quinta-feira, 31 de maio de 2012

GENÉTICA - FRAGMENTAÇÃO



"Genética/A Analogia do Fogo-de-artifício"
"Fragmentação Dimensional"

sESSÃO #182
Domingo, 8 de Junho de 1997 (Grupo) © 1997
Tradução: Amadeu Duarte

Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Cathy (Shynla), Jim (Yarr), Drew (Matthew), Gail (William), Norm (Stephen), Reta (Dehl), e o Bob (Simon). Um enorme agradecimento à Margot por ter transcrito esta sessão!  


Nota: Todas as palavras e frases que se encontram dentro de {colchetes} são palavras empregadas pelo Elias. Entre (parêntesis) são as notas daquele que transcreveu, e entre [chaves] são termos inseridos no texto pela pessoa que transcreveu, para clarificação.
Elias chega às 7:06 da tarde. (O tempo de chegada é de vinte segundos)

ELIAS: Boa noite. (A sorrir) Esta noite vamos rever o vosso tema da genética, em conformidade com o que vos foi adiantado, por parecer que possam ter resultado mal-entendidos ou falta de compreensão acerca de vários dos elementos inerentes a essa informação. Vou deixar que coloqueis perguntas inerentes às áreas da confusão.

Estivemos a debater a informação acerca da genealogia e da vossa herança física. Debatemos a genética em conjunção com os vossos outros focos assim como com este foco particular, ou qualquer foco físico em que vos manifesteis. Falamos dos aspectos dimensionais com respeito à memória, mas não na codificação genética na vossa dimensão particular. Debatemos o vosso ARN e o vosso ADN e as vossas manifestações físicas, e a codificação que vai além daquilo que reconheceis em termos físicos no vosso ADN.

Quanto ao tema do ADN, deixai que especifique que a informação que vos foi sugerida se acha codificada na vossa molécula do ADN. Isso abrange muito mais do que os vossos simples atributos físicos ou elementos da manifestação. A codificação também inclui os vossos estados emocionais e mentais, e também comporta a informação relativa aos vossos outros focos. Não está limitada a este foco particular.

Os vossos cientistas reconhecem apenas aquela codificação que é passível de ser identificada numa manifestação particular, por isso corresponder àquilo que procuram e às limitações das crenças que têm. Eles acreditam numa só manifestação. Por isso, são capazes de identificar códigos genéticos que tenha aplicação numa só linhagem. Eles não compreendem o conceito nem a realidade do tempo simultâneo, nem de todos os outros focos da essência que se manifestam ao mesmo tempo que vós. Também não reconhecem a multidimensionalidade do indivíduo. Consequentemente não buscam informação que vá além das limitações de um foco particular, mas eu afirmo-vos que essa informação se acha fisicamente codificada da mesma forma que qualquer outra informação que possais atribuir ao vosso ADN. Recentemente abrangemos muito material sobre a vossa genética, e eu reconheço que nem toda essa informação foi assimilada e compreendida. Por isso, estendo-vos nesta tarde a oportunidade de vos esclarecerdes quanto a essa informação, de forma a obterdes uma maior compreensão. Estou ciente de que cada um de vós por esta altura se terá interrogou acerca desse tema em relação ao qual ainda não vos sentis satisfeitos com as respostas que obtivestes. Podeis ter a vossa oportunidade de fazer as perguntas que quiserdes esta noite, para esclarecerdes isso.

(Para a Drew) Mas tu não vais confundir nem dar a volta a esta essência em teu benefício! Eu vou-te ganhar! (A sorrir, enquanto desatamos todos a rir)

DREW: Sem a menor dúvida!

RETA: Bom, eu ficaria satisfeita por começar. Vamos só simplificar isto, está bem? Deixa que trace um cenário hipotético. Na minha mente temos esta inteligência que é constituída por certos elos de consciência que gravitaram em torno de um agrupamento, que se deixaram atrair conjuntamente. Em seguida damos início a um tipo qualquer de desenvolvimento de ADN. Em seguida, ao atrairmos ou reunirmos partes disso em conjunto, ou outras decisões relativas ao nosso ser, ao tempo que definimos e tudo o mais relacionado com isso, estaremos nessa medida a reunir mais atributos no nosso ADN ao longo da progressão da edificação de nós próprios? Estou a tentar perceber isso como uma coisa crescente, até finalmente termos desenvolvido um ser que queremos projectar nesta dimensão, e fazemo-lo. Tratar-se-á de um processo lento, ou disporemos de todo esse padrão para começar?

ELIAS: Desde o momento da fusão dos primeiros elementos da vida física, conforme a encarais na manifestação de um humano, toda a codificação se acha presente.

RETA: É nessa altura (então), mas como faremos avançar isso? Estaremos a fazer avançar isso um pouco de cada vez ao pegarmos a nossa família da essência, ao definirmos o facto de virmos a ser masculinos ou femininos ou o facto do nosso objectivo vir a ser artístico ou musical ou científico assim como os restantes atributos da nossa personalidade? Ou terá isso sido formado muito antes quando primeiro tivermos dado início ao intelecto ou à inteligência?

ELIAS: Antes de mais, apesar de estar ciente disso ser bastante difícil, preciso instruir-te novamente quanto ao facto de não ter existido nenhum “antes”.

RETA: Essa é difícil.

ELIAS: Eu estou ciente disso. Em simultâneo a essência explode, em termos figurativos, em muitos focos. (Pausa) Pensai nos vossos fogos-de-artifício. Visualizai os vossos fogos-de-artifício. Com tal acção, vós disparais os vossos fogos na direcção do céu, os quais explodem em muitos, muitos, aspectos cintilantes da sua natureza...

RETA: Todos com a mesma codificação?

