domingo, 29 de julho de 2012

A ACTUALIZAÇÃO DE UMA PROBABILIDADE





Sessão 189
"outro pacote embrulhado com um laçinho bonito"
Quinta-feira, 3 de Julho de 1997 © (Privada)
Tradução: Amadeu Duarte

Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), e o David (Mylo).
Elias chega às 12:14 da tarde. (Tempo de chegada: 15 segundos)

ELIAS: Boa tarde. (A sorrir) Pediste uma audiência neste dia? (Pausa) Que é que vais perguntar?

DAVID: Que é que vou perguntar? Antes de mais, viva! (A rir) Encantado por te ver! Bom, há um monte de coisas que penso que gostaria de saber. Mas antes de mais, neste ano que passou, quase nestes dois últimos anos, passei pela transição mais estranha da minha vida, mais a nível interno, e ainda me encontro sob o efeito dela. Não tenho bem a certeza onde ela me irá conduzir nem quanto ao modo como venha a sair dela de forma a ser capaz de dizer: Oh, pois! Agora tenho consciência da razão para tanta dor e tanto tumulto!” E tudo brotou dum acidente emocional que tive com uma pessoa por que ainda me encontro perdido. Sinto-me confuso. Não sei. Estarei na posição adequada? Andarei atrás de idílios? Acreditarei que essa pessoa me ama e as outras não? Quero dizer, essas são as interrogações que tenho a apresentar - parte delas.

ELIAS: (A sorrir) Confusão e conflito! Os nossos temas favoritos! Não te sintas tão isolado nessa confusão e nesse conflito, porque muitos outros estão presentemente a passar pela experiência desses mesmos elementos. Vou sugerir que deverás continuar nessa confusão apesar do conflito poder diminuir. A confusão prosseguirá enquanto continuares a permitir-te abrir mais para com o teu próprio ser. Se continuares a expandir a tua própria consciência e a admitir que escorram efeitos subjectivos para a tua consciência objectiva do estado de vigília, haverás de experimentar confusão. Não busques um termo para esse estado durante um certo tempo; porque à medida que esta mudança na consciência atinge uma maior maturidade, não somente hás-de experimentar um acréscimo de elementos inerentes ao teu ser que te não são familiares, a escorrer para a tua consciência objectiva, como isso também será reforçado através da consciência colectiva e do movimento que se está a gerar nas massas. Isso presta-se à acção dessa mudança, da qual fazes parte.


As pessoas presentemente - e tu também - interpretam grande parte dessa confusão por muitas das crenças que presentemente mantêm. Atribuís a maior parte da vossa confusão e conflito a elementos objectivos – aspectos do vosso presente foco com que vos achais familiarizados e que se enquadram na área das vossas crenças estabelecidas. Neste actual período estais todos a experimentar um novo reconhecimento dos sistemas de crenças e da sua realidade, assim como da realidade que tendes neles. E nesse processo confundis-vos, por não associardes os vossos sistemas de crenças nem compreenderdes a influência que exercem em toda a vossa acção e interacção e em todas as experiências que conduzis a vós.

Nada acontece na vossa realidade que não atraiam a vós. Nada vos é infligido. Ninguém vos confunde. Vós confundis-vos, mas isso assenta no domínio das crenças e (na situação) daqueles que cedem o seu poder e controlo aos outros. Por isso, sentis-vos sujeitos às escolhas dos outros indivíduos, coisa que não estais. Vós criais aquilo que escolheis criar.

Nessa medida, a tua interrogação apresenta dois aspectos. Por um lado, estás a experimentar um maior número de “escorrimentos” de ordem subjectiva, o que consiste num elemento inerente à expansão da consciência porque passas e do conforto pessoal que sentes em relação à realidade e consideração que obténs em relação às crenças; mas quanto ao segundo aspecto, tu não compreendes plenamente o que estás a apresentar a ti próprio. Por isso, associas as experiências que tens a elementos que te são familiares no âmbito das crenças que comportas.

Falas de relacionamento, coisa que podemos usar a título de exemplo. Experimentas confusão e conflito, e atribuis tais coisas a outros indivíduos. Isso representa o reforço duma crença subjacente que não reconheces de uma forma objectiva, quanto ao facto dos outros te estarem a manipular ou a controlar as reacções que tens. Os outros não exercem controlo sobre as respostas que adoptas!


Nessa medida, estás a apresentar a ti próprio objectivamente as tuas próprias crenças e a interpretá-las de forma incorrecta, enquanto continuas a habilitar-te a obter um sentido dessas crenças por meio das experiências; e ao te sentires frustrado com a ausência de uma solução para o teu conflito, começas a permitir-te perceber de onde é que esse conflito brotará realmente. Tu camuflaste o conflito ao atribuí-lo a um relacionamento ou à actividade da vida do dia-a-dia, ou ao facto de não estares a realizar tão rapidamente quanto preferirias, assim como a muitas outras desculpas que escolhes apresentar a ti próprio. Na realidade estás a oferecer a ti próprio a oportunidade de perceberes essas crenças que te motivam as experiências e as reações que geras em todas essas acções. O reconhecimento das crenças e do conceito de criardes a vossa realidade - por presentemente ainda não passar de um conceito para todos vós - torna-se bastante difícil de aceitar e de vos aclimatardes a ele, por não vos resultar familiar. Podeis acreditar que o aceitais e que o tereis actualizado durante a vossa vida, mas isso também não passa duma crença; por estardes inundados de informação e de influências e de sistemas de crenças ao nível das massas que vos influenciam por intermédio de todas as convicções, pelo que podereis não reconhecer tal facto.

