quinta-feira, 17 de maio de 2012

CENTRAR-SE NO AGORA - INTUIÇÃO



"A Mudança Acontece"
“A Importância de nos focarmos no agora”
“Identificação da voz da intuição”
“a essência jamais permanece sem dar resposta”
SESSÃO #216
Sábado, 13 de Setembro de 1997 © (Privada)
Tradução: Amadeu Duarte


Participantes: Mary (Michael), Elizabeth (Elizabeth), Darrick (Gaorg). (A Elizabeth é filha da Mary)


Elias chega às 1:05 da tarde. (Tempo é de vinte e cinco segundos)

ELIAS: Boa tarde. (A sorrir)

ELIZ: Olá! Há muito tempo que não te via.

ELIAS: Precisamente... em termos físicos!

ELIZ: Certo! Muito bem, estou a tentar pôr de lado os meus nervos. Eu tenho perguntas a fazer relacionadas com a mudança. Tem-se gerado muita confusão ultimamente, uma confusão total. Não sei de onde veio. Nem sequer sei como explicá-la. Por exemplo, na última sessão pública a que assisti, senti-me verdadeiramente entusiasmada por termos falado sobre a mudança e diferentes mudanças, e por uma razão qualquer, de cada vez que falo acerca disso, fico entusiasmada! Mas depois começo a pensar nisso, e fico confusa. Fico quase deprimida, por parecer que de cada vez que penso nisso não reste qualquer plano futuro a fazer. Não resta nada a esperar, e isso deixa-me assustada.

ELIAS: Ah, mas há muita coisa a esperar! Além disso, há muito a experimentar no presente momento. Muitos olham para a mudança, e à semelhança de ti, procuram no futuro e olham para a frente. É agora. Acha-se já em vós. Por isso, podeis aceder à realidade desta mudança na consciência presentemente.

Eu disse a muitos indivíduos no vosso passado recente, digamos – por não existir passado – que vós íeis avançar na acção desta mudança por incrementos (aos poucos). Nessa medida, proporcionais a vós próprios informação relacionada com áreas com que vos sentis confortáveis ou que não vos sobrecarregam de uma só vez, por a acção desta mudança consistir numa alteração sobre a totalidade da vossa realidade. Por isso, não precisais traumatizar-vos quanto a passardes para essa acção de uma só vez.

Quando digo às pessoas que a acção desta mudança estará por completo realizada por altura dos finais do vosso próximo século, eu digo isso pela razão dela ser alcançada por completo; a totalidade do vosso globo passará a aceitar essa nova realidade nesta dimensão, e todos os indivíduos à face do planeta experimentarão, como um modo normal de vida, digamos, essa nova realidade. Mas isso não quer dizer que os indivíduos não possam experimentar essa mudança presentemente, por poderem.

Cada um de vós avança e admite uma percepção de um modo que seja menos confuso para si individualmente. Eu referi anteriormente que no âmbito da acção desta mudança, estes continentes das vossas Américas constituem os espasmos iniciais. Por isso, as pessoas que se situam nas nações destes continentes darão início à acção dessa mudança, por isso corresponder à direcção que todos elegestes no âmbito da vossa realidade oficial aceite, ou seja, criar eventos de massas que constituem expressões de eventos da fonte. Outros eventos de massas obtiveram expressão inicial noutras nações e continentes, e espalharam-se por todo o vosso globo.

A mudança da consciência enquadrada no vosso período de tempo linear tem início nestes continentes e espalha-se para o exterior ao longo do vosso planeta, quase a ponto de ser descrita como uma atmosfera de mudança que sucede sobre o vosso planeta, que se move por meio de uma onda. Por isso, os indivíduos destes continentes são quem começa a experimentá-la. Á medida que a acção tiver continuidade e a onda ganhar impulso, deverá espalhar-se ao resto do vosso planeta. Por isso, vós estais a experimentar elementos da mudança num período de tempo que podeis encarar como anterior ao dos outros. Isso fica simplesmente a dever-se à percepção que tendes de tempo, por a acção da mudança já se cumprir. Só precisa ser percebida na vossa realidade.