ELIAS: ...todos ao mesmo tempo. Pensai em cada projecção da luz cintilante desses fogos de artifício como um foco da essência, todos a decorrer em simultâneo, todos a cintilar com um brilho similar, e todos a projectar uma manifestação. Logo que escolhe entrar no foco físico, a essência opta por dar entrada num ciclo. Ao escolher cada dimensão física, reúne informação inerente a cada uma delas e ao elemento requerido para a manifestação física nessas dimensões. Acumula a informação de cada uma dessas dimensões {esta dimensão particular requer a vossa codificação genética para a vossa manifestação} enquanto em simultâneo obtém informação de outros focos situados noutras dimensões que comportam elementos diferentes destinados à manifestação. Quando toda a informação é reunida, é incorporada na essência.

Nos vossos termos, {sublinhai}, no momento em que a essência escolhe entrar nas dimensões físicas, ela explora incontáveis focos ou facetas. Esses focos surgem em simultâneo em cada dimensão e em cada elemento de tempo pertencente a cada dimensão, de acordo com o desejo da essência. Nessa medida, cada cintilação do fogo-de-artifício detém a sua própria individualidade e escolhas. Por isso, no âmbito de toda essa acção simultânea dá-se uma outra acção simultânea, da parte de cada foco no sentido de acumular ou assimilar e manifestar toda a sua informação que pertence à sua própria manifestação individual; aquilo que ela escolhe.

Nessa medida, na vossa maneira de pensar e no contexto da vossa estrutura temporal podeis pensar na acção de eventos sucessivos como precedendo a manifestação física... apesar de - anotai lá isto! - não antecederem! Mas com o propósito de compreenderdes, por pensardes em termos lineares e em termos de momentos sucessivos, podeis pensar lá convosco próprios em termos de incrementos de acontecimentos. Nessa medida, inicialmente a essência detém toda a informação inerente a todas as dimensões. Dirige todos os seus aspectos em todas as áreas em que escolhe experimentar. Ao escolher os ciclos em que deseja passar a experimentar, também elege um determinado volume, digamos, de aspectos que deverão ter lugar numa dimensão específica destinada a essa experiência.

Um momento. (Para a Vicki) Tu tens os números específicos junto de ti, para determinados indivíduos.

VICKI: (A pensar a toda a velocidade, a tentar recordar) Ah, a sério?

ELIAS: Entraste em contacto com os números específicos para determinados indivíduos subjectivamente, coisa que te permitiste trespassar para a consciência objectiva, na contagem que fizeste das manifestações individuais até o momento presente, futuro e passado, nesta dimensão apenas. Podes partilhar essa informação com esses indivíduos mais tarde. (1)

Para continuar, quando a essência - (para o Bob) sê bem-vindo - escolhe os diferentes ciclos em que deseja entrar e designa o número de aspectos que deverá experimentar nas dimensões individuais, aí, nos vossos termos, ela delega a cada cintilação a manifestação da sua própria liberdade de escolha no seu próprio foco físico. Podeis encarar isso como um processo ou uma escala gradual por passos, apesar de ser realizado a um só tempo; esta explicação deve ser apontada como figurativa. Esta é a explicação mais aproximada que vos posso oferecer presentemente, para vos permitir compreender a acção da manifestação. Por isso, a informação inerente ao ADN é mantida antes da actualização.

RETA: Então, a codificação genética é gerada por meio das cintilações e de tudo antes de ocorrer.

ELIAS: Não fisicamente.

RETA: Bom, está bem...

ELIAS: A informação é conhecida.

RETA: Mas é claro que, quando observamos o ADN da célula, não conseguimos perceber todas essas escolhas inerentes a todas essas cintilações. Elas formam simplesmente um outro código genético, ADN, ou o que quisermos chamar-lhe.

ELIAS: Ora bem; recordai que nem todas essas cintilações do vosso fogo-de-artifício se acham focadas numa dimensão. Por isso, algumas focam-se na vossa dimensão, as quais deverão passar a comportar um código genético conforme o entendeis. Muitas outras são focadas em outras dimensões, as quais não manifestam o mesmo código genético.

RETA: Essa parte eu compreendo.

NORM: Então, dinamicamente, o nosso ADN é desse modo actualizado durante o nosso tempo de vida pelas nossas experiências?

ELIAS: Não pelas vossas experiências.

NORM: Por outros focos?

ELIAS: Pode ser alterado conforme a vossa escolha, mas não se trata de um processo de causa e de efeito. As vossas experiências não alteram o vosso ADN.

NORM: Todavia, o nosso ADN codifica tudo relativo a nós próprios, na essência.

ELIAS: Sim.

NORM: Mas agora estou com um problema em relação ao tempo simultâneo, quanto ao facto de saber se terei um enfoque no meu código genético como o do foco que tenho na Nova Guiné.

ELIAS: Tens, isso está certo, apesar de ser o aspecto da molécula do ADN que presentemente ainda não descobristes, por conforme declarei, não ser procurado. Na investigação que fazeis da vossa molécula do ADN, encontrais aquilo que esperais encontrar. Encontrais aquilo que buscais dependendo nas questões que formulais, porque se os vossos cientistas formularem perguntas, haverão de pesquisar e de investigar até alcançarem as respostas que pretendem, ou o que encaram como as respostas adequadas à actual circunstância; razão por que as vossas ciências dão actualmente início a uma grande investigação no campo da genética, por formularem perguntas a que presentemente não são capazes de responder, e isso gerar curiosidade. À medida que a curiosidade que sentem aumenta, {por encontrarem resposta para determinadas questões e precisarem avançar para novas formas de questionamento} descobrem novos elementos que se apresentam como inconsistentes com as descobertas estabelecidas; tal como os vossos psicólogos actualmente experimentam elementos no contacto com os clientes que se apresentam inconsistentes em face do que aprenderam até ao momento, sugerindo que sois mais do que somente esta manifestação ou foco particular. E isso gera questionamento. Esse questionamento teve início numa área das vossas ciências; o que pode gerar uma epidemia que pode alastrar igualmente aos vossos elementos religiosos, por eles não poderem negar a evidência que apresentais a vós próprios.

