quinta-feira, 17 de maio de 2012

A IMPORTÂNCIA DOS SONHOS





"Eventos da Fonte"
“a importância dos sonhos”
SESSÃO #85
Quarta-feira, 10 de Abril de 1996 ©
Tradução: Amadeu Duarte

Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Jim (Yarr), Jeff (Katarina), e a Jene (Rudy).


Elias chega às 7:29 da tarde.

ELIAS: Boa noite!

GRUPO: Boa noite!

ELIAS: Continuação do tema; vamos introduzir os Eventos da Fonte (ou Primordiais) esta noite. Antes, vou-vos dizer que existe uma diferença, no âmbito da consciência, quanto à Área Regional 2 e Área Regional 3. Na nossa última interacção estávamos a debater a consciência colectiva incorporada na Área Regional 2. Eu disse-vos antes que a área correspondente à consciência colectiva é a Área Regional 3, pelo que compreendo que possais estar a sentir alguma confusão.

Na Área Regional 2, tem origem toda a consciência focada no físico, tanto colectiva como individual. Todas as manifestações que criais na Área Regional 1 têm origem na Área Regional 2; por isso, colectivamente, no âmbito da consciência, os vossos eventos de massas também têm origem nessa Área de Consciência.

Na área da consciência da área regional 3 há uma distinção. Eu afirmei anteriormente que essa área inclui a transição. Também inclui a consciência colectiva, só que em termos diferentes. Falamos de mundovisões da consciência; energia da consciência depositada como se numa “biblioteca da consciência”. Isso compreende a área regional 3, e é traduzido para vós nesta área da consciência 1.

 (Para o Jeff) Eu compreendo a confusão que sentes. Estes indivíduos podem ajudar na explicação relativa à definição dessas áreas regionais da consciência. É somente um termo que eu emprego com a finalidade de explicar as áreas de uma percepção mais ampliada.

 (Para o grupo) A área regional 3 inclui a consciência não-física na interacção que tem com o foco físico; não na criação neste enfoque, mas no âmbito da interacção no âmbito da consciência, a ligação é estabelecida nessa área da consciência. É uma consciência mais ampla; o que designaríeis por “passo seguinte exterior”, e o que eu designaria como o vosso “passo seguinte interior” (a sorrir) no âmbito da consciência.

Voltando aos Eventos da Fonte: Todos os eventos de massas constituem expressões manifestas, no foco físico, de uma interpretação de um Evento da Fonte. Esses Eventos da Fonte são o que podeis chamar de mitos. Eu vou explicar que no vosso intelecto e compreensão, e no que encarais como avanço obtido no contexto do conhecimento, vós vos divorciais do acto de encarar os mitos como uma realidade. Encarais os mitos como uma fantasia e produto da imaginação. Já tivemos ocasião de debater extensamente a imaginação anteriormente, por ser uma realidade, mas vós não acreditais nisso! Para vós não se trata de uma realidade! (A sorrir)

Eu já vos disse que toda a manifestação produzida nesta área regional da consciência 1 da consciência constitui uma imagem espelhada de realidades do vosso conhecimento. Nessa medida, na área regional 2, vós criastes os mitos; ideias; criações; pensamentos; emoções; paisagens; situações; de eventos, de objectos, inerentes à realidade. É daí que brota a vossa realidade física. Na consciência e no intelecto que tendes, continuais a incluir, em certa medida, os vossos mitos originais, embora os distorçais; criando assim uma perda do realismo associado a eles, assim como uma ausência de poder em relação a esses mitos. Eu já vos referi anteriormente que as vossas ideias originais, por assim dizer, inerentes a elementos de cunho religioso, que actualmente entendeis como mitologia, constituíram uma expressão criativa relacionadas numa muito maior proximidade que espelha a realidade da essência, estando muito menos separadas e menos singulares no enfoque que adoptam.

Vejamos um outro aspecto das vossas criações de massas. Debatemos muito brevemente a criação de doenças. Vejamos agora os vossos padrões do tempo. Eu disse-vos que vós criais as vossas condições atmosféricas. Elas não constituem um acidente. As vossas religiões dar-vos-ão conta de que as condições atmosféricas são obra de Deus. Quando o vosso tempo está favorável, Deus está-vos a sorrir. Quando o vosso tempo se mostra desastroso, Deus está irado convosco e está a punir-vos.

Os vossos cientistas dir-vos-ão que os vossos padrões do tempo constituem condições atmosféricos impessoais; que não comportam qualquer consciência e que são mecânicos. Ambas essas interpretações estão erradas. Os vossos padrões do tempo não são Deus a falar-vos nem a fustigar-vos. Também não representam eventos impessoais mecânicos. São expressões directamente relacionadas com o vosso enfoque emocional. Vós criais, no âmbito da consciência de massas, o tempo que experimentais.

Em áreas diferentes do vosso planeta, as pessoas são atraídas para determinadas áreas. Escolhem certas localidades geográficas do vosso planeta para criação de certos padrões. O semelhante busca o semelhante! Expressamos previamente que vós, enquanto indivíduos que optam por residir nesta área do vosso planeta, escolheis situar-vos aqui propositadamente, por cada um de vós incorporar um tipo de personalidade que é expressivo e criativo; e nessa medida, experimentais ondas de foco emocional. Estabeleceis-vos tranquilamente durante um certo tempo, e a seguir, “dais umas sacudidelas”, e a vossa terra também sacode! Os vossos cientistas atribuem isso aos efeitos gravitacionais causados pela lua, ou a condições geológicas. Não admitem a explicação de que vós próprios, colectivamente e em massa, no âmbito da consciência, afectais bastante essas condições.

