quarta-feira, 23 de maio de 2012

PRAGMATISMO - RELATIVIDADE - VERDADE



“Contrapartes”
“Probabilidades”
“pragmatismo, RELATIVIDADE E verdade”
SESSÃO #65
Domingo, 7 de Janeiro de 1996 ©
Tradução: Amadeu Duarte

Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Cathy (Shynla), Jim (Yarr), Guin (Sophia), Tom (James), Jeri (Fromasch), Danny (Marcus), e tendo chegado mais tarde, Jo (Joseph), e Ed (Topla). O Danny e o Ed são ambos novos participantes.

Elias chega às 6:41 da tarde

ELIAS: Boa noite! Bastante divertido, o conflito que o Michael cria no preparo que ensaia para estas sessões! Mais tarde explicarei esse conflito. (Volta-se para o Danny) As minhas boas-vindas a esta nova essência.

DANNY: Sim. Estou de visita.

ELIAS: Sê bem -vindo.

DANNY: Obrigado.

ELIAS: Tenho vindo a falar do vosso enfoque físico; a vossa Área Regional 1. Vou-vos dizer que vos encontrais presos na “masmorra” plástica, na condição do esquecimento das vossas percepções físicas. Nessa medida, passarei a explicar o significado que dou a isso. Utilizo o termo “plástica”, por ele descrever algo sintético, algo criado por vós, um elemento que moldais naquilo que desejais que se torne. Uma masmorra constitui um local, um local de esquecimento e de recordação. É um local isolado. É um termo muito antigo, mas que se pode aplicar à vossa presente realidade.

Vós percebeis o vosso meio como exterior e percebeis o vosso mundo como o vosso meio; em separado de vós, actualmente. Quando olhais o vosso mar e observais o vosso ouriço-do-mar, ele fará parte do meio aquático, ou será o mar que faz parte do meio do ouriço? Depende da percepção que tiverdes. Se forem um peixe, o ouriço fará parte do vosso meio. Se forem o ouriço, o mar fará parte do vosso meio; mas na realidade não existe distinção.

Nessa medida, passarei a explicar-vos que a vossa manifestação não é diferente. Vós criastes corpos físicos dotados de sentidos físicos. Na vossa maneira de pensar, esses sentidos existem para perceberdes o que se encontra fora de vós; ou será que por intermédio dos vossos sentidos não percebeis aquilo que criais? Sentiríeis o vento se não dispusésseis do sentido do toque? Poderíeis cheirar uma flor, a sua fragrância, caso não tivésseis criado o sentido do olfato? Vocês percebem aquilo que vêem, por terem criado o vosso sentido da visão.

Os vossos sentidos criam-vos a realidade. Na realidade podeis ver-vos como destituídos de real substância para além da energia; porque se não perceberdes por intermédio dos sentidos que criastes, não existireis. Esse “receptáculo mecânico”, conforme o encarais, é muito mais magnífico do que percebeis, por vos permitir perceber a realidade que criais. Sem os vossos sentidos exteriores, podeis fazer uso da energia do pensamento e projectá-la em termos químicos, conforme mencionamos anteriormente, por meio da glândula pineal de que dispondes na vossa realidade física e na manifestação material, só que não teríeis qualquer consciência de nada do que criassem, por não dispordes de nenhum sentido para o perceber. Por isso, eu afirmo-vos que apesar de ser importante que vos foqueis nos vossos sentidos interiores e o pratiqueis, não desconsidereis o valor dos vossos sentidos externos; porque são eles que vos tornam naquilo que sois.

Já vos disse que essas manifestações físicas constituem expressões da essência. Elas não fazem diferença nenhuma! Apenas se encontram manifestadas em termos físicos. Vós primorosamente designastes isso como a vossa “existência”! Parte da vossa existência é igualmente outra coisa que não os vossos sentidos físicos, dos quais vos podeis demitir ou afastar. (Pausa, a seguir à qual se volta para a Cathy, a sorrir calorosamente)

Vou-te dizer que não, Shynla. Não precisas antecipar confronto algum da minha parte, para além de desejar que tenhas êxito na tua aventura!

CATHY: Obrigado.

ELIAS: Não tens o que agradecer. Isso faculta-te uma grande oportunidade de praticares os conceitos que colheste.

CATHY: É o que eu estou a planear! (Elias acena com a cabeça em sinal de aprovação)

ELIAS: Quanto a este conflito; vou abordar esta questão, por se ter manifestado de modo diferente nesta noite, para além de óbvia. A ligação que está a ser estabelecida nesta situação constitui um reconhecimento. O reconhecimento duma semelhança existente entre essências. O que não é conhecido em relação a tal ligação é a identificação subjacente. Vou declarar que nos três indivíduos que se acham envolvidos na acção deste grupo, eles deram todos lugar a uma situação de partes congéneres (contrapartes). A identificação assenta nisso.