RETA: Importar-te-ias de dizer de que desenvolvimento se trata? De designá-lo? Nós constatamos a ocorrência de parte disso, mas quererás apresentar uma qualificação para o que se está a passar? Não se trata de truque nenhum, mas de uma resposta!

ELIAS: E tu quererás privar o indivíduo da sua descoberta?

RETA: Como poderia eu fazer tal coisa? (Elias sorri durante toda a resposta)

ELIAS: Por todos vós nas vossas espécies valorizardes fortemente as vossas descobertas, ao reconhecerdes ter alcançado uma informação que mais ninguém terá conhecido antes!

RETA: Está bem, poderás apontar isso como tendo lugar nos Estados Unidos?

ELIAS: Não.

RETA: Não? (Riso) Quero dizer, nós estamos interessados em ficar de olho nisso!

ELIAS: Podeis ficar! Os vossos sistemas de comunicações são muito vastos, o que torna a vossa atmosfera global numa coisa muito reduzida...

RETA: É verdade.

ELIAS: ...na actualidade do momento. Por isso, deverá tornar-se demasiado fácil para vós ficar de olho nas vossas descobertas.

NORM: Primordialmente psicológicas, todavia.

ELIAS: Não só psicológicas.

NORM: Com relação ao ADN, mas estritamente ligado à informação do ADN?

ELIAS: Nos vossos termos, a psicologia conduziu-vos a áreas de questionamento. Mas em relação ao vosso ADN, as vossas ciências físicas deverão investigar e pesquisar, para eventualmente descobrirem esse elemento de informação não oficial que se acha codificado em termos físicos, tal como toda a restante informação de que presentemente têm consciência. Apenas precisam expandir a sua busca e utilizar a informação periférica.

BOB: Uma pergunta. Serão essas descobertas importantes para a mudança ou serão um simples derivado dela?

ELIAS: Ambos os casos. São um derivado da expansão da vossa consciência. À medida que os vossos físicos se vão deparando com as suas  “vedações de tijolos” {por não poderem avançar mais sem considerarem a informação periférica} deverão descobrir mais informação que será relevante para a compreensão de vós próprios. Nessa medida, a acção física constitui um produto da expansão da percepção, mas também comporta significado no âmbito da acção da mudança; por que, ao aprenderdes mais sobre vós próprios, também aprendeis mais sobre a realidade e a forma como a criais.

Isso também vos será útil na diminuição da crença que tendes na duplicidade; por no vosso actual momento, à medida que avançais, segundo os termos que empregais, reforçais as questões da duplicidade ao encarardes o vosso planeta e as demais espécies no vosso planeta e punirdes a vossa espécie por estar a destruir as outras espécies e ao próprio planeta! Isso são crenças! Vós estais a criar exactamente aquilo que escolhestes criar no âmbito da cooperação com todos os elementos desta dimensão física. Não existem acidentes, e também não existem... “tipos maus!” (A sorrir para todos)

NORM: Não existem tipos maus?

BOB: Não, só tipas más! (Esperto, este Bob!)

ELIAS: Por isso, à medida que expandis a percepção que tendes, e aprendeis mais sobre vós, e passais a dispor de uma informação mais pormenorizada sobre vós próprios e sobre o que manifestais nesta dimensão, também devereis começar a compreender que com base na cooperação com todos os demais elementos, vós orquestrastes esta dimensão física exactamente do modo que escolhestes manifestá-la. Ela deverá permitir-vos abrandar a garra que exerceis sobre muitas crenças vigorosas que mantendes presentemente. (Pausa) Vou propor um intervalo, e logo poderás prosseguir com as tuas perguntas, Lawrence!

INTERVALO

ELIAS: Podeis continuar com o vosso questionário.

VICKI: Muito bem, eu tenho uma pergunta acerca dos algarismos. Eles são apresentados com dois pontos entre eles. Há dois algarismos, dois pontos, e mais dois algarismos. Não sei muito bem como interpretar isso.

ELIAS: O primeiro algarismo foi o que se manifestou, na vossa maneira de pensar. O segundo algarismo constitui o número provável caso seja escolhido, no presente momento, voltar a manifestar-se.

VICKI: Então no caso do Ron, em que se apresenta 11:11, estarei a compreender correctamente que presentemente ele comporta onze focos da essência?

ELIAS: Exacto, nesta dimensão.

VICKI: Está certo...

ELIAS: E caso opte por voltar a manifestar-se, virá a manifestar mais onze.

VICKI: Não parecem lá muitos.

ELIAS: Não são precisos muitos. Só precisais de três.

BOB: Então, quando o Ron apontou para o relógio no outro dia e ele indicava 11:11, isso terá constituído uma verificação não-oficial das suas manifestações? (O Bob teve uma enorme dificuldade em formular esta questão com seriedade)

ELIAS: Na realidade, isso constituiu uma fonte de divertimento para estes indivíduos! Apesar de ter feito tinir uma corda, por assim dizer, no Olivia, embora tenha acabado por se tornar num factor de comédia! (Risadinhas por parte da audiência)

VICKI: Tenho mais um pergunta relacionada com isso. O Greg que constitui uma contraparte que se fragmentou a partir do Ron, se bem me lembro, e não representa um desses onze focos. Isso não inclui fragmentos nem nada disso, certo?

ELIAS: Exacto.