Vós, colectivamente, criastes este planeta que habitais. Vós manipulais continuamente o vosso meio ambiente. Isso constitui uma outra acção resultante do evento de massas colectivo da consciência. Haveis de notar, conforme expressei anteriormente, que as áreas individuais que experimentam o que designais por desastres também hão-de experimentar um crescendo, no âmbito da consciência, até atingir o ponto desse desastre. Quer isso seja experimentado por um terramoto ou por uma cheia ou por um fogo ou por um tornado, não tem importância. As áreas individuais manifestam-se de modo diferente, por intermédio daqueles que ocupam essas áreas escolherem diferentes expressões por diferentes razões. Alguns escolhem ocupar áreas onde podem manifestar, colectivamente, acontecimentos naturais terríveis que podem constituir uma ameaça, situações essas em que também estendem um aviso antes do acontecimento. Isso permite aos indivíduos envolvidos a oportunidade de escolher participar e envolver-se nessa onda da consciência ou não. Outros, que dão lugar a situações de natureza mais volátil no âmbito das ocorrências naturais, conforme as encarais, escolhem isso pela excitação que proporciona! (A sorrir)

Vós perguntastes-me: “Porque é que as pessoas manifestam enfermidades?” Eu apresentei-vos razões. Também manifestais, colectivamente, eventos tais como desastres por muitas razões semelhantes. Eles são-vos bastante benéficos colectivamente. Grupos de indivíduos experimentam períodos de separação, afastando-se uns dos outros física e emocionalmente; e além disso, em certa medida, no âmbito da consciência, isolam-se. Isso não é natural. Por isso criam, no âmbito de um acordo colectivo, uma situação que altere as condições, dando desse modo lugar à situação de se reunirem colectivamente; permitindo que as barreiras da separação se dissipem, permitindo que a expressão ocorra junto daqueles com quem de outro modo poderia não ser expressada. Os indivíduos que possuem capacidades de cura, e que não as expressam, podem incorporar essas capacidades numa situação de desastre. Não questionarão a capacidade que têm. Permitirão que a sua consciência responda automaticamente. Eles entrarão em sintonia. Outros, ao sentirem que precisam de compaixão e carinho, colocar-se-ão nos papéis de vítima, permitindo assim um intercâmbio.

A vossa economia também beneficia. Áreas que se encontram sob depressão beneficiam. São geradas novas receitas. Numa economia em estado de depressão, proprietários de pequenos negócios individuais serão regenerados, com o influxo de capital novo que lhes é fornecido em resultado das situações desastrosas. Todos beneficiam. Alguns que escolhem entrar nesse tipo de onda de consciência podem optar por exibir esse enfoque físico, sem precisarem de explicação nenhuma, e sem incorporarem doença nem prolongadas ausências. Há muitas razões para o facto de colectivamente escolherdes criar situações, mas sempre beneficiais dos encontros colectivos. Podeis optar por não ver que beneficiais. Podeis perceber de uma forma negativa; mas na realidade haveis de beneficiar. Até mesmo as vossas guerras são benéficas; embora eu tenha referido anteriormente que a ofensa cometida contra uma outra essência jamais seja aceitável, por vezes revela-se benéfico e proveitoso. (Pausa) Desejareis fazer perguntas?

JIM: Sim, eu tenho uma pergunta. Já sabias disso! Boa noite, Elias.

ELIAS: Boa noite, Yarr.

JIM: Tem andado cá na minha mente desde a semana passada, ao me ocupar cá com as minhas ideias, enquanto trato de curar um pónei que tenho... Já passei por muito com isso, e até ao dia de hoje, parecia-me que as coisas estivessem a melhorar substancialmente, mas hoje, esta noite, parece-me que as coisas não estão a resultar eficientemente. (Suspira) Só gostava de saber como estou a afectar isso, e o processo que estou a criar com isso, que na minha maneira de ver... Eu confiei nisso, e no processo por que passei, e gostava de saber em que ponto me encontro em relação a isso.

ELIAS: A situação em que te encontras em relação a isso é num estado de não-aceitação.

JIM: Ainda? Sinto que aceito a capacidade que tenho.

ELIAS: Aceitas?

JIM: Perguntas se aceito? Não estou a perceber.

ELIAS: (A sorrir) Devo dizer-te que não estás a conseguir aceitar a capacidade que tens. Não aceitas a confiança que tens no teu íntimo. O teu intelecto pode dizer-te que estás a aceitar. A tua intuição expressa o contrário.

JIM: Mas eu senti a minha intuição de tal modo intensa em certas ocasiões em que...

ELIAS: Tens alturas do vosso tempo em que consegues experimentar um breve instante de aceitação. A seguir deixas que o intelecto se demore nisso e te dê conta de que no geral te encontras num estado de aceitação e de confiança. Na realidade precisas aprender a confiar mais em ti. Falas com esse indivíduo?

JIM: Falo.

ELIAS: E que é que ele te diz?

JIM: Ele fala-me de exposição. Tenho a sensação de que esta criatura está a depositar a sua confiança em mim. Está a revelar-se a mim como um exemplo, segundo o que sinto, e a entregar-se a mim, para deixar que confie.

ELIAS: Parcialmente correcto; e o exemplo que dás passa pela expressão da manifestação. Em alturas momentâneas, parece avançar rumo ao que encaras como um estado positivo, mas a seguir volta de novo ao que percebes como não positivo, por também vacilares.

JIM: Vacilo, sim. Nesse caso, se purificar o propósito, o desejo que tenho...

ELIAS: Experimenta o teu sentido empático.

JIM: Junto da criatura?

ELIAS: Em todas as coisas.

JIM: Em todas as coisas...

ELIAS: Aceita a experiência do teu sentido de empatia. Permite-te experimentar. Permite-te aceitar. Confia em ti e nas experiências por que passas. Além disso examina a compreensão que tens. Tu estás a escolher deixar-te envolver com as tuas criaturas, mas não estás a usar da conhecimento dessas criaturas. A sua consciência difere da vossa, mas vós não controlais a sua consciência. Elas não integram essência como vós o fazeis, mas dispõem de consciência e de compreensão. Elas experimentam. Elas pensam. Também incorporam elaborações mentais. Só que elas diferem das vossas. Por isso, na interacção que tiveres com elas, poderás ver a comunicação que tens com o mundo animal, digamos, como estranha para ti, por terdes esquecido os laços de ligação que tendes.

