentes.

NORM: Conseguirás ver dez milhões de anos no futuro?

RETA: Tempo simultâneo?

ELIAS: Consigo, mas também vós conseguis!

NORM: A raça humana... a nossa manifestação... encontramo-nos num processo de transição. Chamemos a essa transição número X. Dez milhões de anos no futuro, existirão outras transições que se traduzam por mudanças que venham a ocorrer, e dirigir-se-ão essas mudanças na direcção de um número maior de faculdades para o ser humano? De modo a tornarmo-nos ou possuirmos uma maior capacidade conforme a nossa essência tem, mas ainda assim manifestar isso? Será nessa direcção que nos encaminhamos, bastante além, no futuro?

ELIAS: Essa é a direcção que a vossa mudança apresenta actualmente.

NORM: Mas e que dizer de uma continuação disso?

ELIAS: Isso representa uma probabilidade.

RETA: Eu sabia que ias dizer isso!

ELIAS: Podeis optar por criar o que desejardes. Dir-vos-ei que no âmbito das probabilidades, o mais provável é que não produzais cérebros gigantes sem corpo e manipuleis os recursos físicos, dez milhões de anos no vosso futuro!

RETA: Ou que escolhamos ter mais histórias de ficção científica!

NORM: Poderemos prosseguir e enquanto na manifestação, criar de modo criativo novas espécies ou passar a dispor de menos limitações na criatividade que possuímos hoje?

ELIAS: Essa é a acção da vossa presente mudança.

NORM: Irá esta mudança ficar completa? Quero dizer, estender-se-á o suficiente de modo a não existir necessidade de mais mudança?

VICKI: Cuso avançado de mudança de consciência!

BOB: Vamos terminar com esta porcaria de mudança! (Riso)

ELIAS: Isso fica ao vosso critério!

NORM: Então, o futuro não está... Na verdade não consegues ver dez milhões de anos à frente, no futuro.

ELIAS: Não foi isso que eu disse. Também te posso dizer que o vosso passado depende da vossa escolha!

NORM: Não podemos aceder a isso agora, dez milhões de anos à frente.

ELIAS: Não podeis aceder a isso actualmente! (A sorrir) Não é uma questão de não poderdes ver as probabilidades, mas passado e futuro constitui tudo probabilidades. Cada instante apresenta a capacidade de mudança.

NORM: A todo o momento.

ELIAS: Justamente. Por isso, embora o tempo exista em simultâneo, no vosso foco físico não é, e estais continuamente em mudança, e estais continuamente a escolher probabilidades e a trocar de posição com realidades prováveis. Por isso, existe uma miríade de probabilidades e de realidades prováveis que podeis escolher actualizar e focar-vos em todas! Mas qual deverei apontar-vos? É tudo real!

NORM: As capacidades subjectivas que temos, com esta mudança viremos a ser capazes de experimentá-las a todas?

ELIAS: Nem todas.

NORM: Existirá um limite?

ELIAS: Vós não optastes por manter a consciência subjectiva por completo. Escolhestes misturar a consciência subjectiva com a objectiva, no foco desta dimensão; mas ainda tereis crenças, embora as neutralizeis. Por isso, devereis prosseguir dentro de certas limitações, embora a vossa criatividade venha a sofrer um incremento enorme. Na realidade, conforme vos disse muitas vezes, actualmente não tendes limites, só que no âmbito das crenças que tendes atribuís a vós próprios limites. Passareis a relaxar esses limites com a acção da mudança de consciência e a facultar a vós próprios uma maior liberdade criativa, mas devereis prosseguir com as crenças; atribuindo desse modo limitações a vós próprios. Actualmente podeis fazer tudo isso!

NORM: A capacidade de comunicação subjectiva virá realmente a proclamar o paradigma do dogma associado tanto ao dogma religiosos quanto ao científico? Isso representará o pronúncio que acelerará a transição da mudança? Ou existirá uma capacidade de comunicar subjectivamente, para além dos cinco sentidos?

ELIAS: Isso já teve início.

NORM: Haverá quem consiga isso? Quero dizer, telepaticamente, existirá quem consiga isso nos nossos dias? Quero dizer, para além dos místicos?

ELIAS: Há.

