sábado, 26 de maio de 2012

NOME DA ESSÊNCIA



“REALIDADE OFICIAL E NÃO-OFICIAL”
“O SIGNIFICADO DO NOME DA ESSÊNCIA”
SESSÃO #107
Domingo, 28 de Julho de 1996 ©
Tradução: Amadeu Duarte

Nota Introdutória do Tradutor: Cada alma é individual e enontra-se em permanente expansão, pelo que não é um "produto acabado" nem que atingiu ou venha a atingir a "perfeição" mas acha-se em contínua mudança (por estarmos sucessivamente a "escrevê-lo" ao longo da nossa jornada, através das escolhas que definimos e das acções e pensamentos que elaboramos). E possui, em certo sentido, um nome, nome esse que nos é revelado pelo Elias, como anteriormente era igualmente pelo Seth, de uma forma abreviada, (por conter mais denominações do que as que nos são apresentadas, segundo creio) em representação do significado que tem para nós, enquanto alma ou essência, ou a título de eleição da nossa consciência superior, relativamente ao foco ou focos que tenham mais significado para ela. Esse nome representa como que a assinatura da alma, uma característica individual e intransmissível. 

Nas revelações de João, um anjo de Deu fez a seguinte promessa: "Para aquele que conquista... Eu lhe darei uma pedra brança e nessa pedra branca estará escrito um novo nome que ninguém conhece excepto aquele que o receber" (Revelação 2:17). Essa passagem refere-se ao "nome da alma", que supostamente está sendo escrito a cada instante, com cada decisão que tomamos. A nossa assinatura, eventualmente, tornar-se-á prova do nosso retorno ao que designamos por Deus, e simboliza a passagem que fazemos; a pedra branca, símbolo da vitória que conquistamos - segundo determinadas ideologias. Mas porque a jornada que empreendemos é única, único é também o nome que nos é revelado, salvo, a hipótese de ser partilhado por outro focos paralelos ou concurrentes da nssa própria essência.

Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Cathy (Shynla), Gail (William), Cecelia (Sari), Rex (Dosh) e, tendo chegado mais tarde, o Jim (Yarr).
Elias "chega" às 6:44 da tarde. ("Tempo de chegada" é de trinta segundos)

ELIAS: Boa tarde! (A sorrir, ao retribuirmos o cumprimento verbal)

Foi colocada a seguinte questão: “A que irá o nosso mundo chegar? (A rir bem-humorado) A declaração foi feita no sentido de com toda a certeza vos estardes a encaminhar na direcção da aniquilação! As vossas sociedades parecem estar a dirigir-se rapidamente para baixo! Encarais os eventos catastróficos que estão a decorrer pelo vosso mundo, em torno de vós; o que, na percepção que tendes, parece estar a sofrer uma escalada à medida que o vosso “tempo” passa.

Falamos anteriormente de bolsas de probabilidades, às quais colectivamente “acedeis” em determinados séculos, ao manifestardes o vosso alinhamento pelos Eventos da Fonte que estão relacionados com esses séculos. Neste século, todos vós empreendeis igualmente essa acção; estabelecendo laços no âmbito da consciência, formando bolsas de probabilidades, manifestando o objectivo que tendes para este presente. Neste século particular, e continuando comos os nossos eventos de massas, vós escolhestes gerar uma escalada na área de certos elementos das vossas expressões.

Vós também percebeis de forma diferente. Tal como falamos de eventos de massas e de eventos individuais, e de como os eventos individuais reflectem os eventos de massas, podeis agora constatar, na percepção que tendes, o contrário; olhando para vós próprios, e examinando as expressões e criações que assumis no vosso foco físico, e relacionando isso com as expressões de massa que surgem no vosso período de tempo. Ao vos expandirdes, permitis que a vossa percepção sofra uma mudança. Notais mais expressões não-oficiais; sendo isso parte da vossa periferia. (Para a Vicki, a sorrir) Sim, vamos penetrar uma vez mais nesse tema, Lawrence!