JIM: Esforcei-me tanto conhecer essas ligações, a fim de...

ELIAS: Permite o fluxo.

JIM: Vou tentar. (A suspirar)

ELIAS: Exercita o teu sentido de empatia, e permite o fluxo.

JIM: Está bem.

ELIAS: Além disso, não vás em busca do teu resultado nem o antecipes. Inclinais-vos a encarar os resultados como uma forma de validação.

JIM: Muito mesmo.

ELIAS: O resultado não é importante. A expressão importa.

JIM: Bem visto. Obrigado.

ELIAS: O resultado não tem que ver com a tua escolha. Quer incorpores uma criatura ou a vegetação ou um ser humano, a expressão é o que tem importância. O resultado constitui a escolha de outro. Na essência e na consciência, todas as expressões são integradas. Podes não te deparar com o resultado que desejas ver presentemente, mas em consciência, numa outra manifestação, a tua influência pode materializar-se. Por isso, não busques os teus resultados de imediato. (Faz uma pausa a sorrir)

JIM: Isso explica muita coisa... e daí também não! (Na gargalhada, o que suscita riso da parte do Elias) Deus do céu! (Mais riso, seguido de uma pausa prolongada)

VICKI: Bom, tenho duas perguntas, uma para mim, e outra para o Michael. O Michael faz uma pergunta sobre a manifestação de enfermidade, digamos, no mundo animal.

ELIAS: As criaturas incorporam a sua própria consciência, como todas as coisas. Já vos disse que não possuís uma compreensão da consciência animal. Apesar de não terem essência como vós tendes, elas possuem uma consciência altamente eficiente. Também incorporam uma consciência colectiva. Eu declarei que existe pensamento. Existe um enorme sentimento. Muitas criaturas não incorporam as elaborações mentais conforme as encarais, mas a expressão emocional que geram é grande. Também vos direi que na consciência colectiva delas, podem optar pelas próprias razões colectivamente - não individualmente - passar a incorporar uma acção como que para atrair a vossa atenção.

VICKI: Por opção delas.

ELIAS: Por opção delas.

VICKI: E criação delas.

ELIAS: Certas criaturas optam por criar situações de massa a fim de darem expressão a uma questão. Essa questão em relação à qual o Michael apresenta confusão está relacionada com uma expressão muito simples. O homem, nas suas crescentes tentativas de empregar “melhores” modos de realização, optam por dar a comer aos animais elementos que não são naturais para eles. Não me estou a referir às vossas drogas! Estou a referir que certos animais se alimentam de vegetação. A expressão que assumem na forma física é concebida, tanto a nível molecular como celular, de modo assimilar esse tipo de energia, que é menos densa do que qualquer outra. Nós falamos disso antes. Nessa medida, vós optais por usar produtos carnívoros na alimentação que dais aos animais que não consomem esse tipo de energia. Por isso, colectivamente, eles optam por manifestar enfermidade.

VICKI: Estás a dizer que dão carne a comer a essas vacas? (Incrédula em relação à “doença das vacas loucas” que deflagrou na Inglaterra)

ELIAS: Exacto.

VICKI: Ah!  

ELIAS: Para tornar a carne mais "carnuda"! (A rir)

VICKI: Ena pá! É interessante! (Diria que é estúpido!) E desse modo elas passam a reagir através de uma resposta dessas, de massas.

ELIAS: Podeis dizer, na compreensão que tendes, que isso é passível de ser classificado como um “protesto”! (A rir)

VICKI: Ah, é interessante!

JIM: Elas ficam loucas de verdade!

ELIAS: Elas não incorporam fúria. (A sorrir)

JIM: Pois. Obrigado.

VICKI: Bem, de que serve o protesto de massas se ninguém sabe que se trata de um protesto?

ELIAS: Ah, mas eles respondem. Podem não compreender a consciência, mas o acontecimento é notado, e também é posto em prática.

VICKI: Nesse caso, a ligação entre a alimentação e a expressão é notada pelas pessoas que alimentam os animais?

ELIAS: Exacto.

VICKI: Caramba! É interessante! (Pausa) A pergunta que quero fazer é a seguinte: Com toda a honestidade, ainda não compreendo no que consiste um Evento da Fonte.

ELIAS: É o evento original, por assim dizer, que se dá na consciência, que produz uma interpretação no enfoque físico. Podeis criar, na área regional 2, um mito sobre uma enorme e poderosa civilização. E na área regional 1, brotar a vossa sociedade Grega. Por isso, na área regional 1, esses indivíduos procedem à sua própria interpretação do Evento da Fonte original, de acordo com a compreensão que têm da consciência. Criam mitos físicos que espelham de volta o mito original.

Um mito não representa aquilo que percebeis que seja. É um evento; uma expressão da imaginação criativa gerada no âmbito da consciência colectiva; tudo o que constitui uma realidade. Vós no enfoque físico, dizeis que o mito constitui uma fantasia. Sem os vossos mitos, não criaríeis o que percebeis agora diante de vós. Sem as expressões que gerais na área regional 2; os vossos eventos da fonte, os vossos mitos, as vossas fantasias, as vossas histórias, não teríeis criado a vossa tecnologia que vos leva a explorar para além deste planeta. Não teríeis criado a vossa tecnologia para irdes explorar o fundo dos vossos oceanos. Não voaríeis. Essas são as expressões e a interpretação do mito e da criatividade, que na área regional 2 constitui a Fonte. (Pausa)

Vamos fazer um breve intervalo; e logo podereis continuar, se o desejardes, com as vossas perguntas.

