sábado, 28 de julho de 2012

GENÉTICA





Sessão 176
“GENÉTICA/ADN & ARN”
Domingo, 25 de Maio de 1997 (Grupo) © 1997
Tradução: Amadeu Duarte

Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Carole (Dimin), Drew (Matthew), Gail (William), Norm (Stephen), Reta (Dehl) e a Stella (Cindel).
Elias chega às 6:59 da tarde. (O tempo é vinte e cinco segundos)

ELIAS: Boa noite. Ao prosseguirmos com o nosso assunto nesta noite, vamos abordar certos elementos da vossa genética que a vossa comunidade científica ainda não reconhece. Vós indagastes acerca de informação respeitante à molécula ADN, e eu sugeri-vos uma informação respeitante às variações que a codificação genética sofre que parecem ser inconsistentes com a hereditariedade.

Vamos focar-nos no funcionamento de parte do RDN. Nesse sentido, as vossas ciências pesquisam e trabalham furiosamente no sentido de descobrirem a razão por que certos elementos respondem fisicamente do modo que o fazem. Eles não entendem o mecanismo desses elementos que vós instaurastes no vosso ADN e no vosso RDN. Os vírus, na maneira de pensar dos cientistas, constituem elementos estranhos que são incorporados num organismo. Eles invadem esse organismo, forçam o RDN deles no que encarais como células normais, e estas consentem a substância invasora. Antes de mais, conforme declarei previamente, esses elementos já se encontram na vossa manifestação física. Vós escolheis activar ou não esses elementos. Por isso, essas moléculas já existem na vossa expressão física. Nessa medida, subjectivamente e no âmbito da consciência, vós instruís essas moléculas no sentido em que desejais que elas se manifestem, tal como instruís o vosso próprio ADN.

O vosso código genético tem mais que se lhe diga do que unicamente elementos físicos. Qualidades emocionais são igualmente codificadas na vossa genética, mas conforme declarei que toda a memória se acha codificada, ela é colocada no código fisicamente por vós, subjectivamente. Vós criais todos esses elementos. Cada indivíduo contém um padrão genético único. Cada indivíduo manifestado no físico manifesta padrões de ADN que lhe são únicos. Esses padrões contêm qualidades que não são passíveis de ser reproduzidas em mais nenhum indivíduo à face do vosso planeta, por terdes codificado de forma singular a vossa própria genética.

Há muitos elementos que as vossas ciências deverão negligenciar, muitos mais elementos que entram na composição da expressão da vossa manifestação física do que aqueles por que (eles) optam por descobrir. Eles virão a questionar a razão por que certos elementos deverão ser exibidos pelas pessoas ou pelas criaturas ou pela vegetação, mas não atribuirão isso ao código genético. É aí que eles se desviam da nossa rota, por esses também serem elementos inerentes ao vosso código. Tudo aquilo que sois fisicamente acha-se codificado nesses elementos físicos que rotulais como a vossa genética. A mais simples das formas de vida, desde a vegetação e a vida das plantas, responde a situações e a vibrações e a mensagens telepáticas e à emoção. Vós pensais que a vossa espécie é a única espécie capaz de certos elementos inerentes à existência. Eu sugiro-vos que podeis muito bem experimentar outras formas de vida, conforme as percebeis, no vosso planeta, e testemunhar que elas também respondem às ideias, e muito mais do que no geral, aos estímulos simples. Podeis assustar uma planta com a simples ideia de a destruirdes. Não percebeis essa resposta, por não estardes à procura de uma resposta por parte da planta. Ela há-de gerar nela própria uma carga eléctrica que representará a sua indicação de retiro de vós em reconhecimento dos pensamentos que tendes, por no âmbito da consciência ela entender o que lhe reservais em termos de intenção.

Vós desvalorizais as vossas criaturas e a vegetação existente no vosso planeta como “inferiores”, e como não portadores de consciência conforme vós possuís consciência. Isso está errado. Tudo o que percebeis em termos de criaturas vivas, assim como a vegetação, possui qualidades genéticas. Vós criastes toda a vossa dimensão física do mesmo modo. Codificastes tudo a fim de manifestardes com eficiência por meio de movimentos repetitivos. Todo o vosso material vivo, ou aquilo que classificais como material vivo, quer se trate de vegetação ou de criaturas, possui as mesmas capacidades que detendes de manifestação. No âmbito da consciência elas manifestam-se com diferentes objectivos conforme o direccionais, e no âmbito dessa consciência parecem ser simplistas por as suas expressões não serem tão complexas, mas cada elo de consciência possui os mesmos elementos.

Ao contrário da matéria física, cada elo de consciência possui todas as mesmas qualidades. Esses elos de consciência compõem o ser que sois num foco físico. No enfoque não material compõem a essência. Compõem tudo o que vós criais no foco físico ou não-físico de cada dimensão. Esses elos de consciência agrupam-se em conjunto para formar padrões ou campos eléctricos, que por sua vez se traduzem no foco físico mais inicialmente como uma ideia do que como matéria efectiva; e à medida que vós, que criais esta dimensão física, acrescentais fisicamente energia à criação de cada elemento na matéria, esses elos que se agruparam e formaram campos movem-se em conjunto de uma forma mais concentrada e dão início à manifestação da matéria física. (Pausa) Vou terminar por aqui, por não vos desejar confundir com as complicações inerentes a grande parte desta informação.

Eu desejo dizer-vos que diferenciais a matéria física da matéria não-física. Diferenciais e dizeis que são elementos à face do vosso planeta que respiram e possuem vida e que existem elementos no vosso planeta que não comportam vida. Eu afirmo-vos que o vosso próprio planeta tem vida. Ele possui a sua própria consciência. Ele respira e pulsa de forma bastante rítmica. O vosso próprio planeta pulsa a cada doze dias. Ele comporta a sua própria pulsação cardíaca.

Por isso, a distinção não passa de uma simples diferença na escolha da composição dos elos de consciência a fim de criarem códigos genéticos, por todos os elementos que reconheceis como viventes terem códigos genéticos. As rochas não têm. Isso não significa que as rochas não se encontrem vivas. Elas manifestam-se em termos físicos na matéria e no vosso quadrante temporal de um modo diferente. Vós escolhestes manifestar muitos elementos nesta dimensão apresentando muitas variantes na criação. Essas criações que manifestais que comportam códigos genéticos constituem verdadeiras obras de arte, por representarem uma engenharia requintada; excepcionalmente exacta. Cada célula de cada entidade viva comporta o seu próprio código. Possui a sua própria mensagem, mas também contém a sua própria memória. Muitos falam da memória das células. A ideia foi um tanto distorcida, mas na realidade, cada célula possui uma memória extensa. Esses não são elementos que possais medir, apesar de em parte os poderdes medir, por poderdes medir o comportamento das células ou de partes dele. Por isso, podereis testemunhar demonstrações de certos elementos da memória. Cada célula comporta não só todo o vosso código genético no vosso ADN, como também comporta a memória inteira; não só deste foco físico, como de todos os vossos focos.