VICKI: Muito bem. Tenho mais uma pergunta respeitante à informação relativa à genética. Ainda me sinto confusa e pouco esclarecida relativamente à memória celular que carregamos respeitante aos outros focos dimensionais e aquilo que estavas a dizer há umas semanas atrás em relação ao caso de nos fragmentarmos neste foco e isso ter algo a ver com um outro foco dimensional e com a memória celular. Sinto-me de tal modo indecisa que nem consigo formular a pergunta, mas passei essa informação em revista de novo e ainda não compreendo muito bem a distinção que estavas a fazer.

ELIAS: É interessante que te deixes atrair por essa pergunta particular, já que essa pergunta em particular ia ser formulada de qualquer modo em benefício de todos quantos, incluindo o Lawrence, comportam fortes crenças relativas a outros focos dimensionais que trespassam para este foco dimensional; Já que apresentas juízo de valor quanto à informação fornecida que percebes como complacente para com as crenças, mas não é! Não se revela de acordo com as crenças que tens, por abrigares a crença desses elementos serem falsos o não terem existência. Isso conduz-nos à informação apresentada à Dimin (Carole). (Com firmeza) Não se trata de informação complacente! Trata-se de uma informação exacta. Esse indivíduo tem consciência de que na terminologia da expressão de termos irritantes como “nascidos nas estrelas” ela não tenha nascido numa estrela mas num outro sistema planetário que se move numa outra dimensão, coisa que foi referida neste fórum, assim como foi dito que esse indivíduo em particular se terá fragmentado nesta dimensão e neste foco particular. Por isso, podes obter muita informação a partir dos elementos que esse indivíduo apresenta, no âmbito de uma compreensão de um elemento da manifestação distinto na vossa presente dimensão.

Esse indivíduo, à semelhança de muitos outros, carrega lembranças de uma outra dimensão em que a sua essência se focou, e não se focou nesta dimensão até se dar a acção da fragmentação; o que criou a vossa acção do fogo de artifício, uma vez mais, numa nova dimensão. Esse indivíduo fragmentou-se nesta dimensão. A essência que se fragmentou  manifestou focos nesta dimensão. A essência, nos vossos termos, constitui uma nova essência, tendo criado o seu foco inicial de entrada nesse indivíduo que já se manifestou. Isso é invulgar. Não é raro, mas é invulgar que uma essência qualquer se fragmente, no que designais como o centro de um foco particular, numa dimensão diferente. Deixai que passe a explicar mais detalhadamente para vosso esclarecimento.

A essência criou o seu efeito de fogo de artifício. Dispersou-se por muitas, muitas dimensões focadas do físico. Um foco - um foco numa outra dimensão, não nesta dimensão - passa a manifestar-se no físico. Experimenta o que designais por sua vida numa outra dimensão. Lá pelo meio, opta no âmbito do desejo, por se fragmentar a partir da essência, e criar uma nova essência. Na acção da fragmentação, funde-se com um outro aspecto que tem numa outra dimensão, passando a impor-se na dimensão física, no foco físico, neste ciclo físico. O aspecto do foco físico, a partir da dimensão original que estávamos a mencionar, transferiu para esta dimensão toda a essência e em simultâneo terá fragmentado todas as suas cintilações do fogo-de-artifício por muitas dimensões diferentes. O aspecto da consciência conhecido como o foco situado numa dimensão tem continuidade física numa dimensão diferente. Por isso, o indivíduo experimenta uma fragmentação ou uma fractura da memória no foco físico. Passa a ter sentimentos de deslocamento. Esses indivíduos também sentem dificuldade em se aclimatarem à nova dimensão. Torna-se confuso para eles, por a memória vincada que têm pertencer parcial e objectivamente a uma dimensão diferente. Não é diferente daquilo de que estivemos a falar, daqueles que tiveram os órgãos transplantados e que apresentam recordações físicas em resultado do que passam a exibir actitudes e desejos em conjugação com os órgãos transplantados e a memória que têm. Na essência não existe separação. Na consciência não existe separação. Por isso, cada aspecto da essência é intermutável. (A fixar a atenção na Vicki)

VICKI: Preciso de um cigarro!

DREW: Serão intermutáveis mesmo em meio às diferentes essências?

ELIAS: Já falamos sobre isso, e trata-se de uma acção diferente. Na essência, todos os vossos focos possuem um tom similar. Por isso, podeis alternar entre todos os vossos focos diferentes; embora, recordai que não podeis assumir um outro foco, por cada um deles ser individual e ter personalidade e escolhas individuais próprias. Portanto, não foi o acto de assumir um foco para o outro. Implícita à acção da fragmentação e da entrada nos seus próprios ciclos físicos, na essência, provocou uma troca, tal como podeis trocar com os vossos eus alternos, o que é passível de ser alcançado num regime não temporário. Não podeis assumir um outro foco, mas podeis trocar com um eu alterno.

DREW: É assim que vejo a coisa. Penso que entendo isso, mas gostaria de voltar a verbaliza-lo em termos que compreenda um pouco melhor e ter a certeza de o compreender da forma que o explicaste; que a essência A, digamos, possui uma expressão física em muitas dimensões á excepção desta...

ELIAS: Não. Apresenta expressões nesta dimensão. A essência B, que constitui a essência que se fragmentou, não apresenta aspecto algum nesta dimensão.

DREW: Está bem. Bom, só trocamos as A e B.

ELIAS: Continua.

DREW: Muito bem. Nesse caso, a B não apresenta qualquer representação física, se quisermos, nesta dimensão. Mas depois, por meio do acordo e da escolha a um nível subjectivo, a B fragmenta uma manifestação numa das suas dimensões físicas, e procede a uma troca com um foco físico da A nesta dimensão?

GAIL: Eu pensava que se fundia.

ELIAS: Funde.

DREW: Funde. Está certo, ela une-se. Então, agora digamos que essa representação física da A nesta dimensão é a de uma mulher de vinte anos. Estaremos a dizer que isso pode acontecer a alguém por altura da meia-idade? Não ocorre por intermédio o nascimento de um novo bebé?