Quando te falo do teu tempo de vida, isso refere-se à totalidade dos teus focos e não apenas a este. Eles influenciam-se mutuamente, pelo que acabas por sentir influências (escorrimentos), que agem em reforço das crenças que agora abrigas, provenientes desses teus outros focos.

Reconhece igualmente que isso consiste numa acção que está a ser confrontada na vossa presente mudança; mudança essa, que afecta mais e se torna mais importante de reconhecer do que muitos actualmente compreenderão, por terdes concordado em desempenhar essa acção de alteração da consciência. Por isso ela avança e acelera e ganha energia com esse movimento, o qual provoca a activação duma maior confusão em todo indivíduo – um maior conflito e uma menor capacidade de orientação – por cada um não compreender aquilo que experimenta. Não importa que tenham alguma compreensão. Haveis de o experimentar independentemente disso, por isso corresponder à escolha que definistes.

Tu, do mesmo modo que os outros, buscas o teu objectivo, o teu ponto de chegada, a tua orientação. Procuras respostas em meio às experiências pessoais que fazes, de modo a seres capaz de proporcionar a ti próprio um tipo qualquer de orientação para a tua atenção; mas no presente movimento que a consciência atravessa, existem muitas orientações que estão a ser abordadas.


Eu sugiro-te que, em meio à confusão de indivíduos que apresentas, procures reconhecer-te. Reconhece a grandeza que te caracteriza; e que essa essência que possuis, que é tudo o que tu és, não se sujeita a nenhum elemento nem acção sem um consentimento. Tu tens a capacidade de criares o que quer que escolhas. Poderás ser influenciado por um outro indivíduo, mas a escolha depende de ti. Tu atrais a ti experiências a fim de que te falem ao íntimo e te transmitam alguma informação a que desejes dar atenção a cada instante. Por isso, considera as tuas experiências e avalia no teu íntimo a razão por que te terás deixado atrair para elas. Se te sentires descontente ou confuso com uma experiência que tenhas atraído a ti, recorda-te de que podes escolher alterar essa situação em qualquer altura. É uma escolha que te assiste. Jamais deixas de ter escolhas. Tu crias a tua realidade!

Além disso, observa. Assinala esta palavra! Observa continuamente o que atrais a ti próprio e o que te é conduzido, e nota aquilo para que te conduziste neste dia! (A fixar o olhar no David)

DAVID: Esta pessoa que eu sinto como se tivesse conhecido, ou contactado, eu jamais experimentei essa ligação com mais alguém em toda a minha vida. Por isso, sinto termos uma ligação espiritual e termos um objectivo conjunto nesta vida, e no entanto essa pessoa distanciou-se de mim por aproximadamente dois anos. Mas ainda assim, ainda mantenho a crença íntima de que ainda não está terminado; nós vamos voltar a juntar-nos de novo. E de que existe uma razão. Sinto-me confuso! Estou a pensar que vivo numa ilusão. Será verdade? Essa pessoa significará alguma coisa para mim, ou estarei a viver na ilusão em relação a ela?

ELIAS: Não estás a viver na ilusão, por não existir ilusão alguma! Isso é uma realidade, embora muitas vezes a interpretação que fazeis da realidade ultrapasse ligeiramente as marcas. (Faz uma pausa a avaliar) Tu tens uma ligação com esse indivíduo no âmbito da consciência. O que não quer dizer necessariamente que no âmbito das probabilidades deste foco, ambos estejais presentemente a optar por actualizar essas probabilidades que vos unam em termos físicos. Isso pode mudar. É uma escolha que te cabe a ti definir. Também é uma escolha que caberá a esse outro indivíduo. Podeis alterar as probabilidades em qualquer altura. Presentemente, no quadro das probabilidades actuais, as escolhas que estão a ser actualizadas não se movem na direcção de uma interacção física do modo que pensas. O que não desvaloriza o sentimento que estás a experimentar! Não quer dizer que por o outro indivíduo não corresponder ao reconhecimento das ligações que fazes, que não estejas relacionado. Apenas te sugere que cada um de vós, no seu respectivo foco, escolhe actualizar probabilidades individuais, e que elas podem não se direccionar no sentido da manifestação física conforme esperais que o façam, por isso também proceder dos vossos sistemas de crenças.

Se experimentardes uma formidável atracção por um indivíduo e reconhecerdes relações, abrigais a expectativa de que isso seja reconhecido e assim actualizado em termos físicos no vosso presente. Aquilo que realmente estás na verdade a permitir-te é reconhecer relações formidáveis que tendes tanto em focos físicos como não físicos, de intercurso e interacção com esse indivíduo. Não pretendo dar-te a entender, conforme os termos que empregais, que “toda a esperança esteja perdida”, por isso envolver uma simples questão de escolhas no âmbito das probabilidades. Confirmo-te o facto de teres procedido a um reconhecimento objectivo, o que também denuncia um escorrimento subjectivo em termos de conhecimento, em relação à relação que tendes; mas lembra-te de que apenas o reconhecimento de terdes muitas ligações com um outro indivíduo não sugere necessariamente que cada um de vós possa estar a escolher actualizar probabilidades a fim de passarem a interagir neste foco.

DAVID: Viremos a ficar juntos de novo, nesta vida?