Certos indivíduos nesta dimensão comportam memória nas células que também lhe fala objectivamente de outras dimensões, na sua consciência. Não é por completo o que perceberíeis como comum, mas há indivíduos que escolheram fragmentar-se ao nível da essência e cruzar limites dimensionais, por assim dizer, penetrando em diferentes elementos da manifestação física. Isso é confuso, estou bem ciente, mas presta-se aos nossos propósitos de explicação. Isso opera no que podeis encarar como a direcção oposta do folclore comum do vosso tempo presente que envolve os vossos extraterrestres. Eles não levam consigo o vosso ADN nem a vossa genealogia; mas vós, caso vos tenhais fragmentado neste enfoque a partir de uma outra dimensão, podeis introduzir nova informação e memória de outros focos dimensionais. Isso não representa nenhuma alteração do vosso código genético. Trata-se de memória celular que é preservada na manifestação física. Isso pode por vezes ser mal interpretado por alguns como parecendo-se com um transplante. Também surgiram muitos mitos novos criados em torno da informação que trespassa no âmbito da memória a partir desses indivíduos.

Assim que optar por entrar neste foco físico particular, neste foco dimensional, o foco da essência opta por se submeter à produção e à manifestação física da forma e da função nesta dimensão. Por isso, não podeis deparar-vos com alienígenas a caminhar a par convosco. Também podeis, conforme declaramos anteriormente, não vos deparar com o que na vossa cultura folclórica actual julgais ser walk-ins, por não existirem walk-ins; mas podeis cruzar-vos com indivíduos que detêm memória de outros focos dimensionais que também se achem a manifestar-se fisicamente. O seu ADN, o seu código genético, a sua manifestação física, acha-se em alinhamento com esta dimensão. A memória que têm na sua manifestação é diferente. Nem todos os indivíduos têm trespasses dessas lembranças para a consciência objectiva. As pessoas podem apresentar memória celular desse modo e também podem escolher não reconhecer essas lembranças durante a manifestação, tal como escolheis em cada foco em que vos manifestais fisicamente esquecer a essência por uma questão da pureza da experiência no foco físico. (Pausa)

Voltando à interacção da molécula que sintetiza a proteína, a qual é o vosso RDN, não se gera invasão nenhuma da parte de uma sobre a outra. Parecerá que o vírus invada e se aposse e destrua o que encarais como uma célula saudável, mas na realidade isso é dirigido subjectivamente, e a renúncia da célula saudável consiste num acordo no sentido de aquiescer e permitir a manifestação que o indivíduo escolheu. Nenhum elemento ocorre por acidente; e na manifestação física nesta dimensão precisais perceber, no período actual, o quão em última análise fostes eficientes na criação deste mundo físico. Vós não criais acidentes! Todas as vossas manifestações são extremamente exactas até ao movimento da mais diminuta molécula e átomo existente na vossa manifestação física.

Vou fazer um intervalo e voltarei para responder às vossas perguntas, e vamos igualmente abordar as perguntas que tens esta noite, Lawrence.

VICKI: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

INTERVALO

ELIAS: Continuemos; podeis colocar as vossas perguntas.

NORM: O segmento emocional e o segmento da memória que a molécula do ADN tem corresponderá a uma disposição dos átomos e das moléculas, ou será subatómico?

ELIAS: Acha-se inserida na disposição dos átomos.

NORM: Nesse caso, a sequência do ADN, RDN, enzimas, proteínas, e a seguir a sequência delas e os espaços intermédios tais com os intrões...O genoma humano é vastíssimo, segundo percebo, mas será capaz de conter toda a informação pertencente a todos os indivíduos que alguma vez tenham estado nesta Terra?

ELIAS: Contém toda a informação que seja pertinente ou válida para esse foco particular enquanto indivíduo ou em relação aos focos que tem enquanto essência, assim como toda a informação pertinente a todos os indivíduos manifestados na linhagem dele.

NORM: Então, por exemplo, a informação será dual por natureza? Para além da informação da proteína, existirá informação acima dessa que seja...

ELIAS: (A sorrir) Existe...

NORM: Um sorriso! Isso agrada-me! Interessante.

ELIAS: Isso é o que eu estou a tentar sugerir-vos, e que as vossas ciências ainda não descobriram. O código genético envolve muito mais coisa do que aquilo que percebeis.

NORM: Podia ser mais do que duplicidade. Quero dizer, podia ser camada sobre camada.

ELIAS: Esse código tem muitas camadas e aspectos. Comportais carradas de informação na vossa manifestação física.

NORM: Eu dirigi a informação do meu genoma no ventre da minha mãe?

ELIAS: Exacto.

NORM: E dirigi a informação respeitante à minha forma física?

ELIAS: Exacto.

NORM: Então, isso será mais ou menos fixado a partir desse ponto, em relação a todas as probabilidades de que necessito neste foco?

ELIAS: Não se acha fixado em termos absolutos. No vosso código admitis probabilidades, por o vosso código não se focar simplesmente na manifestação inerente à matéria. Também comporta informação que vos influencia os padrões de pensamento, as expressões emocionais, os padrões comportamentais e as habilidades que se revelam dominantes ou recessivas.

RETA: Dizes que os cientistas actualmente nem sequer fazem ideia. Bom, tenho a certeza de que conseguem olhar pelo microscópio para a matéria e até mesmo observar alguns dos campos de energia e chegar aos processos de elaboração mental correspondentes ao ADN ou seja lá o que for. Terás alguma sugestão ou alguma ideia sobre o modo como medirão qualquer desses outros padrões genéticos?

ELIAS: Os vossos cientistas buscam uma evidência física. Por isso, percebem que os factos prováveis de que dispõem residem apenas nas manifestações físicas; aqueles elementos que podem ver ou especular os quais possuem consciência de poderem ser físicos, mas em relação aos quais ainda não dispõem da capacidade de ver. Nessa medida, toda a informação é desconsiderada por entenderem que isso possa não passar de especulação e seja improvável, embora por meio da experimentação comportamental possais chegar à comprovação por intermédio da genética, caso a ciência estenda o seu campo de modo a incorporar a consideração do que vai além unicamente da evidência física. Há muitos elementos que apresentam uma boa consistência no âmbito da vossa composição genética, que não se exibem fisicamente no que podeis ver com o microscópio.

RETA: Ah, eu concordo. Sempre se apresenta a necessidade de serem capazes de reproduzir a mesma evidência. A comunidade científica está mesmo a começar a mudar, pelo que um pouco de fé deve apresentar uma coisa real. Estou de acordo.