ELIAS: Correcto.

DREW: Nesse caso, um homem ou uma mulher, seja lá em que idade for, essa fusão ocorre por intermédio do acordo estabelecido a um nível subjectivo, mas em determinados momentos lá pela meia-idade de repente passa a ter todas essas sensações estranhas e despercebidas que não compreende devidas a essa fusão da essência proveniente de uma outra dimensão? Hmm...

BOB: Será agora essa uma essência ou duas? Ambas elas fundem-se. A certa altura, achavam-se separadas. Todavia, entendemos que tenham sido essências individuais. Quando se fundem, tornar-se-ão numa essência?

ELIAS: Não estamos a falar da essência. Estamos a referir-nos ao foco.

DREW: Mas o foco constitui a essência, não é?

ELIAS: Sim; mas para efeitos da vossa compreensão, a essência provocou uma troca no foco individual em relação a aspectos e a uma fusão com um foco.

BOB: Então, duas essências estão a associar-se nessa experiência, com efeito?

ELIAS: Nesse foco.

BOB: Caramba! (Riso generalizado, enquanto começamos todos a falar ao mesmo tempo)

DREW: Qual seria a vantagem...

BOB: Isso podia tornar-se um tanto confuso!

DREW: Qual seria a vantagem...

ELIAS: Justamente!

VICKI: Penso que também estás a precisar de fumar um cigarro!

BOB: O quê?  

VICKI: Não quererás igualmente um cigarro?

BOB: Eu acompanho-te se tiveres mais um! (Passámo-nos por completo. Já há algum tempo que não ficávamos embaraçados, mas esperai lá! Ainda vai acabar melhor! Também podeis ficar embaraçados!)

ELIAS: Por isso, já podeis compreender de um modo mais efectivo a confusão que tem lugar no caso da Dimin e da fundamentação da explicação dada a esse indivíduo. Esta não é uma situação de apaziguar ou de fazer a vontade! Como a Dimin penetra em áreas que comportam crenças vigorosas nesta dimensão, que dizem respeito a esta dimensão, elas passam a ser abordadas. Ao inquirir sobre crenças pertencentes a outras dimensões, isso é uma realidade. Não têm cabimento nesta dimensão, coisa que é referida a esse indivíduo, mas é sugerida uma explicação no sentido de diminuir a confusão por que passa.

Agora; olhai para vós próprios e para a confusão que experimentais diante da acção dessa essência! Desse modo, pensai na confusão que o indivíduo sentirá no seu foco individual ao experimentar tal acção. Isso, em muitos casos da vossa história, provocou efeitos nas pessoas que nas vossas sociedades classificastes como insanidade.

GAIL: Eu posso atestar isso!

DREW: Qual seria a vantagem que a essência teria em proceder a isso em oposição a manter a sua própria integridade, se quisermos, num foco particular, e a essência B passar a estabelecer um novo foco... a essência B, por hipótese, estabelecer um novo foco nesta dimensão ao contrário de se fundir com um já existente?

ELIAS: Trata-se de um esforço criativo votado à experiência.

VICKI: Muito bem, eu tenho mais uma pergunta que com toda a probabilidade irá revelar a total falta de compreensão que sinto em relação ao assunto, mas vou colocá-lo de qualquer maneira. Portanto, quando a Carolle era uma catraia neste foco, o nome da essência dela seria Otha? (A Carole fragmentou-se da essência Otha)

ELIAS: (Pausa) Esse era o tom, sim. (Pausa) Já não é mais.

NORM: Então trata-se apenas de uma essência. Quero dizer, a fusão tornou-se numa nova essência. Caso o seu tom não mais... O tom está associado à essência, e claro que ao foco também.

BOB: A Carole será a Dimin? (Toda a gente confirma) Ah, está bem.

ELIAS: O foco identifica-se com a essência da Dimin.

NORM: A representação é apenas de uma essência agora?

ELIAS: É.

DREW: As duas essências combinam-se na criação de um novo tom, essencialmente? Elas misturam-se?

ELIAS: Sim, misturaram-se.

BOB: Formam um acorde agora.

DREW: Então será verdade que essas duas essências tenham criado uma terceira, um terceiro tom?

ELIAS: Não!

GAIL: Fundiram-se.

DREW: Mas procederam à criação de um novo tom.

GAIL: Certo.

ELIAS: Uma fundiu aspectos com a outra, que agora se identifica com o tom de Dimin.

VICKI: Isso não será idêntico à acção da repetição da manifestação, esse tipo particular de fusão?

ELIAS: Não completamente; embora vos confunda ainda mais ao vos dizer que é bastante similar á acção da Rosa!

VICKI: Está bem... (Exasperada)

ELIAS: (A rir) Agora podeis fazer um intervalo breve... à medida que ides reflectindo nisso! (Ainda a rir) Mas antes de proceder ao intervalo, vou-vos dar informação apropriada a uma “escovadela”, por no nosso próximo encontro, a título de pedido público, irmos empregar o nosso jogo.

BOB: Muito bem! Eu estava a pensar nisso!

ELIAS: Eu regressarei rapidamente.

INTERVALO

Nota: Durante o intervalo, tivemos muitas interpretações diferentes da informação dispensada relativamente à Carole e à fragmentação que tinha atravessado.

ELIAS: Muito bem! (Riso) Utilizai um papel e um lápis. Quem quererá ser o meu artista por esta noite?

VICKI: Parece que temos três voluntários.

ELIAS: A um canto do vosso papel, desenhai um pequeno círculo. Estendendo-se a partir desse círculo, desenhai vários raios. No outro canto do vosso papel, desenhai um outro círculo pequeno. Ao redor de cada um desses círculos... Ah. Desenhai os raios no segundo círculo. Em volta de cada um desses pequenos círculos podeis criar um círculo maior, o qual podereis encarar como o vosso sistema solar.