Na percepção que tendes, encarais os eventos de massas dos vossos tempos presentes como mais violentos; mais caóticos, mais tendentes á vossa destruição. Na realidade, os eventos são unicamente alterados pelo desenvolvimento da vossa tecnologia e do enfoque que estabeleceis; o que vos conferindo desse modo uma maior amplitude à expressão. Enquanto na vossa história passada as pessoas precisavam viajar fisicamente para realizar o que percebeis como actos violentos, agora no vosso tempo actual, não é preciso que as pessoas estejam presentes; por terdes desenvolvido tecnologia que substitui a acção individual pela acção tecnológica, o que vos pode facilitar os actos. Nessa medida, também desenvolvestes métodos eficientes de captar a vossa própria atenção. Deixai que vos diga que além disso na consciência das massas, tal como na consciência e expressões individuais, tanto os países como as culturas dão expressão a desejos e emoções reprimidos, conforme o fazeis individualmente. Conforme falamos anteriormente de impulsos reprimidos, impulsos ignorados, energia bloqueada, esses elementos precisam ser expressados num sentido ou em outro; por a energia se achar continuamente em movimento, e no vosso foco físico e no vosso elemento de densidade temporal, ter sido isso que criastes; para que as vossas expressões se manifestem fisicamente. Por isso, na consciência das massas, há elementos que são ignorados e também reprimidos, os quais se expressam a si mesmos no que encarais como áreas não desejadas. Tal como vós podeis criar os vossos geiseres ao não permitirdes dar atenção aos impulsos que tendes, na consciência das massas também provocais geiseres. Esses não são sempre expressados no âmbito dos vossos elementos naturais como o das condições do tempo, da atmosfera ou da terra. Muitas vezes, acções são expressadas a título de válvulas de pressão, o que encarais como factores negativos. Ao longo da vossa história isso foi expressado. Agora é percebido de forma diferente.

Além disso, há alguns elementos que são manifestados de forma ligeiramente diferente pelo que, embora efectivamente não expresseis presentemente comportamentos mais violentos do que aqueles que expressastes ao longo da vossa história. Agora detectais mais; por que tal como estais a tornar-vos mais conscientes das vossas próprias expressões individuais, e a notar mais ligações com as linhas “não-oficiais” da acção ou da periferia, também notais no âmbito da consciência das massas. Por isso, tornais-vos mais conscientes das expressões que se manifestam em massa, e estabeleceis mais ligações no âmbito da vossa percepção; por estardes a notar mais. Essas não são ocorrências naturais. Os vossos avanços tecnológicos foram iniciados e conduzidos adiante a fim de facilitar essa consciência. Tudo funciona dentro da harmonia.

No nosso último encontro, falamos de elementos de tempo, e da capacidade que tendes de alterar as percepções e também de eventos actuais do âmbito da consciência. Essas ideias provocaram muita confusão em certas áreas, por expressardes que não vedes essa realidade de que falei. Não vos permitis ver, por a vossa atenção ser mantida pela vossa percepção dominante; e caso essa percepção dominante seja desafiada, podeis expressar que acreditais de forma diferente. Mas, conforme já declaramos muitas vezes, aquilo em que pensais acreditar e aquilo em que de facto acreditais podem ser duas coisas bastante distintas!

Também vos disse muitas vezes, que não confiais em vós. Com a confiança em si, passa a gerar-se igualmente uma aceitação pessoal, e uma aceitação do próprio saber. Isso não quer dizer um conhecimento “possível”; é um conhecimento absoluto! Por isso, podeis envolver-vos numa discussão quanto ao facto da casa ser de uma cor, e terdes uma fotografia da casa existindo numa cor diferente! Isso é actualizado por não confiardes no vosso próprio conhecimento e na vossa própria percepção! (A sorrir para a Vicki)

Se a vossa percepção for desafiada, passareis automaticamente a questionar. No vosso íntimo, permitis a possibilidade de incorrecção. Por isso, não tendes um conhecimento absoluto. Quando tiverdes um conhecimento absoluto, percebereis o que tereis criado como no caso da vossa criatura!

Vós já proporcionastes exemplos a vós próprios. Já experimentastes esses conceitos que vos foram apresentados. Vós desconsiderais essas experiências, por elas não alinharem pelas citações oficiais e “reais”, (riso) e percepções. Além disso, devo igualmente acrescentar que fieis à forma, continuais a perceber em sentidos bastante rígidos, acreditando que se afectardes e mudardes uma realidade, ela deva ficar “presa”! Deva mudar e tornar-se esta realidade, para sempre! (Com humor) Eu referi que vós criais a vossa realidade no momento, e ela está constantemente a mudar; por isso, podeis, tal como fizestes com a vossa criatura, mudar a vossa realidade num instante! Dependendo da vossa crença e da solidez da crença que tiverdes, também podeis mudar qualquer outra realidade em qualquer momento.

Quando vos digo que estais constantemente a mudar as vossas realidades - presente, futuro e passado, continuamente - isso não quer dizer que estejais a envolver-vos naquilo que percebeis como mudanças extremas, por isso não ser necessário. No âmbito da consciência, detendes a percepção de que todas as coisas são actualizadas, quer seja nesta dimensão ou numa outra dimensão. Por isso, não é preciso estar continuamente a alterar os vossos acontecimentos por meio de extremos. Depois tentais experimentar. Tentais desafiar o conceito. Por isso, escolheis um foco e tentais alterar uma ocorrência ou percepção passada. Na percepção que tendes, não o realizais; por isso dizeis: “isso não é verdade!” Na tentativa que empreendeis não acreditais de facto naquilo que estais a tentar! (A rir) Assemelhais-vos a crianças pequenas, que se rebelam e não aceitam; por isso mesmo a dar expressão ao controlo no vosso próprio foco, e expressando arrogância: “Eu vou criar isto; eu vou alterar este evento”; no que automaticamente aceitais que a vossa suposta incapacidade de realizar isso indique o facto de não ser possível!