ELIAS: Isso depende da tua escolha.

DAVID: Bom, a escolha que defino é pela afirmativa! Eu quero isso!

ELIAS: Isso também depende da escolha do indivíduo envolvido na actualização dessa probabilidade. Aquilo que te estou a explicar é que tu reconheces isso. Isso não diminui a ligação que estabeleceste.

DAVID: Devo deixar isso agora e continuar e esquecer, e parar de pensar nessa pessoa?

ELIAS: Isso também depende da tua escolha.

DAVID: Depende da minha escolha...! (A rir) Bom, a escolha pode ser difícil no caso de termos maus hábitos! Bom, o mau hábito que tenho é não conseguir abrir mão das coisas que amo muito!

ELIAS: Isso também representa uma crença! Consequentemente, poderás agora escutar e procurar compreender a informação que presentemente te estou a apresentar.

Examina as acções que actualizas, e averigua igualmente as crenças que se acham associadas a elas e que te influenciam as respostas. Nesse sentido, poderás habilitar-te a uma maior liberdade no movimento que empreendes e no que crias ao te permitires não te manter tão estritamente vinculado às acções enquadradas nesse sistema de crenças – pela aceitação dos outros na criação das suas escolhas e probabilidades – em reconhecimento de isso poder não representar a tua escolha mas a dela, e que isso não te diminui nem nega as ligações que sentes.

Vós olhais para um foco isolado e permitis-vos experimentar de uma forma intensa, coisa que escolhestes; experimentais uma intensidade emocional na experiência dessa intensidade. O que não quer dizer que isso seja negativo ou mau. Vós escolheis certas acções que vos proporcionarão a intensidade de experiência. Não escolheis andar às voltas a correr pelas ruas como uma experiência que vos proporciona uma tremenda intensidade de emoção! Tu optas por envolver a tua emoção com um outro indivíduo, por nas crenças que tens, isso te proporcionar essa experiência. Se facultares a ti próprio informação sobre a razão de criares essas experiências, poderás permitir-te uma diminuição da intensidade, se o preferires. Alguns sentem-se agradados com a criação de intensidade! Apesar de poderdes ver isso como uma coisa negativa, podeis optar por experimentar um elemento desses.

Se optares por alterar essa experiência, pode ser-te útil reconhecer que se trata meramente de uma experiência. É uma simples experiência inerente a um foco da essência. O que não nega a magnificência de cada foco, por eu não pretender voltar atrás no reconhecimento de qualquer foco. Cada foco comporta a totalidade da essência, mas em simultâneo representa um foco – uma “lente da câmara” a dirigir a atenção numa direcção – e a vossa essência foca-se num incontável número de direcções por intermédio de incontáveis lentes. Presentemente, a tua atenção acha-se simplesmente focada por meio dessa lente.

DAVID: Eu sinto ser muito criativo. Componho canções e estou a fazer montes de coisas, mas parece que jamais consigo ser capaz de manifestar isso na minha realidade, dê por onde der, e de poder ver um crescimento e de poder fazer disso um modo de vida. Encontro-me aqui na Califórnia, sem saber se aqui deveria estar, ou se deveria voltar para Inglaterra... Uma vez mais, terá isso obedecido ao objectivo que tinha?

ELIAS: (A sorrir) O objectivo que tens consta simplesmente de experimentares, mas eu compreendo a pergunta que colocas! (O David sorri) Devo-te dizer que a terminologia que empregaste em,” Que sentido tomará a minha atenção?” Porque o objectivo consiste unicamente em experimentares neste foco.

Tu optas por manifestar parcialmente no quadro dos elementos do propósito que tens neste foco. Actualmente estás na verdade a escolher permitir que muitas das tuas realizações sejam experimentadas por contrapartes e por outros aspectos da essência, por no quadro das crenças que manténs se apresentar um conflito subjacente quanto à actualização dessa criatividade. Subsiste um enorme desejo de actualização na área da criatividade, mas tu também apresentas crenças subjacentes que estão a influenciar isso.

Tu acreditas ser, na ideia que fazes, digamos, tremendamente criativo. Proporcionas a ti próprio exemplos dessa criatividade, e actualizas muitos elementos de tal criatividade. Nas crenças subjacentes que tens, que não te permites ver, tu apresentas duplicidade por não acreditares ser suficientemente adequado. Por isso, bloqueias a actualização dessa criatividade. A nível privado acreditas não te sentires suficientemente realizado ou suficientemente bom para competires com outros que percebes serem mais criativos, e que não te possas manter numa competição dessas. Por isso, o desejo que tens impele-te de uma forma formidável e inicialmente procuras expor esses elementos da criatividade que tens, mas não permites que as direcções para que te voltas se concluam, por não te teres permitido confiar na tua própria criação.

DAVID: Então isso decorre do medo, do medo básico de algo. Será subconsciente. Em razão do que não tenho consciência de como fazer com que isso opere! Virei a passar o resto da minha vida no mesmo percurso, sem jamais chegar a actualizar nenhuma dessas coisas?

ELIAS: No quadro das probabilidades presentes mais prováveis, não. Eu expresso-me dessa forma em reconhecimento do facto de, a todo o instante, dispores da opção de actualizar qualquer probabilidade. Por isso, não projecto informação em termos absolutos quanto ao que possas vir futuramente a criar, por poderes alterar uma probabilidade qualquer a todo o instante. É ridículo que qualquer indivíduo ou essência vos sugira eventos futuros em termos absolutos, por não existirem absolutos. Posso-te sugerir que a tua acção mais provável actualmente será a de te permitires lidar com essas crenças e desse modo aceitar-te e às capacidades que tens, e nessa medida permitir-te a oportunidade de actualizar por completo a tua criatividade.