ELIZ: A única coisa que me confunde é... Bom, uma série de coisas, para começar! Mas agora, não entendo muito bem... Como hei-de colocar isto? Como virá isso a ser aceite? Por exemplo, a minha mãe contava-me acerca daquela senhora que conversou com ela, e que experimentava a mudança duma forma avassaladora, e sobre como não conseguia mais operar. Tudo o que ela fez foi ir ao ginásio, enquanto a família dela toda pensava que ela estivesse maluca. Parece que se o mundo está todo nesse estado, nesse caso, quem haverá de o dirigir, não é? É com isso que me preocupo.

ELIAS: É por essa razão que a informação vos está a ser oferecida. A pessoa que mencionaste recebeu informação e em razão disso experimenta actualmente um menor trauma no presente e goza de uma grande capacidade de lidar, por assim dizer, com a abertura que permitiu fazer. Cada um virá a oferecer informação a si próprio a fim de explicar a confusão que sente, e nesse sentido, cada um virá a compreender mais essa acção da consciência.

Eu refiro a muitos indivíduos e a ti também: Os outros e as escolhas que promovem não é o que tem importância nesta mudança que a consciência atravessa. O que importa é que olheis para VÓS. Não te preocupes com os outros nem com o modo como haverão de manifestar a sua realidade durante esta mudança. Preocupa-te com o modo como TU manifestas a TUA própria realidade, porque com a permissão que geras, também cedes energia aos outros, a fim de diminuírem o próprio trauma. Vós estais todos interligados.

Eu expresso-te duma assentada que não importa aquilo que os outros expressem ou experimentem. Também te digo que importa, porque à medida que obtendes informação, também podereis ser de auxílio através da partilha da informação de que dispondes.

PERGUNTA: Verbalmente?

ELIAS: Por vezes. Descobrirás que à medida que ocupares a tua atenção contigo própria e com as tuas próprias experiências e concederes a ti própria uma cada vez maior aceitação de ti e das tuas experiências, também deterás uma maior compreensão dos outros. Nesse sentido, saberás de que modo haverás de contactar os outros de forma a auxiliá-los. Isso poderá não corresponder exactamente a uma dádiva de “informação do Elias”! Pode ser que tu, na interacção que mantiveres com outro indivíduo, reconheças nele experiências, sentimentos e confusão que também tenhas experimentado. Nesse sentido podes-lhe oferecer ajuda por meio da expressão de não estar a atravessar loucura nenhuma; e de que na realidade é a sua realidade que está a sofrer uma alteração, e a questão reside nisso. (Pausa)

Procurai permitir-vos penetrar nas áreas da experiência enquadradas nesta mudança sem medo, enquanto continuais a focar a vossa atenção no presente momento; pois nenhum outro existe. Não existe futuro; não existe passado: Existe o agora – continuamente. Por isso, permiti-vos experimentar agora e confiar em vós. À medida que permitis uma maior expansão também permitis uma maior comunicação convosco próprios, na vossa própria linguagem. Por isso, também passais a oferecer a vós próprios uma maior informação respeitante a vós e à direcção e escolhas que deveis tomar. Se vos preocupardes com o futuro, passais a distrair-vos em relação à atenção que deveis dar a vós. As pessoas perguntam a esta essência, “Que haverei de fazer? Que direcção deverei tomar?” Vós próprios podeis responder a essas interrogações se derdes atenção a vós. Se focardes a vossa atenção no momento podeis surpreender-vos e ver que o vosso próprio Eu vos falará por meio de impressões e impulsos e aquela pequenina voz dentro de vós que vos fornecerá as vossas próprias direcções e respostas.

Não precisas depender dos outros nem desta essência para vos fornecer respostas porque sois capazes de oferecer essas respostas a vós próprios duma forma impressionante. É apenas uma questão de recordardes e de dardes atenção a vós próprios, que sabereis no vosso íntimo quando estais a falar para vós próprios. Haveis de reconhecer impressões que, por palavras vossas, vos parecerão apropriadas e sabereis que direcções desejareis escolher dentro do quadro das vossas probabilidades. É nisso que reside a questão, e a razão por que expresso frequentemente às pessoas para se focarem no agora, e nelas próprias; porque com isso, deixais de precisar interrogar esta essência! Eu posso-vos oferecer explicações concernentes à vossa realidade, e posso oferecer-vos ajuda na vossa confusão, mas esta essência não é quem procede à escolha das vossas probabilidades por vós. Nenhuma essência o fará. Vós próprios sois quem escolhe. E se estiverdes a dar ouvidos aos outros ou sequer ao que entendeis como outras essências a direccionar-vos, suspeitai disso, porque ninguém vos poderá revelar a vossa direcção. (Pausa)