ELIAS: As plantas representam uma criação interessante vossa e podem proporcionar-vos uma informação bastante válida, por responderem muito mais do que podeis reconhecer. Elas não criam processos mentais do mesmo modo que vós, mas dispõem da sua própria criação de elaborações e de comunicações e de memória. Essa memória é não só o que podeis encarar como celular, como são também capazes de responder no âmbito da acção provocada pela memória. Uma planta é capaz de responder a acontecimentos com que se tenha deparado anteriormente e de se lembrar por meio do vosso elemento do tempo.

NORM: A experiência seguinte a que aludiste, com respeito ao facto da planta responder aos pensamentos por ventura relativos à morte da planta e de emitir um sinal eléctrico, creio que essa experiência já foi feita, não?

ELIAS: Ao longo da vossa história os indivíduos já realizaram experimentos nessa área, apesar de isso não ter, em grande medida, sido reconhecido, e das vossas ciências não lhes terem cedido crédito. A vossa comunidade científica pode encarar esse tipo de experiências como um desperdício de tempo e uma distracção para as ideias, e como temporária e ligeiramente interessantes. O que não reconhecem é que isso vos proporciona informação sobre a codificação genética sobre os padrões comportamentais. Conforme afirmei, a vossa genética não abrange simplesmente os atributos nem as manifestações físicas. Todos os elementos não-físicos que vos compõem se acham igualmente contidos na vossa informação genética.

NORM: A teoria de Darwin do desenvolvimento a partir de organismos bastante simples até aos mais complicados e dos conceitos de sistemas de adaptação é considerada hoje como a razão por que, por exemplo, o genoma humano eventualmente se terá desenvolvido após biliões de anos desta vida terrena. Contudo, caso tentássemos reunir isso em termos estatísticos na ordem adequada, seria preciso muitíssimo mais do que 4,5 biliões de anos, não seria?

ELIAS: Precisamente. A vossa teoria Darwiniana, que permanece uma teoria, constitui uma presunção mais ou menos lógica do desenvolvimento que tendes no vosso planeta; embora seja bastante incorrecta, por não vos terdes desenvolvido dessa maneira. Não sofrestes qualquer mutação, e ao contrário dos estudos científicos, não criais nem vos moveis através do processo de selecção natural (das espécies).

Eu afirmei previamente que experimentastes ao longo das eras diferentes formas de manifestação, e que acabastes por concordar com esta manifestação inerente à forma, como a que temporariamente se revelava como mais eficiente; porque naquilo que encarais como futuro, podeis vir a alterar isso em determinado grau. Isso não é evolução! Cada manifestação é única em si mesma, e não evoluiu a partir de nenhuma outra forma. Foi criada de forma única e independente em si mesma ao longo da vossa história, história essa que corresponde ao que vos é dado conhecer no vosso planeta; apesar de também conhecerdes muito pouco em relação a isso, por o vosso planeta ter tido existência e deixado de existir, para voltar a ter novamente existência muitas vezes; representando isso um surgimento nesta dimensão, neste universo, no vosso sistema galáctico, e todos aqueles elementos que pensais reconhecer! (A sorrir)

NORM: Nesse caso, a hipótese Gaia, com respeito à terra como uma entidade viva, não uma entidade mas um sistema vivo, está correcta.

ELIAS: Um sistema; sim.

NORM: E à existência de um tipo qualquer de ritmo a cada doze dias...

ELIAS: Sim.

NORM: Á semelhança de um batimento cardíaco?

ELIAS: Sim. Não é de precisamente doze dias, embora estejamos a generalizar, e nos vossos termos, esteja a arredondar...

NORM: No espaço de um dia.

ELIAS: ...quanto ao período de tempo mais aproximado. Não é no espaço de um dia, mas de segundos. Pode não representar de todo o que designais por doze dias, mas face ao conhecimento objectivo que tendes não notareis a diferença.

RETA: Seremos capazes de notar, subjectiva ou objectivamente, quando se dá o impulso?

ELIAS: Subjectivamente dais-vos conta, por terdes noção da conexão existente entre vós e tudo o mais na consciência. Objectivamente podereis em certa medida tomar consciência, por o vosso planeta não se esconder de vós! Ele revela-se-vos continuamente. Vós só não dais atenção.

NORM: Incluirias realmente o sol e os planetas restantes nesse sistema vivo? Fará o sol parte do sistema vivo?

ELIAS: Faz.

NORM: E os outros planetas?

ELIAS: Sim.

NORM: Mas não irias além disso quanto à manifestação disso?

ELIAS: No que apresenta relevância quanto à vossa manifestação física, não.

CAROL: A sensação que de momento tenho, e corrigir-me-ás se estiver errado, é a de que se a Terra constitui um ser vivo, coisa de que já tenho conhecimento, então deve existir alguma interconexão com o ritmo da Terra e aquele do universo inteiro e o de todos os planetas situados fora da nossa galáxia, o que conduziria à unidade universal em que nos achamos tão envolvidos e com que tentamos entrar em contacto precisamente agora.

ELIAS: Todos os elementos se acham interligados no âmbito da consciência, e não existe separação. Só existe separação entre todos os elementos objectivamente, nas manifestações físicas - ou aparência de separação.

CAROL: Se conseguíssemos aquietar-nos o suficiente de modo a conseguirmos escutar a respiração de Gaia, se conseguíssemos silenciar o suficiente, poderíamos sentir todo o universo a bater? (Elias acena afirmativamente) O som do OM, será esse som de facto o som do universo? Ou será o som das nossas manifestações terrenas, da percepção que temos?

ELIAS: Isso, de uma forma inerente às crenças, representa um instrumento, embora à semelhança de muitos outros instrumentos, no âmbito das crenças possa propiciar a orientação de um indivíduo. O som que é produzido por um indivíduo não passa de um símbolo que é filtrado por intermédio de uma crença, mas as crenças criam a vossa realidade nesta dimensão. Por isso, em muitos casos podem ser instrumentais e úteis ao objectivo que tiverdes. Se o indivíduo tiver a crença de esse som poder focar a sua atenção, ele permitir-se-á concentrar-se. Nessa medida, também se permitirá realizar o seu objectivo. Na situação que apresentas, de conseguir objectivamente a consciência do todo, sim; podeis alcançar isso.

CAROL: Haverá alguma forma melhor?

ELIAS: Não se trata necessariamente de um método melhor, Cada um escolhe aquilo com que se sente confortável e o que aceitar no quadro das suas crenças. Um indivíduo pode utilizar o som; outro pode utilizar a visualização. Outro, a sensação. Não importa. São instrumentos para vos focardes. Não há melhor bem pior, por o instrumento permitir a concretização. (Pausa)

RON: Eu tenho vindo a concentrar-me, durante os últimos três anos, no abate desta árvore que se situa nas traseiras da nossa caravana de campismo, por bloquear a vista que temos da autoestrada. (Riso) por que razão não consigo com que a danada morra?