Cada um deles; o Joseph, o Michael, o Lawrence; cada um inclui uma parte homóloga, mas cada um deles projectou, no âmbito da consciência, certos elementos do seu foco que não desejam experimentar, e permitem que essas partes congéneres os experimentem por eles. Cada um desses indivíduos projectou um certo grau de envolvimento emocional para a parte homóloga. Cada uma das partes homólogas inclui elementos de temor, o que constitui a aceitação dos elementos projectados. Cada uma das partes congéneres não tem lugar no elemento Vidente.

(Pausa prolongada) Uma vez mais, cá temos o nosso grupinho de ratinhos, aos berros nos pensamentos que geram mas sem expressarem palavra!

VICKI: Todavia, por que razão é a reacção muito mais avultada?

ELIAS: O Michael incluiu uma identificação com esse elemento, no início das nossas sessões, junto com a Catherine. Ele não estava a compreender ou a identificar conscientemente a ligação ou a acção que tinha envolvido. O reconhecimento manifestou-se de novo, com mais força no caso do Lawrence, por razões óbvias. Ele ainda não faz ideia do que a ligação subentende; mas no seu íntimo, ele procedeu á identificação da existência de laços. Apenas não os identificou. (Pausa) Mas...? (Tentanto captar uma outra pergunta da parte da Vicki)

VICKI: Eu não sei. Eu obtive um sentido do que estiveste a referir antes, mas ainda não compreendo bem.

ELIAS: Explicarei mais aprofundadamente mais tarde. Em termos de consulta é interessante. Podeis compreender isso na consciência que tendes, e podeis até mesmo estabelecer pontos de concordância no vosso foco físico, e podeis salientar elementos do vosso foco que não desejeis incorporar na vossa experiência. Podeis fazer isso a respeito do mesmo que fazeis com um Eu Alterno. As contrapartes apresentam uma enorme ligação, por experimentarem elementos da existência junto convosco.

VICKI: Todos estes indivíduos apresentarão o mesmo propósito?

ELIAS: Dos Videntes, ou das contrapartes?

VICKI: Das contrapartes.

ELIAS: (Faz uma pausa) Não. Eles apresentam muitas semelhanças, mas não estão necessariamente ligados, no âmbito do propósito, uns aos outros.

VICKI: Bom, nesse caso existirá alguma semelhança específica, para além da intenção, que seja partilhada?

ELIAS: Há vários aspectos que são partilhados entre essas contrapartes, ou partes congêneres. O tipo de personalidade é partilhado. A aceitação do foco emocional é igualmente partilhado. Mas, se estiveres a referir-te à fragmentação, não.

VICKI: Eu só tinha curiosidade em saber se existiria um elemento específico.

ELIAS: A manifestação do medo no físico é partilhado por todos os três, o que permite que cada um dos outros indivíduos inclua outros elementos emocionais, por assim dizer, para além dos deles, que eles próprios criam, por incorporarem enfermidades físicas para suportar essa carga; sendo por essa razão que expressei ao Joseph para se voltar para essa contraparte, de modo a poder ver a ele próprio. (Pausa) Podeis aprender todos muitas coisas uns com os outros. O que não pretende querer dizer que projecteis elementos vossos nos outros, de forma a poderdes perspectivá-los e aprender externamente com eles, por isso não ser necessário. Tu e o Michael escolhestes manifestar-vos no foco do pensamento, e transferistes eficazmente um enorme grau de elemento residual emotivo para fora. O Joseph, ao se focar no emocional, projectou-o por se sentir sobrecarregado. Por isso, ele transferiu-o a fim de “aliviar o foco dele”, digamos; apesar do Joseph não acreditar que esse foco é bastante leve, por usar de demasiada carga no âmbito deste fardo terrível! Vamos associa-lo a uma besta de carga; talvez a um burro! (riso generalizado)

RON: Um ponto!

ELIAS: Obrigado! Ele carrega um fardo muito pesado! As suas pequenas pernas finas podiam ter-se partido, caso ele não tivesse projectado parte da sua pesada carga para fora! (Mais riso)

Além disso ele acredita, conforme todos tereis escutado dizer, no âmbito das vossas crenças religiosas, que Deus não vos dará mais do que aquilo que podeis suportar, segundo creio que corresponde à terminologia que empregais. Eu afirmo-vos que não criareis mais do que desejais experimentar! Por isso, aquilo que experimentais, vós escolhestes experimentar!

 (Faz uma pausa a seguir à qual olha para a Guin) Não penses que não estava a escutar a pequena conversa que estavas a ter com o Michael, de uma para a outra!

GUIN: Então... (Elias começa a rir) Poderias explicar mais a experiência do “agora”?

ELIAS: Vou responder às Sophia que vou adiar falar sobre isso pessoalmente contigo, por ainda estar à espera.

GUIN: De quê?

ELIAS: Quando a Sophia tiver suficiente confiança para expressar este conflito, o Elias, abordará isso; mas tu ainda tens a tua chave nas mãos, e eu referi que não me ia intrometer; mas também não vou servir de teu adivinho!