Vós possuís enormes capacidades. Dou-vos conta da interacção que tenho com vós os dois, sempre. E não penseis que esta “essência escondida” não está a vigiar o vosso progresso, por que está! (A rir)

Eu digo-vos que não voltastes a participar no nosso jogo e não fizestes perguntas relacionadas com as entradas (sugestões) que apresentastes. Por isso, vou oferecer o que referi anteriormente nas nossas sessões, de que não tendes consciência objectiva, por não terdes perguntado. Eu disse, em resposta á categoria apresentada, para reavaliardes. A categoria com que podeis identificar-vos, que fostes, em parte - mas não na totalidade - pode ser aquela das criaturas pré-históricas e não apenas a dos felinos. Também vos posso dizer que na entrada que apresentastes da prancha de neve, isso foi sugerido como menos provável, mas também vos disse que estáveis perto. Por isso, nos vossos desportos relacionados com a neve, podeis associar a impressão correcta.

O vosso jogo proporciona-vos a oportunidade de entrardes em contacto com as impressões que tendes, e também vos faculta a oportunidade de contactardes em regime experimental a nova realidade no âmbito desta mudança. Isso NÃO é imaginação. É uma realidade! Por isso, ao vos permitirdes entrar em contacto com as impressões que tendes e dais por vós a desviar-vos e a deixar de entrar em contacto com esta realidade e permitis que as vossas imaginações “corram desenfreadas!”, (a rir) estais na realidade a estabelecer contacto com a acção desta mudança. As vossas imaginações não andam a “correr à solta!” As vossas imaginações constituem a realidade. Estais a abrir portas por vós próprios a fim de perceberdes outros aspectos da vossa realidade, o que vos faculta a oportunidade de explorar mais a realidade do que simplesmente percebeis na realidade oficial aceite focada no físico.

ELIZ: Isso explica muita coisa!

ELIAS: Por isso, por que razão não haverás de sentir tal entusiasmo no reconhecimento da abertura face a uma tremenda criatividade, que se apresenta mesmo defronte a ti, por se situar dentro de ti? (Pausa)

Sugiro-vos a ambos para continuardes a entrar em contacto com o vosso jogo, por isso ser divertido, e a diversão ser boa! E realizais muito bem quando vos permitis uma oportunidade para tal. Sugeristes as vossas entradas e poucas foram as que não foram aceites. Por isso, percebei isso como a realização do contacto que estabeleceis com as vossas impressões, e realidade. (Pausa)

ELIZ: (Para o Darrick) Tens alguma coisa a dizer? (Pausa)

ELIAS: Mais um ratinho caladinho, que não fala! Esta essência (Elias) não é tão intimidatória assim! (Riso)

ELIZ: Bastante verdadeiro... bastante verdadeiro! (A suspirar) Não tenho palavras.

ELIAS: Tomai consciência de vós próprios. Permanecei no agora, e confiai em vós e aceitai-vos. Esta é a informação mais importante que esta essência alguma vez vos poderá estender. Mas também vos estendo a ambos uma extensão da comunicação e afecto, e com essa oferta, se preferirdes entrar em contacto com esta essência em qualquer altura, eu fico sempre ao vosso dispor.

(De forma bem-humorada) E também podeis esperar que apareça no vosso estado de sonho também! (A sorrir)

ELIZ: Está bem. Muitíssimo obrigado. Foi bastante útil.

ELIAS: Não tens o que agradecer. Estendo-vos a ambos um enorme afecto, assim como um grande reconhecimento pelo que já conseguistes, por ESTARDES a conseguir.