Encarais a vossa realidade numa direcção, conforme afirmei no nosso último encontro. Isso cria o que interpretais e traduzis como a vossa realidade “real”. Todos os demais elementos exteriores a essa “realidade” não são aceites. São ignorados. Mas, tal como falamos junto do Olivia quanto à confusão que sentis no âmbito da aceitação da vossa periferia, se vos permitirdes “abandonar”, por assim dizer, o controlo consistente que exerceis, permitir-vos-eis perceber elementos não oficiais da vossa presente realidade. Esses elementos ocorrem continuamente. Nós afirmamos-vos isso muitas, muitas vezes; mas toda a vez que vos é apresentada informação que é “exterior” à vossa realidade “real”, ela não é aceite! Não são só os indivíduos muito “seguros de si” que expressam essa mesma ideia! Em diferentes elementos da periferia, todos os indivíduos comportam uma falta de aceitação quanto à realidade não-oficial e diferente. Cada um de vós incorpora diferentes áreas que parecem ser mais difíceis. Com estais a ampliar a percepção que tendes, estais a apresentar a vós próprios questões difíceis. Desafiais a vossa realidade oficial. Haveis de alcançar uma compreensão, quer acrediteis nisso presentemente ou não! Estais a avançar na consciência rumo a uma percepção mais ampla, e a admitir uma maior informação e a admitir mais a vossa periferia. Contempla a tua criatura! (A olhar fixamente para a Vicki)

Vou-vos sugerir um outro pequeno exemplo de algo que cada um terá igualmente experimentado. Apenas não facultais a vós próprios uma recordação disso, por se tratar de eventos não oficiais, e não apresentarem qualquer explicação, segundo a percepção que tendes. Em consequência disso ignorais a coisa de forma automática. Experimentastes, no que percebeis como passado, um envolvimento com o Michael (Mary) num evento em que a Shynla (Cathy) também foi cúmplice; uma conversa, em que o Lawrence (Vicki) insistiu para que tivesse lugar. O Michael não tem recordação alguma desse evento. Vós repetistes isso no vosso novo “jogo” por terdes actualizado aquilo que vos expressei. Podeis influenciar a percepção e a memória dum outro indivíduo e ele poderá influenciar a sua própria memória e percepção por intermédio da alteração das suas probabilidades, deixando, desse modo, de se envolver nessa acção; apesar de conservardes uma lembrança do acto.

Vós não encontrais explicação para tais eventos. Por isso, quando ocorrem, parecem-vos, na percepção que tendes, irrisórios. Podeis mesmo dar lugar à incorporação duma irritação ou frustração temporária, mas passado muito pouco tempo deixareis de recordar esses eventos, por eles não seguirem a vossa realidade oficial, razão porque deixarão de ter importância. Não estais atentos ao que encarais como sendo destituído de importância, independentemente da noção que tiverdes da importância do evento. Se confiardes que a vossa casa seja importante, será nessa área que a vossa atenção passará a focar-se; e passareis a realizar, ou a deixar de realizar, esses actos, dependendo da percepção que tiverdes quanto à importância que tenham.

Já tivemos ocasião de debater estes elementos anteriormente. Não vos digo que andeis a saltitar pelo cosmo, no âmbito da consciência, a saltitar por entre focos dispostos por aqui e por ali, a alterar a realidade por toda a parte e a apagar recordações dos indivíduos por todo o universo, por não o fazerdes! (Riso) Também não vos estou a dizer que realizeis isso em massa, ou por intermédio do que percebeis como (sublinhai “percebeis”) ligações mais afastadas; mas pelo que percebeis como ligações caracterizados por uma maior proximidade, podeis realizar tal acção, dependendo das probabilidades que escolherdes.

Vós estais continuamente a criar a vossa realidade. A vossa realidade não depende de mais nenhuma personalidade individual nem essência. Consequentemente, cada probabilidade que escolheis consiste numa criação da vossa realidade individual.
Eu posso escolher uma probabilidade diferente, alterando a lembrança, sem alterar a realidade nem a acção; Porque no âmbito da acção, todas as coisas são actualizadas, conforme afirmamos. Mas, tal como vós podeis brincar ao jogo dos vossos “carros de choque”, também podeis chocar com uma acção “fora do âmbito dos seus limites”, por assim dizer. Ela continua a existir, só que num foco individual, uma lembrança á igualmente passível de provocar um “choque”.