ELIAS: Tch, tch, tch. Um claro e inequívoco exemplo de uma expressão contrária à da essência! (A rir)

RETA: Permite que te volte a perguntar o que é que estavas a falar no caso das ligações genéticas com os antepassados. Muitos dos meus companheiros da Igreja estão verdadeiramente viciados na genealogia. Eles realmente possuem a crença de ser necessário ter antecedentes. Muitos deles investigam determinadas coisas, e quando conseguem identificar alguma, rejubilam. Eu não passei pela experiência disso por ter tido muita informação genealógica que me foi passada, mas conforme mencionas que a célula possui memória disso, poderá ser que a ligação interior seja reconhecida?

ELIAS: Exacto.

RETA: Creio que é interessante. Eles tornam-se verdadeiramente diligentes na investigação disso.

ELIAS: Eles são atraídos nessa direcção para a sua própria afinidade e informação. Cada indivíduo busca informação que se debruce sobre uma área que lhe transmita algo.

RETA: Quão valiosa seria essa informação caso pudessem, por sua vez, invertê-la e chegar a conduzi-la a eles?

ELIAS: Tem um valor pertinente para a compreensão pessoal, por a investigação dos outros focos vos ser válida pela compreensão que pode suscitar sobre vós próprios; porque ao escolherdes entrar na manifestação física nesta dimensão vós carregais códigos genéticos, caso esse em que incorporais todos os indivíduos nessa linhagem particular. Por isso, representais um aspecto de todos eles, e eles representam um aspecto de vós – todos; tal como sois o mesmo em todos os focos que tendes no âmbito da essência. Vós sois eles e eles sois vós, embora sejais únicos e representeis a vossa própria manifestação. Vós não sois o vosso bisavô, por serdes quem sois, mas sois o vosso bisavô! Por isso, a informação obtida sobre outros aspectos vossos é válida.

NORM: Se a terra e os planetas e o sol constituem um sistema vivo que interage connosco, nesse caso a astrologia não representará uma realidade?

ELIAS: Eu afirmei nas nossas sessões iniciais que isso tem origem numa certa verdade. Foi distorcida em sistemas de crenças, tal como todos os outros conceitos de que dispondes, no âmbito das vossas ciências e das vossas religiões, bem como de todos os elementos da existência física. Existem relações entre esses corpos e o vosso corpo planetário. Esse planeta, assim como vós, tal como vos reconheceis, não teria existência sem a cooperação do universo, mas vós criastes tudo isso de uma forma harmoniosa a fim de funcionar de um modo eficiente.

NORM: Glorioso!

VICKI: Eu tenho uma pergunta. O código genético incluirá informação relativa aos outros focos que temos nesta dimensão?

ELIAS: Correcto.

VICKI: Mas sinto-me confusa em relação a algumas das outras coisas de que falaste nesta noite, quando disseste que, se quiséssemos experimentar a fragmentação neste foco, nesse caso precisaríamos carregar memória celular...

ELIAS: Exacto.

VICKI: ...de outros focos dimensionais.

ELIAS: Exacto.

VICKI: Mas se não tivermos incorporado essa fragmentação, nesse caso não disporíamos dessa memória? Estará isto correcto?

ELIAS: Aquilo que declarei é que carregais essa memória, mas podeis não recordá-la objectivamente.

VICKI: Então a memória está lá, independentemente do resto.

ELIAS: Exacto. Pode ser acedida, mas podeis optar por não reconhecer a lembrança.

VICKI: Está bem, isso faz muito mais sentido.

ELIAS: Desde que tenhais focos noutras dimensões físicas!

VICKI: Esta informação particular representará aquele tipo de informação em torno da qual se erguem sistemas de crenças relativos à “sementeira” e à alteração genética por parte dos ovnis ou de outras dimensões, será nisso que esses sistemas de crenças terão origem?

ELIAS: Exacto. Isso representa escorrimentos de memória provenientes de focos de outras dimensões, que constituem uma realidade. Nesta dimensão não se dão alterações no vosso ADN físico ou código genético; embora em reconhecimento no âmbito da recordação de diferentes padrões genéticos que não incluem necessariamente ADN, o indivíduo possa interpretar erradamente a informação que escorre e assim desenvolver um sistema de crenças que dê conta do facto do seu código genético ou ADN ter sofrido uma alteração. Ele comporta informação de diferentes dimensões em simultâneo num foco. Isso torna-se difícil de reconciliar sem uma informação adicional. Por isso, sistemas de crenças são desenvolvidos em torno dessa recordação.

Também desenvolveis sistemas de crenças com respeito ao que conheceis e ao que compreendeis. Não compreendeis ou tendes conhecimento objectivo de outras existências físicas que não comportem o vosso ADN e ARN. Por isso, desenvolveis sistemas de crenças que são erguidos em torno de informação conhecida nesta dimensão. Desenvolveis sistemas de crenças que vos sugerem a alteração dessas moléculas, por não conseguirdes conceber a falta de existência desses elementos na manifestação física, no que designais por vida numa outra dimensão.

VICKI: As explicações do código genético também se aplicarão aos animais?

ELIAS: Aplica, assim como à vossa vegetação.

VICKI: Mas não a algo como um rocha.

ELIAS: Isso não comporta um código genético que possais atribuir ao que designais por tecido vivo. Criastes uma manifestação diversificada em relação a diferentes elementos.

NORM: Estou a tentar clarificar a declaração anterior. Aparentemente não terás dito que toda a informação genética não está codificada no ADN?

ELIAS: Mas está.

RON: Esta pergunta não vem ao assunto, mas existirá algum sistema religioso particular que considerasses menos distorcido do que qualquer outro?

ELIAS: Existe. Numa tribo muito pequena do vosso continente da América do Sul, há indivíduos que comportam sistemas de crenças religiosos que podem ser classificados como menos distorcidos. Haveis de os encarar como primitivos e haveis de dar pouco crédito às crenças que abrigam, embora encarem muito menos separação da forma física em relação à essência e tenham uma maior recordação, por terem escolhido esse tipo de manifestação.

RON: Com o conhecimento de que dispomos, daríamos nós mais crédito a esse povo do que ao Joe do nosso dia-a-dia?

ELIAS: Sim. Caso compreendesses a língua deles haveríeis de reconhecer a informação que veiculam, e ver o reconhecimento que fazem da essência e da interligação da consciência.

RON: Isso dá-me algo para investigar!

NORM: Eles compreenderão a simultaneidade do tempo?

ELIAS: Não por completo, apesar de exercitarem os sentidos interiores com uma maior eficiência, e assim disporem da capacidade de manipular o enquadramento de tempo deles, caso o escolham.

NORM: Comportarão na sua língua termos para o passado, o presente e o futuro? Considerando que algumas tribos não os empregam?

ELIAS: Têm, por terem compreensão da realidade física objectiva; isso também representa uma menor distorção, por reconhecerem a manifestação na realidade física desta dimensão e o modo como a criastes. Os indivíduos que não reconhecem os tempos passado, futuro e presente também aplicam a distorção, no âmbito das crenças, e afirmam que esta presente realidade física não é real. Eles acreditam que seja uma ilusão, o que constitui uma distorção. Esta criação constitui uma realidade!