GUIN: Bom, nesse caso, e se for só no geral? (Riso)

ELIAS: Estais ambas certas quanto ao facto de, se vos focardes no Agora, eliminardes uma quantidade significativa do conflito que viveis. Eu disse-vos para vos distrairdes, se estiverdes assim focados! Perguntai ao Michael se as distracções que ele arranjou esta noite não eliminaram, ainda que por momentos, o conflito que vivenciava; porque se ele for honesto convosco, ele afirmará isso positivamente. As distracções focam-vos no Agora. Se não conseguirdes observar o vosso conflito nem avançar através do conflito, distraí-vos; porque não ganhais nada com o facto de vos concentrardes numa probabilidade estática!

GUIN: Como poderemos resolver ou alterar a probabilidade, se estivermos a distrair-nos no Agora?

ELIAS: Muitas vezes, haveis de descobrir que com essa distracção, uma porção de vós está a “abandonar” o conflito. Nessa medida, quanto mais usardes desse abrir mão, um bocado de cada vez, mais podereis descobrir que podeis chegar á vossa revelação.

GUIN: Porque será que só parece piorar a coisa?

ELIAS: Por te concentrares nisso, e fazeres brigas, não será?

GUIN: Nem sempre! (Desatamos todos a rir, incluindo o Elias) Bom, deixamos de nos concentrar, e a seguir algo ocorre pelo que temos que concentrar, e a seguir deixamos de nos concentrar durante um outro período de tempo; mas toda a vez que o fazemos só piora a situação!

ELIAS: Concentra-te no Agora! Tudo o mais tomará conta de si!

GUIN: Tem que haver um meio-termo mais afortunado!

ELIAS: Porquê? (A rir abertamente)

GUIN: Por nos encontrarmos no foco físico! E ainda precisarmos...

ELIAS: E eu coloco-te a pergunta que fizeste, de volta a ti. Porquê?

GUIN: Porque tudo o que fazemos, ainda o focamos no futuro; as coisas materiais...

ELIAS: Agora!

GUIN: Bom... eu passo! (Riso)

TOM: Agora, querendo significar este ar que inspiramos?

ELIAS: Exactamente.

TOM: Não o segundo anterior, nem o segundo a seguir, mas este ar que inspiramos.

ELIAS: Sim.

TOM: Eu tento isso! Não funciona! (Riso)

ELIAS: Por não teres praticado!

TOM: Eu pratico!

ELIAS: Nesse caso pratica mais. Tal como vos disse anteriormente, estais bastante acostumados a manifestar a vossa realidade numa só direcção. Eu utilizei o exemplo de escrever com as mãos. Vós escrevestes durante muitíssimos anos com uma mão. Podeis aprender a escrever com a outra...

TOM: (Interrompendo) Tudo bem. Agora. Eu tento isso! Digo que a minha mão direita é a dominante. A minha mão esquerda é o James. Eu tento isso! Tento isso quando medito em frente ao espelho! Obtenho cinco imagens curtas e rápidas e utilizo isso como significando que a minha parte esquerda constitui o James. A parte direita significa, aqui estou eu agora.

ELIAS: Errado! (A sorrir)

TOM: Como hei-de dar a volta a isso?

ELIAS: Não tens que lhe “dar a volta”

TOM: Como poderei juntá-las?

ELIAS: Não! Tu não és uma e outra! Tu és uma! (A olhar fixamente para o Tom)

TOM: Está bem. Obrigado.

ELIAS: Pensa naquilo por que comecei esta noite: Vós estais presos no cativeiro do esquecimento plástico da vossa percepção física! Percebes um, e separas todos os demais por serem diferentes individualmente. Não são! É tudo uma mesma coisa. Elas são todas tu mesmo!

TOM: Então, intelectualmente, eu cometo um enorme erro ao dizer, quando me concentro: “James, ajuda-me.” Eu estou a distinguir o James do Thomas, quando o que devia dizer era: “Vamos lá a isso, James”!

ELIAS:  Exacto.Com essa expressão tu crias a mesma ideia que vós criastes durantes gerações e milhares de anos, em relação aos vossos deuses. Olhais para o exterior como mais poderoso e incorporando mais do que vós! Diminuis a vossa individualidade e a vós mesmos ao empregardes a ideia de um poder “superior”. Lê os começos destas sessões, por o James ser tão proficiente a ler essas transcrições; que foi que vos disse? Que constituís a vossa mais elevada expressão! Não existe nada superior. Não existe mais. Vós sois o “mais”! Vós sois o superior! Ao separares o James do Thomas, (voltando-se para o Jim) ou o Yarr do James...

TOM: Também fazes isso, ah?

JIM: Costumava fazer!

ELIAS: ...estais a criar a mesma ideia que a de Deus em relação a mim!

TOM: Bom, eu descartei as imagens de Deus!

ELIAS: Mas empregas a do James, o que na tua ideia representa o mesmo.

TOM: Claro, é verdade. Tens razão.

ELIAS: Por isso, apenas lhe mudastes o nome!

TOM: Tens razão!

ELIAS: O conceito permanece o mesmo.

TOM: Obrigado, Elias!