INTERVALO

ELIAS: Vou oferecer muito brevemente ao Yarr, a título de continuação... por se sentir preocupado. No foco físico, vós percebeis ser esta a única realidade. Tendes existência num elemento do tempo, pelo que percebeis os eventos na relação que têm com o tempo. Apenas empregais o vosso elemento imediato do tempo, pelo que procurais inícios e términos. Vós buscais resultados das acções. Eu afirmo-vos que para a consciência o tempo é irrelevante. O efeito que provocais pode efectivar-se no vosso presente instante, que a sua manifestação pode surgir num momento diferente. Podeis nem sempre perceber o que tereis provocado no vosso actual instante. O que não quer dizer que não causeis efeito.

Também te direi que tens razão na avaliação que fazes da concessão a ti próprio que fazes de um exemplo físico, só que só olhas para o que representa uma realização, nesse exemplo. Muitas vezes, aquilo que percebeis como um fracasso, que não constitui fracasso nenhum, é-vos igualmente instrutivo por vos permitir a oportunidade de ver onde é que bloqueais, e onde deixais de aceitar. Tu permitiste-te a oportunidade de ver os próprios “prazos” que estabeleceste, por assim dizer. Por isso, percebe a experiência na sua totalidade como uma expressão positiva. (Pausa)

Estes indivíduos presentes usam uma nova brincadeira. (A sorrir) Procedem à experiência de vislumbrarem outros focos de desenvolvimento, o que constitui uma outra acção positiva digna de nota que podeis assimilar pela informação pessoal que reserva, assim como da ausência de tempo e da afectação causada; porque, com o emprego dessa brincadeira, podeis constatar a influência ao notardes outros focos de desenvolvimento. Num foco, podeis afectar outro. Consequentemente, uma acção empregue agora num foco continua a afectar o que encarais como o vosso presente indivíduo agora. Eles acham-se todos intersectados. Eles sobrepõem-se todos. Por isso, podeis empregar uma acção, mesmo numa situação que envolva as vossas criaturas, que essa acção poderá afectar um outro foco. A percepção que tendes é muito limitada. Só percebeis a realização que podeis constatar no imediato. Mas isso nem sempre constitui a realidade!

JIM: Então devia mudar a percepção que tenho para... uma simples dádiva de energia, não dirigida, ou não endereçada de uma forma específica a essa criatura?

ELIAS: Eu já vos tinha sugerido previamente exemplos a título de resposta às vossas perguntas, quanto à adequação da expressão de ajuda que podeis estender aos outros. Já vos disse que se expressardes ajuda ou uma dádiva destituída de expectativa de retorno (ou de resultado), a vossa expressão será aceite e usada. Isso aplica-se não somente a vós enquanto pessoas. Podeis empregar esse mesmo conceito em toda a vossa realidade. Se plantardes uma semente de árvore com a expectativa dessa árvore vir a dar fruto, e ela crescer sem dar fruto, arrancareis essa árvore e queimá-la-eis por não dar expressão ao que tínheis antecipado? (Pausa) Isso faz parte da vossa aceitação. (Outra pausa)

JIM: Muito bem. Tenho uma outra pergunta. O nome Daleah?

ELIAS: Descobriste isso!

JIM: Descobri sim.

ELIAS: Muito bem!

JIM: Não tenho bem a certeza quanto ao que tenha descoberto. Acredito que sei aquilo que descobri.

ELIAS: Sabes sim!

JIM: O foco futuro de um Pesquisador?

ELIAS: Aqui empregamos um excelente exemplo do que te disse que não aceitas, e daquilo em que não confias, em razão do que vacilas; por, no teu íntimo, saberes. Não reconheces; questionas.

JIM: Então, creio que devia reconhecer.

ELIAS: Exacto.

JIM: Com toda a confiança. Está bem. Isso também representará as energias que sinto?

ELIAS: Em parte.

JIM: Em parte. (Suspira) Obrigado. Vou ocupar-me disso.

ELIAS: Não tens o quê.

JIM: É interessante! (Pausa)

VICKI: Muito bem, tenho uma outra pergunta. Em relação a estas experiências, sinto-me curiosa, bom, tenho umas cinquenta perguntas, (Elias ri) mas sinto curiosidade quanto à reacção e ao comportamento que o cão apresentou.

ELIAS: Em relação ao que poderás fazer um maior uso dos teus experimentos, e encontrar resposta para tua própria pergunta! (A rir)

VICKI: Está bem. (Suspira)

ELIAS: Não limites as percepções que tens. Permite uma expressão mais ampla. Eu afirmei esta noite que as vossas criaturas possuem consciência e sentido de conexão. Também vos disse que não têm essência, mas vós percebeis isso, uma vez mais, como algo negativo, por perceberdes que se não dispuserdes de essência, devam ser “inferiores”. Errado! Também tive ocasião de referir, no âmbito da conversa que travamos sobre a consciência, que toda a consciência possui todos os elementos da (de forma enfática) Unidade Criadora da Totalidade Universal. (A rir para a Vicki em referência ao uso de letra maiúscula) Por isso, podem incorporar uma qualidade vibratória diferente, mas também criam e usam uma consciência idêntica; por toda a consciência constituir energia, e toda a energia representar sempre energia. Pode manifestar-se de forma diferente, mas as unidades de consciência (que a formam) são todas a mesma coisa. A Totalidade Do Que Existe – letra maiúscula! – acha-se imiscuída em tudo. Por isso não são menos do que a essência. Apenas não possuem a energia correspondente à essência da personalidade individual. (Pausa prolongada)

VICKI: Ainda assim gostava de saber por que razão o cão terá agido de forma tão bizarra! (Riso)

ELIAS: Coloca a ti própria a pergunta! Interage com a Rudy. Eu compreendo que de facto não desejes que te esteja continuamente a dar informação, por assim não teres desafio nenhum! Não estaria na disposição de ser tão intrometido a ponto de fazer a coisa descambar numa falta de motivação! (A rir sarcasticamente enquanto a Vicki suspira e se produz mais uma pausa prolongada) Shuu!