DREW: O entendimento que tenho é que, uma das razões por que tememos a citada “destruição” se deverá à incompreensão do facto de realmente não existir destruição nenhuma e de que dispomos de escolha em tudo que nos acontece, assim como em relação a outras crenças sobre a morte. Por que razão temeria uma planta a própria morte?

ELIAS: A consciência é consciência. No âmbito da energia é tudo o mesmo, nas suas formas mais básicas. Consequentemente, os laços de consciência podem optar por uma direcção qualquer que se prenda com a manifestação, mas isso não quer dizer que esses laços de consciência não reconheçam os mesmos elementos que vós. Como a planta tem um campo eléctrico assim como emoção e pensamento, ela responde do mesmo modo que vós. Uma pedra responderia do mesmo modo que uma planta, caso dispusesse de qualidades na manifestação física como campos eléctricos, que criam objectivamente emoção ou pensamento. Mas não possui, embora disponha de conhecimento relativo aos mesmos conceitos por também ser composta dos mesmos laços de consciência. Só que foi criada de modo diferente. Consequentemente, a sua expressão difere, por não ter emoção.

DREW: Não será verdade que a razão por que associamos a emoção do temor para com a nossa morte se deve às crenças?

ELIAS: É.

DREW: Portanto, caso uma planta “tema” a sua destruição... Uma planta não tem crenças, terá?

ELIAS: Não.

DREW: Terei entendido mal ao ouvir-te dizer que uma planta experimenta medo?

ELIAS: Ela responderá. Não mostrará necessariamente temor, mas responderá. Podeis interpretar que a planta esteja a sentir temor por a resposta eléctrica ser similar á da exibição do medo, mas isso não resulta de crenças. Isso sucede em resultado da memória. A planta, na sua consciência, comporta uma memória de longa duração. Por isso, no seu código genético comporta memória de ofensa e de destruição, e é capaz de identificar esses elementos caso lhos sejam apresentados.

DREW: Parece que se dispusesse desse tipo de memória sentiria menos medo, por dispor de uma maior compreensão da multidimensionalidade e da verdade da inexistência de destruição.

ELIAS: Agora estás a associar a vossa maneira de pensar à planta. A planta não pensa nos termos em que vós pensais. Ela cria elaborações mentais, mas não de modo semelhante ao vosso, apesar de apresentarem as suas próprias elaborações mentais.

DREW: Está bem. Um ser humano não pode ser... Vou usar o termo ofensivo ou destrutivo... em relação a outro, sem um consentimento. Certo?

ELIAS: Exacto.

DREW: Por o livre arbítrio sempre estar envolvido. Poderá uma pessoa prejudicar uma planta sem que esteja de acordo?

ELIAS: No âmbito da consciência, do mesmo modo que o que expressais na vossa espécie, precisa haver um consentimento; embora não seja um consentimento pelo qual expresseis à planta: “Vou-te pisar e esmagar,” e a planta não vos dirá: “Isso é aceitável.” Mas no âmbito da consciência, todos os actos e eventos se dão numa base de consentimento pela experiência. Objectivamente, tal como vós na vossa espécie podeis experimentar em relação àquilo com que, no âmbito da consciência, vos tenhais comprometido no sentido de realizar só que sem terdes consciência disso no vosso conhecimento objectivo, tampouco a planta.

DREW: Então, se em consciência a planta não quiser ser calcada, eu poderei objectivamente desviar o meu pé por uma razão qualquer, sem saber porquê, mas por não existir nenhum acordo? Então, a planta dispõe de escolha?

ELIAS: Dispõe, em certa medida.

DREW: Menor do que aquela de que disponho?

ELIAS: Em termos de mobilidade, sim.

DREW: Muito bem, está bem. Isso também é uma questão de crenças. Não será um sistema de crenças de massas que diz que uma planta não pode deslocar-se daqui para ali por...

ELIAS: Vós criastes certas manifestações no contexto de certos desígnios. Por isso estão de acordo quanto ao funcionamento no contexto dessas limitações e desígnios; tal como o Stephen criou cristais que não comportam as mesmas capacidades quanto aqueles que percebeis que crescem naturalmente, nos vossos termos.

DREW: Em consciência, a planta possui a mesma mobilidade e escolha, mas objectivamente não, não é?

ELIAS: Correcto.

DREW: Quando referes que as células possuem memória, estarás a utilizar o termo “memória” da forma que somos levados a pensar, em termos de lembrança de eventos passados? Ou estarás a usá-lo mais no modo em que empregas a palavra “recordação”, significando uma consciência mais ampla da multidimensionalidade e da consciência?

ELIAS: Não noto qualquer distinção.

DREW: Devido à simultaneidade do tempo? Por outras palavras, quando recordo alguma coisa, geralmente pensamos nisso como a recordação de um evento em termos lineares que nos nossos termos tenha ocorrido no passado, e eu estou a tentar compreender se a memória celular... se estarás a utilizar esse termo da mesma forma, ou se referirás a isso mais nos termos de uma recordação da essência e da verdade e da consciência.

ELIAS: Eu uso o termo à maneira da ausência de tempo. Por isso, a lembrança ou recordação pode estender-se ao que encarais como futuro.

DREW: Quando te referes à memória celular, as células todas que temos no nosso corpo partilharão a mesma memória ou terão uma memória diferente?

ELIAS: Elas não partilham todas as mesmas memórias. Algumas têm uma memória diferente, mas colectivamente partilham todas a mesma memória. Vou-te apresentar um exemplo de correspondência. No vosso planeta existe uma criatura nos vossos mares. Essa criatura acha-se em estado de cooperação com muitas criaturas que parecem formar uma só criatura. Na realidade, a criatura toda constitui uma colónia formada por muitas criaturas individuais que assumem diferentes funções próprias, mas que ao cooperarem colectivamente, criam uma entidade viva que reconheceis como medusa. Não é uma só entidade. Cada elemento dessa criatura que reconheceis como uma criatura viva constitui um indivíduo separado que coopera numa colónia. Cada uma tem uma função diferente. Cada uma tem uma memória diferente. Colectivamente criam um todo, e partilham de toda a função e memória.

DREW: Geram um sistema.

ELIAS: Exacto.

DREW: Onde eu pretendia chegar era à pergunta... se tivermos uma experiência em que temos noção da memória celular, será possível que estejamos a experimentar a memória de uma célula pequena em todo o nosso corpo, ao contrário da memória colectiva?

ELIAS: É possível.

DREW: Será isso mais provável? Será desse modo que isso geralmente opera, ou geralmente é a memória colectiva?

ELIAS: Geralmente será a memória colectiva.

DREW: Muito bem. Obrigado.

GAIL: Eu tenho experiências em que o meu corpo recorda algo e por fim associo que lembrança tenha sido essa, em relação ao meu corpo. Representará isso um processo normal, ou apenas uma reacção atrasada que tenho?