ELIAS: Não tens de quê, James! (Pausa, durante a qual o Tom suspira)

JIM: Então a minha entrada, esta noite, quando o Michael e o Lawrence estavam sentados lá fora em frente, e eu senti o impulso de tropeçar no degrau mais alto e vir a voar por sobre a varanda, (riso) enquanto todos pensavam, “oh meu Deus”, isso foi distracção pura, não foi?

ELIAS: Dir-te-ei que isso foi muito bem empregue, apesar do teu Eu consciente do estado de vigília não ter tido tanta noção da tua acção quanto a tua essência! Boa tentativa de disfarce, todavia!

JIM: Claro! Foi muito astuto, conforme pensei!

ELIAS: Precisamente! (Voltando-se para a Cathy) O teu aspecto está correcto!

CATHY: Ah, obrigado por isso!

JIM: Podemos jogar o nosso jogo?

ELIAS: Vamos fazer um pequeno intervalo, durante o qual podereis focar-vos no Michael, e segurar-lhe os “ossos agitados”! (Riso)

VICKI: Antes de ires eu tenho uma pergunta; como é que se soletra Wagga.

ELIAS: Ah! W-A-G-G-A.

VICKI: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê. Voltarei após o nosso intervalo para o nosso jogo e um breve interlúdio de perguntas. Não tenho a intenção de criar ansiedade extrema no Michael.

TOM: Haverá lugar à colocação de três perguntas ou de duas?

ELIAS: Ah! A tentar “subir a aposta”, digamos assim! Presentemente vamos aceitar duas. A terceira que propuseste poderá ser discutível, embora eu não a satisfaça!

TOM: Precisarás de uma recarga do cachimbo depois disso para pensares na coisa?

ELIAS: Ah! Eu vou-me concentrar nisso quando regressar.

INTERVALO

ELIAS: Vamos tratar primeiro, uma vez mais, de um equívoco. Eu referi que vós percebeis a manifestação física que criais por meio de reacção química através da vossa glândula pineal. Caso não dispusésseis de sentidos físicos, não perceberíeis, por não terdes nada com que ver ou experimentar!

JIM: Está bem.

ELIAS: Vou igualmente tomar um breve momento a fim de estender uma dádiva à Sophia; Jaren é o nome da essência do pequeno. E quanto à nossa nova essência; desejas conhecer o nome da essência?

DANNY: Sim, se fizeres o favor.

ELIAS: Marcus.

DANNY: Marcus. Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

VICKI: Posso confirmar a forma como se soletra? M-A-R-C-U-S?

ELIAS: Correcto. (Prontamente)

VICKI: E, J-A-R-E-N?

ELIAS: Correcto. (Após aceder ao seu “computador")

VICKI: Obrigado. (Pausa)

GUIN: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê. Encoraja a expansão de todas as essências que te interrogarem.

GUIN: Obrigado. Farei isso.

ELIAS: Agora vou voltar-me para as vossas perguntas.

CATHY: “K”. Qualidades vibratórias do tom; precisamos ser capazes de... preciso ser capaz de compreender este pedaço do jogo, de forma a poder entrar em melhor contacto, de forma a poder adicionar algumas outras coisas á nossa cidade.

ELIAS: Aceitável. Cada um de vós incorpora um tom vibratório. Trata-se de uma ressonância vibratória que emanais a partir da vossa essência. Nessa medida, tal como um acorde musical, tinis qualidades vibratórias que estão ligadas a outras essências ou outras consciências, por todas as coisas incorporarem consciência. Por isso, podeis entrar em contacto com um tom da qualidade vibratória não só de uma outra essência ou indivíduo, mas também do que podeis perceber como “coisas”; uma árvore, uma rocha, uma flor; por todas essas “coisas” incorporarem consciência. Por isso, todas elas comportam um tom vibratório. (Pausa)

CATHY: Então o som real do nome não tem que coincidir com a outra palavra... ou terá?

ELIAS: Exacto. Estás a basear uma relação no som físico. Isso não é necessário. Eu utilizo o exemplo do som físico, inerente ao acordo musical, como um exemplo que possais compreender. (Pausa)

CATHY: Vou trabalhar nisso.

ELIAS: Usa os teus sentidos empático e da conceptualização e descobrirás as qualidades inerentes ao tom. Tal como as vossas cordas vocais podem tinir uma qualidade ressonante ligada à identificação com uma nota musical, podeis sentir, no vosso corpo, a vibração que se dá no momento da ligação perfeita dos tons. De modo análogo, os tons vibratórios estão ligados na consciência.

CATHY: Obrigado. (Pausa)

VICKI: Eu tenho uma pergunta. Poderás fornecer mais alguma informação sobre as probabilidades e aquilo que representam?