(De modo assertivo) Toma consciência - conforme já tive ocasião de referir anteriormente - da razão por que te terás deixado conduzir neste dia para esta experiência; por estares a começar a permitir-te a oportunidade, se assim o escolheres, de actualizares a tua criatividade. E se andas em busca do propósito que tens, digamos, ele apresenta-se-te diante de ti, nesta essência.

Nota da Vicki: Caramba! Já vi o Elias interagir com muitos indivíduos, mas nunca com o empenho nem com a forma directa que pude constatar no parágrafo anterior. Esta foi uma sessão incomum, na percepção que tenho.

DAVID: Portanto, encontro-me envolvido com cantigas e coisas de crianças. Irá isso materializar-se conforme foi predito por outros, que disseram que o propósito que tenho em breve se realizará e que irei ajudar as crianças do mundo e coisas assim? Será isso o meu instrumento?

ELIAS: Tu virás a ser bastante útil, e indirectamente serás de grande ajuda para os pequenos; apesar de, conforme já tens consciência disso, estejas a direccionar a tua atenção exclusivamente para uma área, e a actualização da tua criatividade presentemente possa parecer-te bastante estranha.

Estás a olhar nesta direcção (indicando a esquerda). Estás a manter a expectativa de actualização nesta direcção. A tua direcção, a direcção para a qual te estás a mover, encontra-se aqui (indicando a direita). Por isso, ainda não reconheces o papel que deverás passar a apresentar a ti próprio.

Eu expressei a certa altura para aqueles que se acham focados no fórum destas sessões de intercâmbio, para anteciparem um encontro; e presentemente ele tem lugar. A tua presença foi antecipada faz muito tempo. Por isso, a tua presença física neste fórum actual não constitui acidente nem coincidência nenhuma. Os indivíduos que acolheram essa informação tampouco associam presentemente todas as expressões objectivas que ela apresenta. Elas actualizam, nos seus movimentos, actividades que a eles parecem infinitas e impossíveis de realizar, mas as peças do puzzle ainda não foram todas reunidas; em relação às quais poderás perceber ser uma delas. (1)

DAVID: Então encontro-me no local exacto neste exacto momento? Deverei permanecer na Califórnia?

ELIAS: Deves. (De modo deliberado)

DAVID: Está bem, por me sentir muito... por me sentir muito só. Sinto que uma companheira poderia fazer toda a diferença.

ELIAS: (Com firmeza) Encontras-te no local exacto, segundo o entendimento que tens; logo, devo uma vez mais dizer-te que te deixaste conduzir à companhia certa, nos teus termos.

DAVID: Estarás tu envolvido nisso?

ELIAS: Absolutamente!

DAVID: Foi-me dito por duas senhoras que tu estavas à espera de alguém chamado Dave, ou David, que acabaria por chegar. (2)

ELIAS: E esse não será o teu nome?

DAVID: É, mas serás tu aquele com quem seja suposto eu trabalhar com livros ou algo assim?

ELIAS: Esta essência e o Michael também. E conforme a ideia que tens da ligação e da relação que tens com esse outro indivíduo, pensa cuidadosamente em toda a informação que te estendi neste dia de hoje; por também ela constituir uma actualização no desvio da atenção na outra direcção.

A tua atenção situa-se aqui (indicando a esquerda). O propósito, para o referir nos teus termos, da actualização de todos esses elementos por que lutas encontra-se aqui (indicando a direita). E o espaço da alteração encontra-se justamente aqui (batendo directamente no chão, ao centro) neste espaço actual, na companhia destes indivíduos e desta essência. Isso deverá fornecer-te a oportunidade de actualizares e de completares, e todos os elementos que buscas acham-se diante de ti neste exacto momento presente. (Outra exclamação: “Caramba!”)

Não terás vindo anteriormente a referir que futuramente, no quadro das probabilidades, virias a conhecer esse indivíduo? (3)

DAVID: Sim. Quem é ele?

ELIAS: Esta essência.

DAVID: Hmm! E o nome dela é...?

ELIAS: Elias.

DAVID: Então tu, Elias, irás ajudar-me a fazer com que isso aconteça? Por que, não sei como é que isso vai se vai dar!

ELIAS: Não precisas saber como é que isso se vai dar. Há-de suceder. Já está a fluir, por teres aberto a porta, digamos, num acto de permissão para com esse fluxo, e hás-de surpreender-te com o que poderás actualizar se preferires ceder energia nessa direcção.

DAVID: Claro, eu estou na disposição de trabalhar mais com os espíritos do que com os indivíduos terrenos! (A rir) Sinto-me cada vez mais atraído para esse lado espiritual por uma razão qualquer. Tem sido de tal modo forte que nem sequer sinto vontade de ir ao encontro do mundo, por a sua energia não me trazer mais alento. Sinto uma maior compaixão, mais amor, e sinto querer envolver-me com essa energia de amor, a energia da verdade.

ELIAS: Mas também poderás descobrir a objectivação física do que queres, naquilo que buscas nos relacionamentos, se voltares a tua atenção para a nova companhia; que deverás passar a apresentar a ti próprio neste fórum, se for coisa que procures.

DAVID: Eu vou tentar...