Estes são conceitos difíceis, estou bem ciente disso; mas tal como o meu querido camarada (Paul Patel) referiu, vós estais preparados para aceitar estes conceitos. Consequentemente, eles são-vos facultados. Eles poderão exigir um pouco mais de esforço na realização da vossa ausência de esforço (a rir) mas haveis de alcançar uma percepção mais alargada e haveis de compreender! Também em razão disso me dirijo ao Lawrence (Vicki); antes de passardes às perguntas, contemplai; considera antes de mais. Concede à tua consciência a liberdade para teres atenção pela periferia. Se continuares a experimentar muita confusão, eu estender-te-ei ajuda.

VICKI: Está bem. Contudo, é difícil de verdade! (A rir)

ELIAS: Eu reconheço o facto! Nós compreendemos a dificuldade que esses conceitos albergam; porque, conforme já enunciei, vós percebeis numa única direcção, enquanto nós sugerimos informação relativa a uma outra. Não estais familiarizados, pelo que passa a tornar-se inaceitável; mas mantendes uma disposição para examinardes e para admitirdes que a vossa consciência se expanda, mesmo em meio à confusão em que vos encontrais. Também vos direi a todos que vos estais a sair bastante bem. (A Vicki suspira) Uma vez mais invalidação pessoal! (Riso)

VICKI: E que tal uma perguntinha pequenina?

ELIAS: Mas, é claro, Lawrence! (A rir) Apesar de afirmar que eventualmente, não passes a contrapor telepaticamente, e a dizer que não estás a expandir-te muito bem! Eventualmente hás-de passar a aceitar-te! Fico a antecipar esse dia! (A rir) Prossegue.

VICKI: Poderias muito brevemente explicar, uma vez mais, por que razão o Michael (Mary) esqueceu essa conversa?

ELIAS: Há muitos factores envolvidos nessa situação. O Michael estava a eleger probabilidades que lhe permitissem perceber uma “ausência”; estava a usar o que vós, nesse segmento do agora designastes por “difusão”. Na realidade, tal como vos estava a dizer, ele estava a permitir-te estabelecer ligação e perceber o período da “ausência”; nesse sentido, estava a alterar a percepção de modo a não se focar tanto de uma forma consciente na eclosão do “surgimento” inerente a esta dimensão particular e realidade, e a perceber outro aspecto da vossa realidade; nesse sentido, estava a alterar a probabilidade inerente aos eventos; por isso, na realidade não estava a participar na conversa com o grau de envolvimento que o Lawrence percebeu estar a empregar.

Vós, no quadro oficial desta realidade “real”, percebeis os eventos que se actualizam, e percebeis os eventos não convencionais (não-oficiais) como “aspectos fantasma”. Se alterardes a percepção, podereis penetrar áreas inerentes à vossa consciência física actual nas quais, os “aspectos fantasma”, de que já falamos anteriormente se tornam primários; e em que este aspecto que percebeis como real, se torna num “aspecto fantasma”. Por isso, a conversa teve lugar, só que não na realidade do Michael. Por isso é que ele não tem qualquer recordação. O Lawrence lembra-se, porque na realidade a conversa teve lugar, na sua realidade.

Podeis encarar isso como um exemplo de como cada um de vós cria a vossa própria realidade independentemente dos outros, e de que apesar de poderdes perceber uma realidade em simultâneo em uma mesma dimensão e em um mesmo foco, outro indivíduo poderá perceber uma realidade completamente diferente em relação ao mesmo evento; sendo essa também a razão para vos ter apelado a cada um recentemente para terdes cautela; porque à medida que estais a expandir a consciência que tendes, tornais-vos mais conscientes da realidade inerente ao: “Cada indivíduo cria a sua própria realidade”. Nesse sentido, estais a começar a aceitar a responsabilidade pessoal que tendes em relação à criação da vossa própria realidade.

Eu disse-vos, numa sessão previa, faz muito tempo, que tendes suficiente responsabilidade quanto ao vosso próprio ser individual, para não precisardes arcar com a responsabilidade de mais ninguém. Estais agora a começar a constatar essa expressão... mas de uma maneira muito, muito, muito ligeira! (Riso) Haveis de ficar atônitos com a rapidez com que isso se torna numa realidade “real”! Já começastes. Haveis de acelerar rapidamente. (A sorrir)

Vamos fazer um intervalo, e continuar com as perguntas, e o nosso jogo.