NORM: E para além do estado do sonho.

ELIAS: Sim.

DREW: Informação não oficial.

ELIAS: É!

NORM: Mas isso sempre esteve à mão!

GRUPO: Esteve!

ELIAS: Muito bem!

RETA: Mas precisamos voltar ao ponto de ainda em cinquenta anos toda a gente dispor de muita informação, e ser quem é. Nem toda a gente mudará. Alguns irão mais longe do que outros, mas a vida é assim mesmo! E alguns não mudarão de todo. Não será verdade?

ELIAS: Não. Esta será uma mudança de consciência global, e vireis todos a incorporar essa consciência diferente.

RETA: Com a consciência subjectiva.

ELIAS: Sim.

RETA: Mas as pessoas permanecem como do jeito que são, e ainda terão as crenças que têm a limitá-las.

ELIAS: Sim.

NORM: Existirão nações, e sociedades nessas nações, que mudem mais cedo do que outras, ou não?

ELIAS: Deverão haver indivíduos que concretizarão um movimento que designais mais cedo do que outros.

NORM: Por exemplo, os cientistas, onde deverão poicionar-se na transição com respeito ao tempo?

ELIAS: É um processo individual.

NORM: Não os podemos agrupar.

ELIAS: Não.

BOB: Eu tenho uma pergunta. Dirias que após a mudança, por assim dizer, essa manifestação venha a apresentar-se mais fluída, mais dinâmica, mais sujeita à mudança e menos rígida do que actualmente?

ELIAS: Sim.

BOB: Então não é tanto uma função da subjectiva na sua relação com a objectiva, será? Não será só a capacidade que temos de criar e de desfazer o que criamos com uma maior espontaneidade do que fazemos actualmente?

ELIAS: Influenciados pela permissão subjectiva, por a rigidez que apresentais residir na objectividade e na relutância que apresentais no sentido de incorporar informação não oficial na vossa consciência subjectiva.

BOB: Mas após a mudança, a consciência subjectiva fundir-se-á com a objectiva, pelo que me impressiona que a escolha de percebermos a mesa como sólida continue a ser uma opção, e que essas escolhas sejam estabelecidas mais numa plataforma de concordância, e que tenhamos mais consciência do facto de podermos estar todos aqui sentados e ver todos a mesa, mas em simultâneo todos decidirmos deixar de perceber a mesa.

ELIAS: Justamente.

BOB: Está bem.

ELIAS: Embora se estenda para além disso, coisa a que poderemos dar continuidade no nosso próximo encontro.

Por esta noite vou dar por terminado por causa do Michael. Podes interromper o teu envio de mensagens, Lawrence!

VICKI: Muito bem!

BOB: A propósito da comunicação subjectiva!

ELIAS: Precisamente, e em muito alto tom, também! Eu compreendo perfeitamente. Por isso, vou dar por terminado por esta noite. Podeis apresentar Candice como um nome da essência, que eu voltarei a interagir convosco todos e a responder às vossas perguntas no nosso próximo encontro. Por esta noite, com afecto, au revoir!

RETA: Posso só... (Lá se foi ele!)

Elias parte às 10:39 da noite.

NOTAS:

(1) Isto foi referido a título de referência de uma experiência em que a Mary e a Vicki viram o que terá parecido ser uma criatura alienígena durante cerca de meia hora, que mais tarde acabou por não passar de... uma colher. Precisavam estar presentes!

(2) Quando o Elias se refere ao nosso novo jogo, refere-se ao que chamamos de ETF (encontro transfocal), que é o termo que empregamos para Regressão a uma Vida Passada.

(3) Isto não é referência nenhuma ao Ron/Olivia. É uma referência ao neto da Mary, que se chama Sean, a quem já tinham posto o nome Olivia antes de nascer, por ele ser do sexo feminino. Nessa altura a Mary teve alguns sonhos em que viu o bebé como um menino. Quando foi confirmado que era um rapaz no exame de ultrassons seguinte, as crenças dela começaram a ser postas à prova. Todos tínhamos a esperança de que o bebé nascesse uma menina, (pois... somos terríveis) mas provavelmente é uma coisa excelente que o Sean não tenha optado por se tornar numa Olivia!

© 1997 Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados


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