ELIAS: Na companhia dos indivíduos que participam com esta essência neste fórum, poderás encontrar aquilo que procuras.

DAVID: E o propósito que teremos passará por chegar às crianças por intermédio dos livros, e da escrita?

ELIAS: Isso deverá representar um resultado.

DAVID: Isto irá parar aos filmes? Foi-me dito que será apresentado no ecrã de cinema e na televisão.

ELIAS: Isso fica a cargo da escolha dos indivíduos fisicamente envolvidos; também corresponde a uma probabilidade no presente, mas é escolha que vos cabe a vós.

DAVID: Quantos indivíduos irá este círculo envolver?

ELIAS: Presentemente, o número de indivíduos deste fórum aproxima-se da totalidade, por assim dizer, do número de peças soltas de indivíduos que precisam estar acrescentados a esta comitiva para actualizar toda essa acção; tu, nos vossos termos, és um dos últimos a ser adicionados a este fórum. Eles compõem o que eles referem como o grupo principal de indivíduos. Nesse grupo central de indivíduos é que hás-de encontrar, caso to permitas, a actualização da tua criatividade, a tua expansão na espiritualidade, a tua expansão em termos de compreensão, e a tua autorrealização. Portanto, actualmente tu apresentas-te a esta comitiva em todo o teu pacote amarradinho com um laço bonito! (A sorrir)

DAVID: (A sorrir) Sinto que talvez venhamos a deparar-nos com resistência para com aquilo que desejamos empreender, talvez por causa do modo como as pessoas pensam no mundo exterior.

ELIAS: Pois, mas hás-de de estar em comunicação constante ao nível subjectivo com esta essência. Por isso, também hás-de dispor da faculdade de resistir com firmeza. Hás-de dispor de uma capacidade acrescida de compreensão assim como daquilo que designais por força; e com a criatividade que tens e a sua actualização, hás-de obter uma formidável capacidade de avançar a despeito de toda a oposição.

DAVID: Agora, é evidente que no mundo material necessitamos de dinheiro.

ELIAS: Isso será gerado como um produto natural da informação e da acção para que este grupo central se direcciona. Ele há-de materializar-se automaticamente. Vós todos no foco físico preocupais-vos demasiado com esse tipo de elementos, conforme o Matthew também faz; por que se não estiverdes tão intensamente concentrados nesses elementos mundanos da materialização, eles surgirão diante de vós sem esforço.

DAVID: Enquanto o propósito que tivermos por detrás disso brotar do amor desinteressado... da essência. (O Elias acena afirmativamente)

ELIAS: Eu vou pedir um intervalo para o Michael, e poderás prosseguir com as tuas perguntas.

DAVID: Obrigado.

INTERVALO

ELIAS: Podes prosseguir com o teu interrogatório.

DAVID: Muito bem, de imediato, como foi que conseguiste tão rapidamente? (O Elias ri) Foi mesmo rápido! A pobre da Mary não teve a menor chance!

ELIAS: (A sorrir) Eu não cheguei a “parte nenhuma”! Eu existo. Por isso, trata-se de uma simples troca de posição; e nessa medida, o facto de acreditardes que isso requeira longos períodos de tempo também não passa de uma crença, por essa troca ser instantânea. Eu apenas opto por materializar isso para as pessoas, e a permissão da parte do Michael vai no sentido de cooperar com essa acção.

DAVID: Por que é que a tratas por Michael e não Mary?

ELIAS: Isso é o tom da totalidade da essência que abrange os focos todos. Não passa de um termo, que assenta na tradução para a vossa língua de um tom, o qual constitui a identidade da personalidade da essência na sua inteireza. A Mary constitui um foco. Michael é o tom que abrange a totalidade dos focos e dos aspectos da essência.

DAVID: Hmm. Provavelmente descobrimos... talvez o possamos repetir, agora que mais alguém terá despertado! Serei eu o David que será suposto vir a juntar-se a este grupo? (Nota da Vicki: esta foi a primeira vez em que adormeci durante uma sessão!)

ELIAS: És.

DAVID: E quando é que vamos começar?

ELIAS: Já começou e presentemente está a estender-se, por te teres permitido actualizar a probabilidade de ligação a este grupo.

DAVID: Viremos a viajar pelo mundo e levaremos isto a muitos?

ELIAS: Isso fica a cargo daquilo que escolherdes, embora possa ser uma das probabilidades mais prováveis.

DAVID: Por ser evidente que, com o meu envolvimento, eu gostaria de levar isto tão longe quanto pudermos – através da comunicação, da fotografia, dos filmes, dos programas de debate – o mundo precisa todo conhecer as coisas maravilhosas que o irá auxiliar!

ELIAS: Absolutamente!

DAVID: E então isso vai ocorrer! (A sorrir)

ELIAS: Embora para grande desconforto da parte do Michael, assim como da parte do Lawrence, também! (A rir para a Vicki) Mas  nos “deveres” que impondes a vós próprios, “devíeis” esperar por uma acção dessas, já que vim a referi-lo desde o início.

DAVID: Teremos estado juntos antes, tu e eu? Eu tive uma experiência há não muito tempo, uma experiência (de projecção da consciência) fora do corpo. Eu quase consegui sair do meu corpo, e notei alguém a meu lado. Serias tu?

ELIAS: Era.