JEFF: Está bem. Eu tenho uma pergunta.

ELIAS: Ah! (A sorrir)

JEFF: Perdi parte da informação referente aos sonhos, e agora sinto-me confuso sobre a consciência que temos ao dormir. Nós abandonamos os nossos corpos? Quero dizer, de qualquer modo estamos inconsciente, não será? Penso que estamos, mas não estou certo quanto à ideia de como simplesmente nos vamos e temos estes sonhos, a maioria dos quais não faz sentido. Mas quero dizer, nós abandonamos os nossos corpos?

ELIAS: Dir-te-ei que vós jamais experimentais uma ausência de consciência, pelo que não ficais inconscientes. No vosso estado do sonho, experimentais um outro aspecto da consciência que incluístes neste foco físico. Vós incluístes de modo bastante propositado e criativo esse estado de equilíbrio da consciência, a fim de estabelecerdes contacto na essência.

Muitos dos sonhos que tendes são simbólicos por natureza; e num certo aspecto, todos os vossos sonhos são simbólicos, quer seja num ou em outro nível. Podeis interpretar esses sonhos por vós próprios se vos permitirdes estabelecer contacto com eles, e tiverdes consciência daquilo que percebeis em termos visuais. Na consciência do vosso estado do sonho podeis reconhecer diferentes símbolos que tenham significado para vós. Cada um de vós emprega um simbolismo que se repete bastante no vosso estado do sonho. Fazeis isso intencionalmente, para o interpretardes na vossa própria linguagem. Apenas precisais traduzir essa linguagem para o vosso estado desperto.

Haveis de notar, conforme tivemos anteriormente ocasião de referir, que esses dois estados de consciência se sobrepõem continuamente. Haveis de perceber no vosso estado de sonho eventos inerentes à vossa consciência de vigília. Haveis de experimentar acontecimentos do vosso estado de sonho na vossa consciência de vigília. Dá-se uma troca contínua entre esses dois estados de consciência. Elas representam como que uma deslocação de um compartimento para outro, e o retorno. Vós continuais a ser quem sois nesses estados. A percepção que tendes no estado do sonho altera-se, e permite que vos ligueis de um modo mais fácil com a essência. Por isso, podeis manipular esse estado mais facilmente a fim de alcançardes certos elementos em que escolheis focar-vos, (voltando-se para a Vicki) caso não estiverdes a bloquear! (Riso)

Eu utilizo o vosso estado de sonho frequentemente como um veículo de acesso a vós, por neste local do vosso planeta não estardes treinados na comunicação com a essência por meio da meditação profunda prolongada. Não vos é ensinada essa acção logo a partir da infância. Por isso, não sois lá muito versados nessa acção. O sonhar constitui um evento natural para vós. Por isso, se vos concentrardes nesse elemento natural do vosso foco, podeis empregar esse período de “tempo” na experiência de projecção fora do corpo, interpretações e comunicações com a essência, com focos de desenvolvimento e com focos de outras dimensões. Podeis empregar esse período na solução de problemas. Podeis expressar-vos de modo criativo nesse estado de consciência, por não ser inconsciente! (A sorrir) Podeis constatar muitos elementos que não vos permitis ver no estado de vigília. Podeis entrar em contacto com focos alternativos muito mais facilmente nesse estado.

Quando nesse estado obtendes resultados, isso reforça-vos a confiança. Por isso, podeis ter uma maior vontade de vos permitir sintonizar com o vosso estado desperto; mas também vos digo, a primeira conquista passa por encarar o vosso estado do sonho como uma realidade; porque se encarardes o estado do sonho como o produto da imaginação, ou fantasia, segundo a definição que fazeis da imaginação, ou apenas uma linguagem simbólica imbuída de coisa nenhuma, nesse caso não estareis a aceitar a sua realidade, nem estareis a confiar, e também bloqueais porções do vosso estado desperto, por bloqueardes a interacção entre esses dois elementos do enfoque físico. (A sorrir para o Jeff)


Nós no nosso material temos muitas conversas subordinadas aos vossos estados do sonho. Eu enfatizo que esse estado de consciência é muito importante; sublinhai, por isso vos permitir uma conexão e percepções que não intuís, e permite-vos conhecê-lo no vosso estado de vigília. Não é elemento que deva ser desconsiderado! Vós não percorreis o vosso estado desperto a desvalorizar as horas que passais entre a uma e as cinco como irreais e destituídas de importância. Não dizeis para vós próprios: “Essas horas não existem!” Vós não vos “dissociais” durante esse período! Mas no vosso estado do sono também jamais vos dissociais, e esse é tão importante quanto o vosso estado desperto. (Faz uma pausa a enfatizar) Eu disse muitas vezes que o número de horas que despendeis no vosso estado de sono não é importante. A manifestação física que é o vosso corpo não requer a quantidade de sono que vos foi doutrinado em termos de necessidade. O propósito desse “período de tempo” destina-se a estabelecer uma ligação com a essência. O vosso corpo é capaz de se regenerar por meio de um descanso sem sono. Dispondes de uma expressão bastante eficiente no vosso corpo físico. Na consciência que (ele) possui é bastante capaz de se manter, e de se regenerar continuamente. O propósito que tendes para o vosso estado do sono é o de permitirdes que a vossa consciência se abra, e fique em comunicação com a vossa consciência mais ampla.

Eu sugeri muitos exemplos e expressões e sugestões a título de ajuda, para recordardes e contactardes e interagirdes e avançardes, e “brincardes” no vosso estado do sono. Eu apresentei-vos informação sobre os passos e os níveis do sonho. Estendi-vos interpretações. Há muitas expressões que podeis usar. Estás a compreender?

JEFF: Muito mais. Não tudo, mas estou a obter um quadro mais amplo de compreensão.