INTERVALO

ELIAS: Continuamos. Vou-me dirigir inicialmente a um ligeiro mal-entendido. Na realidade o Lawrence e a Shynla têm ambos razão quanto à percepção que têm em relação ao tema que estava a tratar. Tracei-vos dois exemplos de duas situações individuais, em que a mesma acção ocorreu. A primeira ocorrência, por assim dizer, a Shynla tem razão. Tu estavas presente subsequentemente ao facto desses indivíduos, a Shynla, o Lawrence, Olivia, e o Michael se terem reunido após a conversa, que se deu no vosso aparelho telefónico entre o Michael e o Lawrence. Vós os quatro acordastes em reunir-vos com um carácter social, isso antes da Shynla viajar para Viena; no período da “ausência”. A conversa foi mantida durante o que percebeis como o vosso dia. Subsequentemente, reunistes-vos a nível social, coisa que agora parece ter-se desvanecido da memória do Lawrence! (Riso) Daí ter-se alterado uma vez mais! (A rir) Isso foi endereçado anteriormente, quando mencionamos o apagão e a ausência de recordação de actos praticados neste foco. Tendo desse modo sido alterado uma vez mais! O Michael não recordou a conversa, como se não tivesse ocorrido. Essa acção foi expressada e partilhada com a Shynla e o Olivia; o Lawrence e o Michael a perguntar: “Que foi que aconteceu hoje?”; sem que nenhum de vós tivesse qualquer explicação. Observação feita! (A rir) Não teve “cabimento” na vossa realidade oficial! Por isso, após a ocorrência factual, sem que tivessem explicação para o sucedido, o evento passou para a área de ausência de importância, ou deixou de ser aceite ou deixastes de vos concentrar na importância. Por isso, agora nem sequer recordais a ocorrência!

VICKI: Qual terá sido a ocorrência?

ELIAS: (Muito pacientemente) Vós estivestes a falar ao telefone. O Lawrence estava a exprimir ideias em relação à Shynla e ao Michael, e estava a antecipar um encontro social num jantar com a Shynla. O Lawrence ao encontrar-se fisicamente com o Michael para a transportar ao evento social, deu continuidade à conversa, em relação à qual o Michael expressou uma enorme confusão, por não ter lembrança nenhuma dessa conversa anterior.

O segundo exemplo foi em referência ao nosso novo jogo, em relação ao qual a mesma acção se deu, só que com base num raciocínio diferente. Essa não foi uma acção de “ausência” da parte do Michael. Foi uma mudança de probabilidades e uma concessão no sentido da percepção de uma consciência mais ampla, que vos permitiu ver e entrar em contacto com a experiência empregue no nosso novo jogo, conforme expressei previamente. Daí que as vossas acções tenham sido diferentes no contexto dessas expressões distintas, mas a alteração que fizestes da presente realidade foi a mesma; erradicação da memória, alterando assim as ocorrências.

VICKI: Então, existirá coisa alguma tipo “péssima memória”?

ELIAS: Só na percepção que tendes! (Pausa, a rir)

CELIA: Gostei da forma como explicaste o facto do evento não ter tido cabimento na consciência.

ELIAS: Vós aceitais que a vossa atenção tenha uma direcção oficial. Nesse sentido, não aceitais o que percebeis como “informação não-oficial”. Por isso, classificais a informação não-oficial como irreal; por somente  esse elemento da vossa percepção, sobre o qual depositais a vossa atenção primordial, ser considerado real e aceitável. Isso não quer dizer que ocorrências ou acontecimentos não-oficiais  não sejam reais, por que são. Vós só permitis que a vossa percepção vo-los interprete como não sendo reais! Isso resulta duma ausência de equilíbrio entre o intelecto e a intuição; uma concessão da parte do intelecto para obter uma maior concentração. (Pausa)

Desejareis fazer perguntas? (Outra pausa, a seguir à qual o Elias aborda a pergunta que a Vicki estava a preparar-se para fazer. Que interessante!) Vou responder a uma pergunta que não foi verbalizada relacionada com a percepção da energia que as essências não focadas no físico têm, que por vezes parece mais evidente. Na realidade, percebes acertadamente; por que conforme declarei, a presença é contínua. Embora, tal como falamos no nosso último encontro sobre a intersecção de eventos e de energia na densidade do vosso elemento do tempo, mesmo os eventos subjectivos precisarem ser percebidos na densidade desse elemento; permitindo-vos desse modo percepção disso. Numa intersecção mais concentrada e numa intersecção mais dirigida, vós percebeis mais. Experimentais, não só consciente como também fisicamente, uma interacção entre a vossa própria energia e essa energia oriunda de outras essências. A incluir igualmente nesta informação há “sempre uma razão” para tal intersecção! (A rir) Apenas é deixada a cargo da interpretação que fazeis. O que não quer dizer que de cada vez que experimentais esta intersecção da energia do Elias com a vossa própria energia, eu esteja a desejar falar verbalmente convosco; mas desejo captar a vossa atenção, coisa que obtenho! De cada vez que eu ou o meu querido amigo Paul nos cruzamos convosco, é com o propósito de vos fazer notar.

VICKI: Então, para ser específica, por que terás desejado chamar a nossa atenção na outra noite quando a William estava aqui?