ELIAS: Não vou classificar isso como uma reacção atrasada nem um processo normal. É a criação de memórias que geras. Não é invulgar.

GAIL: Então, toda a gente tem memória corporal, e assim ligámo-la à memória do pensamento?

ELIAS: Todos têm uma memória celular na sua forma física. Nem todos chegam a estabelecer a associação objectiva nesses termos na sua identificação ou maneira de pensar.

GAIL: Então, estou somente a usá-lo como um instrumento de recordação?

ELIAS: É uma comunicação. Não é um instrumento. É uma comunicação gerada na memória celular que estás a optar por reconhecer. Alguns optam por não reconhecer a comunicação. Por isso, não recordam objectivamente na ideia que têm, a informação que a memória celular está a apresentar-lhes.

GAIL: Então isso assemelha-se à capacidade de ter consciência do pulsar da Terra. É o mesmo, mas nós não lhe prestamos atenção?

ELIAS: Exacto, embora sejam muito mais os que por entre vós não reconhecem o pulsar da Terra do que a memória celular!

GAIL: Creio que gostaria de conseguir tal coisa!

ELIAS: Vou fazer mais um intervalo, e já prosseguimos com as vossas perguntas.

INTERVALO

ELIAS: Podeis continuar.

VICKI: Gostava de colocar algumas perguntas acerca do intercâmbio de energia em si mesmo. Não representará o tempo um factor, como quanto á duração de uma sessão, no que toca à afectação que provoca na Mary?

ELIAS: Em relação à extensão do período de tempo da sessão na vossa estrutura física?

VICKI: Sim.

ELIAS: Em certa medida.

VICKI: Então, em certa medida, dá-se uma diferença entre uma hora ou duas ou três, até esse ponto?

ELIAS: Na vossa estrutura.

VICKI: Será isso uma crença que poderíamos suplantar, ou fará parte da realidade do intercâmbio?

ELIAS: Não se trata de uma crença. É um efeito da troca de energia nos padrões eléctricos da energia que não é reconhecido na manifestação física, e conforme foi mencionado antes.

VICKI: Essa ligeira extensão da afectação, caso a Mary, digamos, limitasse as sessões à duração de uma hora, viria a notar-se como uma diferença significativa na realidade objectiva dela?

ELIAS: Sim.

VICKI: Dar-se-ia uma afectação semelhante no tocante à quantidade de sessões que temos por semana, ou caso fossem todas feitas por dias a fio?

ELIAS: Podes responder a essa pergunta por ti própria, por poderes sugerir a ti própria pela razão de que, se um factor de tempo provoca afectação, então quanto mais tempo no foco físico for despendido numa troca de energia, mais afectação provocará.

VICKI: Os sintomas propriamente ditos, a Mary teria a capacidade de os manifestar de uma forma diferente, com base numa escolha dela?

ELIAS: Essencialmente, teria; embora não tenha importância. Continuará a dar-se uma afectação.

VICKI: Eu só estava a perguntar no contexto de certas coisas físicas que aborrecem as pessoas mais do que outras, e a querer saber se valerá a pena tentar alterar a forma como a própria afectação se manifesta, em termos físicos.

ELIAS: Vou-te sugerir que a escolha quanto à manifestação é menos passível de provocar aborrecimento do que outras escolhas.

VICKI: Actualmente, é o que queres dizer?

ELIAS: Exacto.

VICKI: Muito bem...

GAIL: Eu tenho uma pergunta. Caso esteja habituado a um certo tipo de estímulo, o nosso corpo adaptar-se-á à intensidade ou à frequência com que ocorrer. O nosso corpo -o meu, de qualquer modo, que consiga recordar ter experimentado - tende a adaptar-se a isso. O corpo da Mary adaptar-se-á ao volume de energia que é gerado?

ELIAS: No fórum destas sessões e troca de energia, há certos elementos a que o Michael se adapta. Isso é uma manifestação da sua escolha no seu próprio desenvolvimento físico. Isso pode evidentemente ser visto de uma forma objectiva na resposta que tem para com certas sessões. Nessa medida, ele adapta-se à criação delas por ser uma criação dele e aclimatar-se-á, de maneira semelhante à que referes.

No intercâmbio efectivo de energias que se dá, o corpo físico não se ambienta à inserção estranha. A vossa expressão física, por si só, não aceita a energia estranha. Ela reconhece a vossa expressão. Reconhece o vosso tom e a vossa essência. Por isso, rejeita em termos físicos a energia que não diga respeito ao vosso tom. Isso cria o que podereis designar como uma rebelião física. Consequentemente, são activadas respostas físicas, à medida que a consciência do corpo reconhece a energia pouco familiar. Não há oposição a esse acto, por a consciência subjectiva se achar afastada. Por isso, no caso daqueles que experimentam uma troca de energias pelo que designais como percepção consciente, a sua consciência subjectiva continua em comunicação com a consciência do corpo. Razão porque resulta uma muito menor afectação física. Poderão experimentar uma excitação ou euforia temporária assim como poderão experimentar um esgotamento temporário de energia em resposta à troca das energias. Isso não afecta as funções físicas nem os órgãos, por não se dar nenhuma interrupção entre a comunicação subjectiva e a consciência do corpo. Eventualmente, conforme declaraste, a consciência do corpo físico acabará por se aclimatar e por aceitar essa energia estranha, esse tecido; por vós no âmbito da consciência subjectivamente dirigirdes a consciência do corpo e expressardes uma aceitação desse tecido em termos de escolha. No caso da troca de energias, não se dá a comunicação subjectiva para com a consciência do corpo no sentido de contradizer a resposta natural que gera.

No caso deste tipo particular de troca de energias, dá-se uma interrupção da comunicação subjectiva para com a consciência do corpo. Nessa medida, é deixada à consciência do corpo a capacidade de responder na sua forma natural sem qualquer direcção em contrário. Quando vós, nos acontecimentos físicos objectivos experimentais um transplante de tecido no vosso corpo, temporariamente precisareis que vos administrem medicamentos para interromperdes as comunicações subjectivas em relação à inserção de uma energia estranha na vossa forma física.


VICKI: Essa provavelmente deve ser a razão por que tanta gente prefere uma interacção consciente.

ELIAS: É. Isso não é reconhecido objectivamente. O indivíduo não pensa para com ele de uma forma objectiva que não vai adoptar um tipo de intercâmbio de energia desses por tal razão, mas subjectivamente dá-se um reconhecimento, e nessa medida, opta por não envolver essa acção.

VICKI: Li recentemente uma informação que indicava que a pessoa que envolvia essa troca de energia da maneira que a Mary emprega, na realidade talvez não incorpore a informação até “esticar o pernil” (morrer), coisa que não faz sentido. Também chega a ponto de declarar que por outro lado, a pessoa que emprega um intercâmbio consciente de energia disporá de uma grande capacidade de incorporar uma maior facilidade no emprego objectivo da informação. Conforme disse, isso a mim não fez qualquer sentido, e só estou curiosa quanto ao comentário que possas fazer sobre isso.