DARRICK: De facto tenho uma pergunta. Bom, na realidade, só queria confirmar uma coisa. Estou bastante seguro disso. Sinto a atracção, como um forte impulso ou sensação, para ir para Castaic, e para ir para o norte, para Mammoth. Também sinto uma ligeira atracção, mas não tanto, em relação a alistar-me na Guarda Costeira de modo a ficar com as coisas em ordem, mas sinto mais intensidade em relação a esta coisa de Mammoth. Faz-me sentir uma maior liberdade, e é mais algo que quero fazer. Só queria saber se será isso que estou a dizer a mim próprio, para partir para isso? Para seguir a sensação que tenho e me mover para Mammoth?

ELIAS: Isso faculta-te uma excelente oportunidade para perceberes as pequenas vozes que ecoam no teu íntimo.

Já foi colocada previamente a seguinte pergunta, a esta essência: “A que voz devo dar ouvidos? Se eu estou a sugerir a mim próprio duas vozes e disponho mais do que uma escolha, que escolha deverá corresponder à acertada e qual corresponderá à voz interior e às impressões que tenho?” Eu digo-te que isso é um excelente exemplo da situação.

Considera agora as duas vozes distintas. A voz mais expressiva é aquela que te indica para te deslocares para o teu local no monte. A voz mais diáfana é aquela que te fala através das crenças – as crenças de deveres empreender determinados actos, por isso te possibilitar a disciplina que sentes faltar-te, na tua maneira de ver, além de produzir um indivíduo mais responsável. Isso não passa duma crença. Por isso, uma voz dirige-se-te a partir das crenças. A outra voz fala-te a partir da intuição. Quando te deparares com duas vozes diáfanas no teu íntimo, interroga-te com toda a seriedade em relação a qual te estará a falar com base nas crenças? Desse modo aprenderás a dar ouvidos à outra voz.

Por isso, eu não vos proporei as escolhas que cabem a vós próprios, mas digo-vos que atender à tua voz da intuição se poderá tornar numa probabilidade mais expressiva do que dar ouvidos à voz das crenças. Isso poderá proporcionar-te pistas sobre a direcção que poderás escolher.

DARRICK: Claro. Isso responde muito bem á questão. Obrigado.

ELIAS: Confia em ti. Não consideres os demais nem as suas crenças nem os julgamentos que emitem nem as avaliações que fazem das escolhas que eleges. Confia apenas em ti e não serás desleal para contigo. Não criarás conflito íntimo se confiares em ti e não dirigires a atenção para as crenças dos outros.

Confundis-vos quando olhais para fora de vós em busca de respostas, porque ao vos voltardes para o exterior, estais a olhar por meio dos filtros das crenças dos outros e isso causa-vos confusão e conflito. Por isso, confiai na vossa própria voz e dai atenção à linguagem que usais para convosco próprios. Foi isso que eu vos expressei no começo. Se olhardes para vós próprios, se vos abrirdes à experiência e derdes atenção a vós, haveis de propor a vós próprios impressões de modo bastante concreto sobre a direcção que deveis seguir, facto que haveis de confirmar a vós próprios unicamente por meio da atenção para convosco próprios. Já dispondes das respostas. A vossa impressão já era pertença vossa e não foi sugerida por esta essência, porque esta essência pode servir de auxílio na confirmação que vos sugere em relação às vossas próprias impressões, porque terdes aprendido demasiado bem a não confiar nas vossas próprias impressões e na linguagem que utilizais convosco próprios! Mas também isso é acção que faz parte da mudança, a de passardes mais para uma confiança e ausência de separação em relação à essência... E ela fala-vos! Jamais permanece em silêncio.

Isto será útil?

DARRICK: É, bastante.

ELIZ: É.

ELIAS: Muito bem. Desejareis colocar mais alguma pergunta?

ELIZ: Não. Caso me ocorra alguma eu perguntarei!

ELIAS: Muito bem, Elizabeth! Também para o Gaorg, podes igualmente expressar isso ao invés de te portares como um ratinho! (Riso)

Muito bem. Nesse caso digo-vos a ambos neste dia com todo o carinho e afeição para interagirdes e contactardes um com o outro com amor, conforme o faço para com ambos, e para aceitardes. Dou-vos a ambos um muito amoroso au revoir. Recordai que podeis chamar por mim! Au revoir.

Elias parte à 1:41 da tarde.

© 1997 Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados


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