RETA: Em volta de ambos?

ELIAS: De cada um.

RETA: Em volta de cada um.

ELIAS: Nomeai o primeiro círculo menor como A. Nomeai o segundo círculo pequeno como B. A é uma essência que terá explodido sob a forma de fogo-de-artifício, e uma linha dos raios está ligada a um ponto do círculo maior - qualquer ponto serve - o que representará um planeta do vosso sistema solar. Estendei outra linha a partir da essência A para o sistema solar ao redor da essência B. Isso significa que a essência A se terá focado em ambos os sistemas solares, ou em duas dimensões físicas distintas.

Agora; a essência B fragmentou-se da essência A. Não possui nenhuns focos em nenhuma dimensão, mas tem focos dimensionais, por comportar toda a informação da essência de que se fragmentou. O aspecto que se acha focado a partir de essência A no primeiro sistema solar na qualidade de foco é o aspecto do desejo da essência que deseja fragmentar-se, tal como qualquer dos vossos focos de que tendes consciência nesta dimensão pode em qualquer altura fragmentar-se na sua própria essência. Esse aspecto fragmenta-se tornando-se a essência B. A essência B transfere então o aspecto, que se estende da essência A para o planeta, e move-o para o sistema planetário B. O seu ponto de referência, ao entrar no sistema planetário ou sistema dimensional B, é o mesmo ponto de coordenada que o da essência A, o qual já ocupa o ponto no sistema solar B.

A essência B pode não assumir o foco. Consequentemente, dá-se uma união (ou fusão) entre o foco existente da essência A e o foco estabelecido recentemente da essência B, o qual se terá passado do sistema solar A para o sistema solar B, e ao se unir, ao se gerar uma troca; essa essência B, na fusão, passa a assumir a posição desse foco no sistema solar B, permitindo que um aspecto da essência A retorne à essência A no sistema solar A. Traçai uma linha a partir do foco posicionado no sistema solar B de volta para a essência A, e projectai-o de novo no sistema solar A. Por isso, gera-se um intercâmbio e uma fusão. (Ah, agora já entendo a coisa!)

RETA: O que é que acontece na troca?

ELIAS: A primeira essência escolheu ocupar a disposição espacial. Por isso, o aspecto restante da essência original retorna à sua disposição espacial original.

RETA: Está certo. Então precisamos desenhar mais alguns raios. Ela retorna, e isso deve permanecer e dar lugar a uma troca.

NORM: Pois, claro, e une-se.

ELIAS: Exacto. Nenhum foco pode assumir um outro foco, mas pode trocar de posição com um outro foco. Na realidade, podeis trocar com um outro dos vossos focos futuros desta dimensão se o escolherdes. No âmbito de um acordo, podeis mover-vos para a disposição espacial da época desse outro foco, e o outro foco pode trocar convosco e passar a ocupar a vossa posição no tempo e espaço.

NORM: Bom, Isso havia de ser impecável!

ELIAS: Isso ocorre. Não ocorre com frequência, segundo os termos que empregais, mas acontece. Um exemplo: as pessoas experimentam um evento. Nesse evento, as pessoas experimentam o que designais por amnésia. O indivíduo experimenta o cenário de uma amnésia total. Se investigardes, haveis de descobrir que isso é raro mas ocasionalmente ocorre. Atribuís isso a um acontecimento traumático, e explicais a total ausência de memória física dizendo que tenha ocorrido dano e disfunção no cérebro físico. Na realidade, o que terá ocorrido terá sido uma troca de focos nessa disposição espacial e enquadramento temporal. O indivíduo não recordará fisicamente quaisquer elementos da presente vida, apesar de dispor de memória. Só que essa memória há-de parecer estranha a inusitada. Isso não encontra explicação nas vossas ciências, por não admitirem informação não-oficial. Conforme declarei, isso não é comum, mas ocorre.

GAIL: Eu tenho uma pergunta. Quando trocam, trocarão experiências corporais ou... penso que seja a pergunta que tenho. Eles trocarão as experiências do corpo?

ELIAS: Trocam por completo.

GAIL: Ah. Bom, e com respeito a...

ELIAS: A manifestação deverá parecer a mesma fisicamente.

GAIL: Ah, está bem.

ELIAS: Dão-se alterações nos elementos de natureza química, mas em relação à aparência, ela permanece na mesma.

GAIL: A experiência física não lhes parecerá diferente?

ELIAS: Ligeiramente, por terem trocado a consciência que tinham. Mas, conforme declarei, podeis proceder a uma troca, por terdes quase o mesmo tom em todos os vossos focos. Não podeis assumir um outro foco, mas podeis trocar com um outro foco.

NORM: Então, grande parte do ADN na parte não-física do ADN será semelhante.

ELIAS: É semelhante, mas sofre uma mudança...

NORM: E acaba por mudar!

ELIAS: ...por estardes a empregar uma troca com um foco diferente.

VICKI: O ADN muda?

ELIAS: Muda.

RETA: Então a memória altera-se.

ELIAS: Sim.

NORM: A parte não material do ADN.

ELIAS: Sim.

VICKI: E em relação à parte física?

ELIAS: O aspecto físico do ADN permanece o mesmo assim como o aspecto físico do indivíduo, embora certas características químicas sofram uma mudança.

VICKI: Mas isso deixaria de ser óbvio a uma examinação física do ADN?

ELIAS: Não por completo. As ciências precisariam observar de uma forma muito aprofundada, embora ao examinarem muito de perto possam notar alterações que não consigam explicar.

RETA: E em relação àqueles que por intermédio da terapia conseguem recuperar a memória? Ela volta-lhes aos poucos. Tratar-se-á de uma troca de volta? Alguns continuam a sofrer de amnésia durante o resto das suas vidas, mas outros recuperam a memória.