ELIAS: Tal como referi, no vosso elemento físico a percepção que tendes do tempo é abrandada. Consequentemente, no “cruzamento” ou sobreposição de elementos do tempo através de diferentes dimensões, também responsáveis pela simultaneidade, isso não foi de facto o que aconteceu, em conjunção com o período da visita do William. Isso foi uma energia dirigida no sentido de vos chamar a atenção, permitindo-vos perceber uma conexão de probabilidades que estavam para a ocorrer. O teu enfoque assentava no teu novo projecto, o qual foi interrompido por antecipares uma probabilidade. (Esta probabilidade era uma visita inesperada da parte de um amigo, que acabou por não ocorrer) Ao perceberes que essa probabilidade não ia ser actualizada, foi empreendida uma intersecção a fim de auxiliar o teu novo projecto; mas tu não estavas a escutar! Talvez actualmente passes a escutar de uma forma mais atenta! (Outra pausa)

VICKI: Bom, eu tenho algumas perguntas, caso mais ninguém tenha. Terás alguma pergunta, Cathy?

CATHY: Eu não tenho pergunta nenhuma, mas gostava de poder ligar o túnel da areia colorida ao sonho do jogo.

ELIAS: Muito bem, Shynla! Devo dizer-te que tu hás-de intersectar isso na vosso nova cidade. (Pausa) Confirmado.

CATHY: Obrigado. Demorei muito tempo, não?

ELIAS: Mas o enfoque foi completado, no seu início.

CATHY: Eu descobri isso hoje.

ELIAS: Muito bem! (Uma outra pausa)

VICKI: Muito bem, eu tenho apenas umas pequenas coisas da parte de alguns dos nossos novos amigos. Primeiro, um comentário que recebi da parte do LifeCloud com relação ao nome da essência dela, em relação ao qual vou ser específica: “Como pode o Elias ter conhecimento do LifeCloud? Estaria apenas cansado de dar atenção às perguntas, ou será mesmo isso? Mas não disse se o meu ser essencial tem uma inclinação masculina ou feminina.” (O Elias sorri diante desta passagem)

ELIAS: Masculina. Podes dizer que o Elias não está cansado de revelar nomes da essência às pessoas! Isso é visto como uma ligação tida no âmbito de vibrações tonais destinadas a ajudar-vos a estabelecer um nexo. Por isso, não é cansativo! Quanto ao: “Como é que o Elias soube?”, ou seja, como conhecerá o Elias o nome da essência do Lawrence ou seja de quem for? Por todas as essências, na área de consciência em que eu e os meus camaradas nos encontramos, terem noção dos nomes da essência; por a consciência das qualidades vibratórias se revestirem de uma importância significativa.

No foco físico e nos laços que se estabelecem no âmbito da consciência, muito mais dificuldade é gerada caso os tons vibratórios não sejam o que encararíeis como semelhantes. Por isso, na área de consciência em que vos focais, isso apresenta uma importância significativa. No foco não-físico, apresenta uma importância significativa, só que de um modo diferente; por no foco não-físico nenhuma essência ter dificuldade de ligação, por não existir separação; mas na nossa área de consciência na manifestação física, vós em cada foco separais-vos da essência, por assim dizer, a fim de experimentardes. Continuais a comportar uma qualidade vibratória que é passível de ser intersectada, mas como criastes o enfoque físico com o vosso elemento de tempo e a sua densidade, isso gera um véu entre a essência e o foco físico; criando desse modo o que percebeis como uma dificuldade acrescida no âmbito da união.

Isso não quer dizer que seja impossível uma essência qualquer entrar em contacto com um foco físico qualquer. Só pretende dizer que existe um fluxo em tons vibratórios similares. Consequentemente, a compreensão que tendes do vosso nome da essência, e a compreensão desse nome não se traduz por um nome mas por uma qualidade de uma tonalidade vibratória, é dotada de significado; por vos permitir uma maior habilidade de estabelecer contacto com a essência, no enfoque físico.

Conforme referi previamente podeis, no enfoque físico, incorporar a vossa prática de entoação sob a forma de cântico da vossa vibração particular da essência, (a rir) e podeis experimentar associações surpreendentes no contexto da consciência; porque, apesar de sentirdes uma afinidade por esses tons e os terdes instaurado sob a forma de nomes físicos destinados à identificação, na realidade são tonalidades com que podeis estabelecer ligação no âmbito da consciência.

Vós atribuís interpretações, significados e identificações a esses tons. Por isso, podeis associar-lhes termos, tais como LifeCloud. Na realidade, esses tons que interpretais como possuidores de um outro significado adicional, tal como este, também comportam significado; por terdes concedido a vós próprios a capacidade adicional de estabelecer contacto com o tom, ao expressardes para vós próprios uma identificação por que sentis afinidade. Devo estender a este indivíduo uma especial consideração por ter tido suficiente  consciência dele próprio a fim de entrar em contacto com a sua tonalidade vibratória, no foco físico, sem qualquer conhecimento prévio! Isso deve ser visto como um feito! (A sorrir)

VICKI: Além disso, a Martha gostaria de conhecer o nome da essência dela.