ELIAS: Isso é uma versão exagerada. É parcialmente correcto que o indivíduo que designais como aquele que envolve conscientemente uma troca de energias deva incorporar a informação de uma forma mais rápida objectivamente. Há-de assimilar a informação mais rapidamente, objectivamente. Isso, haveis de ver demonstrado igualmente no caso do Michael. Ele não dá lugar a qualquer informação objectiva tão prontamente quanto o podereis vós fazer, coisa que foi evidentemente testemunhada no âmbito das comunicações apresentadas por parte do meu querido amigo (Paul). Ele (referindo-se ao Ron, que as canalizou) assimila a informação com rapidez e não fica à espera de a perceber até morrer! Mas a interpretação objectiva a que procede, (referindo-se aqui ao Michel/Mary) apesar de ser bastante apropriada, incorre num maior factor temporário do que no caso dos outros, por ele assimilar de forma subjectiva. Essa é imediata. A tradução para a consciência objectiva requer o factor tempo. Por isso, em resposta: essa declaração, conquanto verdadeira, constitui um exagero grosseiro.

VICKI: Filtrado por intermédio das crenças?

ELIAS: Precisamente.

VICKI: Além disso, no mês passado ou por aí, durante o processo de transcrição, notei uma frase bastante incomum da parte do Omnisciente Elias!

ELIAS: Ah! (A sorrir)

VICKI: Tem-se apresentado uma clara diferença óbvia. Tenho vindo a prestar atenção esta noite e não notei que esse tipo de coisa se tenha dado esta noite, pelo que sinto uma verdadeira curiosidade em saber que é que se passa em relação a isso.

ELIAS: Haveis de experimentar esse tipo de interpretação periodicamente, porque, embora converseis comigo, por vezes falais com muitos aspectos de mim. Por isso, por vezes, aquele aspecto de mim com que vos achais mais familiarizados pode achar-se afastado, segundo a interpretação que fazeis, enquanto outro tenha assumido a sua substituição. Não se trata do caso da existência de dois ou de sete Elias individuais! É tudo um. Há diferentes aspectos que se envolvem com tipos de actividade distintos, que podem desviar alguma atenção. Por isso, outros aspectos avançam para a posição de substituição para darem continuidade à comunicação.

VICKI: Bem, nesse caso a pergunta que colocaria seria o facto de não ter a certeza de pretenderes deixar essas declarações tal como tiverem sido proferidas, para registo, assim como para futuro estudo por parte daqueles que estejam interessados em coisas destas, ou se deveria salvaguardar a imagem do Sapientíssimo Elias e corrigi-las!

ELIAS: Podes optar por alterar isso por mote próprio, ou se experimentares conflito com essa situação, em qualquer altura poderás invocar o Elias para que ele te auxilie na interpretação do sentido de “corrigir” (a sorrir) as frases que apresentem as frases com interrupções ou desordenadas. Não compreendes que a comunicação que vos é apresentada no quadro da linguagem não está a ser apresentada no modo como apresentais a comunicação uns aos outros. O Elias não está sentado numa nuvem a proferir palavras dirigidas as vós.

RON: (Faz ruídos que denotam um extremo desapontamento, seguido de riso geral)

GAIL: Estoura a tua bolha! (Desatamos todos a rir)

ELIAS: (A sorrir) As minhas profundas desculpas pelo desapontamento causado! Preciso lembrar-me desta fantasia, e desse modo não a despedaçar!

RON: Eu pensei que fosses Jesus, já que eu não sou!

ELIAS: Não, não, não, não, não, não! Muito mais acima! (gargalhada generalizada) Ao nível intergaláctico!

RON: Para além do além!

ELIAS: Precisamente!

VICKI: Omnisciente!

ELIAS: Absolutamente!

RETA: Eu acho que nos estamos a deixar levar, aqui!

RON: Precisamente! (Riso generalizado ao longo de toda esta passagem)

ELIAS: (A rir) Conforme estava a dizer, aquilo que transmito é uma série de sequências vibratórias que é traduzida por meio de vários níveis de consciência, para depois entrar na vossa Área Regional 2, onde passa a ser reformada no âmbito da energia, e traduzida pela vossa linguagem objectiva, para seguidamente ser transmitida à forma física. É um processo mais complicado do que o evento do vosso própria falar em comunicação uns com os outros. Por isso, por vezes, quando um outro aspecto passa para a posição de substituição... para o referir em termos figurativos, por se achar limitado à vossa linguagem... pode dar-se uma interrupção nas frequências e na transmissão, o que se objectifica por formas de inconsistência geradas na verbalização.

RETA: Bom, eu diria que, na proporção das transcrições que foram feitas, as inconsistências são diminutas. É maravilhoso quando a linguagem é apresentada com clareza e distinção, de forma que não precisamos voltar atrás e voltar a seguir. Eu faço isso a toda a hora! Deus do céu!

ELIAS: Eu sou muito competente! (Para o Ron, com humor) Podes prosseguir com as ideias que tens do omnisciente e omnipotente Elias!

RON: Não sentiria vontade de parar! (Riso generalizado)

ELIAS: Também podes usar cânticos, se o preferires!

DREW: (A cantar) Mesa inclina-te, mesa inclina-te... (1)

ELIAS: (A sorrir) Muito bem, Matthew! (Riso geral)

NORM: No campo da vegetação, a capacidade que a planta demonstra de reconhecer o medo por parte de um foco, isso aplicar-se-á da mesma maneira a muitas outras emoções, mas talvez não como uma transmissão tão expressiva? Por exemplo, terá uma árvore a capacidade de compreensão emocional dos acontecimentos que se dão ao seu redor?

ELIAS: Tem. À medida que evoluirdes na concepção mais complexa da vossa vegetação, também haveis de notar uma maior capacidade de resposta para com os elementos que se situam no seu meio e consciência.

NORM: Então, a flor realmente sente gosto na interacção com um foco que revela apreço pela beleza e pelo odor?

ELIAS: Absolutamente.

NORM: E expressa isso por intermédio de um sinal eléctrico?

ELIAS: Sim.

RETA: Mas a flor vai sofrer um abate quando a colhemos e a levamos para dentro para a apreciar. Ela perceberá que a escolha seja estabelecida no sentido de ser desfrutada, apesar de ser derrubada?

ELIAS: Não objectivamente; mas também haveis de reconhecer que nas vossas plantas, podeis ver a flor como a plumagem da planta. Ela exibe-a pela razão da realização do seu sentido de valor e na sua própria beleza, e por também reconhecer a apreciação de que é alvo. Por isso, ao arrancardes uma flor e a colocardes num vaso dentro de casa, ela continua a endereçar-vos o seu esplendor.

RETA: Pensarás que um vegetal se comporte da mesma maneira? Quero dizer, nós plantamos morangos e colhemo-los e comemo-los. Eles saberão que existem para serem consumidos e para nosso benefício?