ELIAS: Hás-de vir a compreender.

JEFF: Preciso pôr isso em prática, anotar as coisas pela manhã, caso as consiga recordar.

ELIAS: Muito bem. Muitas vezes isso ajuda no vosso estado de vigília, por optardes por não recordar, por depreciardes esse elemento da vossa consciência.

Consequentemente, não recordais; tal como no estado de vigília, se virdes que um elemento não possui importância e não merece a vossa atenção, não o recordareis. Este elemento da vossa consciência, com que passais tanto tempo em comunicação íntima, é muito importante, e bastante digno da vossa atenção, e muito instrutivo, e bastante divertido também! (Riso) A comunicação e o intercâmbio com os outros que foram incluídos neste grupo será muito útil pela instrução que pode proporcionar nessa área, caso eles também não desvalorizem a questão! (A rir para a Vicki a seguir ao que se volta para a Jene) Desejas fazer alguma pergunta?

JENE: Desejo. Clarificar o exemplo do Evento da Fonte. Haverá alguma ligação com a conversão harmónica de oitenta e seis, e aquela que se vai dar em Junho deste ano?

ELIAS: Cada uma dessas constitui uma expressão de um Evento da Fonte; exacto. Devo dizer que cada elemento dos eventos de massas são expressões que espelham uma faceta de um Evento da Fonte. Não podeis ver a criação toda que fazeis com base num Evento da Fonte de imediato, por muitos desses eventos ocorrerem durante um longo período do vosso elemento do tempo. Vós não construís cidades numa semana! Não alterais a consciência de todo um planeta inteiro num ano! Não criais guerras, (a rir para o Ron) em períodos curtos de tempo, excepto no caso do “nosso povo escolhido”, (a rir, e a seguir voltando-se para a Vicki) - não precisas escrever isso em letra maiúscula - que optam por criar guerras bastante bruscas, por no passado terem optado por criar guerras muito prolongadas! (A rir para o Ron) Agora empregam acções beligerantes muito rápidas!

Todo o elemento da criação que incorpore eventos de massa também incorpora um Evento da Fonte na área regional 2, que constitui um acordo fundado entre muitas essências no âmbito da consciência colectiva. A vossa mudança constitui uma manifestação de um Evento da Fonte. Em si mesmo, o Evento da Fonte é demasiado vasto e expansivo para se manifestar em qualquer dimensão ou foco; por isso, uma faceta, um fragmento, uma imagem desse Evento da Fonte será interpretado no foco físico. O mito é muito mais vasto do que a expressão.

JENE: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê. Vamos abordar as tuas perguntas individuais quando estiveres preparada. (A sorrir)

JENE: Obrigado. (Pausa) Muito bem, penso que esteja um pouco preparada. A curiosidade que sinto tem que ver com o facto de ter sido atraída a este grupo. Terá isso que ver com uma sessão que tive, quanto à informação, com a Bridgett Howell?

ELIAS: Em parte. Há muitas razões por que te deixaste conduzir a esta companhia. Apresentam-se-te muitas razões num período transitório; muitos elementos que necessitam da tua atenção. Desejarás informação respeitante a este fórum?

JENE: Desejo.

ELIAS: Tu empregas uma falta de confiança em ti própria. És bastante aficionada a camuflar essa situação. Além disso, também te vou dizer que tu facultas a ti própria a tua oportunidade para deitares para fora. Facultaste a ti própria uma oportunidade para seres zelosa, coisa que estás a precisar; porque para realizares o teu objectivo, precisas igualmente incorporar uma maior motivação. Nessa medida, necessitas de recuperar o entusiasmo. Estendeste a ti própria uma oportunidade de seres infectada! (A sorrir) Estes indivíduos principiantes são muito contagiosos, e proporcionam - à semelhança de bebés recém-nascidos, que também se aproximam - um influxo fresco dessa renovação.

Escolheste um caminho difícil, digamos, nesta manifestação; um caminho caracterizado por muita luta. Hás-de entender, se te permitires entrar em contacto com a informação concernente às famílias da essência, e hás-de permitir que a vacilação se dissipe. Tu incorporas muitos aspectos de muitas famílias da essência.

Vou-te dizer, e a quantos se acham presentes, que tu não alinhas pelas famílias da essência conforme poderão perceber, por não te enquadrares na Sumari. Por isso, és atraída por alinhares com a Sumafi. Na essência, pertences a uma outra família da essência. És atraída para a Sumafi em busca de informação e de auxílio quanto ao rumo. Isso pode ser oferecido com carinho.


JENE: Obrigado.

ELIAS: Direi que a confusão que sentes reside no facto de não estares incluída na família Sumari, mas também teres fortes ligações com a Tumold. Até ao momento ainda não entendeste muito bem a capacidade que tens. Ainda andas à procura e em busca da tua própria validação quanto aos talentos que tens. À medida que aprenderes a aceitaras tuas capacidades e expressões, que são significativas, avançarás no âmbito da consciência. Recupera o teu zelo! Avança na tua expressão física da família Tumold; e aprende com a Sumafi.

JENE: Obrigado.

ELIAS: Não tens o que agradecer. Expresso-te cumprimentos da parte de alguém bastante próximo. Essa essência, com quem também tive a oportunidade de aprender, expandiu a consciência numa grande capacidade e está a expressar reconhecimento pela Rudy. (Pausa) Desejareis colocar mais alguma pergunta nesta noite? (Pausa) Desejareis que clarifique... em relação ao Seth?

VICKI: Claro! Fragmentação?

ELIAS: Não.

JENE: Será o nome do nosso mestre mútuo?

ELIAS: Bastante acertado. Tu foste incluída nesta família da essência e apresentas ligações com essa essência. Também apresentas ligações com uma outra, de que o Seth tem um conhecimento mais avantajado; que representa a tua fragmentação.