ELIAS: Há diferentes situações que se dão no âmbito dessa acção. Depende do foco individual. Em alguns focos, subsequentemente a uma troca, eles podem recuperar a memória do outro foco, do foco original. Não vos confundais! (Vicki: Acho um pouco tarde para isso!)

Tendes o foco original. Tendes um outro foco. O foco original troca de posição. O segundo sofre uma perda de memória, mas por vezes poderá começar a incorporar lembranças do foco original, tal como podeis envolver lembranças dos vossos outros focos. Esse não é sempre o caso que se dá junto dos elementos de perda de memória a curto-prazo. Nem sempre se trata de uma situação de troca.

RETA: Será isso a mesma coisa se as pessoas... por exemplo, na infância passam por um acontecimento traumático e bloqueiam-no por completo na mente por ser extremamente difícil para elas. E depois mais tarde na vida recordam isso por intermédio de um outro evento, e depois ao pesquisarem, tornar-se parte deles. Tratar-se-á de um efeito amnésico, ou será apenas o bloqueio da memória?

ELIAS: Isso não é o que designais por amnésia. Isso é uma outra situação diferente.

NORM: Alguma vez brincarão à rodinha (brincadeira infantil) com todos os focos aos saltinhos ao redor?

ELIAS: Eles podem ser escolhidos, apesar de isso ser raro!

GAIL: Devíamos sentir-nos aborrecidos para valer!

BOB: Mas isso destina-se tudo à experiência!

ELIAS: Sim.

DREW: De um ponto de vista prático, caso se desse uma mudança total de foco, aí teria que se dar uma mudança na personalidade.

ELIAS: Em certa medida, sim.

DREW: Então se interagíssemos com alguém que conhecêssemos antes da experiência,  a seguir, havíamos de notar diferenças marcantes na sua personalidade.

ELIAS: Sim.

DREW: Além disso, se um foco do século traze trocasse com um foco que considerássemos pertencente ao presente, que tipo de problemas de aclimatação deveriam passar a apresentar-se ao foco que passasse para um elemento de tempo completamente diferente?

ELIAS: Estás a admitir que eles entrem num elemento de tempo diferente com inteira memória objectiva, coisa que não acontece. Objectivamente, sofrem uma ausência cerebral.

DREW: Então, é tudo novo para eles.

ELIAS: Exacto. Começam a sofrer um trepasse de recordações que podem apresentar-se totalmente fora de contexto, nos vossos termos, em relação ao seu actual enquadramento temporal.

BOB: Mas a essência com quem se fundem ainda está em contacto com as suas próprias recordações, pelo que esta essência que se funde deixa-se mais ou menos levar pela experiência.

ELIAS: Já não estamos a falar do caso de uma fusão. Estamos a referir a troca.

BOB: Então é uma troca como a de um intercâmbio estudantil com o estrangeiro... um que vai para a Europa enquanto o outro vem para cá, situação em que ambos se encontram num local novo?

ELIAS: Justamente.

BOB: Então este indivíduo encontra-se numa situação de ausência de memória objectiva e procura funcionar sem lembrança de coisa nenhuma? Ele conhecerá alguém ou reconhecerá alguma coisa?

GAIL: É como a amnésia. Já está definido.

BOB: Ou lembrar-se-á sequer de como caminhar, com respeito a isso?

ELIAS: Frequentemente, estes indivíduos inicialmente precisam ser treinados de novo quanto ao funcionamento físico.

BOB: É claro, se vieram de uma outra dimensão onde as coisas são completamente diferentes!

ELIAS: Não é a mesma coisa. Estamos agora a falar daqueles indivíduos que experimentam o que designais por amnésia. No intercâmbio dimensional ocorrido no âmbito da fragmentação, geram-se concessões ao nível da essência em relação aos novos focos. Consequentemente, a aclimatação e confusão que sofrem não é tão grande como as daquele que trocam com um outro foco e passa pelo que designais por amnésia.

BOB: Nada disto quer dizer que não se dê um fenómeno como o da amnésia, causado por um golpe na cabeça. Quero dizer, isso ainda se apresenta neste enfoque como uma experiência eleita, mas não se trata necessariamente de uma troca com um outro foco.

ELIAS: Apresentar-se-á? (A sorrir)

BOB: Não sei! É o que estou a perguntar! Quero dizer, sofri uma lesão no queixo, no colégio, quando estava a jogar basketbal, quando era catraio, e perdi a memória de curto-prazo temporariamente, durante uns, não estou certo, trinta minutos ou isso. Terei trocado com um outro foco nessa altura?

ELIAS: Não. No caso de perda de memória de curto prazo, conforme encarais isso, isso só refere uma desorientação da expressão física. Por ter sido momentaneamente traumatizada, nos vossos termos. Por isso, fica confusa. Isso é completamente diferente daquilo que designaríeis por amnésia.

BOB: É uma coisa que se dá por um período de tempo prolongado...

ELIAS: Precisamente.

BOB: ...e que geralmente não está relacionado com um golpe físico.

ELIAS: Pode estar objectivamente relacionado com um acontecimento; mas consideremos que, de acordo com as directrizes da vossa realidade oficial aceite, não podeis simplesmente trocar com um outro foco à vontade sem o sinal externo de uma ocorrência inusitada.

BOB: Então precisaria passar por um tipo qualquer de ocorrência para poder realizar um intercâmbio desses.

ELIAS: Não tendes que o fazer, mas fazei-lo, para vos enquadrardes na vossa realidade oficial. Por isso, criais um evento que possa ser objectivamente encarado e no âmbito desse evento podeis proceder ao vosso intercâmbio perfeitamente sem questionar.

GAIL: Um ataque (apoplexia) enquadrar-se-ia nessa categoria, como a amnésia?

ELIAS: Não. Isso subentende uma acção diferente.