ELIAS: Uma probabilidade consiste numa escolha possível; por isso, existe um número incontável. Vós empregai-las de forma singular, uma de cada vez. Escolheis uma acção. Escolheis por entre uma miríade de possibilidades, que são escolhas prováveis. Cada uma dessas escolhas que não escolheis manifesta-se numa outra parte qualquer. Todas as probabilidades são actualizadas. Nem todas são actualizadas no vosso foco. Possuís a capacidade de escolher a probabilidade mais eficiente; eficiente enquanto probabilidade que não implique conflito. Nem sempre descobris a probabilidade que não implique conflito, mas ela está sempre ao vosso dispor. (Pausa) Mas como vos encontrais na condição de “esquecimento”, nem sempre percebeis as probabilidades mais eficazes, por muitas vezes se encontrarem à frente dos vossos olhos! (Faz uma pausa a rir para a Vicki) Não compliques a questão das probabilidades! É um conceito simples. Trata-se unicamente de escolhas; e isso é aquilo de que a vossa área regional dois é composta; escolhas.

GUIN: Na maioria, colectivas, não é?

ELIAS: Na área regional dois, todas as vossas escolhas pessoais destinadas ao vosso foco individual se manifestam. Elas também se ligam a todos os outros indivíduos, mas essa não é uma área colectiva de consciência. Isso está reservado á área regional três. Eu opto, no âmbito das probabilidades, (a rir) reservar-me em relação ao tema da área regional três; por não pretender desviar a vossa atenção para os eventos de massas antes de incorporardes os eventos individuais!

GUIN: Jamais chegaremos lá! (Riso)

ELIAS: Quanto optimismo! Quanta confiança! (A olhar para a Guin) Aceitação. Hás-de “chegar lá”! (A sorrir, seguido de uma pausa)

VICKI: Esta noite também tenho uma pergunta da parte do Michael. Quase ia esquecendo. Encaras-te como um pragmático?

ELIAS: Vou dizer ao Michael que em um aspecto tenho que responder pela afirmativa; mas o pragmatismo também apresenta um aspecto fundamental, do qual estou inteirado de uma forma diferente; que é o facto de haverdes de ver que os vossos pragmáticos encaram a verdade como relativa. A verdade, nessa filosofia, depende da experiência. E eu afirmo-vos que existem verdades que são imutáveis. Um pragmático emprega toda a filosofia e cria a sua própria verdade relativa à sua experiência; mas não vai além.

Há verdades que transcendem a experiência física; existem constantes que existem, em si mesmas, à priori (antecedem os factos), que um pragmático não subscreve; mas com a aceitação da realidade, assim como daquelas coisas que transcendem a realidade física, sim. Concordaria com isso. Podes dizer ao Michael que estou bastante ciente dele fazer usso da filosofia do pragmatismo, tal como o faz o Ron, e muitos de vós também. As vossas verdades, acreditais vós, baseiam-se na experiência; e como acreditam ser eficientes, mantende-las como verdadeiras. (Pausa) Também vos direi que a forma como encarais a eficiência é distorcida.

RON: Poderias explicar isso?

ELIAS: Encarais a eficiência como o que pode parecer mais fácil. Acreditais que isso signifique expediente. Aquilo que incorporais no foco físico pode nem sempre corresponder ao modo mais fácil, por assim dizer, mas pode representar o mais eficiente de acordo com o vosso objectivo. Podeis empregar uma acção que inicialmente possa necessitar de um certo esforço, por vos terdes treinado num sentido; mas com a vossa acção, sucede a vossa ausência de esforço. Por isso, o pragmático encara a experiência como verdadeira, caso se revele eficiente, temporariamente; mas assim que uma outra filosofia se apresentar e ele a encarar igualmente como eficiente, tende a desconsiderar uma e a mover-se no sentido da outra, à semelhança de uma folha que esvoaça ao sabor da corrente. Ela não emprega esforço no acto de permitir deixar-se levar pelo vento. Do mesmo modo, o pragmatista segue ao sabor da corrente em relação ao que encara como uma filosofia eficiente, numa base temporária.

Eu afirmo-vos que existem verdades imutáveis. O pragmático não acredita em verdades imutáveis. Para o pragmático, todas as coisas são mutáveis; até mesmo as verdades. Para o pragmatismo não existe verdade! Ele tem bastante noção desse facto, que também interioriza bastante bem! Os factos acham-se na base do enfoque que estabelece. Caso um facto seja apresentado, passará a ser aceite.

Os factos são mutáveis. As verdades não. Ao longo da vossa história, muitos foram os factos que sofreram mudança! Na vossa época actual, os factos estão a mudar! Vireis a inteirar-vos de que - não pela minha parte, mas por intermédio daqueles que vos rodeiam e por aquilo que incorporais ao vosso redor - que muitos elementos da vossa realidade estão a mudar; mas isso são factos! Os vossos cientistas usam-nos como um facto. Vós também os usais como um facto. Eles estão a inteirar-se de que os seus factos não são tão “factuais” quanto isso! (A rir)

GUIN: Isso dever-se-á à simultaneidade do tempo, e a mudança das probabilidades não alterará essencialmente os factos?