VICKI: Isso é muito interessante!

ELIAS: Voltaremos a falar mais em breve. Quanto ao nosso presente, não me vou afastar! (A rir) Sigamos com o nosso jogo! Quão enganador!

VICKI: (Para o Ron) Vais mudar a cassete ou não?

RON: Está bem. Peço perdão. (Pausa para mudança de cassete, durante a qual a Jene faz uma pergunta relacionada com uma escolha que está a considerar fazer quanto à carreira. A cassete só apanhou a última frase da pergunta dela, que se apresenta a seguir. Não vamos deixar que a Jene volte a fazer isso!)

JENE: Será esse um enfoque que me afaste da minha carreira nesta altura? (Elias está a sorrir) Tão egoísta! (Riso)

ELIAS: Pergunta interessante, já que és capaz de lhe responder por ti própria! (Riso) É bastante óbvio que és capaz de te afastar da presente situação em que te encontras, e passar a fazer parte desta situação. O que elegeres manifestar nisto é opção que te diz respeito, apesar de poder não ser a tua escolha mais eficiente, mas podes escolher manifestar o que quer que desejes. (Pausa) Resposta insuficiente, Elias!

JENE: É verdade! Isso, já eu sabia, Elias! (Riso)

ELIAS: Assim como todos vós!

JENE: Eu sei, posso recorrer a um psíquico para descobrir a restante informação, não é?

ELIAS: Dir-te-ei que no âmbito destas expressões, que as probabilidades que te assistem estão permanentemente em aberto. Por isso, não é necessário investigar essas situações; por poderes ser instruída em termos tais como: “Ah, pois, emprega uma acção assim! Tornar-te-ás afluente e segura e muito feliz!” E na manifestação das probabilidades que te assistem, podes trair a criação disso, por as probabilidades estarem constantemente em mudança. As pessoas podem dar-te conta do que percebem por meio de uma expressão telepática e de ligação com a tua própria consciência daquilo que pode traduzir-se pela probabilidade mais exacta na área regional 1. Recorda, assim como também direi ao Yarr, que na área regional 2 há muitas forças a operar. Por isso, tal como disse ao Yarr, a vossa realidade nem sempre permanece directamente à vossa frente. Digo-te o mesmo a ti, por a tua realidade poder ser criada com uma maior ausência de esforço e de um modo mais efectivo se seguires a tua intenção e passares a exibir paciência.

JENE: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê. O nosso jogo!

VICKI: Poderia colocar uma perguntazinha pequena, primeiro?

ELIAS: Oh, Inquiridora! (Riso)

VICKI: Não aguento mais!

ELIAS: (A rir) Continua.

VICKI: Com respeito à experiência que fizemos ontem à noite, a expressão de tristeza, terá isso representado uma reacção de um tipo qualquer que se prenda com a mudança, ou que terá sido?

ELIAS: (A rir) Ah, Lawrence, Lawrence...! Tu não queres que te responda de verdade a essa pergunta!

VICKI: Claro que quero! (Riso)

ELIAS: Acreditas de verdade que eu partilhe essa informação quando dispões da capacidade de, em poucas das vossas horas, investigares por ti própria?

VICKI: Tentar não custa!

ELIAS: (A rir) E mais: “Elias, mostra-me lá esse alienígena!” Não, por ele pensar que é ser enganador! Volto a ganhar de novo! (Riso)

RON: Eu tenho uma pergunta acerca dos nossos experimentos que podes optar por responder. É como se as datas que eclodiram, em particular na experiência que me foi dado fazer, parecem sobrepor-se a outras datas relativas a outros focos que foram anteriormente mencionados, e isso deixou-me um tanto confuso.

ELIAS: Também nós ficamos confusos! Excelente questão! (A esta altura o Ron faz um ruído irritante de criança para a Vicki) Então, crianças...! (Riso)

Aparentemente isso poderá parecer uma contradição, apesar de ter referido recentemente que muitos elementos da consciência poderem parecer superficialmente contraditórios mas na realidade não comportarem qualquer contradição.

Eu disse-vos que vos manifestais, a partir da essência, em muitos focos. Vós interpretais isso como querendo dizer que em certos períodos de tempo manifestais um Eu, um foco; por vos focardes bastante no singular. Fazeis isso com o propósito da identidade. Optais por distinguir a vossa consciência em períodos de tempo comuns de modo a não vos confundirdes. Já vos disse várias vezes anteriormente que não seria possível, caso vos manifestásseis num corpo físico, empregar todas as experiências inerentes ao enfoque físico que precisais experimentar. Consequentemente, podeis experimentar a vossa “brincadeira” da interacção com os vossos focos de desenvolvimento, e caso o prefirais, haveis de descobrir outros Eu - não carneiros! - (a rir) a sobrepor-se nos mesmos períodos de tempo. Haveis de vos identificar com alguns; que são facetas. Conforme expliquei previamente face à vossa pergunta recente sobre a essência e a manifestação, algumas podem ser outros focos.

Nessa vossa brincadeira a que chamais de regressão, apesar de na realidade estardes apenas a dar passos de lado, haveis de entrar em contacto com esses focos, essas facetas, que comportam o tom vibratório que identificais como vosso, que abrange várias dimensões.

Podeis empregar o reconhecimento e ver outros focos se vos permitirdes abrir na vossa percepção. Também podeis empregar todos esses focos caso prefirais; mas nessa medida também precisais abrir corredores neurológicos para admitirdes esses focos sem dardes lugar à criação de uma situação ameaçadora, segundo a percepção que tendes, para a vossa actual identidade. Consequentemente não resultará conflito. Caso escolhais estabelecer contacto, podeis ver focos ligados a outros indivíduos. Continuais a isolar. É bastante interessante que o nosso comunicador, que de forma completamente eficiente usa o disfarce da família Ilda neste foco de desenvolvimento, se isole com tanta eficiência. E o que isola, o Michael, na realidade não isole; mas aí é que reside o elogio do foco, e destes gémeos. Investiga mais a fundo, Lawrence! (A rir)

VICKI: Podes apostar que vou investigar!