NORM: A informação adicional que carregamos no nosso ADN respeitante a outras dimensões, servirá um propósito mais tarde durante a mudança?

ELIAS: Voltamos a clarificar. No vosso ADN, não carregais informação inerente a outras dimensões. Carregais memórias, o que é diferente. Não tendes uma codificação física de outras dimensões. Carregais um código relativo a outros focos desta dimensão.

NORM: Muito bem. Há duas perguntas que se impõem. Então, isso deverá tornar-se importante por altura da mudança? Esta informação respeitante a outros focos que temos nesta dimensão... viremos a usá-la?

ELIAS: Sim.

NORM: Para algum propósito específico, ou somente pela experiência?

ELIAS: Isso é proveitoso para a vossa compreensão sobre o modo como criais a vossa realidade, e nessa medida, capacitais-vos a criar a vossa realidade de uma forma mais criativa; por não criardes a vossa realidade no singular, tal como pensais faze-lo. Criais a vossa realidade em simultâneo, influenciados pelo que percebeis como passado e futuro, o que está permanentemente a sofrer mudança por meio das probabilidades.

NORM: Nós, a partir do Enquadramento 2 (Área Regional), estamos continuamente a criar o novo instante. Dá-se um atraso nessa acção. Qual será o período de tempo de atraso habitual que opera nessa acção?

ELIAS: Não há período habitual de atraso...

NORM: (Inaudível) Ah, okay. Continua.

ELIAS: ...por depender da acção e das probabilidades escolhidas. Alguns eventos requerem o cruzar de várias probabilidades e de vários actos, o que poderá dar-se no período de vários anos. Outras probabilidades podem manifestar-se no prazo de minutos.

NORM: Mas a totalidade da consciência entra nisso?

ELIAS: Sim.

NORM: Por exemplo, caso decidíssemos comprar um carro, a consciência do carro teria lugar na decisão?

ELIAS: No contexto do que estás a perguntar, não.

NORM: Mas num outro contexto?

ELIAS: No âmbito do conceito da totalidade da consciência e da inter-relação em que assenta, dá-se uma acção conjunta; mas na compreensão do acordo e da cooperação física, não.

NORM: No caso de entidades vivas, pode tornar-se mais efectivo.

ELIAS: Depende do evento.

NORM: Voltando atrás à clarificação da memória de outras dimensões alojada no ADN, isso representará uma declaração válida? Teremos memória codificada no nosso ADN desta dimensão respeitante a outras dimensões?

ELIAS: Não!

NORM: Então, não possuímos nenhuma memória nem nenhum atributo físico respeitante a nenhuma outra dimensão?

ELIAS: Hmm... Possuís memória!

BOB: Só que não se acha codificada.

ELIAS: Não a tendes codificada no vosso ADN...

NORM: Oh!

ELIAS: ...mas possuís memória...

RETA: Na consciência.

ELIAS: ...celular. Isso não se acha codificado no vosso ADN, mas tendes memória de outras dimensões.

NORM: Ao nível celular.

ELIAS: Celular.

NORM: Mas, e como é que isso foi atingido, como é que obtivemos isso?

ELIAS: Isso corresponde a uma função da essência; o que quer dizer que sois essência, e que tudo se acha incorporado em cada foco.

RETA: Então isso representa mais ou menos a memória da essência na célula?

ELIAS: São os elementos da essência. Vós sois a essência em cada foco, apesar de falarmos de cada foco no singular para melhor compreenderdes o funcionamento de cada foco.

NORM: Mas como viremos a usar isso? Viremos a ser capazes de ter acesso a isso por altura da mudança também?

ELIAS: Sim.

RETA: Teremos acesso a isso já?

ELIAS: Não por completo.

VICKI: Vou ter que pedir para interrompermos para se proceder á mudança da cassete.

ELIAS: Muito bem. Desejareis prosseguir, ou desejareis interromper por esta noite? (Pausa)

VICKI: Não olhes para mim! Muito bem, quero inter....

CATHY: Já tivemos que chegue.

GAIL: Claro.

JIM: É muita informação. Obrigado.

DREW: Na verdade tenho uma pergunta, se me for permitido. (Para a Vicki) Ah, necessitas mudar a cassete?

VICKI: Continua.

DREW: Não me vou alongar muito. Parece que em muitos lugares se estão a manifestar muitos mosquitos, e eu estava a tentar perceber que implicará tudo isso.

ELIAS: Isso representa o imaginário objectivo de questões que elegestes reduzir a pequenos aborrecimentos, no âmbito do vigor do arremesso que lhes imprimis.

DREW: Ah, espero que tenhas razão. Bom, tenho a certeza de que tens razão!

NORM: Não és a única!

DREW: Muito bem, obrigado.

RETA: Haverá mais espaço na cassete?

VICKI: Está quase a terminar.

RETA: Está bem.

ELIAS: Muito bem. Voltaremos a encontrar-nos em breve, mas podeis ir praticando as impressões que tendes para o vosso jogo com os vossos sentidos interiores, coisa que não esqueci! (A sorrir)

Para todos, com todo o afecto, au revoir!

Elias parte às 9:26 da noite.

NOTAS:

(1) Isto para mim foi tão estranho, o facto de estes números supostamente quererem dizer alguma coisa. Acordei simplesmente com eles. Normalmente, não teria prestado atenção, mas como não me saiam da cabeça anotei-os e logo os esqueci. Estes são os números pela ordem em que os anotei. Todos esses são indivíduos com quem interajo no meu computador, à excepção do Ron. No dia seguinte, obtive 3:3 no meu caso. Vicki

MJ 13:31 Ron 11:11 Melinda 12:24 Cath 46:12 Bruce 11:12 Kip 153:2 Margot 36:12 Howard 127:3 Pam 24:12

© 1997 Mary Ennis/Vicki Pendley, Todos os Direitos Reservados


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