ELIAS: Daniel.

VICKI: É tudo quanto à lista que tinha... por completar as perguntas que me restavam! (A rir)

ELIAS: Muito bem! Vamos passar para o nosso jogo? (Pausa prolongada)

...
ELIAS: (Com humor e sarcasmo) Estamos todos muito divertidos! Percebo o entusiasmo que este jogo divertido actualmente está a provocar! (A sorrir, seguido de uma outra pausa silenciosa)

Vou oferecer auxílio ao Dosh, quanto à experiência recente por que passa no foco pessoal. O indivíduo em relação ao qual sentes preocupação encontra-se, por assim dizer, bem. Direi que o elemento da transição de um para o outro enfoque - ou de uma área da consciência para outra - proporciona o que perceberíeis, no vosso quadro temporal, como um ligeiro espaço de tempo de paz, aparte das crenças. Isso consiste numa resposta automática por parte da essência, digamos, no sentido de proporcionar uma prorrogação temporária da estadia da consciência antes de envolver crenças que possam estar associadas ao foco pré-existente, por assim dizer.

Assim, durante um breve período de tempo subsequente ao que encarais como morte, gera-se uma paz e um silêncio, que permitem uma acumulação de energia que se terá dispersado durante o início da transição. Nesse período de tempo, o indivíduo experimenta unicamente paz. Não se dá qualquer noção relativa à forma nem mesmo em relação à consciência, mas apenas paz; O que na realidade é bastante similar ao que percebeis como estado do sonho, o qual não recordais. No vosso estado do sonho, muitos de vós não vos percebeis. Do mesmo modo, na área inicial da transição, o indivíduo também não experimenta nem tem noção da experiência de si-mesmo. Nessa medida, permite-se experimentar completa paz; uma experiência isenta de distorção. Por isso, alegra-te!

REX: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê. Eu tentei, neste fórum previamente, dar-vos conta de elementos referentes à transição e a conceitos respeitantes àquilo que encarais como morte. Nessa medida, o objectivo consiste em vos permitir uma maior percepção e abandono do temor relativo a essa acção ou acontecimento que se dá na consciência; por não existir qualquer elemento a temer, na realidade. Portanto, não é necessário que sintas tal emoção nem tenhas essa percepção. Por isso também, por vezes, quando a oportunidade se apresentar de abordarmos com naturalidade mais informação relativa a este assunto, revelar-se-á útil; não só para o indivíduo que passa pela experiência da afectação pessoal, mas para todos, para que consigais uma melhor compreensão. Desejareis colocar mais alguma pergunta, esta noite?

CELIA: Elias, proporcionar-me-ás alguma ajuda em relação a um pequeno problema particular, caso consigas discernir alguma coisa?

ELIAS: Aqui temos nós a oportunidade de ver o que referi ao Yarr. Eu disse ao Yarr que estou na disposição de ajudar. Também referi que em prole do benefício da compreensão daqueles que se encontram presentes nestas reuniões, opto por não responder às perguntas que não são formuladas verbalmente. Não responderei telepaticamente. Por isso, se desejardes ajuda, expressai o problema que tiverdes. Assim, os restantes indivíduos do fórum poderão beneficiar igualmente da expressão que eu posso fornecer, segundo a compreensão que tiverem; por todos aprenderdes com as experiências e expressões uns dos outros, e todos entrardes em contacto com as expressões uns dos outros. Por isso, por uma questão de cortesia para com o os que se acham presentes, passa a explicar.

CELIA: Tenho uma situação no meu emprego em que preciso considerar diferentes realidades, por me terem sido apresentadas realidades diferentes por parte de diferentes indivíduos. De que modo haverei de discernir a verdade e conseguirei ser honesta e justa para com aqueles que se acham envolvidos?

ELIAS: Por intermédio da compreensão de que cada indivíduo cria a própria realidade. Nessa medida, cada um que expressa-se, e fá-lo em relação ao que acredita ser verdade. A aceitação da realidade de cada um que conseguires objectivar revelar-se-á útil, e também eliminará elementos conflituosos.

Não é preciso que tu, que nenhum de vós, “escolha” lados. Quando incorporares essa acção, atribuis juízo de valor a uma área ou a outra. Se te ativeres a uma expressão da essência  de tolerância e de ausência de condenação, passarás a aceitar todas as realidades; percebendo de facto, que cada indivíduo cria a sua realidade. Isso é real! (Com firmeza) Podes constatar uma realidade, na percepção que tiveres, como mais real do que outra; mas isso, na realidade, é irrelevante, por corresponder apenas à percepção que tens. Cada um cria uma realidade real! Tal como a Shynla questionou anteriormente quanto à desonestidade e à expressão do indivíduo que se vos revela desonesto; não tem importância. Ele está a criar a sua realidade real – sublinha duas vezes!