ELIAS: Sabem.

NORM: No caso da medusa que descreveste anteriormente em relação às criaturas marinhas, existem várias no mundo vegetal e animal, não?

ELIAS: Existem. Eu sugeri um exemplo com que podeis estar familiarizados.

NORM: O atum, a cavala e o salmão também... e as formigas, não?

ELIAS: (Acena afirmativamente) Embora não completamente do mesmo modo; por poderdes ver as vossas colónias, e que, como funcionam como um organismo também possuem individualidade em si mesmas. A colónia inerente a essa criatura que percebeis como medusa, comporta indivíduos específicos que se prestam apenas a certas funções específicas; algumas passam a constituir o cérebro; outras, os órgãos reprodutivos; outras, o sistema respiratório; outras a boca; outras ainda, os tentáculos; cada uma serve a sua própria função, enquanto colectivamente compõem uma criatura completa que percebeis com uma entidade, quando na realidade não é.

NORM: A comunicação será feita por outro meio para além das ligações nervosas?

ELIAS: É. É estabelecida por intermédio de impulsos eléctricos, mas não através do sistema nervoso que reconheceis.

DREW: Todo este debate subordinado à codificação e à genética e a tudo isso, representa apenas o nosso modo de manifestarmos tom, não será?

ELIAS: Nesta dimensão e manifestação particular. Também representa uma expressão criativa, por manifestardes tom em muitas dimensões diferentes e em muitas formas físicas distintas. Elegeis a direcção criativa que ireis perseguir, tal como um pintor é capaz de usar apenas três cores numa tela e conseguir igualmente pintar uma paisagem com uma profusão de detalhe formidável noutra tela. Tudo assenta na interpretação da criatividade inerente a essa dimensão particular.

DREW: E alguma pode nem ser aplicada na tela de todo.

ELIAS: Absolutamente.

DREW: Poderás dizer-nos em que dia nos encontramos, neste pulsar do ciclo de doze dias?

ELIAS: Ah! (A sorrir) Não quererás encostar o ouvido ao solo e escutar o batimento? (Riso)

DREW: Claro! Só queria saber... Tu disseste que podíamos usar a sensibilidade em relação a esse pulsar. Que podíamos ter noção dele.

ELIAS: E podeis!

DREW: Pensei que pudesse ajudar mais se dispuséssemos de uma pista quanto à altura em que isso venha a ocorrer novamente.

ELIAS: Vós encontrais-vos no vosso quinto dia.

DREW: Quinto dia. Será o pulsar basicamente um pulsar de energia?

ELIAS: É.

DREW: Representará ele um reforço ou uma diminuição dessa energia?

ELIAS: Ele assemelha-se a um pulsar cardíaco.

DREW: Um pulsar cardíaco, para o referir nos nossos em que o entendemos, é ambas as coisas, dentro e fora.

ELIAS: Exacto. É um bombear.

DREW: Um bombear. Nesse caso, se quiséssemos meditar e tentar à nossa maneira ter sensibilidade em relação a esse pulsar... tenho sempre receio de te colocar perguntas deste género! (O Elias ri) Haverá alguma coisa em particular em relação ao que devíamos ser sensíveis ou que devíamos tentar descobrir, ou o próprio dia em si chegará a parecer diferente?

ELIAS: Sejam sensíveis em relação à unidade que tendes com tudo o que criastes. Sejam sensíveis à ideia de terdes criado este planeta, pelo que é uma manifestação de vós. É uma parte de vós. Não estais separados dele, apesar de fisicamente perceberdes estar. Nessa medida, podereis sintonizar os vossos sentidos, os vossos sentimentos, de forma a sincronizá-los com esse ritmo.

DREW: Então, na realidade, o décimo segundo dia será na noite da nossa próxima sessão. Interessante. Tenho uma outra pergunta que não vem a propósito. Na semana passada falamos sobre a nossa brincadeira com os bebés.

ELIAS: Justamente. Não quererás fazer uma tentativa em relação ao nome dele?

DREW: Quero. A primeira inicial que constatamos é um E... Vou avançar letra a letra. Será a segunda letra um L?

ELIAS: Não. (A sorrir)

DREW: Então não há mais tentativas por esta noite! (Elias ri)

RETA: E se for um R?

ELIAS: Não.

VICKI: Eu tenho uma outra pergunta. Esta semana tem-se-me apresentado um monte de imagens interessantes, imagens oníricas e imagens no estado desperto, algumas das quais bastante fortes e o que talvez pudéssemos designar como carregadas, e que apresentam alguma violência. Tem surgido um conjunto interessante de pessoas que tem parado de respirar, quer no estado de sonho como no estado de vigília. Creio que teremos entrado em contacto com algumas dessas coisas, mas creio que isso reserva muito mais, e ando à procura de pistas.

ELIAS: Tu apresentaste a ti própria essas pistas!

VICKI: Não faço a menor noção da ligação que tenha com a interpretação do sonho do ano passado.

ELIAS: Em relação a isso, conforme declarei anteriormente, eu apresentarei a informação à medida que as probabilidades forem surgindo, coisa que ainda não ocorreu.

VICKI: Não estou certa que tenha, por não ter noção nenhuma quanto a essa parte.

ELIAS: Embora tenhas apresentado muita informação a ti própria presentemente, se preferires presta atenção e busca a informação respeitante à missão dos sonhos.

VICKI: A actividade subjectiva efectiva sempre parece um pouco fora do alcance, um pouco além do alcance na medida de sermos capazes de a compreender ou identificar.

ELIAS: Actualmente, por serdes como bebés que estão a começar com essa missão. (A rir) Continuai! Estais a conseguir muito bem e estais a apresentar informação a vós próprios.

NORM: Eu tenho uma pergunta da parte de um amigo. Ele chama-se Bill (último nome foi apagado) e pretende saber quem é Bernard Herman.

ELIAS: Um outro foco.

NORM: Do Bill?

ELIAS: Exacto.

NORM: Eu vou informá-lo disso. Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê. Esta noite vamos interromper, e voltarei a interagir com todos vós muito em breve. (Para a Carol) Dimin!

CAROL: Elias!

ELIAS: Com todo o afecto, dirijo-vos a todos um au revoir!

Elias parte às 10:17 da tarde.

NOTAS RODAPÉ:

(1) Eu tenho vindo, há alguns anos a esta parte, a tentar fazer com que uma mesa se incline. Finalmente, quatro de nós foram bem-sucedidos. Ficamos excitados a valer, e desse modo decidimos voltar a tentar no nosso encontro de grupo seguinte. Durante o processo de tentativa começamos todos a entoar cânticos do tipo: “inclina mesa inclina”, altura em que a histeria tomou conta de nós e desatamos todos a rir. Nessa noite fizemos a mesa inclinar, mas o canto tornou aquilo tudo numa piada.

© 1997 Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados


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