ELIAS: Exacto. (Pausa) Vós não dispondes de uma compreensão básica do que sois nem de quem sois. Consequentemente, de que forma determinareis a compreensão do que criastes num universo? Incorporais aquilo que preferis designar por mentes geniais, mas olhais para aqueles indivíduos como os vossos génios, que se acham ligeiramente e momentaneamente mais em sintonia, por meio de uma certa informação. Eles sugerem-vos essa informação a título da grandes revelações factuais. Por meio do seu mais poderoso e magnífico e gigantesco alcance, eles observam a cabeça de um prego da realidade!

Vós sois todos criaturas multidimensionais, e estudais uma dimensão! Consequentemente, baseais os factos numa dimensão, e expressais isso como verdades temporárias. Mas existem miríades de dimensões! (Faz uma pausa a olhar para a Guin) Compreenderás que o tempo seja insignificante, e destituído de sentido?

GUIN: Procuro compreender!

ELIAS: Não! (A olhar para o Ron) Compreenderás que todo o espaço existe aqui? (O Ron acena com a cabeça na negativa) Não! (A olhar para a Vicki) Perceberás outras dimensões? (A Vicki abana a cabeça, a rir) Não! Por isso, como podereis basear as verdades e os factos apenas numa dimensão? (Pausa)

Os vossos próprios sentidos exteriores, nos quais confiais ao perceberdes uma mesa ou uma parede, provam-vos o facto de perceberdes, e apresentam-se a eles mesmos como uma evidência de uma verdade, para vós; mas vós não tendes a mesma confiança nesses mesmos sentidos quando encarais uma outra visualização de vós próprios! Estais a alucinar, ou tendes a vista turva, ou então estais a ser proficientes na produção de imaginação! (A sorrir para toda a gente) Vós próprios constituís o reflexo mais verdadeiro para vós; mas ainda assim buscais os factos objectivos. Quando os vossos cientistas aprenderem a inverter o enfoque que empregam a fim de examinarem a realidade subjectiva, eles haverão de empregar mais veracidade do que quando olham o objecto exterior! (A olhar para a Guin) Tal como a tua percepção mais ampla se volta progressivamente mais para dentro.

GUIN: Por falar em percepção mais ampla, tu falaste da Ordin e da Otha e de todas as essências no jogo. Onde, no âmbito da consciência, terão cabimento a Twylah e a Ayla?

ELIAS: Seja em que sentido for que opte por to revelar, haverás de interpretar isso mal! Eu afirmo-te que a Ayla consiste no que considerais como uma consciência mais vasta.

GUIN: Da Twylah?

ELIAS: Exacto; apesar de isso constituir uma distorção extrema, por influência da linguagem; o que equivale ao mesmo que responder que a Otha é uma consciência mais ampla do Elias, o que também se traduz por uma distorção extrema, só que é o que para vós se torna mais compreensível. Não me agrada esta ideia, de isto representar o Elias (afastando as mãos um palmo) enquanto isto é a Otha (a afastar as mãos à largura dos ombros) e isto é a Rosa (alarga os braços completamente); por estar errado!

GUIN: Talvez quando praticarmos e utilizarmos melhor a conceptualização, a compreensão desses termos seja melhor, não?

ELIAS: Isso ser-vos-ia muito útil. Já referi isso anteriormente. (Pausa prolongada)

JIM: Eu tenho uma pergunta subordinada ao jogo.

ELIAS: Ah! O jogo!

... (Nota do tradutor: Parte correspondente ao jogo omitida intencionalmente)

(Pausa)

CATHY: Então, será a Sue um fragmento da Ayla? (O Ron e a Vicki desatam na gargalhada)

ELIAS: (A sorrir) Vamos atribuir um ponto à Shynla pela persistência! Exacto! Muito bem! Desejo que cada um de vós volte a atenção para a bolha de energia da Shynla, que acabou de sofrer uma contracção, por estar a expandir-se por antecipação. Podeis usar isso a título de exercício; ver uns aos outros, não através do enfoque por que habitualmente vos percebeis uns aos outros, mas ver apenas os vossos campos de energia. Haveis de ver cores brilhantes de um tipo de forma esférica, que podereis ver a expandir-se e a contrair-se, dependendo da expressão do indivíduo.

Conforme vos disse em sessões anteriores, eu nem sempre foco o campo da minha visão em vós como vós o focais em mim. Muitas vezes vejo-vos, como esta noite, como expressões de energia, através das quais as vossas manifestações físicas não se revelam. A vossa expressão de energia é visualizada. Haveis igualmente de notar nesse exercício, - quando o conseguirdes – não caso o consigais, que os outros objectos que se encontram nas imediações haverão aparentemente de desaparecer. Haveis de vos focar apenas na expressão da energia; por os objectos que criastes, tais com a vossa mesa, não se expressarem por meio da energia para os poderdes ver. Por isso, esses objectos parecerão não ter existência, e vós só percebereis a expressão de energia dos indivíduos que vos rodeiam. (Pausa)

VICKI: Por falar de energia, tenho notado que é interessante que se encontre aqui mais gente neste compartimento esta noite do que o normal, só que a energia parece ser mais reduzida. Sinto curiosidade em relação a isso.