DAVID: Então tu estavas a sorrir, ou essa pessoa estava a sorrir. Eu apoiava-me em algo, uma energia, e era como se precisasse libertar isso nessa experiência, e dei por mim a tentar agarrá-la, e senti que o propósito da pessoa que se encontrava ao meu lado era de me ajudar a libertar essa energia que eu estava a prender com força por amor à vida!

ELIAS: Precisamente.

DAVID: E eu vi que a largava, e ela desprendeu-se como uma bola de luz. Saí e pensei para com os meus botões; “Graças a Deus! Muito bem, o senhor que se segue!”

ELIAS: Isso representa a simbologia do que acabaste de perguntar. Se isso irá expandir-se. Chegarás a actualizar isso? Criarás isso? Irás transmiti-lo por todo o vosso globo? Virás a actualizar a criatividade que possuis? Actualizarás tu os relacionamentos que tens? Na mais provável das probabilidades e neste exacto momento, vais actualizar! Isto terá ficado suficientemente claro?

DAVID: Ficou, espero eu! Há-de tornar-se claro. Então, tudo o que disseste que estou actualmente a fazer... como a escrita de canções com que me encontro envolvido. Mas outras são as coisas que aqui se apresentam, conforme referiste. Estarei a perder o meu tempo com isso?

ELIAS: Não.

DAVID: Então devo continuar?

ELIAS: Não.

DAVID: Muito bem.

ELIAS: Vós jamais “perdeis o vosso tempo!” Distraís-vos. Desviais a vossa atenção, mas não desperdiçais o vosso tempo. Muitos dos elementos de criatividade que presentemente incorporas alcançarão a concretização em resultado da alteração que imprimires à tua atenção. Por isso, não te digo que devas abrir mão de actividades com que presentemente te encontras envolvido ou em que percebas ter estado envolvido ao longo do teu passado. O elemento criativo que apresentas, caso admitas essas probabilidades, deverá conduzir à sua concretização, só que não nos moldes da expectativa que abrigas. Deverá representar um produto, um à-vontade natural em relação à acção para a qual optas por passar, à medida que diriges a tua atenção e o foco do desejo que tens, neste fórum.

DAVID: Então, por que razão, se estás a canalizar por intermédio do Michael, por que não proceder ao ditado do livro e do trabalho continuamente por meio dela? Que propósito desempenharei eu nisso?

ELIAS: Cada essência que está de acordo e opta por se envolver com este tipo de troca de energias também opta, no âmbito desse acordo, por actualizar a criatividade do indivíduo focado no físico. Portanto, podeis perceber muitas expressões diferentes em muitos intercâmbios de energia distintos. Alguns indivíduos, num foco individual, alinham por determinados elementos criativos. Alguns podem demostrar essa criatividade na área da escrita. Nessa medida, caso um intercâmbio de energias seja realizado no âmbito de um acordo e o objectivo do intercâmbio se destinar a apresentar uma informação em massa, ele atualizar-se-á no contexto da criatividade em que o indivíduo perceber que se destaca. Esta informação, no enquadramento do objectivo do intercâmbio estabelecido, destina-se a expandir-se e a ser apresentada a muitos por todo o vosso globo.

O Michael, nas crenças que tem, não acredita possuir a capacidade a expressão criativa da escrita. As essências não são intrusivas. Consequentemente, dadas as limitações das crenças que o Michael tem, a acção precisa ser realizada com base numa cooperação com outros indivíduos que possam contribuir para a acção da escrita. Ele encara-se como um pintor, em razão do que não escreve. Nessa medida, ele recusa essa acção ou essa capacidade e deixa que permaneça latente no quadro das capacidades que possui. Nessa medida também, a acção prossegue independentemente do resto, por apenas exigir a cooperação e a interacção de outros indivíduos. Ainda assim não deixará de ser actualizada. Não é necessário que o Michel exerça a função da escrita.

Esta essência, ao não se querer intrometer nas crenças do Michael, em grande parte, (A sorrir para a Vicki)... apesar de poder intrometer-se em determinadas crenças... opta por não empregar a mesma acção que outros mestres, digamos, que as pessoas conheceram anteriormente; essa é uma das razões. Outra, é a de que esta essência opta por dispensar a informação e por actualizar essa informação de um modo diferente. Não é necessário utilizar os métodos de uma outra essência.

DAVID: Elijah, de onde provém o acento que evidencias? (David, de onde será que veio esse Elijah???)

ELIAS: Isso é a combinação de muitos acentos focados no físico, numa tradução para a vossa língua. Os elementos mais destacados, que são passíveis de ser identificados pelos indivíduos focados no físico, seriam o Francês e o Inglês.

DAVID: As canções que componho... Eu tenho algumas canções belas que me estão a brotar do íntimo neste exacto momento, e estamos a tentar gravá-las junto com um cavalheiro Espanhol que é da área das telenovelas de televisão. Ele é muito conhecido. Não tenho a certeza se isso irá manifestar-se por intermédio dele ou não, mas ele está para ir a Los Angeles procedente de Nova York muito em breve, e penso que seja por intermédio dele que estas canções que escrevi venham igualmente a alcançar muita gente.

ELIAS: Absolutamente. Actualmente, está a dar-se um grande florescimento na criatividade que se prende com a área dos indivíduos que possuem dotes artísticos, nos vossos termos; isso também constitui uma actualização de escorrimentos de influências subjectivas, os quais constituem uma resposta a esta mudança da consciência.

DAVID: Se te fornecer nomes, eles ajudar-te-ão a focar-te mais quanto à identificação da pessoa, ou não será preciso? O nome dele é (ocultado).