ELIAS: Como é que isso dos alienígenas está a correr? (Ah, outra vez não, irmão!)

VICKI: Está a correr muito bem, obrigado.

ELIAS: Tens feito natação, ultimamente?

VICKI: Estou a planear fazer em breve.

ELIAS: Lições de mergulho são coisa agradável. O negro é uma cor que liga bastante!

VICKI: Muito.

ELIAS: Não penses que não escuto!

VICKI: Ah, Eu não penso isso!

ELIAS: Apesar de também andar bastante atarefado nas áreas regionais três e quatro. Sempre em conferência, sabes! Bom, vamos avançar para o nosso jogo!

JENE: O Elias gosta deste jogo!

ELIAS: Muito mesmo! A diversão faz bem!

JENE: Faz, sim.

ELIAS: É terapêutica. Devíeis empregar muito mais diversão e não exibir tanta seriedade. Não é apropriado para o rosto! (Muito riso)

JEFF: (Para o Jim) Vai em frente e começa.

JIM: Não, começa tu. Vá lá!

RON: Não, tu!

JENE: Não, tu! (A esta altura estamos todos a rir, incluindo o Elias)

JEFF: Não estou preparado!

JENE: Ainda não faço a menor ideia sobre este jogo!

ELIAS: Hás-de fazer! (A rir alto)

...

ELIAS: (para a Vicki) Extraterrestres!

VICKI: De qualquer modo, que há de especial sobre eles?

ELIAS: Eu vi alguns objectos voadores interessantes recentemente, num céu negro como breu! (A rir) Vou-te cutucar até empregares esse enfoque, que hás-de acabar por incorporar! Ou cansar-te-ás da interacção que emprego contigo!

VICKI: Cutucar é aceitável. (Suspira)

ELIAS: Também é bastante divertido! Também vou fazer uma pergunta à Katarina: “Gostaste do encontro que tiveste?”

JEFF: Um encontro? Aquele de que falamos?

ELIAS: Com o teu dedo.

JEFF: Tive. Queria perguntar-te se terá sido o Paul.

ELIAS: Exacto. Estou-te a perguntar se desfrutaste de afecto nessa reunião. (Pausa) Não!

JEFF: Bom, assustou-me! Dei um salto!

ELIAS: (A sorrir) Ele também é bastante brincalhão, não é?

JEFF: É. Mas foi bastante súbito.

ELIAS: (A olhar para o Ron e a sussurrar) Ron! (Riso, seguido de uma pausa) Desejareis fazer mais alguma pergunta esta noite?

JEFF: Quero. Fizeste menção aos espelhos, de vermos coisas nos espelhos. Queria saber se o terei perdido, ou se será coisa que ainda não me tenha sucedido.

ELIAS: Eu forneci um exercício a estes indivíduos que lhes permite expandir a percepção que têm da realidade. Eu dei instruções para o fazerem junto ao espelho. Trata-se de uma prática bastante comum, e que foi incorporada durante muito tempo no vosso foco.

Podeis ver-vos ao vosso espelho, com uma luz indirecta, porém não muito intensa. Ao olhardes para vós próprios e permitirdes que a consciência vagueie, haveis de ver uma alteração na forma que se reflecte diante de vós. Podeis vislumbrar um outro foco de desenvolvimento. Podeis perceber uma outra dimensão. Haveis de ver um outro aspecto da vossa essência. Isso permite-vos entrar em contacto com outra porção, por assim dizer, da vossa essência, e também vos permite validação pessoal de coisas que estão para além da vossa presente percepção. Por isso, quanto mais praticares exercícios de alteração da percepção no âmbito da consciência, mais vos validareis a vós próprios, também; o que vos permite expandir a percepção que tendes, pouco a pouco. Nós empregamos outros exercícios que também são fundamentais.

Podeis exercitar as capacidades de empatia que tendes ao contemplardes a imagem de um animal. Não escolham uma animal de estimação; escolhei outro. Colocai a imagem à vossa frente e a seguir olhai para o animal. Depois permiti que a mente parta à deriva, enquanto relaxais, e focai-vos na qualidade de ser desse animal (como se fossem o animal). Não vejam, experimentem. Haveis de dar por vós a experimentar a existência dessa criatura. Isso facultar-vos-á informação inerente à consciência para além da que tendes; por estardes, na essência,  ligados a todos os elementos do foco físico; plantas, rochas, ao oceano, às criaturas, às nuvens, aos tornados, ao céu, às estrelas, ao vosso planeta, aos outros indivíduos. Estais todos ligados no âmbito da consciência, pelo que podereis experimentar todas essas coisas na vossa própria consciência. Podes solicitar exemplos de exercícios que ilustramos, aos indivíduos aqui presentes neste fórum. Usamos muitos exercícios destinados à expansão da vossa realidade.

Esse é um processo difícil para vós enquanto indivíduos, por terdes despendido muito tempo neste enfoque físico a aprender a desvalorizar bastante a vossa percepção. Por isso, agora lutais para assimilar informação que possuís sobre as vossas próprias experiências e sobre as vossas criações, e sobre tudo o que vos rodeia, por isso ser tudo criação vossa. Vós sois o centro do universo! Sois uma criação magnífica! Se desejares ajuda, tenho a certeza de que estes indivíduos oferecerão essa ajuda de bom grado.

JEFF: Sim, também estou seguro disso.

ELIAS: (Para a Jene) Recupera esse zelo!

JENE: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê. Voltarei a falar convosco muito em breve. É com todo o afecto e carinho que vou deixar a vossa companhia esta noite. Ficai atentos a mim, porque visitar-vos-ei! Au revoir!

GRUPO: Obrigado.

Elias parte às 10:20 da noite.


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