ELIAS: (Pausa) Esse não é um fenómeno invulgar. Muitas vezes, empregais muitos indivíduos; só que no enfoque que empregais isso torna-se ameaçador, por não vos desejardes expor. Apesar de não vos estardes a expor, encarais isso como a ocorrência. Percebeis que durante o tempo da sessão, vos permitis abrir, unindo-vos assim uns aos outros e acolhendo fluxos de energia. Isso é o que designais por vosso “aparelho de protecção”. (A sorrir para a Vicki) Não é lá muito aceitável, não é?

VICKI: Correcto!

ELIAS: Mas é bastante normal! (Sorri) As pessoas acreditam que, caso se permitam abrir-se demasiado no seu campo de energia, se passem a expor. Não desejamos que mais ninguém nos invada o espaço, não é!

VICKI: Será disso que nos estamos a proteger? (Riso)

ELIAS: Eles podem realmente chegar a tocar-vos!

CATHY: Ah não, isso não!

ELIAS: Ah, não! Além disso, a resposta que o Michael projecta está a afectar em determinada medida, por estabelecer uma expressão automática em cada um de vós. É uma ligação. Seria o mesmo, caso qualquer um de vós incorporasse essa mesma acção. Caso um se retraia, todos passam a retrair-se.

VICKI: Então, para voltar àquilo da probabilidade, isso constitui uma opção de se retrair.

ELIAS: Exacto.

VICKI: E nós alteraríamos essa opção.

ELIAS: Correcto.

VICKI: Nesse caso, como é que o faremos?

ELIAS: A fórmula?! (A sorrir amplamente para a Vicki)

VICKI: Isso ocorrerá na Área Regional 2?

ELIAS: Exacto.

VICKI: E nós consentiríamos aí em alterar a escolha, coisa que poderemos fazer instantaneamente?

ELIAS: Exacto. (Faz uma pausa a sorrir) Não é tão fácil! Por, sentar no vosso espaço e concordar colectiva e verbalmente: “Eu desejo incorporar energia, ser uma coisa.” Na área regional 2 alguns podem não estar de acordo; por no seu ser não desejarem estabelecer a ligação. Isso resulta numa sensação de diminuição de energia. Também vos direi que isso é um sentimento. Trata-se de uma percepção física, tal como o vento constitui uma percepção física no contacto com a vossa pele; mas a vossa pele pode ser o vento. (Pausa) Individualmente, tendes a opção de vos dissociar no âmbito de consentimentos colectivos, e de empregardes as vossas próprias probabilidades e a vossa própria acção.

VICKI: Então isso é o que eu estou a fazer exactamente agora!

ELIAS: Muito bem! (Pausa) Desejareis colocar mais perguntas? (Pausa) Muito bem. Como não tenho vontade de me intrometer demais esta noite, em relação ao Michael, por ele ter empregue conflito que chegue, vou remover temporariamente o foco que estabeleço; (para a Cathy) mas vou ficar à espera de experimentar o teu carro voador! Au revoir! (9:20 da noite)

Notas:

Decidimos voltar a conversar com o Elias esta noite, por ele ter dito que havia de abordar a questão do conflito mais a fundo. Esta conversa foi mantida entre o Elias, a Vicki e a Cathy às 11:36 da noite.

ELIAS: Com que então desejais colocar mais perguntas!

VICKI: Mais informação sobre a situação que sucedeu esta noite. (Pausa) Com as contrapartes, e a reacção do Michael. (Pausa) Isso tem mais que se lhe diga! (Ele adora fazer-me esperar!)

ELIAS: Eu estava relutante quanto a expressar-me de uma forma aberta quanto a esse assunto, por poder resultar em conflito para determinado indivíduo, coisa que não desejo provocar; é a contraparte do Lawrence; embora no assunto que estávamos a debater, esse indivíduo não tenha tido consciência do problema. (A sorrir)

Estes indivíduos apresentam elementos semelhantes; tratando-se neste caso de um tipo de contraparte, conforme declarei, em que projetaste elementos de ti própria. Esse não é o caso de “lhe impor” elementos que ele não deseja incorporar, mas tu estás a descartar elementos do teu próprio foco. Eles estabeleceram um acordo no sentido de aceitar esses elementos; mas nessa área, isso dá lugar á criação de uma situação volátil no caso destes indivíduos, por o medo que sentem os consumir; sendo essa a razão por que manifestam problemas físicos. A esse respeito o medo que sentem é de tal modo expressivo que gera uma reacção da parte daqueles com quem estabelecem contacto.

Vou-te dizer que o Joseph não teria consciência, e não empregaria esse tipo de resposta em (acção de) contraparte contigo ou do Michael. Embora ele possa identificar por meio de uma ligeira resposta, ele não empregaria o alcance da resposta que tu ou o Michael exibiram. Antes de mais, tu empregas essa resposta a título de reacção em ligação com o teu gémeo (Mary). Cada um de vós responde respectivamente. Aquilo a que tu respondes é à natureza volátil desses indivíduos; e embora possam aparentar ser calmos, indefesos e cativantes, por se focarem bastante no emocional, também são bastante voláteis. Todos eles incorporam a capacidade e a probabilidade de reagir de forma “inusitada”. Não te vou dizer que sejam enganadores de uma forma aberta; por nenhum deles desejar ser desonesto; mas são todos muito reservados, o que dá lugar á criação de uma situação duvidosa, desonesta.