ELIAS: Não tem importância.

DAVID: Não tem importância?

ELIAS: Serve-te das oportunidades que se te apresentam. Não te recomendo para desviares a atenção e para também bloqueares as oportunidades que estás a atrair a ti. Digo-te unicamente que o desejo que tens te conduz mais para uma actualização do objectivo individual que tens, o qual alinha por este fórum e a actualização da realização da apresentação desta informação às massas.

DAVID: Este vazio de infelicidade que sinto continuamente... desvanecer-se-á ele em breve? Virei a sentir-me mais feliz em breve?

ELIAS: Sim, no quadro das probabilidades que presentemente estás a escolher, ao teres começado por optar pela probabilidade de envolver uma interacção com esta essência neste dia de hoje; por isso, deixando-te igualmente conduzir á companhia dos indivíduos deste fórum, que é o que te estava a dizer anteriormente. E se deres atenção e observares e escolheres a probabilidade para te deixares envolver, todos esses elementos de que falas se actualizarão. Não estavas a dar atenção!

DAVID: (A rir) Quando disseste isso, eu pensei, “Ele já disse isso antes!” (O Elias sorri) Na tua esfera, de onde procedes para vir ao nosso encontro, encontrar-te-ás entregue a ti próprio ou estarás a trabalhar com outras entidades, com respeito àquilo por que nos apresentaste até à data?

ELIAS: Nos termos do que conseguis entender, eu jamais estou sozinho! No contexto da pergunta que formulaste, esta troca de energias é realizada com base numa harmonia com várias outras essências. Elas não se pronunciam por meio de um intercâmbio físico com o Michael, mas acham-se presentes e a interagir e num contínuo entrelaçado.

DAVID: Eu virei a ser capaz de ver ou de experimentar o outro lado que ocupas enquanto for vivo?

ELIAS: Serás.

DAVID: Voltarei a ver-te como o Elias, e não conforme te escuto por intermédio da Mary?

ELIAS: Se optares por isso, e se te permitires ver, porque muitos conseguem contactar-me e ver efectivamente esta essência. É apenas uma questão da permissão que gerardes. (4)

DAVID: Teremos estado juntos antes, noutras vidas, tu e eu, Elias?

ELIAS: Estivemos.

DAVID: Estivemos. Então, somos almas velhas, os dois.

ELIAS: De certo modo. (A rir)

DAVID: (A rir) Então, deve haver da tua parte um amor do coração, assim com há da minha parte?

ELIAS: Por assim dizer! (A sorrir)

DAVID: Ah? Por assim dizer? Que significará esse teu “por assim dizer”, nos termos da identificação desse amor?

ELIAS: Isso revelar-se-ia bastante afastado da identificação que fazeis do amor, por filtrardes esse conceito do amor por meio da compreensão que tendes e da interpretação que fazeis e das crenças que tendes, assim como por intermédio do enfoque emocional que tendes nesta dimensão. Isso não é um elemento pertencente à área de consciência que ocupo. É um elemento da realidade, mas não um em que foque a minha atenção.

DAVID: Portanto, a intenção, o termo intenção ultimamente tem sido muito usado. Constitui bastante um enfoque... não deverá ser? A intenção.

ELIAS: Objectivo.

DAVID: Objectivo.

ELIAS: Sim.

DAVID: Isso é muito forte. Portanto o amor que sentes situa-se num muito mais elevado...

ELIAS: Não existe nível mais elevado! Não existem níveis!

DAVID: Não existem níveis? Então que coisa serão esses níveis de que os espíritos falam, as diferenças dimensionais dos níveis vibratórios?

ELIAS: O que existe são áreas de consciência, que apresentam acções distintas e diferentes focos da atenção. Elas são diferentes. Não são mais elevadas nem mais baixas. São simplesmente diferentes. Não existe elemento algum da consciência que seja mais elevado do que vós, por também ocupardes as áreas todas da consciência. Simplesmente, o que acontece é que a vossa atenção se acha presentemente focada neste foco.

DAVID: No ano passado ou por aí senti-me muito atraído, muito mais do que alguma vez tinha sentido, por aprender sobre as energias dos planetas, como no caso da astrologia. Estarei a perder o meu tempo com isso, ou quê?

ELIAS: Não. Não existem erros. Também podes contribuir, no objectivo Sumafi que tens, se o preferires, para a redução de elementos de distorção inerentes a essa crença dos elementos astrológicos. Conforme já referi àqueles que pertencem a este fórum, isso actualmente chegou a representar nos vossos termos uma distorção no sistema de crenças, apesar de proceder de um conhecimento da realidade da essência e dos vossos meios de criar. Por isso, poderás optar por prestar uma energia à redução da distorção de tal sistema de crenças, por o assunto comportar elementos de verdade, embora possam estar muito afastados do que presentemente percebeis no fascínio que sentis pela astrologia.

DAVID: Então, devo continuar a aprender sobre isso?

ELIAS: Se o desejares! (A sorrir)

DAVID: (A rir) Bom, então, se optar pelo que estiver destinado a acontecer, com é que eu... caso eu disser não, não, não, não, não, isso deve ser escolher!

ELIAS: Precisamente!

DAVID: Mas, portanto, eu posso estar a... ao dizer não, não, não, não, posso evitar um destino estupendo!

ELIAS: Podes, e também podes actualizar muito conflito! Mas ao escolheres, por vezes poderás reconhecer os passos menos eficientes que dás, pelo conflito que apresentarem.