Portanto, ao te tornares na tua pequena árvore, lembra-te da aceitação. Recorda-te da responsabilidade que te cabe de te tornares apenas na pequena árvore, e de não te preocupares com a arvorezinha retorcida ou complexada; por ela se descomplexar a si mesma, e isso não ser responsabilidade tua! Se aceitares a realidade de cada um, não deverás atribuir juízo de valor a um para o deixares de fazer em a relação ao outro; o que te afectará no teu próprio conflito! Ele dissipar-se-á e tu deixarás de sentir conflito, por chegares a compreender ser desnecessário. Conhece a história dos dois pequenos rebentos que eu sugeri anteriormente, que melhor passarás a compreender.

CELIA: Muito bem. Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê, Sari. (O Jim chega, entretanto) Boa noite, Yarr.

JIM: Boa noite, Elias.

GAIL: Eu tenho uma pergunta. Há umas duas semanas, o Michael e alguns outros concordaram encontrar-se na lagoa. Eu tinha consciência de estar sobre a rocha à beira da água. A consciência que tinha estava a contemplar a partir de fora de mim até sentir a água, e após ter sentido a água, senti como se me tornasse parte da água, e fui invadida por uma sensação de felicidade. A seguir, acordei. Terá a forma que vi sido uma concepção secundária de mim?

ELIAS: Caso estejas a falar nos termos da percepção oficial convencionada que tendes da realidade, então devo dizer que sim, que isso seria considerado por ti actualmente, no teu ser objectivo, como uma periferia ou percepção secundária de ti. Na verdade, conforme afirmei, esses eventos são reais. Na realidade, não são menos verdadeiros do que aquilo que presentemente encarais como a vossa realidade “real”. Por isso, experimentaste um outro elemento teu, inerente à tua consciência, a qual não se acha limitada à percepção ou atenção unidireccional.

GAIL: Compreendido.

ELIAS: Muito bem.

GAIL: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê. Também vou estender o meu reconhecimento ao William, pela realização obtida na orientação da atenção no sentido desse estado de projecção fora do corpo. (A sorrir) Desejas fazer mais alguma pergunta?
...

ELIAS: Vou dirigir-vos um afectuoso boa noite, e vou endereçar um enorme carinho aos indivíduos aqui presentes, e antecipar o nosso próximo encontro, como quem diz. (Para o Ron) Tu vais-te ajustar à troca de energias. Não temas! tens vindo a conseguir muito bem; o que é digno de reconhecimento. (A sorrir)

JIM: Eu tenho uma pergunta rápida, já que estás de saída. A experiência que tive esta semana com o nosso pónei que foi mordido por uma cobra, terá isso sido uma expressão que o pónei tenha tido a partir do sonho que a Cindy tinha tido um pouco antes, em que ela foi mordida?

ELIAS: Isso é uma sintonização pelo vislumbre de uma probabilidade representada por intermédio de simbolismo, mas não representou evento predestinado nenhum determinado por uma ligação precognitiva. Estás a compreender?

JIM: Estou. O expediente que este pónei revelou no processo de cura foi notável. A ligação que tivemos com isso, segundo creio, também foi notável.

ELIAS: Bastante eficaz.

JIM: Obrigado.

ELIAS: Não tens o que agradecer; apenas não interpretes erradamente ao perceberes que o evento tenha sido “causado” por uma sequência onírica, por esse não ter sido o caso.

JIM: Compreendo. Obrigado.

ELIAS: Não tens o que agradecer. Vou-vos dar a todos nesta noite um au revoir!

Elias "parte" às 8:52 da noite.

© 1996 Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados

Nota da Vicki: Elias refere-se ao que é comummente designado por regressão a uma vida passada mas a que nós nos referimos como um Encontro Trans-Focal. Temos vindo a ajudar-nos uns aos outros nesse domínio, faz alguns anos. É certo que não temos qualquer treino, mas funciona à mesma! O método básico que empregamos passa por aquele que facilita a ocorrência disso, falar sobre o assunto por intermédio do emprego generalizado dum relaxamento corporal, em seguida ao que se encoraja o sujeito a contactar qualquer que seja o aspecto dele próprio à escolha, facto a seguida ao qual,  se for acompanhado duma permissão do próprio para se embrenhar nisso, lhe passamos a fazer perguntas relativas à experiência. O termo operativo é “permitir”. Frequentemente o sujeito sente como se estivesse a inventar tudo, o que não se processa desse modo, segundo o Elias.


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