Nessa medida, cada um de vós reconheceu a desonestidade desses indivíduos; E à semelhança de uma leoa que sai em defesa das crias, também cada um de vós emprega uma forte resposta para com a sensação ameaçadora em que o outro incorre. Um aproxima-se da boca do perigo, sem empregar o temor nem o reconhecimento, mas apenas a contraparte e o elemento que terá lançado no âmbito do acordo com a contraparte. O outro encara a coisa sem emoção, e reconhece a natureza volátil e o perigo: por isso, responde.

VICKI: Existirá algum perigo real?

ELIAS: É uma possibilidade. Cada um desses indivíduos possui a probabilidade de gerar “perigo”. O que não quer dizer que cada um deles vos possa atacar com uma espada, mas possuem uma natureza manipulativa. Nessa medida, constituem um potencial perigo, por cada um deles possuir boas capacidades mentais e ser bastante hábil.

VICKI: Nesse caso, precisaria perguntar, tenho a certeza de que existe uma razão específica para teres encorajado o Joseph a convidar o amigo contraparte para uma sessão. Porque terá sido? (O eterno porquê?)

ELIAS: Esses indivíduos não constituem qualquer ameaça para mim no fórum destas sessões. Na realidade, também não representam qualquer ameaça para qualquer de vós. Mas proporcionam-vos o potencial de verdes um outro aspecto do modo como os elementos físicos operam no âmbito das contrapartes. Podeis empregar reacções; mas conforme podeis ver, e conforme sabeis, e tal como eu sei, o Michael está bem. Ele sentiu um incómodo, mas não está ofendido. Não saiu prejudicado. Eu não admitiria perigo algum neste fórum.

VICKI: E esse indivíduo constituirá uma ajuda para o Joseph?

ELIAS: Este indivíduo pode constituir uma grande ajuda para o Joseph. (Pausa) Este indivíduo possui uma menor influência sobre o Michael. A resposta do Michael não foi para com esse indivíduo.

VICKI: Entendo isso.

ELIAS: Caso a situação fosse a do Marcus não ser incluído, o Michael teria experimentado o incómodo ligeiro do costume. Ele pode ter incorporado ligeiramente mais, mas não muito.

VICKI: Claro, eu entendo a questão do Marcus. Só acho curioso que esse indivíduo particular possa ser de grande ajuda para o Joseph.

ELIAS: O Joseph também tem um foco emocional. Por isso, o Joseph deverá permanecer aberto a um certo fluxo, e pode incorporar informação dessa contraparte; enquanto o Michael e o Lawrence não se focam no emocional, e no raciocínio que formam, e no que projectam, também diferem. O Joseph projectou numa tentativa de atenuar a sua própria situação, ou o que percebe ser a sua própria situação. O Michael e o Lawrence projectaram pela razão de não desejarem empregar o foco emocional. (Pausa) Atiraste ou descartaste aquilo de que não gostas; uma parte indesejada; mas no âmbito de um consentimento, e também num quadro de responsabilidade por essa projecção, permitindo a cada um de vós ligar-vos a esses indivíduos.

VICKI: Bom, eu certamente que me senti sempre muito ligada a esse indivíduo, até o fórum destas sessões ter começado, e aí a atracção dissipou-se.

ELIAS: Ele não partilha do vosso objectivo. (Pausa) Sentes-te melhor, agora?

VICKI: Bom, é sempre bom ver a curiosidade um pouco satisfeita. Eu não me sentia mal!

ELIAS: Eu vou reformular. Estás a sentir-te mais "normal" agora?

VICKI: (A rir) Eu comecei a sentir-me muito mais “normal” quando aquela luz maluca começou a piscar!

ELIAS: Boa sintonização!

VICKI: Muito boa! Há um tempo que tenho vindo a observar essa luz!

ELIAS: Mas, não acharás curioso que à medida que falamos, e vossa luz tenha sido empregada?

VICKI: Acho isso muito curioso!

ELIAS: Tal como o Lawrence expressou: “Não estou a sentir a mesma energia que costumo sentir”, e o Elias não parava de piscar e piscar e piscar! E enquanto o Elias estava a piscar, o Joseph estava a observar igualmente essa electricidade, a título das minhas palavras e despedida para ele também! (Faz uma pausa, a sorrir)

VICKI: Obrigado.

ELIAS: Não tens o que agradecer. Estenderei o meu adieu à Shynla e vou-te incluir no nosso período regular!

CATHY: Parece-me ótima ideia!

ELIAS: Por isso, não existe separação. Não existe distância. Não existe tempo. Tudo é destituído de sentido!

(Para a Cathy) Voltarei a ver-te conforme o habitual, (para a Vicki) e a ti também!

Au revoir! (11:57 da noite)

© 1996 Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados



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