DAVID: Bom, não tenho realmente muito mais a perguntar neste momento. Creio que muita coisa irá resultar deste dia de hoje. Tal como disse, a preocupação principal que sentia prendia-se com o facto de poder estar no local certo, mas agora já respondeste a isso. É na Califórnia e aqui, e... (a suspirar) verei mais os meus entes queridos em breve, por sentir tanta saudade deles? Eles estão na Inglaterra, e estão a ficar velhos! Podem em breve passar para o teu mundo! (A rir)

ELIAS: Já estão! (A rir) Em breve é um termo relativo. Nos vossos termos, caso refiras “em breve” no sentido do espaço de tempo da semana que vem, não. Caso estejas a expressar-te nos termos de uma certa margem do vosso tempo, relativamente em breve.

DAVID: Então estarás ciente do facto de infelizmente o nosso tempo ser medido por tudo aquilo que fazemos? No teu mundo, não existe tempo.

ELIAS: Exacto.

DAVID: Assim, quando nos dás conta de um acontecimento, como havemos de saber quando venha a ocorrer? No espaço de dez anos? De muitos, muitos anos? Amanhã?

ELIAS: Não vos indico períodos de tempo pontuais, mas apresento-vos termos relativos às pessoas ao dar conta de elementos relativos a períodos de tempo. Desse modo, estou-te a indicar um “em breve” de modo a poderes antecipar, na actualização de probabilidades, um período qualquer entre o imediato e o vosso período de dois ou três anos. Por vezes, posso dar conta de uma acção imediata, que deve materializar-se de imediato!

DAVID: Bom, não te quero cansar, e sinto que seja evidente que nos voltemos a encontrar de novo. De modo que, se tiveres terminado esta sessão... a menos que haja algo que precises dizer-me, para além do que já disseste.

ELIAS: Eu não me canso! (A sorrir)

DAVID: Óptimo, por nós, enquanto seres humanos que somos, nos cansarmos! (A rir)

ELIAS: Tenho consciência disso.

DAVID: Mas sinto-me encantado por nos termos conhecido, e tenho a esperança de também te sentires, por finalmente te ter conhecido.

ELIAS: Os indivíduos que fazem parte da comitiva deste grupo vão ficar muito satisfeitos por nos termos conhecido em termos físicos!

Lembra-te de que desempenhas, caso optes por isso, um papel chave neste fórum. Por isso, caso optes por actualizar as probabilidades nesse sentido - que presentemente o desejo que tens aponta nessa direcção - deverás encontrar esta essência com frequência! (A sorrir)

DAVID: Está bem. Bom, espero que sim, e o meu amor vai para ti.

ELIAS: Reconhecido; mas o círculo prossegue! (A sorrir) Muito bem. Estendo-te uma enorme afeição, e fico a antecipar o nosso próximo encontro físico.

DAVID: Óptimo! (Ele está a rir)

ELIAS: A ti neste dia, estendo o meu au revoir!

DAVID: Au revoir!

Elias parte às 2:06 da manhã.

NOTAS:

(1) O Elias tinha vindo a referir-se a um indivíduo chamado Dave desde o começo das sessões. A primeira vez foi na sessão 9, datada de 24 de Maio de 1995, conforme segue:

CHRIS: O Michael teve um sonho na noite passada em que um nome surgiu. Poderás revelar-nos alguma coisa acerca disso?

ELIAS: Eu transmiti-lhe esse nome. Esse nome não pertence a um indivíduo isolado. É um nome que é partilhado por várias essências focadas no físico. Não é coincidência o facto desse nome composto por uma palavra venha a ter tantas ramificações – uma ligado ao Lawrence, outra ligada ao Oliver, e outra ligada a uma outra essência – por terem todas que ver com o mesmo assunto e material. O emprego que fez do termo “manuscrito” está certo. Nas vossas definições, há uma diferença entre transcrição e manuscrito. Num período de tempo futuro, segundo os termos em que compreendeis a coisa, passarei a instruir o Lawrence acerca disso. (Faz uma pausa, a sorrir) A maneira com o Lawrence segura a cabeça deixa-me divertido! É uma reminiscência do “cérebro dolorido” de que a Elizabeth padecia! (Riso geral)

(2) O David conheceu essas duas senhoras no emprego. Uma era uma pessoa que costumava assistir às sessões mas que deixou de o fazer, e a outra assistiu a uma sessão de grupo e esteve presente em duas sessões privadas. O David não tinha visto nem conversado com nenhuma delas antes nem depois.

(3) Uma semana antes do David ter a primeira sessão dele com o Elias, ele compareceu numa outra sessão canalizada. Quando foi a vez dele de colocar uma pergunta ele disse: “Que gostarias que eu soubesse?” A essência que estava a pronunciar-se (que por coincidência também se chamava Mary) disse-lhe que ele viria a “conhecer um fulano” que iria “tomar alguma coisa dele no sentido de fazer acontecer”. Por isso, foi uma surpresa total para o David quando o Elias lhe endereçou este pedido.

(4) Nota do tradutor: A propósito disso, posso referir já ter passado por um sonho em que vislumbrava a presença do Elias, mas transpondo de tal modo a forma insipiente que apresentava que, quando tentava enxergar através dos olhos dele conseguia via o horizonte.

© 1997 Vicki Pendley/Mary Ennis Todos os Direitos Reservados


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